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Datafolha Traz Péssima Notícia Para o Lula! Este Vídeo Vai Te Animar!
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Que bom te ver por aqui, seja bem vindo. Neste espaço busco repassar a informação séria, sem censura. Publico artigos e notícias que estão na internet e que acredito serem de interesse geral. Também publico textos, vídeos e fotos de minha autoria. Nos textos há sempre uma foto ou um gif, sempre ilustrativa, muitas vezes, nada tem a ver com o texto em questão. Para entrar em contato comigo pode ser em comentários nos artigos ou, então, pelo e mail andradejrjor@gmail.com.
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TENTEI explicar um CONCEITO - MAS ela PARECE ter QI MENOR que TEMPERATURA AMBIENTE.
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Ex-dono do Banco Master chegou a elaborar um novo acordo para garantir o pagamento total dos R$ 129 milhões
Mário Sabino - Revista Oeste
Ele não só assinou um contrato estupendo com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, no valor de R$ 129 milhões, dividido em parcelas de R$ 3,6 milhões, como chegou a tratar de providenciar um novo contrato para que as prestações continuassem a ser pagas até o final do prazo estipulado, no caso de o Banco Master, o contratante no papel, ser vendido.
A jornalista Malu Gaspar publicou que a informação constava em um dos anexos da delação rejeitada pela Polícia Federal. Escreveu a jornalista: “Pessoas próximas ao ex-banqueiro que confirmaram a informação afirmam que esse segundo documento teria sido feito em agosto de 2025 porque já havia a previsão de venda do banco no curto prazo e, nesse caso, seria preciso garantir o pagamento de todo o valor estipulado no primeiro contrato, de R$ 3,6 milhões mensais entre janeiro de 2024 a janeiro de 2027, mesmo que o escritório já não estivesse mais vinculado ao Master, que era o cliente inicial”.
A jornalista Malu Gaspar publicou que a informação constava em um dos anexos da delação rejeitada pela Polícia Federal. Escreveu a jornalista: “Pessoas próximas ao ex-banqueiro que confirmaram a informação afirmam que esse segundo documento teria sido feito em agosto de 2025 porque já havia a previsão de venda do banco no curto prazo e, nesse caso, seria preciso garantir o pagamento de todo o valor estipulado no primeiro contrato, de R$ 3,6 milhões mensais entre janeiro de 2024 a janeiro de 2027, mesmo que o escritório já não estivesse mais vinculado ao Master, que era o cliente inicial”.
Para garantir que os pagamentos fossem feitos até o fim, o novo contrato seria assinado com outra empresa de Vorcaro, cujo nome não constava do anexo da delação rejeitada.
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/06/o-que-vorcaro-ainda-nao-contou-sobre-o.html
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Do Banco Rural ao Banco Master e de Barbosa a Mendonça
escreve Cristyan Costa Ao suspender a Lei da Dosimetria, o cara de R$ 129 milhões frustra presos do 8 de janeiro e seus familiares, que mal tiveram tempo de comemorar a aprovação no Senado
N a tarde de 8 de maio, familiares dos envolvidos no 8 de janeiro que sonhavam com a anistia celebraram a promulgação da Lei da Dosimetria pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), depois de o Congresso ter derrubado os vetos integrais do presidente Lula ao texto aprovado pelo Parlamento. A redução de penas, a progressão de regime e a revisão de condenações desproporcionais finalmente passariam a valer para pessoas como Débora Rodrigues, conhecida por ter escrito com batom as palavras “Perdeu mané” na estátua da Justiça. Os 14 anos que a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou para a cabeleireira de Paulínia (SP), por exemplo, cairiam para pouco mais de três. Em outras situações, como a da suposta trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpriria 19 anos, em vez de 27.
O sonho dos presos se tornou um pesadelo em menos de 48 horas. Isso porque o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes suspendeu os efeitos da nova lei e congelou pedidos de soltura, que àquela altura somavam aproximadamente 30. Nos bastidores do STF, o volume de processos mexeu com os ânimos do ministro, que costuma ficar “implicante quando cisma com alguma coisa”, conforme disse um servidor de seu gabinete. A justificativa oficial dada por Moraes, contudo, é a da “necessidade de garantir segurança jurídica”. O magistrado observou, no despacho, que havia ações de partidos de esquerda interpelando a constitucionalidade da lei no STF, o que o impediu de atender às defesas. Por isso, para ele, permitir a aplicação imediata do dispositivo, antes de o STF julgar os outros casos, poderia provocar uma “sucessão de revisões”.
