Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

O sistema está podre: o futuro está nas mãos do povo

  Gabriel Wilhelms 


Moraes e Toffoli deveriam ter sido defenestrados do STF em 2019, quando protagonizaram o início da inquisição popularizada como Inquérito das Fake News. Não foram. A partir daí, os escândalos se avolumaram.

Veio o Twitter Files, atestando em primeira mão o método abusivo e ilegal pelo qual Moraes persegue críticos nas redes sociais. Muitos disseram que aquilo era a prova cabal do autoritarismo alexandrino e que ele deveria cair imediatamente. Não caiu.

Se o Twitter Files demonstrou o modus operandi no trato com as plataformas, a Vaza Toga atestou como a juristocracia operava internamente no âmbito do TSE e do gabinete de Moraes no STF. “Agora sim, ele tem que cair”, tantos disseram. Novamente, não caiu.

A Vaza Toga teve e segue tendo desdobramentos, tendo A Investigação até confirmado, por meio de uma perícia técnica, o cometimento de uma fraude processual denunciada por Tagliaferro.  “Fraude processual é o fim da picada, agora ele cai”. Não só não caiu como grande parte da imprensa solenemente ignorou essa informação.

Se traço essa cronologia, que a alguns pode soar cínica e pessimista, é para lembrar que o momento que estamos experimentando agora, de imaginar que o mais novo escândalo é por demais escancarado e que o sistema não terá opção senão regurgitar Alexandre de Moraes, nós já vivemos outras vezes ao longo dos últimos sete anos e meio, sempre com o mesmo resultado, com a mesma frustração, com a mesma indignação, tragada como um ácido.

Claro que o cenário é outro e as consequências também deveriam ser. Moraes está com o nome implicado no que provavelmente foi a maior fraude financeira da história do país. Se a reiterada violação dos direitos e garantias fundamentais não causou sua queda, sua conexão com Daniel Vorcaro, conexão essa que, agora, como todos sabem, incluiu até a edição do infame contrato de R$131 milhões — o contrato “mais importante”, segundo o próprio Vorcaro — entre o Banco Master e o escritório da família do ministro, deveria causar.

Pode ser que Fachin finalmente coloque o dever constitucional à frente do corporativismo. Também pode ser que siga sendo a nulidade omissa que foi até então. Se o sistema resolver regurgitar Moraes, tanto melhor, mas não tenhamos a ilusão de que isso seria uma panaceia: ao vomitá-lo, o sistema, tal como está, não cessaria de existir. Moraes pode não ser mais unanimidade na corte, mas tampouco está sozinho, e, em seu núcleo, estão Toffoli e Mendes. Para além disso, lembremos que, embora os holofotes estejam voltados principalmente para Moraes, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, também aparecem implicados com Vorcaro. A nível dos demais poderes, Lula é sócio e beneficiário da juristocracia, ao passo que os respectivos presidentes da Câmara e Senado são vassalos fieis da corte, com Alcolumbre chegando a afirmar que não abriria impeachment nem com 81 assinaturas a favor.

Vamos seguir esperando que um sistema que está podre corrija a si mesmo? Vamos então, nos contentar em tornar Mendonça o novo Moro, ou o novo Joaquim Barbosa, esperando que a redenção venha de um magistrado? Que Mendonça faça seu trabalho e não seja perseguido, mas seria patético ficarmos de braços cruzados mandando nossas energias para o próximo togado salvador da pátria como se ele fosse o Goku.

E o que o cidadão pode fazer? Primeiro, o óbvio: votar em candidatos ao Senado que defendam o impeachment de Moraes e cia, em deputados federais que apoiem amplas reformas do Judiciário e, claro, votar contra Lula, sócio e beneficiário direto do consórcio autoritário que comanda o país. Fora isso, o povo precisa voltar a ocupar as ruas.

Para ressaltar a urgência de um já muito tardio despertar, termino dando atenção a um fato muitas vezes esquecido. Tudo o mais constante, daqui a um ano, Alexandre de Moraes estará ocupando a presidência do STF. Isso, meu caros, não pode acontecer em hipótese nenhuma.









PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/o-sistema-esta-podre-o-futuro-esta-nas-maos-do-povo/




Comitiva de Lula a Nova York torra R$3,2 milhões em hotéis de alto luxo por apenas 48 horas

 diáriodopoder


Lula (PT) nunca desaponta aqueles que apostaram que o presidente manteria o padrão de gastança do nosso dinheiro na rápida passagem por Nova York (EUA) para alugar ouvidos na Assembleia Geral da ONU. O petista ficou menos de 48 horas em solo norte-americano, mas a fatura somente em hospedagem já ultrapassa os R$3,2 milhões. A sempre numerosa comitiva de aspones, que rendeu até reportagens na imprensa internacional, continua constrangendo os diplomatas brasileiros.

Pode esbanjar

Com o exército de aspones, a comitiva se dividiu em duas. Todos se refestelaram em dois dos mais exclusivos hotéis de Nova York, claro.

Como magnata

Lula se isolou no Grand Hyatt New York, altíssimo padrão, conta paga por antecipação: R$2.217.655,99 por dois pernoites.

Coisa de magnata

A maior parte da comitiva aboletou-se no Hotel Park Lane e a farra custou ao pagador de impostos R$1.014.867,56, afora os “extras”.

Mania de grandeza

O staff de Lula ainda incomodou a cidade alugando cavaletes para bloquear o trânsito na porta do hotel: foram mais R$8,7 mil gastos.


Diário do Poder



















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/09/comitiva-de-lula-nova-york-torra-r32.html

Luxuosa suíte no hotel escolhido por Lula em Nova York tem diária de marajá: R$30 mil.

diáriodopoder 

 

Suíte no Hyatt custa R$30 mil por dia


Os poucos que podem desfrutar da experiência de Lula e se hospedar no Hyatt Grand Central New York, um dos dois hotéis que o pagador de impostos bancou para o petista passar 48 horas nos Estados Unidos, precisam preparar o bolso. Esta coluna cotou uma diária no opulento hotel: a suíte presidencial sai pela bagatela de R$30 mil por dia e conta com vários luxos distribuídos pelos 130 m² da instalação, como uma bela e grande TV (50”), com canais pay-per-view, e, destaca o hotel, um cofre.


Suíte do luxuoso Hyatt, hotel de Lula e comitiva durante participação da assembleia da ONU

Granfino

A sala de jantar acomoda seis pessoas confortavelmente. O banheiro com hidromassagem, claro, é todo feito de refinado mármore branco.

Olho no GPS

Bem localizado, o hotel tem na vizinhança atrações como Museu de Arte Moderna (1,4 km), Empire State (1,2 km) e o Central Park (4,1km).

Almoço salgado

O restaurante do hotel oferece opções como Atlantic Salmon e Tomatillo Salsa. Os pratos – individuais – custam mais de R$175 cada.

Por nossa conta

A comitiva de Lula precisou de dois hotéis para aboletar os aspones. O outro foi hotel Park Lane. A hospedagem passa dos R$3,2 milhões.


Diário do Poder

TRISTE BRASIL: ROUBAR MENOS É TOLERÁVEL

 gilbertosimõespires/pontocritico


ROUBAR MENOS

Antes de tudo, para que fique bem claro na mente dos eleitores Paulistas, ontem, 23, durante o debate entre os candidatos ao Senado por SP, promovido pelo Estadão e realizado no teatro da FAAP, a ex-ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil no terceiro governo Lula, Simone Tebet, que deixou o cargo para se candidatar ao Senado, sem tirar nem por AFIRMOU, mesmo sem causar mínima surpresa aos ouvintes e telespectadores, que -A CLASSE POLÍTICA PRECISA -ROUBAR MENOS-. Que tal?

NÃO ROUBAR

Felizmente, para o universo de BRASILEIROS QUE NUTREM ESPERANÇAS DE QUE ALGO DE BOM ACONTEÇA NA CABEÇA DOS ELEITORES MAIS INCLINADOS A VOTAR EM LULA E DEMAIS CANDIDATOS DE ESQUERDA, o preocupado candidato Guilherme Derrite, do PP, de imediato rebateu a declaração de Simone Tebet afirmando que -OS POLÍTICOS NÃO DEVERIAM -ROUBAR MENOS-, MAS SIMPLESMENTE DEIXAR DE ROUBAR-. 

ROUBAR MENOS É TOLERÁVEL E LEGAL?

