Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

domingo, 31 de outubro de 2021

"A guilhotina do bem",

 por Ana Paula Henkel

Maurício Souza, campeão olímpico em 2016, teve a cabeça cortada em uma ação injusta


A Revolução Francesa foi um divisor de águas na história europeia moderna, que começou em 1789 e terminou no final da década de 1790 com a ascensão de Napoleão Bonaparte. Durante esse período, os cidadãos franceses redesenharam o cenário político do país, desenraizando instituições centenárias, como a monarquia e o sistema feudal. Maximilien de Robespierre, o arquiteto do Reino do Terror da Revolução Francesa, encorajou a execução dos inimigos da revolução que prometeu liberdade, igualdade e fraternidade.

O rei Luís XVI, condenado à morte por alta traição e crimes contra o Estado, foi enviado à guilhotina. Sua esposa, Maria Antonieta, teve o mesmo destino nove meses depois. Após a execução do rei, a guerra com várias potências europeias e intensas divisões ideológicas conduziram a Revolução Francesa à sua fase mais violenta e turbulenta. Em junho de 1793, os jacobinos tomaram o controle da Convenção Nacional dos girondinos mais moderados e instituíram uma série de medidas radicais, incluindo o estabelecimento de um novo calendário e a erradicação do cristianismo. Aqui, foi desencadeado o sangrento Reino do Terror, um período de dez meses em que os inimigos suspeitos da revolução foram guilhotinados aos milhares.

Eu não poderia deixar de visitar esse período bárbaro da história mundial e, guardadas as devidas proporções, abordar o assunto da semana envolvendo o jogador de vôlei Maurício Souza. Ele foi “cancelado” pela turma da tolerância e do amor por expor sua opinião sobre um desenho em quadrinhos.

O campeão olímpico teve o contrato rescindido unilateralmente pelo Minas Tênis Clube depois que os patrocinadores do time sofreram pressões dos atuais jacobinos virtuais que tentam de todas as maneiras tirar de circulação aqueles que não rezam a cartilha progressista da turba do Beautiful People. Em tempos em que questionar virou crime inafiançável, opinar contra o politicamente correto virou crime hediondo, com pena de prisão perpétua nos calabouços dos revolucionários de butique. E opinar, sem ofensas, foi o que Maurício fez.

Em seu Instagram pessoal, Maurício já havia criticado o uso da chamada “linguagem neutra”, mais uma página rasa da agenda de identidade de gênero que cancela sem dó nossa linda língua portuguesa. Nessa postagem, Maurício colocou na legenda: “O céu é o limite se deixarmos! Está chegando a hora de os silenciosos gritarem”. Na semana passada, alguns dias depois da repercussão do lançamento da história da DC Comics em que o filho do personagem Super-Homem se assume bissexual, o jogador postou: “É só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar…”. Mesmo sendo duramente criticado pelo terrível crime de opinião sobre um desenho — um de-se-nho, vale frisar —, Maurício voltou ao seu perfil e comentou mais um capítulo da agenda nefasta da esquerda radical: a exclusão de mulheres com a inclusão de homens biológicos em esportes femininos. Para isso, Maurício publicou uma foto de Gabrielle Ludwig, atleta transexual que faz parte de uma equipe feminina de basquete universitário. A foto, uma afronta às mulheres, já foi usada por mim em palestras sobre o assunto para mostrar — em claras e gritantes imagens — o absurdo que as mulheres estão sendo obrigadas a suportar caladas para não serem guilhotinadas. Homens biológicos, visivelmente formados com todos os resultados de anos de testosterona, competindo com meninas.

Maurício Souza, campeão olímpico em 2016, teve a cabeça cortada em uma ação injusta


A Revolução Francesa foi um divisor de águas na história europeia moderna, que começou em 1789 e terminou no final da década de 1790 com a ascensão de Napoleão Bonaparte. Durante esse período, os cidadãos franceses redesenharam o cenário político do país, desenraizando instituições centenárias, como a monarquia e o sistema feudal. Maximilien de Robespierre, o arquiteto do Reino do Terror da Revolução Francesa, encorajou a execução dos inimigos da revolução que prometeu liberdade, igualdade e fraternidade.

