Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

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sábado, 8 de agosto de 2026

NA CAMPANHA DA CHINA PELA POSSE DO MUNDO, LULA É A BOLA DA VEZ

fernãolaramesquita/youtube


NA CAMPANHA DA CHINA PELA POSSE DO MUNDO, LULA É A BOLA DA VEZ



quinta-feira, 9 de julho de 2026

GOVERNO É QUEM MAIS GANHA

 FACEBOOK


GOVERNO É QUEM MAIS GANHA



terça-feira, 7 de julho de 2026

FUTURO ADIADO

Alex Pipkin, PhD em Administração


Existem sociedades que resolvem problemas. Outras aprendem a conviver com eles.
No início, a diferença parece pequena. Com o tempo, torna-se a diferença entre construir o futuro e apenas sobreviver ao presente. As primeiras enfrentam as causas, mesmo quando isso exige sacrifícios. As segundas especializam-se em administrar consequências, adiar reformas e transformar soluções provisórias em modo permanente de governar.
Esse é o retrato mais preciso do Brasil.
Já não nos falta diagnóstico. Falta-nos disposição para enfrentar aquilo que o diagnóstico exige.
Substituímos a coragem de reformar pela habilidade de remendar.
Cada dificuldade produz um novo programa. Cada distorção gera uma nova regra. Cada fracasso justifica mais gasto, mais exceções e mais improviso. O problema nunca desaparece, apenas muda de lugar.
É como o navegador que passa a vida ajustando as velas enquanto se recusa a admitir que o casco faz água.
O mais inquietante é que esse mecanismo já não depende de um governo. Ele aprendeu a se reproduzir sozinho.
Todo sistema duradouro produz aquilo de que mais necessita; pessoas adaptadas ao seu funcionamento.
Governos passam, partidos passam, e narrativas passam. A engrenagem permanece.
Pouco a pouco, a política adapta seu discurso ao momento, a burocracia protege a si mesma, grupos organizados preservam seus benefícios e os cidadãos passam a considerar normal aquilo que, uma geração antes, pareceria inaceitável.
É assim que uma sociedade perde a capacidade de imaginar um futuro diferente.
Fala-se muito em empatia, mas quase nunca naquela dirigida às únicas pessoas totalmente ausentes da arena política. São as que ainda não nasceram. Elas herdarão o custo de cada reforma adiada, de cada privilégio preservado e de cada decisão substituída pela conveniência do presente.
A maior injustiça social não é a desigualdade entre os vivos. É permitir que uma geração consuma as oportunidades que pertencem à seguinte.
Civilizações não entram em declínio quando deixam de identificar seus problemas. Entram em declínio quando transformam o adiamento em estratégia, a adaptação em cultura e o futuro no lugar para onde empurram as consequências do presente.
Nesse momento, o amanhã deixa de ser uma promessa. Torna-se o espelho das escolhas que insistimos em adiar.
















PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/futuro-adiado-010726

segunda-feira, 6 de julho de 2026

OLHA O ROUBO QUE FAZEM DIARIAMENTE

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OLHA O ROUBO QUE FAZEM DIARIAMENTE



Bolsonaro Autorizou o Vídeo de Michelle Contra Flávio?

 andremarsiglia/youtube


Bolsonaro Autorizou o Vídeo de Michelle Contra Flávio?


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https://www.youtube.com/watch?v=NpW2zMow2IM

quinta-feira, 2 de julho de 2026

PREPARA A PIPOCA...

 RONY GABRIEL


PREPARA A PIPOCA...





sábado, 27 de junho de 2026

ATÉ A MIDIA ESQUERDISTA SE RENDEU

 gilbertosimoespires/pontocritico

MADRUGADA DE TERROR

No início desta semana, a maioria, senão todos, os MEIOS DE COMUNICAÇÃO DO PAÍS, com forte repercussão também nas REDES SOCIAIS, acharam por bem DEFINIR que os moradores de Rio das Pedras viveram -MAIS UMA MADRUGADA DE TERROR- por conta de intensos tiroteios desde as primeiras horas do dia EM NOVO CONFRONTO ENTRE MILICIANOS DO COMANDO VERMELHO -CV- QUE DISPUTAM A REGIÃO. 


