Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

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terça-feira, 9 de junho de 2026

O Brasil e a estabilidade das instituições

  Ricardo Vélez-Rodríguez


O Brasil tornou-se livre da sua matriz portuguesa em 1822, preservando a instituição monárquica e consolidando o único Império que teve sucesso nas Américas. Os projetos imperiais hispano-americanos fracassaram: o do México, com o fuzilamento de Maximiliano de Habsburgo (em 1867) e o do Paraguai, com a morte em combate de Solano López (1870), ambos “protegidos” pelo aventureiro Napoleão III da França (1808-1873).

Portugal guardou, no seu DNA, a memória do país pequeno rodeado de nações fortes, em face das quais teve de garantir a sua sobrevivência. É um exemplo de teimosia e estratégia.

Essa memória de país pequeno que deve garantir a sua existência entre Estados mais fortes, fez com que, desde 1580, se pensasse na decisão estratégica de transferir a capital do Reino para uma das Colônias, em caso de invasão estrangeira. Foi o que aconteceu em 1807.

A integridade continental da antiga Colônia brasileira foi sendo construída, entre os séculos XV e XVIII, por um ousado plano, que começou com a assinatura do Tratado de Tordesilhas (1494). Como quem garantia os limites entre os dois Impérios, o Português e o Espanhol, era o Papa, os estrategistas de Lisboa praticaram a falsificação dos mapas que eram apresentados, regularmente, ao Pontífice em Roma.

Com o passar dos séculos, entre 1494 e 1750, a linha divisória dos Impérios Espanhol e Português já lambia as estribações dos Andes. Os novos limites, garantidos pela autoridade papal, foram sendo marcados, pelos portugueses, com Fortes, destacando-se o Forte do Príncipe da Beira (1775), na fronteira com a Bolívia. A Colônia Brasileira converteu-se em um imenso Continente que abarcava a maior parte da América do Sul, desde o Rio Amazonas até o Rio da Prata.

Quem redigiu a última versão do Tratado foi um brasileiro, Alexandre de Gusmão (1695-1753), que como Secretário Particular do Rei de Portugal, dom João V (1730-1750), introduziu o conceito romano do “Uti Possidetis” no documento final, assinado em 1750 com o nome de Tratado de Madri.

Com a criação do Reino de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), tendo como capital o Rio de Janeiro, Dom João VI (1767-1826), sucessor da rainha dona Maria, com o auxílio do seu Ministro Silvestre Pinheiro Ferreira (1769-1846), começa a deitar as bases para a transformação da Monarquia Absoluta em Constitucional.

Pinheiro Ferreira estruturou o Governo Representativo no projeto da Constituição Imperial que seria aprovada e outorgada em 1824, adotando o Modelo Parlamentarista (que garantia a representação dos interesses mutáveis dos cidadãos), mitigando-o com a instituição do Poder Moderador, encarnado na figura do Imperador (que garantia a representação dos interesses permanentes da Nação).

Na Declaração de Independência em 1822 pesaram as razões expostas nas missivas enviadas a Dom Pedro pela consorte do príncipe regente, a Princesa Dona Leopoldina da Austria (1797-1826): “Pedro – frisava Dona Leopoldina – o Brasil está como um vulcão. (…). O Brasil vos quer para seu monarca. Com o vosso apoio ou sem o vosso apoio, ele fará a sua separação”.

A independência e as instituições do Governo Representativo e do Poder Moderador garantiram ao Império brasileiro uma estabilidade invejável, que começou com a Constituição de 1824 e se firmou após as reformas conservadoras de 1841.

A estabilidade e a paz só se viram quebradas pelo golpe militar de 1889, que derrubou o Império e impôs a República. Antes da derrubada do Império, ao ensejo da “questão militar” (1883-1887), o marechal Deodoro da Fonseca, Ministro da Guerra, tinha dito a famosa frase: “A honra do Exército está acima da lei”. Nessa mesma linha de um poder militar sobranceiro às Instituições, o vice-presidente Marechal Floriano Peixoto (1839-1895), que tinha assumido o poder como vice de Deodoro em abril de 1892, quando da renúncia do Marechal à Presidência da República, decretou estado de sítio após manifestações de opositores e divulgação de manifestos na Capital Federal. Prendeu os manifestantes e desterrou outros para a Amazônia. Quando Rui Barbosa ingressou com pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal em favor dos detidos, Floriano ameaçou os ministros da Suprema Corte: “Se os juízes concederem habeas corpusaos políticos, eu não sei quem amanhã lhes dará o habeas corpusde que, por sua vez, necessitarão”. O STF negou o habeas corpus por dez votos a um.

