Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

A Ilusão do Estado Provedor: porque, no fundo, liberal é a sua avó

 brunolage


Sim, minha avó era liberal, e a sua também é. Todas as pessoas são — algumas apenas ainda não sabem disso. Observe que todo ser humano quer passar de um estado de menor conforto para um de maior conforto, ou seja, sair do sofrimento para o não sofrimento. Esse é um conceito fundamental, consolidado por Ludwig von Mises e citado por Stewart Jr.: “ação humana é a realização de uma vontade, é a tentativa de atingir objetivos, é a resposta do homem às condições do meio ambiente”. Afinal, o indivíduo quer ter a possibilidade de lutar para melhorar sua própria condição, e a liberdade é imperativa nesse sentido.

É isso que acontece: mesmo em países onde o Estado atua de forma muito pesada, ele acaba sempre entregando migalhas, esmolas, um mínimo que não satisfaz de fato; apenas remenda necessidades imediatas. Assim, os cidadãos buscam complementar seus desejos recorrendo à informalidade. Nas sociedades altamente intervencionistas, as pessoas frequentemente recorrem ao contrabando e à informalidade para sobreviver, praticando pequenos delitos ou submetendo-se a subempregos e atividades altamente degradantes. Por outro lado, com um nível maior de liberdade e uma mão menos pesada do Estado, as conquistas seriam mais fáceis. Devido à concorrência do livre mercado, os preços seriam melhores, e o trabalho do indivíduo seria mais honroso e recompensado de forma mais legítima.

Perceba que o governo, no ímpeto de ajudar o cidadão por meio do intervencionismo e de programas sociais, acaba aumentando o sofrimento. O intervencionismo obriga à submissão do consumidor ao Estado. O saneamento básico é o exemplo perfeito: sob o monopólio estatal, o serviço recebido é fraco e cheio de falhas. Pense que, se o governo, em vez de construir e operar estatais ineficientes de água e esgoto, permitisse que a iniciativa privada o fizesse, a dinâmica mudaria. O Estado entraria com um “vale-água” (uma aplicação do ticket sugerido por liberais para a educação) diretamente para o indivíduo necessitado, para que ele mesmo pagasse pelo serviço. O resultado seria uma competição entre as empresas, na qual as pessoas escolheriam o melhor serviço ao melhor preço, e as empresas ineficientes desapareceriam. No final, o Estado teria um gasto menor ou igual, porém entregando um serviço de muito mais qualidade ao cidadão e respeitando a soberania do consumidor.

É importante ressaltar a principal diferença entre um produto ou serviço fornecido por empresas estatais e privadas. No primeiro caso (gestão burocrática), não há consequência direta para uma má administração; a má gestão desperdiça recursos às custas dos consumidores e contribuintes. Afinal, basta cobrir o rombo com recursos tomados da população por meio de impostos ou por um endividamento que também será pago por ela. Já o empresário (gestão empresarial) tem seu próprio patrimônio e a segurança financeira de sua família atrelados ao sucesso da sua empresa.

No fim, o que acontece é que as pessoas trabalham, produzem e assumem riscos para depois entregar parte do dinheiro ao governo, que o administrará de forma incompetente, devolvendo apenas uma pequena parcela na forma de serviços e benefícios.

Então, se você é uma pessoa que quer melhorar de vida trabalhando de forma honesta, você quer liberdade; logo, você é liberal. É comum pensar que serviços entregues pelo governo — que nem deveriam ser chamados de benefícios, mas sim de prestação de serviço, dado que o governo é um funcionário da população — sejam algo positivo. Afinal, estão “ajudando os necessitados” e, às vezes, geram até certa comoção. Porém, ao analisar mais profundamente, percebe-se que o mais pobre é quem mais sofre. Quando há gastos acima da arrecadação, faz-se necessário o endividamento, o que gera mais insegurança na moeda e no país. Acontece também que, com dinheiro jorrando do governo sem uma base produtiva, a moeda perde seu valor: a famosa inflação. A inflação é a maior fonte de recursos do governo e atua como um imposto insidioso e perverso que recai sobre os assalariados e os mais carentes. Aqui se materializa a perda do pobre, pois tudo o que ele ganha vai para itens básicos de consumo, ao passo que os ricos, além de não terem toda a renda comprometida, ainda conseguem se proteger em investimentos atrelados à inflação.

