Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

Mostrando postagens com marcador Periodici. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Periodici. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de junho de 2026

Moraes se Ferrou: Foi Humilhado pela Justiça da Itália!

 deltandallagnol/youtube


Moraes se Ferrou: Foi Humilhado pela Justiça da Itália!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=KS_PU2Qjwg0

domingo, 17 de maio de 2026

Gilmar HUMILHA Fachin e racha STF ainda mais! Treta suprema

 andrémarsiglia/youtube


Gilmar HUMILHA Fachin e racha STF ainda mais! Treta suprema


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=ZNdOtdVm6jM

sábado, 25 de abril de 2026

A oposição na mira do STF

 Lucas Berlanza


Alexandre de Moraes abriu um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro, postulante à Presidência pelo Partido Liberal e nome mais forte para a disputa com Lula, por um comentário em que o parlamentar associou o petista ao ex-ditador (é bom poder escrever isso!) da Venezuela Nicolás Maduro. Essa denúncia poderia ser feita contra qualquer pessoa que se disponha a falar a verdade.

Há pouco, Gilmar Mendes pediu ao mesmo colega Moraes para incluir o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, que se apresenta para a mesma disputa presidencial pelo Partido Novo, no famigerado inquérito das Fake News – novamente, um inquérito quimérico, sem prazo de encerramento, em que Moraes se coloca como juiz, investigador e vítima ao mesmo tempo. O motivo? A republicação nas redes sociais de um vídeo satírico sobre os ministros do STF.

É evidente que o regime, alvejado pelos escândalos recentes, está tentando intimidar os críticos, perseguindo descaradamente a oposição para a proteção dos anseios corporativistas dos juristocratas.

Que colunistas como Merval Pereira, porém, não finjam surpresa e não falem timidamente em terem apenas cometido “descuidos”. Já havia perseguição, pelo menos, desde a censura da Crusoé. Desde que o inquérito das Fake News começou. Desde que parlamentares foram acuados em virtude de suas palavras.

Desde que os presos do 8 de janeiro foram cruelmente usados para a construção de uma narrativa totalmente mentirosa para sustentar o arranjo STF-governo Lula-setores da grande imprensa. Tenham mais respeito pela capacidade cognitiva alheia!








PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-oposicao-na-mira-do-stf/

sábado, 21 de março de 2026

FALÊNCIA MÚLTIPLA

 gilbertosimõespires/pontocritico


A PREVIDÊNCIA SOCIAL ESTÁ QUEBRADA

Os leitores que acompanham o Ponto Critico são testemunhas do exaustivo número de editoriais que dediquei para explicar que a infeliz, desastrosa e amplamente mutilada -REFORMA DA PREVIDÊNCIA-, da forma que promulgada em 13/11/ 2019, por meio da Emenda Constitucional 103, deixava bem claro que -muito em breve- o DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA SOCIAL (administrada pelo governo), que já era avassalador, entraria em -MODO INSUPORTÁVEL-. Na mosca: em 2025, os GASTOS COM BENEFÍCIOS atingiram a cifra de R$ 1,03 trilhão (12% do PIB) e para fechar a conta, o TESOURO NACIONAL (e não os CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA) precisou DESEMBOLSAR A QUANTIA DE R$ 320,9 BILHÕES, ou seja R$ 7,1 BILHÕES A MAIS QUE O ANO ANTERIOR.

ENDIVIDAMENTO PÚBLICO

Como não há recurso ORÇAMENTÁRIO para cobrir o crescente ROMBO NAS CONTAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, o TESOURO NACIONAL se vê obrigado a EMITIR E VENDER TÍTULOS DO GOVERNO, elevando cada vez mais o já DRAMÁTICO AUMENTO DA DÍVIDA PÚBLICA. Ou seja, o GOVERNO não se ENDIVIDA com o propósito de -ALAVANCAR O DESENVOLVIMENTO-, MAS DE COBRIR GASTOS E ROMBOS tidos e havidos como CRÔNICOS E/OU CRIMINOSOS. Pode? 