A lei havia sido construída ao longo de meses de negociações políticas e jurídicas em Brasília. O texto contou com discussões envolvendo parlamentares, juristas e gente do STF. Ainda em 2024, em entrevista à Revista Oeste, o ex-presidente Michel Temer já havia sinalizado que o tribunal caminhava para rever, ao menos parcialmente, as penas impostas aos condenados. “Vejo que a atual postura do STF tem sinalizado no sentido de que, num futuro próximo, não é improvável que haja diminuição do tempo que essas pessoas ficarão presas”, observou Temer.
Nos bastidores da articulação, ele participou diretamente das conversas sobre a proposta e chegou a telefonar para os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, em um encontro, para redesenhar um projeto de lei sem muita sustância do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). O texto de Crivella se tornou a opção de consenso entre a oposição e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), responsável por pautar a medida com urgência e encerrar quanto antes o assunto do 8 de janeiro.
Limbo jurídico Como ainda não há data para o STF deliberar a respeito dos questionamentos apresentados por Psol, PT, Rede, PCdoB e PV, os manifestantes, cujas vidas estão suspensas há três anos, entram agora numa espécie de limbo jurídico. Na avaliação de um ministro da Corte ouvido reservadamente pela reportagem, o argumento de Moraes “não para de pé”. Como a lei foi aprovada pelo Congresso Nacional, teve os vetos derrubados e acabou promulgada pelo presidente do Senado, ela passou a “gozar plenamente de presunção de constitucionalidade”, afirmou o magistrado.
Por essa lógica, Moraes poderia ter autorizado que os pedidos de revisão de pena fossem analisados em lotes, como ocorreu nos julgamentos de condenação, decidir analisar caso a caso ou levar tudo aos plenários físico ou virtual, sobretudo nos processos que já se encontram em fase de execução penal. Posteriormente, o STF arquivaria os requerimentos da esquerda, que já teriam perdido efeito diante das modulações das penas. Um ministro do STF acrescentou a Oeste que existe “o princípio da retroatividade da norma penal mais benéfica”, previsto na Constituição e no Código Penal. Ou seja: se uma nova regra penal for mais favorável ao réu ou condenado, ela pode ser aplicada a fatos ocorridos anteriormente. “A tendência natural seria permitir a aplicação imediata das novas regras aos condenados do 8 de janeiro, principalmente nos casos sem violência direta, liderança ou financiamento dos atos”, observou o ministro.
A reação de Moraes surpreendeu parte da classe política e até ministros do STF, porque a proposta nada mais era que um “acordão” entre os Poderes, que rejeitavam a anistia pura. Lideranças do centrão dizem que a construção da lei ocorreu justamente para produzir uma saída institucional “menos traumática, que agradasse a gregos e troianos”. O ato do ministro rompeu esse ambiente de acomodação política construído nos últimos meses. Integrantes do Congresso passaram a relatar perplexidade com a suspensão imediata da lei, especialmente após negociações durante a tramitação do texto. O desconforto atingiu inclusive integrantes do Supremo. “Em se tratando dele, é difícil prever qualquer coisa”, disse um juiz do STF.
Vidas suspensas
O alcance da decisão de Moraes ajuda a explicar a tensão criada entre Legislativo e Judiciário. Atualmente, há 190 presos por causa do protesto, dos quais 111 cumprem pena em regime fechado e outros 55 em casa. A nova lei poderia alterar diretamente a situação de parte deles, principalmente nos casos envolvendo réus sem liderança, financiamento ou participação comprovada em atos de violência. De acordo com o mais recente relatório do STF, 1.402 pessoas já foram responsabilizadas. Destas, 431 receberam penas privativas de liberdade (reclusão ou detenção). Outras 58 tiveram punição de 17 anos de prisão.
Enquanto o STF não define o que fazer, as defesas dos presos buscam saídas alternativas para assegurar a soltura dos manifestantes. Advogados começaram a solicitar atestados de pena atualizados aos presídios, relatórios de trabalho e leitura a fim de computar remição e prontuários médicos que possam sustentar requerimentos de prisão humanitária. Com suas solicitações negadas por Moraes, o advogado Hélio Júnior, que cuida do caso de Débora, lamentou o tratamento dado a cabeleireira. Ele observou que criminosos bem mais perigosos conseguiram ao menos o regime semiaberto ao cumprirem a pena, entre eles, Suzane von Richthofen e Cristian Cravinhos, além do casal Nardoni.
