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Wagner Moura no Bial: Desmontando Cada Argumento
clique no link abaixo e assistaQue bom te ver por aqui, seja bem vindo. Neste espaço busco repassar a informação séria, sem censura. Publico artigos e notícias que estão na internet e que acredito serem de interesse geral. Também publico textos, vídeos e fotos de minha autoria. Nos textos há sempre uma foto ou um gif, sempre ilustrativa, muitas vezes, nada tem a ver com o texto em questão. Para entrar em contato comigo pode ser em comentários nos artigos ou, então, pelo e mail andradejrjor@gmail.com.
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Wagner Moura no Bial: Desmontando Cada Argumento
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Luan Sperandio
Quanto maior o consumo de margarina no estado americano do Maine, mais indivíduos se divorciam naquela região. Deveríamos desestimular o consumo do laticínio a fim de preservar o relacionamento dos casais?
Quanto mais Nicolas Cage lança filmes em um ano, menos pessoas morrem em acidentes de helicóptero. Deveríamos subsidiar filmes do ator norte-americano para evitar mortes?
Quanto maior a despesa governamental dos Estados Unidos com pesquisa tecnológica espacial, menor a taxa de suicídios. Deveríamos despender maiores recursos enviando humanos para a lua a fim de desenvolver maior saúde mental da população e salvar vidas?
As três inferências acima são levantamentos do site Spurious Correlations e ajudam a evidenciar, de forma jocosa, uma máxima da literatura das Ciências Econômicas de que uma correlação não implica em causalidade.
Contudo, a despeito disso, muitas falácias são vendidas no debate público como fatos que, por definição, tendem a ser algo cuja contestação é complexa. Isso se dá tanto por ignorância científica quanto por narrativas populistas de políticos ou grupos de interesses que manipulam a opinião pública ou parlamentar em busca de rent-seeking — conceito da Ciência Política que define a busca por renda política.
Naturalmente, dados e evidências são melhores insumos para uma tomada de decisão do que meros achismos; contudo, eles precisam ser analisados de forma adequada, buscando “observar mais profundamente as coisas que, num dado momento, parecem boas na superfície.”
É este o propósito de Fatos e Falácias da Economia, do economista norte-americano Thomas Sowell, um dos intelectuais mais subestimados de todos os tempos, segundo Steven Pinker.
Não obstante a origem pobre, Sowell conseguiu graduar-se pelas universidades de Harvard, Columbia e Chicago. Ganhou notabilidade no debate público global ao escrever obras com perspectiva histórica e econômica, sendo conhecido por transformar questões complexas em análises recheadas de evidências e com linguagem acessível para leigos. Todas essas virtudes estão presentes na obra.
Para introduzir o livro, o autor fala dos quatro tipos de falácias mais comuns: a da soma zero (negligenciando a possibilidade de relação de ganho mútuo), a da composição (ignorar as alterações entre os grupos estatísticos), das peças de xadrez (a falsa premissa de que os líderes podem planejar e colocar ordem como bem quiserem na sociedade) e a falácia do infindável (extrapola a partir de dados limitados). Na sequência, Sowell as apresenta na prática ao discutir temas como urbanização, gênero, igualdade, educação, raça, renda e desenvolvimento econômico.
Falácias da urbanização
Enquanto críticos da arquitetura reclamam da expansão urbana, da feiúra dos subúrbios e tratam com saudosismo o período em que a maior parte da humanidade estava no campo, os críticos sociais reclamam da falta de habitação na cidade e apontam a alta densidade dos bairros como a causa da criminalidade. Outros críticos são líderes comunitários, que condenam o grande deslocamento necessário para que as pessoas transitem pela cidade para poder trabalhar.
Contudo, a história do desenvolvimento urbano aponta que há vantagens econômicas para a formação das cidades. Afinal, são lugares onde os habitantes se reúnem para realizar negócios e criar uma cultura compartilhada, usufruindo de infraestruturas dispendiosas de serem construídas, como energia, saneamento básico e telecomunicações.
Por conseguinte, a densidade ou regiões periféricas não são questões ruins per si, pois é preciso que as pessoas vivam em algum lugar. Além disso, intervenções governamentais a fim de restringir esse processo podem resultar em distorções econômicas, como a partir do controle de preços de aluguéis.
Falácias sobre gênero
As mulheres sofrem injustiças no mercado de trabalho e possuem salários menores por preconceito e machismo estrutural. Para combater isso, é necessária a aprovação de legislações anti-discriminação.
Essa é a narrativa comum no debate público. Contudo, o fato de mulheres ganharem menos do que os homens pode ter contribuições e pesos maiores do que uma discriminação generalizada e do preconceito contra elas. Sowell discorre diversos estudos que isolam variáveis e apontam que salários maiores a homens de carreiras similares decorrem de maiores horas dispendidas trabalhadas.
Outros estudos marcantes da obra apontam que um percentual relevante de mulheres deixa o mercado de trabalho formal em algum momento de suas carreiras, o que contribui para um desnível salarial posterior. Esse período comumente está associado à gestação e obrigações maternas.
