sexta-feira, 17 de julho de 2026
terça-feira, 14 de julho de 2026
Maior Farsa do STF é Desmascarada: Punição Seletiva!
deltandallagnol/youtube
Maior Farsa do STF é Desmascarada: Punição Seletiva!
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quarta-feira, 8 de julho de 2026
OS PARASITAS USAM A FORÇA
Por Roberto Rachewsky
Elon Musk ficou rico com o dinheiro dos outros, assim como os políticos ficaram ricos com o dinheiro alheio.
Não está aí o problema da riqueza. A acumulação de riqueza nunca foi um problema. O problema não é matemático, não é econômico. O problema é moral, é sobre escolhas.
Elon Musk ficou trilionário porque ele teve uma visão, ideias que por serem benéficas para milhões ou até bilhões de pessoas, fizeram elas escolherem livremente investir nelas ou adquirir os produtos por ele inventados, produzidos e comercializados.
Elon Musk se tornou o mais rico indivíduo da história porque o mundo resolveu fazê-lo assim, voluntária e espontaneamente, para terem acesso ao que ele criou, sejam os produtos ou as oportunidades oferecidas no mercado de bens de consumo ou de capitais.
E os políticos que também enriqueceram através dos conchavos no governo, da corrupção, da extorsão? Eles também enriqueceram com o dinheiro dos outros, como Elon Musk.
A diferença é que Elon Musk chegou lá exercitando o princípio do comerciante, trocando valor por valor. O valor que ele tinha pelo valor que seus investidores ou consumidores tinham e escolheram nele depositar.
Esses políticos que enriqueceram usando a coerção estatal ou roubo, ou fraude, ou corrupção, não deram nada em troca pelo dinheiro obtido que o público já não tivesse. É a aplicação do princípio do parasita, simplificada na máxima do assaltante quando este diz: "A bolsa ou a vida".
Ora a vida já temos, a bolsa também. A ameaça coercitiva do parasita implica em uma falsa escolha. Essa é a questão moral que separa os Elon Musks da vida dos ministros do STF, dos burocratas das estatais, dos políticos do Congresso ou do Executivo, dos burocratas e juízes dos tribunais.
Elon usa a razão, os parasitas usam a força.
PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/os-parasitas-usam-a-forca-300626
terça-feira, 7 de julho de 2026
FUTURO ADIADO
Alex Pipkin, PhD em Administração
Existem sociedades que resolvem problemas. Outras aprendem a conviver com eles.
No início, a diferença parece pequena. Com o tempo, torna-se a diferença entre construir o futuro e apenas sobreviver ao presente. As primeiras enfrentam as causas, mesmo quando isso exige sacrifícios. As segundas especializam-se em administrar consequências, adiar reformas e transformar soluções provisórias em modo permanente de governar.
Esse é o retrato mais preciso do Brasil.
Já não nos falta diagnóstico. Falta-nos disposição para enfrentar aquilo que o diagnóstico exige.
Substituímos a coragem de reformar pela habilidade de remendar.
Cada dificuldade produz um novo programa. Cada distorção gera uma nova regra. Cada fracasso justifica mais gasto, mais exceções e mais improviso. O problema nunca desaparece, apenas muda de lugar.
É como o navegador que passa a vida ajustando as velas enquanto se recusa a admitir que o casco faz água.
O mais inquietante é que esse mecanismo já não depende de um governo. Ele aprendeu a se reproduzir sozinho.
Todo sistema duradouro produz aquilo de que mais necessita; pessoas adaptadas ao seu funcionamento.
Governos passam, partidos passam, e narrativas passam. A engrenagem permanece.
Pouco a pouco, a política adapta seu discurso ao momento, a burocracia protege a si mesma, grupos organizados preservam seus benefícios e os cidadãos passam a considerar normal aquilo que, uma geração antes, pareceria inaceitável.
É assim que uma sociedade perde a capacidade de imaginar um futuro diferente.
