Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Artemis II: os novos “recordes” da NASA não são convincentes

  Rainer Zitelmann

Fiquei satisfeito com a missão Artemis II, mas a propaganda da NASA ainda me incomoda. O fato é que estávamos mais avançados em 1969 do que estamos hoje. Naquela época, pousávamos; hoje, apenas passamos por lá. A NASA anunciou em alto e bom som que havia estabelecido “recordes” simplesmente porque a missão voou alguns milhares de quilômetros mais longe do que as da época. Não. O verdadeiro progresso ocorreu na exploração espacial privada. Os custos do sistema SLS são maiores e não menores, enquanto Musk reduziu os custos de lançamento em mais de 90%. O SLS continua sendo um foguete descartável, assim como o Saturn V da década de 1960.

Em 14 de dezembro de 1972, os últimos seres humanos deixaram a superfície da Lua. Levaria mais de meio século até que astronautas voltassem a se aproximar da Lua, voando novamente por suas proximidades. Para os teóricos da conspiração, que há muito afirmam que os seis pousos na Lua realizados entre 1969 e 1972 foram encenados em um estúdio de televisão, esse longo intervalo parecia confirmar suas alegações. No entanto, essas teorias já foram refutadas há muito tempo e, de qualquer forma, os soviéticos teriam desmascarado imediatamente qualquer fraude em 1969.

Por que esse meio século perdido?

Em segundo lugar, os esforços espaciais liderados pelo governo dos Estados Unidos nas décadas seguintes — que, no que diz respeito aos voos espaciais tripulados, se concentraram no programa do Ônibus Espacial — revelaram-se profundamente decepcionantes. Após o encerramento do programa, em 2011, os Estados Unidos já não eram sequer capazes de enviar seus próprios astronautas à Estação Espacial Internacional em foguetes americanos. Em vez disso, passaram a depender da envelhecida espaçonave Soyuz, da Rússia, enquanto Moscou cobrava caro por esse monopólio.

A grande mudança só veio com o surgimento de uma exploração espacial verdadeiramente privada. Desde 2020, foguetes americanos voltaram a levar astronautas americanos à órbita a partir de solo americano — desta vez, em veículos desenvolvidos e operados pela empresa privada SpaceX, de acordo com seu próprio projeto e modelo de negócios, em vez de sistemas projetados pelo governo e construídos por empresas contratadas sob a estreita supervisão da NASA.

A diferença é impressionante. Os custos de lançamento caíram cerca de 90% em comparação com os do Ônibus Espacial, em parte porque Musk foi o primeiro a desenvolver um foguete reutilizável.

O que vem a seguir? Uma nova corrida à Lua já começou, desta vez entre os Estados Unidos e a China. A próxima corrida — muito mais importante — também será entre essas duas potências: a corrida a Marte.

Mas o prestígio nacional e o desejo de vencer uma corrida não serão suficientes como motivações de longo prazo. Após o pouso na Lua, Wernher von Braun, o principal arquiteto do programa Apollo, foi questionado sobre o futuro da exploração espacial. Sua resposta foi clara: os voos espaciais precisam provar que são úteis — e até lucrativos — para as pessoas na Terra. Os projetos espaciais, argumentava ele, deveriam, em última análise, se pagar.

Sem incentivos econômicos, os próximos grandes passos na exploração espacial não acontecerão. Esses incentivos estão em grande parte ausentes hoje porque a questão dos direitos de propriedade no espaço continua sem solução. De acordo com o Tratado do Espaço Sideral, os Estados são proibidos de reivindicar soberania sobre corpos celestes ou sobre suas terras. Se essa restrição também se aplica a indivíduos e empresas privadas continua sendo uma questão debatida entre juristas especializados em direito espacial, já que o tratado não aborda explicitamente o assunto.

No entanto, sem a propriedade privada, não há nem o incentivo nem a estrutura financeira necessária para sustentar projetos como a construção de cidades na Lua ou até mesmo em Marte. Elon Musk falou sobre estabelecer uma população de um milhão de pessoas em Marte. Mas até mesmo a criação de uma comunidade com 1.000 ou 10.000 pessoas seria inconcebível se fosse financiada exclusivamente pelos contribuintes.