ALVOS DE ORGANIZAÇÃO TERRORISTA

Ora, por princípio, meio e fim, para que alguém VIVA UMA NOITE OU UM DIA DE TERROR, do tipo e sensação que os moradores de Rio das Pedras foram submetidos na última 2ª feira, 22, é porque foi ALVO DE UMA ORGANIZAÇÃO TERRORISTA. De novo, para que fique bem claro: em essência clara e inconfundível, este tipo de TERROR só pode ser PRODUZIDO POR UMA OU MAIS ORGANIZAÇÃO TERRORISTA. 


FIGA PARA LULA

O que chama muito a atenção é que até os tradicionais MEIOS DE COMUNICAÇÃO, que de forma indisfarçável comungam do CEGO IDEÁRIO DA ESQUERDA BRASILEIRA, acharam por bem dar uma sonora FIGA PARA O SEU LÍDER LULA. Como tal resolveram estampar nos noticiários que a ação protagonizada pelo COMANDO VERMELHO agiu tal como qualquer ORGANIZAÇÃO TERRORISTA. 


ABRINDO OS OLHOS?

Como se vê, tudo aquilo que o presidente Donald Trump vem fazendo na América Latina, no que diz respeito ao COMBATE AOS TERRORISTAS NARCOTRAFICANTES, já começa a produzir efeitos. A considerar que a MÍDIA -CLASSIFICOU- como MADRUGADA DE TERROR- o que viveram os MORADORES DE RIO DAS PEDRAS, muito em breve até aqueles que usavam o ESCUDO DA SOBERANIA como forma de GARANTIR que as ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS BRASILEIRAS não poderiam ser confundidas como ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS, já deram sinais de que começaram a se render. A ver...



























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/ate-a-midia-esquerdista-se-rendeu


quinta-feira, 4 de junho de 2026

O ERRO HISTÓRICO DE LULA SOBRE A MORTE DE TIRADENTES

 brasilparalelo/youtube


O ERRO HISTÓRICO DE LULA SOBRE A MORTE DE TIRADENTES

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https://www.youtube.com/watch?v=AVpPySDxV1w

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Parece até o Brasil! Um governo que censura opositores e os rotula de extremistas.

 caiocoppolla/youtube


Parece até o Brasil! Um governo que censura opositores e os rotula de extremistas.


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https://www.youtube.com/watch?v=toWChDlEuHc

quinta-feira, 7 de maio de 2026

BOMBA! Vorcaro ADMITE CRIMES com Moraes em contrato de R$ 129 milhões!

 Deltan Dallagnol



BOMBA! Vorcaro ADMITE CRIMES com Moraes em contrato de R$ 129 milhões!


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https://www.youtube.com/watch?v=GH55uRlJntM

segunda-feira, 20 de abril de 2026

'A suprema cegueira'

 Augusto Nunes  A tropa do STF ainda enxerga na toga um manto de imperador


E ntre os primeiros da fila de clássicos da internet está o vídeo em que uma pane na garganta interrompe a discurseira de Dilma Rousseff. Ressuscitada a voz, a explicação em dilmês avisou que certas avarias na cabeça não têm conserto. “Desculpe, gente”, recomeçou com cara de quem não sabia direito onde havia parado. “Engasguei comigo mesma.” No meio de um dos palavrórios desta semana, Gilmar Mendes foi calado por uma sequência de engasgos de bom tamanho depois de um gole de água. A trinca de soluços pode ter sido um truque da bocarra para descansar alguns segundos da missão que lhe cabe quando o decano do Supremo está com a palavra: despejar outra enxurrada de bravatas, bazófias e besteiras. 

Caso tivesse ocorrido no outono de 2022, quando a insolência beligerante do STF alcançou altitudes assustadoras, a ofensiva desta semana apenas confirmaria que o país do Carnaval fora o primeiro do mundo a engolir sem engasgos a ditadura do Judiciário. Passados quatro anos, o atrevido ataque ao Senado, à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, às leis e à verdade só serviu para provar que o Brasil decente está farto de gente que enxerga na toga um manto de imperador. Segundo todos os institutos de pesquisa, mais de 60% dos brasileiros não confiam no Supremo Tribunal Federal. Boa parte da nação nem sabe que essa corte existe. Outros tantos ainda ignoram o que seus integrantes fazem desde o início da década. 