Fala-se muito em empatia, mas quase nunca naquela dirigida às únicas pessoas totalmente ausentes da arena política. São as que ainda não nasceram. Elas herdarão o custo de cada reforma adiada, de cada privilégio preservado e de cada decisão substituída pela conveniência do presente.
A maior injustiça social não é a desigualdade entre os vivos. É permitir que uma geração consuma as oportunidades que pertencem à seguinte.
Civilizações não entram em declínio quando deixam de identificar seus problemas. Entram em declínio quando transformam o adiamento em estratégia, a adaptação em cultura e o futuro no lugar para onde empurram as consequências do presente.
Nesse momento, o amanhã deixa de ser uma promessa. Torna-se o espelho das escolhas que insistimos em adiar.
PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/futuro-adiado-010726
Mais ajuda quem pouco atrapalha
Afonso Pires Faria
Quantos absurdos são cometidos em nome do bem? E quantos deles já internalizamos e aceitamos como norma? Um deles é a obrigatoriedade da utilização do cinto de segurança. A alegação é de que ele protege os passageiros em caso de acidente. Perfeito. Nenhuma dúvida sobre isso.
Por que, então, somos obrigados a nos proteger de acidentes automobilísticos, mas não somos, por exemplo, obrigados a utilizar coletes à prova de balas quando andamos nas ruas das favelas do Rio de Janeiro? E por que não nos obrigam a ter uma arma de fogo em casa para proteger nossa família, ou quando andamos na rua durante a noite? Não! Eles não nos obrigam. Eles simplesmente nos proíbem. A coerência passa ao largo dos nossos legisladores e do nosso governo de plantão. Demagogia é o lema. É o Estado se agigantando e mostrando suas garras.
Quando não agimos mais por vontade própria e sim por ordem de um ente estatal, já estamos com o "buçal" na cabeça e o cabresto na mão deles. A razão e o bom senso deixam de valer em nome de uma ordem do Estado. Qualquer dia, este todo-poderoso, que tudo ordena, irá nos ensinar a falar a linguagem deles e não a nossa. E pode piorar. Já imaginou o dia em que resolverem que tens que chamar homem de mulher e mulher de homem, se assim se identificarem? E pode ficar mais repressivo ainda. O Estado vai te multar ou prender se chamares o indivíduo por aquilo que ele é, e não pelo que ele julga ser.
As leis são criadas sem qualquer critério de lógica e aplicabilidade. Leis estúpidas já abundam no nosso país. São leis, portarias, decretos e regulamentações que para nada servem, senão para confundir ou beneficiar algum setor que se encontra em dificuldade momentânea. Obrigar um cidadão a recompensar quem encontre e devolva um objeto roubado, proibir a exposição de recipientes com sal sobre a mesa de restaurantes, e obrigar a comercialização de preservativos em bares são alguns exemplos de leis criadas no nosso país.
Como levar a sério um governo que permite este tipo de legislação? Não são normas apenas ridículas. São, também, improdutivas. Algumas destas idiotices causam efeito contrário ao da finalidade a que se propõem. Senão vejamos: o Brasil aumenta o investimento em educação e perde posições no ranking mundial, segundo o PISA. Criam-se leis que protegem as mulheres de serem agredidas por seus companheiros. Após a sua criação o número de agressões e mortes, cresce exponencialmente. Todos estes absurdos, são produzidos por legisladores e governos muito bem remunerados. Sim, pagamos para pessoas criarem empecilhos na nossa vida.
publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/mais-ajuda-quem-pouco-atrapalha__18694
segunda-feira, 6 de julho de 2026
Flávio ALERTA EUA: Sanções contra o Brasil vão virar munição eleitoral para Lula
CAFÉ COM A GAZETA
Flávio ALERTA EUA: Sanções contra o Brasil vão virar munição eleitoral para Lula
sábado, 4 de julho de 2026
PF Acha o Vazador do Master, Mas Isso Pode Destruir Tudo!