Como esse padrão se mostra de forma repetida, a responsável por grande parte da diferença na renda entre gêneros tende a estar mais amparada na escolha, e não na discriminação.
Falácias na educação
Há um abismo entre as universidades e as empresas. Em larga medida, por questões ideológicas de que entidades sem fins lucrativos precisam ser motivadas por ideais mais elevados do que o dinheiro.
Contudo, por que os interesses dos clientes dessas instituições (os alunos) não são priorizados? Há incentivos políticos perversos que contribuem para esse panorama, como a estabilidade dos profissionais, gestão controlada por membros do corpo docente e promoções baseadas em prestígio e tempo de serviço, e não com base em qualidade de pesquisas publicadas e ensino.
Falácias sobre a renda
Os ricos estão ficando mais ricos e os pobres mais pobres? A classe média está encolhendo? A renda de altos executivos e CEOs é díspare com o retorno dos acionistas ou o salário médio de funcionários? São algumas das principais narrativas presentes sobre renda.
Muitos dos números que fundamentam essas informações são interpretados de forma ideológica e equivocada. Entre os exemplos, está o fato de afirmar que a renda familiar da última geração dos Estados Unidos está estagnada, contudo, omite-se que a quantidade de membros das famílias diminuiu. Outro exemplo comum citado pelo autor é negligenciar auxílios governamentais ao expor a renda dos mais pobres.
Falácias raciais
A principal razão da diferença atual dos rendimentos entre negros e brancos deriva de fatos históricos da escravidão e do racismo?
A narrativa progressista afirma que discriminação e racismo são correlacionados. Todavia, ao menos na amostragem dos Estados Unidos analisada por Sowell, usar exclusivamente a raça como um classificador pode esconder outras diferenças importantes entre os grupos, como a idade. No caso do país, a idade média dos afro-americanos é cinco anos mais jovem do que a da população em geral, o que contribui para a renda ser menor, pois indivíduos mais jovens tendem a ganhar menos por possuírem menos escolaridade e experiência.
O autor aponta que outros grupos raciais também são mais jovens do que a idade média dos EUA, como asiáticos, também tendendo a ter em média renda menor do que o restante da população do país.
Países em desenvolvimento
O nível de desenvolvimento de um país muitas vezes é atribuído a questões relacionadas à colonização, geografia, questões climáticas ou à falta de auxílio econômico de países mais ricos.
Todavia, o principal fator é institucional, relacionado à tradição de lei e ordem, responsável pelo maior peso do desenvolvimento econômico.
Considerações finais
Sowell defende que questões como gênero, raça, renda, desenvolvimento econômico, entre outras, não podem ser analisadas sob a luz de emoções, a despeito de quão sensíveis ou complexas elas sejam.
Mesmo que algo seja apresentado como um fato, é necessário ter uma postura cética — tendo o princípio da prudência, como apontado por Russell Kirk em A Mentalidade Conservadora —, algo próprio também do método científico.
Fatos e Falácias da Economia é um conjunto de Sowell recheado com centenas de pesquisas, papers e trabalhos acadêmicos empíricos que podem desafiar a sua opinião sobre alguns dos temas contemporâneos mais sensíveis.
publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/fatos-e-falacias-da-economia-segundo-thomas-sowell/
Por Roberto Rachewsky
Elon Musk ficou rico com o dinheiro dos outros, assim como os políticos ficaram ricos com o dinheiro alheio.
Não está aí o problema da riqueza. A acumulação de riqueza nunca foi um problema. O problema não é matemático, não é econômico. O problema é moral, é sobre escolhas.
Elon Musk ficou trilionário porque ele teve uma visão, ideias que por serem benéficas para milhões ou até bilhões de pessoas, fizeram elas escolherem livremente investir nelas ou adquirir os produtos por ele inventados, produzidos e comercializados.
Elon Musk se tornou o mais rico indivíduo da história porque o mundo resolveu fazê-lo assim, voluntária e espontaneamente, para terem acesso ao que ele criou, sejam os produtos ou as oportunidades oferecidas no mercado de bens de consumo ou de capitais.
E os políticos que também enriqueceram através dos conchavos no governo, da corrupção, da extorsão? Eles também enriqueceram com o dinheiro dos outros, como Elon Musk.
A diferença é que Elon Musk chegou lá exercitando o princípio do comerciante, trocando valor por valor. O valor que ele tinha pelo valor que seus investidores ou consumidores tinham e escolheram nele depositar.
Esses políticos que enriqueceram usando a coerção estatal ou roubo, ou fraude, ou corrupção, não deram nada em troca pelo dinheiro obtido que o público já não tivesse. É a aplicação do princípio do parasita, simplificada na máxima do assaltante quando este diz: "A bolsa ou a vida".
Ora a vida já temos, a bolsa também. A ameaça coercitiva do parasita implica em uma falsa escolha. Essa é a questão moral que separa os Elon Musks da vida dos ministros do STF, dos burocratas das estatais, dos políticos do Congresso ou do Executivo, dos burocratas e juízes dos tribunais.
Elon usa a razão, os parasitas usam a força.
PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/os-parasitas-usam-a-forca-300626
Alex Pipkin, PhD em Administração
PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/futuro-adiado-010726
Afonso Pires Faria
Quantos absurdos são cometidos em nome do bem? E quantos deles já internalizamos e aceitamos como norma? Um deles é a obrigatoriedade da utilização do cinto de segurança. A alegação é de que ele protege os passageiros em caso de acidente. Perfeito. Nenhuma dúvida sobre isso.
Por que, então, somos obrigados a nos proteger de acidentes automobilísticos, mas não somos, por exemplo, obrigados a utilizar coletes à prova de balas quando andamos nas ruas das favelas do Rio de Janeiro? E por que não nos obrigam a ter uma arma de fogo em casa para proteger nossa família, ou quando andamos na rua durante a noite? Não! Eles não nos obrigam. Eles simplesmente nos proíbem. A coerência passa ao largo dos nossos legisladores e do nosso governo de plantão. Demagogia é o lema. É o Estado se agigantando e mostrando suas garras.
Quando não agimos mais por vontade própria e sim por ordem de um ente estatal, já estamos com o "buçal" na cabeça e o cabresto na mão deles. A razão e o bom senso deixam de valer em nome de uma ordem do Estado. Qualquer dia, este todo-poderoso, que tudo ordena, irá nos ensinar a falar a linguagem deles e não a nossa. E pode piorar. Já imaginou o dia em que resolverem que tens que chamar homem de mulher e mulher de homem, se assim se identificarem? E pode ficar mais repressivo ainda. O Estado vai te multar ou prender se chamares o indivíduo por aquilo que ele é, e não pelo que ele julga ser.
As leis são criadas sem qualquer critério de lógica e aplicabilidade. Leis estúpidas já abundam no nosso país. São leis, portarias, decretos e regulamentações que para nada servem, senão para confundir ou beneficiar algum setor que se encontra em dificuldade momentânea. Obrigar um cidadão a recompensar quem encontre e devolva um objeto roubado, proibir a exposição de recipientes com sal sobre a mesa de restaurantes, e obrigar a comercialização de preservativos em bares são alguns exemplos de leis criadas no nosso país.
Como levar a sério um governo que permite este tipo de legislação? Não são normas apenas ridículas. São, também, improdutivas. Algumas destas idiotices causam efeito contrário ao da finalidade a que se propõem. Senão vejamos: o Brasil aumenta o investimento em educação e perde posições no ranking mundial, segundo o PISA. Criam-se leis que protegem as mulheres de serem agredidas por seus companheiros. Após a sua criação o número de agressões e mortes, cresce exponencialmente. Todos estes absurdos, são produzidos por legisladores e governos muito bem remunerados. Sim, pagamos para pessoas criarem empecilhos na nossa vida.
publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/mais-ajuda-quem-pouco-atrapalha__18694
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Brasil Perde e PT Fez Jogada Perigosa Para Dominar O Senado!
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Bolsonaro Autorizou o Vídeo de Michelle Contra Flávio?
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Moraes Tentou Prender o Bolsonaro de Novo e Fracassou!
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Lula Perdeu a Arma Mais Poderosa do PT Contra Flávio!
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Moraes Quebra as Pernas da Campanha de Flávio!
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Tenente da ROTA e irmão de Eloá baleado: a covardia contra quem nos protege
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Por uma Primavera para o Brasil
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COMENTÁRIO SECRETO [react]/gazetadopovo
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Wagner Quebra o Silêncio e Ataca a PF: Mendonça Vai Deixar?!
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gilbertosimõespires/pontocritico
AVANÇO DA TECNOLOGIA
Com o avanço cada dia mais evidente e precisa da TECNOLOGIA a serviço das mais variadas ATIVIDADES ESPORTIVAS, produzindo resultados importantes, tanto no que diz respeito ao DESENVOLVIMENTO TÉCNICO E FÍSICO DOS ATLETAS quanto ao CUMPRIMENTO DAS REGRAS estabelecidas para o bom e correto DESEMPENHO DAS EQUIPES, tudo leva a crer que dentre pouco tempo DUAS PROFISSÕES SIMPLESMENTE DEIXARÃO DE EXISTIR.
ARBITRAGENS
No que diz respeito ao FUTEBOL, por exemplo, a considerar o que a FIFA definiu para ser colocado em prática já nesta tão esperada COPA DO MUNDO, em termos de TECNOLOGIA, há que se levar em boa conta que as ARBITRAGENS DE CAMPO, da forma como atuam os profissionais do APITO, favorecem a sua definitiva extinção.
NARRADORES
Da mesma forma, os NARRADORES DE JOGOS PELA TELEVISÃO ESTÃO COM OS DIAS CONTADOS. Até porque TODOS OS TELESPECTADORES QUE NÃO SÃO CEGOS têm PLENA E TOTAL CAPACIDADE DE COMPREENDER, SABER E ENTENDER o que realmente acontece no decorrer das partidas e, não raro, com a mesma visão, também fora dele.
DE FATO
Ou seja, para manter o interesse em qualquer tipo ou modalidade esportiva é preciso saber -de fato- sem a participação de quem quer que seja, o que realmente acontece no campo de jogo.
publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/profissoes-em-extincao