Afundados até o pescoço nas bandalheiras do caso Master, os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli fazem de conta que nem notaram os severos rasgos nas togas. Também fingindo ignorar os panos pretos em frangalhos, Gilmar reapareceu no palco do Egrégio Plenário para resgatar a dupla do pântano e mostrar quem manda no Brasil. Avisou que ordenara a Paulo Gonet, procurador-geral da República, graças ao decano amigo, que investigasse o senador Alessandro Vieira por “possível abuso de autoridade”. Relator a CPI do Crime Organizado, Vieira propôs o indiciamento de três ministros — Gilmar, Toffoli e Moraes — e do próprio Gonet. “É abuso de poder”, decidiu o decano. Imediatamente, o procurador saiu à caça de algum pretexto para tornar inelegível o senador candidato à reeleição. 

A execução da segunda ideia de jerico consumada nesta semana mobilizou a turma toda. A chefia da Polícia Federal, municiada pelo procurador Gonet com um parecer favorável, pediu licença ao ministro Moraes para apurar a suspeita de que, em janeiro, o senador Flávio Bolsonaro cometeu um crime de calúnia contra o presidente Lula. Segundo a PF, o instrumento do crime foi a conta de Flávio na rede social X. O texto, ilustrado por imagens que documentam a amizade que sempre uniu Lula e o ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro, inspirou-se na iminente delação de Maduro, hoje preso nos EUA. Dizia o seguinte:

“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo, tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…” 

Moraes tinha a decisão na ponta da língua: “Trata-se de publicação realizada em ambiente virtual, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputa fatos criminosos ao Presidente da República”. Em seguida, o Primeiro Carcereiro determinou “o envio dos autos à PF, para que sejam adotadas as providências cabíveis num prazo de 60 dias”. O tempo concedido sugere que entrou em férias o Moraes que media o prazo em horas até para a leitura de um processo de 20 mil linhas. “Essa medida é juridicamente frágil”, afirmou o candidato à Presidência. “A abertura deste inquérito configura uma clara tentativa de cercear a liberdade de expressão e o livre exercício do mandato parlamentar.”

A réplica de Flávio reitera que está no fim a epidemia de medo disseminada nos últimos sete anos pelo recordista mundial em agressões à segurança jurídica. A erradicação do vírus foi acelerada pela descoberta de que a mulher de Moraes recebeu R$ 80 milhões de Daniel Vorcaro para estreitar os laços de amizade entre o marido poderoso e o dono do Master. A velocidade aumentou com a devassa do resort Tayayá, esconderijo de Dias Toffoli, abrigo de um cassino clandestino e pivô de maracutaias que garantiram ao ministro uma vida de ricaço. E será definitivamente erradicada quando o Brasil for confrontado com todos os assombros colhidos por investigações da Polícia Federal conduzidas pelo ministro André Mendonça.

Gilmar Mendes tem feito o possível para retardar, impedir ou anular o que virá com o avanço da varredura nas catacumbas. Com interpretações de chicaneiro, vem tentando mudar as normas que regulam delações premiadas, comissões parlamentares de inquérito e qualquer outra coisa que possa prejudicar a vida mansa dos togados. Num falatório especialmente bizarro, declarou-se pronto para sair no braço com qualquer um. “Eu, como sabem, adoro ser desafiado”, avisou. “No meu Mato Grosso, as pessoas dizem: ‘não me convide para dançar, porque eu posso aceitar’. Adoro ser desafiado. Me divirto com isso. É esse o quadro. Não gostaria de ficar lembrando coisas assim. Mas me chamaram pra dançar.” 

Até agora, Gilmar só brigou por microfone. Os ex-ministros Luís Roberto Barroso e Joaquim Barbosa o alvejaram com pesadas acusações. O agora decano não se ergueu para dançar. Já ouviu incontáveis desafios berrados por brasileiros que o reconhecem nas ruas de Lisboa. Não topou nenhum. Coragem física não se aprende. É algo que se tem (ou não) assim que terminam os trabalhos de parto. Sim, ofender a inteligência de milhões de brasileiros, como o ministro vive fazendo, parece coisa corajosa. Mas essa é a espécie de valentia que ajuda a identificar um covarde vocacional.

