Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

segunda-feira, 30 de março de 2026

Ela é uma brasa, mora?...

 Rubem Sabino Machado


PRA FRENTE, BRASIL!!!

        Não sei por que, justamente esta semana, lembrei daquela que, de fato,  “é uma brasa, mora?!”: sabem de quem eu falo, né? Claro, da Jovem Guarda!  Pensaram que eu iria falar de futebol?! Nada a ver! Prossigo falando de música, que tem uma memória afetiva ainda maior que o Escrete Nacional!

Que lembranças, que vozes!  Ah, aquela franja da Wanderléa e de outros brotinhos, em um tempo de alegria, muito antes da Rivotril. Em um tempo em que o carro é que era vermelho, fosse Cadillac ou calhambeque e em que eu não usava “espelho pra me pentear”, mesmo tendo muito mais cabelo que hoje...  Um tempo em que mandar tudo pro inferno era força de expressão, não uma intenção satânica.

O programa não chegou a ver o Tricampeonato da Seleção, durou só 3 anos, mas seus participantes viram e se imortalizaram em nossas memórias, também nas décadas seguintes, especialmente seu Rei: se o futebol tinha um Rei, que reinava absoluto, a Jovem guarda tinha o seu.  Nenhum dos dois jamais seria deixado de lado: ainda que um 22 ou outro quisesse afastá-los questionando sua visão,  ninguém seria tantã de fazer um programa ou uma Copa sem eles... 

Um tempo em que, pasmem,  o 13 era sorte, até nas sextas-feiras: o 13 do Zagallo.  “Zagallo eterno” e “Brasil campeão” tinham 13 letras, como o número favorito do jogador que venceu duas copas e que, como treinador, o adotou, vencendo mais duas Copas na comissão técnica: o único tetracampeão mundial, saudoso Lobo! 

80 milhões em ação, pra frente BRASIL, salve a Seleção.” Dizia a canção que não era da Jovem Guarda, mas que até poderíamos dizer – mas nunca dissemos –  que “era uma brasa, mora?!”, gíria que podemos usar até hoje, mas que nunca alterou o jeito de chamarmos nosso time nacional: Seleção, Brasil, Escrete (não Scratch,) Canarinho (não Canary).  “Pra frente, Brasil! Salve a Seleção”:  “Brasil, Brasil, Brasil”, se recuarmos mais, para Lamartine em 1950,  ano da tragédia do Maracanaço...  Nem como adjetivo, essa gíria famosa, eu vi alguém usar sobre a Seleção.  Era mais sobre os brotinhos de então...

Mas voltemos à Jovem Guarda: estamos em um tempo em que o saudosismo se impõe não pela nostalgia, mas pela qualidade.  Como não pensar, com o que temos visto ultimamente, em versos como  “Pobre menina, não tem ninguém”, “Por favor, pare agora!!!  Senhor Juiz, pare, agora”!  Ou, diante de um mundo cada vez pior: “Estou guardando o que há de bom em mim”!  Tempo em que havia mais biquinis de bolinha amarelinha e menos camisões escuros.  Como esquecer de Roberto e de seu amigo Erasmo, de Celly Campelo, de Leno e Lilian, Os Vips, Martinha, Jerry Adriani?!...

Hoje, só posso ter saudade de um tempo de boa música em que, a cada dia,   surgiam mais belas canções... Tempo em que, em cada show ou jogo,  um Rei dava show.  Que saudade! “E por falar em saudade, onde anda você?” dizia a bela canção que não era da Jovem Guarda, que essa sim era uma brasa,  enquanto nosso Escrete sempre foi o Brasil!  Salve a Seleção!!!

Ao recordar,

eu não acredito,

que sofrendo assim,

eu vá viver,

você se foi...

(Leno e Lilian)

 

* O autor, Rubem Sabino Machado, é cronista fictício e dizem que é uma Brasa, mora?!  PRA FRENTE, BRASIL!!!

 

In God we trust!












publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/ela-e-uma-brasa,-mora+__18637

Entre o que se sabe e o que se esconde

    Lucas Berlanza


Prossegue a esculhambação dos “recadinhos” mandados via imprensa — sem que haja o escândalo correspondente ao absurdo da ideia ventilada.

Os ministros do STF já fizeram isso várias vezes por meio de colunas. Agora é a vez de Daniel Vorcaro, o cretino que operava as fraudes bilionárias do banco Master.

Segundo coluna de Mônica Bergamo, Vorcaro “relatou a interlocutores” que não pretende atingir ministros do STF em sua delação premiada, apenas “se for inevitável”. É lógica básica que, se há a possibilidade de isso ser “inevitável”, é porque existe algo a ser “evitado”, ou seja, ele tem o que entregar sobre os togados.

Sabemos que, notadamente, a dupla dinâmica formada por Dias Toffoli e Alexandre de Moraes tem fornecido fartas razões de “suspeitas”, para dizer o mínimo. Mais nauseante é o registro da coluna de Mário Sabino, no Metrópoles, relatando que, antes da troca da equipe de defesa de Vorcaro, advogados chegaram a propor a André Mendonça, relator do caso, uma delação pela metade que atingisse um ministro do STF e poupasse o outro (!).