Na Terra, sistemas econômicos sem propriedade privada nunca tiveram sucesso. Por que seria diferente na Lua ou em Marte?

Então, quem deveria ter o direito de adquirir propriedade no espaço? A resposta é simples: aqueles que têm os recursos financeiros para alcançá-la, desenvolvê-la e utilizá-la. Se a SpaceX tiver sucesso em chegar a Marte e começar a construir comunidades permanentes, a propriedade das terras deveria inicialmente pertencer à empresa — não do planeta inteiro, é claro, mas de uma área administrável.

Tal estrutura também tornaria o financiamento possível. A SpaceX, por exemplo, poderia colocar terras marcianas em um fundo de investimento imobiliário, permitindo que as forças do mercado determinassem seu valor. Qualquer pessoa poderia se tornar acionista.

O mesmo princípio se aplica a futuras indústrias, como a mineração espacial, especialmente em asteroides. Se os corpos celestes não pertencerem a ninguém — ou, como alguns sugerem, a “toda a humanidade” —, então o espaço será utilizado de forma não mais produtiva do que a Antártida, onde a ausência de direitos de propriedade praticamente impediu o desenvolvimento econômico.

Precisamos deixar de encarar o espaço apenas como um objeto de curiosidade e pesquisa. Assim como os satélites já transformaram o espaço próximo à Terra em um domínio econômico, também devemos expandir a atividade econômica para regiões mais distantes do espaço, concretizando a visão que von Braun apresentou há mais de meio século.










publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/economia/artemis-ii-os-novos-recordes-da-nasa-nao-sao-convincentes/


PF Fecha Caso Master: Veja os Indiciados!

 deltandallagnol/youtube


PF Fecha Caso Master: Veja os Indiciados!



quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Coppolla comenta anotações do diário do Dr. Fauci

 caiocoppolla/youtube


Coppolla comenta anotações do diário do Dr. Fauci


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https://www.youtube.com/watch?v=AbkM6KRbVgM

terça-feira, 4 de agosto de 2026

FAUCI NÃO É O ÚNICO CRIMINOSO

 gilbertosimõespires/pontocritico


GESTÃO CRIMINOSA DA PANDEMIA

Na semana passada, o senador americano Ted Cruz, em entrevista que concedeu à Fox News Digital, ACUSOU o ex-principal assessor da Casa Branca para assuntos ligados à COVID-19, ANTONIO FAUCI, de ter MENTIDO DELIBERADAMENTE em diversas ocasiões sobre assuntos relacionados à PANDEMIA. Ted Cruz concluiu reafirmando a urgente necessidade de que FAUCI responda CRIMINALMENTE por suas ações, em um momento em que as discussões sobre a GESTÃO DA PANDEMIA E SUAS GRAVES CONSEQUÊNCIAS PERMANECEM EM PAUTA NA SOCIEDADE AMERICANA.

NEGACIONISTAS

Pois, nessa mesma toada de URGENTE -BUSCA DA JUSTIÇA-, FAZ-SE NECESSÁRIO QUE TODOS OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DO BRASIL QUE INTEGRARAM O CRIMINOSO -CONSÓRCIO GENOCIDA-, criado em junho de 2020 pelo G1, O Globo, Extra, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, assim como seus CRIMINOSOS ÂNCORAS, REPÓRTERES E COMENTARISTAS -SEJAM EXEMPLARMENTE RESPONSABILIZADOS PELO FATO DE TEREM -MARCADO NA PALETA- DAQUELES QUE OUSASSEM SE MANIFESTAR CONTRÁRIOS ÀS VACINAS (na real não passavam de meros EXPERIMENTOS)- o  RÓTULO DE -NEGACIONISTAS-.

CALAR E INCRIMINAR

Como, por diversas vezes também fui alvo dos SAFADOS, que agiam com o DUPLO PROPÓSITO DE -CALAR e INCRIMINAR- quem exigia apenas e tão somente 1- o USO DA LIBERDADE DE OPINIÃO; e 2 - o DIREITO DE NÃO QUERER RECEBER A VACINA; MAIS DEVO ME ESFORÇAR NO SENTIDO DE QUE TODOS OS CRIMINOSOS, e não apenas o bandido -ANTONIO FAUCI- PAGUEM PELO QUE FIZERAM, AFIRMARAM E CONDENARAM. 

