Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

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terça-feira, 28 de abril de 2026

LIBERDADE NÃO É UMA GAVETA

 Por Alex Pipkin, PhD em Administração


Classificar pessoas virou um hábito automático, quase um reflexo de quem prefere rotular a compreender.
Direita, esquerda, são carimbos rápidos que tentam simplificar o que é, por natureza, mais complexo. Ontem, entre amigos e um galeto memorável, enquadraram-me como direita. Não sou, sou um liberal.
Eu não sou de direita. Tampouco de esquerda. Sou liberal e, no Brasil, isso ainda exige explicação.
Ser liberal é partir de um princípio incômodo, mas inegociável, em que o indivíduo vem antes do sistema.
Não se trata de uma tese elegante, mas de um limite concreto. Quando o Estado ultrapassa esse limite, ele deixa de organizar e passa a substituir; e, ao substituir, inevitavelmente sufoca aquilo que deveria florescer de forma espontânea.
Prosperidade começa onde quase ninguém quer começar; na disciplina fiscal. Não é apenas uma questão de contabilidade, mas de caráter institucional. Não se gasta o que não se tem e, mais do que isso, importa profundamente como se gasta.
O gasto público de má qualidade não é neutro; ele distorce incentivos, protege ineficiências e consome o futuro antes mesmo que ele exista. A conta raramente fica com quem decide. Ela recai, como de costume, sobre quem tem menos margem de escolha.
É evidente que os mais pobres precisam de apoio. Mas apoio não pode se confundir com dependência. Política social séria precisa ter direção e, sobretudo, saída. O que deveria funcionar como ponte, no Brasil, frequentemente se transforma em permanência. Nesse arranjo confortável para quem governa, o indivíduo deixa de ser agente da própria vida para se tornar um número previsível, facilmente administrado.
Outro desvio recorrente é tratar a desigualdade como se fosse, em si, uma patologia. Não é. Em uma sociedade livre, indivíduos diferentes, com talentos, esforços e escolhas distintos, produzirão resultados distintos. O problema não está em alguém avançar, mas em alguém permanecer sem a possibilidade real de sair do lugar.
É aqui que o nosso tempo se revela e, muitas vezes, falha. Em Cândido, o Dr. Pangloss simboliza o vício de ajustar a realidade à teoria, mesmo quando os fatos insistem em contrariá-la. Não se observa o mundo como ele é; tenta-se moldá-lo ao que se gostaria que fosse. Princípios são reescritos, não à luz da experiência, mas das vontades. E aquilo que foi testado ao longo do tempo passa a ser tratado como obstáculo, enquanto construções frágeis são elevadas à condição de virtude.
Nesse ponto, não há constrangimento em afirmar que há valor no conservadorismo que preserva o que funciona. Não o que resiste à mudança por inércia, mas o que sobreviveu a ela. A experiência acumulada não é inimiga do progresso; é o seu filtro mais confiável.
O Brasil, entretanto, permanece preso a um acordo silencioso. Direita e esquerda disputam o controle do mesmo Estado inflado. Divergem no discurso, mas convergem na centralidade do poder. Ambos, no fundo, demonstram a mesma desconfiança clara no indivíduo.
Eu não.
Prefiro um país onde menos decisões sejam concentradas e mais vidas sejam conduzidas por quem as vive.
Liberdade não é rótulo, é responsabilidade. E responsabilidade, definitivamente, não cabe em gavetas.
Penso que o mais difícil não é escolher um lado, mas ter a coragem de não caber em nenhum.













publicadaemhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/liberdade-nao-e-uma-gaveta-220426

quarta-feira, 1 de abril de 2026

O QUE É A HIPERINFLAÇÃO

 INSTITUTOMISSESBRASIL/INSTA


A hiperinflação é um fenômeno monetário onde o estado perde completamente a capacidade de manter o poder de compra da moeda por ele emitida. A economia entra em um ciclo de aumento de preços frequentes e retroalimentados que corrói a renda da população, sobretudo a mais pobre.



quinta-feira, 16 de outubro de 2025

LULA É PIOR MENTINDO OU FALANDO A VERDADE?

 POLITICACONSCIENTE


LULA É PIOR MENTINDO OU FALANDO A VERDADE?



sexta-feira, 26 de setembro de 2025

FAZER E ACONTECER

 gilbertosimõespires/pontocritico


O PÉSSIMO SEGUNDO TRIMESTRE FARROUPILHA

Poucos dias após o encerramento da SEMANA FARROUPILHA, período festivo onde os -GAÚCHOS DE TODAS AS QUERÊNCIAS- celebram Em PROSA E VERSO o INÍCIO da REVOLUÇÃO FARROUPILHA, ocorrido em 20 de setembro de 1835, eis que, no dia 24,  como se quisesse colocar água fria na cuia do chimarrão do povo gaúcho, o IBGE deu as caras para informar que o PIB DO RIO GRANDE DO SUL, referente ao SEGUNDO TRIMESTRE DE 2025, apresentou QUEDA de 2,7%. Assim, por conta do desempenho POSITIVO do PRIMEIRO TRIMESTRE , que apresentou ALTA de 1,3%, este fato contribuiu para que o PIB do PRIMEIRO SEMESTRE apresentasse QUEDA de -apenas- 0,5%. Vale lembrar que o PIB NACIONAL REGISTROU CRESCIMENTO DE 0,4% no período.  

SANTA CATARINA

Enquanto isso, olhando basicamente para a REGIÃO SUL DO BRASIL, de antemão chama a atenção que o PIB DO PUJANTE ESTADO DE SANTA CATARINA CRESCEU 4,2% no PRIMEIRO SEMESTRE DE 2025, ou seja, muito acima da média nacional, que está na ordem de 2,5%. Vale lembrar, a propósito, que o CLIMA REINANTE nos ESTADOS DO SUL DO PAÍS -RS, SC E PR- tem peculiaridades muito semelhantes.

PARANÁ

Acompanhando o mesmo ritmo de CRESCIMENTO, o PIB do também PUJANTE ESTADO DO PARANÁ, como informa o mesmo relatório do IBGE, CRESCEU 2,5% no SEGUNDO TRIMESTRE deste ano. Assim, graças ao excelente desempenho apresentado no PRIMEIRO TRIMESTRE, o PIB DO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2025 fechou com ALTA DE 3,8%. Com isso, além de superar a média nacional -de 2,5%- também ficou acima da variação de diversos países europeus, tipo Espanha (2,68%), França (0,52%), Itália (0,27%), Alemanha (-0,08%), Dinamarca (2,04%), Holanda (1,84%), Portugal (1,64%), Suíça (1,52%), Bélgica (1,04%) e Suécia (0,5%), segundo dados do Eurostat, órgão oficial de estatísticas da União Europeia. Que tal?

BLOCO NA RUA

Como se percebe, com absoluta clareza, o POVO DO RIO GRANDE DO SUL precisa -urgentemente- incorporar a CORAGEM dos FARRAPOS e a partir daí, saindo ou não vitorioso, tentar de todas as formas recuperar o tempo perdido e como tal se livrar das más administrações que levaram o ESTAO GAÚCHO a experimentar uma lamentável SITUAÇÃO DE MISÉRIA. Não basta cantar o HINO RIOGRANDENSE: é preciso mais do nunca colocar o BLOCO NA RUA para, de fato, FAZER E ACONTECER O QUE O RIO GRANDE DO SUL MERECE. 














publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/fazer-e-acontecer

sábado, 2 de agosto de 2025

A ÚNICA SOLUÇÃO PARA O BRASIL

 JEFFREICHIQUINI/X


A ÚNICA SOLUÇÃO PARA O BRASIL 



domingo, 26 de fevereiro de 2023

População da Terra

 Super interessante!

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A população atual da Terra gira em torno de 7,8 bilhões de habitantes (12 / 2020), fonte: Animal Planet


Para a maioria das pessoas, é um número grande. Isso é tudo. No entanto, em termos percentuais, podemos apreciá-lo em uma dimensão mais humanamente gerenciável. A análise resultante é relativamente mais fácil de entender.

