Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

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sábado, 11 de julho de 2026

Quem decide o que seu filho aprende

   Claudio Apolinario


 O que entra na sala de aula não é neutro. Nunca foi. E no Brasil alguém decidiu o que seu filho deve pensar e você não foi consultado.

Pergunte a qualquer pai o que seu filho aprendeu na escola sobre livre mercado. Depois pergunte o que aprendeu sobre racismo estrutural. A diferença entre as duas respostas não é acaso. É currículo.

O currículo escolar não é neutro. Nunca foi em nenhum país do mundo. É sempre uma escolha — sobre o que importa, o que forma, o que o jovem deve pensar ao sair da escola. A questão não é se o currículo tem direção. É quem decide essa direção e com qual critério.

No Brasil, essa decisão foi sendo tomada ao longo de décadas, longe dos pais, longe do debate público e longe de qualquer cobrança de resultado. E o produto dessa decisão está em sala de aula hoje.

Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica, nos anos finais do Ensino Fundamental, quase 40% das turmas não possuem professores com formação compatível para lecionar em suas disciplinas. Quase 4 em cada 10 turmas estão sendo ensinadas por professores sem formação específica na matéria que lecionam. Um professor de história ensinando ciências. Um pedagogo cobrindo matemática. Não por má vontade — por falta de profissionais formados nas áreas certas.

Porque as áreas certas não eram a prioridade.

Em Singapura — país que ocupa o primeiro lugar no PISA 2022 nas três disciplinas — apenas um em cada oito candidatos é aprovado para a carreira docente. Os aprovados passam por formação rigorosa, recebem salários competitivos e têm grande valorização social. O currículo tem ênfase intensa em matemática, ciências e tecnologia — conteúdo objetivo, mensurável, com cobrança de resultado.

O Brasil fez escolhas diferentes. A Pedagogia brasileira reserva espaço central para filosofia da educação, sociologia, antropologia e correntes pedagógicas — disciplinas que formam a visão de mundo do professor antes de formar o especialista na disciplina que vai ensinar.

Isso não é crítica à teoria. É crítica ao desequilíbrio. Um professor que domina a filosofia da educação mas não domina o conteúdo da disciplina que leciona não falha por falta de esforço. Falha porque foi formado com outra prioridade.

Em 2023, um Projeto de Lei apresentado no Senado Federal propôs proibir questões com viés ideológico no ENEM, alegando que a prova passou a trazer conteúdo que "condiciona o que é ensinado nas escolas para os anos seguintes, colocando em risco todo o sistema educacional."

O projeto revelou o que já era visível para quem olhava: o principal exame de acesso ao ensino superior tornou-se campo de disputa entre o que se ensina e o que se quer que o jovem pense.

O mecanismo é direto. O ENEM define o que as escolas ensinam. O que cai no ENEM é o que quem controla a prova prioriza. O que é priorizado entra no currículo. E o currículo, por sua vez, reflete as escolhas de quem decide o que o ENEM deve medir. É um ciclo fechado — e quem está dentro dele define o produto final.

Estudos comparativos entre Brasil, Singapura e Finlândia identificam com precisão o que diferencia sistemas educacionais de alto desempenho dos demais: foco em conhecimentos essenciais, sequência lógica, base científica e ligação íntima entre currículo, material didático, formação de professores e avaliação. Nos países que lideram o ranking, o que o aluno aprende e como isso é medido são decisões técnicas, não políticas.

No Brasil, essa fronteira foi sendo apagada — deliberadamente. Quando o critério de seleção de conteúdo deixa de ser "o aluno precisa saber isso para pensar com autonomia" e passa a ser "o aluno precisa pensar dessa forma", o ensino muda de natureza. Não forma quem pensa. Forma quem concorda.

O produto final não é mistério. É o jovem que sai da escola sem conseguir interpretar um texto simples, sem calcular o troco, sem entender uma bula de remédio — mas que domina os termos que alguém decidiu que ele precisava conhecer.

Isso não é falha. É escolha. E a pergunta é: quem escolheu?

A pergunta que cada pai deveria fazer não é "meu filho passou de ano?" É mais simples e mais importante: "o que ele está aprendendo a pensar — e quem decidiu isso?"

Porque quem forma o que uma geração pensa, forma o país que essa geração vai construir.

*             O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.









publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/quem-decide-o-que-seu-filho-aprende__18693

sexta-feira, 3 de julho de 2026

UM EXCELENTE PONTO DE PARTIDA

 CAIOCOPPOLLA/FACEBOOK


UM EXCELENTE PONTO DE PARTIDA



sábado, 28 de março de 2026

CPMI do INSS entrega BOMBA: investigação de ministros do STF…com surpresa!

 deltandallagnol/youtube


CPMI do INSS entrega BOMBA: investigação de ministros do STF…com surpresa!


