Jornalista Andrade Junior

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

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POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

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terça-feira, 12 de maio de 2026

Fernando Henrique Cardoso sob exame: fatos que o elogio ignora

  Juliano Oliveira


Muita gente tecendo loas a Fernando Henrique Cardoso como se o ex-presidente tivesse sido um estadista à altura de Margaret Thatcher. Agora, que o homem está fragilizado, sem condições de gerir seu próprio patrimônio, lemos e ouvimos vários “analistas” dizendo quão importante foi FHC para a economia brasileira. Diante disso, perguntei-me: Será?

Alguns fatos sobre o ilustríssimo ex-presidente da República do Brasil:

Fato nº 1: Era 2021. O presidente? Jair Messias Bolsonaro. O presidente defendia uma redução unilateral de tarifas de importação praticadas pelo Mercosul, o bloco de países formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ou, se preferir o leitor, aquela “camisa de força bolivariana” a respeito da qual fala o economista Rodrigo Constantino.

Noutras palavras, poder-se-ia dizer que o que propunha Bolsonaro, à época, era que os brasileiros pagassem menos pelos produtos importados que desejassem. FHC, ao lado de Lula (as companhias dizem muito a respeito das escolhas de alguém), defendeu, porém, que os brasileiros não tivessem o direito de pagar menos pelos produtos que desejassem. E por que motivo? Para não prejudicar o grande empresariado que faz lobby em Brasília. Para proteger as indústrias de seu amigo comunista Alberto Fernández, da Argentina.

Fato nº 2: De acordo com este artigo do Instituto Mises Brasil, o  “presidente-sociólogo aumentou impostos, gastos públicos, criou 10 agências reguladoras, privatizou 8 empresas em um processo que contou com a participação do estado (!) e de grupos com influência política (fundos de pensão), e no começo do governo, fixou o câmbio” – e, ainda segundo o Instituto, de acordo com “o índice de liberdade do Fraser Institute, as leis de propriedade privada pioraram no Brasil na época de FHC”.

Fato nº 3: Além das questões que se circunscrevem ao campo da economia, cabe ressaltar que FHC nunca escondeu sua predileção pelo modelo econômico de inclusão social perpetrado por países notoriamente miseráveis – dito de outro modo, sua paixão pelo modelo marxista de gestão pública sempre foi algo a ser destacado em suas romantizações acerca da desigualdade social. Neste artigo, publicado pelo jornal Gazeta do Povo em ocasião da morte de Fidel, por exemplo, há relatos dos amores de Cardoso pelo (e aqui empresto mais uma vez termos comumente empregados pelo economista Rodrigo Constantino) “tirano sanguinário” e “ditador” responsável por transformar Cuba num cenário de miséria, prostituição infantil e tráfico, enquanto ele próprio vivia no luxo. Segundo o texto: “O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso usou adjetivos como ‘gentil’ e ‘curioso’ para descrever o ex-líder cubano Fidel Castro, morto na madrugada deste sábado, aos 90 anos. Em nota, o tucano ressaltou ‘a luta simbolizada por Fidel dos ‘pequenos’ contra os poderosos’ e lembrou ainda que o líder da revolução comunista não presenciará ‘as nuvens carregadas de Donald Trump’, presidente eleito dos Estados Unidos”.

Ao citar palavras do próprio sociólogo marxista, o texto continua: “A morte de Fidel faz recordar, especialmente à minha geração, o papel que ele e a revolução cubana tiveram na difusão do sentimento latino-americano e na importância para os países da região de se sentirem capazes de afirmar seus interesses. A luta simbolizada por Fidel dos ‘pequenos’ contra os poderosos teve uma função dinamizadora na vida política no continente”.

Fato nº 4: A cereja do bolo, talvez, esteja na declaração pública marxista mais recente de Fernando Henrique Cardoso. Em 2022, ignorando todo o estrago causado na economia brasileira pelos governos petistas, FHC declarou seu apoio à candidatura de ninguém menos que Luiz Inácio Lula da Silva, o atual presidente da República.

Importante ressaltar que o modelo lulopetista de gestão, por quem FHC morre de amores, criou uma prosperidade artificial baseada em gasto público e crédito fácil, que mais tarde cobrou seu preço. Essa política aprofundou distorções econômicas, corroeu a capacidade produtiva e acabou atingindo justamente os mais pobres com inflação, perda de renda e deterioração do emprego.