andrémarsiglia/youtube
PF Acha o Vazador do Master, Mas Isso Pode Destruir Tudo
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Lula mira SC e transforma discurso em crise nacional -
ÚLTIMA ANÁLISE/gazetadopovo
Lula mira SC e transforma discurso em crise nacional - ÚLTIMA ANÁLISE
domingo, 28 de junho de 2026
TORCER PELO LADRÃO DA PRÓPRIA TORCIDA
gilbertosimõespires/pontocritico
É TEMPO DE COPA
No momento em que preparava um texto voltado ao -COMPORTAMENTO UFANO- do povo brasileiro em geral, no que diz respeito à participação na NOSSA SELEÇÃO nos jogos da COPA DO MUNDO, me deparei com o oportuno artigo do pensador Alex Pipkin, com o título -O VERDADEIRO ESPORTE NACIONAL- e achei que melhor caberia o compartilhamento do conteúdo através do editorial de hoje. Eis:
ATO DE FÉ
É tempo de Copa, quando o país volta a repetir, quase como um ATO DE FÉ, que o futebol é o nosso esporte nacional. Não é.
O verdadeiro campeonato brasileiro acontece longe dos estádios, nos corredores do poder, onde influência pesa mais do que mérito, conexões substituem competência e o resultado da partida costuma ser conhecido antes mesmo do apito inicial.
ROBIN HOOD FOI DEMITIDO POR OBSOLESCÊNCIA
Nesse campeonato, Robin Hood foi demitido por obsolescência. Roubar dos ricos para dar aos pobres exige esforço, risco pessoal e uma ingenuidade incompatível com o grau de sofisticação que alcançamos. O Brasil aperfeiçoou a fórmula. Expropria-se quem trabalha, produz, empreende e paga impostos para sustentar uma máquina cuja principal vocação parece ser recompensar aqueles que aprenderam a gravitar em torno do poder.
Tudo isso acontece embalado por discursos moralmente grandiosos.
FREQUENTAR O PIB É MAIS CONFORTÁVEL
A esquerda festiva descobriu, ao longo da caminhada, que é infinitamente mais confortável frequentar o PIB do que combatê-lo. Banqueiros, operadores de influência, grandes empresários e políticos profissionais passaram a compartilhar os mesmos ambientes, os mesmos interesses e, frequentemente, as mesmas conveniências.
A revolução terminou exatamente onde tantas revoluções terminam; no salão principal do castelo, com o banquete financiado pelos contribuintes.
Mas a verdadeira inovação brasileira não está na corrupção, nos privilégios ou nas relações promíscuas entre poder político e interesses privados. Nada disso é particularmente novo.
TORCER PELO LADRÃO DA PRÓPRIA TORCIDA
A grande novidade é o desaparecimento completo do pudor. Já não existe a necessidade de negar, esconder ou disfarçar. O escândalo se transformou em passivo gerencial, a contradição foi incorporada à rotina e a incoerência transformou-se em simples detalhe operacional.
A velha res publica foi silenciosamente convertida em algo muito mais conveniente. Continua sendo financiada por todos, mas administrada como patrimônio daqueles que controlam a máquina.
Robin Hood imaginava que o problema eram os privilégios dos nobres instalados dentro do castelo. Nós fomos mais criativos. Transformamos o próprio Estado no castelo e enviamos a conta da manutenção para os camponeses que observam o banquete do lado de fora dos muros.
O detalhe realmente extraordinário é que muitos deles continuam discutindo apenas qual mesa do banquete merece mais aplausos.
No fim, o verdadeiro esporte nacional nunca foi o futebol. Sempre foi torcer pelo ladrão da própria torcida.
publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/torcer-pelo-ladrao-da-propria-torcida
sexta-feira, 12 de junho de 2026
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Cuba enfrenta o crepúsculo de sua revolução socialista
Rainer Zitelmann
Diante de um bloqueio de petróleo dos Estados Unidos cada vez mais rigoroso e das consequências de seus 67 anos de sufocante planejamento estatal, a economia de Cuba está entrando em colapso. A ilha está racionando combustível, adotando uma semana de trabalho de quatro dias, impondo apagões e suspendendo o reabastecimento de aeronaves de companhias aéreas internacionais.
