BRASILDEOLHO
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Recentemente, a emissora perdeu os direitos de transmissão de eventos como a Libertadores da América e a Fórmula
Revista Oeste
Em relatĂłrio divulgado nesta quinta-feira, 31, a Rede Globo informou que teve prejuĂzo de mais de R$ 170 milhĂ”es em 2021. A receita lĂquida atingiu cerca de R$ 14,5 bilhĂ”es no perĂodo, um aumento de 15% em relação a 2020. Mas os custos tambĂ©m cresceram: de R$ 9,5 bilhĂ”es para quase R$ 12 bilhĂ”es.
Mesmo perdendo competiçÔes como a Libertadores da AmĂ©rica e a FĂłrmula 1 para as concorrentes, a Globo precisou arcar com os pagamentos adiados de 2020 para 2021, em virtude da reprogramação do calendĂĄrio do futebol brasileiro e dos Jogos OlĂmpicos de TĂłquio. No setor de direitos de transmissĂŁo, o prejuĂzo foi de aproximadamente R$ 500 milhĂ”es.
No ano passado, a empresa entrou em acordo com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) por uma dĂvida de US$ 90 milhĂ”es, referente Ă parcela atrasada de 2020 dos direitos da Copa do Mundo do Catar.
A receita financeira da grupo caiu para cerca de R$ 765 milhĂ”es em 2021 — a metade do verificado em 2020. Com isso, o prejuĂzo do ano passado foi de mais de R$ 170 milhĂ”es, ante lucro de quase R$ 170 milhĂ”es observado em 2020.
Em 2021, com a retomada das atividades, os custos aumentaram. Isso explica, parcialmente, o mau desempenho no resultado operacional. A novidade: pela primeira vez, a emissora registrou prejuĂzo lĂquido, visto que as receitas financeiras nĂŁo foram suficientes para cobrir a diferença.
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Gabriel Sestrem, Gazeta do Povo
Diversas decisĂ”es do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em relação ao deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) tĂȘm extrapolado os limites da Constituição Federal. A avaliação Ă© unĂąnime entre juristas ouvidos pela reportagem.
Moraes determinou a prisĂŁo em flagrante por crime inafiançåvel do deputado carioca em 17 de fevereiro do ano passado, um dia apĂłs Silveira divulgar um vĂdeo com ofensas e ameaças a ministros do STF. Segundo fontes ouvidas pela Gazeta do Povo, desde o pedido de prisĂŁo hĂĄ aspectos inconstitucionais nas decisĂ”es do ministro. Um dos apontamentos centrais Ă© que as falas do deputado, embora condenĂĄveis e atĂ© mesmo passĂveis de punição pela CĂąmara dos Deputados em processo de quebra de decoro, estĂŁo inquestionavelmente acobertadas pela imunidade parlamentar.
Multa e bloqueio de bens não estão previstos na legislação criminal
Nesta terça-feira (29), Silveira prometeu “morar” nas dependĂȘncias da CĂąmara dos Deputados por tempo indeterminado para que nĂŁo fosse cumprida a ordem de Moraes de colocar tornozeleira eletrĂŽnica no parlamentar. O ministro alega que o deputado descumpriu ordem judicial ao comparecer a um evento em SĂŁo Paulo no qual teve contato com outros investigados no chamado “inquĂ©rito das milĂcias digitais”.
Diante da conduta de Silveira, na noite desta quarta-feira (30) Moraes definiu multa diĂĄria de R$15 mil por desobediĂȘncia caso o parlamentar continue se recusando a colocar o equipamento de monitoramento eletrĂŽnico. Na mesma decisĂŁo, o ministro ordenou o bloqueio das contas bancĂĄrias de Silveira. De acordo com especialistas em Direito, tal medida nĂŁo encontra previsĂŁo legal.
“A decisĂŁo de aplicar multa nĂŁo apenas nĂŁo Ă© comum, como Ă© ilegal. Essa seria uma medida cautelar (decisĂŁo que visa a assegurar o cumprimento de outra decisĂŁo), contudo ela nĂŁo estĂĄ prevista no rol do art. 319 do CĂłdigo de Processo Penal (CPP). Logo, ela seria uma cautelar que chamamos atĂpica. E o prĂłprio STF tem julgado recusando essa possibilidade”, explica AndrĂ© Borges Uliano, procurador do MinistĂ©rio PĂșblico Federal (MPF) e professor de Direito Constitucional.
