Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 16 de março de 2026

O IPTU e a cidade que tributa o próprio crescimento

   André Burger 


Em 2026, a capital de SP deve arrecadar R$ 25 bilhões com o tributo, algo próximo de R$ 2 mil por habitante. 

O ano está começando para muitos brasileiros, mas já havia começado para quem cobra impostos: o Estado em suas várias formas — federal, estadual e municipal. Logo no início do ano, temos os tributos sobre o patrimônio. O IPVA sobre veículos e o IPTU sobre imóveis urbanos não entram em férias e os carnês chegam pontualmente.

 

No caso do IPTU da cidade de São Paulo, parece um carnaval, pois a administração da maior cidade das Américas aumenta consistentemente seu principal imposto, que representa cerca de 18% das receitas municipais. Em 2026, a previsão é de que o IPTU arrecade R$ 25 bilhões, algo próximo de R$ 2 mil por habitante, o maior valor per capita entre as capitais brasileiras.

A propriedade que nunca termina de ser paga

O imposto sobre propriedade tem uma peculiaridade: não incide sobre o que você ganha nem sobre o que você consome, mas sobre aquilo que você já possui.

Se a alíquota efetiva fosse de 1% ao ano, em cem anos, o proprietário teria pagado o equivalente ao valor integral do bem. Economicamente, ele teria sido expropriado. A propriedade permanece juridicamente privada; todo o ônus de sua manutenção, conservação e melhorias continua sendo do proprietário, que economicamente passa a ter um coproprietário silencioso: o Estado.

Um sócio que não investe capital, não assume risco, mas participa perpetuamente do fluxo financeiro, mesmo quando o imóvel não gera renda alguma.

Imóveis se valorizam por razões conhecidas: aumento da demanda, investimentos privados, dinâmica urbana e melhorias realizadas por seus proprietários. O município não compra o imóvel, não assume risco e não aporta capital. Ainda assim, captura parte crescente dessa valorização via IPTU. A valorização é privada. A captura é pública.

Um caso concreto: Moema

Moro no bairro paulistano de Moema há 21 anos. Nesse período, vi o IPTU crescer muito acima da inflação e, em vários momentos, acima da razoabilidade. Os números ajudam a sair da abstração.

  • Evolução do IPTU do imóvel

O crescimento foi de quase sete vezes em 20 anos. Mesmo descontando inflação, o aumento continua expressivo: 139% acima do IPCA e 97% acima do IGP-M. Portanto, não é mera correção monetária, mas de aumento real da carga tributária — e um detalhe revelador: quase 29% de todo o aumento ocorreu entre 2018 e 2020, sob os governos sociais-democratas de João Dória e Bruno Covas. Houve uma mudança de patamar.

Não foi um caso isolado

Se fosse apenas um imóvel, seria irrelevante, mas a cidade inteira acompanhou. A arrecadação cresceu cerca de nove vezes em 20 anos. Mesmo descontando a inflação (IPCA), o crescimento do IPTU mais que dobrou em termos reais.

  • Arrecadação total do IPTU em São Paulo

No mesmo período, estima-se que o PIB da cidade tenha crescido algo próximo de 3,5 vezes. Em outras palavras: o imposto sobre o patrimônio imobiliário cresceu mais que o dobro da economia que o sustenta.

O IPTU passou a crescer em velocidade superior à da própria cidade.

  • IPTU X PIB em São Paulo

O que houve não foi apenas aumento de arrecadação, mas uma extorsão amparada na força da lei. Aqui surge o primeiro efeito econômico relevante: quando a tributação sobre a propriedade cresce sistematicamente acima da renda e da atividade econômica, o incentivo ao investimento imobiliário diminui, especialmente em projetos de longo prazo.

O esforço do contribuinte

O imposto, de forma isolada, não revela seu peso real para quem o paga. Para comparar cidades, é mais útil observar o esforço fiscal do contribuinte, isto é, a relação entre imposto per capita e renda per capita.