   

Desse total de 100%:

   

- 11% estão na Europa

- 5% estão na América do Norte

- 9% estão na América do Sul

- 15% estão na África

- 60% vivem na Ásia

   

- 49% vivem no campo

- 51% vivem em cidades

   

- 12% falam chinês

- 5% falam espanhol

- 5% falam inglês

- 3% falam árabe

- 3% falam hindi

- 3% falam bengali

- 3% falam portugues

- 2% falam russo

- 2% falam japonês

- 62% falam sua própria língua nativa.

   

- 77% possuem casa própria ou locada.

- 23% não têm onde morar.

   

- 21% consomem mais calorias que o necessário

- 63% podem comer três refeições completas.

- 15% estão desnutridos, comeram a última refeição, mas não passaram para a próxima.

   

- O custo de vida diário de 48% é inferior a US$ 2,00

   

- 87% têm água potável limpa.

- 13% carecem de água potável e ou têm acesso apenas a uma fonte de água contaminada.

   

- 75% têm telefones celulares

- 25% não tem

   

- 30% têm acesso à internet.

- 70% não têm condições de se conectar.

   

- 7% receberam educação universitária.

- 93% não cursaram faculdade.

   

- 83% sabem ler.

- 17% são analfabetos.

   

- 33% são cristãos

- 22% são muçulmanos

- 14% são hindus

- 7% são budistas

- 12% são de outras religiões

- 12% são ateus, sem crenças religiosas

   

- 26% vivem menos de 14 anos

- 66% morreram entre as idades de 15 e 64

- 8% têm mais de 65 anos.

   

Se você tem sua própria casa (ou locada), faz de 3 a 6 refeições completas diárias e bebe água limpa, tem um telefone celular, pode navegar na Internet e fez faculdade, você está no pequeno Grupo dos Privilegiados (vc é da categoria Elite Global de menos de 7% da população mundial).

   

Nas condições atuais, de cada 100 pessoas no planeta, apenas 8 podem viver ou ultrapassar os 65 anos.

   

Se você tem mais de 65 anos, seja feliz e grato. Aprecie a vida, aproveite o momento.


Se você não deixou este mundo antes dos 64 anos, como as 92% das pessoas que partiram antes de você, você já é abençoado entre a humanidade.

   

Cuide bem da sua saúde porque ninguém se importa mais do que você!

   

Aprecie cada momento restante e não reclame, viva e ajude seu próximo! 















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domingo, 24 de julho de 2022

A MAÇÃ BOA DO CESTO PODRE

 MAJOR-BRIGADEIRO JAIME RODRIGUES SANCHEZ 

504 GUARDIÕES DA NAÇÃO 

A justiça brasileira está de cabeça para baixo. O País vive sob um regime totalitário à margem de tudo que rege a Constituição Federal, protagonizado exatamente por aqueles que deveriam ser seus guardiões.
O que antes se chamava insegurança descambou para uma anarquia jurídica, em que  o colegiado não passa de um adereço de fachada, onde decisões importantes são normalmente adotadas individualmente.
O poder paralelo é exercido por esse grupo que abdica da liturgia do elevado cargo que herdou para agir como verdadeiros jagunços togados, escolhidos a dedo para acobertarem os crimes dos seus patrões.
Com a aproximação do período eleitoral, jogaram tudo para o alto e passaram a dedicar-se apenas a denegrir a imagem do governo e do País, em declarações descabidas à imprensa ou em palestras e seminários internacionais, esquecendo-se de que, queiram eles ou não, a autoridade máxima em uma república democrática é exercida pelo Presidente eleito pelo povo, que merece o respeito de todos os seus cidadãos, inclusive eles.
O pouco tempo que lhes resta é utilizado como uma espécie de “reclame aqui” dos penduricalhos do PT e, quando atuam como juízes, é para soltar quem deveria estar preso e prender os que protestam contra seus devaneios políticos.
Os Ministros da Suprema Corte desafiam diuturnamente a  autoridade do mandatário máximo da República, atacam sua honra sem a menor parcimônia e se apressam em estabelecer prazos exíguos para o Presidente explicar as baboseiras que os correligionários lhes encaminham para investigar.
Quando lhes toca a convocação para explicarem sua inquestionável militância política, ignoram os reiterados convites do tímido e comprometido Congresso Nacional, único ente capaz de dar continuidade às ações contra suas arbitrariedades.
É alentador e deixa um fio de esperança de que há maçãs sadias naquele cesto de podridão, quando vemos a reação de um grupo de 1.400 advogados de todo o Brasil que se reúne para hipotecar sua solidariedade e incondicional apoio ao Presidente da República, referindo-se à reunião realizada com os embaixadores para manifestar sua preocupação com a transparência do processo eleitoral, bem como para expressar o repúdio ao verdadeiro massacre de que vem sendo vítima, segundo o documento, com o intuito de “imputar ao Presidente do Brasil, a frágil e débil acusação de que estaria cometendo crimes de responsabilidade, atentado à democracia, animosidade entre as forças armadas, propaganda eleitoral negativa e antecipada, abuso do poder econômico, improbidade administrativa e outras ilações despudoradas”.
Em atitude semelhante, reunimos em junho de 2020, em menos de 24 horas, os 504 Guardiões da Nação,  num dos momentos mais tensos da desarmonia institucional causada pelo Judiciário, quando ministros ameaçavam confiscar o celular do Presidente, conduzir os generais do governo para depor debaixo de vara e iniciavam uma campanha para tentar desmoralizar as Forças Armadas
Esse movimento, que chegou a arregimentar quase 4.000 brasileiros das mais diversas regiões, profissões classes sociais nos manifestos seguintes, conta com a participação de mais de 1.500 militares das três Forças Armadas e Forcas Auxiliares, dentre eles uma centena de Oficiais-Generais. 
O voto impresso auditável era uma ferramenta cobiçada pelos governos de esquerda na sua aspiração de perpetuação no poder.
Foi assim em 2002, com o pai do Foro de São Paulo, Fernando Henrique Cardoso, o qual sancionou a lei 10.408, que previa “a impressão do voto, sua conferência visual e depósito automático, sem contato manual, em local previamente lacrado”.
Também no governo Lula, em outubro de 2003, sancionando a lei 10.740, que determinava “o registro digital de cada voto e a identificação da urna em que foi registrado, resguardado o anonimato do eleitor.”
Em 2009, deputados dos partidos que hoje lutam desesperadamente contra o voto auditável, PT, PP, PSDB, PDT, PSB e PCdoB apresentaram na Câmara um projeto de lei 12.034, que previa a implementação do voto impresso a partir de 2014, sendo aprovada no plenário e sancionada por Lula.
Em 2013, a Suprema Corte suspendeu a impressão do voto por entender que feria o artigo 14 da Constituição,  considerando inconstitucional a proposta. 
Em 2015, a minirreforma eleitoral determinou a implementação da medida a partir das eleições de 2018. 
Entretanto, sob a ameaça do fenômeno “mito”, emerso das profundezas do baixo clero, o STF voltou a derrubar a medida três meses antes da eleição, tornando, a partir de então, inaceitável a auditagem externa e a impressão dos votos em papel e hoje é um “crime contra a democracia” a simples alusão à palavra fraude.
Em 2021, os ministros Barroso e Moraes se reuniram no Congresso com dirigentes de 11 partidos que somam 326 deputados e 55 senadores, partidos contrários ao voto impresso, que acabaram trocando deputados na comissão especial.
A PEC redigida pela deputada federal Bia Kicis, que previa o voto impresso auditável foi derrotada. 
A verdade é que a Nação vive hoje uma instabilidade política pré-eleitoral insuportável, provocada pelo anseio incontido da volta ao poder pelo grupo ideológico esquerdista que devastou o País, sendo patrocinado nessa escalada pela banda podre do Judiciário, a mídia desmamada, artistas “desrouanetizados” e empresários carentes de recursos públicos.
Esse caos é agravado pela incerteza quanto à inviolabilidade das urnas eletrônicas e pela obsessão das autoridades eleitorais em obstruir qualquer iniciativa contra o sentimento de insegurança da sociedade para exercer a expressão máxima da sua soberania .
O Brasil não pode passar pela desmoralização de ter um Presidente impedido de aparecer em público sem ser hostilizado por seus crimes perdoados por obra e graça de uma caneta mágica.
Não espera da justiça que o perdoou qualquer ação para impedir tal heresia. No entanto, as Forças Armadas não merecem e não podem aceitar como seu Comandante Supremo um indivíduo com tal currículo.
É bem verdade que já o teve e até o reverenciou em respeito à democracia e ao voto popular. No entanto, essa hipótese tornou-se inconcebível após as acachapantes condenações por crimes amplamente comprovados durante a operação lava jato.
Não importa a multidão que vai às ruas em apoio ao Presidente ou a rejeição e a mediocridade dos atos programados pela esquerda. A decisão do golpe está tomada e o sistema está convicta de que não haverá reação. 
Há três formas de tentar evitar ou pelo menos desmascarar a perspectiva de uma eventual fraude nas eleições de 2022.
A primeira, efetiva e de cunho tecnológico, seria a utilização de um sistema auditável com voto impresso, associada ao cumprimento de todas as exigências apresentadas pelas Forças Armadas. Essa linha de ação, infelizmente, corre celeremente para a inviabilização por falta de interesse das autoridades eleitorais e do prazo cada vez menor para a sua execução.
A segunda, meramente paliativa e de cunho preventivo, seria a exacerbação do fenômeno que já ocorre nas manifestações de apoio ao Presidente, onde todos os seus eleitores compareceriam às urnas vestidos com camisas amarelas, sem qualquer identificação partidária, formando um verdadeiro “TSUNAMI AMARELO”,  obrigando a mídia a testemunhar a verdade incontestável.
A terceira não pode ser enunciada devido ao patrulhamento à liberdade de expressão.
Nunca é demais ressaltar que o presidente do TSE durante as eleições de 2022 será o Ministro Alexandre de Moraes.
BRASIL ACIMA DE TUDO, DEUS ACIMA DE TODOS.



