Augusto Nunes - Revista Oeste


















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/04/augusto-nunes-e-suprema-cegueira.html

domingo, 15 de março de 2026

Lula está com RAIVA de Moraes, e o motivo é surpreendente!

 andrémarsiglia/youtube


Lula está com RAIVA de Moraes, e o motivo é surpreendente!


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https://www.youtube.com/watch?v=asJUPtmsOOA

terça-feira, 19 de agosto de 2025

Inquérito do 'golpe': Moraes manda segurança recolher celular de advogado no STF

 REVISTAOESTE/YOUTUBE


Inquérito do 'golpe': Moraes manda segurança recolher celular de advogado no STF


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https://www.youtube.com/watch?v=7v8sFRqEpIk

terça-feira, 29 de julho de 2025

Filipe Martins, o herói que nasceu das trevas

 percivalpuggina/youtube


Filipe Martins, o herói que nasceu das trevas

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sábado, 15 de março de 2025

“A Mentalidade Anticapitalista”, de Ludwig von Mises

 KAROLINE SOUZA/INSTITUTOLIBERAL


Ao longo da história, poucos sistemas econômicos proporcionaram uma melhora tão expressiva na qualidade de vida da humanidade como o capitalismo. Apesar de suas falhas e imperfeições, é inegável que o período capitalista trouxe avanços significativos em áreas cruciais, como saúde, alimentação e expectativa de vida. Esses progressos são especialmente notáveis quando comparados aos períodos anteriores, marcados por sistemas econômicos rudimentares e ineficientes, em que a maioria da população vivia na pobreza extrema, sujeita a condições precárias de sobrevivência.


Mesmo em comparação com sistemas contemporâneos ao capitalismo, como o socialismo, as diferenças são gritantes. Países que adotaram o socialismo como modelo econômico falharam em alcançar resultados comparáveis aos obtidos pelas nações capitalistas, tanto em termos econômicos quanto sociais. A frase do economista e filósofo austríaco Friedrich Hayek, “se os socialistas entendessem de economia, não seriam socialistas”, sintetiza bem esse contraste, apontando para as deficiências inerentes ao planejamento centralizado e à negação da dinâmica de mercado.


Ainda assim, em uma era de informação instantânea e acessível, o capitalismo continua a ser alvo de críticas e ataques. Por que isso ocorre? Por que, mesmo sendo responsável por avanços tão evidentes, o capitalismo é frequentemente retratado como um sistema opressor e explorador? Essas questões foram abordadas de maneira clara e objetiva por Ludwig von Mises em sua obra A Mentalidade Anticapitalista. Apesar de ter sido escrita há décadas, a análise de Mises permanece extremamente relevante, especialmente em momentos de transição política e econômica como os que vivemos atualmente.


A obra é organizada em cinco capítulos que exploram os principais argumentos contrários ao capitalismo, analisando suas origens e desconstruindo suas falácias.


No primeiro capítulo, intitulado “As Características Sociais do Capitalismo e as Causas Psicológicas de seu Descrédito”, Mises apresenta o conceito de “consumidor soberano”. Esse é um dos pilares do sistema capitalista: a ideia de que o mercado responde às necessidades e preferências dos consumidores e não a interesses específicos de grupos ou indivíduos. Em outras palavras, o poder está nas mãos das pessoas comuns, que decidem o destino das empresas e dos produtos com base em suas escolhas de consumo.


Essa dinâmica gera mobilidade social, um aspecto central do capitalismo. No entanto, essa mesma mobilidade frequentemente provoca ressentimento em determinados grupos. A inveja social surge quando indivíduos percebem que o sucesso no capitalismo não está necessariamente atrelado ao status ou à intelectualidade, mas sim à capacidade de atender às demandas do mercado. Um exemplo clássico disso é o contraste frequentemente apontado entre os altos salários de jogadores de futebol e os ganhos mais modestos de professores. Essa percepção alimenta críticas que, muitas vezes, têm como base o ressentimento e não uma análise objetiva do sistema.


