Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

A blindagem do poder chegou ao limite?

    Lucas Berlanza


Alexandre de Moraes denuncia Mendonça usando o maldito buraco negro que é o inquérito das Fake News, redefinindo assim a famosa analogia do poste urinando no cachorro.

Gilmar Mendes orienta, em reunião com Lula, que a polícia simplesmente desobedeça ordens de Mendonça que o governo julgar ilegais. Lula só levanta a voz para dizer que está preocupado com “vazamentos seletivos”.

A máquina de blindagem contra-ataca. O consórcio não admitirá ser apeado do poder sem lutar da maneira mais torpe, mais repugnante, mais selvagem.

A desfaçatez não tem limites. Sem reação contrária da sociedade, não há motivo para duvidar de que cancelem até as eleições para proteger a democracia. Por que não? Aos covardes, aos que silenciaram, aos que apoiaram e aos idiotas úteis que ainda apoiam, se não a impedirmos, esta ditadura terá as suas digitais.

Continuarei falando até que a “democracia brasileira” nos cale a todos. Mas apenas falar já não atende à quadra histórica.

Repito: temos que voltar às ruas. Aqueles que não acordaram devem despertar agora ou dormiremos todos indefinidamente um sono de retumbantes pesadelos.








PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-blindagem-do-poder-chegou-ao-limite/

Você embarcaria nesse avião?

   André Burger


Embarco em um voo de Manaus para São Paulo. São algumas horas de viagem e boa parte delas sobre a Floresta Amazônica, uma imensidão que nos mostra quão distantes estamos de qualquer possibilidade imediata de ajuda caso alguma coisa dê errado.

Enquanto aguardava o embarque, a tripulação passou por mim. Era um grupo bastante diverso, composto por pessoas de origens e perfis distintos. Pareceu-me que aquela companhia aérea levava a sério as políticas de inclusão. Fiquei bem impressionado, afinal, se mais pessoas, independentemente de sexo, cor, religião, origem social ou qualquer outra característica, estão podendo exercer uma profissão para a qual estão qualificadas, há motivo para satisfação.

O voo transcorre normalmente até que, ainda sobre a Amazônia, surge uma emergência. Uma sequência de decisões equivocadas agrava o problema e o avião acaba realizando um pouso de emergência em plena floresta. Há mortos e feridos. O comandante demonstra dificuldade em lidar com a situação, outros membros da tripulação mostram deficiências de treinamento e, somente depois de muito sofrimento, os sobreviventes são localizados e resgatados.

Nada disso aconteceu. Felizmente.

Mas imaginemos que, depois do acidente, a investigação revelasse algo perturbador. A companhia aérea adotara uma política de quotas destinada a aumentar a participação de determinados grupos em seus quadros. Como consequência, a identidade dos candidatos passara a integrar os critérios utilizados para decidir quem teria acesso a vagas, treinamento e oportunidades de progressão profissional.

O comandante daquele avião havia sido um dos beneficiários. Isso não significa, por si só, que fosse incompetente — e é importante deixar isso claro. Uma pessoa beneficiada por uma quota pode ser tão ou mais competente que qualquer outra. O problema surge quando uma vaga deixa de ser disputada exclusivamente segundo critérios relacionados à aptidão e passa a ser determinada também pela identidade de quem concorre. Nesse momento, abre-se a possibilidade de que o candidato escolhido não seja o mais qualificado disponível.

Em qual avião você embarcaria?

Voltemos então ao aeroporto.

Você tem dois pilotos diante de si. Ambos possuem habilitação para comandar o avião. Um deles, porém, obteve resultados superiores nos critérios relevantes para a função: mais experiência, melhor desempenho nos simuladores, avaliações técnicas superiores, maior proficiência diante de situações de emergência. O outro atingiu os requisitos mínimos, mas teve desempenho inferior. A companhia escolheu o segundo porque precisava cumprir determinada quota. Em qual avião você embarcaria?

A pergunta é desconfortável justamente porque retira a discussão do terreno abstrato. No debate político, é relativamente fácil defender que determinada vaga seja destinada a alguém pertencente a um grupo considerado historicamente prejudicado. Quando nossa própria vida depende da competência de quem ocupará aquela vaga, entretanto, nossa disposição para relativizar o mérito diminui consideravelmente.