A instabilidade republicana tentou ser controlada pelas “intervenções salvadoras” do Exército na República Velha, nas quais os militares intervinham quando o pacto político entrava em crise, dando ensejo a um novo momento autoritário. Juarez Távora (1898-1975), um dos aguerridos Tenentes, definiu essas intervenções da seguinte forma: “Nós, Militares, observamos a política como se fosse um banquete; quando o banquete vira rega-bofe, entramos com a espada moralizadora”.

A sina da instabilidade política tentou ser consertada pela adoção do modelo do “autoritarismo instrumental”, segundo o qual as Forças Armadas restabelecem o equilíbrio entre os poderes públicos, intervindo militarmente, mas por um prazo curto, até ser restabelecida a ordem.

Após o ciclo de 64 (e os vinte anos de uma intervenção que deveria ser passageira mas se tornou duradoura), o general Golbery do Couto e Silva (1911-1987) considerava que o Poder Executivo, controlado pelos militares, restabeleceria a ordem, isolando os elementos totalitários que pusessem em risco o sistema e permitindo a tranquila rotatividade no poder por parte dos dois partidos institucionais: a Arena (de cunho conservador) e o MDB (de feição liberal).

O Pacote de Abril de 1977, do general Ernesto Geisel (1909-1996) fixou os parâmetros dentro dos quais funcionaria a representação, que privilegiava aqueles Estados que mais dependiam dos favores da União, em detrimento dos Estados mais ricos, que ficariam menos representados. A União saiu fortalecida, outrossim, com a instituição dos “Senadores Biônicos”.

Na Nova República, após 1985, formou-se o que passou a ser denominado de “presidencialismo de coalizão”, controlado pelos Estados menos desenvolvidos, como se dá até hoje. O “Centrão” é expressão, como diria Oliveira Vianna (1883-1951), da “política alimentar”, se movimentando conforme as vantagens orçamentárias garantidas pelo Presidente de plantão.

Assim, a estabilidade institucional na Nova República ficou precária, com surtos mais ou menos autoritários, ao ensejo da tentativa de pôr em prática o modelo do “autoritarismo instrumental” que o ciclo militar já tinha posto em funcionamento. A disritmia autoritária que hoje se vive, ao ensejo da politização do Supremo Tribunal Federal, é claramente favorável ao grupo que questiona a legitimidade da Operação Lava Jato, com miras a favorecer a oposição de esquerda, comandada pelo ex-presidiário e ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Somente se conseguirá superar a atual situação, mediante o fortalecimento das instituições do governo representativo, concretamente, mediante a valorização do Senado Federal que é a instituição legitimamente capaz de “chamar às falas” o STF, quando ultrapassar os seus limites – como infelizmente ocorre hoje.

*Artigo publicado originalmente no site do autor.


ANVISA VIROU FERRAMENTA POLÍTICA

 SOBERANIAVIVA/THEREADS


Anvisa recolhe Água Cristal por bactéria comum que não fez ninguém passar mal. Zero reclamações. A empresa apoiou Bolsonaro em 2022. Mesma história do detergente Ypê. Está claro o recado: quem apoia a direita vai ser perseguido. A Anvisa virou ferramenta política



Vacina suspensa e remédios em falta no SUS acendem alerta na saúde

  JORNAL GAZETA AGORA/gazetadopovo

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Moraes Alcançou Seu Maior Objetivo Contra Bolsonaro!

 deltandallagnol/youtube



A ESQUERDA PERDEU O CONTROLE: Veja o que fizeram comigo na USP!

 rubinhonunes/


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A GUERRA HOJE É CULTURAL

 JULIA DE CASTRO/FACEBOOK


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FONTE DO BRASIL SECA DO DIA PARA A NOITE: O QUE ACONTECEU? | BRUNO MUSA