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https://www.youtube.com/watch?v=qfA4P294-Gk

segunda-feira, 10 de março de 2025

Vergonha alheia: STF posta vídeo com Porta dos Fundos e é detonado nas redes

 Deltan Dallagnol -


 Vergonha alheia: STF posta vídeo com Porta dos Fundos e é detonado nas redes




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segunda-feira, 11 de novembro de 2024

ENEM 2024: A armadilha identitária e os desafios da autêntica valorização do indivíduo

 Antônio Claret Jr. 


O tema da Redação no ENEM foi “Desafios para a valorização da herança africana no Brasil”, e eu resolvi escrever como seria minha redação se eu fosse um estudante.


A valorização da herança africana no Brasil é essencial, mas deve ser pautada no princípio de igualdade entre os indivíduos, sem dividir a sociedade em grupos rivais. Sob uma perspectiva liberal, cada pessoa carrega seu valor individual e merece respeito e oportunidades sem precisar ser definida ou limitada por identidades coletivas. Ao tratarmos cada brasileiro como um indivíduo único, respeitamos, de fato, a complexidade da nossa sociedade e não caímos na armadilha de transformá-la em uma série de rótulos simplistas.


Os identitaristas, ao focarem exclusivamente em divisões étnicas, muitas vezes reduzem a riqueza da cultura africana a um rótulo político, instrumentalizando-a em narrativas que reforçam divisões e ressentimentos. Essa abordagem ignora que a cultura africana é parte essencial da identidade brasileira como um todo e não algo que deva ser isolado ou tratado como uma pauta política. Ao instrumentalizarem a herança africana, esses grupos prejudicam a verdadeira integração e colocam a cultura africana em um pedestal artificial, como se precisasse constantemente ser “valorizada” para ser relevante.


A busca por reconhecimento da herança africana deve focar na liberdade e no protagonismo do indivíduo, respeitando as contribuições culturais de todos sem submeter ninguém a uma narrativa imposta. Esse caminho possibilita que a cultura africana seja naturalmente incorporada como uma expressão genuína e enriquecedora para todos os brasileiros, sem pressões ou artificialidades.


Ao privilegiar o indivíduo, o Brasil avança para uma sociedade em que a cultura africana é valorizada, não como uma imposição ou agenda de “lacração”, mas como uma parte integral e espontânea da história e identidade de cada brasileiro. Somente assim, sem políticas de segregação, poderemos realmente construir uma sociedade em que todos são vistos e valorizados como indivíduos, livres para contribuir com suas culturas e histórias de forma genuína e sem imposições.













publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/enem-2024-a-armadilha-identitaria-e-os-desafios-da-autentica-valorizacao-do-individuo/

quinta-feira, 31 de outubro de 2024

JORNAIS NO BRASIL HOJE PRIMEIRA PÁGINA - NEWSPAPERS IN BRAZIL

 ANDRADEJR



























 


terça-feira, 17 de setembro de 2024

LITERALMENTE NO INFERNO

 GILBERTOSIMÕESPIRES/PONTOCRITICO


INFERNO DANTESCO

Mais do que sabido, pela ótica popular-cristã, o INFERNO, no conceito do poeta italiano Dante Alighieri, em sua obra -A DIVINA COMÉDIA- é um lugar rodeado de MUITO FOGO e carregado de SOFRIMENTO E DOR. 

SATANÁS

Com isso, surgiu a imagem de um SATANÁS, que no imaginário popular é tido e havido como o GOVERNANTE do INFERNO, e como tal se tornou o agente cruel que inflige TORTURA E CASTIGO AOS PECADORES. 

BRASIL INFERNAL

Pois, coincidentemente ou não, o nosso imenso Brasil, sem tirar nem pôr, está transformado, literalmente, num GRANDE INFERNO. A rigor, nem mesmo o poeta Dante Alighieri seria capaz de conceber e/ou imaginar um ambiente tão INFERNAL, no qual o nosso imenso país se mostra -RODEADO DE FOGO POR TODOS OS CANTOS E LADOS-. 

INÚMEROS SATANASES

A única coisa que diferencia o INFERNO DE DANTE do nosso INFERNO é que no BRASIL temos inúmeros -SATANASES-, embora todos estejam unidos e prontos, para fazer com que qualquer crítico ou quem pensa diferente do PENSAMENTO INFERNAL seja considerado, imediatamente, como PECADOR INAFIANÇÁVEL. Como tal é submetido ao SOFRIMENTO E DOR provocado pela LIBERDADE ASFIXIADA.    

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

PRIMEIRA PÁGINA JORNAIS ESPECIALIZADOS EM ESPORTES NO MUNDO / FIRST PAGE SPECIALIZED SPORTS NEWSPAPERS IN THE WORLD

 ANDRADEJR





















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