O rei Luís XVI, condenado à morte por alta traição e crimes contra o Estado, foi enviado à guilhotina. Sua esposa, Maria Antonieta, teve o mesmo destino nove meses depois. Após a execução do rei, a guerra com várias potências europeias e intensas divisões ideológicas conduziram a Revolução Francesa à sua fase mais violenta e turbulenta. Em junho de 1793, os jacobinos tomaram o controle da Convenção Nacional dos girondinos mais moderados e instituíram uma série de medidas radicais, incluindo o estabelecimento de um novo calendário e a erradicação do cristianismo. Aqui, foi desencadeado o sangrento Reino do Terror, um período de dez meses em que os inimigos suspeitos da revolução foram guilhotinados aos milhares.

Eu não poderia deixar de visitar esse período bárbaro da história mundial e, guardadas as devidas proporções, abordar o assunto da semana envolvendo o jogador de vôlei Maurício Souza. Ele foi “cancelado” pela turma da tolerância e do amor por expor sua opinião sobre um desenho em quadrinhos.

O campeão olímpico teve o contrato rescindido unilateralmente pelo Minas Tênis Clube depois que os patrocinadores do time sofreram pressões dos atuais jacobinos virtuais que tentam de todas as maneiras tirar de circulação aqueles que não rezam a cartilha progressista da turba do Beautiful People. Em tempos em que questionar virou crime inafiançável, opinar contra o politicamente correto virou crime hediondo, com pena de prisão perpétua nos calabouços dos revolucionários de butique. E opinar, sem ofensas, foi o que Maurício fez.

Em seu Instagram pessoal, Maurício já havia criticado o uso da chamada “linguagem neutra”, mais uma página rasa da agenda de identidade de gênero que cancela sem dó nossa linda língua portuguesa. Nessa postagem, Maurício colocou na legenda: “O céu é o limite se deixarmos! Está chegando a hora de os silenciosos gritarem”. Na semana passada, alguns dias depois da repercussão do lançamento da história da DC Comics em que o filho do personagem Super-Homem se assume bissexual, o jogador postou: “É só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar…”. Mesmo sendo duramente criticado pelo terrível crime de opinião sobre um desenho — um de-se-nho, vale frisar —, Maurício voltou ao seu perfil e comentou mais um capítulo da agenda nefasta da esquerda radical: a exclusão de mulheres com a inclusão de homens biológicos em esportes femininos. Para isso, Maurício publicou uma foto de Gabrielle Ludwig, atleta transexual que faz parte de uma equipe feminina de basquete universitário. A foto, uma afronta às mulheres, já foi usada por mim em palestras sobre o assunto para mostrar — em claras e gritantes imagens — o absurdo que as mulheres estão sendo obrigadas a suportar caladas para não serem guilhotinadas. Homens biológicos, visivelmente formados com todos os resultados de anos de testosterona, competindo com meninas.
















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Em proporção ao PIB, Brasil investiu mais que UE, China e Rússia no combate à covid

 País gastou mais de 15% de suas reservas


Os representantes das 20 maiores economias do mundo se encontraram neste fim de semana em Roma, na Itália, para a 16ª edição da cúpula do G20. Em razão da pandemia de coronavírus, o evento ocorreu por conferência virtual nos últimos dois anos. Em 2021, com o arrefecimento da crise sanitária, a conferência foi realizada normalmente.

Como não poderia deixar de ser, um dos temas debatidos foi a condução da recuperação econômica global daqui para frente. Nos últimos anos, os governos tiveram de desembolsar altas quantias para acudir os trabalhadores que perderam seus empregos e ficaram impossibilitados de sustentar suas famílias, visto que as medidas restritivas levaram à falência muitos negócios.