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domingo, 17 de julho de 2022

PARA SUA REFLEXÃO

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1. ALEMANHA: Quase sem GÁS ,a Rússia fecha as Torneiras; volta das usinas de carvão para gerar energia                     
2. PORTUGAL  E ESPANHA: em Chamas nas suas Florestas, devido as altas temperaturas ;.                         
3. REINO UNIDO: Crise nos Aeroportos, sem funcionários;.                    
4. ITÁLIA e FRANÇA:  Greve das Empresas de Aviação, manifestações dos agricultores                           
5.  RÚSSIA:  em Guerra com a UCRÂNIA;.                   
6. JAPÃO: Assassinato de Ministro; tendo que colocar em funcionamento Hidrelétricas Nucleares  
7. CORÉIA DO NORTE: Testando Bombas atômicas nos Mares da Coreia do Sul;.                       
8. A CHINA: Crise na mão de obra, falta matéria prima;                  
9. ARGENTINA: em crise, com  INFLAÇÃO em alta 
60,7 % ; falta de papel higiênico, até café       
10. VENEZUELA: O Povo comendo lixo e morrendo de fome 
11. USA Maior inflação dos últimos  40 anos , Combustíveis nas alturas , já se fala em Crise alimentar e energética 

E O BRASIL🇧🇷 ?:
A POLÍTICA DE REDUÇÃO NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO;      
B REDUÇÃO NOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS, E DE GÁS DE COZINHA;                     
C AJUDA DE $1.000,00 , AOS CAMINHONEIROS, PARA AMENIZAR NO PREÇO DO DIESEL;          
D MEDIDAS PARA CONTROLAR A INFLAÇÃO, que este mês deu menos de 1%                  
E AUMENTO DA ANTIGA BOLSA FAMÍLIA que era de R$ 130,00, PARA R$ 600,00, HOJE O AUXÍLIO BRASIL;                             
F AGRONEGÓCIO COMANDA AS EXPORTAÇÕES, COM CARNES, GRÃOS, FRUTAS…
batendo recorde de exportações. 
É isso aí gente! 
Contra todos os negacionistas de carteirinha, oposição, STF e tudo mais, estamos navegando de braçada em mar tranquilo, claro, ainda estamos sofrendo, mas estamos melhores que outros países.
Vamos que vamos Brasil.


sexta-feira, 10 de junho de 2022

Lasier Martins tira a máscara do STF e detona o covil do Lula

 'O Supremo é contra Bolsonaro por que? Porquê o Bolsonaro contraria o que o Lula fazia e eles querem o Lula de volta'

Jornal da Cidade


Sempre afiado, Lasier não poupa críticas aos "absurdos".

Em recente participação no podcast "E Eu Com Isso?", ele novamente soltou o verbo:

Sempre afiado, Lasier não poupa críticas aos "absurdos".

Em recente participação no podcast "E Eu Com Isso?", ele novamente soltou o verbo:

"O nosso STF, por um defeito da Constituição, não tem total independência. Porquê os ministros são indicados pelo presidente da República e, na medida em que são indicados, eles tem uma 'gratidão', um 'compromisso'.
Por outro lado, os presidentes da República - principalmente os do PT - [...] se determinaram a aparelhar o Supremo. [...]
As mesmas ideologias, os mesmos princípio e se tornou, por isso, um tribunal político", afirmou.

O senador ainda citou a "descondenação" do ex-presidiário Lula - obra nefasta do STF:

"O Supremo é contra Bolsonaro por que? Porquê o Bolsonaro contraria o que o Lula fazia e eles querem o Lula de volta. [...]
Hoje, o STF é uma instituição política, partidária e ideológica."

 

 

 

Por outro lado, os presidentes da República - principalmente os do PT - [...] se determinaram a aparelhar o Supremo. [...]
As mesmas ideologias, os mesmos princípio e se tornou, por isso, um tribunal político", afirmou.

O senador ainda citou a "descondenação" do ex-presidiário Lula - obra nefasta do STF:

"O Supremo é contra Bolsonaro por que? Porquê o Bolsonaro contraria o que o Lula fazia e eles querem o Lula de volta. [...]
Hoje, o STF é uma instituição política, partidária e ideológica."

 

quarta-feira, 20 de abril de 2022

Base tem ordem clara de Bolsonaro de votar contra PL das Fake News

 Projeto, que está na Câmara dos Deputados, já foi discutido no Senado

Kelly Hekally, Revista Oeste

Enquanto a oposição orquestra a tentativa de implantação de uma comissão especial para o Projeto de Lei de Combate às Fake News (PL das Fake News) na Câmara dos Deputados, a base do presidente Jair Bolsonaro (PL) se organiza em torno de uma determinação do Palácio do Planalto: a rejeição total ao projeto.

O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP), afirmou a Oeste que há uma deliberação clara de Bolsonaro de que o projeto não pode ser aprovado na Câmara. A matéria já foi apreciada no Senado, onde nasceu.

“Temos que votar alguma coisa de Fake News aqui na Câmara para não deixar o Tribunal Superior Eleitoral [TSE] decidir por si o que é ou não é Fake News, mas o governo é contra o projeto. A ordem que eu tenho aqui é votar contra.”

No PT, a ideia de criação de uma comissão especial está em fase inicial, para dar visibilidade e transparência ao assunto. Segundo um deputado petista, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), não chegou a ser consultado sobre a possibilidade de criação da comissão especial, prerrogativa dele pelo fato de presidir a Casa.