TESOUREIRO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS

Como se vê, do jeito e forma com que o Congresso Nacional aprovou e promulgou, em 2019, a REFORMA DA PREVIDÊNCIA, as nítidas e criminosas MUTILAÇÕES que o TEXTO DA PROPOSTA ORIGINAL SOFREU ao longo da tramitação, antecipavam, como afirmei inúmeras vezes, que não -HOUVE REFORMA-. Na real, o que resultou aprovado no Congresso Nacional foi a GARANTIA de que, no Brasil, a PREVIDÊNCIA SOCIAL NÃO TEM O MENOR COMPROMISSO COM A SUA SUSTENTAÇÃO. Ao invés de ser SUSTENTADA POR CONTRIBUIÇÕES DOS FUTUROS APOSENTADOS, ESTA TAREFA FOI TOTALMENTE ENTREGUE, POR LEI, AO TESOURO NACIONAL, o qual, gostem ou não, é o TESOUREIRO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS.

ENVELHECIMENTO

Mais do que sabido (bem antes da promulgação da -REFORMA DA PREVIDÊNCIA-), o povo brasileiro, como bem apontam todas as estatísticas, ENVELHECE EM RITMO ACELERADO. A expectativa de vida, que era de 71 anos em 2000, passou para quase 75 em 2020 e deve ultrapassar 81 anos em 2050. Ao mesmo tempo, a TAXA DE FECUNDIDADE caiu, e com isso a população em IDADE ATIVA cresce pouco. Assim, a projeção do Ministério da Previdência Social indica que o número de aposentados deve dobrar nos próximos 30 anos, enquanto o contingente de contribuintes tende a permanecer praticamente estável. Na prática, como aponta a jornalista Rose Amantéa, da Gazeta do Povo, isso significa menos trabalhadores na ativa sustentando um número cada vez maior de beneficiários — a engrenagem central do sistema de repartição com benefício definido, no qual o trabalhador já sabe previamente quanto vai receber ao se aposentar.


















publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/falencia-multipla

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Isso a Globo não mostra para você

 Pri/x


O ministro Dias Toffoli, do STF, passou pelo menos 168 dias no Resort Tayayá desde dezembro de 2022. As diárias dos seguranças do ministro nessas viagens consumiram R$ 548,9 mil dos cofres públicos. Ele foi ao Tayayá sete vezes desde que o resort foi vendido ao advogado Paulo Humberto Barbosa, em abril de 2025. Nessas sete viagens, passou 58 dias no local.



domingo, 28 de dezembro de 2025

Uma nova obra de referência sobre os companheiros de partido de Hitler

  Rainer Zitelmann


Quem realmente entrou para o partido de Hitler? Quantos alemães se tornaram membros do partido que se apresentava como o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP)? Os alemães foram obrigados a entrar, como alguns membros afirmaram após a guerra? De quais classes sociais o partido recrutava seus membros? E por que os membros aderiram ao partido?


Sobre esse tema, o renomado cientista político e historiador contemporâneo Jürgen W. Falter acaba de publicar um novo livro, recém-lançado pela Routledge: Hitler’s Party Comrades. The NSDAP Party Members 1919–1945 [em português, Os Membros do Partido de Hitler: Os Integrantes do NSDAP, 1919–1945].


Em 30 de janeiro de 1933, no dia em que Hitler foi nomeado chanceler, o NSDAP tinha novecentos mil membros. Quando o Terceiro Reich caiu, em 1945, esse número havia aumentado para quase nove milhões. Ou, em outras palavras, cerca de um em cada sete eleitores aptos na Alemanha era membro do partido ao final da guerra.


