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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

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quinta-feira, 31 de março de 2022

Onix Lorenzoni e as provas irrefutĂĄveis contra Lula, o mais depravado ladrĂŁo da histĂłria do Brasil

 BRASILDEOLHO

Onix Lorenzoni e as provas irrefutĂĄveis contra Lula, o mais depravado ladrĂŁo da histĂłria do Brasil

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Globo registra prejuízo de mais de R$ 170 milhÔes em 2021

  Recentemente, a emissora perdeu os direitos de transmissĂŁo de eventos como a Libertadores da AmĂ©rica e a FĂłrmula 

Revista Oeste


Em relatório divulgado nesta quinta-feira, 31, a Rede Globo informou que teve prejuízo de mais de R$ 170 milhÔes em 2021. A receita líquida atingiu cerca de R$ 14,5 bilhÔes no período, um aumento de 15% em relação a 2020. Mas os custos também cresceram: de R$ 9,5 bilhÔes para quase R$ 12 bilhÔes.

Mesmo perdendo competiçÔes como a Libertadores da América e a Fórmula 1 para as concorrentes, a Globo precisou arcar com os pagamentos adiados de 2020 para 2021, em virtude da reprogramação do calendårio do futebol brasileiro e dos Jogos Olímpicos de Tóquio. No setor de direitos de transmissão, o prejuízo foi de aproximadamente R$ 500 milhÔes.

No ano passado, a empresa entrou em acordo com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) por uma dívida de US$ 90 milhÔes, referente à parcela atrasada de 2020 dos direitos da Copa do Mundo do Catar.

A receita financeira da grupo caiu para cerca de R$ 765 milhĂ”es em 2021 — a metade do verificado em 2020. Com isso, o prejuĂ­zo do ano passado foi de mais de R$ 170 milhĂ”es, ante lucro de quase R$ 170 milhĂ”es observado em 2020.

Em 2021, com a retomada das atividades, os custos aumentaram. Isso explica, parcialmente, o mau desempenho no resultado operacional. A novidade: pela primeira vez, a emissora registrou prejuízo líquido, visto que as receitas financeiras não foram suficientes para cobrir a diferença.












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Para juristas, decisÔes de Alexandre de Moraes no caso Daniel Silveira são inconstitucionais

 Gabriel Sestrem, Gazeta do Povo


Diversas decisĂ”es do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em relação ao deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) tĂȘm extrapolado os limites da Constituição Federal. A avaliação Ă© unĂąnime entre juristas ouvidos pela reportagem.

Moraes determinou a prisão em flagrante por crime inafiançåvel do deputado carioca em 17 de fevereiro do ano passado, um dia após Silveira divulgar um vídeo com ofensas e ameaças a ministros do STF. Segundo fontes ouvidas pela Gazeta do Povo, desde o pedido de prisão hå aspectos inconstitucionais nas decisÔes do ministro. Um dos apontamentos centrais é que as falas do deputado, embora condenåveis e até mesmo passíveis de punição pela Cùmara dos Deputados em processo de quebra de decoro, estão inquestionavelmente acobertadas pela imunidade parlamentar.


Multa e bloqueio de bens não estão previstos na legislação criminal

Nesta terça-feira (29), Silveira prometeu “morar” nas dependĂȘncias da CĂąmara dos Deputados por tempo indeterminado para que nĂŁo fosse cumprida a ordem de Moraes de colocar tornozeleira eletrĂŽnica no parlamentar. O ministro alega que o deputado descumpriu ordem judicial ao comparecer a um evento em SĂŁo Paulo no qual teve contato com outros investigados no chamado “inquĂ©rito das milĂ­cias digitais”.

Diante da conduta de Silveira, na noite desta quarta-feira (30) Moraes definiu multa diĂĄria de R$15 mil por desobediĂȘncia caso o parlamentar continue se recusando a colocar o equipamento de monitoramento eletrĂŽnico. Na mesma decisĂŁo, o ministro ordenou o bloqueio das contas bancĂĄrias de Silveira. De acordo com especialistas em Direito, tal medida nĂŁo encontra previsĂŁo legal.

