Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

domingo, 19 de julho de 2026

A vergonha mudou de endereço

  Alex Pipkin 


Às vezes tenho a sensação de viver uma versão coletiva de O Estranho Caso de Benjamin Button. Não porque a humanidade esteja rejuvenescendo. Mas porque, pela primeira vez, uma sociedade inteira parece ter decidido transformar a adolescência em ideal de vida.

Durante séculos, crescer significava descobrir uma verdade desagradável. A realidade existe. Ela não pergunta o que desejamos. Ela não consulta nossos sentimentos. Ela não negocia com convicções. Ela apenas existe.

Tornar-se adulto era aprender a conviver com isso. Era compreender que nem todo desejo é um direito, nem toda frustração é uma injustiça e nem toda crença resiste ao confronto com os fatos. A civilização nasceu desse aprendizado. Foi o longo processo de ensinar seres humanos a trocar impulsos por responsabilidade, vontades por consequências e desejos por realidade.

Mas algo mudou. Pela primeira vez, não exigimos que os desejos se adaptem ao mundo. Exigimos que o mundo se adapte aos desejos. A realidade passou a pedir desculpas. Os fatos tornaram-se acessórios. A identidade passou a valer mais do que os argumentos. E, de repente, sentir virou uma forma superior de saber.

Talvez por isso a grande mazela do nosso tempo não seja a ignorância. Ignorância sempre existiu. O que existe hoje é algo mais sofisticado. A renúncia voluntária à lucidez.

Nunca tivemos tanta informação, tantos especialistas e tantos instrumentos para compreender o mundo. Ainda assim, multidões preferem o conforto psicológico do pertencimento ao desconforto intelectual da verdade. Não buscam compreender; buscam pertencer.

E é justamente aqui que a vergonha mudou de endereço. Durante séculos, sentia vergonha quem contrariava a realidade. Hoje, sente vergonha quem contraria a tribo. A dissonância cognitiva transformou-se em esporte coletivo. Nunca houve tanta inteligência disponível e tão pouca coragem para utilizá-la. Pessoas brilhantes repetem absurdos para preservar aplausos. Instituições fingem não ver o que veem. Intelectuais fingem não saber o que sabem.

Não escrevo isso por nostalgia. O passado foi tão imperfeito quanto o presente. Escrevo porque nenhuma sociedade prospera quando transforma sentimentos em critérios de verdade, quando confunde compaixão com dependência, quando substitui responsabilidade por reivindicação permanente ou quando troca pensamento por sinalização de virtude.

Talvez eu esteja deslocado. Talvez seja apenas um adulto tentando permanecer adulto numa época que decidiu transformar a adolescência em projeto de sociedade.

Mas a realidade possui uma característica inconveniente. Ela não participa de assembleias, não aceita moções de repúdio, tampouco se curva a narrativas. Ela apenas envia a conta. E a história mostra que, mais cedo ou mais tarde, toda civilização acaba pagando.

Afinal, a realidade tem muitos defeitos. Mas nunca teve o hábito de perdoar dívidas.















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-vergonha-mudou-de-endereco/

Marco Rubio Detona Lula Por Ser o Culpado do Tarifaço Contra o Brasil!

 andrémarsiglia/youtube


Marco Rubio Detona Lula Por Ser o Culpado do Tarifaço Contra o Brasil!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=xp1qKbA3d00

NINE DIZ QUE POBRE EMPURRA O CARRO E TÁ FELIZ DA VIDA

 FROMX


NINE DIZ QUE POBRE EMPURRA O CARRO E TÁ FELIZ DA VIDA



COMO SE FOSSE EXEMPLO...

SOBERANIAVIVA/FACEBOOK 


COMO SE FOSSE EXEMPLO... 