Mises destaca o papel dos intelectuais nesse contexto. Muitos criticam o capitalismo por não recompensar adequadamente as capacidades intelectuais enquanto celebram profissões consideradas mais práticas ou populares. Essa desconexão entre o status intelectual e o sucesso econômico é uma fonte recorrente de insatisfação e, consequentemente, de argumentos anticapitalistas.


No segundo capítulo, “A Filosofia do Homem Comum”, Mises aborda como o progresso tecnológico é percebido pela sociedade. Muitos enxergam os avanços como uma consequência inevitável do desenvolvimento científico, ignorando o papel crucial do capitalismo em viabilizar tais inovações. A estrutura de mercado, com sua capacidade de alocar recursos de maneira eficiente, é o que permite que tecnologias sejam desenvolvidas, aprimoradas e disseminadas.


Como bem destaca Mises, sob a visão de professores, líderes trabalhistas e políticos, a pior exploração é efetuada pelos grandes negócios, setor que “[…] raspa tudo e deixa, como indicava o Manifesto do Partido Comunista, ao criador de todas as coisas boas apenas ‘o de que ele necessita para o seu sustento e para propagação de sua roça’”. É válido lembrar que uma das principais críticas de Marx sobre o trabalho no sistema capitalista consiste no argumento de que o trabalhador não possui aquilo que produz. O produto pertence ao capitalista, que o vende para obter lucro.


Contudo, essa visão simplista faz com que grande parte da população desconsidere os benefícios do capitalismo e seja mais suscetível a argumentos populistas e moralistas, frequentemente empregados por líderes carismáticos. Nesse contexto, o desconhecimento das bases econômicas que sustentam os altos níveis de desenvolvimento humano em países capitalistas contribui para a perpetuação de mitos e falácias sobre o sistema. Em momentos de crise, a desinformação pode levar a retrocessos, como o apoio a regimes autoritários que prometem soluções simplistas para problemas complexos, mas que acabam comprometendo o crescimento econômico e o bem-estar social.


O terceiro capítulo, “A Literatura sob o Capitalismo”, explora a relação entre a produção cultural e a visão negativa do capitalismo. Mises aponta que a classe artística e literária frequentemente retrata o sistema de maneira caricatural, apresentando empresários e capitalistas como vilões gananciosos e exploradores. Esse estereótipo é amplamente difundido por obras de ficção, como novelas, filmes e romances, que moldam a percepção pública de maneira enviesada.


Na realidade, os empresários desempenham um papel fundamental no funcionamento do capitalismo, criando empregos, gerando riqueza e atendendo às demandas dos consumidores. No entanto, a narrativa predominante na mídia muitas vezes ignora esses aspectos positivos, focando apenas nos casos de abusos ou excessos. Essa visão distorcida contribui para a desconfiança generalizada em relação ao sistema e para o fortalecimento de discursos contrários ao capitalismo.


Nesse capítulo, Mises também destaca que a imprensa livre só existe onde o controle dos meios de produção é privado. Curiosamente, um artigo publicado na revista VEJA em 13 novembro de 2024 destaca que, entre os anos de 2023 e 2024, a Rede Globo recebeu 177,2 milhões de reais em publicidade do governo federal por meio da Secretaria de Comunicação (Secom). Assim, mesmo em se tratando de uma mídia privada, a imparcialidade e a liberdade de imprensa são claramente comprometidas com a distribuição de verbas publicitárias estatais.


No quarto capítulo, “As Objeções não Econômicas ao Capitalismo”, Mises, por sua vez, examina como os argumentos anticapitalistas frequentemente se baseiam em premissas morais e subjetivas em vez de dados concretos e análises econômicas. Conceitos como felicidade, materialismo e liberdade são frequentemente utilizados de forma vaga para criticar o sistema sem que sejam apresentadas alternativas viáveis ou melhores.


Essa estratégia é especialmente comum em discursos políticos populistas, que apelam às emoções e ao senso de justiça social para justificar políticas intervencionistas. Ao desconsiderar os princípios econômicos fundamentais, esses argumentos acabam resultando em medidas que prejudicam o crescimento e a geração de riqueza, perpetuando os problemas que pretendiam resolver.