Sendo assim, estruturar uma nação pautada no pensamento liberal é deixar o poder cada vez mais na mão do indivíduo. É fundamental que essa seja uma liberdade real. Hoje, pode parecer que vivemos em liberdade no Brasil, porém, seu carro só é seu se você pagar a taxa anual; seu apartamento também. Se você tiver uma empresa, para abrir as portas, é necessário obter autorizações dos mais diversos tipos, além do pagamento de altas taxas e impostos. Estima-se que entre 30% e 40% de tudo o que produzimos seja gasto com impostos. Peço atenção à semântica da palavra “imposto”, que significa aquilo que se obrigou a aceitar ou realizar. Quando somos obrigados, somos livres? Todo esse peso do Estado define o nosso “grau de servidão”, representado por tudo aquilo que somos obrigados a fazer contra a nossa vontade.

Além do partidarismo e da divisão entre esquerda e direita, há a forma liberal de pensar, que transcende esses rótulos. Para alguns, pode parecer provocativo e desconfortável colocar a responsabilidade no próprio indivíduo, principalmente para aqueles que chamam políticos de “pai” ou envolvem afeição cega nesse campo. A sensação de ter um “ser maior” cuidando de nossas vidas é confortável no curto prazo, mas cobra seu preço no futuro. A intervenção estatal beneficia apenas alguns no curto prazo, mas invariavelmente produz consequências desagradáveis para a grande maioria no longo prazo. O resultado são pessoas alienadas, sem ambição, sem busca por desenvolvimento, vivendo de esmolas governamentais. Por isso, ao expor essas ideias, é preciso ter empatia; entender que a responsabilidade é um fardo pesado para alguns. Educar gradualmente e ocupar espaços de desenvolvimento é o caminho. O liberalismo terá que ser adotado recorrendo-se à razão e ao convencimento, indo além das elites e alcançando a maioria das pessoas.

A situação que proponho é uma forma de transição. Visto que hoje muitas famílias não teriam a menor condição de se sustentar caso o Estado simplesmente extinguisse todos os seus serviços, proponho um aumento imediato de eficiência como etapa inicial, a fim de que, no futuro, a população não necessite praticamente de nada do Estado – ou seja, um poder muito menor concentrado nas mãos de burocratas e uma sociedade muito mais livre, dona e responsável por suas ações e, claro, pelos frutos delas.

*Bruno Lage é empresário, sócio e Head de Alocação na InvestSmartXP. Antes de migrar para o mercado financeiro, foi Sócio fundador de relevante drogaria e diretor em operações de varejo — trajetória que sustenta sua atuação atual na assessoria de empresários e famílias. É formado em Administração de Empresas pela PUC Minas, com MBA pelo Ibmec, e membro do IFL-BH (Instituto de Formação de Líderes).


















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-ilusao-do-estado-provedor-porque-no-fundo-liberal-e-a-sua-avo/

PL e STF: inimigos, mas com alguma coisa em comum

   Bernardo Santoro


Esse é um artigo bem incômodo para todos nós que somos de direita.

Mas a verdade é que quanto mais alta a escala de poder, mais os interesses têm menos a ver com ideologia e mais a ver com dinheiro.

A produtora americana do filme nega ter recebido o dinheiro. O depósito foi numa empresa do Texas aonde o Eduardo Bolsonaro está. O dinheiro é alto demais para o custo do filme. O pedido do dinheiro é feito quando os escândalos já estava estourados há muito tempo. O valor é 13 vezes maior do que o dinheiro encontrado em caixa para ressarcir as fraudes públicas.

E, o pior, é a desculpa: “é dinheiro privado”.

Essa desculpa é EXATAMENTE A MESMA feita pelo escritório da mulher de Alexandre de Moraes para justificar os 129 milhões de reais em contrato jurídico.

“É uma empresa privada. Somos um escritório privado”.

Desculpe-me, mas essa desculpa parece com outra coisa que a gente encontra na privada.

O Banco Master é um escândalo que une bolsonarismo e STF. Vimos na semana retrasada que Alexandre de Moraes operou ativamente para derrubar Bessias do STF, e se juntou a Flávio e Alcolumbre contra Lula e o PT. Os interesses em Brasília se convergem e se afastam todo dia, dependendo do tema. O inimigo de hoje pode ser o aliado de amanhã, sempre quando a oportunidade e o parceiro certo surgem.

E nos próximos meses, o PT se vender como paladino da ética ao acelerar a CPI do Master. Se Lula tiver que sacrificar Moraes para vencer a eleição, ele o fará sem pena. Não há ética entre vagabundos no Brasil.

Não acredite em partidos. Acredite em pessoas e ideias. E troque as pessoas de vez em quando as pessoas não corresponderem mais às ideias.






