Urgência chegou a ser discutida
A urgência da proposição chegou a ser votada no início deste mês em plenário, ocasião em que foi rejeitada. À época, Bolsonaro parabenizou congressistas que votaram contra. “Olhem quem era o relator, um deputado do PCdoB. Não pode vir coisa boa de quem defende o comunismo”, declarou em evento do Banco do Brasil.” Com a urgência derrotada, o projeto voltou ao relator, Orlando Silva (PCdoB), para que o deputado construísse um texto de consenso entre base e oposição para trabalhar em negociações












PUBLICADAEMhttp://rota2014.blogspot.com/2022/04/base-tem-ordem-clara-de-bolsonaro-de.html


 


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

FIQUE ATENTO. MAIS UMA DA JUSTIÇA BRASILEIRA...

 Preso do semiaberto pode trabalhar como motorista de aplicativo

Decisão da Justiça libera o trabalho externo, considerado importante para a ressocialização. Negar esse benefício, segundo magistrados, estenderia os efeitos da condenação que foi imposta ao autor

CORREIO BRAZILIENSE
A 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) concedeu a um detento que cumpre pena em regime semiaberto autorização para trabalhar como motorista de transporte por aplicativo. De acordo com os desembargadores, o trabalho externo é importante para a ressocialização e negar esse benefício estenderia os efeitos da condenação que foi imposta ao autor. 

O sentenciado cumpre pena de quatro anos e dois meses por adulteração de sinal identificador de veículo e receptação. Segundo os autos do processo, as crimes aconteceram sem violência ou grave ameaça. Além disso, o autor já exercia atividade laboral lícita antes do início da execução da pena.

Outro ponto levado em consideração é de que o apenado não cometeu faltas disciplinares, o que levou a Vara de Execuções Penais (VEP) a deferir o pedido de prisão domiciliar, sob monitoração eletrônica, além de conceder a autorização para o trabalho externo como motorista.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ainda pediu a revogação do benefício com a justificativa de que havia inviabilidade de fiscalização do serviço e ausência de submissão ao empregador.
Entretanto, o juiz considerou que o trabalho externo pode avaliar “a disciplina e o senso de responsabilidade do reeducando, dando crédito de confiança para autodeterminar, paulatinamente, retornar ao meio social”.

O magistrado ainda ressaltou que a inserção do condenado no mercado de trabalho “abre uma esperança de regeneração que não pode ser desprezada pelo juiz”.

De acordo com o juiz, o reeducando prestava serviços à empresa de transporte particular com automóvel próprio desde março de 2017, sem qualquer registro que desabone a conduta. A monitoração eletrônica em tempo real, um dos requisitos para a prisão domiciliar, também serviu como consideração para a decisão.

NOTA DO EDITOR DO BLOG - Com essa decisão, está autorizado pela Justiça a que  ladrões, estelionatários, traficantes, pedófilos, estupradores ou assassinos possam vir até a sua porta para transportar você, sua filha adolescente, sua esposa ou sua mãe com toda segurança de uma tornozeleira eletrônica. Fiquem ALERTAS. Bom lembrar que os juízes andam de carro oficial, sem qualquer perigo, pago por nós. 







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sábado, 4 de setembro de 2021

SALVO O STF...

 Rodrigo Régnier Chemim Guimarães, Promotor de Justiça do PR.


Como são muitas as “novidades hermenêuticas” do processo penal brasileiro, resolvi fazer algumas anotações para me reorganizar na compreensão de temas importantes e reformular minhas aulas de processo penal:

1. Juiz pode instaurar inquérito? Não, salvo se for ministro do STF; 

2. Juiz pode investigar crimes? Não, salvo se for ministro do STF; 

3. Juiz que se considera vítima de crime pode conduzir investigação a respeito? Não, salvo se for ministro do STF;

4.  Juiz pode determinar busca e apreensão sem representação do delegado ou do Ministério Público? Não, salvo se for ministro do STF; 

5. Juiz pode manter prisão em flagrante sem convertê-la em preventiva? Não, salvo se for ministro do STF;

6. Juiz pode determinar prisão em flagrante de alguém por crime instantâneo, acontecido dias atrás, ao argumento, claramente errado, de que o crime seria permanente, confundindo dado básico de direito penal que diferencia crime permanente de crime instantâneo com efeitos permanentes? Não, salvo se for ministro do STF;

7. Juiz pode dar continuidade à investigação quando o Procurador-geral determina o arquivamento do inquérito? Não, salvo se for ministro do STF; 

8. Juiz pode dar entrevista sobre o caso que vai julgar emitindo opinião antecipada sobre o mérito do caso? Não, salvo se for ministro do STF 

9. Juiz pode ofender graciosamente a honra dos interessados no processo, externalizando um misto de sentimento de ódio, raiva e inimizade pessoal, tanto no curso do processo, quanto em entrevistas e palestras, repetidas vezes, e seguir se considerando imparcial para analisar o caso? Não, salvo se for ministro do STF;

10. Juiz pode fazer homenagem  pública ao advogado do réu, elogiando seu trabalho no caso concreto a ponto de chegar às lágrimas de tão abalado emocionalmente que ficou, revelando uma torcida pela defesa e se considerar ao mesmo tempo imparcial para julgar o caso? Não, salvo se for ministro do STF;

11. Juiz pode considerar válido inquérito sem fato delimitado para investigação? Não, salvo se for ministro do STF;

12. Juiz pode fazer analogia “in malam partem”, alargando o objeto material de um crime por interpretação? Não, salvo se for ministro do STF;

13. Juiz pode dizer ao investigado que ele tem direito ao silêncio, mas caso resolva falar não pode mentir? Não, salvo se for ministro do STF.

14. Juiz pode ser Juiz sem fazer concurso público? Não,  salvo se for ministro do STF.












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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

MAU CARATISMO DE UMA PROFISSÃO

Confesso que não sei o nome do comentarista, mas é um comentário real. Recei via whatsapp. Ele expõe as verdades que todos deveriam tomar conhecimento, principalmente os mais jovens para que não voltem a ser contaminados pela esquerda. Assista o vídeo até o final e, depois, se concordar, por gentileza compartilhe, compartilhe para que o maior número de pessoas possam ter noção de quantos malefícios e quão contaminado está o nosso país.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

O Triste fim do “MAIOR LADRÃO DO MUNDO”.

Natalia Ramos Costa  RECEBI VIA WHATSAPP
O maior ladrão do mundo está a caminho de uma severa demência.
Roubou, matou, mentiu, sempre acreditando na própria mentira.
Antes, durante e após a prisão, esteve sempre convencido de que era e é um herói, o único salvador do Brasil, um semi-deus.
Saiu da prisão, convicto de que seria ouvido, acatado, respeitado, endeusado.
Todavia, em todos os lugares para onde vai, é expulso pelo povo, sob vaias e gritos:
“Luladrão, teu lugar é na prisão”.
Vários Estados Brasileiros já declararam: “Aqui, ele não entra”.
Nem o mais mal formado espírito, nem a pior e mais gelada consciência humana é capaz de suportar  o peso de uma vida tão errada, tão cheia de crimes, de mentiras e de roubos, nunca confessados, nunca admitidos, sempre vigorosamente negados, sempre desmentidos, até a exaustão.
Esse conflito interno é dele e irá dilacerá-lo, cada vez mais e não lhe será aliviado, enquanto persistir nessa mentira deslavada, nesse mantra de que é inocente, nesse ódio venenoso, nessa tresloucada arrogância, nessa ridícula e risível megalomania.
Ele não consegue acreditar no que está acontecendo à sua volta. Isso deve parecer-lhe um pesadelo.
Então, prefere o caminho do ataque.
Ataca desesperadamente Jair Messias Bolsonaro, Sérgio Moro, Deltan Dallagnol, para tentar, também desesperadamente, convencer os seus adeptos de que ele é o bom, o certo, o “deus salvador”.
Cada vez mais enfurecido, cada vez mais odioso, cada vez mais repugnante, está tão irado, tão fora de si, tão desequilibrado, que não consegue perceber que, desta forma, afasta esse mesmo povo pelo qual ele quer ser cada vez mais paparicado, pelo qual ele tanto deseja ser endeusado.
Vejam o abismo entre a expectativa dele e a realidade que está enfrentando...
Pouco a pouco, se a ficha do ladrão cair, ele vai enlouquecendo, porque nunca se preparou para ser desprezado e humilhado.
Pelo contrário: tudo o que fez foi inflar mais e mais o seu ego do tamanho do mundo e chamar de quadrilha os sérios e honestos Juízes e Procuradores da Lava Jato.