QUESTIONAMENTO QUE SE FAZ NECESSÁRIO

Aliás, como bem questiona o jornalista Eugênio Esber, no seu artigo -A CAIXA-PRETA DA PANDEMIA- publicado na ZH de ontem, 02, 

1- POR QUE O MUNDO PERDEU TANTAS VIDAS NA PANDEMIA?

2- POR QUE TANTOS EMPREGOS E TANTOS NEGÓCIOS FORAM DESTRUÍDOS?

3- POR QUE TANTAS FAMÍLIAS FORAM TRANCAFIADAS EM CASA, SOB A MIRA DA POLÍCIA (e dos repórteres)?

4- QUAL A EFICÁCIA DAQUELAS MÁSCARAS?

5- POR QUE FECHAR ESCOLAS INDEFINIDAMENTE E CONFINAR CRIANÇAS E AVÓS?

6- POR QUE DETERMINAR O CANCELAMENTO DE CIRURGIAS E CONSULTAS?

7- POR QUE IMPOR UMA VACINA DESENVOLVIDA SEM A CONCLUSÃO DOS TESTES NECESSÁRIOS? 

8- POR QUE COLOCAR UM ALVO NAS COSTAS DE TODOS AQUELES QUE TINHAM ALGUM RECEIO EM SE VACINAR?

9- POR QUE PERSEGUIR GENTE DO POVO COM A AMEAÇA DE DEMISSÃO DO EMPREGO OU PROCESSO JUDICIAL OU ATÉ A PERDA DA GUARDA DOS FILHOS PELO CRIME DE TER DÚVIDAS?

10- E MÉDICOS, POR QUE PROIBI-LOS DE PRESCREVER TRATAMENTOS À BASE DE DROGAS REPOSICIONADAS, AINDA QUE ESTIVESSEM LASTREADOS EM EVIDÊNCIAS TEÓRICAS E EMPÍRICAS?

11- POR QUE TRATAR UM PACIENTE DEIXOU DE SER OBRIGAÇÃO E SE CONVERTEU EM CRIME? 










publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/fauci-nao-e-o-unico-criminoso

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

O “Pork Barrel” nos bastidores da política

   Luan Sperandio


Na arena política, onde as estratégias de influência, a busca por apoio eleitoral e a tomada de decisões moldam o cenário governamental, há um conceito na literatura da Ciência Política que simboliza a interseção entre interesses públicos e privados: o “pork barrel”. Esse termo, derivado de uma prática histórica de distribuição de carne de porco para conquistar votos, agora se refere a qualquer projeto e despesa governamental que serve como moeda de troca para garantir o apoio de grupos, categorias e indivíduos. Embora possa ser criticado por promover clientelismo e desperdício, o “pork barrel” também oferece um vislumbre valioso sobre o funcionamento prático da política contemporânea.

A história do “pork barrel” remonta a um período em que a política era frequentemente um jogo de interesses locais e regionais, e as alianças eram forjadas por meio de favores e recompensas. A distribuição literal de carne de porco para ganhar votos pode parecer antiquada, mas a essência desse conceito persiste nos dias de hoje, o que pode se manifestar como a inclusão de projetos específicos, muitas vezes sem uma justificativa clara de interesse público, em orçamentos ou legislações, com o objetivo de agradar a determinados eleitores ou grupos de pressão.

Esse conceito lança luz sobre a complexa dança da política, em que decisões pragmáticas muitas vezes se sobrepõem a motivações ideológicas. Os políticos, ao buscarem consolidar seus apoios e se manter no poder, muitas vezes recorrem a esse tipo de estratégia para agradar seus eleitores e garantir a reeleição. Ao destinar recursos para projetos que aparentemente beneficiam diretamente suas bases de apoio, eles conseguem construir lealdade e assegurar um ciclo contínuo de votos.

No entanto, a prática do “pork barrel” também é uma faca de dois gumes. Enquanto pode ser eficaz em curto prazo para fortalecer alianças políticas, ela pode mitigar a eficiência governamental e a alocação justa de recursos, bem como prejudicar em longo prazo o mandato do próprio parlamentar.