Reportagem publicada na Edição 84 da Revista Oeste mostra como o governo brasileiro pretende atuar para socorrer os cidadãos que foram forçados a ficar em casa durante a pandemia. Se depender do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, as 17 milhões de famílias em situação de pobreza receberão R$ 400 mensais até dezembro do ano que vem.

De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que desde janeiro de 2020 acompanha os gastos, empréstimos e garantias dados pelos governos, a Itália, com 46,2%, o Japão, com 45%, e a Alemanha, com 43,1%, são os países que mais comprometeram suas reservas buscando atenuar os impactos da  crise sanitária. No Brasil, os gastos foram de R$ 520 bilhões apenas em 2020, o equivalente a 15,4% do Produto Interno Bruto (PIB).

As potências que mais gastaram proporcionalmente ao PIB no enfrentamento do coronavírus

1) Itália — 46,2%

2) Japão — 45%

3) Alemanha — 43,3%

4) Reino Unido — 36%

5) Estados Unidos — 27,9%

6) França — 24,8%

7) Austrália — 20,2%

8) Canadá — 19,9%

9) Coreia do Sul — 16,5%

10) Brasil — 15,4%

11) Turquia — 13,1%

12) União Europeia — 10,5%

13) Índia — 10,3%

14) Indonésia — 10,2%

15) África do Sul — 9,4%

16) Argentina — 7,9%

17) Rússia — 6,5%

18) China — 6,1%

19) Arábia Saudita — 3,6%

20) México — 1,9%

Edilson Salgueiro, Revista Oeste















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Bolsonaro dá entrevista para canal na Europa e conta a verdade sobre LULA e CPI

 GUSTAVO GAYER

Bolsonaro dá entrevista a TV europeia e dispara: “Lula foi financiado pelo narcotráfico, não sei como não ficou na prisão”
CLIQUE NO LINK ABAIXO E ASSISTA

CAPA DAS REVISTAS SEMANAIS ANA MARIA, CARAS, GUIA DA TV, MALU E TITITI

 ANDRADE JUNIOR







O "descancelamento" de Maurício e o "tapa na cara" da velha imprensa

 , escreve Eduardo Negrão

A tentativa orquestrada de "cancelamento" do jogador de vôlei Maurício Souza falhou, o tiro saiu pela culatra.

Num primeiro momento o jogador perdeu o emprego no seu clube, o MINAS TENIS CLUBE, e a vaga na seleção brasileira.

O público não comprou a narrativa da imprensa engajada e seus seguidores no Instagram pularam de 200 mil para mais de 2 milhões em três dias!

Mas o 'Império do Mal' (leia-se GloboLixo) contra-atacou com uma longa matéria nesse domingo, no Esporte Espetacular. Chegou ao absurdo de insinuar que Maurício poderia ser condenado a 5 anos de prisão.

Mentira! Maurício não cometeu o crime de homofobia, ele apenas emitiu uma opinião sobre uma revista em quadrinhos sem direcionar qualquer crítica a uma pessoa ou um grupo.

Isso não impediu que vinte parlamentares protocolassem uma ação contra o jogador no Ministério Público de Minas Gerais.

Não vai dar em nada mas os políticos já atingiram seus objetivos, foram notícias em vários veículos de comunicação e ganharam destaque, claro, na TV Globo. Para esses 'vampiros de reputações' deixo as palavras do próprio Maurício:

"A força de uma sociedade saturada pela injustiça e coerção. Somos dois milhões. Obrigado meu povo pelo apoio e carinho comigo e com minha família. Seguimos firmes com Deus na frente."

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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'A entonação de voz teatralmente ameaçadora e o blefe',

 por Pedro Possas - Médico.


Quem joga truco ou pôquer reconhece um blefador pela própria feição, gestual e entonação de voz do engabelador.