A prometida pacificação virou mais um capítulo da guerra entre os Poderes. E o país que aguardava uma solução institucional para o 8 de janeiro terminou novamente dependente da decisão de um único homem.
Cristyan Costa - Revista Oester
deltandallagnol/yotuube
Nine ARREGA e já prepara DESCULPA para não concorrer nas eleições!
O ministro e sua mulher usaram aeronaves privadas em ao menos oito deslocamentos entre Brasília e São Paulo, incluindo jato sem autorização para táxi aéreo
Pamela Zacarias - Revista Oeste
Um levantamento do jornal O Estado de S. Paulo mostrou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci, realizaram ao menos oito viagens em aeronaves ligadas ao empresário Daniel Vorcaro, exdono do Banco Master. Considerando valores de mercado, os trajetos entre Brasília e São Paulo podem custar mais de R$ 1 milhão.
A apuração mostra que Moraes realizou sete viagens em jatos da Prime Aviation, vinculada a Vorcaro, e uma em aeronave da FSW SPE, ligada a Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro. Um analista de fretamento aéreo calculou os valores médios.
Valor das viagens de Moraes
Nos jatos Phenom 300, com capacidade para até dez passageiros, cada trajeto entre Brasília e São Paulo custa entre R$ 106 mil e R$ 136 mil. No modelo Phenom 100, menor e com capacidade para sete pessoas, o preço médio é de R$ 77,4 mil. Já o Legacy 650, com espaço para 14 passageiros, chega a R$ 290 mil por itinerário.
O casal Moraes também utilizou uma aeronave Falcon 2000, da FSW. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil, esse modelo não possui autorização para operar como táxi aéreo, o que impossibilitou a cotação oficial. Para estimar o custo, o analista usou como referência uma aeronave semelhante, o Hawker 850XP, cujo valor médio para o mesmo trajeto é de R$ 157,6 mil.
Contrato milionário
O escritório de Viviane Barci informou que os voos foram pagos “compensando honorários advocatícios nos termos contratuais”. Na ocasião, a banca mantinha contrato de R$ 129 milhões com o Master. Valores estavam muito acima da média de mercado.
Procurados, Alexandre de Moraes e Viviane Barci não se pronunciaram sobre os custos das viagens. A defesa de Vorcaro preferiu não comentar, e a de Zettel não respondeu.
Pamela Zacarias - Revista Oeste
publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/04/avioes-ligados-vorcaro-voos-de.html
gilbertosimõespires/pontocritico
TAMANCAS DA ESTUPIDEZ
Ontem, ao contrário de CELEBRAR o -1º DE ABRIL-, data mundialmente marcada por pegadinhas e notícias falsas, Lula SUBIU NAS TAMANCAS DA ESTUPIDEZ para PREGAR que o GOVERNO RECOMPRE A REFINARIA DE MATARIPE, NA BAHIA, adquirida em 2021 pelo FUNDO -MUDABALA CAPITAL- e desde então operada, com muita competência, pela empresa ACELEN, braço de gestão de ativos da Mubadala Investment Company, um investidor soberano com sede em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos.
INVESTIMENTOS MACIÇOS
Pois, antes que algum leitor desavisado veja com simpatia a ESTUPIDEZ MANIFESTADA POR LULA, o FATO é que a ACELEN, desde 2021, quando assumiu a REFINARIA DE MATARIPE, mantém um RIGOROSO PLANO DE INVESTIMENTOS BILIONÁRIOS voltados para a MODERNIZAÇÃO DA REFINARIA com foco na EFICIÊNCIA ENERGÉTICA. Mais: só em 2025 foram investidos mais de R$ 340 milhões, com o claro objetivo de elevar em 10% a capacidade de produção de diesel, com foco na eficiência logística e operacional.
ELEVAR A PRODUÇÃO
Atenção: ainda que a MÍDIA TRADICIONAL ESCONDA, o fato é que a REFINARIA DE MATARIPE, a segunda maior refinaria do país em capacidade, através dos INVESTIMENTOS JÁ REALIZADOS VAI ELEVAR -de 12,4 mil para 13,7 mil metros cúbicos por dia (m³/dia)- a PRODUÇÃO DE DIESEL. No ano passado, vale lembrar, e assoprar nos ouvidos do ESTÚPIDO LULA, o Brasil importou cerca de 29% do DIESEL CONSUMIDO, segundo dados do setor.