CADA DIA QUE PASSA CONSEGUEM PIORAR NOSSA VIDA AINDA MAIS

 FACEBOOK


CADA DIA QUE PASSA CONSEGUEM PIORAR NOSSA VIDA AINDA MAIS



TODO MUNDO AMA A LIBERDADE

 CLAUDIOBRANCHIERI/FACEBOOK


TODO MUNDO AMA A LIBERDADE



Tenda Supermercados: Lucrou 75 milhões e pagou 890 milhões de imposto

 rubinhonunes/youtube


Tenda Supermercados: Lucrou 75 milhões e pagou 890 milhões de imposto


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=h0mAf_jxlFM


O GOVERNO TE QUER MISERÁVEL

 TOMÉABDUCHE


O GOVERNO TE QUER MISERÁVEL



ENTENDA A GUERRA NO IRÃ

 CAIOCOPPOLLA/FACEBOOK


ENTENDA A GUERRA NO IRÃ




NINE MOSTRA O DEDO PARA A POPULAÇÃO

 ROMEUZEMA/FACEBOOK


NINE MOSTRA O DEDO PARA A POPULAÇÃO




O TARIFAÇO, O PIX E O ORGULHO DO BRASILEIRO DA SUA MAIOR VERGONHA

 fernaolaramesquita/youtube


O TARIFAÇO, O PIX E O ORGULHO DO BRASILEIRO DA SUA MAIOR VERGONHA


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=8jpCBdc8qro



ONDE ESTÃO AS COISAS BOAS QUE O PT FEZ?? TIA MARIA RESPONDE

 TIAANAMARIA


ONDE ESTÃO AS COISAS BOAS QUE O PT FEZ?? TIA MARIA RESPONDE



sábado, 18 de julho de 2026

Cuba entre a escassez e o colapso do socialismo

 Lucas Berlanza


A crise econômica cubana expõe, mais uma vez, o contraste entre a retórica socialista do regime e a necessidade recorrente de abertura parcial ao mercado.

A ditadura cubana, desde a época de Fidel Castro, apostou na mais ampla nacionalização de empresas. A economia do país foi, até o fim da União Soviética, extremamente dependente dos subsídios da potência totalitária oriental, com o Partido Comunista de Cuba assumindo-se formalmente como marxista-leninista.

Gradativamente, porém, diante das dificuldades inevitáveis, o espaço concedido à iniciativa privada foi sendo ampliado, sempre com grandes limitações impostas pelo Estado cubano.

A grave crise atual, diante de um imenso desafio energético, inflação acelerada e escassez de produtos básicos, tudo agravado pela crescente pressão dos EUA sob o governo Trump, forçou o regime presidido hoje por Miguel Díaz-Canel a tomar novas medidas para fazer a economia combalida respirar e tentar estancar a insatisfação interna.

Canel garante que tudo tem por objetivo “continuar o processo de construção socialista”. No fundo, os ditadores socialistas acabam forçados a reconhecer, pelo menos em parte, o que realmente funciona, e as tais “medidas para continuar o socialismo” se resumem claramente a “engolir” mais capitalismo: abertura da economia (incluindo o capital de empresas estatais) para investimentos estrangeiros, até então proibidos, em turismo, agricultura e nos setores imobiliário, bancário e cambial, além de autorização para empreendedores abrirem mais de uma empresa e contratarem mais de 100 funcionários.

Ao pesar terrivelmente nos bolsos dos pobres coitados a quem ele é imposto, o socialismo precisa sempre atenuar sua rota com doses cada vez maiores de capitalismo – mas pode crer que um dia o sonho vai funcionar!












publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/cuba-entre-a-escassez-e-o-colapso-do-socialismo/

Moraes enfrenta nova pressão internacional e Trump cerca Lula | SEMANA EXPLOSIVA

 SEMANA EXPLOSIVA/gazetadopovo


Moraes enfrenta nova pressão internacional e Trump cerca Lula

clique no link abaixo e assista

TEMOS QUE MELHORAR O SENADO FEDERAL

 MARCELVANHATTEM/FACEBOOK


TEMOS QUE MELHORAR O SENADO FEDERAL 



ZEMA E A BANDIDAGEM NO CONTROLE

 ROMEUZEMA/FACEBOOK


ZEMA E A BANDIDAGEM NO CONTROLE



Moraes Proíbe Presidente da Argentina de Visitar Bolsonaro!