Os mais experimentados sabem que quando um jogador está perdendo tudo, ou já perdeu, é o PIOR momento para blefar. Fica muito evidente que no desespero o cara apela para qualquer ato tresloucado, em uma tentativa de recuperar alguma coisa.

É muito arriscado blefar nessas condições, pois o primeiro pensamento dos adversários será: "Tá no desespero, é blefe, vou pagar pra ver."

Tenho visto muitos players políticos com falsas caras de sério, entonações de voz teatralmente ameaçadoras, fazendo bravatas que vão prender, fazer e acontecer, enquanto dão falsas demonstrações de forças cometendo arbitrariedades contra pessoas detentoras de poderes menores que os seus.

São como aqueles moleques valentões de parquinho que tocam o terror na molecada menor, mas os esfincteres relaxam, o líquido quente e amarelo escorre pelas pernas, quando chega o irmão mais velho de um deles.

TRUCO, SAFADO, VALE 6!

TÓ, SEUS MIL, MAIS 2 MIL!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A VENEZUELA E SEUS CÃES

 GERHARD ERIC BOEHME


Hoje a Venezuela sobrevive de três fontes, a principal não é mais a proveniente  dos petrodólares, de um país que detém as maiores reservas do mundo, mas sim de recursos do narcotráfico, com destaque ao principal grupo, o Cartel de los Soles. Em terceiro lugar surgem as ajudas internacionais e a ajuda de familiares além-mar, ou, aos poucos, recursos repatriados.

E o povo não tem mais como se alimentar, mesmo os cães sumiram.

Além das drogas,  a economia continua sendo mantida com base na principal atividade econômica que é a exploração e refino de petróleo, mas agora ainda mais centralizada, com a PDVSA sendo uma parte da tesouraria do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), a versão irmã ou siamesa e venezuelana do nosso Partido dos Trabalhadores (PT). 

A Venezuela é hoje a oitava maior economia da América Latina, depois do Brasil, México, Colômbia, Chile, Peru, Panamá e Argentina. Já foi a primeira. Assim também o foi um dia a Argentina. Em 1895 a Argentina era o país mais rico do mundo (mais rica que os EUA em termos de PIB per capita). A Venezuela chegou perto. De um país rico em recursos naturais a realidade da exploração e refino de petróleo chega a algo próximo ao caos, pela primeira vez em um século, são poucas as plataformas de petróleo funcionando na Venezuela. 

Os poços que já exploraram as maiores reservas brutas do mundo estão abandonados ou queimando gases tóxicos, que lançam um brilho laranja sobre as cidades petrolíferas. As refinarias que uma vez processaram petróleo para exportação são gigantes enferrujados, vazando óleo bruto que escurece a costa e dá à água um brilho oleoso. A escassez de combustível paralisou o país. Nos postos de gasolina, as filas chegam a ter quilômetros de extensão.

O colossal setor petrolífero da Venezuela, que moldou o país e o mercado internacional de energia por um século, chegou a uma parada quase total, com a produção reduzida a um gotejamento graças a anos de má gestão e sanções dos EUA. O colapso está gerando uma economia destruída e um ambiente devastado e, segundo muitos analistas, encerrando a era de potência energética da Venezuela.

E os cães?

Entre os anos 50 até o final do Século a Venezuela era o país da América com maior número de cães de raça, a que tinha o maior número de canis e associações, talvez também com a maior população de cães que denominamos de vira-latas.  Mas veio o Socialismo, na realidade uma espécie de nacional-socialismo bolivariano ou luloPTismo. E com ele a cultura da redistribuição de riqueza, adotou-se o estado de bem-estar social, o qual mostrou-se com o tempo um rematado destruidor de riqueza.

Vale a máxima de Margaret Hilda Thatcher, Baronesa Thatcher de Kesteven:

"O problema do socialismo é que você no fim das contas esgota o dinheiro dos outros" — Em seu último discurso no Parlamento britânico, no dia 22 de novembro de 1990.

