Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Não precisamos de código de ética, precisamos de impeachment

  Gabriel Wilhelms 


Ainda que imbuído por um espírito reformista (e qual liberal não é reformista neste Brasil patrimonialista?), tenho ojeriza por métodos revolucionários. Serei o primeiro a ver com desconfiança promessas de redesenhar a nação de cima para baixo ou de passar por um trator sobre o rastro da história, como que tentando reiniciar a sociedade. Sendo, portanto, a rigor, moderado, reconheço sem dificuldades a falsa moderação alheia. Não há moderação alguma na retórica dos néscios que insistem num devaneio de “autocontenção” da suprema corte, tampouco daqueles que oferecem nada mais do que simples analgésicos como solução para um câncer maligno.

Se a rejeição a métodos revolucionários se dá pelo fato de que a engenharia social sempre trai suas promessas, a opção pela moderação deve sempre buscar melhorar, não piorar as coisas. Quem, diante, não só da velha conhecida juristocracia autoritária, mas também da podridão do caso Master e seus revelados tentáculos sobre os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, segue tentando apelar ao “bom senso” dos integrantes da corte, como que vassalos tentando influir no espírito de um monarca absolutista, a quem não cabem os limites da lei ou da moralidade, não visa a bem algum e tamanha tolice só pode ser explicada por algum interesse escuso. Nesse sentido, propostas como a feita pelo presidente do STF, Edson Fachin, de estabelecer um código de ética na corte, são uma piada. Mania tola essa de pensar que a solução para o descumprimento das leis e regras já escritas é o estabelecimento de novas regras, como se estas fossem ser melhor seguidas do que as atuais que já não são. O problema nunca foi falta de lei. Claro que, aí, Fachin deveria reconhecer a responsabilidade concorrente de toda a corte, afinal, Moraes e Toffoli nunca fizeram seus desmandos sozinhos. Para além disso, um código de ética futuro não resolveria a promiscuidade passada e presente.

Não precisamos de código de ética, precisamos de impeachment. No momento, Toffoli e Moraes são um cancro para o qual não há quimioterapia que funcione. A única opção é a extração cirúrgica do tumor por meio do mecanismo constitucional do impeachment. A demora da extração pode provocar uma metástase generalizada, fazendo com que o tratamento seja cada vez mais rigoroso ou então culminando em um óbito para o qual não há previsão ou cura. À luz da vergonhosa nota, subscrita de forma unânime pelos ministros, expressando apoio a Toffoli na ocasião de sua saída da relatoria do caso Master, compreendo quem possa dizer que a metástase já ocorreu, mas faço um esforço para ser otimista. Qual deve ser, então, a opção de um moderado: a cirurgia ou a morte como personificação de uma inextricável corrupção, seja a moral ou a literal, na instância mais alta do Judiciário brasileiro?



















PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/nao-precisamos-de-codigo-de-etica-precisamos-de-impeachment/

MORTES ESTRANHAS

 GILBERTOSIMOESPIRES/PONTOCRITICO


ÍNDICE DE DESCONFIANÇA

Segundo aponta a recente Pesquisa feita pela GENIAL/QUEST, 49% DOS BRASILEIROS -NÃO CONFIAM NO STF-. Desde o início da série histórica, iniciada em novembro de 2022, este foi o MAIS ALTO ÍNDICE DE DESCONFIANÇA NA NOSSA APODRECIDA E PRA LÁ DE COMPROMETIDA SUPREMA CORTE.


DIGITAIS

Pois, mesmo diante deste quadro dantesco, que por si só expõe a necessidade urgente de AÇÕES capazes de reverter este pavoroso -ÍNDICE DE DESCONFIANÇA-, o que mais me deixa intrigado é que, a considerar as inúmeras SUSPEITAS DE CORRUPÇÃO e/ou ABUSOS ESTARRECEDORES onde são muitas as DIGITAIS de vários ministros do STF, a pesquisa ainda revela que 43% DOS BRASILEIROS -CONFIAM NO ÓRGÃO MÁXIMO DO PODER JUDICIÁRIO-.


SILÊNCIO TOTAL

Mais: nem mesmo dois -FATOS HORRIPILANTES- que dão conta do TOTAL E ABSOLUTO SILÊNCIO QUANTO:

1- à -MORTE- de Luiz Phillipi Mourão, apelidado de -SICÁRIO- apontado como -ARQUIVO de DANIEL VORCARO (Banco Master)- que estava sob a custódia do ESTADO BRASILEIRO; e,

2- ao -SUICÍDIO- do militar do Gabinete de Segurança Institucional, nesta terça-feira, 10, na ÁREA DE SERVIÇO DA RESIDÊNCIA OFICIAL DO PRESIDENTE LULA;

foram capazes de fazer a cabeça dos 43% de BRASILEIROS QUE AINDA CONFIAM NO STF. 


