Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

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quarta-feira, 17 de junho de 2026

MENDONÇA REBATE GILMAR MENDES e afirma que caso Master possui "contornos de máfia"

 gazetadopovo/youtube




sexta-feira, 12 de junho de 2026

SOMOS TODOS OTÁRIOS

 EDUARDOOINEGUE/FACEBOOK


SOMOS TODOS OTÁRIOS



terça-feira, 8 de julho de 2025

Lula está p... com a The Economist

 andréguedes/facebook


Lula está p... com a the economist



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

'O governo da galhofa',

 por Adalberto Piotto Diante de nossa realidade interna, antes de nos lançarmos ao mundo, vamos precisar defender os interesses do Brasil dentro do próprio governo Lula


C omo um governo com apenas dois anos de mandato consegue ser ruim na diplomacia e na economia com tamanho esmero, como faz o governo Lula, é algo que deveria ser diligentemente investigado pelo Congresso Nacional, dado o dever de vigiar o Executivo que lhe é atribuído pela Constituição. Em condições normais de temperatura e pressão na democracia brasileira, a sucessão de erros e abusos da volta do lulopetismo ao poder já seria motivo para abertura de um processo de impeachment. Mas na democracia relativa em que a oposição é criminalizada, por ora, nada consegue avançar. No entanto, por mais que a desesperança vez ou outra assole a alma brasileira, é difícil imaginar por quanto tempo um governo tão pífio resistirá.

Ao protagonizar episódios que ridicularizam suas próprias políticas e ações, Lula 3 se tornou um meme ambulante de si mesmo, uma galhofa em tudo o que faz, uma piada automática. Em bom português, perdeu o respeito e a confiança, a fé dos brasileiros. 

Na economia, o descontrole fiscal que produz rombo atrás de rombo, sem um mero sinal de que o governo conseguirá gastar menos do que arrecada, não dá trégua. E os números oficiais são inquestionáveis. Dados da Receita Federal mostram que a arrecadação cresceu 9,62% no ano de 2024. A máquina arrecadatória de Taxxad, alcunha galhofeira do ministro da Fazenda, não decepcionou a burocracia estatal. Mas, quando o crescimento previsto do PIB para o ano é de 3,5%, chega-se à conclusão matemática de que o governo está asfixiando a população e o setor produtivo com sua sanha arrecadatória que não se basta. 

Porque evidencia também, de forma sintomática, que muito gasto público não melhora a vida da população e do país. Não por acaso, o poderoso chefão da política do governo, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, quando perguntado sobre a inflação em alta e o preço da laranja, recomendou que os brasileiros trocassem de fruta. Como? A laranja é a base da pirâmide do pomar, a mais barata e popular. Uma singela ida a uma feira pouparia o ministro do ridículo de ser confrontado com um fato que qualquer dona de casa sabe de antemão.

E a sucessão de bobagens parece interminável. Logo após a crise do Pix, uma tragédia de comunicação e gestão que só um governo muito inábil e desconectado da realidade consegue criar, como é o de Lula 3, o mesmo ministro Fernando Haddad já reagira com sinais confessos de despotismo e autoritarismo. Disse, em tom de ameaça, que “desacreditar um instrumento de política pública é crime”. A história bastaria para expor o escárnio, mas até o ChatGPT e a IA da Meta relacionaram a citação com regimes autoritários, como a Alemanha Nazista de Hitler, a ditadura soviética de Stalin e a atual Coreia do Norte. O governo que chama de nazistas e fascistas todos que apenas discordam dele foi relacionado ao nazismo numa simples consulta à inteligência natural dos livros de história contemporânea ou aos programas modernos de inteligência artificial. 

Não por acaso, a recente pesquisa da Genial/Quaest, divulgada no início da semana, revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 49% dos entrevistados. Foi a primeira vez que a desaprovação superou a aprovação (47%) nas medições do instituto. A maior queda se deu no Nordeste, que conta com o maior número de beneficiados pelo Bolsa Família, o programa assistencialista que pode estar se esgotando em garantir o mínimo aos mais pobres. Quando a feira e o mercado ficam mais caros, o tombo de popularidade é certo. Não foi diferente agora.  

A incapacidade do Palácio do Planalto e seus 39 ministérios em resolver os problemas mais básicos da economia nacional, com notável piora na percepção da população, talvez tenha levado o governo a tentar fabricar um inimigo externo. Difícil imaginar outra coisa acerca da tal crise dos deportados brasileiros pelos Estados Unidos. Não sei se o entorno de Lula se inspirou numa “Guerra das Malvinas” à brasileira para “unir o povo”. Seria preciso conhecimento de história para saber que o general Galtieri, ditador argentino, em meio a uma crise econômica no país, no início dos anos 1980, tentou retomar à força o arquipélago dos ingleses. Perdeu a guerra, foi deposto e aumentou a crise. 