Conforme explana o advogado criminalista Geraldino Santos Nunes JĂșnior, conselheiro da OAB/DF, multas e bloqueio de bens estĂŁo previstos no CĂłdigo de Processo Civil (CPC) para casos especĂficos, como para impedir que alguĂ©m se desfaça de bens enquanto hĂĄ dĂvidas a serem pagas. “A aplicação dessas medidas em um processo criminal Ă© uma manobra, uma novidade total. Essas decisĂ”es tĂȘm sido tomadas ao arrepio do CĂłdigo de Processo Penal”, afirma.
Hå decisÔes inconstitucionais desde a prisão de Daniel Silveira, dizem juristas
A prisĂŁo do deputado, em fevereiro do ano passado, foi determinada por Alexandre de Moraes no Ăąmbito do InquĂ©rito 4.781, que apura supostas ameaças, ofensas e divulgação de fake news contra ministros do STF e seus familiares. O chamado “inquĂ©rito das fake news” foi aberto em 2019 sem alvo determinado e por iniciativa do prĂłprio STF – ação que Ă© vista por juristas como ilegal por, entre outros motivos, concentrar na Corte o papel de acusador, juiz e vĂtima. Usualmente, o Supremo age quando Ă© provocado, seja a pedido do MinistĂ©rio PĂșblico, da Procuradoria-Geral da RepĂșblica ou de autoridade policial. HĂĄ ainda crĂticas de advogados dos investigados nesse inquĂ©rito, que alegam que passados dois anos de sua abertura, o Supremo ainda nĂŁo concedeu acesso dos autos na Ăntegra, inviabilizando as defesas.
Sobre a punição a parlamentares, o artigo 53 da Constituição determina que deputados e senadores sĂŁo inviolĂĄveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniĂ”es, palavras e votos. Segundo o texto constitucional, parlamentares sĂł podem ser presos em flagrante – como ocorreu no caso de Silveira – quando tiverem cometido crime inafiançåvel.
Para garantir que a prisĂŁo se desse em flagrante, Alexandre de Moraes por meio de uma manobra jurĂdica, inovou ao trazer para a internet o conceito de “infração permanente”. Na argumentação do ministro, a disponibilização do vĂdeo nas redes sociais do deputado permitiria a prisĂŁo em flagrante, uma vez que no momento da prisĂŁo a publicação permanecia disponĂvel.
Por outro lado, para configurar o delito como crime inafiançåvel, Moraes citou artigos da Lei de Segurança Nacional, da Ă©poca da ditadura militar, que nĂŁo correspondiam Ă conduta do parlamentar no vĂdeo. O artigo 17, por exemplo, falava em “tentar mudar, com emprego de violĂȘncia ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito”. JĂĄ o artigo 22 coibia a propaganda “de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem polĂtica ou social”.
“Em primeiro lugar, houve um enquadramento forçado em delitos contra a Segurança Nacional a fim de contornar o fato de que o CĂłdigo de Processo Penal sĂł admite as medidas cautelares mais severas a delitos graves. Em segundo lugar, houve a ficção de flagrante e um contorcionismo jurĂdico para enquadrĂĄ-lo inafiançåvel, visto que esse Ă© o Ășnico caso em que cabe prisĂŁo em flagrante contra parlamentares”, afirma Uliano.
Para agravar o caso, a Lei de Segurança Nacional foi revogada em setembro do ano passado. “Como a lei foi revogada, operou-se o abolitio criminis, ou seja, nĂŁo Ă© mais possĂvel atribuir pena por artigos que nela constavam. Ele nĂŁo poderia mais sequer responder a respeito daquilo. Existe, no meu entender, um vĂcio a respeito disso”, afirma o advogado criminalista MĂĄrcio Engelberg.
Ao se tratar de deputados e senadores, ainda que houvesse elementos que justificassem a prisĂŁo em flagrante por crime inafiançåvel, de acordo com a Constituição, “nesse caso, os autos serĂŁo remetidos dentro de vinte e quatro horas Ă Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisĂŁo", diz a Constituição.