Vale ressaltar que, embora o “pork barrel” seja um fenômeno complexo e frequentemente associado a aspectos negativos da política, não se pode negar que também existe um espaço legítimo para alocar recursos com base em necessidades locais e regionais. Ao contrário de utilizar fatos associados ao pork barrel para “demonizar a política”, é preciso entendê-lo como este funciona e atuar para mitigar os potenciais efeitos prejudiciais do “pork barrel”.

De forma resumida, a literatura aponta que a melhor alocação do orçamento público se dá por meio de maior transparência e prestação de contas de forma correta por parte do orçamento público, bem como a fiscalização adequada destes por meio de imprensa e sociedade civil organizada. Um caminho a ser buscado na melhoria institucional do país.












publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-pork-barrel-nos-bastidores-d-politica/

sexta-feira, 31 de julho de 2026

PF Pede SOCORRO a Lula: Lulinha Em Perigo!

 andremarsiglia/youtube


PF Pede SOCORRO a Lula: Lulinha Em Perigo!


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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Quem diz que a direita é contra as mulheres ignora a História

  Lucas Berlanza


É óbvio que os esquerdistas mentem quando sustentam que liberais e conservadores são “contra as mulheres”, como se “esquerda” e “defesa da dignidade feminina” fossem intrinsecamente ligadas. Os próprios esquerdistas comumente só se lembram de defender e valorizar mulheres quando elas não são de “direita”. Se forem, podem ser tratadas como lixo.

No entanto, temos visto um excesso de comentários e posicionamentos boçais e totalmente inconsequentes vindos de quem deveria estar preocupado com as eleitoras no próximo pleito presidencial. Até INFLUENCIADORA defendendo que mulheres não deveriam votar! Essa estupidez não faz nenhum sentido e não nos ajuda em nada.

Por certo tempo, acreditava-se que, sustentada financeiramente pelo marido, a mulher deveria se recolher totalmente às questões domésticas, o que significaria que não teria o que fazer como cidadã nas questões públicas.

Lideranças políticas e intelectuais como a estadista conservadora britânica Margaret Thatcher (1925-2013); minha saudosa amiga Sandra Cavalcanti (1925-2022), grande liderança udenista; as inspiradoras do libertarianismo norte-americano Rose Wilder Lane (1886-1968) e Isabel Paterson (1886-1961); as girondinas e abolicionistas Olympe de Gouges (1748-1793) e Mary Wollstonecraft (1759-1797); a grande pensadora e romancista Madame de Staël (1766-1817) ou a grande parceira de John Stuart Mill (1806-1873), Harriet Taylor Mill (1807-1858), não teriam voz nem vez.

Esses exemplos ilustram a importância do indivíduo para o pensamento liberal. Sem prejuízo para os corpos intermediários da sociedade, como as famílias e associações, que são fundamentais, enfatizar o indivíduo é necessário. No começo, o pensamento liberal conviveu com a escravidão, o voto censitário e a exclusão da mulher do processo político-eleitoral propriamente dito. Maturadas, porém, as ideias liberais demonstram que o ser humano, dotado de razão e autonomia decisória, é digno em si mesmo, independentemente de sexo, riqueza ou cor de pele. Obviamente, mulheres e homens não são iguais em absoluto, mas nenhum argumento que os diferencie em direitos é admissível.









publicadamhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/historia/quem-diz-que-a-direita-e-contra-as-mulheres-ignora-a-historia/

domingo, 26 de julho de 2026

91 ANOS VENDENDO CACHAÇA INFANTIL...

 MÁRCIOEUGÊNIO/FACEBOOK


91 ANOS VENDENDO CACHAÇA INFANTIL...



Trump Vai Questionar Eleições no Brasil!

 andrémarsiglia/youtube


Trump Vai Questionar Eleições no Brasil!