Hitler já havia desenvolvido a teoria da “minoria histórica”, segundo a qual apenas as minorias históricas fazem a história. A minoria histórica deveria ser composta por indivíduos “corajosos”, dispostos a fazer grandes sacrifícios, tanto pessoais quanto profissionais. Segundo Hitler, antes que um movimento político chegue ao poder, durante o período em que é ferozmente combatido pela elite estabelecida e outros opositores, ele inevitavelmente atrairá apenas membros “valentes”. No entanto, uma vez que o partido assumisse o poder, Hitler alertava em Mein Kampf que um número crescente de oportunistas se filiaria ao partido em busca de vantagem própria ou para alavancar suas carreiras. De fato, foi exatamente isso que aconteceu. Após 30 de janeiro de 1933, o oportunismo e as ambições de carreira passaram a ter um papel cada vez mais importante no recrutamento de novos membros: somente entre 30 de janeiro e o final de abril de 1933, 1,75 milhão de pessoas se filiaram ao NSDAP, momento em que as novas adesões foram novamente suspensas. Mas, apesar das frequentes interrupções no recrutamento, o número de membros do partido continuou a crescer de forma expressiva.


Após a guerra, muitos membros afirmaram que haviam sido forçados a entrar para o partido. Apesar de sua análise detalhada, Falter não encontrou evidências que sustentem essas alegações. Na verdade, os membros podiam deixar o partido e cancelar suas filiações livremente. Ao todo, 760 mil pessoas se desligaram do NSDAP entre 1925 e 1945, sendo 250 mil antes de janeiro de 1933 e quase meio milhão deixaram o partido durante a ditadura nazista.


Para este estudo, Falter analisou, de longe, a maior e mais abrangente amostra proveniente dos dois principais índices de carteiras de membros do NSDAP. Como Falter demonstra, um número desproporcionalmente grande de profissionais de colarinho branco e funcionários públicos se filiaram ao partido após 30 de janeiro de 1933. Ainda assim, a proporção de trabalhadores braçais no NSDAP sempre foi muito maior do que se supunha anteriormente. Semelhante aos eleitores do partido, cerca de 40% dos membros do NSDAP eram da classe trabalhadora. Em termos de composição social, o NSDAP não era um partido de trabalhadores nem de classe média, mas sim um “partido de protesto abrangente”. Homens estavam muito mais representados no partido do que mulheres, fato que também se aplicava a outros partidos políticos da Alemanha de Weimar.


Onde o NSDAP diferia dos outros partidos, porém, era na juventude de seus apoiadores. Nos primeiros anos, a maior parte dos novos membros tinha menos de trinta anos — incluindo muitos com menos de vinte e cinco. Depois, à medida que o partido envelhecia, a idade média de seus membros também aumentava. Em resposta, após a segunda suspensão de novas filiações, em 1942, apenas aqueles que haviam passado pela Juventude Hitlerista (Hitler Youth) e da BDM passaram a ser aceitos, além de sobreviventes de guerra e pessoas que haviam deixado a Wehrmacht. A ideia era que o partido permanecesse jovem.


Não existia um único e abrangente motivo para alguém se tornar nacional-socialista. Uma análise citada por Falter mostra que 50% dos maiores de quarenta anos — mas apenas 26% dos que tinham entre vinte e quarenta — apontavam a hostilidade contra os judeus como motivo principal para entrar no partido. Não há dúvida de que o NSDAP era um partido profundamente antissemita, mas Hitler sabia que o antissemitismo mobilizaria apenas uma minoria de eleitores. Ao contrário dos primeiros anos do NSDAP, Hitler não dava ênfase principal a motivos antissemitas em seus discursos no fim da década de 1920. Em vez disso, dedicou muito mais atenção às suas promessas sociais: “De mãos dadas com o ideal de Volksgemeinschaft (comunidade nacional), havia também, muitas vezes, o desejo de abolir privilégios e o sistema de classes vigente. A combinação de nacionalismo e socialismo no nome, somada ao programa político do partido, foi um fator importante para aumentar a atratividade do NSDAP.”









publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/resenhas/uma-nova-obra-de-referencia-sobre-os-companheiros-de-partido-de-hitler/

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Motta entrega cabeças bolsonaristas ao ex-presidiário Lula e à facção do STF

 diariodopoder


A decisão de pautar a cassação de mandatos na Câmara foi associada espertamente pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Rep-PB), ao projeto da dosimetria. Políticos mais experientes destacam que Motta viu a oportunidade de prestar vassalagem a Lula e ao STF, entregando-lhes de bandeja as cabeças dos deputados bolsonaristas Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro (RJ) e Carla Zambelli (SP) por diferentes razões, mas sobretudo porque desafiam autoridades que tentam riscá-los do mapa.