Pessoas não partem do mesmo ponto. Algumas nascem em famílias com recursos, frequentam boas escolas, aprendem idiomas, têm acesso a livros, computadores, viagens e relações que lhes abrem portas. Outras crescem em ambientes pobres, estudam em escolas deficientes e carecem de boas relações. Há ainda pessoas que sofreram ou sofrem discriminação por sua cor, sexo, religião, origem ou condição social.

Essas diferenças existem e não deveriam ser ignoradas, mas reconhecer que as pessoas não tiveram as mesmas oportunidades não responde à pergunta sobre qual delas deveria ocupar determinada função quando chega o momento da escolha.

Oportunidade e resultado

Há uma distinção importante entre oportunidade e resultado. Podemos oferecer melhores escolas, bolsas, cursos preparatórios, treinamento adicional, financiamento e todas as condições possíveis para que alguém que começou em desvantagem consiga competir. Podemos procurar talentos em lugares onde antes ninguém procurava. Podemos combater preconceitos que excluam pessoas perfeitamente capazes por características que nada têm a ver com sua competência.

Isso tudo amplia a competição. A quota faz algo diferente. Ela interfere no resultado da competição ao introduzir um critério que não está necessariamente relacionado à capacidade de exercer a função.

Suponhamos que uma empresa tenha dez vagas e cem candidatos. Se as vagas forem preenchidas segundo critérios de competência relacionados ao trabalho, serão selecionados aqueles que obtiverem os melhores resultados nesses critérios. Quando parte das vagas é reservada segundo raça, sexo, origem ou qualquer outra característica alheia à capacidade profissional, torna-se possível que um candidato com desempenho superior seja preterido em favor de outro com desempenho inferior. Isso não significa que necessariamente acontecerá. Significa que pode acontecer. Se não pudesse acontecer, a própria quota seria desnecessária para alterar o resultado.

Esse é o paradoxo pouco discutido. Se a política de quotas nunca modifica quem seria selecionado por critérios exclusivamente meritórios, ela não produz efeito algum. Se modifica, significa que a identidade do candidato interferiu no resultado e, portanto, cria a possibilidade de que alguém mais qualificado seja preterido por alguém menos qualificado.

Instrumento inadequado

É precisamente esse risco que torna as quotas um instrumento inadequado. A intenção de corrigir desigualdades pode ser legítima; o mecanismo escolhido não é. Se queremos ampliar oportunidades sem correr o risco de sacrificar competência, devemos atuar antes da seleção, criando condições para que mais pessoas possam competir, e não depois dela, interferindo no resultado.

No caso do piloto, a consequência potencial dessa escolha é evidente. Mas por que o princípio deveria ser diferente em outras profissões? Você aceitaria ser operado pelo segundo melhor cirurgião disponível porque o primeiro não pertencia ao grupo necessário para preencher determinada quota? Entregaria o cálculo estrutural do prédio onde sua família mora ao segundo melhor engenheiro pelo mesmo motivo? Provavelmente não.

A dificuldade aparece quando saímos das atividades nas quais incompetência pode produzir cadáveres e entramos naquelas em que os danos são menos espetaculares.

Um advogado menos competente pode fazer seu cliente ser preso. Um contador incompetente pode provocar prejuízos enormes a uma empresa. Um professor menos preparado pode comprometer a formação de centenas de alunos. Um administrador incompetente pode destruir uma companhia e os empregos que ela sustenta. Um economista incompetente, no lugar certo, pode produzir prejuízos para milhões de pessoas.

A diferença está na visibilidade do dano, não na importância da competência. Por isso é estranho admitir que o mérito seja inegociável quando escolhemos pilotos, cirurgiões ou engenheiros, mas possa ceder espaço a outros critérios quando selecionamos pessoas para funções cujas consequências são menos dramáticas.

Critério legítimo

Se a quota é um critério legítimo de seleção, deveria sê-lo também na cabine do avião. Se não queremos aplicá-lo ali, talvez devamos perguntar por quê.

Há ainda uma questão moral. Políticas de quotas procuram frequentemente responder a injustiças históricas reais, mas reconhecer uma injustiça não resolve automaticamente quem deve arcar com o custo de sua reparação.