 deltandallagnol/youtube


Moraes Proíbe Presidente da Argentina de Visitar Bolsonaro!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=UAKEs9yxBB4

VOCÊ VAI PERDER SEU EMPREGO

 ROMEUZEMA/FACEBOOK


VOCÊ VAI PERDER SEU EMPREGO



Filhos de Bolsonaro Desconfiam da Michelle, Mas a Armadilha é do Moraes!

andrémarsilia 


Filhos de Bolsonaro Desconfiam da Michelle, Mas a Armadilha é do Moraes!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=L4B4PmQuRjo&t=1s

QUANTAS VEZES O ESTADO COLOCA A MÃO NO TEU BOLSO?

 MARCELOTOLEDO/FACEBOOK


QUANTAS VEZES O ESTADO COLOCA A MÃO NO TEU BOLSO?



E O SEU DIREITO DE FISCALIZAR???

 FATOS&NUMEROS/FACEBOOK


E O SEU DIREITO DE FISCALIZAR???



NÃO EXPLORAMOS NOSSAS RIQUEZAS

 ALDOREBELO/FACEBOOK


NÃO EXPLORAMOS NOSSAS RIQUEZAS



O documento dos EUA que destrói a narrativa do Planalto

 rubinhonunes/youtube


O documento dos EUA que destrói a narrativa do Planalto

clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=HM12tNArqjs

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Foi-se a Copa, começa a verdadeira peleja

 MARLONREGUELIN/

Foi no domingo, o escrete brasileiro foi eliminado da Copa do Mundo. Foi-se a Copa. Foi-se o sonho do hexa. Foi-se a convulsão coletiva que nos arrebata de quatro em quatro anos. Na segunda, acordamos para perceber que, na verdade, apenas mudamos de disputa. Durante algumas semanas, discutimos escalações, esquemas táticos, impedimentos milimétricos, árbitros, VAR e favoritismos (cada brasileiro, um técnico). O noticiário girava em torno de quem levantaria a taça – sim, ousamos sonhar!

Mas a Copa, como sempre, tem prazo de validade. A política, não! Estava apenas no aguardo do o apito final para “entrar em campo”. E entrou! Se a Copa revelou uma seleção incapaz de transformar talentos individuais em resultado, a corrida presidencial revela algo ainda mais preocupante: nosso sistema político parece incapaz de transformar representação em confiança. O brasileirão 2026 da política começou oficialmente sob uma curiosa coincidência. Sem novidades, os dois principais favoritos continuam sendo Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. As pesquisas mais recentes ainda os colocam em disputa direta, com alguma vantagem para Lula, enquanto os demais concorrentes aparecem fora da “zona de classificação”.

Até aqui, zero surpresa. A novidade, porém, atende pelo nome Banco Master. Em qualquer democracia saudável, banqueiros costumam frequentar as páginas de economia. No Brasil, conseguem o feito de comungar com candidatos à Presidência, ministros do Supremo, líderes partidários e alvos policiais. Daniel Vorcaro tornou-se, involuntariamente ou não, o personagem que unificou aquilo que o tal efeito polarização dizia separar.

Durante anos, a esquerda acusou a direita de servir aos grandes interesses econômicos. A direita respondia acusando a esquerda de promiscuidade entre Estado e grandes empresários amigos do poder. Então, surgiu um banqueiro que parecia ter com todos. Não importa o uniforme, a bandeira ou o escudo… Importa o acesso ao(s) vestiário(s)! As investigações e documentos revelados nos últimos meses desenham uma inacreditável teia de relações entre figuras influentes da política, do judiciário, do mercado financeiro e instituições, alimentando uma crise que ultrapassa partidos e ameaça atingir a própria credibilidade do sistema – se é que ainda resta alguma. O caso não é mais só policial… é político!