Jogada esperta

Para acalmar a direita, Motta incluiu Gláuber Braga (Psol-RJ), que havia prometido proteger, acusado de expulsar cidadão da Câmara a pontapés.

Cabeças entregues

Motta pautou a “dosimetria”, mas avisou que não pode “garantir” que o mesmo aconteça no Senado. Aliás, ele torce para que isso não aconteça.

Chances mínimas

O dono da pauta do Senado é do seu presidente, Davi Alcolumbre, que anda louco para se reconciliar com Lula, e dono de muuuitos cargos.

Cenoura de burro

Além de entregar as cabeças que Lula e o STF queriam, Motta ainda enterra o projeto da anistia, usando a dosimetria como cenoura de burro.


Diário do Poder




















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/12/motta-entrega-cabecas-bolsonaristas-ao.html

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Bolsonaro x Lula: a VERDADE sobre as prisões

 DELTANDALLAGNOL/YOUTUBE


Bolsonaro x Lula: a VERDADE sobre as prisões


CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA

https://www.youtube.com/watch?v=-Q3m1mWvA_M

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Desgoverno do 'cartel lula-stf-globolixo' já torrou R$1,53 bilhão com viagens

  Valor inclui passagens e principalmente diárias pagas a funcionários

diáriodopoder


Sem incluir as viagens do presidente, da primeira-dama e outras 45 autoridades que desfrutam do luxo de jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB), cujas despesas são protegidas por sigilo, o governo Lula (PT) admite já ter consumido mais de R$1,53 bilhão este ano com passagens e principalmente diárias pagas a funcionários. Até 3 de novembro, data da última atualização do Portal da Transparência, o governo petista torrou R$927,3 milhões com diárias e R$598,5 milhões com passagens. A informação é destaque da Coluna Cláudio Humberto deste domingo (16).

O governo do PT também gastou mais R$7,7 milhões com “outros gastos” como taxas de agenciamento, restituições etc.

As viagens internacionais dos funcionários de Lula custaram R$206,8 milhões aos pagadores de impostos, até agora, em 2025; 13% do total.

Em 2023, Lula bateu recorde de despesas com viagens (R$2,3 bilhões). Em 2024, renovou o recorde: R$2,4 bilhões. Em 2022, foram R$1,55 bi.








publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2025/11/desgoverno-do-cartel-lula-stf-globolixo.html

sábado, 25 de outubro de 2025

O ACORDO: Lula divulga novela e GLOBO faz propaganda "GRÁTIS"

 rubinhonunes/youtube


O ACORDO: Lula divulga novela e GLOBO faz propaganda "GRÁTIS"


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=ZN8jCMnp72s

DEPOIS NÃO SABEM PORQUE O BRASIL SE AFUNDA A CADA NOVO DIA

 INFOMONEY25/INSTAGRAM


DEPOIS NÃO SABEM PORQUE O BRASIL SE AFUNDA A CADA NOVO DIA



domingo, 19 de outubro de 2025

'Tope a briga, ministro'  

 Augusto Nunes -  O que não falta por aí é valentão sem coragem física


— Está incompleta — queixou-se Gilmar Mendes a um amigo depois de ler nesta coluna a lista de 20 culpados sem cura que livrou da cadeia. — E os outros? 


— Não cabia todo mundo — ponderou o confidente. — A lista completa é mais extensa que o desfile de bandalheiras do Sérgio Cabral. 