O candidato que perde uma vaga por não pertencer ao grupo contemplado pela quota pode não ter praticado qualquer discriminação. Da mesma forma, o passageiro sentado na poltrona 18A não é responsável pelas dificuldades que o piloto enfrentou durante sua formação. Transformar indivíduos em representantes de grupos históricos permite atribuir créditos e débitos a pessoas por acontecimentos dos quais elas próprias não participaram.

Há, porém, uma consequência talvez ainda mais perversa das quotas. Elas podem depreciar a percepção da competência daqueles que delas se beneficiam.

Imagine cem pilotos pertencentes a um grupo beneficiado por uma quota. Noventa e nove seriam selecionados mesmo que a quota não existisse. São excelentes profissionais, passaram pelos mesmos testes, obtiveram notas superiores e conquistaria suas vagas em qualquer processo de seleção. Um deles não. O passageiro não sabe qual, mas conhece a política de quotas da empresa aérea. A suspeita passa a recair sobre os cem.

Esse é um custo particularmente cruel porque atinge justamente pessoas que não precisavam de qualquer favorecimento. Um médico brilhante pode passar a ser visto como alguém que talvez tenha obtido sua vaga graças à quota. Uma engenheira excepcional pode carregar uma suspeita que jamais existiria se todos soubessem que sua seleção ocorreu exclusivamente por critérios relacionados à sua capacidade profissional.

Uma ironia cruel

A quota pode, assim, produzir uma ironia cruel: criada para combater o preconceito contra um grupo, fornece um motivo para que se passe a desconfiar da competência de todos os seus integrantes, inclusive daqueles que jamais precisaram dela.

Durante décadas, combatemos, corretamente, preconceitos segundo os quais alguém deveria ter sua competência julgada pela cor da pele, pelo sexo ou pela origem. É difícil perceber como combater esse princípio introduzindo novamente cor, sexo ou origem como critérios de seleção.

*Artigo publicado originalmente na Revista Oeste.












publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/voce-embarcaria-nesse-aviao/

A SOBERANIA DOS -CHEFÕES-

 gilbertosimõespires/pontocritico


PRIMEIRO COMANDO CRIMINOSO DO STF

Entra dia e sai dia e tudo que acontece, e se repete, no nosso vasto e empobrecido Brasil é o -AVANÇO INCESSANTE DA TIRANIA- IMPOSTA, REGULADA, ESTRUTURADA e REGRADA PELOS -SOBERANOS- CHEFÕES DO -PRIMEIRO COMANDO CRIMINOSO DO STF.  


JUNTA GOVERNATIVA TIRÂNICA

Assim, de forma muito ORGANIZADA, para evitar o ESPÍRITO DE CONCORRÊNCIA PELA LIDERANÇA, os -SOBERANOS- CHEFÕES DO PCC - STF, agem em forma de -JUNTA GOVERNATIVA TIRÂNICA-. Como tal se comprometem a apoiar, e endossar, as eventuais ou corriqueiras DECISÕES MONOCRÁTICAS. 


EM DEFESA DOS CHEFÕES

Por outro lado, também de forma muito HARMONIOSA e extremamente FOCADA, os -CHEFÕES DO PODER LEGISLATIVO-, agem, incondicionalmente em defesa das VONTADES TIRÂNICAS impostas tanto pelos CHEFÕES DO PCC- STF quanto pelo CHEFÃO DO -CC- ou -COMANDO CRIMINOSO- DO PODER EXECUTIVO.   


CIRCO BEM ARMADO

Com este -CIRCO BEM ARMADO-, as ESPERANÇAS DAQUELES QUE LUTAM PELA LIBERDADE, PELA DEMOCRACIA E PELO ESTADO DE DIREITO não duram mais do que um ou dois minutos. Com atenção voltada para todos os MOVIMENTOS da SOCIEDADE, os REFERIDOS -CHEFÕES- tratam, imediatamente, de ACABAR DE VEZ COM QUALQUER POSSIBILIDADE DE SEREM VENCIDOS...











publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/a-soberania-dos-chefoes-



Crise no STF: Pondé vê “destruição da República e do Estado Democrático de Direito

 tmcnews/youtube


Crise no STF: Pondé vê “destruição da República e do Estado Democrático de Direito


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https://www.youtube.com/watch?v=FMpO0G2B470