Qual o resultado? O agravamento da vulnerabilidade social, com aumento da miséria após o esgotamento desse modelo. Parece contraditório? Se sim, é porque o é, de fato. Em nome dos mais pobres, o ex-presidente apoiou as políticas sociais que geram mais miséria e pobreza, mas não perdeu a chance de posar de bom moço.

Relatados os fatos acima, não deixo de reconhecer a condição de fragilidade que hoje alcança Fernando Henrique Cardoso. Trata-se de uma circunstância que, por sua natureza, impõe respeito e comedimento.

Isso, contudo, não autoriza a revisão acrítica de sua trajetória pública. É necessário distinguir entre a pessoa e suas escolhas políticas: àquela, é devida a consideração própria da condição humana; a estas, o juízo que os fatos impõem. A razão não deve ser sobreposta pela emoção, sobretudo quando se trata de figuras cuja atuação produziu efeitos duradouros sobre o país.










publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/fernando-henrique-cardoso-sob-exame-fatos-que-o-elogio-ignora/

Revisão criminal: o STF vai anular a farsa do golpe contra Bolsonaro?

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O QUE ESTÁ POR TRÁS DA POLÊMICA DA IPÊ?

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Eletrolão: entenda por que sua conta de luz vai ficar bem mais cara.

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ESCLARECENDO OS FATOS

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Vorcaro CRIOU método de propina PERFEITO!

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Eles não aguentam a VERDADE: Agridem por uma pergunta simples!

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COM O FIM DO SOCIALISMO, OS INVESTIMENTOS VOLTARAM NA VENEZUELA

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A Feirinha Suprema, serviços jurídicos em geral

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513 DEPUTADOS A MAIORIA QUE O POVO NUNCA ESCOLHEU DE VERDADE

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NÃO DÁ PARA SER LEGALISTA COM DITADORES CORRUPTOS

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NINGUÉM OUSA FALAR SOBRE ISSO...

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PRA ONDE ESTÁ INDO O SEU DINHEIRO DE IMPOSTOS?

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segunda-feira, 11 de maio de 2026

A destruição silenciosa das bibliotecas

   Dartagnan da Silva Zanela


  Todos, ao menos da boca para fora, afirmam que a prática da leitura é de fundamental importância para o desenvolvimento cognitivo de uma pessoa; porém, a maneira como o ato de ler é apresentado soa, no mínimo, engraçada porque, na grande maioria dos casos, ele é tratado como se fosse algo natural e simples que, uma vez aprendido, estaria sacramentado, pronto e acabado.

Pois é. Mas não é bem assim que a banda toca.

Como nos lembra Gregorio Luri, ler não é algo natural — nada disso. Seu aprendizado exige esforço e deve ser consistente porque, antes de qualquer coisa, ler é colocar um texto dentro de um contexto; do seu devido contexto. Isso exige um grande empenho de nossa parte, e é justamente aí que a porca torce o rabo.

A decodificação de um texto exige do leitor, além da capacidade de situar o escrito em um contexto apropriado, um domínio crescente do vocabulário, uma fluência na decodificação das palavras, uma certa musicalidade no momento de entoá-las (seja verbal ou mentalmente) e, acima de tudo, uma abertura franca para visualizar na imaginação aquilo que está sendo apresentado nas páginas escritas.

E tudo isso é necessário porque ler não é uma atividade mecânica que pode ser quantificada, nem a pau. Ela, a leitura, é uma arte sutil, exigente e desafiadora.

É exigente porque, quando estamos lendo, toda a nossa atenção, toda a nossa presença deve ser entregue àquele momento; caso contrário, a atividade ficará rasa e esvaziada de sentido. Ela cobra de nós uma melhoria constante e o faz de uma forma discreta, tendo em vista que ler não é algo vistoso como o canto ou um esporte. É exigido silêncio e recolhimento para sairmos do mundo imediato para, em seguida, mergulharmos de corpo e alma nos oceanos de Gutenberg.