“A decisĂŁo de aplicar multa nĂŁo apenas nĂŁo Ă© comum, como Ă© ilegal. Essa seria uma medida cautelar (decisĂŁo que visa a assegurar o cumprimento de outra decisĂŁo), contudo ela nĂŁo estĂĄ prevista no rol do art. 319 do CĂłdigo de Processo Penal (CPP). Logo, ela seria uma cautelar que chamamos atĂ­pica. E o prĂłprio STF tem julgado recusando essa possibilidade”, explica AndrĂ© Borges Uliano, procurador do MinistĂ©rio PĂșblico Federal (MPF) e professor de Direito Constitucional.

Conforme explana o advogado criminalista Geraldino Santos Nunes JĂșnior, conselheiro da OAB/DF, multas e bloqueio de bens estĂŁo previstos no CĂłdigo de Processo Civil (CPC) para casos especĂ­ficos, como para impedir que alguĂ©m se desfaça de bens enquanto hĂĄ dĂ­vidas a serem pagas. “A aplicação dessas medidas em um processo criminal Ă© uma manobra, uma novidade total. Essas decisĂ”es tĂȘm sido tomadas ao arrepio do CĂłdigo de Processo Penal”, afirma.


Hå decisÔes inconstitucionais desde a prisão de Daniel Silveira, dizem juristas

A prisĂŁo do deputado, em fevereiro do ano passado, foi determinada por Alexandre de Moraes no Ăąmbito do InquĂ©rito 4.781, que apura supostas ameaças, ofensas e divulgação de fake news contra ministros do STF e seus familiares. O chamado “inquĂ©rito das fake news” foi aberto em 2019 sem alvo determinado e por iniciativa do prĂłprio STF – ação que Ă© vista por juristas como ilegal por, entre outros motivos, concentrar na Corte o papel de acusador, juiz e vĂ­tima. Usualmente, o Supremo age quando Ă© provocado, seja a pedido do MinistĂ©rio PĂșblico, da Procuradoria-Geral da RepĂșblica ou de autoridade policial. HĂĄ ainda crĂ­ticas de advogados dos investigados nesse inquĂ©rito, que alegam que passados dois anos de sua abertura, o Supremo ainda nĂŁo concedeu acesso dos autos na Ă­ntegra, inviabilizando as defesas.

Sobre a punição a parlamentares, o artigo 53 da Constituição determina que deputados e senadores sĂŁo inviolĂĄveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniĂ”es, palavras e votos. Segundo o texto constitucional, parlamentares sĂł podem ser presos em flagrante – como ocorreu no caso de Silveira – quando tiverem cometido crime inafiançåvel.

Para garantir que a prisĂŁo se desse em flagrante, Alexandre de Moraes por meio de uma manobra jurĂ­dica, inovou ao trazer para a internet o conceito de “infração permanente”. Na argumentação do ministro, a disponibilização do vĂ­deo nas redes sociais do deputado permitiria a prisĂŁo em flagrante, uma vez que no momento da prisĂŁo a publicação permanecia disponĂ­vel.

Por outro lado, para configurar o delito como crime inafiançåvel, Moraes citou artigos da Lei de Segurança Nacional, da Ă©poca da ditadura militar, que nĂŁo correspondiam Ă  conduta do parlamentar no vĂ­deo. O artigo 17, por exemplo, falava em “tentar mudar, com emprego de violĂȘncia ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito”. JĂĄ o artigo 22 coibia a propaganda “de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem polĂ­tica ou social”.

“Em primeiro lugar, houve um enquadramento forçado em delitos contra a Segurança Nacional a fim de contornar o fato de que o CĂłdigo de Processo Penal sĂł admite as medidas cautelares mais severas a delitos graves. Em segundo lugar, houve a ficção de flagrante e um contorcionismo jurĂ­dico para enquadrĂĄ-lo inafiançåvel, visto que esse Ă© o Ășnico caso em que cabe prisĂŁo em flagrante contra parlamentares”, afirma Uliano.