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https://www.youtube.com/watch?v=3loo9Xht_ok&t=5s

sexta-feira, 24 de julho de 2026

A romantização da pobreza como atalho para a subversão da norma jurídica

   Judiciário em Foco 


Não é surpresa para ninguém que o nosso panorama artístico e cultural pós-ditadura militar foi erguido sobre uma visão romântica de grupos sociais de baixa renda, invariavelmente retratados como alvos indefesos da ganância e opressão alheias. Estarrecedor é que os clichês inerentes à pretensa luta de classes tenham migrado das artes para o universo jurídico, esvaziando libelos e decisões de seu conteúdo técnico para transformá-los em autênticos panfletos de diretórios acadêmicos. O fenômeno revela o aparelhamento estatal como sendo o efeito mais nefasto da prevalência do pensamento coletivista na guerra cultural das últimas décadas: afinal, posso escolher não consumir uma novela ou uma canção, mas não posso optar por descumprir a deliberação de um togado.

Recentemente, o MP/SP ingressou com uma ação civil pública contra o influenciador Leo Marcondes e contra a plataforma Meta pleiteando a remoção do perfil do rapaz, assim como sua condenação ao pagamento de verba indenizatória de R$ 300.000,00 e à frequência a um “curso de letramento sobre inclusão social”, seja lá o que isso signifique. As disparadoras da indignação do promotor signatário da inicial foram postagens onde o rapaz indagava se “pobres” deveriam ter direito a voto, por supostamente não serem capazes de tomar boas decisões para si e suas famílias. Não satisfeito em detratar os posts, o promotor se insurgiu contra as manifestações de terceiros em apoio às provocações de Marcondes e ainda denegriu a pessoa do influenciador, por ele rotulado como desqualificado para o oferecimento de cursos devido à falta de um diploma universitário para chamar de seu. Linguagem militante, soberba acadêmica, vazio argumentativo e ódio à pluralidade de pensamento, esses foram os traços distintivos de um manifesto travestido de petição, com potenciais efeitos intimidatórios contra alguém que apenas “ousou” opinar sobre algo.

Ações civis públicas são medidas destinadas à tutela de direitos difusos e coletivos, ou seja, à reparação de danos efetivos causados a comunidades humanas. Quem teriam sido os tais “pobres” pretensamente ofendidos pelo influenciador? A pergunta, formulada apenas em caráter retórico, é suficiente para descortinar o descabimento da própria ação, pois não há características objetivas que definam as supostas vítimas do influenciador como um grupamento humano. Ora, conhecemos coletivos de habitantes de um município, de fiéis a uma religião ou até de pessoas pertencentes a certas faixas de renda e patrimônio, mas não coletivos de “pobres”. Sendo a pobreza um conceito abstrato e vago, é inviável acionar o aparato judiciário para a apreciação de lesões provocadas não se sabe a quem.

No mérito, o promotor atribuiu ao influenciador uma suposta responsabilidade civil sem qualquer demonstração dos elementos necessários à sua configuração. As condutas praticadas por Marcondes, designadas pelo promotor como “ilícitas”, não passaram de mero exercício da garantia à liberdade de expressão, que, à luz do nosso texto constitucional, é irrestrita e, portanto, insuscetível de podas apriorísticas. Longe do que imaginam o promotor e parcela hegemônica do nosso judiciário, ideias e opiniões podem e devem ser livremente expostas, por mais curiosas, bizarras ou até agressivas que pareçam. Qualquer responsabilidade só pode vir a ser suscitada pelos indivíduos por elas afetados, e sempre mediante comprovação dos prejuízos acarretados. Na seara do dano moral, a exigência de robustez das provas deve ser ainda mais rígida devido à própria natureza intangível e fluida de uma verba destinada à compensação por dores e humilhações efetivamente vivenciadas. Porém, de costas viradas aos cânones da segurança jurídica, o promotor em questão apresentou uma petição repleta de dizeres panfletários, carente de evidências dos danos alegados e talhada para o deleite dos nossos togados de cúpula.