Julgamento de Alexandre de Moraes: hora da vergonha ou da redenção

  OPINIÃO

Julgamento de Alexandre de Moraes: hora da vergonha ou da redenção 


“INTERVENÇÃO MORALIZADORA” DO FACHIN FOI SÓ PRA MATAR A RESISTÊNCIA DA 2ª TURMA

 fernaolaramesquita


“INTERVENÇÃO MORALIZADORA” DO FACHIN FOI SÓ PRA MATAR A RESISTÊNCIA DA 2ª TURMA


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https://www.youtube.com/watch?v=w5qvNdV_yUw

um Ano Depois, Eles Comemoram a M#rte de Charlie Kirk Com Asterisco

 rubinhonunes/youtube


um Ano Depois, Eles Comemoram a M#rte de Charlie Kirk Com Asterisco


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https://www.youtube.com/watch?v=BMSi_qVpU8k

Bastidor no STF acende alerta antes da sessão sobre Moraes -

  SEM RODEIOS


NÃO É SOBRE PERSEGUIR NINGUÉM

 GILBERTONASCIMENTO/FACEBOOK


NÃO É SOBRE PERSEGUIR NINGUÉM 



SÓ PENSAR E ANALISAR

 MARICAENSE/FACEBOOK


SÓ PENSAR E ANALISAR



Veja os Ministros do STF Que Pararam de Falar Com Mendonça

 andrémarsiglia/youtube


Veja os Ministros do STF Que Pararam de Falar Com Mendonça


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https://www.youtube.com/watch?v=wkrVRURJzaE

Moraes Vai Cair Atirando: Ele Vai Arrastar 4 Ministros do STF!

 deltandallagnol/youtube


Moraes Vai Cair Atirando: Ele Vai Arrastar 4 Ministros do STF!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=G9wd5DcrKk4

ESTAMOS SOB O CONTROLE DA SUPREMA FACÇÃO FEDERAL

 CAIOCOPPOLLA/FACEBOO,


ESTAMOS SOB O CONTROLE DA SUPREMA FACÇÃO FEDERAL



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Algumas frases importantes sobre liberdade de expressão

  João Luiz Mauad 


Quando um juiz passa a agir de ofício, isso significa rasgar toda a filosofia e a longa história do direito no mundo. Mas basta invocar a defesa da democracia que vale tudo. Além disso, agora basta uma maioria em reunião plenária para aprovar qualquer coisa. Lei? Pra quê?

Algumas frases sobre liberdade de expressão:

“Uma nação que tem medo de deixar seu povo julgar a verdade e a falsidade em um mercado aberto é uma nação que tem medo de seu povo.” John F. Kennedy

“O povo não será privado ou abreviado de seu direito de falar ou publicar seus sentimentos; e a liberdade de imprensa, como um dos grandes baluartes da liberdade, será inviolável.” James Madison

“Se me fosse decidido se deveríamos ter um governo sem jornais ou jornais sem governo, não hesitaria um momento em preferir o último.”  Thomas Jefferson

“A liberdade de imprensa, se é que significa alguma coisa, significa a liberdade de criticar e se opor ao governo” George Orwell

“Nossa liberdade depende da liberdade de imprensa, e ela não pode ser limitada sem se perder.” Thomas Jefferson

“Uma imprensa livre pode, é claro, ser boa ou ruim, mas, certamente sem liberdade, a imprensa nunca será outra coisa senão ruim.” Albert Camus

“Sou … pela liberdade de imprensa, e contra todas as violações da Constituição, para silenciar pela força e não pela razão as queixas ou críticas, justas ou injustas, de nossos cidadãos contra a conduta de seus agentes.” Thomas Jefferson

“Eu declaro que não mantenho esse amor completo e instantâneo pela liberdade de imprensa porque sua natureza é inquestionavelmente boa. Eu a amo por consideração aos males que ela evita muito mais do que pelo bem que faz.” Alexis de Tocqueville

“Para obter o bem inestimável que a liberdade de imprensa assegura, é preciso saber se submeter ao mal inevitável que ela gera.” Alexis de Tocqueville

“Por que a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa devem ser permitidas? Por que um governo que está fazendo o que acredita ser certo deve ser criticado?” Vladimir Lenin

“A burguesia é muitas vezes mais forte que nós. Dar-lhe a arma da liberdade de imprensa é facilitar a causa do inimigo, ajudar o inimigo de classe. Não queremos terminar em suicídio, então não faremos isso.” ~ Vladimir Lenin


















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MANIFESTOS...