Para agravar o caso, a Lei de Segurança Nacional foi revogada em setembro do ano passado. “Como a lei foi revogada, operou-se o abolitio criminis, ou seja, nĂŁo Ă© mais possĂ­vel atribuir pena por artigos que nela constavam. Ele nĂŁo poderia mais sequer responder a respeito daquilo. Existe, no meu entender, um vĂ­cio a respeito disso”, afirma o advogado criminalista MĂĄrcio Engelberg.

Ao se tratar de deputados e senadores, ainda que houvesse elementos que justificassem a prisĂŁo em flagrante por crime inafiançåvel, de acordo com a Constituição, “nesse caso, os autos serĂŁo remetidos dentro de vinte e quatro horas Ă  Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisĂŁo", diz a Constituição.

Para se justificar de nĂŁo ter oficiado a CĂąmara para que deliberasse sobre o pedido de prisĂŁo em 24 horas, Moraes afirmou, no julgamento em que o plenĂĄrio da Corte manteve a decisĂŁo de prender Silveira, que “atentar contra as instituiçÔes, contra o Supremo, contra o Poder JudiciĂĄrio, contra a democracia, contra o Estado de Direito nĂŁo configura exercĂ­cio da função parlamentar a invocar a imunidade constitucional do artigo 53, caput. As imunidades surgiram para a preservação do Estado de Direito”.

Para Engelberg, um dos problemas centrais do caso Daniel Silveira estĂĄ justamente na tentativa, por parte de Moraes, de afastar o deputado das prerrogativas da imunidade parlamentar. “A questĂŁo toda orbita em cima da imunidade parlamentar. O artigo 53 diz que os deputados e senadores sĂŁo inviolĂĄveis civil e criminalmente por quaisquer opiniĂ”es, palavras e votos. Ainda que o Daniel Silveira tenha se excedido em sua fala – e isso Ă© indiscutĂ­vel, ele prĂłprio confessou ter se excedido –, nĂŁo poderia de forma nenhuma ter sua conduta criminalizada, como vem fazendo o Supremo”, afirma o advogado criminalista.

Para Nunes JĂșnior, caso o ministro tenha se sentido ofendido com as declaraçÔes de Silveira, o caminho correto seria entrar com um processo por crime contra a honra. “Agora, no caso do ministro, nĂŁo existe uma base legal para amparar essas decisĂ”es. Ele criou uma ficção jurĂ­dica para poder justificar a decisĂŁo do Daniel de nĂŁo se submeter Ă  tornozeleira”.

Por fim, conforme apontam os juristas, a determinação de medidas cautelares que restringem o direito de comunicação impostas pelo ministro – como proibição de fazer publicaçÔes nas redes sociais e conceder entrevistas – tambĂ©m ferem os artigos 5Âș, 53 e 220 da Constituição Federal, que abordam, respectivamente, a liberdade de expressĂŁo, a imunidade parlamentar e a liberdade de informação, e constituem censura prĂ©via.

“O processo contra o deputado Daniel Silveira tem sido tratado, basicamente, como uma vingança pessoal, em virtude das ofensas de cunho pessoal proferidas contra os ministros. O fato Ă© que a fala do deputado, embora reprovĂĄvel, do ponto de vista penal Ă© quase irrelevante, visto que o ilĂ­cito consistiu essencialmente em agressĂ”es Ă  honra subjetiva e objetiva dos ministros, e delitos contra a honra comportam tratamento penal bastante benigno”, explica Uliano.

“Como os ministros pretendem atingir consequĂȘncias incompatĂ­veis com um delito dessa natureza – o qual nem seria punĂ­vel, pois estaria acobertado pela imunidade –, forçaram um enquadramento inadequado e passaram a impor uma sĂ©rie de medidas desproporcionais e descabidas”, complementa.