 BRUNO MUSA

APRENDA FINANÇAS E INVESTIMENTOS

 FOMOSCENSURADOS/INSTA


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A ESQUERDA CRIOU UMA GERAÇÃO FRACA

 dep.profClaudioBranchieri


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Lula Faz Ataque Explosivo a Moraes na Imprensa!

 andrémarsiglia/youtube


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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Os impostos mais perversos e cruéis,

 por Fernando Barduchi


Ao longo dos últimos anos, os brasileiros vêm sendo cada vez mais extorquidos pelos diferentes níveis de governo: federal, estadual e municipal. A avalanche de impostos parece nunca acabar, e o governo atual enxerga qualquer brecha na legislação tributária como um desafio pessoal e uma oportunidade de tomar para si mais um pedaço do dinheiro alheio.

Impostos, sem a mínima dúvida, são um roubo. Eles só são pagos devido à ameaça do uso da força, e não existe a opção de simplesmente parar de pagá-los. No entanto, é possível reconhecer que certos impostos são muito mais injustos que outros, e possuem uma urgência muito maior em sua abolição.

Cada pessoa, individualmente, pode ser mais impactada por algum tipo específico de imposto. Ainda assim, creio que a lista a seguir reúna os piores deles — aqueles que, por sua natureza, causam o maior dano à sociedade.

O imposto inflacionário

Começamos a lista com um imposto que uma parte considerável dos brasileiros nem sequer sabe que está pagando.

Por uma simples lei de oferta e demanda, sabe-se que, quando o governo aumenta a oferta de moeda, seu valor diminui, naturalmente, fazendo com que os preços subam.

No entanto, a moeda não é neutra, e os preços não sobem uniformemente para todos. Conforme constatado por Richard Cantillon, os primeiros a receber o novo dinheiro criado pelo governo conseguem gastá-lo antes que os preços sejam alterados. O mercado responde a esse aumento artificial da demanda elevando os demais preços, até que o novo dinheiro termine de circular pela economia.

Como esse dinheiro geralmente é alocado para projetos governamentais, os primeiros a recebê-lo são justamente aqueles mais bem relacionados ao governo. Assim, o imposto inflacionário afeta principalmente os mais pobres: quando o novo dinheiro finalmente se integra à economia e eles podem consumir, tudo já está precificado de acordo com a nova oferta monetária.

Além disso, o imposto inflacionário é silencioso. Aos poucos, o governo rouba a população, mas sem uma cobrança oficial. Ele só é percebido na medida em que os preços se tornam muito mais altos.

É um imposto cruel, que afeta principalmente os mais pobres e, a longo prazo, causa a completa corrosão social. Não é à toa que a inflação foi um dos motivos da queda de Roma.

Imposto sobre propriedade

Seja o IPTU, o IPVA ou qualquer uma de suas variações, o imposto sobre propriedade é um dos mais imorais que existem.

O fato mais relevante é que, na prática, o imóvel não é seu. Você se torna um locatário do estado, e não pagar esses impostos pode resultar em sua propriedade sendo tomada.

Esse imposto se torna mais cruel por se tratar de um ativo não líquido. Se não há renda correspondente para o pagamento do imposto, como é esperado que a pessoa pague?

O governo avalia a propriedade em um valor — sempre acima do real valor de mercado — e o dono deve ter uma quantia proporcional para pagar por ter essa terra. Caso a pessoa não tenha dinheiro disponível, o governo espera que ela se desfaça do próprio patrimônio para assim garantir sua parte.

Claramente, é um dos impostos mais malignos que existem. Não se pode manter nem a própria propriedade como algo independente do estado. Muitos defendem que o estado existe para proteger a propriedade dos cidadãos, mas esse imposto mostra que o governo é a maior ameaça à propriedade privada.

Imposto sobre herança

O imposto sobre herança entra em uma categoria específica de dupla taxação. Ao longo de uma vida inteira, o brasileiro já é obrigado a pagar um caminhão de impostos e, não contente com isso, o governo ainda exige a sua parte mesmo com a morte da pessoa.

Essa taxação também apresenta a mesma crueldade comentada no caso do imposto sobre propriedade. Na maioria dos casos, o herdeiro recebe um bem que não é líquido e precisa correr, em meio à tristeza e ao luto, para arrumar dinheiro a fim de pagar o estado antes mesmo de poder usufruir do que lhe foi deixado. Não é raro o caso de famílias que precisam vender às pressas o patrimônio construído ao longo de décadas justamente para “contribuir patrioticamente” com o financiamento da máquina pública brasileira.