  • Esforço fiscal do IPTU em algumas capitais brasileiras

São Paulo aparece com o maior esforço relativo do país em relação ao IPTU. Isso significa que não é apenas o valor absoluto do imposto que importa, mas o quanto ele consome da capacidade econômica média do cidadão.

São Paulo no contexto internacional

Quando a comparação inclui grandes cidades do mundo, o resultado continua pesado. O pagador de impostos paulistano aparece entre os mais pressionados, ficando atrás apenas de grandes cidades americanas.

Porém, há uma diferença importante: cidades como New York ou Miami operam em economias de renda muito superior. Em São Paulo, o mesmo tipo de estrutura fiscal recai sobre uma base econômica limitada.

  • Comparação internacional

O paradoxo fica ainda mais evidente quando se observa o tempo para aprovação de obras.

  • Licenciamento de obras × dependência do IPTU

São Paulo combina alta dependência do imposto sobre propriedade e um dos ciclos mais longos de aprovação de projetos entre as capitais analisadas. Tributa-se fortemente a propriedade e, ao mesmo tempo, dificulta-se a produção de novos imóveis.

O resultado é previsível: menor velocidade de expansão da oferta imobiliária, maior custo de carregamento dos projetos e, no limite, pressão adicional sobre preços e aluguel. Ou seja, o próprio sistema que arrecada mais pode acabar reduzindo a base que pretende tributar no futuro.

Conclusão

A capital que mais depende do IPTU parece demonstrar pouca preocupação com quem sustenta sua arrecadação. A combinação entre alta tributação imobiliária e elevada complexidade regulatória cria um ambiente em que o contribuinte paga mais e recebe menos dinamismo urbano.

É como matar a galinha dos ovos de ouro por inanição. A propriedade continua sendo juridicamente privada, mas a participação sobre ela tornou-se cada vez mais pública.

No limite, o problema deixa de ser apenas fiscal e passa a ser institucional. Quando a prefeitura passa a depender da valorização dos imóveis privados para financiar sua despesa, cria-se um incentivo permanente para aumentar a captura pelo imposto, não para ampliar a liberdade econômica que gera essa valorização.

Toda cidade é, em última instância, uma construção coletiva baseada em expectativas de longo prazo. Quando o proprietário passa a enxergar o imóvel menos como patrimônio e mais como fonte contínua de extração fiscal, se rompe a confiança de que investir, conservar e melhorar ainda vale a pena.

*Artigo publicado originalmente na Revista Oeste























publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/economia/o-iptu-e-a-cidade-que-tributa-o-proprio-crescimento/

A Era do Vírus: uma época de loucura e tolice,

 por Jane L. Johnson


Nota da edição:

Há exatos seis anos, a OMS decretou a pandemia da COVID-19. Como resposta, vários governos ao redor do mundo decretaram lockdowns e demais restrições autoritárias que destruíram as vidas e as liberdades de milhões de pessoas no planeta. As violações dos nossos direitos naturais que aconteceram no período jamais devem ser esquecidas, embora muitos, por vergonha ou trauma, queiram fingir que nada aconteceu.


Em algum momento no início da “Era do Vírus”, meu termo para o desastre de vários anos que enfrentamos do início de 2020 até algum momento de 2023 ou 2024, decidi arquivar as trocas de e-mails com algumas amigas sobre esse momento peculiar da história do nosso país.

Talvez eu tenha pensado, na época, que um registro escrito poderia me ajudar a entender a base e os resultados do que poderia se tornar uma era histórica, o que acabou se revelando prudente, já que passamos de “duas semanas para achatar a curva” para o que agora equivale a quatro ou cinco anos eternos, dependendo de como se conta a passagem do tempo.

A revisão dessas trocas de e-mails arquivadas hoje revela algumas das principais questões e diferenças de opinião que afetaram a todos nós. Algumas delas se concentram na mera tolice da Era dos Vírus, outras na loucura que afetou muitos.