ENTERRO DO SICÁRIO

Mais chama a atenção, o FATO de que nenhum representante das empresas de comunicação do país, e do exterior, que estão sempre presentes em todos os acontecimentos, inclusive no recente funeral do CACHORRO ORELHA, por exemplo, mostrou interesse em REPORTAR o importante sepultamento do OPERADOR DE DANIEL VORCARO, nesta semana. Muito menos procuraram saber se o cadáver do SICÁRIO correspondia com o corpo do SUICIDA. Estranho, não? Muito estranho...
























PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/artigo/mortes-estranhas

Farra com a grana dos pagadores de impostos - Partidos de fora da cláusula de barreira ainda embolsam R$14,4 milhões ao mês

 diáriodopoder


Partidos nanicos, que não sobreviveriam sozinhos às exigências da cláusula de barreira e precisaram apelar para as federações partidárias em 2022 para continuarem a ter acesso à propaganda gratuita no rádio e na TV e – especialmente – aos bilhões dos fundões da Justiça Eleitoral, ainda embolsam R$14,4 milhões por mês do Fundo Partidário. Avante, Cidadania, PCdoB, PRD, PV, Solidariedade e Rede não alcançaram os mínimos eleitorais em 2022, mas continuam a faturar via federações.

Valores desde 2022

Fusão do Patriota com PTB, o PRD tem agora só quatro deputados federais, mas recebe R$3 milhões/mês. Se uniu ao Solidariedade.

Todo mês

O Cidadania (em federação com o PSDB) recebe R$1,8 milhão/mês; o Rede (unido ao Psol), R$1,14 milhão; e o Solidariedade, R$2,93 milhões.

Nanicos na esquerda

O PCdoB, com nove deputados e R$1,8 milhão/mês do fundo, e o PV (quatro deputados), com R$1,14 milhão, viraram puxadinhos do PT.

Em extinção?

O Avante leva R$2,52 milhões do fundão por mês, apesar de ter apenas oito deputados federais. E ainda não fechou federação para 2026.


Diário do Poder


















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/03/farra-com-grana-dos-pagadores-de.html

Comando Vermelho treinava táticas de guerrilha no MT, enquanto o ex- condenado Lula protegia outras facções companheiras da ação de Trump

 diáriodopoder/


Enquanto Lula (PT) insiste em proteger facções criminosas brasileiras da reclassificação para organizações terroristas, com alegações de cunho ideológico que remetem ao antiamericanismo juvenil dos anos 1970, a realidade bate à porta. Na semana passada, a Polícia Civil de Mato Grosso desmantelou um centro de treinamento da facção carioca Comando Vermelho em uma aldeia indígena em Santo Antônio de Leverger, a apenas 27km de Cuiabá. “Retrato do fracasso do Estado”, diz José Medeiros (PL-MT).

Táticas de guerrilha

A Operação Argos apurou que o “CT” da facção do Rio preparava bandidos para sobreviver na selva e ensinava táticas de guerrilha.

Drogas e armas

As investigações da Polícia Civil apuravam tráfico de drogas do grupo na região, mas desvendou os “cursos” de guerrilha com armamento bélico.

Restrito irrestrito

Eram usadas pistolas .40, 9mm, fuzis .556 e .762, metralhadora e arma com tripé .30; armamentos de uso restrito às forças armadas e policiais.

Prova cabal

Para o deputado Nelson Barbudo (PL-MT), a ação é “prova que facções criminosas já estão agindo como verdadeiros grupos de guerrilha”.

Diário do Poder
















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/03/comando-vermelho-treinava-taticas-de.html

JORNAL FAZUÉLI

 JORNAL FAZUÉLI/FACEBOOK


JORNAL FAZUÉLI



ESTÃO TODOS COM MEDO PORQUE A MAIORIA ESTÁ ENVOLVIDA

 PROFESSORCHRISTIAN/FACEBOOK


ESTÃO TODOS COM MEDO PORQUE A MAIORIA ESTÁ ENVOLVIDA



Amiga de Lulinha gasta R$ 474 mil em joias, e PF suspeita de lavagem de dinheiro

 revistaoeste/yhoutube


Amiga de Lulinha gasta R$ 474 mil em joias, e PF suspeita de lavagem de dinheiro


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https://www.youtube.com/watch?v=4drJRIzrLgY

PRA COMPLETAR A CONVERSA DE HOJE NO PÂNICO DA PAN

 fernãolaramesquita/youtube


PRA COMPLETAR A CONVERSA DE HOJE NO PÂNICO DA PAN


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https://www.youtube.com/watch?v=MUQIfVlIzvM

Lula quer Toffoli FORA do STF! Entenda a razão secreta!

 deltandallagnol/youtube


Lula quer Toffoli FORA do STF! Entenda a razão secreta!