Se a intenção foi essa ou não, ocorre que a iniciativa tresloucada não resistiu aos fatos, às redes sociais, ao jornalismo livre de verbas federais, como a Revista Oeste, e à inteligência das pessoas que este governo subestima com frequência demasiadamente perigosa. Não demorou muito e descobriu-se que o voo de Manaus era ainda de deportações determinadas no governo Biden, que o governo do democrata foi dos que mais deportaram brasileiros, que sempre foram trazidos algemados para o país e que, além de brasileiros que cometeram o crime de entrar ilegalmente nos Estados Unidos, entre os devolvidos havia condenados por homicídio culposo e por lavagem de dinheiro. Para piorar, o governo colombiano de Gustavo Petro, aliado de Lula e do Foro de São Paulo, ousou não aceitar seus próprios cidadãos, igualmente deportados. Em menos de duas horas, protagonizou um dos capítulos mais desmoralizantes para o populismo barato latino-americano. Ameaças de tarifas comerciais e de revogação de vistos à família de Petro e à de altos funcionários de seu governo, determinadas por Donald Trump enquanto jogava golfe, fizeram o colombiano voltar atrás rapidamente.

Lula, por cuidado ou falta de criatividade, não cometeu o mesmo erro. No entanto, isso não o inocenta de expor o país a um debate sem razão. Uma coisa é defender a lei internacional sobre presos e melhores condições no transporte de deportados brasileiros, outra é fazer proselitismo político-ideológico de quinta categoria ao demonstrar indignação seletiva, somente agora, com a Casa Branca ocupada por Trump, a quem Lula comparou no ano passado com “a volta do fascismo com outra cara”. História não é realmente o forte do atual governo. 

A esperteza, quando é demais, vira bicho e come o dono, diria Tancredo Neves, reproduzindo o ditado popular. Por mais óbvio que seja, vale sempre repetir: Donald Trump foi eleito pelos eleitores norte-americanos para defender os interesses dos Estados Unidos. Ponto. O que nos cabe é perguntar quanto Lula está preparado para defender os interesses dos brasileiros. Porque vamos precisar. A ameaça de impor tarifas a produtos de exportação do mundo inteiro já chegou ao Brasil, na declaração do próprio presidente americano. É uma das primeiras consequências do America First, um conjunto de ideias que não tergiversará em lançar medidas protecionistas para recuperar a economia e os empregos americanos.

Em relações externas, você só controla de fato o seu lado. Reclamar do comportamento ou querer moldar as decisões do presidente da nação mais poderosa do planeta é completamente improdutivo, uma perda de tempo. A resposta brasileira, seja em que campo for, precisa ser baseada em diplomacia de gente grande, longe de ideologias populistas, coisa que o país já demonstrou ter antes da desfiguração do Itamaraty sob Lula.

É preciso uma diplomacia técnica, altiva, baseada em pragmatismo na defesa do competente mercado exportador brasileiro e do interesse nacional. Sabemos como fazer porque já fizemos. Em 2008, o Brasil ganhou, na Organização Mundial do Comércio, o direito de retaliar os EUA em US$ 800 milhões por subsídios ao algodão, numa contenda que já se arrastava por sete anos, depois que os americanos enfrentaram os novos e habilidosos negociadores brasileiros da renovada diplomacia nacional formada no governo de Fernando Henrique Cardoso. 

De um jeito ou de outro, precisaremos também de um estratégico e consciente “Brazil First” para enfrentar os novos tempos. Temos como fazer. Mas, diante de nossa realidade interna, antes de nos lançarmos ao mundo, vamos precisar defender primeiro os interesses do Brasil dentro do próprio governo Lu






Adalberto Piotto - Revista OestE




















PUBLICADAEMhttps://rota2014.blogspot.com/2025/01/o-governo-da-galhofa-por-adalberto.html

quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

O GESTO DE ELON MUSK

 GILBERTOSIMÕESPIRES/PONTOCRÍTICO


CASE PIX

Enquanto o mundo todo se deliciava com o discurso do presidente Donald Trump e suas primeiras decisões, aqui no Brasil, o presidente Lula, demonstrando forte abatimento por conta dos danosos efeitos do -CASE PIX- que atingiu em cheio a já claudicante -CREDIBILIDADE DO SEU PÉSSIMO GOVERNO-, reuniu seus incontáveis e incapazes ministros e, do início ao fim do encontro DESCEU O PAU em todos os presentes. 


PLANO DE COMUNICAÇÃO

Independente das caneladas que foram distribuídas à granel, a reunião ministerial tinha como objetivo apresentar seu novo secretário das -comunicações-, o marqueteiro Sidônio Palmeira, que entrou no lugar do péssimo Paulo Pimenta, e, de imediato, apresentou um plano RECHEADO DE MENTIRAS DESLAVADAS para tentar alavancar a popularidade do governo petista, que desanda claramente dia após dia. 


GLOBO NAZISTA

Ainda assim, o que mais chamou a atenção foi o triste e nojento papel da Rede Globo -emissora oficial do governo Lula-, que viu -e tentou influenciar seus pobres telespectadores- de que o gesto de Elon Musk, durante o discurso de posse de Trump, mostrando o braço direito estendido em um ângulo para cima, com a palma da mão para baixo e os dedos juntos, tinha a ver com GESTO NAZISTA. 