A ambição desmedida do maior ladrão do mundo vai levá-lo a um fim trágico.
Lula vai enlouquecer de vez, abandonado pelos seus companheiros, pelos seus aduladores e até mesmo pelos seus familiares, que têm vergonha da sua sombra.
Vai se transformar numa “carniça”, cheia de vermes..... e que fede, cada vez mais....

Quando ele entender que o povo acordou, que o povo tem consciência de quem ele é, o ladrão vai parar num hospício.
Esse será o triste fim do “MAIOR LADRÃO DO MUNDO”.











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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Entenda o que aconteceu nesta quinta no STF, se bandidos sairão das prisões, e o mais importante, o que nos resta fazer agora?

O QUE ACONTECEU?
O Supremo, nos últimos anos, confirmou por TRÊS VEZES que um condenado em segunda instância pode ser preso. Este também foi o entendimento jurídico por 20 anos pós Constituição de 1988.
Hoje, por 6 votos a 5, o Supremo mudou de ideia. Sem motivo.

COMO ASSIM? O QUE MUDOU?
Quem mudou foi Gilmar Mendes. Ele havia feito defesa fervorosa pela prisão pós 2a instância. Mas... deu um cavalo de pau e, sem qualquer explicação razoável, mudou seu voto, que foi suficiente para inverter o placar da corte.

E AGORA? PRESOS SAIRÃO DA PRISÃO??
Sim.
Assaltantes, homicidas, estupradores já condenados, mas que ainda podem usar  recursos a cortes superiores, podem ser soltos.
Voltarão a conviver conosco, em sociedade, com plenos direitos, e em condições de atacar novamente a sociedade, novas vítimas, ou até as mesmas.
Estaremos sob ameaça constante.

QUANTOS BANDIDOS PODEM SER SOLTOS?
Milhares. Estimativas apontam para cerca de 5000 presos que sairiam das prisões. Livres, leves e soltos.

QUANDO SERÃO SOLTOS?
Os advogados dos condenados terão que peticionar pedindo sua liberdade. Processado o pedido, salvo exceções, serão soltos.
Imagina-se que os mais ricos serão mais ágeis, entrando com pedidos de Habeas Corpus e buscando liberdade imediata.

LULA TAMBÉM?
Sim, Lula e VÁRIOS outros presos denunciados pela Lava Jato, e já condenados, sairiam da prisão.

A SOLTURA DE PRESOS É A ÚNICA CONSEQUÊNCIA?
Não.
As investigações e a aplicação da justiça ficam prejudicadas. Acabam os benefícios das delações premiadas, usadas no mundo inteiro, e que foram fundamentais para as descobertas da Lava Jato.
Basicamente, viramos um país onde roubar e matar não traz punição, onde bandidos continuam soltos, onde o crime compensa.
Voltaremos a ser, legalmente, o país da impunidade.
Aquele país que acreditamos, por um instante, ter mudado.
Voltaremos a ser o paraíso para bandidos de todas as espécies.

E PARA A ECONOMIA, FAZ DIFERENÇA?
Lógico. Este ambiente obviamente afasta turismo, negócios, investimentos, progresso e... empregos.
É o maior retrocesso da nossa justiça e do nosso progresso.

MAS ENTÃO, O QUE FAZER AGORA?
Dado que a votação do Supremo está consumada, só há um caminho: modificar a lei que serve de pretexto para o Supremo agir como agiu hoje.

MAS.. MUDARIAM A CONSTITUIÇÃO?
Sim. Essa é uma prerrogativa do Congresso, perfeitamente legal. É tão legal que Toffoli reconheceu isso em seu voto no STF, mas isso não vai acontecer sem pressão.
Já existe Proposta de Emenda Constitucional (PEC) em andamento no Senado, que propõe determinar DEFINITIVAMENTE que criminosos condenados em 2a instância podem ser presos.

MAS ISSO PASSA?
Dos 81 Senadores, 43 já assinaram em concordância com a PEC! É um excelente começo, tendo em vista que no senado são necessários 49 votos.
Com pressão nas ruas podemos exigir que o processo ande rápido, em regime de urgência, tanto no Senado quanto na Câmara.
Se Rodrigo Maia pode fazer votações relâmpago para interesse próprio, pq não o pode para interesse dos brasileiros?
Afinal, estamos em risco, e cada dia conta...

MAS PQ O CONGRESSO, COM VÁRIOS PARLAMENTARES ENROLADOS COM A JUSTIÇA, VOTARIAM PELA PEC?
Simples: pressão popular.
Todas as grandes  votações do Congresso aconteceram por pressão popular. Sem ela, eles ficam no conforto.
Só a nossa pressão, a pressão do povo nas ruas, pode aprovar as leis que deixem os criminosos na prisão!

Já conseguimos isso no passado, mais de uma vez.

Esta é a hora que nossa Pátria precisa de nós.
E você vai ficar parado?
Você vai ficar calado?
Vai aceitar esse desaforo do STF, sem reagir?
Vai permitir que os deputados e senadores, nossos representantes, assistam a isso parados??

Não.
Vamos às ruas!!
Neste sábado, dia 9 de novembro, vamos ENCHER as ruas desse país para mostrar aos políticos que são eles que trabalham para nós.

Que nós exigimos respeito, queremos segurança, queremos bandidos na cadeia. Simples assim. Não é pedir demais, é? CHEGA!

E O BOLSONARO? O QUE ELE TEM A VER COM ISSO?
A manifestação não é de pressão no presidente, é de pressão NO CONGRESSO.
Só o Congresso pode resolver esse problema definitivamente!
Imagine você não precisarmos mais depender do STF para isso?

Pra terminar:
NÃO CAIA EM ARMADILHAS!
O dia 9 de novembro tem uma pauta ÚNICA:
PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA JÁ!
Congresso, altere a lei, para que condenados em 2a instância sejam presos.

Só isso.
Não é partidário.
Não é ideológico.
É pela nossa segurança e por um Brasil JUSTO.

COMO AJUDAR?
Espalhe essa mensagem, vídeos, banners, tudo que receber como se não houvesse amanhã.
Encaminhe para todos os seus contatos e grupos, leva 1 minuto.

Sábado, dia 9/11, vamos juntos fazer uma manifestação histórica: Vamos tomar nosso país de volta.
Faça parte dessa História! Só depende de você.












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domingo, 6 de outubro de 2019