Cabe ao relator e à Polícia Federal deixar claro que não se trata de uma espécie de leilão e que a obrigação de Vorcaro é entregar tudo ou receber nada. Se o fizerem, têm grandes chances de garantir um nobre lugar na História — o que, a essa altura, depende apenas do cumprimento do dever, artigo raríssimo em nossas autoridades contemporâneas.










publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/entre-o-que-se-sabe-e-o-que-se-esconde/

O foro nada íntimo de Toffoli

 kátiamagalhães/institutoliberal


Dizem que as diferenças entre remédios e venenos consistem apenas em seu modo de administração e em sua dosagem. O mesmo raciocínio pode ser aplicado às normas jurídicas, essenciais à vida ordeira em sociedade, mas transformadas em ferramentas de legitimação de malfeitos se e quando pervertidas por intérpretes de má fé.

Dias Toffoli se deu por suspeito para apreciar o mandado de segurança de um parlamentar que se insurgia contra a omissão de Hugo Motta e pleiteava ao Supremo Tribunal Federal (STF) a determinação de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as irregularidades no Banco Master. O togado, por incrível que pareça, “sorteado” para a relatoria da medida, se recusou a conduzir o caso, mediante a invocação da própria suspeição por razões de foro íntimo, com base no artigo 145 da lei processual. E sim, caro leitor, antes que você exerça o seu legítimo direito à dúvida, posso assegurar que o referido dispositivo do Código de Processo Civil permite ao julgador declarar-se suspeito sem ter de especificar seus motivos para tanto. Sendo assim, qual a necessidade de gastar essas linhas com o assunto?

As circunstâncias, ora bolas! Como todos acompanhamos junto à grande mídia, Toffoli, agora assumidamente suspeito para dirimir um litígio sobre a criação de uma comissão destinada à investigação das lambanças do Master, foi o mesmo togado que, por quase dois meses seguidos, “relatou” o inquérito acerca dos robustos indícios delitivos envolvendo o dono do banco e seu entorno.

Apesar da notória viagem em jatinho de advogado do Master e de todas as possíveis conexões patrimoniais entre Vorcaro e o resort de sua propriedade, Toffoli agendou audiência com o banqueiro, redigiu as questões a serem a ele formuladas pela delegada e direcionou a custódia e a produção das provas em harmonia com seus desejos, mas em violação aos ritos legais. A dissintonia entre o togado ora suspeito para deliberar acerca de uma CPI sobre supostos delitos de Vorcaro e o togado outrora insuspeito para conduzir investigação sobre a mesma parte e o mesmo objeto foi muito além de uma eventual fragmentação de personalidade: antes, foi prova da má fé de quem agiu contra fato próprio com a finalidade inequívoca de tumultuar a devida apuração de fatos envolvendo seu círculo próximo.

A contradição de Toffoli

A confusão, diga-se de passagem, não residiu apenas na contradição entre as condutas do Toffoli de hoje e de meses atrás. O embaralhamento se fez notar logo no início da autodeclaração de suspeição, na qual o togado enfatizou que “foram definitivamente afastadas, por decisão transitada em julgado, quaisquer hipóteses de suspeição ou de impedimento da minha atuação nos processos da chamada Operação Compliance Zero.

A tal “decisão” definitiva referida por Toffoli, longe de ter sido uma deliberação judicial provocada por partes em um processo, consistiu na notinha unânime emitida por uma corte bananeira — e assinada pelo próprio togado em questão! — mediante a qual o STF rechaçou a suspeição do magistrado, mas, ainda assim, “apoiou” sua deliberação de afastar-se do inquérito sobre Vorcaro. Afinal, Toffoli é ou não suspeito para os assuntos relativos à lambança do Master?

Pelo visto, a resposta oscilará ao sabor das conveniências dos nossos senhores e de seus asseclas. A declaração de suspeição de ontem poderá vir a ser maliciosamente suscitada pelas defesas do banqueiro e dos demais envolvidos em tentativas de anulação de todos os atos anteriores.

Se nossa cúpula togada ainda desfrutasse de alguma credibilidade na consistência jurídica em suas decisões, seria possível antever o fracasso dos defensores de Vorcaro em tal empreitada, pois, de acordo com entendimento firmado em diversos precedentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ), “a declaração pelo magistrado de suspeição por motivo superveniente não tem efeitos retroativos, não importando em nulidade dos atos processuais praticados em momento anterior ao fato ensejador da suspeição” (STJ, AgRg no AResp n. 763.510/SP, ministro Mauro Campbell Marques, 5/11/2015). Contudo, no mar de imprevisibilidade criado pela atuação abusiva das cortes superiores, sob a chancela de um procurador-geral conivente com toda a espécie de arbítrios, seria pueril tentar prever o amanhã de Vorcaro e do inquérito indevidamente atribuído a um tribunal incompetente para o julgamento de indivíduos sem foro privilegiado.