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https://www.youtube.com/watch?v=qg8oeRCVMaA

O SEGREDO de R$ 500 MILHÕES de Vorcaro!

 andrémarsiglia/youtube


O SEGREDO de R$ 500 MILHÕES de Vorcaro!


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https://www.youtube.com/watch?v=xHxzZpCtWUc

O PIX DO JERÔNIMO: Bahia pagou 207 precatórios ao Banco Master!

 rubinhonunes/youtube


O PIX DO JERÔNIMO: Bahia pagou 207 precatórios ao Banco Master!


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https://www.youtube.com/watch?v=i-Ph3bVsdUk

terça-feira, 17 de março de 2026

Caso Gilmar: o que diria um alienígena sobre blindagem aos irmãos Toffoli?

   Judiciário em Foco


Não conheço alienígenas nem seria capaz de apostar em sua existência. Porém, se outros planetas fossem habitados por criaturas dotadas de inteligência superior à nossa, e se esses seres aterrissassem no país gigante pela própria natureza, mas emporcalhado pelo ardil de poucos, os visitantes talvez ficassem sem palavras. A impossibilidade de verbalização dos pensamentos certamente não decorreria da constatação da vilania inerente ao exercício do poder por humanos e sim do calafrio diante do completo desarranjo dos órgãos designados como “instituições” pelos habitantes locais.

Na última sexta-feira, Gilmar Mendes estarreceu os portadores de pelo menos dois neurônios ao ter beneficiado a empresa familiar de seu par Dias Toffoli mediante o uso de artifícios “inovadores”, em canetada que nem merece o nome de decisão judicial. Em menosprezo absoluto a todos os cânones processuais, arrogou-se a apreciar, em grau originário (fora do âmbito de um recurso), o pedido da Maridt Participações de suspensão da quebra do sigilo de dados determinada pela CPI do Crime Organizado. Como seria de fácil compreensão a qualquer estudante jurídico medíocre, o pleito não seria de atribuição da dita corte constitucional, e muito menos de Gilmar, na medida em que as investigações sobre o banco Master e seu entorno, incluindo a Maridt, se acham sob a condução de André Mendonça. No entanto, burlando o rito dos sorteios e a competência de Mendonça por prevenção, Gilmar tomou o caso para si e proferiu sua deliberação no esqueleto de um processo envolvendo partes e temática inteiramente diversas.

Sim, para surpresa dos humanos e assombro ainda maior de um alienígena, Gilmar ressuscitou um mandado de segurança arquivado desde 2023 e que havia sido impetrado em 2021 pela produtora Brasil Paralelo (BP) contra uma ordem de quebra de sigilo emanada da falecida CPI da Covid. Em mostra de covardia, o togado ainda responsabilizou a Maridt por seu desvio ao registrar que, no entender da empresa dos Toffoli, o caso possuiria “balizas similares” às aludidas na ação da BP, pois ambas as ações versariam sobre o acesso a dados sensíveis sem fundamentação para tanto. Escusa esfarrapada, pois caberia a ele, Gilmar, ter rechaçado pedido tão esdrúxulo quanto o da Maridt, deixando jazer os assuntos já sepultos e examinando os novos, sempre dentro dos limites de sua jurisdição e restrito ao escopo das ações cabíveis.

Contudo, Gilmar ultrapassou todas as barreiras do surrealismo jurídico já tão familiar por aqui. Após a ressurreição do processo da BP para atender aos anseios dos irmãos Toffoli, o togado transformou um mandado de segurança em um habeas corpus, como se fosse possível colher laranja em bananal. Como sabido até por universitários repetentes, mandados de segurança e habeas corpus, embora sejam remédios previstos na Constituição contra arbítrios, apresentam natureza jurídica, tramitação e finalidade totalmente distintas. Enquanto os mandados de segurança se destinam à proteção de direitos líquidos e certos contra atos abusivos de autoridades, os HCs são contemplados como mecanismo de proteção a indivíduos que estejam na iminência de sofrerem violência à sua liberdade de ir e vir. Não à toa, a Lei do Mandado de Segurança (Lei 12.016/09), logo em seu artigo 1º, define a medida como ferramenta de tutela a direitos não amparados por HCs, bradando a togados da índole de Gilmar que a concessão de HC nos autos de mandado de segurança configura quimera incompatível com a segurança da legalidade estrita.