No capítulo final, “Anticomunismo Versus Capitalismo”, Mises reforça a necessidade de compreender e combater a mentalidade anticapitalista. Ele argumenta que, embora as críticas ao sistema muitas vezes sejam infundadas ou baseadas em premissas equivocadas, elas têm uma base ideológica sólida que não pode ser ignorada. Para combater essas ideias de maneira eficaz, é fundamental entendê-las em profundidade e demonstrar, com argumentos racionais e dados concretos, as vantagens do capitalismo em relação a outros sistemas.


A principal lição da obra é a valorização da ciência econômica como ferramenta indispensável para a compreensão e solução dos problemas sociais. Ignorar os princípios econômicos em prol de argumentos moralistas ou ideológicos é um erro que pode custar caro, especialmente em contextos de instabilidade política e econômica.


A obra é mais do que uma defesa do capitalismo; é um convite à reflexão crítica e ao estudo aprofundado da economia. Mises nos lembra que o progresso e a prosperidade não são garantidos, mas resultam de um sistema que incentiva a inovação, a liberdade individual e a busca por melhores soluções para as necessidades humanas.


*Karoline Souza é associada II do Instituto Líderes do Amanhã.











PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/resenhas/a-mentalidade-anticapitalista-de-ludwig-von-mises/

domingo, 2 de fevereiro de 2025

Da normalidade do comportamento universitário

  Instituto Liberal 


Recentemente, um programa de streaming mostrou o interior da máquina universitária pública – só se surpreendeu com a imundície, doutrinação, consumo orgiástico de drogas e ausência de comprometimento com a excelência quem andou por outros planetas nas últimas seis décadas. Creio que nada de novo foi exibido para a maior parte do público a que se destina (insidiosamente denominado de “direita” pela bandidagem esquerdista que controla a educação brasileira). Este artigo detém-se, portanto, num aspecto específico da série (já que se trata de dois programas): o do comportamento do jovem universitário brasileiro dentro da bolha da educação superior pública.


Os dois episódios da série não mostraram tudo o que realmente ocorre no ambiente universitário federal (ou estadual, ou ainda municipal quando cabe). Por falta de tempo, por temer impressionar os mais sensíveis, por exigências da direção, os dois programas tiveram por foco essencialmente a doutrinação ideológica e o clima inquisitorial para com os não-conformistas (i.e. profissionais do ensino superior federal com filiação religiosa ou simplesmente avessos à esquerda). Tanto que apenas três acadêmicos em atividade expuseram seus rostos e opiniões; já estão em final de carreira, logo, têm poucos danos laborais a esperar dessa nova exposição. Um deles teve, comprovadamente, danos neurológicos causados pela insalubridade do ambiente de trabalho bolchevizante.


E os alunos – cúmplices nesses processos e, em muitos casos, em plena ação criminal ao depredarem instalações, impedirem colegas de se manifestarem, cobrarem de modo violento benesses das reitorias, decanatos e afins e, crime dos crimes, invadindo a propriedade pública impunemente e sequestrando professores em sala de aula? Qual o seu papel? Já chegam com vocação criminosa à universidade pública ou são incitados paulatinamente lá dentro?


Como o ensino médio foi tomado pela esquerda já se vão muitas décadas, creio que chegam já vocacionados para a subversão e o crime. Mas não o executam na mesma escala no ensino médio – principalmente se vindos da rede particular (lá os professores podem ter o discurso facinoroso da esquerda, mas têm um horário a cumprir; têm de restringir as ofensas aos seus patrões e coordenadores também – é o mundo real, enfim, em que as normas civilizatórias ainda se impõem sem grande estranhamento).


Na bolha universitária pública, essas normas são transgredidas deliberadamente e, amiúde, travestidas de conhecimento científico.