Se o sócio do Tayayá já atuou tanto como insuspeito quanto como suspeito no mesmo assunto, poderá adotar qualquer desses “trajes” amanhã, ao sabor de pressões midiáticas, políticas e/ou provenientes do círculo de seus próprios pares.

Longe de ter decorrido de razões de foro íntimo, a suspeição do togado não passou de estratégia tosca de preservação de sua imagem enlameada. A ferramenta empregada por Toffoli foi uma norma concebida para guardar a intimidade de magistrados cumpridores de seus deveres, mas que, em mãos sujas, só veio a servir ao fomento de insegurança. Enquanto os principais intérpretes do nosso ordenamento não forem contidos em seus abusos, as normas jurídicas entre nós permanecerão sujeitas à triste sorte do desuso ou do aviltamento.

*Artigo publicado originalmente na Revista Oeste.









*Katia Magalhães é advogada formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com MBA em Direito da Concorrência e do Consumidor pela Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro. Autora da Atualização do Tomo XVII do Tratado de Direito Privado, de Pontes de Miranda. É criadora e realizadora do Canal Katia Magalhães Chá com Debate, no YouTube, e colaboradora do Instituto Liberal.












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Censura no Senado? Denúncia de Girão vem à tona -

  SEM RODEIOS

O "REINO" DO STF: Ministros impõem prazos ao Congresso, mas ignoram os próprios

  ÚLTIMA ANÁLISE


No Brasil das prisões políticas

 percivalpuggina/youtube


No Brasil das prisões políticas

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https://www.youtube.com/watch?v=wFIrE_gCqEg

Estadão revela SEGREDO da esposa de Moraes

 deltandallagnol/youtube


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https://www.youtube.com/watch?v=0s1YKO4sn0M

BANDIDO NA CADEIA: Prisão perpétua sem "frescura" aprovada por Bukele!

 rubinhonunes/youtube


BANDIDO NA CADEIA: Prisão perpétua sem "frescura" aprovada por Bukele!


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https://www.youtube.com/watch?v=b2KaLDVOf2c

O supremo show de hipocrisia

 luisernestolacombe/youtube


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https://www.youtube.com/watch?v=GDc3KjvDbPs

NÃO PRESTA, MAS VOCÊ DEVE SABER...

 HERLERSONCAPRINNE/FACEBOOK


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SABOR GASOLINA, MAS VOCÊ VAI CONTINUAR PAGANDO CARO POR ELA

 GILSONMARQUES/FACEBOOK


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PRECISAMOS NOS LIVRAR DO PT

 PROFESSORCHRISTIAN/FACEBOOK


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SEU SALÁRIO E O DE UM DEPUTADO

 RICARDOKYWAU/THEREADS


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3 MIL MORTOS RECEBEM PARA ESTUDAR

 MELISSAMILITÃO/THEREADS


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SE FOR HONESTO NÃO TEM VEZ...

 DIOGOPORTUGAL/FACEBOOK


SE FOR HONESTO NÃO TEM VEZ...



domingo, 29 de março de 2026

A postura do Brasil na crise do Irã e a restauração da monarquia

  Bernardo Santoro


A nota recente do Itamaraty criticando Estados Unidos e Israel e relativizando o regime iraniano ilustra a facilidade com que a política externa brasileira, que deveria ser uma política de Estado, se transforma em política de governo, refletindo as preferências ideológicas do grupo que momentaneamente ocupa o poder.

Esse fenômeno é particularmente visível no Brasil porque o presidente acumula simultaneamente as funções de chefe de governo e a de chefe de Estado. Ao concentrar essas duas dimensões, o sistema presidencialista permite que a diplomacia seja facilmente instrumentalizada para sinalizações políticas internas.

Assim, aquilo que deveria ser uma posição institucional do país se torna uma extensão do discurso partidário do governo de turno, seja para agradar aliados ideológicos no exterior, seja para reforçar narrativas políticas domésticas.

Nas monarquias constitucionais modernas, essa confusão tende a ser menor justamente porque há uma separação institucional entre Estado e governo. O primeiro-ministro conduz a política cotidiana e responde politicamente pelas decisões do gabinete. O monarca, por sua vez, encarna a continuidade do Estado e funciona como um polo de neutralidade institucional, inclusive internamente.

Na política externa, essa distinção tende a fazer com que a diplomacia, que fica sob liderança do monarca, apresente um tom mais estável e menos ideológico, porque a figura que representa o país no plano internacional não fica vinculada a um programa partidário ou a grupos de direita ou esquerda e sim aos interesses do Brasil, gerando respeitabilidade e ampliando possibilidades de negócios e diálogo.

O Brasil pode e deve ter posições firmes sobre conflitos internacionais, direitos humanos e segurança global, mas essas posições devem ser fruto de uma tradição diplomática coerente e não de alinhamentos políticos circunstanciais.

O exemplo da postura do Itamaraty, no caso Irã, apenas reforça a ideia de que a restauração monárquica nunca se fez tão necessária quanto atualmente no nosso país.















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