Uma amiga de faculdade, moradora nativa de Nova Iorque que mora no centro de Manhattan, descreveu como considerava arriscado demais sair de seu pequeno apartamento compartilhado de um quarto, por isso mandava entregar as compras e lavava tudo com água sanitária antes de guardar na cozinha. Ela não se aventurou a sair do apartamento durante todo o tempo, nem mesmo para tomar um pouco de ar fresco. Aparentemente, ela não sofre de claustrofobia.

Outra amiga, que mora no norte da Califórnia, contou que teve seu cabelo cortado por uma cabeleireira que manteve seu salão aberto, desafiando as regulamentações de lockdown do governo estadual, continuando a ganhar a vida quando tantos trabalhadores foram forçados a ficar desempregados como “não essenciais”.

Outra amiga, que mora em Connecticut, reagiu com resistência quando mencionei as liberdades e direitos que os americanos perderam durante os lockdowns. “Que liberdades e direitos?”, ela perguntou, aparentemente sem entender o ponto. “Bom,” respondi, “que tal a liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda, o direito de participar de cerimônias religiosas à escolha de cada um, o direito de se reunir pacificamente e de fazer petições ao governo para reparar injustiças?”. Nunca mais tive notícias dela depois disso.

No começo de 2021, quando as primeiras vacinas começaram a ser disponibilizadas, observei meus vizinhos no sul da Califórnia, onde moro, lutando para conseguir um dos primeiros horários disponíveis. Alguns chegaram a dirigir mais de 160 quilômetros para receber uma injeção experimental de uso emergencial que, mais tarde, se provou ineficaz para impedir a transmissão do vírus e ainda causou efeitos colaterais prejudiciais em determinados grupos da população, além de aparentes efeitos de longo prazo semelhantes à síndrome da fadiga crônica ou fibromialgia.

Quando me perguntavam se eu havia me vacinado, respondia com educação que era uma questão pessoal, mas que pretendia confiar no meu próprio sistema imunológico, que sempre funcionou bem ao longo da minha vida, já tendo chegado aos 70 e tantos anos naquela época. Fiz isso corretamente e consegui evitar qualquer sintoma durante toda a Era do Vírus, embora vários amigos e vizinhos que ouviram minha explicação tenham recuado diante de meus comentários, alguns deles se afastando visivelmente de mim, como se a regra da distância de quase 2 metros não fosse suficiente para evitar que eu os infectasse.

Durante os anos restantes das restrições impostas na chamada Era do Vírus, eu basicamente ignorei os decretos e ordens oficiais, evitei usar máscara sempre que possível e me perguntava até que ponto eu ficaria irritada se alguém tentasse, de fato, me tocar fisicamente para impor alguma regra.

Foi realmente uma época de loucura e tolice ao mesmo tempo, em que o comportamento humano normal simplesmente desapareceu. Tentando entender aquilo tudo, cheguei à conclusão de que quase todo mundo foi lançado em modo “luta ou fuga”, uma reação fisiológica do corpo diante de uma ameaça percebida, liberando hormônios como a adrenalina que preparam o organismo para enfrentar o perigo (“lutar”) ou escapar rapidamente (“fugir”). Em essência, um mecanismo de sobrevivência diante de uma situação que o cérebro entende como perigosa.

Entrar nesse modo significa que as pessoas deixaram de usar o córtex cerebral, a parte pensante do cérebro, e passaram a agir com base em uma espécie de “cérebro reptiliano”, uma região mais primitiva do cérebro. O bom senso e o julgamento equilibrado se tornaram praticamente impossíveis para muita gente, porque elas mesmas desligaram sua capacidade de raciocínio mais elevado e passaram a viver sob um estado constante de medo. Imaginei que essa entrega coletiva ao medo pode ter sido uma das formas mais disfuncionais de comportamento humano já vistas fora de contextos de guerra ou desastres naturais. Superar esse medo exigia um esforço pessoal e deliberado de cada indivíduo.