Os slogans já surrados do infame maio de 68 ainda valem na bolha federal: é proibido proibir. Numa pichação recente fotografada por um amigo do autor deste artigo, lê-se: “Aqui é como deve ser”. Pichado em branco num declive de tijolos marrons, torna-se ainda mais vulgar – se “isso é o que deve ser”, a higiene e a ordem são o que se deve combater. Isso é ensinado abertamente em sala de aula e, com frequência, vemos professores envolvidos sexualmente, politicamente, toxicologicamente ou tudo isso ao mesmo tempo com seus alunos (ou “alunes”, como preferem, ferindo o bom-senso e a norma culta ao mesmo tempo). Aqui entramos noutra questão decorrente dessa: a universidade “pública, gratuita e de qualidade” deve ter por alvo os menos favorecidos, certo? Ao menos, esse é o discurso oficial, do estado bolchevique petista ou de seus prepostos, petistas, do PCdoB ou do PSOL, nas reitorias e demais instituições burocráticas universitárias.


Mas isso não é, nem jamais foi, o que se vê de fato. A infâmia das cotas não se sustenta pela “evidência empírica” (ah, horror desses neo-hegelianos que são os marxistas, apoiados em sua metafísica fuleira) de que o grosso dos alunos das universidades públicas vem da classe média. É isso o comportamento por eles aprendido em casa? Certamente que não. Seus pais, ainda que num esquerdismo em geral oportunista (beneficia seus empregos públicos), não toleram o comportamento vandalizante em casa. Não, na sala de estar desses jovens (melhor, da casa de seus pais, de onde sairão talvez na faixa dos quarenta anos de idade), não se pode pichar que “Aqui é como deve ser”. Nem passaria pela cabeça de qualquer desses adolescentes senis fazê-lo.


E quanto aos que vêm de camadas menos favorecidas socioeconomicamente?


Nesses, o espanto das famílias ao verem no que seus filhos se transformam depois de cinco ou seis ou dez anos de amestramento esquerdizante é ainda maior. Dois exemplos: um colega meu foi surpreendido ao chegar para trabalhar numa sexta-feira ao ver os degraus de seu departamento cobertos de… fezes humanas. Produto da happy hour das quintas, orgias toleradas pelas administrações universitárias. O faxineiro, evidentemente de nível socioeconômico mais baixo, interpelou meu colega – “E aí professor? Meus filhos não fazem isso não!”. Meu colega corou de vergonha. O faxineiro tinha razão.


Outro: o motorista de um ônibus fretado (com dinheiro público, é claro) para um “encontro nacional dos estudantes de socio-antro-biologia” comentou com um deles, dessa vez aluno: “Filho meu não entra nessa universidade, meu amigo. Tive muito trabalho criando eles para trazer aqui para essa orgia de uma semana inteira”. E, de fato, foi uma orgia de uma semana inteira, de nenhum interesse acadêmico, mas de acelerada e promíscua atividade sexual.


Podem-se concluir estas breves reflexões com uma pergunta – a conduta bárbara desses jovens que jamais irão crescer é fruto da idade? Não creio – afinal, o próprio termo “adolescência” foi banalizado nos tristes anos 60 do século passado para justificar a chamada “contracultura”, com sua imundície, vulgaridade, seus excessos e promiscuidade. Seria algo do meio, então? Não, pois, nos meios de classe média (para não falar naqueles acima dela), tais abusos são coibidos logo na infância; e, nos meios menos favorecidos, a universidade pública deixou de ser a esperança de um futuro melhor para se tornar uma desgraça a ser evitada por aqueles que desejam um futuro de decência a seus filhos.


Afinal, seres humanos minimamente civilizados não defecam nos degraus de escadas, mesmo quando seus professores lhes incitam a destruir foucaultianamente a civilização como a conhecemos. Que, ao fim e ao cabo, é a única capaz de dar respostas aos problemas que tornam a vida digna de ser vivida.


*Rafael Hitlodeu é colaborador do Instituto Liberal.




















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/da-normalidade-do-comportamento-universitario/

quarta-feira, 20 de novembro de 2024

PF revelou plano dos Kid Preto para eliminar Lula e Moraes

 SEMMIMIMI/PAVINATTO/YOUTUBE


PF revelou plano dos Kid Preto para eliminar Lula e Moraes


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https://www.youtube.com/watch?v=WfrxpkwX7PU

segunda-feira, 19 de agosto de 2024

Um debate tão breve quanto memorável

    Percival Puggina


  A França que conheci não existe mais. Aquela França que pelo batismo de Clóvis (496) fez jus ao título de “Filha dileta da Igreja” não responde à pergunta: “O que fizeste de teu batismo?”. Essa questão, levantada certa vez por São João Paulo II, se converteu em interpelação constante entre os cristãos que visitam o país por onde tanto andei e aonde não mais voltarei. Por certo, tampouco a reconheceria como sua o meu querido São Bernardo de Claraval.  