Os cães aos poucos foram sendo abandonados pelas famílias, a começar por aqueles que saíram em fuga para os Estados Unidos, Reino de Espanha e Panamá.

O retrato que se via no início deste Século nas ruas de Caracas e quase todas cidades venezuelanas era o de cães disputando o alimento nas lixeiras. Os anos foram se passando e aos poucos a disputa nas lixeiras se dava também com a população mais pobre. E então começaram a surgir as notícias de furtos de animais em zoológicos, parques nacionais e aos poucos os cães sumiram das ruas, repetindo o que ocorreu na China, onde os cães são comercializados como galinhas ou porcos, resultado de uma das piores faces do comunismo como modelo político e o socialismo como econômico. 

Foram 45.000.000 milhões de pessoas mortas de fome, e praticamente todos os cães mortos. Esse é o número de chineses que morreram de fome entre 1958 e 1962. Essa foi uma consequência direta do comunismo e socialismo no país. O programa intitulado "Grande salto para frente", implementado por Mao Tse Tung e o Partido Comunista Chinês tinha o objetivo de acelerar o crescimento econômico da China, mas, apesar disso, causou uma verdadeira tragédia em nome da igualdade. Os resultados não foram diferentes em todos os países onde os cães entraram na dieta alimentar de sobrevivência, como Coreia do Norte, Iêmen e principalmente Cuba.

E vale refletirmos que a domesticação dos cães acompanhou o desenvolvimento da humanidade, sendo o principal referencial de desenvolvimento de um país, região ou família.

Como os cães passaram a "com-viver" com os humanos é uma longa história. O maior crescimento da população canina se deu durante o 1° Reich alemão, o chamado Sacro Império Romano Germânico, de 800 até 1806 na Europa Central e parte do Norte da Europa. No auge, incluía os atuais territórios pertencentes à Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, República Checa, República Eslovaca e parte da Polônia. Há relatos e achados históricos que mostram a convivência com os humanos há mais de 15 mil anos. 

E segundo a Bíblia, há até mesmo relatos que mostram como devemos temer os cães. Há um juízo sobre esse animal e ele muitas vezes é simplesmente uma questão cultural e não é preciso ser fundamentalista, pensando que a vontade de Deus seja excluí-los. O cachorro é uma criatura de Deus e aí de nós se não cuidarmos deles.

Destaco onde o cachorro é apresentado como um animal impuro (veja Salmos 22,17; Salmos 22,21; Isaías 10-11 e 2 Pedro 2,22) e não eram bem vistos nas cidades do mundo Bíblico. É provável que isso foi motivado pelo fato que eram animais quase sempre abandonados, que procuravam comida no lixo, no meio da carniça. Mesmo assim, é provável que existiam cães domésticos também na sociedade daquele tempo, como podemos ver em Tobias 6,1 (texto da Bíbia católica):- Tobias partiu com o anjo, e o cachorro os acompanhou. Caminharam até o anoitecer e acamparam junto ao   Rio Tigre.

O Livro de Tobias faz parte dos livros chamados de deuterocanônicos. Estes livros foram escritos em Grego e não fazem parte da Bíblia Hebraica, que é a base do nosso Antigo Testamento.  A coleção dos deuterocanônicos é composta pelos seguintes livros: Tobias, Judite, 1 e 2 Macabeus, Eclesiástico (ou Ben Sirá), Sabedoria de Salomão e Baruque. 

Triste fim o da Venezuela com a ideologia disseminada pelo "Foro de São Paulo", entidade concebida por Lula com Fidel Castro, e é assim que caminha também a Argentina. Lá também, principalmente em Buenos Aires, a população está caindo.

Temos assim o luloPTismo ou o nacional-socialismo bolivariano contrapondo o capitalismo. Enquanto o capitalismo resulta em ampla propriedade dos meios de produção porque a propriedade privada é a sua característica distintiva, já que somente em uma economia capitalista, em que os direitos de propriedade podem ser subdivididos em ações e livremente comercializados, pode uma ampla propriedade sobre os bens de capital manter inalterado seu caráter de riqueza.  