Por isso ela é desafiadora, levando-nos para novos mundos, apresentando-nos facetas da vida que até então nunca haviam sido matutadas por nós, ampliando o nosso universo de referências, dando fundamentos sólidos para o nosso entendimento e dilatando a nossa capacidade de apreensão da realidade e de compreensão das venturas e desventuras humanas.

Agora, fazer tudo isso exige um comprometimento integral com a busca sincera e amorosa pela verdade. Dito de outro modo, ler é um compromisso amplamente ativo, apesar da imagem que temos do leitor: um indivíduo aparentemente passivo.

Digo isso por uma razão muito simples: na sociedade atual, confunde-se com uma facilidade doentia uma "atitude ativa" com inquietude e agitação. Nesse sentido, não é à toa que, hoje em dia, tanto crianças quanto adultos tenham tanta dificuldade para se concentrar em algo, tamanho é o desassossego e a aflição que imperam.

Como nos lembra Guy Debord, nos tempos modernos tudo nos move a nos reduzirmos a meros espectadores, em vez de sermos leitores, porque essa arte exige domínio de si, do próprio corpo e uma fina coordenação dos sentidos para edificar em nós o silêncio interior — esse elemento imprescindível para a formação da relação dialogal do universo da nossa alma com o do autor.

Enfim, é triste constatar que, na assim chamada "Era da Informação", a leitura venha, dia após dia, sendo mutilada em nós — por nós mesmos.

*          O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS", entre outros livros.
















PUBLICADAEMhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/a-destruicao-silenciosa-das-bibliotecas__18663

Minas Gerais e Tiradentes pela Inconfidência Nacional

  Lucas Berlanza


Em diferentes momentos da trajetória nacional, o estado de Minas Gerais esteve em posição de protagonismo. Há 30 anos, quando caía o regime militar, os olhos se voltavam para Tancredo Neves, o líder civil que iria assumir a presidência depois de muitos anos de governos de exceção, se não fosse interrompido pela súbita partida, vítima de uma enfermidade.

Quando caía, em 1945, o regime ditatorial de Getúlio Vargas, foi daquelas terras que saiu o Manifesto dos Mineiros, ancorado nas mais elevadas tradições políticas, pressionando pela aceleração da tão desejada liberdade.

Em 21 de abril, porém, os brasileiros relembram a figura do alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, um dos integrantes da chamada Inconfidência Mineira. Um movimento de revoltosos – como muitos outros houve na época do Brasil colonial, diga-se de passagem – conspirava contra o poderio da Coroa absoluta portuguesa e desejava emancipar a província de Minas, diante das notícias de que seriam cobrados de uma só vez antigos débitos acumulados (na chamada “derrama”), somando-se à cobrança de 20 % do ouro encontrado na região (o chamado “quinto”).

A lembrança do movimento e do alferes condenado à morte é motivo de feriado nacional para os brasileiros.

Tiradentes, na verdade, em sua época, não tinha nenhuma proporção de herói nacional. Os interesses do movimento não eram propriamente patrióticos, em um sentido brasileiro; seu foco era apenas a província de Minas Gerais.

O sucesso alcançado pela Inconfidência em todo o país se deu a partir da divulgação empreendida pela República imposta em 1889 que, esforçando-se por criar uma narrativa que obscurecesse as figuras dos tempos da monarquia constitucional derrubada –muitas delas realmente grandes figuras e grandes homens públicos, a quem se deveria hoje fazer muito mais justiça -, buscou no passado um episódio que pudesse alçar como símbolo e um herói que pudesse fabricar.

Ao contrário, porém, de certos monarquistas ressentidos – com todo respeito aos monarquistas, e é até compreensível que se sintam assim -, não considero que o resgate dos nobres nomes dos tempos monárquicos exija anular por completo o mérito simbólico de Tiradentes e do solo de Minas Gerais. Ao fim das contas, os inconfidentes desejavam um governo local com possibilidades de representação, baseado nos valores da independência americana, em oposição a uma monarquia absoluta chefiada a partir de uma nação distante, além-mar – que não era, frise-se, a monarquia constitucional que nasceria depois, após a independência. Isso, em princípio, é algo bom – ainda que, na prática, pudesse resultar em uma frágil República, presa fácil de caudilhos e autocratas, como ocorreu em nações vizinhas que se emanciparam, ao contrário do que se deu no modelo brasileiro, sobretudo durante o Segundo Reinado, com D.Pedro II.