Para se justificar de nĂŁo ter oficiado a CĂąmara para que deliberasse sobre o pedido de prisĂŁo em 24 horas, Moraes afirmou, no julgamento em que o plenĂĄrio da Corte manteve a decisĂŁo de prender Silveira, que “atentar contra as instituiçÔes, contra o Supremo, contra o Poder JudiciĂĄrio, contra a democracia, contra o Estado de Direito nĂŁo configura exercĂcio da função parlamentar a invocar a imunidade constitucional do artigo 53, caput. As imunidades surgiram para a preservação do Estado de Direito”.
Para Engelberg, um dos problemas centrais do caso Daniel Silveira estĂĄ justamente na tentativa, por parte de Moraes, de afastar o deputado das prerrogativas da imunidade parlamentar. “A questĂŁo toda orbita em cima da imunidade parlamentar. O artigo 53 diz que os deputados e senadores sĂŁo inviolĂĄveis civil e criminalmente por quaisquer opiniĂ”es, palavras e votos. Ainda que o Daniel Silveira tenha se excedido em sua fala – e isso Ă© indiscutĂvel, ele prĂłprio confessou ter se excedido –, nĂŁo poderia de forma nenhuma ter sua conduta criminalizada, como vem fazendo o Supremo”, afirma o advogado criminalista.
Para Nunes JĂșnior, caso o ministro tenha se sentido ofendido com as declaraçÔes de Silveira, o caminho correto seria entrar com um processo por crime contra a honra. “Agora, no caso do ministro, nĂŁo existe uma base legal para amparar essas decisĂ”es. Ele criou uma ficção jurĂdica para poder justificar a decisĂŁo do Daniel de nĂŁo se submeter Ă tornozeleira”.
Por fim, conforme apontam os juristas, a determinação de medidas cautelares que restringem o direito de comunicação impostas pelo ministro – como proibição de fazer publicaçÔes nas redes sociais e conceder entrevistas – tambĂ©m ferem os artigos 5Âș, 53 e 220 da Constituição Federal, que abordam, respectivamente, a liberdade de expressĂŁo, a imunidade parlamentar e a liberdade de informação, e constituem censura prĂ©via.
“O processo contra o deputado Daniel Silveira tem sido tratado, basicamente, como uma vingança pessoal, em virtude das ofensas de cunho pessoal proferidas contra os ministros. O fato Ă© que a fala do deputado, embora reprovĂĄvel, do ponto de vista penal Ă© quase irrelevante, visto que o ilĂcito consistiu essencialmente em agressĂ”es Ă honra subjetiva e objetiva dos ministros, e delitos contra a honra comportam tratamento penal bastante benigno”, explica Uliano.
“Como os ministros pretendem atingir consequĂȘncias incompatĂveis com um delito dessa natureza – o qual nem seria punĂvel, pois estaria acobertado pela imunidade –, forçaram um enquadramento inadequado e passaram a impor uma sĂ©rie de medidas desproporcionais e descabidas”, complementa.
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CAIO COPPOLLA
Rodolfo Costa, Gazeta do Povo
O presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu indicar o comandante de OperaçÔes Terrestres, general Marco AntĂŽnio Freire Gomes, para assumir o comando do ExĂ©rcito. De perfil equilibrado e reservado, segundo os mais prĂłximos, o militar Ă© um nome que agrada o nĂșcleo duro do PalĂĄcio do Planalto.
Freire Gomes assumirĂĄ o posto mĂĄximo do ExĂ©rcito no lugar do general Paulo SĂ©rgio Nogueira, que vai chefiar o MinistĂ©rio da Defesa. As trocas ocorrem em decorrĂȘncia da desincompatibilização do ministro da Defesa Walter Braga Netto, que serĂĄ vice-presidente na chapa de Bolsonaro Ă reeleição.
Bem relacionado com as cĂșpula das Forças Armadas e com o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da PresidĂȘncia da RepĂșblica, Augusto Heleno, Freire Gomes se aproximou de Bolsonaro a ponto de ter sido apontado como o nome favorito para assumir o comando do ExĂ©rcito em 2021, no lugar de Nogueira.