Na real, diante da DECLARAÇÃO CONSCIENTE da candidata esquerdista Simone Tebet, os eleitores Paulistas, assim como todos dos demais estados do nosso empobrecido Brasil, querem saber o que realmente significa -ROUBAR MENOS-. Melhor: o FATO DE ROUBAR MENOS, por se tratar de ROUBAR QUANTIDADES MENORES, simplesmente DEIXA DE SER CRIME E COMO TAL PASSA A SER LEGAL E TOLERÁVEL? 

ILUMINAR AS FRESTAS DOS CÉREBROS

Triste realidade. Como Deus não se intromete em eleições, o que resta aos mais religiosos conscientes é rogar para que Deus se proponha a ILUMINAR as FRESTAS DOS CÉREBROS DE UMA PARCELA SUFICIENTE DE ELEITORES que ainda se mostram DISPOSTOS A EXPULSAR OS LADRÕES QUE OCUPARAM OS PODERES DA SOFRIDA REPÚBLICA. 
























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/triste-brasil:-roubar-menos-e-toleravel


LULA NA ONU: QUANDO A DIPLOMACIA VIRA PALANQUE

 artigo do jornalista e escritor Fábio Paiva.


Durante décadas, o Brasil cultivou a ambição de ser muito mais do que uma potência regional. O tamanho de sua economia, a dimensão territorial, a população, os recursos naturais e uma tradição diplomática construída pelo Itamaraty deram ao país condições de participar das grandes discussões internacionais.

Por isso, a Assembleia Geral das Nações Unidas deveria ser uma das maiores vitrines diplomáticas brasileiras. Durante alguns dias, Nova York concentra chefes de Estado, ministros, investidores, empresários e representantes das principais economias do planeta. É uma oportunidade rara para defender posições políticas, mas também para abrir mercados, atrair investimentos e construir relações.

Foi nesse cenário que o presidente LULA desembarcou em Nova York acompanhado por uma comitiva de pelo menos 73 pessoas nominalmente autorizadas a viajar durante o período da Assembleia e de eventos paralelos.

Uma delegação numerosa não seria, por si só, motivo de crítica se viesse acompanhada de uma agenda presidencial proporcional à importância econômica e diplomática do Brasil. Mas chama atenção aquilo que não apareceu na programação pública de Lula: não foi divulgada uma única reunião presidencial com empresários ou investidores. Em Nova York. Um dos maiores centros financeiros do planeta.

Enquanto isso, a agenda política teve escolhas bastante definidas. Lula encontrou-se com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, com o senador Bernie Sanders e com o presidente uruguaio Yamandú Orsi.

É legítimo que um presidente escolha seus interlocutores. Também é legítimo perguntar quais interesses nacionais orientam essas escolhas.

Principalmente porque Lula recebeu cerca de 30 solicitações de encontros e manteve uma agenda bilateral bastante reduzida.

O Brasil precisa de investimentos. Precisa ampliar mercados. Precisa aumentar sua competitividade, gerar empregos, atrair capital e conquistar espaço no comércio internacional. Quando dezenas de líderes mundiais estão reunidos na mesma cidade, cada hora da agenda presidencial representa uma oportunidade diplomática.

Mas existe uma questão ainda maior.

O Brasil está perdendo relevância internacional?

A resposta não pode ser dada apenas pelo número de reuniões realizadas em uma viagem. O Brasil continua presente no G20, nos BRICS e nas Nações Unidas, participa das discussões sobre clima e reforma da governança global e mantém relações com todas as grandes potências. Lula, inclusive, assinou nesta semana, juntamente com líderes do Conselho Europeu, Canadá e Quênia, uma iniciativa internacional em defesa do multilateralismo.

Portanto, isolamento seria uma palavra inadequada.

Influência, porém, é outra coisa.

Um país pode estar presente em todos os fóruns e ainda assim ter dificuldade para transformar presença em capacidade efetiva de interferir nas grandes decisões internacionais.

E talvez seja aí que esteja o problema brasileiro.

Num mundo em rápida reorganização, as grandes potências disputam tecnologia, energia, comércio, inteligência artificial, segurança e áreas de influência. Estados Unidos e China negociam diretamente. Europa tenta reconstruir seu espaço. Rússia continua sendo protagonista inevitável na guerra da Ucrânia. Índia amplia seu peso econômico e estratégico.

Onde está o Brasil nessa nova arquitetura mundial?

