Jornalista Andrade Junior

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Graça Foster transformou a obediência cega em dever

REYNALDO ROCHA



Não é somente um modo de ser. A covarde instrumentalização de alguém que lhe sirva de anteparo para os tomates podres que merece receber quando em público faz parte das lições de Lula e do manual do PT. Graça, a Graciosa das estrelas tatuadas no braço, a que tem a pele marcada pela fidelidade, foi usada até virar bagaço e jogada no lixo, Como o Dirceu de Lula, a Graça de Dilma fez por merecer. Cada ser pensante sabe a quem deve fidelidade.

De nada adianta o currículo da estagiária que chegou à presidência da maior empresa do Brasil. O que restou foi a defesa cínica, ousada, cega e obtusa da dona da coleira. A mentira reiterada no Congresso. O roubo permitido, a cumplicidade. A incompetência demonstrada no navio que comandou sem saber direito o que é um timão. A humilhação consentida, homenagem às estrelas tatuadas.
Graça morreu para o mercado e para a história. No Brasil, é comum perdoar os mortos. Graça não será perdoada. Presidiu a destruição de uma empresa sólida, errou além da conta, foi conivente com a ladroagem, mentiu para proteger-se e proteger quem a tinha como animal de estimação e nunca teve noção do ridículo que acrescentava à própria biografia. Foi escolhida por ser amiga da feitora cujos berros e ofensas sempre aceitou.
Não vejo em Graça Foster nenhum valor que possa ser ressaltado. Eu a enxergo como é: uma “graça” de pessoa que soube fazer da obediência cega um dever. Ou um ganho. A história dirá. Que venha qualquer um para substituí-la. Ainda que seja outro ladrão, não tatuará no corpo o simbolo do PT. Não exibirá na pele a marca do dono.



FONTE BLOGDOAUGUSTONUNESDIRETOAOPONTO

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