AUTOSSUFICIÊNCIA GARANTIDA
Como se vê, claramente, o interesse de Lula é RECOMPRAR A REFINARIA DE MATARIPE ao invés de PRIVATIZAR AS 10 REFINARIAS DA PETROBRÁS. A exemplo do que aconteceu com a REFINARIA DE MATARIPE, caso já estivessem nas mãos da INICIATIVA PRIVADA os INVESTIMENTOS REALIZADOS GARANTIRIAM, COM FOLGA, A AUTOSSUFICIÊNCIA EM ÓLEO DIESEL E DEMAIS SUBPRODUTOS REFINADOS. Ou seja, Lula, ontem, foi o ESTÚPIDO LULA de sempre.
publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/a-celebracao-da-estupidez
INSTITUTOMISSESBRASIL/INSTA
A hiperinflação é um fenômeno monetário onde o estado perde completamente a capacidade de manter o poder de compra da moeda por ele emitida. A economia entra em um ciclo de aumento de preços frequentes e retroalimentados que corrói a renda da população, sobretudo a mais pobre.
deltandallagnol/youtube
Professor detona a imprensa por apoiar abusos do STF!
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por Flávio Gordon A ingerência direta do governo Biden nas eleições brasileiras envolveu uma rede internacional de censura, operada em conluio com “checadores de fatos” nacionais, think tanks estrangeiros, órgãos vinculados ao TSE e ao deep state americano
“A intervenção estrangeira não só financiou como também dirigiu etapas decisivas do golpe, impondo um modelo autoritário em detrimento da vontade popular” (Edmar Morel, O Golpe começou em Washington)
E m abril de 2024, quando publiquei o artigo “O golpe começou em Washington”, a tese ainda podia parecer indigesta ao estômago de muitos. Afinal, admitir que a democracia brasileira havia sido objeto de uma operação de influência coordenada por agências, think tanks e membros do Partido Democrata equivalia a destruir, de uma só vez, dois dos fetiches mais caros à esquerda: o da soberania nacional e o da pureza virginal do processo eleitoral de 2022, conduzido pelo imaculado Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Pois bem. Em 6 de agosto de 2025, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA, tratou de remover qualquer verniz de plausível negação. Em depoimento público, descreveu, com a convicção de quem conhece a máquina por dentro, aquilo que os brasileiros atentos já sabiam: a ingerência direta do governo Biden, com milhões de dólares canalizados para silenciar eleitores de Bolsonaro, censurar redes sociais e manipular o debate público brasileiro em pleno período eleitoral.
A operação — que, parodiando a famigerada Brother Sam dos anos 1960, poderíamos chamar de Operação Uncle Joe (Biden) — não se limitou a campanhas de “educação midiática” ou parcerias inofensivas. Envolveu uma rede internacional de censura, operada em conluio com “checadores de fatos” nacionais, think tanks estrangeiros, órgãos vinculados ao TSE e ao deep state americano. Tudo em nome de uma “democracia” cada vez mais parecida com aquelas defendidas por ditadores comunistas do século 20 — Stalin, Ceaușescu, Pol Pot, Fidel Castro et caterva.
O depoimento de Benz é relevante não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. Como sugeri no artigo de 2024, a ingerência americana não começou na véspera da eleição. Foi meticulosamente preparada desde 2021, quando o conselheiro de segurança nacional de Biden, Jake Sullivan, ouviu do presidente brasileiro a suspeita — hoje plenamente justificada — de que as eleições americanas de 2020 haviam sido contaminadas. Seguiu-se a esse evento a elaboração de um “mapeamento” dos generais brasileiros “confiáveis” (ou seja, a favor do golpe contra Bolsonaro) ou “golpistas” (ou seja, os que apontavam a condução suspeita e parcial do processo eleitoral).
Benz confirma que a pressão não se restringiu ao Itamaraty ou ao Palácio do Planalto. Ela se estendeu às plataformas digitais, que receberam instruções diretas da CIA e de outros órgãos estatais dos EUA, transmitidas por agências de fachada como o Atlantic Council, para limitar a circulação de conteúdos ligados ao campo conservador. Se, nos anos 1960, a esquerda se contorceu para denunciar a frota americana enviada ao litoral brasileiro (que nunca chegou a aportar), em 2022 a ingerência não precisou de navios, bastando-lhe servidores de internet, bilhões de dólares e memorandos técnicos e pseudoacadêmicos. Sim, o paralelo histórico é inevitável. E irônico. A esquerda, que passou décadas alimentando a tese de que o golpe de 1964 fora “made in USA”, agora saúda com gratidão a ingerência americana que ajudou a entronizar o descondenado-em-chefe. Aquilo que outrora era considerado o maior crime contra a soberania nacional converteu-se, em 2022, no suposto ato de salvação da democracia. Como se sabe desde Orwell, há palavras que mudam de significado conforme a conveniência do Partido.