 gilbertosimõespires/pontocritico


MANIFESTOS

Na terça feira, 8, enquanto um GRUPO formado por 13 ex-ministros do STF (Néri da Silveira, Francisco Rezek, Sydney Sanches, Celso de Mello, Carlos Velloso, Ilmar Galvão, Nelson Jobim, Ellen Gracie, Cezar Peluso, Ayres Britto, Joaquim Barbosa, Eros Grau e Rosa Weber) enviou um MANIFESTO ao presidente da Corte, Edson Fachin, pedindo a realização de uma SESSÃO PÚBLICA com a finalidade de esclarecer a CRISE INTERNA NO TRIBUNAL; a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA (ABI), PUBLICOU UM MANIFESTO DE APOIO IRRESTRITO À REELEIÇÃO DO PRESIDENTE LULA.  Que tal?

PREFERÊNCIA POR LULA

Antes de tudo, embora mais do que sabido, dos EX-MINISTROS que assinaram o MANIFESTO a maioria nunca escondeu simpatia e preferência por LULA na presidência do Brasil. Mais: todos, sem exceção, sabem, perfeitamente, que a CRISE INSTALADA NO STF foi e está sendo PRODUZIDA por MINISTROS INDICADOS POR FHC, LULA, DILMA E TEMER, como é o caso de ALEXANDRE MORAES, GILMAR MENDES, EDSON FACCHIN, DIAS TOFFOLI, CRISTIANO ZANIN, FLÁVIO DINO, LUIZ ROBERTO BARROSO (pediu para sair e quase foi substituído por JORGE MESSIAS).

ÍNTEGRA DO MANIFESTO DOS EX-MINISTROS DO STF

A título de informação, eis o que diz o MANIFESTO DOS -FALSOS- PREOCUPADOS COM A CRISE NO STF: 

A Sua Excelência Ministro Edson Fachin, Presidente do Supremo Tribunal Federal.

Senhor Ministro Presidente,

Os ministros aposentados e ex-presidentes, abaixo assinados, vêm manifestar plena confiança na seriedade, discernimento e firmeza de Vossa Excelência na condução dessa Suprema Corte, na mais aguda crise de sua história, e a absoluta convicção de que designará, com toda a urgência, sessão pública para que o Tribunal Pleno determine imediata e rigorosa apuração, sob o devido processo legal, dos gravíssimos fatos cuja divulgação vem comprometendo o prestígio e a autoridade desse Tribunal, a confiança do povo e até mesmo a estabilidade das instituições democráticas.

ABI COERENTE

Também a título de informação, eis o que diz o MANIFESTO da ABI, totalmente desprovido de SURPRESA e carregado de COERÊNCIA ESQUERDISTA:

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), fiel à sua história e aos princípios que orientam sua atuação desde 1908, reafirma, neste grave momento em que vivemos, seus compromissos com o Estado Democrático de Direito e com a soberania nacional. O que pressupõe a defesa incondicional da democracia e de suas instituições; das liberdades políticas; das liberdades de expressão e de imprensa; dos direitos humanos e das minorias e da independência de nosso país.

Coerentes com nossas lutas, condenamos golpes ou tentativas de golpes de Estado que violam a Constituição, assim como as tentativas de livrar seus autores e cúmplices das punições a que estão sujeitos.

Rejeitamos, assim, os discursos e as práticas de candidatos a presidente da República que colocam em risco a democracia e os direitos do povo brasileiro, são coniventes com o golpismo e com golpistas e claramente pregam a submissão do nosso país e a entrega de nossas riquezas a uma potência estrangeira.

Por isso, a ABI MANIFESTA SEU APOIO À REELEIÇÃO DO PRESIDENTE LULA, QUE SE MANTÉM, EM SUA TRAJETÓRIA POLÍTICA E NO EXERCÍCIO DE SEUS MANDATOS, INDEPENDENTE DE QUALQUER JUÍZO PARTIDÁRIO, EM SINTONIA COM OS PRINCÍPIOS QUE DEFENDEMOS.

TIRANIA PLENA

Ou seja, considerando que o próximo presidente deverá indicar quatro ou cinco nomes para integrar a Suprema Corte, a ABI, através do seu MANIFESTO, não esconde que tem enorme e franco interesse em estabelecer uma TIRANIA PLENA NO BRASIL. Que tal? 


















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