Outrossim, nunca é demais lembrar que HCs, por protegerem a livre locomoção, só podem ser deferidos a indivíduos, sendo teratológica sua concessão a empresas, por não possuírem estas sequer existência física. Aliás, tal afirmação não é minha, mas do próprio tribunal integrado por Gilmar, cujo entendimento se consolidou em torno do “não cabimento da impetração de habeas corpus em favor de pessoa jurídica, visto que inexiste risco de constrangimento ilegal à sua liberdade de ir e vir, objeto que esta medida visa proteger” (HC no. 92.921/BA, rel. min. Ricardo Lewandowski, 1ª Turma, julgado em 19.08.2008). Será que, mais uma vez, a dita corte constitucional chancelará os caprichos de um de seus membros, ainda que, para tanto, tenha de desconsiderar postura por ela mesma firmada?

No mérito, Gilmar tornou a atentar contra a autonomia parlamentar. Sob a alegação de que a quebra de sigilo da Maridt teria extrapolado o objeto da CPI, o togado se arrogou a blindar a sociedade integrada por um de seus pares, esvaziando os poderes conferidos pelo parágrafo 3º do artigo 58 da Constituição às comissões de inquérito. De tão seguro da própria impunidade, Gilmar não hesitou em escancarar as contradições do próprio raciocínio no tocante aos fatos a serem colocados sob o crivo da CPI, como se depreende de trechos por ele inseridos entre as páginas 5 e 6.

Como reproduzido pelo togado, a CPI do Crime Organizado foi criada para “apurar a atuação, a expansão e o funcionamento de organizações criminosas no território brasileiro, em especial de facções e milícias”. Contudo, mais adiante, Gilmar houve por bem restringir o escopo das investigações, como se estas pudessem ser iniciadas apenas “em torno de fatos e notícias envolvendo organizações e facções criminosas armadas.” Ora, basta conhecer o vernáculo para entender que a constituição da CPI se deveu à necessidade, percebida pelos senadores, de investigação de possíveis organizações criminosas em geral, incluindo as armadas e as não armadas. Assim sendo, e considerando os fatos notórios divulgados pela mídia (a partir de relatório da PF) sobre supostas conexões entre o investigado Daniel Vorcaro, seu então “julgador” Dias Toffoli e a Maridt, com menção até à possível remessa de milhões pelo banqueiro ao empreendimento dos Toffoli, a CPI não apenas poderia como deveria apurar indícios tão robustos de existência de uma ORCRIM ancorada na cúpula do poder não-eleito.

Porém, em uma única canetada, Gilmar ceifou as atribuições da comissão, impedindo apurações “inconvenientes” que viessem bater à porta da corte. Não satisfeito, ainda determinou a imediata destruição dos dados da Maridt sob pena de responsabilização penal e administrativa dos agentes públicos envolvidos. Enquanto escrevo, a eliminação, atual ou iminente, de evidências de possíveis práticas delitivas certamente já impediu ou ainda virá a impedir a apuração de fatos gravíssimos e a futura aplicação das sanções legais aos responsáveis. Em vez de guardar a Constituição, o togado inovou artificiosamente o estado de um processo arquivado e, por meio de sua deliberação, embaraçou investigações legítimas sobre o escândalo do banco Master. No entanto, apesar das irregularidades em série estampadas na canetada, Gilmar não foi convocado a prestar esclarecimentos à CPI e muito menos incluído no rol de investigados por possível obstrução das apurações.

Ilícitos praticados às escâncaras por aqueles que deveriam ser os “doutores das leis”, subserviência do congresso e corrupção endêmica. O alienígena que aqui chegasse não imaginaria que todos os problemas entre nós se restringissem ao Supremo ou que esta fosse a única instituição entre nós a merecer aprimoramentos. Ao contrário, perceberia em poucas horas que as disfunções de um judiciário autoritário e irreverente à Constituição são, sim, a causa-raiz de todos os nossos males, e que a agudização destes se deve à inércia do parlamento na tomada de providências efetivas na contenção do poder não-eleito. De tão decepcionado, é possível que o alienígena nos deixasse em menos de um dia e, se voltasse a nutrir interesse por esse planeta de conflitos e sofrimento, talvez só retornasse ao país dentro de décadas para verificar se teriam sido formadas novas gerações mais aguerridas à defesa das liberdades individuais ou se os brasileiros do amanhã teriam permanecido os mesmos idólatras de políticos patrimonialistas com ou sem toga. Coisas futuras e intergaláticas.























publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/caso-gilmar-o-que-diria-um-alienigena-sobre-blindagem-aos-irmaos-toffoli/

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