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/pl-e-stf-inimigos-mas-com-alguma-coisa-em-comum/

ENQUANTO HOUVER BAMBU...

 GILBERTOSIMOESPIRES/PONTOCRITICO


RESISTÊNCIA

A expressão -ENQUANTO HOUVER BAMBU TEM FLECHA-, mais do que sabido, significa que -ENQUANTO HOUVER TEMPO, RECURSOS E DISPOSIÇÃO, HAVERÁ MEIOS PARA AGIR, CONTRA-ATACAR E/OU TENTAR RESOLVER EVENTUAIS PROBLEMAS. Como tal, mostra o GRAU DE DISPOSIÇÃO E RESISTÊNCIA DAQUELES QUE DEFENDEM SUAS IDEIAS E PROPÓSITOS. 

LIBERDADE E LIVRE NEGOCIAÇÃO

Assim, ENQUANTO HOUVER TEMPO PARA PODER ESCLARECER OS EFEITOS DANOSOS QUE CONTÉM O PÉSSIMO PROJETO DO FIM DA ESCALA 6 X 1, que está na reta final para ser apreciado e votado no Congresso Nacional, sigo firme em DEFESA DA LIBERDADE e DA NEGOCIAÇÃO LIVRE ENTRE -EMPREGADORES E EMPREGADOS-, requisitos esses que, infelizmente, não estão sendo minimamente cogitados nos debates tanto na Câmara quanto no Senado. 

UM ERRO EM CIMA DO OUTRO ERRO

A propósito, eis o que DIZ E PENSA a respeito do FIM DA ESCALA 6 X 1, o titular da Faculdade de Economia e Administração da FIA  (Fundação Instituto de Administração), Doutor honoris causa pela University of Wisconsin (Madison, Wisconsin, USA), ex-chefe da assessoria técnica do Ministério do Trabalho (1979-1983) e integrante do Conselho de Administração da OIT, em Genebra (1990-1992), JOSÉ PASTORE, em artigo publicado nesta semana no site PODER 360 com o título -REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO: UM ERRO EM CIMA DO OUTRO ERRO-.

ENQUADRAMENTO

- Os deputados que integram a Comissão Especial que trata da redução da jornada de trabalho devem ter compreendido ser impossível enquadrar todas as atividades humanas em uma única regra constitucional. A imprensa noticia que eles pretendem aprovar uma lei que regulamente o ajuste das jornadas às diferentes situações de trabalho com base no projeto de lei 1.838 de 2026 encaminhado pelo Poder Executivo. Só depois da sua aprovação, entrariam em vigor as novas regras constitucionais das jornadas de trabalho. Esse foi o modelo usado na reforma tributária. É um caminho perigoso. A Lei Complementar 214 de 2025 que regula os novos tributos tem 544 artigos, dezenas de anexos e mais de 500 páginas! 

CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, que é elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Brasil abriga 2.422 ocupações diferentes, cada uma com suas peculiaridades. Em matéria de JORNADA DE TRABALHO, o que serve para as manicures e pedicures, classificadas como CBO 5161-20, não serve para os peões boiadeiros classificados como CBO 6230-10. A que atende o guarda de trânsito (CBO 5172-20), não atende o tradutor intérprete (CBO 2614-30). 

As dificuldades existem até na mesma ocupação. A jornada que serve para o motorista de ônibus urbano (CBO 7824-10), não serve para o motorista de caminhão de carga (CBO 7825-10). A que regula o garçom de restaurante que serve almoço e jantar (CBO 5134-05) não regula o bartender (CBO 5134-20) que trabalha nas casas noturnas. E assim vai.  Além disso, o IBGE tem uma classificação das empresas e de atividades econômicas que somam 1.332 categorias detalhadas, todas elas agrupadas na Cnae (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), onde as peculiaridades são imensas.

NAS COSTAS DOS TRABALHADORES

Essa diversidade de ocupações e atividades econômicas é comum em todos os países, razão pela qual, na grande maioria, Brasil inclusive, os ajustes mais finos de jornada de trabalho são realizados por meio da negociação coletiva que leva em conta todos os detalhes das várias ocupações dentro das inúmeras atividades econômicas. Esse ajuste não pode ser realizado por meio de legislação que sempre impõe regras gerais. Reduzir a jornada por meio de uma regra constitucional cria mais problemas do que soluções. Ao se tentar regular essa matéria por lei ordinária, colocaremos UM ERRO EM CIMA DO OURO ERRO. E os prejuízos, já bastante veiculados, cairão nas costas dos trabalhadores...




