Mas, na Ă©poca, o general nĂŁo era um dos trĂȘs mais antigos do ExĂ©rcito, portanto, nĂŁo preenchia o critĂ©rio de "antiguidade", tradição na qual o presidente da RepĂșblica indica um dos trĂȘs oficiais-generais com mais tempo no topo da carreira para assumir o comando de uma das trĂȘs forças. Hoje, ele Ă© um dos trĂȘs mais antigos.
O que levou Bolsonaro a escolher Freire Gomes para o comando do Exército
O perfil ponderado e o bom relacionamento construĂdo junto Ă cĂșpula do governo sĂŁo as principais credenciais do general Freire Gomes. A boa relação construĂda com Augusto Heleno e outros militares no Planalto tambĂ©m conferiu a ele uma proximidade maior com Bolsonaro.
Ă dito nas Forças Armadas que os generais Marcos Antonio Amaro dos Santos, atual chefe do Estado-Maior do ExĂ©rcito, e Laerte de Souza Santos, comandante do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, nĂŁo tĂȘm a mesma proximidade com a cĂșpula do Planalto. Junto de Freire Gomes, eles fecham a lista dos trĂȘs mais antigos do ExĂ©rcito.
"O presidente não quer cometer o mesmo erro que cometeu com o [general Edson Leal] Pujol, e procura nomes que sejam mais alinhados com o pensamento dele, o que é natural, a nomeação [para o comando do Exército] é dele", diz um militar próximo de um dos comandantes de força.
Militares dizem que o general Freire Gomes não é tão próximo de Bolsonaro e manteria uma linha defendida entre oficiais-generais de distanciamento institucional entre o Exército e o governo, como defendem as Forças Armadas a fim de evitar a politização nos quartéis. Entretanto, admitem que hå, de fato, maior simpatia do general em relação ao presidente se comparado aos colegas de farda Amaro dos Santos e Souza Santos.
Outro detalhe que o aproximou do governo foi a assinatura de um contrato em setembro de 2020 que deixou o ExĂ©rcito encarregado de construir 18,3 quilĂŽmetros de um trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a FIOL, entre os municĂpios do oeste baiano de Bom Jesus da Lapa e SĂŁo DesidĂ©rio. Ă Ă©poca, Freire Gomes era o Comandante Militar do Nordeste.
"Ele é bem querido no Exército, é de cavalaria, transita bem com o GSI, é querido pelo general Heleno, é muito bem quisto dentro do Exército e pelo presidente. Não à toa Bolsonaro o queria no comando do Exército no ano passado", assegura um militar. "Ele também tem bom relacionamento com a Marinha e a Força Aérea", complementa.
Da cavalaria ao comando do Exército: a trajetória de Freire Gomes
O general Freire Gomes construiu sua relação com Augusto Heleno e outros militares que trabalham na PresidĂȘncia da RepĂșblica em sua passagem pelo GSI, onde atuou como secretĂĄrio-executivo do general SĂ©rgio Etchegoyen, ex-ministro-chefe da pasta, antes de assumir o Comando Militar do Nordeste e o Comando de OperaçÔes Terrestres.
Antes de assumir o posto atual, como oficial-general, ele tambĂ©m comandou a Brigada de OperaçÔes Especiais em GoiĂąnia, foi 1Âș subchefe do Comando de OperaçÔes Terrestres e comandante da 10ÂȘ RegiĂŁo Militar, em Fortaleza.
Natural de Pirassununga (SP), nasceu em 1957 e ingressou no Exército em 1977, na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), mesmo ano em que Bolsonaro formou-se pela Aman. Se tornou aspirante a Oficial de Arma de Cavalaria em 1980.
Freire Gomes serviu em unidades de cavalaria como o 10Âș Regimento de Cavalaria, em Bela Vista (MS), o 10Âș EsquadrĂŁo de Cavalaria Mecanizada, em Recife (PE), e o 16Âș Regimento de Cavalaria Mecanizado, em Bayeux (PB). Chegou a ser instrutor da Aman.
Como tenente-coronel, comandou o 1Âș BatalhĂŁo de AçÔes de Comandos, em GoiĂąnia. Foi ainda adido militar de Defesa e do ExĂ©rcito junto Ă embaixada brasileira na Espanha. Em toda a sua carreira, fez cursos de formação e especialização no ExĂ©rcito e tem vĂĄrias condecoraçÔes militares.
