terça-feira, 18 de novembro de 2025
quinta-feira, 31 de julho de 2025
Brasil abriga um dos maiores projetos de mineração do planeta
TERRATREND/INSTAGRAM
O Brasil abriga um dos maiores projetos de mineração do planeta: o S11D. Uma operação bilionária, sustentável e tecnológica que está transformando a indústria mundial do ferro.
quinta-feira, 3 de julho de 2025
domingo, 6 de abril de 2025
O curral do populismo socializante
Jorge Simeira Jacob
Diversos atletas disputam uma maratona. Um deles toma a dianteira e chama a atenção dos espectadores pelo desempenho excepcional. Surpreende o público pela sua velocidade e vigor acima das expectativas. Merece, por essa surpreendente performance, a admiração de quase todos.
Não de todos, pois alguns identificam a causa do seu superior desempenho ao efeito de drogas. Visivelmente, ele está dopado. Os outros vêm em seguida em um batalhão homogêneo.
Os mais atentos e mais bem informados sabem dos riscos a que se expõe esse atleta sob efeito de drogas. Ele pode até não completar o longo percurso. Corre o risco de uma crise antes ou depois do fim.
O batalhão de corredores segue atrás, como é normal, com pequenas diferenças entre os participantes. Como não estão dopados, deverão completar a prova dentro dos padrões esperados. Esgotados, mas saudáveis.
Um outro desempenho surpreende outro tipo de público. São os dados da economia, que encantam muitos analistas especializados. São dados de crescimento da economia acima das expectativas, com o consequente nível baixo de desemprego, e de redução da pobreza. Muitos se empolgam com esses admiráveis resultados.
Muitos, mas nem todos! Pois há os que têm espírito crítico. Eles correlacionam os resultados “admiráveis” da economia a um tipo de doping igual ao do nosso atleta. Assustados, preveem que chegará no final da prova (se chegar) em situação delicada, por estar sacrificando o futuro do país.
Eles sabem que o aumento descontrolado dos gastos públicos gera um crescimento insustentável da dívida pública. É veneno na veia, que pode levar ao estado indesejável da “dominância fiscal” (nota no rodapé)*, e a melhor das expectativas terá como resultado, já nosso conhecido, o famoso voo da galinha. Dura pouco e voa baixo.
Os atletas profissionais e amadores mais desenvolvidos são a ponta aparente de um iceberg. Há uma parte escondida na retaguarda, uma equipe de treinadores, psicólogos, nutricionistas, sob um líder, que se responsabilizam pelo estado físico, mental e pela melhora da sua performance.
Somente uma equipe de apoio de um atleta agindo com irresponsabilidade, inconsequência e aética admitiria o doping do seu atleta.
Um país tem similaridades com esse enredo. Basta adaptar os elementos e a história se repete. Também no nosso país temos um líder que comanda uma equipe e uma economia a ser administrada.
Se ele for responsável, consequente e respeitador das leis da economia, não admitirá os dopings dos gastos desmedidos — a que título for. Por sabedoria e modéstia, daria crédito aos que antes dele modernizaram a administração com a reforma das leis trabalhistas e do teto dos gastos.
Voltando ao nosso maratonista dopado, olhando com atenção, ver-se-á exibir sinais das drogas: pupilas dilatadas, pulso acelerado e respiração ofegante. Uma condição física a inspirar cuidados.
O mesmo que ocorre com a nossa economia, que apresenta sinais inequívocos de problemas: inflação em alta, fuga de capitais externos, moeda se desvalorizando, juros proibitivos e dificuldade de colocar títulos da dívida pública, que acendem um sinal amarelo para o risco de uma “dominância fiscal”.
O nosso governo não quer ver o perigo. Acredita equivocadamente que os resultados valem o risco; que tudo é questão de vontade política. Na verdade, é puro voluntarismo injetado na veia.
No caso do atleta, se der errado, azar o dele. Se der certo, emprego garantido à equipe técnica. É um jogo de “custo/oportunidade”. Custo para o atleta e oportunidade para a sua equipe.
No nosso caso, se der errado, o custo será pago pela sociedade. Se der certo, o curral eleitoral do populista socializante estará feliz e garantirá a vitória na próxima eleição .
*Dominância fiscal é caracterizada por uma perda de eficácia da política monetária em cenário de desarranjo das contas públicas. Em ambiente desse tipo, uma alta nos juros básicos pelo BC para domar os preços eleva o gasto do governo com pagamento de juros da dívida pública e aumenta o problema fiscal a ponto de deteriorar expectativas de mercado, afetando condições financeiras, como o dólar, o que acaba por pressionar ainda mais a inflação.
*Publicado originalmente no blog do autor.
PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-curral-do-populismo-socializante/
quinta-feira, 3 de abril de 2025
Banco Master contratou mulher de Alexandre de Moraes, diz Globolixo, integrante do 'cartel lula-stf-globolixo
Segundo O Globo, apoiador raiz do 'golpe de 64', mulher de ministro do STF representa a instituição financeira quem tem processos no Supremo
O Banco Master, que negocia a venda de parte de sua operação para o BRB, o banco estatal de Brasília, contratou para representá-lo judicialmente o escritório Barci de Moraes. Na empresa de advocacia trabalham a mulher e dois filhos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
A informação é do jornal O Globo e diz que, conforme fontes ligadas ao banco, Viviane representa o Master em algumas poucas ações.
O banco, no entanto, não informou quais são os processos nem os respectivos valores dos honorários. Master tem R$ 8,7 bilhões em precatórios
Conforme balanço financeiro que o Master divulgou nesta terçafeira, 1º, a instituição financeira tem na carteira R$ 8,7 bilhões em precatórios, títulos de dívida de entes públicos que são negociados no mercado.
Como o pagamento de precatórios depende de decisões judiciais, é frequente que discussões sobre a liberação desses recursos, entre outros direitos, alcancem a esfera de tribunais superiores, entre eles, o STF. Segundo o documento, desse total em carteira, R$ 8,5 bilhões são “direitos creditórios”.
Ou seja, são valores que embora já tenham decisões definitivas de pagamento transitadas em julgado, ainda não se transformaram em títulos.
De acordo com o Globo, o Master tem uma ação contra a União em andamento no STF. A relatoria desta ação é do ministro Gilmar Mendes, que trata do recolhimento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Em janeiro deste ano, Gilmar mandou arquivar o caso, mas o banco entrou com recurso
Revista Oeste
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/04/banco-master-contratou-mulher-de.html
domingo, 17 de novembro de 2024
De universidade sem energia a imposto sobre painel solar, governo deixa brasileiros no escuro
GAZETADOPOVO/YOUTUBE
De universidade sem energia a imposto sobre painel solar, governo deixa brasileiros no escuro
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