A crise é “uma oportunidade e um desafio que, não temos dúvida, superaremos”, afirma o vice-primeiro-ministro da ilha, Oscar Pérez-Oliva Fraga, sobrinho-neto de Fidel Castro e Raul Castro. “Não vamos entrar em colapso.” De forma quase absurda, colegas de Fraga falam em acelerar a transição para fontes de energia renovável.
Assistir aos já idosos líderes de Cuba (aos 94 anos, Raul Castro ainda exerce poder de veto sobre as políticas) recusarem-se a alterar um modelo revolucionário de socialismo já desacreditado é doloroso. É como ver alguém afirmar que, por ter assistido a Grey’s Anatomy, sabe como operar um paciente.
Michael Bustamante, presidente do Departamento de Estudos Cubanos e Cubano-Americanos da Universidade de Miami, afirma que Havana “perdeu todas as oportunidades” de melhorar a economia e aliviar o sofrimento de seus 10 milhões de habitantes. A ordem pública está se desintegrando. Ruaridh Nicoll, um romancista que vive em Havana, escreveu na semana passada no jornal britânico de esquerda The Guardian: “Crianças que antes teriam de prestar contas à polícia se fossem vistas nas ruas durante o horário escolar agora usam esse tempo para pedir esmola.”
Não precisa ser desse jeito.
Existem dois modelos de transição do socialismo para uma economia de mercado. O primeiro é representado pela Polônia, onde, em 1989 e 1990, o sistema político e econômico socialista entrou em colapso e foi substituído por uma sociedade democrática baseada no mercado. Desde então, a Polônia tornou-se a campeã de crescimento da Europa, superando países como a Alemanha, a França e a Grã-Bretanha.
Esse modelo é atualmente inconcebível para os ditadores de Cuba. Mas existe outro mais realista.
O Vietnã, uma nação de 100 milhões de habitantes, iniciou reformas orientadas para o mercado no fim dos anos 1980, enquanto o comunismo entrava em colapso na Europa. O sistema político de partido único, porém, permaneceu em vigor.
Quando o Vietnã adotou suas políticas de “Doi Moi” (“Renovação”), era o país mais pobre do mundo, com um PIB per capita de 98 dólares, inferior até mesmo ao da Somália. Assim como Cuba hoje, o país estava economicamente no ponto zero. Durante a Guerra do Vietnã, que terminou em 1975, o Vietnã foi atingido por até 15 milhões de toneladas de bombas — dez vezes a quantidade lançada sobre a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial — e ainda precisava alimentar milhões de órfãos e inválidos de guerra.
Ainda em 1993, 80% dos vietnamitas viviam na pobreza. Em 2006, essa taxa havia caído para 51%. Hoje, é de apenas 3%.
O Vietnã é hoje um dos países mais dinâmicos do mundo, com uma economia vibrante que cria grandes oportunidades para trabalhadores esforçados e empreendedores. Antes do início das reformas de mercado, o país não conseguia produzir arroz suficiente para alimentar sua própria população. Hoje, tornou-se um dos maiores exportadores de arroz do mundo — e também um importante exportador de produtos eletrônicos, à medida que empresas transferem sua produção para fora da China.
Se analisarmos o Índice de Liberdade Econômica da Heritage Foundation, o Vietnã foi o país de porte comparável que mais ganhou pontos. Em comparação, enquanto o Vietnã conseguiu aumentar sua pontuação em 24 pontos entre 1995 e 2024, os Estados Unidos perderam 6 pontos no mesmo período. O Vietnã oficialmente se define como socialista, mas sua atual pontuação de 65 em liberdade econômica está acima das médias asiática e mundial.
Ninguém sugere que o Vietnã seja um país livre. A mídia é controlada pelo Estado, e não há eleições livres. Empresas estatais respondem por cerca de 20% do PIB e operam em condições altamente privilegiadas.