No lugar dos conceitos jurídicos que deveriam fundamentar qualquer inicial, a peça foi inteiramente construída sobre o pilar da chamada “aporofobia”, definição acadêmica desenvolvida pela filósofa espanhola Adela Cortina para descrever um suposto fenômeno de ódio/aversão aos pobres. A palavra ganhou holofotes em nosso universo judiciário a partir de 2023, com o julgamento, pelo STF, da ADPF 976, em cujos autos nossos togados se arrogaram a traçar as linhas-mestras de políticas públicas voltadas à suposta proteção a moradores de rua. A usurpação de atribuições próprias aos gestores públicos foi alardeada com orgulho pela corte, sob as cores pretensamente nobres do amparo a populações vulneráveis e à dignidade humana. Decorridos mais de 3 anos, a inicial da ação proposta contra o influenciador parece ter copiado trechos inteiros do voto do então relator Alexandre de Moraes, onde o togado, entre louvores às ideias da esquerdista europeia, aproveitou a ocasião para ditar a políticos eleitos o que fazer.

Sob o manto do combate à aporofobia, togados que não deveriam enfrentar o que quer que fosse, mas apenas aplicar a Constituição e as leis, tratoraram a autonomia dos entes federativos para vedar a remoção de mendigos das ruas e até para impedir a adoção de padrões arquitetônicos por eles tidos como “hostis”. Tempos depois, sob a mesma bandeira, um promotor pleiteia a providência inconstitucional de banimento de um perfil, bem como o ressarcimento por danos indevidamente presumidos e jamais provados, e até a imposição de obrigação de comparecimento a um curso de pura ideologização. Sob condições de normalidade institucional, o judiciário é provocado para dizer o direito e dar a cada parte litigante o que lhe cabe, à luz de um certo arcabouço normativo. Já em nossos dias de exceção, tribunais estatais são acionados – às expensas do pagador de impostos! – para a chancela de providências tão irregulares quanto a censura, a obtenção de enriquecimento sem causa e a imposição do viés ideológico oficial.

Com o aparelhamento das instituições por uma corrente única de pensamento, as liberdades e a segurança dos ritos saíram pelos fundos, enquanto a opressão e o terror estatais entraram pela porta da frente, festejados sob cânticos de apologia igualitária. A ladainha das produções artísticas panfletárias alimentou as canetas de promotores e juízes e nos foi enfiada a fórceps pela goela. Hoje, não adianta desligar a televisão ou boicotar esta ou aquela emissora, pois o aparato do estado se mostra sempre à espreita para tolher compulsoriamente nossas ideias e manifestações. Até quando aceitaremos viver sob o jugo dos arbítrios e das intimidações em série?








publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/a-romantizacao-da-pobreza-como-atalho-para-a-subversao-da-norma-juridica/

Marsiglia: investigações ocultam a ausência de propostas nas eleições

 andrémarsiglia/youtube


Marsiglia: investigações ocultam a ausência de propostas nas eleições


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https://www.youtube.com/watch?v=fvmmQiwmC_I

quinta-feira, 23 de julho de 2026

A BIZARRICE NO PALANQUE DO PT! VOCÊ VAI FAZER O L COM ELES?

 rubinhonunes/youtube



A BIZARRICE NO PALANQUE DO PT! VOCÊ VAI FAZER O L COM ELES?


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https://www.youtube.com/watch?v=FdY1_0fPJRU

Fim da era Maduro: A conta bilionária do petróleo venezuelano sob controle de Washington| 15 MINUTOS

 15 MINUTOS/gazetadopovo



Os rumos da América Latina passam por uma transformação histórica coordenada diretamente por Washington. No episódio de hoje, o analista Frederico Junkert revela os detalhes do anúncio do Departamento de Estado dos EUA sobre a abertura oficial das negociações de transição de regime na Venezuela entre a oposição e a presidente interina Delcy Rodríguez. Entenda como o secretário de Estado Marco Rubio assumiu a gestão das divisas do petróleo venezuelano para garantir a reconstrução do país após os devastadores terremotos de junho. Descubra os motivos estratégicos que levaram os EUA a reter a volta imediata da líder opositora Maria Corina Machado ao território venezuelano para evitar o travamento dos acordos. Acompanhe também os bastidores do julgamento de Nicolás Maduro em Nova York, agendado para 2027, e a histórica condenação de US$ 314 milhões imposta pela Justiça de Miami contra o ditador.
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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Trump Avisa: Não Vai Aceitar Ditadura na Nicarágua

 deltandallgnol/youtube


Trump Avisa: Não Vai Aceitar Ditadura na Nicarágua


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https://www.youtube.com/watch?v=pwwDju3Cv4Q


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