Nesse arranjo, as pessoas voluntariamente vendem sua propriedade; os novos proprietários adquirem os direitos de propriedade sobre os bens de capital.  Há um genuíno mecanismo capitalista permitindo que isso aconteça.  Quase todo mundo pode comprar ações dos meios de produção sob o capitalismo.  Ninguém tem de morrer.  Nenhum sangue é derramado. E nenhum cão serve de alimento.

Mas o que se produziu na Venezuela foi o contrário, foi assim também em Cuba e é o que começa a ocorrer na Argentina. Mas há esperanças, na Argentina, nas últimas eleições houve a mudança do eleitorado. E o atual regime ou radicaliza ou cai. Na Venezuela uma mudança de governo não está no horizonte de curto prazo, concordam os analistas. Ou seriam "cientistas"?

A verdade é que o regime não se sustenta, embora a Venezuela esteja crescendo como narcoestado, a produção de petróleo, que chegou a 3,3 milhões de barris diários, é atualmente de pouco mais 500.000 barris, de acordo com os números oficiais.  A indústria petroleira se deteriorou gravemente pela falta de investimento, de manutenção e de mão de obra especializada. Agora na crise mundial da Covid-19 a Venezuela, com as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, foi obrigada a importar gasolina do Irã, apesar de ter quase 20 refinarias, a maioria sucateada.

Uma Nação sem liberdade e sem cães.  O PIB (Produto Interno Bruto) da Venezuela é hoje calculado em algo inferior a 45.000.000 Bilhões de Dólares, o que representa uma queda de mais de 80% na comparação com dez anos atrás.

A Venezuela passou do grupo das 30 maiores economias do mundo a algumas posições abaixo da 100ª. No Heritage Index a nação modelo e referencial de Lula está em último lugar na América Latina.

https://www.heritage.org/index/country/venezuela

 A realidade é triste, o tamanho do Estado foi drasticamente reduzido. A Venezuela conta atualmente com mais de 45% da sua população desempregada. E a economia informal é a que mais cresceu e continua a crescer, não apenas com o narcotráfico e a prostituição, mas também com o contrabando. Por exemplo, o contrabando de gasolina se expandiu no país, com exceção ainda de Caracas, face ao policiamento e as chamadas de Coletivos, as gangues armadas pró-Maduro que se transformaram em forças ativas contra a oposição e de sustentação ao regime. Algo parecido com uma mistura entre MST, MTST e AntiFa's.

Além desta realidade ainda virão os efeitos do Coronavírus.  A segunda onda da Pandemia da Covid-19 começou a afetar a Venezuela quando a economia iniciava a abertura, após meses de confinamento. O surto, que as autoridades chamam de "mais agressivo" e vinculam à variante brasileira do vírus, provocou o colapso de hospitais e clínicas.

O governo reconhece apenas 400.000 mil casos e mais de 5.000 mil mortes provocadas pela Covid-19, mas ONGs e a oposição questionam os números e alegam um elevado nível de subnotificação pela falta de testes de diagnóstico.

Uma triste realidade tão perto de nós.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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'Precisamos conversar sobre Maurício Souza',

  escreve Deonísio da Silva

O sinistro episódio envolvendo esse jogador, punido por delito de opinião ou mal-entendido, revela o quanto a patrulha dos inquisidores desceu. E é um indicativo de voto nas próximas eleições presidenciais.

A questão é mais simples: não concorda? Discorde, ué, mas não puna por delito de opinião. No Sul do Brasil, meu “terrum”, favelados têm cabelos louros e olhos azuis e são xingados de “alemão batata”, “polaco cabeça de vaca “, como já o foram no passado de “italiano fascista” e “alemão nazista”. Quando são muito talentosos, não são chamados de Dante, Goethe, Einstein ou Beethoven.