Lula precisou explicar uma reunião reservada com Vorcaro, articulada fora da agenda oficial. O presidente jura que deixou claro ao banqueiro que qualquer investigação seria conduzida tecnicamente, sem interferência política (a gente jura que acredita, Lula). Flávio Bolsonaro, por sua vez, enfrenta um desgaste ainda mais sensível. As revelações envolvendo conversas, pedidos de financiamento (multimilionário!) para um filme sobre Jair Bolsonaro e a proximidade com Vorcaro passaram a ocupar o centro do debate eleitoral, o que resultou em uma tremenda – embora não surpreendente – piora em sua posição nas pesquisas e, principalmente, em sua imagem pública.

O curioso é que os dois antagonistas passaram a disputar não apenas votos, mas também a difícil tarefa de convencer o eleitor de que estavam suficientemente distantes do mesmo banqueiro – tarefa essa em que ambos têm falhado miseravelmente. É uma disputa inédita. Não sobre quem estava certo, mas sobre quem estava menos perto.

Enquanto isso, um terceiro personagem observa a partida das arquibancadas: Renan Santos. Durante anos, o MBL repetiu quase como um mantra que Lula e Bolsonaro eram faces distintas da mesma moeda, tese que muitos consideravam exagerada, por vezes até conveniente à retórica deles. O escândalo Master, porém, injetou combustível inesperado a essa narrativa. Ao atingir personagens centrais dos dois polos, o episódio permitiu que Renan afirmasse, com grande poder de persuasão, que o problema brasileiro talvez não seja apenas a alternância entre dois projetos de poder, mas uma velha e carcomida engrenagem que continua operando independentemente de quem ocupa o Palácio do Planalto.

Ainda é cedo para dizer se isso o transformará em fenômeno eleitoral. As pesquisas mostram que permanece relativamente distante dos dois protagonistas, embora tenha consolidado um espaço como terceira força em alguns cenários nacionais. Importante dizer, seria um erro ignorar a história recente. Há poucos anos, Javier Milei era tratado como uma excentricidade televisiva. Depois
tornou-se uma curiosidade eleitoral. Em seguida, um risco. Por fim, presidente da Argentina. Não, Renan Santos não é Javier Milei! Mas a história ensina que sistemas desacreditados costumam produzir candidaturas que, poucos meses antes, pareciam improváveis – sobretudo quando os candidatos sabem utilizar como poucos a força das redes sociais!

Há outro elemento igualmente inquietante. O Banco Master já não provoca questionamentos apenas sobre Executivo e Legislativo. O episódio também alcançou o Judiciário. Reportagens sobre relações pouco republicanas envolvendo pessoas próximas a ministros do Supremo – quando não os próprios – e o debate público acerca dessas conexões ampliaram a percepção de desgaste institucional, levando o próprio Lula (padrinho de indicação da maioria ali) a reconhecer que a imagem da Corte foi afetada. É exatamente esse o maior risco para uma democracia liberal.

Instituições vivem de confiança. Quando a confiança desaparece, sobra apenas o poder. E poder sem confiança exigirá cada vez mais força para se sustentar. Talvez essa seja a maior diferença entre a Copa e a política. No futebol, quando termina a Copa, o povo volta à rotina. Na pratica, a vida do cidadão comum não melhora nem piora com o sucesso ou o fracasso dos 11 milionários que vestem a amarelinha.

Na política é diferente! As decisões dos burocratas em Brasília raramente tem potencial de causar grandes melhorias na vida do já tão acossado povo brasileiro. Dificultar, porém… Mas voltemos ao ponto: a arena mudou. Os personagens são outros. As torcidas continuam existindo (por mais estúpido que seja o fã/tiete de político). E o árbitro, como sempre, está sob vaias.

Que vença o… melhor? Melhor? Perdoe a franqueza, amigo leitor, mas não consigo ser tão otimista assim! Queira Deus que o futuro nos reserve melhor sorte ao final de outubro do que tivemos
nessa Copa.

*Marlon Reguelin é empreendedor.
























PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/foi-se-a-copa-comeca-a-verdadeira-peleja/

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More