Acredito que o 21 de abril merece respeito, sobretudo em sua terra natal, Minas Gerais, onde ele pode servir como um símbolo das aspirações legítimas por liberdade.

*Artigo adaptado de original publicado em 2015, no site do Instituto Liberal.













publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/historia/minas-gerais-e-tiradentes-pela-inconfidencia-nacional/

Mentira contra Flávio CAI POR TERRA!

 ANDRÉMARSIGLIA/YOUTUBE


 Mentira contra Flávio CAI POR TERRA!



O plano de Kakay para salvar Ciro Nogueira!

 DELTANDALLAGNOL/YOUTUBE


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https://www.youtube.com/watch?v=udldrS7y0X8

O VERDADEIRO INIMIGO do BRASIL foi EXPOSTO!

 RUBINHONUNES/YOUTUBE


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https://www.youtube.com/watch?v=26jYkv1LK-Q

O QUE NÃO FOI DITO NO ENCONTRO "DINÂMICO" DE LULA E TRUMP

CAFÉ COM A GAZETA

Tempos estúpidos

 PERCIVALPUGGINA/YOUTUBE


Tempos estúpidos


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https://www.youtube.com/watch?v=fLMuB6li-SY

NOVE ANOS E 6 MILHÕES DE NOVOS INQUILINOS

 JULIANA BENICIO


NOVE ANOS E 6 MILHÕES DE NOVOS INQUILINOS



ELA VIAJA E NÓS PAGAMOS

 APAVORADORES/FACEBOOK


ELA VIAJA E NÓS PAGAMOS



GASOLINA BATIZADA

 THEREADS


GASOLINA BATIZADA



GOVERNO ESTUDA INCENTIVOS FISCAIS PARA A BYD

 VISÕESPELOMUNDO/FACEBOOK


GOVERNO ESTUDA INCENTIVOS FISCAIS PARA A BYD



domingo, 10 de maio de 2026

O óbvio que nos empobrece

 Alex Pipkin 


Tenho insistido, há algum tempo, em um ponto desconfortável. Nós carregamos um fóssil cognitivo. Nossa arquitetura mental foi forjada em ambientes de escassez, onde a riqueza de um vizinho era, matematicamente, a fome do outro.

Nessa era de tribos e lanças, a desconfiança não era um desvio de caráter, mas uma técnica de sobrevivência. O problema? O mundo mudou, mas nossa biologia não acompanhou.

O que chamamos de “bom senso” é, na verdade, um atavismo. É ele que nos faz olhar para o lucro não como um troféu pela eficiência, mas como uma evidência de culpa. Para a mente tribal, a prosperidade é um estoque fixo a ser pilhado ou repartido, nunca uma fronteira a ser expandida. É a intuição impondo seus vereditos onde a realidade exige compreensão.

Essa miopia biológica é o oxigênio do populismo. O demagogo não vende soluções; ele comercializa o conforto das nossas próprias limitações. Ele valida a suspeita ancestral de que a economia pode ser domada por decreto, como se preços fossem ordens e não sinais. Ao prometer corrigir “injustiças” intuitivas, corrói os próprios mecanismos que tornam possível a prosperidade.

A civilização moderna é o resultado do triunfo da compreensão sobre o instinto. Prosperamos quando conseguimos algemar nossos impulsos tribais para permitir que a ordem espontânea do mercado operasse.

A riqueza não brotou da “justiça” intuitiva, mas de mecanismos contra-intuitivos, como direitos de propriedade, juros e a heresia de aceitar que o sucesso alheio é o motor do bem-estar coletivo.

Por isso, a educação econômica não é um mero academicismo nem um exercício intelectual estéril; é uma muralha de defesa civilizatória. O único antídoto contra a sedução do retrocesso disfarçado de “bom mocismo”.

Ensinar economia é libertar o indivíduo de um cárcere cognitivo que o leva a sabotar, com convicção moral, as próprias condições de sua prosperidade. A escolha é brutal: ou nos rendemos ao conforto daquilo que sempre pareceu óbvio ou enfrentamos o esforço de compreender. Não é a ignorância que nos aprisiona, mas a confiança ingênua nas nossas próprias intuições.















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-obvio-que-nos-empobrece/

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