— Não custaria lembrar que não fujo de briga, mas sei perdoar e às vezes tenho de lutar para não chorar — lastimou o inventor do pranto convulsivo sem lágrima. — Precisei tomar água até na despedida do Barroso. 


Comovida com a decepção do decano do Supremo Tribunal Federal, a coluna tratou de resgatar na internet vídeos e reportagens que documentam o lado brigão do queixoso. Vídeos gravados em Lisboa informam que finge não ouvir os inevitáveis insultos berrados por brasileiros que reconhecem aquele sessentão de tênis zanzando pelas ruas. A vontade de mandar prender é traída pelo sorriso amarelo e pelo olhar de quem examina vitrines imaginárias. É nas dependências do STF que recupera a confiança nos superpoderes conferidos pela toga. 




No caso de Gilmar Mendes, a certeza de que é um homem especialíssimo costuma manifestar-se em bate-bocas de ruborizar brigão de cabaré de antigamente — e, de vez em quando, em reconciliações enfeitadas pela infiltração de juristas alemães no palavrório em juridiquês erudito. Foi assim na sessão em que Luís Roberto Barroso anunciou que decidira aposentar-se.




— A vida nos afastou e nos aproximou 


— começou Barroso, olhando para Gilmar. 


— Fico feliz que tenha sido assim, e sou grato pela sua parceria valiosa, nos dois anos de minha gestão, e por sua defesa firme do tribunal, nos momentos mais difíceis. 


— Sua Excelência sabe do apoio que eu lhe prestei, e não foi nenhum favor, mas na verdade um dever, durante esses dois anos difíceis. 


Opero, sempre que posso… (a voz embargada é socorrida por um gole de água) … como um paradigma da ética da responsabilidade, de que fala Weber, e que é um clássico. Por isso, não guardo mágoas.


Estão revogados, assim, tanto o parecer emitido há sete anos por Barroso quanto o troco dado por Gilmar. 


Trechos do parecer: “Você é uma pessoa horrível… uma mistura do mal com pitadas de psicopatia… uma desonra para o STF… temperamento agressivo, grosseiro e rude… você nos envergonha…”. O troco, repetido aos gritos: “Então, feche o seu escritório! Feche o seu escritório!”. 


A reconciliação liberou o decano para concentrar-se em Luiz Fux. Antigo desafeto, o único juiz concursado do STF voltou à mira de Gilmar com o voto solitário que implodiu, no julgamento de Jair Bolsonaro e aliados do ex-presidente, a fantasia forjada para acusar os réus de criarem um tipo de golpe de Estado que dispensa tropas, comandante, armas e planos. 


Bastam um esquema de abastecimento.baseado num carrinho de algodão doce, um batom e a mobilização de centenas de paisanos inconformados com a posse do presidente condenado por ladroagem em três instâncias e resgatado da cadeia por Gilmar e seus parceiros.


O cartel do brigão inclui ataques de baixíssimo nível a adversários nada combativos. Cármen Lúcia, por exemplo, virou discípula. Nunes Marques ouviu em silêncio a mesma ladainha — “Não há salvação para o juiz covarde” — e em silêncio continua. Ricardo Lewandowski, também insultado, já caiu fora do tribunal. Joaquim Barbosa levou o decano às cordas, mas preferiu deixar a corte antes da hora. Um possível oponente, André Mendonça, nunca vai além do segundo round. Sobrou Luiz Fux, o alvo da vez. 


Na quinta-feira, o magistrado solitário foi novamente provocado por Gilmar. Ainda inconformado com o voto desmoralizante para carcereiros compulsivos, o decano enfureceu-se com o pedido de vista que interrompeu temporariamente a perseguição sofrida pelo senador Sergio Moro. “Vê se consegue fazer um tratamento de terapia para se livrar da Lava Jato”, caprichou na redundância o gerentão do Supremo. “Eu o critico publicamente por considerá-lo lamentável”. Tomara que Fux tope o confronto e se inspire no exemplo dos brasileiros de Lisboa. 