Mas há aqui um problema ainda mais profundo, que diz respeito à própria lógica de construção de riqueza. A Escola Austríaca trabalha com o conceito de preferência temporal, que lida com questões de tendência ao imediatismo e tendências à poupança. É da tendência à poupança que a riqueza é gerada. Ao trocar a preferência imediatista por uma maior recompensa futura, abre-se o caminho para o investimento e, por consequência, para a geração de riqueza.

O maior sinal de preferência temporal de longo prazo é justamente pensar no próprio legado, na construção de algo que os filhos e netos possam usufruir.

É essa perspectiva de continuidade que dá sentido ao sacrifício do presente. Porém, quando o estado taxa a herança, ele ataca diretamente esse incentivo. Não apenas reduz a recompensa material do planejamento de longo prazo, mas mata a própria ideia de legado. Se boa parte do que foi construído ao longo de uma vida acabará nas mãos do governo, por que não consumir tudo agora?

O imposto sobre herança, na prática, empurra a sociedade na direção do imediatismo e, por consequência, contribui para a desintegração da estrutura familiar.

Imposto de renda

Por último, chegamos ao temido imposto de renda. Com o prazo final da entrega da declaração se aproximando, é um excelente momento para lembrar como esse imposto representa o auge do espírito predatório do estado moderno.

Em sua essência, o IR é um imposto que obriga o cidadão a produzir provas contra si mesmo. Sob pena de multa e até de prisão, deve-se abrir a vida financeira por completo para uma verdadeira colonoscopia governamental. Todos os bens, investimentos e movimentações precisam ser declarados e justificados. E isso não se limita apenas a quem efetivamente paga o imposto — até aquelas pessoas isentas são obrigadas a apresentar uma declaração.

Além disso, a Receita Federal é extremamente eficaz para cruzar dados, e qualquer erro pode ser fatal. Enquanto muito se reclama da qualidade dos serviços públicos prestados no Brasil, não se pode acusar a Receita Federal de não ter investido para tornar seu sistema eficiente.

Para piorar a situação, o sistema tributário é altamente complexo, abrindo diversas brechas para erros por parte do pagador. O cidadão comum não tem a menor capacidade de cumprir a regulamentação sem ajuda externa. Essa complexidade acaba aumentando a chance de erro, que pode resultar em pagar a mais ou cair na malha fina.

E há ainda o custo invisível: o tempo. Todo ano, milhões de brasileiros gastam horas e dias nesse processo. É novamente um imposto duplo, primeiro financeiro, depois na própria vida.

Conclusão

Essa lista não segue uma ordem específica e nem pretende ser definitiva. Como mencionado antes, cada imposto afeta cada pessoa de modo distinto.

No entanto, o padrão fica claro. O estado não apenas se contenta em roubar uma parte do dinheiro do “contribuinte”. Ele ativamente possui a vida da pessoa e se insere em cada vez mais aspectos da vida pessoal. Naturalmente, as consequências disso são uma degradação cada vez maior da sociedade e um crescimento exponencial do estado.

Criam-se apelos ao patriotismo e ao altruísmo, dizendo que se deve pagar o imposto para ajudar o próximo, além de outras desculpas que sejam convenientes. Mas nunca se vê a preocupação real do governo com quem está pagando a conta. O governo só se preocupa no momento em que você deixa de pagar.

 Fernando Barduchi  - Mises Brasil

O que Vorcaro ainda não contou sobre o contrato com a mulher de Moraes?

  Ex-dono do Banco Master chegou a elaborar um novo acordo para garantir o pagamento total dos R$ 129 milhões

Mário Sabino - Revista Oeste


Ele não só assinou um contrato estupendo com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, no valor de R$ 129 milhões, dividido em parcelas de R$ 3,6 milhões, como chegou a tratar de providenciar um novo contrato para que as prestações continuassem a ser pagas até o final do prazo estipulado, no caso de o Banco Master, o contratante no papel, ser vendido.