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“Se o juiz Ă© a ‘boca da lei’, Moraes arrota suas leis”

 CAIO COPPOLLA

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"Cala a boca, bota tua toga e nĂŁo enche o saco", diz Bolsonaro

 PODER 360


"Cala a boca, bota tua toga e nĂŁo enche o saco", diz Bolsonaro





Quem é o general Freire Gomes, o escolhido de Bolsonaro para assumir o Comando do Exército

 Rodolfo Costa, Gazeta do Povo


O presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu indicar o comandante de OperaçÔes Terrestres, general Marco AntĂŽnio Freire Gomes, para assumir o comando do ExĂ©rcito. De perfil equilibrado e reservado, segundo os mais prĂłximos, o militar Ă© um nome que agrada o nĂșcleo duro do PalĂĄcio do Planalto.

Freire Gomes assumirĂĄ o posto mĂĄximo do ExĂ©rcito no lugar do general Paulo SĂ©rgio Nogueira, que vai chefiar o MinistĂ©rio da Defesa. As trocas ocorrem em decorrĂȘncia da desincompatibilização do ministro da Defesa Walter Braga Netto, que serĂĄ vice-presidente na chapa de Bolsonaro Ă  reeleição.

Bem relacionado com as cĂșpula das Forças Armadas e com o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da PresidĂȘncia da RepĂșblica, Augusto Heleno, Freire Gomes se aproximou de Bolsonaro a ponto de ter sido apontado como o nome favorito para assumir o comando do ExĂ©rcito em 2021, no lugar de Nogueira.

Mas, na Ă©poca, o general nĂŁo era um dos trĂȘs mais antigos do ExĂ©rcito, portanto, nĂŁo preenchia o critĂ©rio de "antiguidade", tradição na qual o presidente da RepĂșblica indica um dos trĂȘs oficiais-generais com mais tempo no topo da carreira para assumir o comando de uma das trĂȘs forças. Hoje, ele Ă© um dos trĂȘs mais antigos.


O que levou Bolsonaro a escolher Freire Gomes para o comando do Exército

O perfil ponderado e o bom relacionamento construĂ­do junto Ă  cĂșpula do governo sĂŁo as principais credenciais do general Freire Gomes. A boa relação construĂ­da com Augusto Heleno e outros militares no Planalto tambĂ©m conferiu a ele uma proximidade maior com Bolsonaro.

É dito nas Forças Armadas que os generais Marcos Antonio Amaro dos Santos, atual chefe do Estado-Maior do ExĂ©rcito, e Laerte de Souza Santos, comandante do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, nĂŁo tĂȘm a mesma proximidade com a cĂșpula do Planalto. Junto de Freire Gomes, eles fecham a lista dos trĂȘs mais antigos do ExĂ©rcito.

"O presidente não quer cometer o mesmo erro que cometeu com o [general Edson Leal] Pujol, e procura nomes que sejam mais alinhados com o pensamento dele, o que é natural, a nomeação [para o comando do Exército] é dele", diz um militar próximo de um dos comandantes de força.

Militares dizem que o general Freire Gomes não é tão próximo de Bolsonaro e manteria uma linha defendida entre oficiais-generais de distanciamento institucional entre o Exército e o governo, como defendem as Forças Armadas a fim de evitar a politização nos quartéis. Entretanto, admitem que hå, de fato, maior simpatia do general em relação ao presidente se comparado aos colegas de farda Amaro dos Santos e Souza Santos.

Outro detalhe que o aproximou do governo foi a assinatura de um contrato em setembro de 2020 que deixou o ExĂ©rcito encarregado de construir 18,3 quilĂŽmetros de um trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a FIOL, entre os municĂ­pios do oeste baiano de Bom Jesus da Lapa e SĂŁo DesidĂ©rio. À Ă©poca, Freire Gomes era o Comandante Militar do Nordeste.

"Ele é bem querido no Exército, é de cavalaria, transita bem com o GSI, é querido pelo general Heleno, é muito bem quisto dentro do Exército e pelo presidente. Não à toa Bolsonaro o queria no comando do Exército no ano passado", assegura um militar. "Ele também tem bom relacionamento com a Marinha e a Força Aérea", complementa.