Na Assembleia deste ano, enquanto algumas das principais articulações internacionais aconteciam em torno dos grandes conflitos e da relação entre Washington e Pequim, o presidente brasileiro utilizou parte importante de seu discurso para tratar de temas diretamente relacionados à disputa eleitoral brasileira. Lula advertiu contra interferências estrangeiras nas eleições de outubro, falou em “inimigos internos e externos da democracia” e declarou que o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”. A proximidade da eleição brasileira tornou evidente a dimensão doméstica dessa mensagem.

É legítimo defender a soberania nacional.

A pergunta é se o principal púlpito diplomático do mundo deveria servir também como extensão da campanha eleitoral brasileira.

A política externa de um país não deveria mudar de identidade a cada governo. Presidentes passam. Interesses nacionais permanecem.

E essa diferença parece cada vez mais difícil de enxergar.

Até a roupa da primeira-dama carregava uma mensagem política.

Janja compareceu à Assembleia usando, pelo terceiro ano consecutivo, um casaco com o tradicional bordado palestino tatreez, presente da Embaixada da Palestina. A própria primeira-dama já explicou publicamente o simbolismo político da peça.

Não se discute aqui seu direito de manifestar solidariedade ao povo palestino. A questão é outra: em diplomacia, símbolos também falam.

Quando a primeira-dama acompanha oficialmente o presidente da República na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, sua presença deixa de ser exclusivamente privada. A escolha de uma peça explicitamente associada a uma causa envolvida em um dos conflitos mais sensíveis do planeta transmite uma mensagem.

E ela coincide com uma política externa que tem dedicado enorme espaço à guerra no Oriente Médio.

Lula voltou a condenar duramente as ações do governo israelense. Para registrar o quadro completo, também condenou os ataques terroristas do Hamas e defendeu a solução de dois Estados.

O problema não está em condenar Israel, defender palestinos ou criticar os Estados Unidos.

O problema aparece quando a política externa começa a transmitir a impressão de possuir pesos diferentes conforme o governo envolvido.

O Brasil construiu durante décadas uma tradição diplomática baseada justamente na capacidade de conversar com adversários. O Itamaraty ganhou respeito porque mantinha canais onde outros países fechavam portas.

Essa tradição não exige silêncio diante de violações de direitos humanos. Exige coerência.

Um país que pretende exercer influência precisa conseguir conversar com Washington e Pequim, Israel e Palestina, governos conservadores e governos de esquerda.

Diplomacia não deveria funcionar como um encontro entre amigos ideológicos.

É defesa de interesses nacionais.

E talvez seja justamente aí que esteja o risco de perda de relevância brasileira.

Não porque o Brasil tenha deixado de ser importante. Seria absurdo afirmar isso. Somos uma das maiores economias do planeta, uma potência agrícola, energética e ambiental, integrantes do G20 e dos BRICS e donos de uma das maiores reservas de recursos naturais do mundo.

O paradoxo é exatamente esse.

O Brasil continua grande. A dúvida é se sua influência acompanha o seu tamanho.

Uma comitiva de pelo menos 73 pessoas foi mobilizada para Nova York. Não apareceu na agenda presidencial divulgada uma reunião com empresários ou investidores. Cerca de 30 pedidos de encontros teriam chegado ao governo, enquanto a programação bilateral permaneceu limitada. Parte do discurso presidencial voltou-se para a disputa política doméstica. E até a primeira-dama levou ao plenário uma simbologia relacionada a uma das questões geopolíticas mais divisivas do momento.

Cada um desses episódios, isoladamente, pode ter explicação.

Juntos, porém, permitem uma discussão que o Brasil deveria fazer.

Política externa existe para projetar o país ou para projetar o governo?

O Brasil não precisa ser aliado automático dos Estados Unidos. Tampouco precisa hostilizar China, Rússia ou qualquer outra potência para agradar Washington. Precisa conversar com todos.

Precisa vender.

Precisa comprar.

Precisa atrair investimentos.

Precisa defender empresas brasileiras.

Precisa abrir mercados.

Precisa participar das decisões.

E, acima de tudo, precisa ser ouvido.

Porque talvez o maior perigo para uma potência como o Brasil não seja ter adversários.

É descobrir que, enquanto o mundo decide seus rumos, sua voz já não pesa como poderia.
































publicadaemhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/lula-na-onu:-quando-a-diplomacia-vira-palanque-240926

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