ISSO OS CANAIS DE TV NÃO MOSTRARAM

RECEBI VIA WHATSAPP - UM POUCO DE HISTÓRIA
AUTOR DESCONHECIDO
DISCO... FOTO ANDRADE JUNIOR
Um pouco de história
Em 26 de fevereiro de 1991, um grupo de cerca de 40 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que se autodenominava "Comando Simon Bolívar", adentrou em território brasileiro, próximo a fronteira entre Brasil e Colômbia, às margens do Rio Traíra no Estado do Amazonas, e atacou de surpresa o Destacamento Traíra do Exército Brasileiro, que estava em instalações semi-permanentes e possuía apenas 17 militares, efetivo muito inferior a coluna guerrilheira que o atacara. Operações de inteligência afirmam que o ataque foi motivado pela repressão exercida pelo destacamento de fronteira ao garimpo ilegal na região, uma das fontes de financiamento das FARC. Nesse ataque morreram três militares brasileiros e nove ficaram feridos. Várias armas, munições e equipamentos foram roubados.
Imediatamente as Forças Armadas do Brasil, autorizadas pelo presidente Fernando Collor de Mello e com o conhecimento e apoio do Presidente colombiano César Gaviria Trujillo, deflagraram secretamente a Operação Traíra, com o objetivo de recuperar o armamento roubado e desencorajar novos ataques. Uma reunião bilateral entre representantes do Brasil e da Colômbia em caráter urgente foi realizada em Leticia, na Colômbia, no dia 9 de março, em que planos de ação foram discutidos e traçados. Ambas as delegações concordaram sobre compartilhar, de imediato e também ao longo das semanas seguintes, informações sobre atividades subversivas, terroristas ou ligadas ao narcotráfico.
Força Aérea Brasileira:
A Força Aérea Brasileira apoiou a Operação Traíra, com seis helicópteros de transporte de tropas H-1H, seis aeronaves de ataque ao solo AT-27 Tucano e aviões de apoio logístico C-130 Hércules e C-115 Búfalo.
Marinha do Brasil:
A Marinha do Brasil apoiou a Operação Traíra com um Navio Patrulha Fluvial, que ficou baseado em Vila Bittencourt, cooperando com o apoio logístico e garantindo a segurança daquela região.
Exército Brasileiro:
O Exército Brasileiro enviou suas principais tropas de elite, elementos de forças especiais e de comandos e do Batalhão de Forças Especiais (atuais 1º Batalhão de Forças Especiais e 1º Batalhão de Ações de Comandos), e também guerreiros de selva do até então 1º Batalhão Especial de Fronteira, para atacar a base guerrilheira que se encontrava em território colombiano, próxima a fronteira. Também apoiaram, militares do 1º Batalhão de Infantaria de Selva, principal unidade do Comando Militar da Amazônia. O Comando de Aviação do Exército se fez presente fornecendo o meio de transporte utilizado pelos combatentes empregados na missão, 4 helicópteros de manobra HM-1 Pantera, 2 helicópteros de reconhecimento e ataque HA-1 Esquilo.
O saldo da Operação Traíra foi o de 62 guerrilheiros mortos, inúmeros capturados, maior parte do armamento e equipamento recuperados. Desde então, nunca mais se soube de invasões das FARC em território brasileiro, assim como ataques a militares brasileiros.
A maior parte da sociedade brasileira não sabe disso.
O Exército realizou em (26/02/2019) homenagens aos heróis que tombaram defendendo nosso território.
Nenhuma rede de TV fez questão de divulgar o fato.

sábado, 10 de agosto de 2019

Usina de mordomias

CRUSOÉ
              CARAMUJO - FOTO ANDRADE JUNIOR
Hotéis cinco estrelas, voos em classe executiva, férias esticadas e palestras remuneradas: documentos obtidos por Crusoé mostram como a hidrelétrica de Itaipu virou uma generosa fonte de recursos para bancar a doce vida de altas autoridades do Judiciário em eventos pelo mundo

Itaipu, ou “a pedra que canta”, em tupi, era o nome do ponto do rio Paraná, na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, que os ditadores brasileiros e paraguaios escolheram para construir conjuntamente nos anos 1970 aquela que seria, até o início deste século, a maior hidrelétrica do mundo. Era, antes de tudo, um projeto de desenvolvimento regional. Mas, desde a inauguração da usina, em 1982, os milhões de megawatts gerados sempre despertaram dos dois lados da fronteira a cobiça da classe política, interessada em seu polpudo orçamento. São cerca de 15 bilhões de reais disponíveis por ano, oriundos da venda da energia gerada em conjunto pela estatal brasileira Eletrobras e por sua congênere paraguaia, a Ande. Dinheiro que, por ter origem em uma companhia binacional, passa ao largo do controle de órgãos como o Tribunal de Contas da União.

O que não se sabia, e que Crusoé revela nesta edição, é que a caixa-preta de Itaipu não servia apenas aos políticos, mas, com alguma diferença, também a altas autoridades do Judiciário. Documentos obtidos pela reportagem mostram que a hidrelétrica funcionou, durante anos, como um generoso caixa que bancava mordomias e viagens de ministros do Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Tribunal Superior do Trabalho, de tribunais regionais federais e de tribunais estaduais. Desde 2013, a companhia desembolsou pelo menos 16 milhões de reais para eventos jurídicos diversos. O dinheiro que saía dos cofres de Itaipu custeou dezenas e dezenas de passagens em classe executiva para os Estados Unidos e a Europa e hospedagem em hotéis estrelados. Também foi usado para pagar palestras proferidas por magistrados, entre eles ministros do Supremo Tribunal Federal.

Tudo era viabilizado por convênios firmados por Itaipu com entidades que pediam dinheiro com a justificativa de difundir conhecimento jurídico. A companhia, então, repassava as verbas a fundo perdido. A lista dos magistrados que de alguma forma tiveram despesas custeadas pelos cofres de Itaipu inclui seis dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal: o atual presidente da corte, José Antonio Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski. Também aparecem na lista o presidente do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, e outros 18 ministros da corte. O rol de juízes de primeira instância e desembargadores é ainda mais extenso. Há ainda outras personalidades que, junto com os magistrados, foram convidadas para participar dos tais eventos. É o caso do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, o atual secretário especial da Previdência, Rogério Marinho, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, do MDB, e o senador petista Jaques Wagner. Eis alguns dos casos mais emblemáticos que os documentos revelam:

TOUR ESTENDIDO

No ano passado, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, viajou com sua mulher, Yara de Abreu Lewandowski, para Lisboa. Era sexta-feira, 29 de junho, último dia antes do recesso forense de meio de ano. Em Portugal, o casal visitou outras cidades até que, em 4 de julho, seguiu para Madri.Três dias depois, eles seguiram para Londres em 7 de julho. Foi de lá que partiu o voo do casal de volta para o Brasil, em 21 de julho. Todas as passagens foram bancadas com recursos de Itaipu, sob o argumento de patrocinar o Seminário de Verão realizado na Universidade de Coimbra, cidade localizada a 200 quilômetros de Lisboa. O evento foi realizado nos dias 2 e 3 de julho. Durou apenas dois dias, portanto. Mas, sim, é exatamente o que você entendeu: a verba da binacional pagou todo o restante do périplo europeu de Lewandowski e de sua senhora. O seminário de Coimbra, como mostrou Crusoé há um mês, é organizado anualmente pelo desconhecido Instituto de Pesquisas e Estudos Jurídicos Avançados, o Ipeja, e ocorre sempre durante as férias do Judiciário. A entidade não deixa claro como funcionam os patrocínios de seus eventos nem informa que tipo de despesas costuma bancar – algo que, agora, os documentos de Itaipu trazem à luz. Na edição de 2017, mostram as notas, João Otávio de Noronha, o presidente do STJ, fez algo semelhante. Voou para o evento em Lisboa, que naquele ano tinha três dias, mas depois foi a Berlim, Roma e Madri. O tour durou 25 dias. As passagens (inclusive as dos trechos internos na Europa) do próprio Noronha, da mulher dele, Denimar, e da filha, Anna Carolina, foram custeadas por Itaipu.

O papelório obtido por Crusoé mostra que Itaipu gastou nada menos que 800 mil reais com passagens executivas de magistrados e seus parentes, além de hospedagem e traslado para os convidados em três edições do seminário de verão de Coimbra – em 2016, 2017 e 2018. Mais do que o valor, as notas fiscais e recibos emitidos pelo Ipeja e repassados à companhia a título de prestação de contas confirmam que, via de regra, as excelências convidadas seguem o padrão de Lewandowski e aproveitam para esticar a estadia na Europa, com direito às passagens das viagens que realizam internamente nas semanas seguintes, sem nenhuma relação com o evento patrocinado. A pretexto de apoiar “debates de temas relevantes nas áreas de ciências jurídicas e sociais e pesquisa científica” na Universidade de Coimbra, nos últimos três anos Itaipu bancou viagens de ministros e seus familiares para o Reino Unido, França, Irlanda, Espanha, Itália e Alemanha.