Da cavalaria ao comando do Exército: a trajetória de Freire Gomes

O general Freire Gomes construiu sua relação com Augusto Heleno e outros militares que trabalham na PresidĂȘncia da RepĂșblica em sua passagem pelo GSI, onde atuou como secretĂĄrio-executivo do general SĂ©rgio Etchegoyen, ex-ministro-chefe da pasta, antes de assumir o Comando Militar do Nordeste e o Comando de OperaçÔes Terrestres.

Antes de assumir o posto atual, como oficial-general, ele tambĂ©m comandou a Brigada de OperaçÔes Especiais em GoiĂąnia, foi 1Âș subchefe do Comando de OperaçÔes Terrestres e comandante da 10ÂȘ RegiĂŁo Militar, em Fortaleza.

Natural de Pirassununga (SP), nasceu em 1957 e ingressou no Exército em 1977, na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), mesmo ano em que Bolsonaro formou-se pela Aman. Se tornou aspirante a Oficial de Arma de Cavalaria em 1980.

Freire Gomes serviu em unidades de cavalaria como o 10Âș Regimento de Cavalaria, em Bela Vista (MS), o 10Âș EsquadrĂŁo de Cavalaria Mecanizada, em Recife (PE), e o 16Âș Regimento de Cavalaria Mecanizado, em Bayeux (PB). Chegou a ser instrutor da Aman.

Como tenente-coronel, comandou o 1Âș BatalhĂŁo de AçÔes de Comandos, em GoiĂąnia. Foi ainda adido militar de Defesa e do ExĂ©rcito junto Ă  embaixada brasileira na Espanha. Em toda a sua carreira, fez cursos de formação e especialização no ExĂ©rcito e tem vĂĄrias condecoraçÔes militares.















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Marco Aurélio critica as decisÔes de Moraes, ministro indicado ao STF por Temer, vice de Dilma, laranja de Lula, o mais depravado ladrão da história do Brasil

 DIÁRIO DO PODER


O ministro Marco AurĂ©lio, aposentado no Supremo Tribunal Federal (STF), criticou fortemente, nesta quarta (30), o comportamento do ministro Alexandre de Moraes o inquĂ©rito “das fake news”, baseado no qual tem determinado prisĂ”es e suprimido direitos como a livre expressĂŁo do pensamento, inclusive de deputados como Daniel Silveira (UniĂŁo-RJ). As declaraçÔes contundentes do ministro Marco AurĂ©lio foram feitas durante entrevista ao Ăąncora Felipe Vieira, do canal BandNews TV.

Continua errado

Marco Aurélio afirmou que continua errado o que começou errado, com a designação de Moraes.

Humilhação, não

Ele incluiu a tornozeleira nos reparos que faz Ă  atuação de Moraes. “NĂŁo vejo qual o objetivo disso”, disse, “exceto o de humilhar o deputado”.

Falta temperança

O ministro avalia que falta “temperança” ao colega e recomendou esforços para que se restabeleça a normalidade institucional no PaĂ­s.

À espera de Fux

Para o experiente magistrado, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, tem o inescapåvel papel de zelar pelo equilíbrio das decisÔes da corte.









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Pedido de impeachment deve ser deliberado pelo plenĂĄrio do senado

 senado federal 


Senador EsperidiĂŁo Amim se manifestou na sessĂŁo do Senado sobre a importĂąncia de deliberar o projeto do senador Lasier Martins , que prevĂȘ prazo de 15 dias para que o presidente do Senado decida sobre requerimentos para a abertura de processos de impeachment.



Indicado por Temer ao STF, vice de Dilma, laranja de Lula, mais depravado ladrĂŁo da histĂłria do Brasil, Alexandre de Moraes sobe o tom e diz que Silveira usa CĂąmara como ‘covil de rĂ©us’

 Ministro determinou o bloqueio de bens do deputado e estabeleceu que Lira marque data para a instalar a tornozeleira

Afonso Marangoni, Revista Oeste

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou nesta quarta-feira, 30, novas medidas cautelares contra o deputado Daniel Silveira (UniĂŁo Brasil-RJ) e criticou a postura do parlamentar.