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DIĂRIO DO PODER
O ministro Marco AurĂ©lio, aposentado no Supremo Tribunal Federal (STF), criticou fortemente, nesta quarta (30), o comportamento do ministro Alexandre de Moraes o inquĂ©rito “das fake news”, baseado no qual tem determinado prisĂ”es e suprimido direitos como a livre expressĂŁo do pensamento, inclusive de deputados como Daniel Silveira (UniĂŁo-RJ). As declaraçÔes contundentes do ministro Marco AurĂ©lio foram feitas durante entrevista ao Ăąncora Felipe Vieira, do canal BandNews TV.
Marco Aurélio afirmou que continua errado o que começou errado, com a designação de Moraes.
Ele incluiu a tornozeleira nos reparos que faz Ă atuação de Moraes. “NĂŁo vejo qual o objetivo disso”, disse, “exceto o de humilhar o deputado”.
O ministro avalia que falta “temperança” ao colega e recomendou esforços para que se restabeleça a normalidade institucional no PaĂs.
Para o experiente magistrado, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, tem o inescapĂĄvel papel de zelar pelo equilĂbrio das decisĂ”es da corte.
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senado federal
Senador EsperidiĂŁo Amim se manifestou na sessĂŁo do Senado sobre a importĂąncia de deliberar o projeto do senador Lasier Martins , que prevĂȘ prazo de 15 dias para que o presidente do Senado decida sobre requerimentos para a abertura de processos de impeachment.
Ministro determinou o bloqueio de bens do deputado e estabeleceu que Lira marque data para a instalar a tornozeleira
Afonso Marangoni, Revista Oeste
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou nesta quarta-feira, 30, novas medidas cautelares contra o deputado Daniel Silveira (UniĂŁo Brasil-RJ) e criticou a postura do parlamentar.
Segundo Moraes, “o rĂ©u utiliza-se da CĂąmara dos Deputados para esconder-se da polĂcia e da Justiça, ofendendo a prĂłpria dignidade do parlamento, ao tratĂĄ-lo como covil de rĂ©us foragidos da Justiça”.
“NĂŁo sĂł estranha e esdrĂșxula situação, mas tambĂ©m de duvidosa inteligĂȘncia a opção do rĂ©u, pois o mesmo terminou por cercear sua liberdade aos limites arquitetĂŽnicos da CĂąmara dos Deputados, situação muito mais drĂĄstica do que Ă quela prevista em decisĂŁo judicial”, escreveu o ministro.
Mais cedo, a PolĂcia Penal do Distrito Federal e a PolĂcia Federal estiveram na Casa para cumprir a ordem de Alexandre de Moraes de colocar tornozeleira eletrĂŽnica em Silveira. “O parlamentar foi cientificado e nĂŁo consentiu a instalação do aparelho. A recusa foi certificada pelas autoridades policiais”, informou a Diretoria-Geral da CĂąmara.
No despacho desta quarta-feira, o ministro determinou que sejam adotadas seis açÔes:
Neemias Félix
Minha mãe entendia mais de economia do que os economistas canhotos. E expunha seus conhecimentos pråticos por meio de provérbios e figuras bem simples. Alguns exemplos:
"Eu sĂł boto o meu bonĂ© onde eu posso apanhar." Isso Ă© que Ă© equilĂbrio entre receita e despesa!
Ideias semelhantes eram expressas também por estes aqui: "Quem não tem bunda não senta no morro" e "quem não pode com o pote não carrega rodilha". Não se arriscar na bolsa ou em certos investimentos poderia ser representado por este: "Vale mais um påssaro na mão do que dois voando".
Eleger prioridades poderia ser dito assim: "Farinha pouca, meu pirĂŁo primeiro".
Quando as coisas estavam difĂceis, e certos alimentos estavam com seus preços nas alturas, ela advertia os filhos: "Carne Ă© luxo, feijĂŁo Ă© que enche o bucho". Ou usava esta pĂ©rola, Ă mesa de refeiçÔes: "Ă o que tem pra hoje; Ă© cheirar a carne e comer a comida".
Grande economista a mamãe! Se os governantes a tivessem ouvido, o Brasil não estaria nessa situação.
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