Até o atual presidente do STF, ministro Dias Toffoli, figurou no ano passado como um dos agraciados com passagens executivas para a capital portuguesa. Ele deixou Brasília em 30 de junho rumo a Lisboa e de lá seguiu para Coimbra, onde participou do seminário em 2 e 3 de julho. Sua volta para o Brasil, partindo de Lisboa, foi só em 21 de julho. Em alguns casos, a prestação de contas mostra que os ministros aproveitavam para levar seus filhos para o passeio. Uma das presenças mais frequentes no evento português, o também ministro do Supremo Marco Aurélio Mello fez isso em 2017. Na ocasião, ele viajou com seu filho, Eduardo Affonso Mello, auditor do Superior Tribunalde Justiça Desportiva, o STJD. Os dois deixaram o Brasil rumo a Portugal no dia 30 de junho e só retornaram em 10 de julho.

DE NOVO, PATROCÍNIO OCULTO

Além do Ipeja, outra entidade já conhecida e que recentemente caiu no radar da Lava Jato figura como importante parceira de Itaipu para a realização de eventos com ministros de tribunais superiores pelo mundo. Trata-se da FGV Projetos, o braço de assessoria técnica da prestigiada fundação com sede no Rio de Janeiro que chegou a ser alvo de um dos desdobramentos da Lava Jato fluminense por suspeita de elaborar pareceres para o governo de Sérgio Cabral que ajudavam a justificar os acertos ilícitos entre empresas e o estado.

Nos documentos obtidos por Crusoé, a FGV Projetos foi a instituição que mais conseguiu captar recursos para eventos jurídicos, por meio de dois convênios que somam 4,9 milhões de reais e foram utilizados para a produção de nove seminários e palestras e para a elaboração de um estudo sobre a imagem do Judiciário. A prestação de contas mostra que, a exemplo do convênio com o Ipeja, há casos de ministros de tribunais superiores que ganharam passagens para o exterior com parentes. Também há passagens áreas para destinos sem relação nenhuma com os eventos que foram objeto do patrocínio.

De novo aqui aparece o atual presidente do STJ, João Otávio de Noronha. Ele participou da sétima edição do Fórum Jurídico de Lisboa, realizado dos dias 22 a 24 de abril deste ano na capital portuguesa. O evento, organizado pelo IDP, o instituto de direito do qual o ministro Gilmar Mendes é sócio, era mais um com patrocínio de Itaipu, embora a logomarca da companhia não estivesse estampada no material de divulgação. A edição de 2019 do chamado “fórum do Gilmar” foi colada com a Semana Santa, feriado no qual tanto o Supremo quanto o STJ emendaram do dia 17, uma sexta-feira, até 21 de abril, um domingo. Um dos convidados, João Otávio Noronha foi para Lisboa quatro dias antes do início do evento, em 18 de abril. E, mesmo depois de encerrado o fórum, de novo aproveitou para ampliar seu roteiro. Sempre com passagens pagas por Itaipu, de acordo com os documentos apresentados pela FGV na prestação de contas.

No dia 25, o presidente do STJ seguiu de Lisboa para Paris, onde ficou até 1º de maio. Por justiça, é importante dizer: Noronha aproveitou a viagem para compromissos profissionais. Em Paris, ele assinou um acordo de cooperação com o presidente da Corte de Cassação da França, Bertrand Louvel. Isso foi em 29 de abril. No mesmo dia, Noronha participou, junto com outros ministros do STJ e magistrados franceses, de um seminário sobre direito ambiental. Nada, porém, tinha relação com Itaipu, a fonte pagadora das passagens daquele seu périplo europeu.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, por sua vez, foi outro que aproveitou o evento do colega Gilmar em Lisboa para passar o feriado da Semana Santa na Europa com a mulher. Também com passagens pagas por Itaipu, os dois foram para a capital portuguesa em 14 de abril, oito dias antes do início do fórum, e retornaram no dia 22, depois de o ministro proferir uma palestra no primeiro dia do evento sobre “reformas na Justiça”. Gilmar, o anfitrião, também viajou às expensas de Itaipu. Ficou em Lisboa de 19 a 28 de abril. O evento do IDP , que tem Gilmar como coordenador centífico, é organizado em parceria com a FGV Projetos. Antes, era o próprio instituto do ministro que recebia diretamente os patrocínios (só de Itaipu, desde 2016, o IDP recebeu 810 mil reais), como Crusoé já mostrou em reportagem. Agora, é a FGV quem cuida disso – e por essa razão foi ela, a fundação, que recebeu os recursos da binacional para a edição deste ano do evento.

Para esse mesmo evento também foram convidados à custa do patrocínio de Itaipu o presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o senador Jaques Wagner, o ministro do Tribunal de Contas da União Bruno Dantas, o ex-diretor da Polícia Federal Leandro Daiello e o desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região João Pedro Gebran Neto. Santa Cruz, Ibaneis, Wagner, Dantas e Gebran tiveram as despesas de hospedagem custeadas pela binacional. Foram alojados no luxuoso Tivoli, um dos hotéis mais exclusivos da capital portuguesa. Daiello teve as passagens pagas pela companhia.

PALESTRAS REMUNERADAS

Não foram só passagens e eventos que Itaipu bancou para as excelências. A companhia também foi responsável pelo pagamento, via FGV, de um cachê de 20 mil reais ao ministro do STF Luiz Fux por sua participação no seminário “A Reforma da Previdência”, realizado no centro cultural da fundação, no Rio, em março deste ano. A palestra, intitulada “Contornos constitucionais do sistema previdenciário brasileiro”, foi anunciada pela entidade como a mais importante do seminário, que contou ainda com a presença dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro. Na prestação de contas da FGV não consta que Maia ou José Múcio tenham cobrado para falar. Três ministros do TCU, Bruno Dantas, Benjamin Zymler e Weder Oliveira, também receberam por palestras no evento. Só que, no caso deles, o crédito não chegou exatamente pela pessoa física. Foi por meio de empresas que eles abriram exatamente para essa finalidade. Zymler recebeu 20 mil. Os outros dois ganharam 15 mil pela participação no seminário.

A prestação de contas apresentada pela FGV Projetos a Itaipu inclui ainda uma despesa de 410 mil reais para a elaboração de um “sumário executivo” para uma pesquisa destinada a traçar um diagnóstico da imagem do Poder Judiciário. A pesquisa seria feita, em seguida, pelo Ipespe, instituto do cientista político Antônio Lavareda, com sede em Recife. Itaipu foi informada de que o pedido para que a pesquisa fosse realizada partiu do presidente do STF, Dias Toffoli. O pagamento foi feito em maio deste ano.

Os documentos das prestações de contas também jogam luz sobre detalhes da organização dos eventos jurídicos. No ano passado, por exemplo, a FGV Projetos organizou um seminário em Nova York para discutir direito e economia. O evento foi realizado na Universidade Columbia. Em seu site, a entidade anunciou que o seminário tinha o “apoio” da tradicional instituição de ensino americana. Podia até ter. Mas não saiu de graça, diferentemente do que a propalada parceria com a instituição americana poderia fazer crer: Columbia cobrou 7 mil dólares para alugar um de seus auditórios para o palavrório dos brasileiros. Essa conta também foi espetada nos cofres de Itaipu. Já a Brazilian American Chamber of Commerce, também anunciada como apoiadora do evento, recebeu 35 mil dólares. Há, no material, casos em que a patrocinadora Itaipu não tinha sua marca exibida nos eventos. Isso aconteceu na edição de 2017 do evento de Coimbra, por exemplo. Para explicar a razão pela qual a marca da binacional não havia sido exposta no pórtico de entrada do evento e na newsletter da Universidade de Coimbra, os organizadores mandaram um documento informando que foi “por problemas de natureza técnica com o prestador de serviços que teve seus arquivos danificados”.