Vários meses após o início desse período, comecei a expressar dúvidas sobre o fechamento de escolas, prevendo com precisão retrocessos para que alunos de todos os níveis alcançassem e mantivessem o desempenho acadêmico. Isso foi comprovado, como confirmaram os resultados dos testes da Avaliação Nacional de Progresso Educacional (NAEP, na sigla em inglês). Durante toda a Era do Vírus, previ (e ainda prevejo) que os EUA observarão em 10 a 15 anos uma geração de jovens adultos analfabetos ou semianalfabetos que não alcançaram resultados satisfatórios. Se as habilidades de leitura não forem ensinadas em um momento importante da vida das crianças, quando o cérebro humano é receptivo nesse estágio de desenvolvimento, será muito difícil recuperar o tempo perdido posteriormente. Vários vizinhos, professores aposentados do ensino fundamental, se opuseram vigorosamente às minhas opiniões, dizendo que as crianças são resistentes e podem facilmente compensar as deficiências de instrução, o que, obviamente, provou não ser o caso.

Fiquei surpresa com o fato de que uma economia inteira pudesse ser súbita e completamente desativada por medo de um vírus respiratório, forçando tantos americanos a ficarem desempregados, dependendo da distinção feita pelos órgãos reguladores do governo entre trabalho “essencial” e “não essencial”.

Anthony Fauci declarou audaciosamente que “ataques a mim são ataques à ciência”, como se ele fosse o “Sr. Ciência”, o próprio “Cara da Ciência”. O fato de Trump ter permitido que Fauci basicamente governasse o país por meses a fio não é bom para nenhum dos dois. Deborah Birx, que também recebeu uma plataforma de apoio de Trump, não foi muito melhor. Parece, no entanto, que ninguém será responsabilizado pelas maldades cometidas em nome da saúde pública e da “ciência”.

Podemos ter esperanças de que nosso país não será submetido a uma repetição desse infeliz evento e das políticas mal elaboradas implementadas em seu rastro. Entretanto, como dizem, esperança não é um plano. Uma vez que tenham conseguido forçar isso na garganta dos americanos, os atores políticos ávidos por poder podem conseguir repetir isso quando algum outro desastre natural ou de saúde pública surgir no futuro.


- Jane L. Johnson - Mises Brasil





















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/03/a-era-do-virus-uma-epoca-de-loucura-e.html

A CONTA CHEGOU E NÓS É QUE VAMOS PAGAR

 bigodenews/insta


A conta chegou e quem vai pagar é VOCÊ! O governo quer vender o "SUS do Transporte", mas o que não te contam é que o dinheiro sai direto do seu bolso: fim do vale-transporte e mais impostos escondidos em tudo o que você compra



#ELE NÃO....

 CARLISE.PR/FACEBOOK


#ELE NÃO....



O Estado a que chegamos

 percivalpuggina/youtube


O Estado a que chegamos


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=lJJh1p4SE_c

O MUNDO NÃO ESQUECE: Terrorista confesso do MR-8 é detido e deportado!

 rubinhonunes/youtube/



POR QUE O SOCIALISMO FALHA?

 INSTITUTOMISSESBRASIL/INSTAGRAM


POR QUE O SOCIALISMO FALHA?



DESISTA DE SER UM BOBALHÃO - a minha coluna na GAZETA DO POVO

 luisernestolacombe/youtube


DESISTA DE SER UM BOBALHÃO - a minha coluna na GAZETA DO POVO

clique no link abaixo e assista

jiLoczVH5cQ

NÃO A CONHEÇO, PORÉM ELA TEM TODA RAZÃO

 RTDOBRASIL/X


NÃO A CONHEÇO, PORÉM ELA TEM TODA RAZÃO



CASOS DE CORRUPÇÃO DO GOVERNO LULA

 NANIBARBOSA/X


CASOS DE CORRUPÇÃO DO GOVERNO LULA



DESIQUILIBRO NO FGTS

 DCCP/INSTA


O trabalhador brasileiro já paga uma carga enorme de impostos e agora surge mais uma preocupação: especialistas alertam para riscos de desequilíbrio no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).



Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More