Segundo Moraes, “o rĂ©u utiliza-se da CĂąmara dos Deputados para esconder-se da polĂ­cia e da Justiça, ofendendo a prĂłpria dignidade do parlamento, ao tratĂĄ-lo como covil de rĂ©us foragidos da Justiça”.

“NĂŁo sĂł estranha e esdrĂșxula situação, mas tambĂ©m de duvidosa inteligĂȘncia a opção do rĂ©u, pois o mesmo terminou por cercear sua liberdade aos limites arquitetĂŽnicos da CĂąmara dos Deputados, situação muito mais drĂĄstica do que Ă quela prevista em decisĂŁo judicial”, escreveu o ministro.

Mais cedo, a PolĂ­cia Penal do Distrito Federal e a PolĂ­cia Federal estiveram na Casa para cumprir a ordem de Alexandre de Moraes de colocar tornozeleira eletrĂŽnica em Silveira. “O parlamentar foi cientificado e nĂŁo consentiu a instalação do aparelho. A recusa foi certificada pelas autoridades policiais”, informou a Diretoria-Geral da CĂąmara.

BLOQUEIO DE BENS E OUTRAS MEDIDAS

No despacho desta quarta-feira, o ministro determinou que sejam adotadas seis açÔes:

  1. Multa diĂĄria de R$ 15 mil no caso da continuidade de descumprimento de qualquer das medidas cautelares determinadas, que deverĂĄ ser descontada diretamente dos vencimentos que o rĂ©u recebe da CĂąmara;
  2. Bloqueio imediato de todas as contas bancĂĄrias de Daniel Silveira como garantia do cumprimento da multa diĂĄria;
  3. Determinar que o presidente da CĂąmara, Arthur Lira (PP-AL), indique dia, horĂĄrio e local para a efetivação do monitoramento eletrĂŽnico de Silveira;
  4. Ampliar a região em que o deputado poderå se locomover, passando da cidade de Petrópolis para todo o Estado do Rio de Janeiro, além de Brasília;
  5. Negativa ao requerimento de Silveira que buscava a suspensĂŁo imediata de todas as medidas cautelares imposta a ele;
  6. Instauração de inquĂ©rito para apuração do crime de desobediĂȘncia a decisĂŁo judicial sobre perda ou suspensĂŁo de direito’, em relação Ă  conduta do parlamentar.









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MINHA MÃE, GRANDE ECONOMISTA

 Neemias FĂ©lix 


Minha mãe entendia mais de economia do que os economistas canhotos. E expunha seus conhecimentos pråticos por meio de provérbios e figuras bem simples. Alguns exemplos:

"Eu só boto o meu boné onde eu posso apanhar." Isso é que é equilíbrio entre receita e despesa!

Ideias semelhantes eram expressas também por estes aqui: "Quem não tem bunda não senta no morro" e "quem não pode com o pote não carrega rodilha". Não se arriscar na bolsa ou em certos investimentos poderia ser representado por este: "Vale mais um påssaro na mão do que dois voando".

Eleger prioridades poderia ser dito assim: "Farinha pouca, meu pirĂŁo primeiro".

Quando as coisas estavam difĂ­ceis, e certos alimentos estavam com seus preços nas alturas, ela advertia os filhos: "Carne Ă© luxo, feijĂŁo Ă© que enche o bucho". Ou usava esta pĂ©rola, Ă  mesa de refeiçÔes: "É o que tem pra hoje; Ă© cheirar a carne e comer a comida".

Grande economista a mamãe! Se os governantes a tivessem ouvido, o Brasil não estaria nessa situação.







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PRIMEIRA PÁGINA JORNAIS DOS ESTADOS UNIDOS E CANADÁ/ FIRST PAGE UNITED STATES AND CANADA NEWSPAPERS

 ANDRADEJUNIOR












 




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 ANDRADEJUNIOR








































 


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