A TOCA DO LOBO

A propósito, eis aí o oportuno texto que li hoje na página -A TOCA DO LOBO-,   (https://www.facebook.com/atocadolobomau):

Ainda me lembro dos tempos em que ser jornalista era algo associado a uma busca quase romântica pela verdade. Hoje, parece mais um hobby perigoso praticado por quem confunde manchetes com tweets e ética com filtros de Instagram. É um universo fascinante, onde os fatos não apenas têm lados — eles têm patrocinadores.  
Imagine uma sala cheia de chimpanzés com máquinas de escrever, tentando produzir uma peça de Shakespeare. Agora substitua os chimpanzés por jovens com smartphones e a peça por manchetes que gritam "Nxzismo!" ao menor sinal de divergência de opinião. O resultado? Algo entre tragédia e comédia, com uma pitada de documentário falso.  
A Nova Imprensa opera sob um princípio engenhoso: quem precisa de fatos quando se tem falsas narrativas? Não é preciso muito esforço; basta pegar qualquer gesto fora de contexto, uma foto mal tirada ou, melhor ainda, uma frase de dez anos atrás e transformar tudo em prova cabal de que estamos à beira de um apocalipse fascista. Funciona como um truque de mágica, só que sem o talento do mágico.  
Um político do time A faz um gesto suspeito? Nada a temer, é apenas um visionário incompreendido, talvez saudando o futuro ou espantando uma mosca metafórica. Agora, se o mesmo gesto parte de alguém do time B? Prepare-se, caro leitor, porque acabamos de testemunhar in loco o retorno triunfal do Zé do Bigodinho! O mundo treme, e as redações vibram.  


SEGUE...

Pra ficar ainda mais claro:
Quando Elon Musk faz um gesto qualquer, a imprensa se apavora como se ele estivesse acenando com um bigode pintado de preto e uma suástica na testa. Mas quando Obama ou Kamala Harris fazem o mesmo, a imprensa têm um orgasmo múltiplo. Porque, vindo de democratas, claro, são gestos de liderança, sabedoria e, quem sabe, um toque de bondade universal. 
E a plateia? Bem, essa é a verdadeira obra-prima. Pessoas aparentemente sensatas que, ao verem o 657º artigo comparando, por exemplo, um aceno a um amigo do outro lado da rua à ascensão do Terceiro Reich, concordam e dizem: “Sim, faz todo o sentido!” 
O jornalismo atual não está preocupado com a verdade. Isso exige trabalho, e trabalho é terrivelmente fora de moda. Mais fácil transformar o mundo em um eterno campeonato de moralidade — sem regras claras, mas com muitos prêmios de participação. O grande truque da Nova Imprensa é sua moralidade flexível, uma verdadeira ginástica olímpica da conveniência. 
Não importa o contexto, a verdade ou sequer a lógica. A manchete está sempre pronta antes mesmo de alguém ligar a câmera. E a plateia, fiel como um fã de novela ruim, continua aplaudindo, acreditando e compartilhando com um fervor quase religioso.  
Neste ritmo atual de desinformação excessiva, o futuro será um lugar onde até o ar que você respira será acusado de extremismo, dependendo de quem medir o carbono. 
A moral da Nova Imprensa é como uma dança de salão – flexível, sempre pronta para mudar de posição conforme a música. O gesto é só um gesto, até que ele é feito por alguém que não segue o roteiro aprovado pela galera. E aí surge a grande pergunta: se a indignação só pega quando é com o “outro lado”, será que alguém realmente se importa com os gestos ou estamos todos apenas esperando o próximo episódio de "Quem é o vilão da vez?"























PUBLICADAEMhttps://pontocritico.com/artigo/o-gesto-de-elon-musk

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

SANTO PADROEIRO DA FARIA LIMA

ESTUDIO5ELEMENTO/INSTAGRAM

SANTO PADROEIRO DA FARIA LIMA....



 

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Trump desafia o governo Lula: chega de tarifas abusivas e submissão disfarçada!

 RUBINHONUNES/YOUTUBE


Trump desafia o governo Lula: chega de tarifas abusivas e submissão disfarçada!


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https://www.youtube.com/watch?v=x34PIpCT6qA

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

JORNAIS NO BRASIL HOJE PRIMEIRA PÁGINA - NEWSPAPERS IN BRAZIL TODAY

 ANDRADEJR
























 


quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Augusto reage após Janja exibir reforma na Granja do Torto: 'Irresponsável em matéria de gastos'

 REVISTA OESTE/YOTUBE


Augusto reage após Janja exibir reforma na Granja do Torto: 'Irresponsável em matéria de gastos'

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quarta-feira, 27 de novembro de 2024

JORNAIS NO BRASIL HOJE PRIMEIRA PÁGINA - NEWSPAPERS IN BRAZIL TODAY

 ANDRADEJR
























 

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