Mas não há tentativa de impor uma mentalidade socialista. Até mesmo acadêmicos ligados ao governo justificam a desigualdade e explicam que ela não é a mesma coisa que injustiça. As pessoas aceitam a desigualdade porque tiveram suas próprias experiências negativas vivendo em uma sociedade que proclamava que todos eram iguais.
Pesquisas de opinião pública confirmam isso. Entre 2021 e 2023, o instituto de pesquisa Ipsos MORI realizou um levantamento em 35 países para descobrir o que as pessoas pensam sobre o capitalismo. Na maioria dos países, predominavam atitudes negativas em relação ao capitalismo. No Vietnã, porém, as pessoas associavam o “capitalismo” a características positivas, como “progresso” (81%), “inovação” (80%), “ampla variedade de produtos” (77%), “prosperidade” (74%) e “liberdade” (71%).
Apesar do sucesso econômico do Vietnã, os líderes geriátricos de Cuba claramente suspeitam que não seriam capazes de reproduzir o êxito dos vietnamitas em manter um Estado socialista de partido único. Falta-lhes, evidentemente, confiança em suas próprias capacidades ou disposição para assumir riscos.
O problema é que o secretário de Estado Marco Rubio, filho de exilados cubanos em Miami, deixou claro que Cuba precisa conceder mais liberdade econômica e política se quiser obter alívio diante da pressão cada vez maior exercida por Washington.
Ele afirmou à Bloomberg News, na Conferência de Segurança de Munique da semana passada, que os líderes cubanos “não sabem como melhorar a vida cotidiana de seu povo sem abrir mão do controle sobre os setores que dominam”. Ele acrescentou que a série de medidas tímidas que Cuba ocasionalmente adota para incentivar reformas “nunca acaba funcionando”. Isso ocorre porque “o regime cubano não tem uma compreensão fundamental de como funcionam os negócios e a indústria, e o povo sofre como resultado disso”.
Por enquanto, portanto, há um impasse. Os Estados Unidos e seus aliados enviarão apenas ajuda humanitária suficiente para evitar a fome e uma saída caótica de pessoas do país. Espera-se que a escassez de combustível force Cuba a realizar reformas reais.
Em resposta, autoridades cubanas afirmam estar abertas a um diálogo para melhorar as relações, mas qualquer discussão sobre mudar seu sistema comunista de partido único está fora de questão. Ainda assim, mesmo estudiosos que já escreveram com admiração sobre a sobrevivência da revolução cubana ao embargo dos EUA imposto pelo presidente John F. Kennedy em 1962 estão convencidos, em privado, de que a crise atual é diferente.
Em 1989, o líder da Alemanha Oriental Erich Honecker disse ao líder soviético em visita Mikhail Gorbachev que seu regime resistiria às reformas. Mais tarde, Gorbachev recordou: “Fiquei horrorizado. Conversei com ele por três horas… e ele continuava tentando me convencer sobre as maravilhosas conquistas da [Alemanha Oriental].” Em seguida, Gorbachev falou ao Politburo de Honecker e os advertiu: “Se ficarmos para trás, a vida nos punirá imediatamente.”
A Queda do Muro de Berlim ocorreu no mês seguinte.
Este artigo foi publicado originalmente na NATIONAL REVIEW https://www.nationalreview.com/2026/02/cuba-faces-a-sunset-of-its-socialist-revolution/
John Fund é repórter de assuntos nacionais da NRO. Rainer Zitelmann é um historiador alemão e autor de How Nations Escape Poverty (Encounter Books, 2024). Zitelmann também produziu este filme sobre o Vietnã: https://www.youtube.com/watch?v=GB7qaRNaIr8&t=1326s
publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/cuba-enfrenta-o-crepusculo-de-sua-revolucao-socialista/
sábado, 30 de maio de 2026
Ladrões de celular: PT poderia devolver 2.5 milhões de aparelhos roubados
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