Numa das universidades onde trabalhei, combatendo o bom combate, assinei a contratação de um professor insidiosamente marcado como clerical, viado e negro, seus detratores esquecendo-se de que tinha obtido dois títulos de Doutor em duas universidades de excelência, uma no Brasil, outra na Europa. Nenhum dos porta-bandeiras identitários apareceu para defendê-lo. Foram os liberais e de direita que evitaram o pior para ele e para a instituição.

Não é censurando os outros que educaremos e, sim, combatendo as pragas ainda abundantes nos câmpus de concentração, entre as quais a erva daninha da lacração é uma das piores, por seus efeitos devastadores.

Não vivo para ter uma plaquinha no Jardim dos Justos. Quero ser enterrado com um monge cartuxo: sem epitáfio ou frase que memore meu nome. Enquanto viver, porém, todos os que me conhecem ou leem, muito ou pouco, sabem onde me encontrar: do lado contrário ao da turba que crucifica os discordantes do grande todo do momento fugaz.


Revista Oeste











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'Super-Homem',

 por Guilherme Fiuza

Em meio a tantas lições de vida instantâneas e tanta vigilância sobre éticas implacáveis de 1,99, é nosso dever apresentar um conjunto de questões realmente filosóficas que precisam ser respondidas para que o mundo possa continuar girando:


Quando o Super-Homem voou na contramão da rotação da Terra ele já era um transgressor?

 De quanto é a multa para quem é flagrado voando na contramão?

 Se essa infração acarretar uma inversão da marcha do tempo sem sinalização de pisca-alerta a licença do infrator pode ser cassada?

 É verdade que o Super-Homem teria dito: “A criptonita é minha e eu voo na direção que eu quiser”?

 Se disse isso mesmo poderia ser detido por desacato?

 Está correta a tese de que o “S” estampado no peito do herói é um código para “sou mais eu”?

 Um sujeito que tem capa e voa deveria ter sua convivência permitida com os que só se deslocam com os pés no chão ou o certo seria permitir que ele interagisse apenas com outros indivíduos que têm capas e voam?

 A criptonita é a mãe da criptomoeda?

 Se o Super-Homem fez a humanidade voltar no tempo ele é: a) um tradicionalista; b) um nostálgico; c) um subversivo; d) um revolucionário; um reaça.

 Por despertar tantos debates ideológicos, não seria o caso de ressignificar o lendário e imponente “S” peitoral como designação de “sociologia”?


 Quando o Super-Homem voou na contramão da rotação da Terra ele já era um transgressor?

 De quanto é a multa para quem é flagrado voando na contramão?

 Se essa infração acarretar uma inversão da marcha do tempo sem sinalização de pisca-alerta a licença do infrator pode ser cassada?

 É verdade que o Super-Homem teria dito: “A criptonita é minha e eu voo na direção que eu quiser”?

 Se disse isso mesmo poderia ser detido por desacato?

 Está correta a tese de que o “S” estampado no peito do herói é um código para “sou mais eu”?

 Um sujeito que tem capa e voa deveria ter sua convivência permitida com os que só se deslocam com os pés no chão ou o certo seria permitir que ele interagisse apenas com outros indivíduos que têm capas e voam?

 A criptonita é a mãe da criptomoeda?

 Se o Super-Homem fez a humanidade voltar no tempo ele é: a) um tradicionalista; b) um nostálgico; c) um subversivo; d) um revolucionário; um reaça.

 Por despertar tantos debates ideológicos, não seria o caso de ressignificar o lendário e imponente “S” peitoral como designação de “sociologia”?

Responda (certo) todas as questões acima, se você não quer que o mundo pare de girar e a humanidade seja obrigada a implorar ao Super-Homem que volte a usar a sua força bruta para fazer o planeta pegar no tranco.


Gazeta do Povo











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