O que anda sobrando no Brasil é valentão que, chamado para uma briga de verdade, sai à francesa por falta de coragem física. 


Augusto Nunes - Revista Oeste








PUBLICADAEMhttps://rota2014.blogspot.com/2025/10/augusto-nunes-tope-briga-ministro.html

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

R$20 BILHÕES! É o que VAI CUSTAR a MENTIRA do DÉFICIT dos Correios que "NÃO EXISTIA"

RUBINHONUNES/YOUTUBE


R$20 BILHÕES! É o que VAI CUSTAR a MENTIRA do DÉFICIT dos Correios que "NÃO EXISTIA" 


CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA

https://www.youtube.com/watch?v=mt-MEVJ4qCI

sábado, 11 de outubro de 2025

O mito da soberania nacional e o silêncio imposto ao indivíduo

  João Loyola


Poucos conceitos são tão sedutores no vocabulário político quanto a soberania nacional. Ela é evocada como escudo contra críticas externas, como justificativa para políticas intervencionistas e como bandeira para despertar sentimentos patrióticos. A palavra, carregada de emoção, parece intocável. Entretanto, por trás desse apelo retórico, há um perigo real: quando a soberania nacional é tratada como valor supremo e absoluto, ela se transforma em mito e, como todo mito político, serve para legitimar a expansão do poder do Estado e calar a voz do indivíduo.


Benjamin Constant, ao diferenciar a liberdade dos antigos e a liberdade dos modernos, já alertava que a liberdade coletiva, quando colocada acima da individual, tende a reduzir o cidadão a uma parte indistinta do corpo político. O mito da soberania nacional muitas vezes se encaixa exatamente nesse problema. Ao exaltar a “nação” como sujeito de direitos, transforma o indivíduo em objeto, que existe não para exercer sua própria soberania pessoal, mas para servir a um ente abstrato chamado pátria. Nesse processo, a pessoa perde espaço de autodeterminação e passa a viver subordinada ao interesse estatal.


O liberalismo sempre colocou o indivíduo no centro. Friedrich Hayek, em O Caminho da Servidão, advertia que, quando a retórica política serve para justificar concentração de poder, abre-se espaço para o autoritarismo em nome de fins nobres. A soberania nacional, quando absolutizada, cumpre exatamente esse papel: blinda governantes contra críticas e cria um discurso segundo o qual qualquer oposição enfraquece a pátria. Ludwig von Mises reforçava essa ideia ao afirmar que o Estado não é fim em si mesmo, mas instrumento para proteger a liberdade e a propriedade. Quando a soberania nacional passa a ser usada como justificativa para censura, intervencionismo econômico ou guerras, ela deixa de ser instrumento e se converte em ídolo político.


A história oferece exemplos eloquentes. O regime nazista construiu todo o seu aparato retórico em torno da “vontade da nação” e da defesa da soberania alemã contra inimigos externos e internos. Em nome disso, perseguiu minorias, calou opositores e submeteu milhões de indivíduos a uma lógica coletiva opressora. A União Soviética, sob a bandeira da “soberania do povo”, fez o mesmo: em vez de proteger a autodeterminação de cada cidadão, sufocou vozes divergentes e consolidou o poder centralizado do partido. Na América Latina, ditaduras militares repetiram esse expediente ao afirmar que era preciso defender a soberania nacional contra ameaças externas, legitimando assim a censura, a tortura e a supressão de liberdades básicas.


Mesmo em regimes democráticos, o mito persiste. Líderes populistas, tanto de esquerda quanto de direita, frequentemente invocam a soberania nacional para justificar barreiras comerciais, restrições à circulação de informações e políticas de vigilância. Rússia e China apresentam a defesa da soberania como razão para controlar a internet e sufocar a liberdade de expressão. Venezuela e Nicarágua usam o mesmo argumento para perseguir opositores, apresentando toda crítica como ameaça à integridade nacional. Em todos esses casos, a retórica da soberania nacional funciona como um manto que cobre práticas autoritárias.