PUBLICADAMEhttps://www.pontocritico.com/artigo/enquanto-houver-bambu

O BRASIL DESACELERA ENQUANTO O GOVERNO GASTA

 PROFCLAUDIOBRANCHIERI/FACEBOOK


O BRASIL DESACELERA ENQUANTO O GOVERNO GASTA




Homeschooling vs. Escola Pública: A Verdade

 rubinhonunes/youtube


Homeschooling vs. Escola Pública: A Verdade


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=wuvEzoaj_2M

Lula Cria Patrulha Pra Te Vigiar na Internet!

 eltandallagnol/youtube


Lula Cria Patrulha Pra Te Vigiar na Internet!


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https://www.youtube.com/watch?v=l0cIm3kGzf4

Lula Cria Grupo Para te Censurar nas Redes!

 andremarsiglia/youtube


Lula Cria Grupo Para te Censurar nas Redes!

https://www.youtube.com/watch?v=dAFeHoknaDA

NÃO FOI SÓ UM ÁUDIO VAZADO....

 CRISBRASIL/FACEBOOK


NÃO FOI SÓ UM ÁUDIO VAZADO....



O BRASIL ESTÁ CAPTURADO NO ENREDO DE UMA OBRA DE FICÇÃO

 fernãolaramesquita/youtube


O BRASIL ESTÁ CAPTURADO NO ENREDO DE UMA OBRA DE FICÇÃO


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https://www.youtube.com/watch?v=aEdEe349i8A

Parece até o Brasil! Um governo que censura opositores e os rotula de extremistas.

 caiocoppolla/youtube


Parece até o Brasil! Um governo que censura opositores e os rotula de extremistas.


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https://www.youtube.com/watch?v=toWChDlEuHc

quarta-feira, 20 de maio de 2026

O teatro da revogação: quando o Estado finge corrigir o próprio erro

    Alex Pipkin


A revogação da chamada “taxa das blusinhas” será lembrada menos pelo impacto econômico e muito mais pelo simbolismo político que carrega.

Em poucos meses, ela resumiu com perfeição a lógica do populismo brasileiro contemporâneo. O Estado cria o sufocamento e depois se apresenta como salvador ao aliviar parte da própria asfixia que produziu.

Não houve convicção econômica na criação da taxa; tampouco há coerência econômica em sua retirada. O óbvio “lulante”. Há apenas o frio cálculo político de sobrevivência.

O governo descobriu uma verdade inconveniente. Taxar diretamente o consumo popular produz revolta imediata. Já destruir silenciosamente o ambiente de negócios raramente mobiliza multidões. O primeiro gera indignação instantânea nas redes sociais; o segundo produz uma decadência gradual, silenciosa e quase invisível ao debate público. No Brasil, a ruína em doses homeopáticas raramente se converte em manchete.

Revoga-se o sintoma. A doença, contudo, permanece intacta. O empreendedor brasileiro continua esmagado por um manicômio regulatório, pela insegurança jurídica, pelo excesso tributário e por um Estado que interfere em tudo. Interfere no investimento, na contratação e na inovação, transformando a autonomia econômica em uma concessão precária. O Brasil tornou-se um país onde produzir exige algo próximo do heroísmo e investir se transformou em um exercício de resiliência psicológica.

Enquanto isso, o governo tenta vender a dependência como se fosse uma benfeitoria cívica. Confisca prosperidade pela via tributária, devolve fragmentos dela sob a forma de benefícios oficiais e ainda espera a veneração pública por uma generosidade financiada pelo sangue e suor do próprio contribuinte.

É a versão tropical da política do incêndio. O Estado ateia fogo ao edifício econômico e depois distribui baldes d’água em cadeia nacional, exigindo nobre reconhecimento pelo esforço.

Governos populistas raramente eliminam a pobreza estrutural; preferem administrá-la eleitoralmente. A miséria resolvida emancipa o indivíduo; a dependência recorrente fideliza o eleitor.

Por isso, essa taxa é apenas um detalhe pitoresco de um problema muito maior e mais grave. O verdadeiro imposto que sufoca o Brasil não está numa compra internacional de baixo valor.

Está no peso de um Estado que perdeu a noção dos próprios limites; um Leviatã que já não deseja apenas arrecadar riqueza, mas condicionar comportamentos e transformar a liberdade em uma benesse revogável do poder político.
























publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-teatro-da-revogacao-quando-o-estado-finge-corrigir-o-proprio-erro/

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