Recebi um desses vídeos que nos veem de todos os lados e pelos quais passamos sem dar muita atenção. Este, porém, num relance, atraiu-me por conter diálogo travado no senado francês sobre o cartaz de divulgação dos Jogos Olímpicos. Cinco minutos depois, eu aplaudia, no silêncio de casa, as luminosas palavras do senador Roger Karoutchi. Compartilho-as com meus tão estimados leitores.

A cena abre com o senador se dirigindo ao presidente da mesa: “Que diferença faz vosso governo entre uma cruz e uma flecha?”. O assunto, o cartaz em questão, era uma alegre mistura de marcos visuais da capital francesa, reunidos num pequeno espaço gráfico, tudo misturado como naqueles hotéis-cassinos de Las Vegas. O cartaz principal que chamava aos Jogos Olímpicos de Paris, escamoteara a cruz instalada no alto do Hotel des Invalides, substituindo-a por uma flecha ou coisa que o valha. A cultura dessa França enferma reage como vampiro à vista de uma cruz.

A ministra dos Esportes, Amélie Oudéa-Castéra, procurou explicar o sumiço, sublinhando as muitas diferenças entre o desenho da peça publicitária e a realidade dos marcos da cidade nela incluídos. Disse que não se tratava de uma reprodução, mas era o que o artista livremente produzira, sem comando do Estado. Era a cidade reinventada. O cartaz, enfim, era a França, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.

Em sua resposta, o senador Roger Karoutchi foi certeiro e sábio, negando que o cartaz seja a França e os Jogos Olímpicos. Transcrevo sua fala:

“Não, desculpe, não são a mesma coisa. Você pode pintar a Torre Eiffel da cor que quiser, mas não pode remover a cruz da cúpula do Hotel des Invalides, que existe desde Luís XIV. Não se pode mudar a história da França.”

Em seguida, discorre sobre o sentido de nação: “(...) somos a nação de um modo provisório porque nós tivemos predecessores e teremos sucessores. Esta nação se orgulha de organizar os Jogos Olímpicos. Mas ela não quer ser apagada, não quer que seus símbolos e a história que a fizeram sejam apagados, renegados. Podeis usar as cores que quiserdes, mas há 350 anos existe uma cruz sobre o Domo dos Invalides! E há uma cruz no cume da torre de Notre-Dame.”

“Os símbolos da França e a história da França fundam a nação. Sem ela não há república, sem ela não há evolução, sem ela não há solidariedade. Quaisquer que sejam as posições políticas, se quisermos fazer evoluir a nação, nós não podemos apagá-la porque se o fizermos desapareceremos. Nações não são eternas, assim como estados e impérios.  Fazei a nação, toda a nação; fazei a república, toda a república; fazei a França, toda a França, mas não apagueis nossos símbolos.”

Que a experiência francesa nos sirva de conselheira em momentos tão adversos aos bens e valores culturais que constituíram nossa própria nação.

*       A íntegra desse diálogo pode ser assistida aqui: https://www.publicsenat.fr/actualites/parlementaire/affiche-des-jo-amelie-oudea-castera-defend-la-liberte-dun-artiste-neffacez-pas-nos-symboles-demande-roger-karoutchi











PUBLICADAEMhttps://puggina.org/artigo/um-debate-tao-breve-quanto-memoravel__18034

sábado, 13 de julho de 2024

Porque as "saidinhas" não funcionam - Deltan Dallagnol | SEM RODEIOS

 DELTANDALLAGNOL/GAZETADOPOVO/YOUTUBE


Porque as "saidinhas" não funcionam - Deltan Dallagnol | SEM RODEIOS


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sexta-feira, 3 de maio de 2024

Invasões de terra pelo MST sobem 150% no ‘abril vermelho’

 REVISTAOESTE/YOUTUBE


Invasões de terra pelo MST sobem 150% no ‘abril vermelho’


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https://www.youtube.com/watch?v=tqjtZulcdUQ

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