LUXO DE GRAÇA

Em meio à documentação das prestações de contas, uma outra fatura apresentada pela FGV Projetos chama a atenção. Trata-se do pagamento de 211 mil reais feito em 10 de janeiro deste ano por Itaipu referentes a reservas em um hotel em Nova York para quinze pessoas, em sua maioria autoridades da cúpula do Judiciário brasileiro, como o presidente do STF e seu colega Gilmar Mendes, além do presidente do STJ e outros três ministros da corte. O local reservado para as excelências? O luxuoso Hotel Plaza Athénée, encravado no coração de Manhattan. As reservas de Toffoli, Mendes, Noronha e mais treze pessoas iam de 27 de novembro a 1º de dezembro de 2018 e apareciam relacionadas na fatura ao 2º Seminário Direito e Economia, realizado na cidade americana pela FGV. O problema é que o evento, como Crusoé mostrou em reportagem publicada no ano passado, foi realizado no começo do mês. A FGV não esclareceu a divergência de datas. Também não explicou se essas reservas se referem a um segundo evento. No período que consta dos documentos apresentados na prestação de contas da GV, Gilmar e Dias Toffoli estavam no Brasil. Só as passagens de ida e volta de Toffoli que a fundação anexou à prestação de contas somam 27 mil reais.

Em outros eventos, as entidades não deixam claro, nem mesmo na prestação de contas, quem são as autoridades que estão viajando e ganhando hospedagens com dinheiro público. A FGV Projetos e o Ipeja utilizam sempre agências de viagens que, muitas vezes, cobram as despesas de várias passagens e hospedagens em conjunto por meio de boletos que não detalham quem são os beneficiários das reservas. Em 2016 a FGV Projetos pagou, em duas parcelas, faturas referentes à reserva de 40 quartos no Hotel Tryp Coimbra para um seminário realizado naquele ano na cidade, mas não detalhou quem se hospedaria. Ao apresentar a fatura do hotel, porém, o estabelecimento português entregou que uma das reservas faturadas dizia respeito a uma “noite extra de Gilmar Mendes”.

O AFILHADO GENEROSO

As mordomias eramfacilitadas porque as excelências convidadas – e também as entidades que as convidavam — tinham dentro de Itaipu um aliado. Trata-se de Cezar Ziliotto, nomeado em 2013 para o cargo de diretor-jurídico da binacional. A nomeação foi assinada pela então presidente Dilma Rousseff. Ziliotto chegou lá a partir de uma indicação do ex-governador do Paraná Roberto Requião em parceria com o então deputado federal Ratinho Júnior, atual governador do estado. Percebeu o poder da caneta que tinha em mãos e, em nome da divulgação da imagem da hidrelétrica no universo jurídico, começou a fechar convênios com as entidades e a patrocinar eventos e mais eventos. Sua boa vontade nos convênios com entidades jurídicas o aproximou, primeiro, de Gilmar Mendes, dono do IDP. Depois, ele ficou próximo também de Dias Toffoli. Os dois ministros, Gilmar principalmente, acabaram transformando-o numa espécie de afilhado político em Brasília. Quando Michel Temer chegou ao poder, em 2016, houve uma corrida pelo cargo, mas Ziliotto foi mantido. No Planalto, a decisão de deixá-lo na diretoria de Itaipu foi atribuída a um pedido de Gilmar. Em janeiro deste ano, logo após tomar posse, Jair Bolsonaro decidiu militarizar a gestão de Itaipu. Pôs no comando da binacional o general Joaquim Silva e Luna. A maior parte da diretoria foi trocada. Os convênios com as entidades jurídicas foram rescindidos. Faltava demitir quem os assinava. Luna, porém, encontrou dificuldades para demitir Ziliotto. O esforço de Gilmar e Toffoli para mantê-lo foi grande. Ziliotto resistiu o quanto pôde. Até que um cartapácio contendo detalhes da farra dos patrocínios na diretoria jurídica chegou ao Palácio do Planalto. Foi o suficiente para que sua exoneração, antes complicada, finalmente saísse. Como informou o Diário de Crusoé, a decisão foi publicada na última terça-feira, dia 7, no Diário Oficial da União.

ACESSO FACILITADO

A estratégia da diretoria jurídica de Itaipu sempre foi se aproximar das cortes para ter um bom trânsito nos gabinetes de seus ministros. Muitas das excelências que participaram nos últimos anos de eventos patrocinados pela estatal e, por isso, tiveram despesas pagas com dinheiro de seus cofres, têm sob sua responsabilidade processos de interesse da companhia. De 2015 para cá, só no STF foram protocoladas 14 ações que têm Itaipu como parte. Três deles tratam de ações de reintegração de posse movidas pela binacional contra famílias que se instalaram na faixa de preservação do reservatório da hidrelétrica e estão sob análise de Dias Toffoli. Já Marco Aurélio Mello, que também viajou à custa da empresa, tem sob sua relatoria uma ação civil que discute se Itaipu pode contratar funcionários sem realizar concurso público. O processo se arrasta na corte desde 2012. Cezar Ziliotto, o diretor que assinava os convênios de patrocínios, aparece entre os advogados de Itaipu na ação. No STJ, só neste ano chegaram quatro processos que têm Itaipu como parte. Três foram enviados para gabinetes de ministros que também já foram a eventos pagos pela empresa.

Além de beneficiarinstitutos famosos e próximos do poder togado em Brasília, os generosos recursos de Itaipu também eram destinados a entidades menores. Era raro, mas acontecia de algumas dessas organizações de menor porte e menos prestígio terem prestações de contas serem questionadas pela área técnica da companhia – algo incomum entre as grandes. Da Amapar, a associação do juízes do Paraná, Itaipu chegou a cobrar informações sobre inconsistências detectadas nos documentos enviados para justificar os gastos em uma série de eventos realizada entre 2017 e 2018 e cujo encerramento ocorreu no luxuoso Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu. Nesse caso, os auditores de Itaipu quiseram saber os nomes dos beneficiários de passagens aéreas e de hospedagens no complexo. A entidade acabou informando quem eram os passageiros — os ministros do STJ Luis Felipe Salomão, Paulo Ribeiro e Ricardo Cueva estavam entre eles –, mas deixou claro o incômodo. “Destacamos que a exposição de valores individuais viola o direito à individualidade garantido pela Constituição Federal.” A preocupação tinha razão de ser. Nessa mesma prestação de contas, havia despesas consideradas incompatíveis com o patrocínio, especialmente bebidas alcoólicas: Aperol Spritz, Dry Martini, vinho, cerveja e chopp. No rol de gastos que haviam sido incluídos entre as despesas pagas com dinheiro da companhia havia até mesmo um frasco de desodorante. A associação não gostou de ser cobrada: “Entendemos que todos os valores deveriam ser contabilizados como pagos”.

‘INEXISTEM MORDOMIAS’

Crusoé tentou ouvir todos os personagens citados nesta reportagem. Cezar Ziliotto, o ex-diretor-jurídico de Itaipu, disse que não houve pagamento de mordomias para autoridades em sua gestão. “Inexistem mordomias. Itaipu sempre teve uma política de incentivo à promoção de iniciativas culturais, sociais e jurídicas. O investimento nesses projetos é positivo para a empresa e para a difusão do conhecimento”, afirmou. Indagado sobre sua relação com Toffoli e Gilmar Mendes, ele respondeu: “O responsável pela coordenação dos processos de Itaipu no Judiciário tem o dever de manter um bom relacionamento profissional e respeitoso com representantes de todo o sistema de justiça. Pessoalmente, tenho respeito e admiração por todos os integrantes dos tribunais superiores”. O STF e STJ, para os quais foram enviados questionamentos destinados aos ministros de ambas as cortes que aparecem como participantes dos eventos, não enviaram resposta. Gebran Neto, do TRF-4, afirmou que não tinha conhecimento de quem eram os patrocinadores do evento de que participou, em Portugal. A FGV Projetos, ao invés de responder as perguntas, enviou nota atacando os jornalistas de Crusoé. “A FGV PROJETOS repele, com veemência, as insinuações lançadas, que maculam sua imagem e, em ataque ao próprio Poder Judiciário brasileiro, colocam em dúvida a idoneidade de vários de seus membros”, diz o texto. A nota diz ainda que os eventos realizados pela fundação “somente elevaram o conceito do Brasil no exterior”.

















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