A jornalista Malu Gaspar publicou que a informação constava em um dos anexos da delação rejeitada pela Polícia Federal. Escreveu a jornalista: “Pessoas próximas ao ex-banqueiro que confirmaram a informação afirmam que esse segundo documento teria sido feito em agosto de 2025 porque já havia a previsão de venda do banco no curto prazo e, nesse caso, seria preciso garantir o pagamento de todo o valor estipulado no primeiro contrato, de R$ 3,6 milhões mensais entre janeiro de 2024 a janeiro de 2027, mesmo que o escritório já não estivesse mais vinculado ao Master, que era o cliente inicial”.

A jornalista Malu Gaspar publicou que a informação constava em um dos anexos da delação rejeitada pela Polícia Federal. Escreveu a jornalista: “Pessoas próximas ao ex-banqueiro que confirmaram a informação afirmam que esse segundo documento teria sido feito em agosto de 2025 porque já havia a previsão de venda do banco no curto prazo e, nesse caso, seria preciso garantir o pagamento de todo o valor estipulado no primeiro contrato, de R$ 3,6 milhões mensais entre janeiro de 2024 a janeiro de 2027, mesmo que o escritório já não estivesse mais vinculado ao Master, que era o cliente inicial”. 

Para garantir que os pagamentos fossem feitos até o fim, o novo contrato seria assinado com outra empresa de Vorcaro, cujo nome não constava do anexo da delação rejeitada. 

















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A Votação Revelou Quem Realmente Se Importa Com Crianças

 rubinhonunes/youtube


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https://www.youtube.com/watch?v=kOo5hDCLlfQ





MUNDO ESTÁ CADA VEZ MAIS ...

 JORDISGUES/FACEBOOK


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Bolsonaro sob ataque: A justiça militar está sendo aparelhada pelo governo?

 revistaoeste/youtube


Bolsonaro sob ataque: A justiça militar está sendo aparelhada pelo governo?


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https://www.youtube.com/watch?v=LUGtRSJ7dJA

Barroso e Kakay Passam Vergonha em Paris

 andrémarsiglia/youtube


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https://www.youtube.com/watch?v=qyv24e5H0iY

COMO ELES ESCAPAM DOS TRIBUTOS...

 DUARTMONEY/INSTAGRAM


COMO ELES ESCAPAM DOS TRIBUTOS...



A CULPA É DO BOLSONARO... SERÁ?

 INSTAGRAM


Sempre que algo de ruim acontece no governo, a culpa é de algum Bolsonaro, Será? Sabemos que a trend do “será?” é um tanto ridículo, mas o nosso jovem residente perdeu a vergonha na cara e decidiu gravar mesmo assim.



TEM ALGUMA DIFERENÇA?

 EDUARDO OINEGUE/FACEBOOK


TEM ALGUMA DIFERENÇA?



PT Surra a Direita com Mentira Sobre o PIX: Saiba a Verdade!

 deltandallagnol/yotuube


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Governo deve pagar advogado americano para Alexandre de Moraes. Isso custa muito caro. Mas... e os milhões recebidos do Vorcaro?

 diáriodopoder


O tribunal federal da Flórida pode não reconhecer legitimidade da AGU, a Advocacia-Geral da União, na defesa de Alexandre de Moraes na ação das empresas Rumble e Trump Media. A AGU é órgão do Poder Executivo, subordinado a Lula (PT) e não ao Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, na prática, a AGU se limitará a contratar advogado americano. Em dólares. Advogados quase de ponta com atuação na Flórida cobram de US$300 a US$600 (R$3.120) a hora, mas grandes firmas (“big law”) só se mexem a partir de US$1.000 (R$5,2 mil) e as “top partners” ultrapassam US$1.300 (R$6.760) a hora. A depender da duração, processo desse tipo pode custar milhões de dólares.

Alô, Constituição

A AGU recebeu ordens do presidente do STF para defender Moraes, mas é órgão da Presidência, não presta obediência ao chefe do Judiciário.

Pode isso, STF?

A separação de poderes, pilar da Constituição de 1988, impede que um poder utilize recursos do outro para fins corporativos ou pessoais.

Primeira Emenda

Moraes é acusado de expedir ordens de censura, inclusive secretas, que violam a Constituição dos EUA, garantidora da liberdade de expressão.

Rota para o brejo

Sem rever ou debater as decisões de Moraes, o regime opta por uma rota que mistura Poderes e expõe o contribuinte a custos muito elevados.

Diário do Poder













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