Fica claro que a operação Uncle Joe não apenas desequilibrou o processo eleitoral de 2022, como corroeu as bases mesmas da soberania — essa mesma que, cinicamente, os verdadeiros golpistas agora bradam contra a tentativa de Trump de consertar o estrago. Ao aceitar que uma potência estrangeira pudesse determinar, por meios informacionais e financeiros, o resultado político interno, o Brasil abdicou voluntariamente da condição de nação autônoma. Esse foi o golpe. Esse foi o crime de lesa-pátria. Daí a necessidade de retirar do caminho os representantes da ideia “nacionalpopulista”.
A narrativa do “8 de janeiro” cumpre papel crucial nesse teatro. Enquanto o verdadeiro golpe — silencioso, transnacional, com aval de órgãos de Estado — se consumava em 2022, uma turba útil, convenientemente filmada e televisionada, oferecia o espetáculo farsesco de uma tentativa de “ruptura democrática”. Essa encenação foi o pretexto perfeito para instaurar um Estado policial contra a direita, justificar censura em larga escala e reescrever a história recente sob medida para os vencedores.
A eficácia dessa estratégia se explica por um traço recorrente da história política. Tocqueville já havia notado que revoluções bemsucedidas precisam controlar não apenas o poder, mas também a memória. No pós-8 de janeiro, o controle foi total. A imagem de manifestantes improvisados foi transformada, pela edição e pela repetição, em símbolo de uma ameaça existencial à democracia. O portal G1, por exemplo, não hesitou em classificar o ambulante Ademir Domingos Pinto da Silva — que não participou da invasão aos prédios públicos, e só chegou na noite do 8 de janeiro ao acampamento militar em Brasília para vender bandeiras, camisetas e capas de celular — de “terrorista”. Ao mesmo tempo, a ingerência americana real — muito mais profunda e documentada — foi ignorada ou mesmo celebrada pelos pretensos “defensores da democracia”.
No século 18, Edmund Burke já advertia que a subversão mais duradoura não vem dos levantes ruidosos, mas dos processos silenciosos que corroem os alicerces das instituições. Foi assim na França de 1789. Foi assim na Tchecoslováquia de 1948, quando comunistas tomaram o poder sob as aparências de legalidade. Foi assim na Hungria de 1947, quando eleições “livres” entregaram o país à esfera soviética. E foi assim no Brasil de 2022, quando uma eleição formalmente performada acabou, na substância, submetida à manipulação externa e interna.
A confirmação de Benz transforma a tese do meu artigo de 2024 em fato consumado. A ingerência não é hipótese, mas dado. Não se trata mais de interpretação, mas de confissão — e não de qualquer fonte, mas de alguém que serviu exatamente no órgão acusado. Que a grande imprensa cubra o episódio com uma espessa camada de silêncio é apenas mais uma prova de que a MSM brasileira morreu de causas naturais, substituída por uma militância cada vez mais obscena.
O Brasil pós‑8 de janeiro é herdeiro direto desse golpe silencioso. A consolidação de um Estado policial, sob o pretexto de “defender a democracia”, segue o roteiro clássico dos regimes revolucionários. Como Ceaușescu, que montava tribunais de exceção para punir “inimigos do povo”, ou como os expurgos de Stalin justificados pela “ameaça fascista”, a máquina judicial brasileira, amparada por setores da imprensa e pela chancela internacional, operou para eliminar qualquer voz dissonante.
Portanto, o verdadeiro golpe não aconteceu à sombra de bandeiras hasteadas no gramado do Congresso, mas nos bastidores de Washington, Bruxelas e Brasília. Não foi conduzido por patriotas exaltados, mas por magistrados com ar blasé, diplomatas de carreira, agentes de inteligência, extremistas políticos fantasiados de acadêmicos e CEOs de ONGs. Foi, como nos melhores golpes, incruento, discreto e, por isso mesmo, eficaz.
O golpe, de fato, começou em Washington. A diferença é que, agora, os conspiradores — incluindo o então presidente do TSE — já nem se preocupam em negar.
Flávio Gordon - Revista Oeste