Do ponto de vista liberal, é essencial resgatar o conceito correto de soberania. A soberania mais importante é a do indivíduo sobre sua vida, seu corpo e sua propriedade. Isaiah Berlin, ao diferenciar liberdade negativa e positiva, mostrou que a verdadeira liberdade é a ausência de coerção: é o espaço no qual o indivíduo pode agir sem ser obrigado por outros. Quando a soberania nacional é colocada acima dessa liberdade, ela cria a ilusão de independência coletiva, mas às custas da submissão pessoal. O paradoxo é evidente: em nome da defesa da pátria, perde-se a independência do cidadão.


Essa inversão de valores é perigosa porque transforma a nação em um fim em si mesma, esquecendo que ela é apenas a soma de indivíduos livres. Quando os indivíduos são calados, a nação deixa de ser forte — torna-se apenas um organismo amorfo dominado pelo Estado. Alexis de Tocqueville, ao falar da tirania da maioria, advertia sobre o risco de a voz coletiva esmagar o pensamento divergente. A retórica da soberania nacional, quando usada como mito, cria exatamente esse ambiente: o dissidente passa a ser visto como inimigo da pátria, e sua liberdade é sacrificada em nome de uma unidade artificial.


Portanto, é urgente desconstruir o mito da soberania nacional. Defender a integridade territorial, a independência jurídica e a autonomia política de um país é legítimo, mas nunca pode servir de justificativa para reduzir a liberdade individual. Uma nação só é soberana de fato quando seus cidadãos são soberanos sobre suas próprias vidas. Quando o apelo à soberania é usado para calar, punir ou subjugar indivíduos, o conceito perde seu valor e se transforma em máscara para o autoritarismo.


A verdadeira soberania é a do indivíduo. O respeito à pátria e às instituições deve nascer da liberdade de cada cidadão e não da sua submissão. Uma sociedade próspera só se constrói quando vozes diversas podem se manifestar sem medo, quando escolhas individuais são respeitadas e quando a autonomia pessoal não é sacrificada em nome de abstrações políticas. Quando a soberania nacional é usada como mito para silenciar, já não estamos diante de liberdade, mas de servidão disfarçada.


 









publicadahttps://www.institutoliberal.org.br/blog/o-mito-da-soberania-nacional-e-o-silencio-imposto-ao-individuo/

quinta-feira, 2 de outubro de 2025

por que as facções criminosas nunca desaparecem?

 gorivaldo/instagram


Você já parou para pensar por que as facções criminosas nunca desaparecem?  Na Macacolândia, Gorivaldo explica como o crime organizado se mistura com a política, o controle social e até as eleições. Um tema polêmico, mas que ajuda a entender porque não é de interesse político acabar de vez com as...





domingo, 28 de setembro de 2025

A diferença entre as Coreias é de outro mundo! Você moraria lá?

 instagram


A diferença entre as Coreias é de outro mundo!  Você moraria lá?





sábado, 27 de setembro de 2025

Moraes se faz de sonso e manda intimar Eduardo no Brasil

 deltandallagnol/youtube


Moraes se faz de sonso e manda intimar Eduardo no Brasil


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=vk_TTiybc38

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

A VELOCIDADE QUE ESTAMOS INDO PARA O BREJO É IMPRESSIONANTE

 PANICO/FACEBOOK


A VELOCIDADE QUE ESTAMOS INDO PARA O BREJO É IMPRESSIONANTE



sábado, 20 de setembro de 2025

ATIVISTAS DE ESQUERDA SÃO UMA PIADA...

 FACEBOOK


ATIVISTAS DE ESQUERDA SÃO UMA PIADA...



sábado, 6 de setembro de 2025

ESQUERDA DEFENDE BANDIDOS

 DEPUTADOPROFCLÁUDIOBRANCHIERI/FACEBOOK


ESQUERDA DEFENDE BANDIDOS



Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More