Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

A hipnose do lulopetismo  

   Alex Pipkin, PhD     


 Eu não sou cinéfilo. Não estudo cinema, não escrevo sobre enquadramentos nem faço reverência a teorias narrativas. Quem me lê, porém, sabe: eu amo o cinema. Amo porque, quando acerta, ele funciona como um espelho moral, desses que deformam o rosto para revelar o caráter. A arte serve para dizer verdades que a vida real prefere esconder atrás de discursos moralmente edificantes e consagrados pelo aplauso social automático.


O cinema sempre foi válvula de escape e laboratório social. Talvez por isso, em tempos de delírio coletivo, a ficção tenha começado a parecer menos imaginação e mais ensaio geral. Há filmes que envelhecem mal; outros envelhecem rápido demais. O Amor é Cego pertence à segunda categoria porque se transformou num diagnóstico exato da realidade vermelho-verde-amarela de 2026.


À primeira vista, é uma comédia romântica leve. Jack Black interpreta um sujeito raso, obcecado por padrões estéticos que jamais alcança. Então surge o guru — sempre surge — oferecendo iluminação instantânea. O truque é singelo. O protagonista passa a enxergar apenas a “beleza interior”. O efeito é cômico. Ele se apaixona por uma mulher que, no mundo real, não corresponde ao ideal que ele dizia cultuar. Para ele, porém, ela é perfeita. Não porque ela mudou, mas porque a realidade foi suspensa.


A genialidade do filme está aí. Não se trata de aprender a ver melhor, mas de aprender a não ver. A hipnose não cria virtude; cria cegueira. Mas quando a cegueira deixa de ser acidente e se transforma em estratégia, ela abandona a ingenuidade e se converte num projeto evidente de poder.


É preciso chamar as coisas pelo nome. Desde Karl Marx, o grande formulador da ideologia do fracasso, a moral é tratada como um incômodo descartável. Para ele, ética é superestrutura: um artifício criado para legitimar relações econômicas. Não existe bem ou mal em si; existe o projeto. Os meios são irrelevantes, desde que o fim seja proclamado como justo. A corrupção, nesse esquema mental, não é um problema moral, é apenas uma ferramenta. Se serve ao projeto, absolve-se. Se escandaliza, relativiza-se. A moral não limita o poder; ela é sacrificada em nome dele.


Por isso o filme é atualíssimo. Basta olhar ao redor para enxergar uma sociedade submetida ao mesmo transe. Não por um guru excêntrico num elevador, mas por uma ideologia inteira que promete redenção enquanto suspende qualquer critério de realidade.


O resultado é a obscenidade normalizada. Ou não? Aposentados roubados no INSS tratados como “falhas técnicas”, Correios afundados sem culpados, escândalos financeiros como no caso Master escancarados recebidos com indiferença moral. A corrupção deixou de se esconder; perdeu o pudor e ganhou, como sempre, narrativas.


O mais espantoso não é a existência do encantador de burros — toda época produz o seu. O espantoso é a multidão disposta a manter os olhos fechados mesmo depois de revelado o velho novo truque.


Enxergar exige responsabilidade, a de admissão do engano. Impõe o “acordar-se”.


Bem, talvez algo esteja mudando. Pesquisa recente indica um dado incômodo para o “hipnotizador de burros”. Até parte dos sustentados pelo assistencialismo tupiniquim começa a rejeitar o encanto. Não é lucidez plena, mas já é um espasmo de consciência no país hipnotizado pela farsa lulopetista.


No filme, a hipnose acaba. Na vida real, ela costuma durar mais, porque rende cargos, discursos, dinheiro sujo, e a confortável cumplicidade dos que fingem não ver. Nenhuma ilusão, porém, resiste eternamente à realidade. Quando o transe se desfaz, o encantador desaparece, o truque fica evidente e sobra apenas o essencial.


Oxalá o país comece a se olhar no espelho e se pergunte, sem anestesia, como aceitou chamar cegueira de virtude, e farsa e ruína de “governo do povo”.










publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/a-hipnose-do-lulopetismo__18612

Como políticos usam a economia para ganhar eleições

   Adriano Dorta 


Os políticos, como mostra a teoria da Escolha Pública, não são santos nem heróis. Pelo contrário, são pessoas como qualquer outra, que respondem a incentivos e pensam nos próprios interesses. Para a surpresa de zero pessoas, o maior interesse de um político é se manter no poder.

O Ciclo Político-Econômico nasce dessa lógica. Ele aplica ferramentas da economia para entender como governos se comportam perto das eleições em democracias. A ideia básica é simples. Como políticas econômicas afetam a vida das pessoas, elas também afetam votos. Por isso, quando a eleição se aproxima, cresce o incentivo para adotar medidas que gerem alívio ou sensação de melhora no curto prazo, mesmo que criem custos no médio e longo prazo.

O sistema democrático recompensa políticos por comportamentos assim. Em ano eleitoral, é comum ver aumentos de gastos que estimulam a atividade e reduzem o desemprego no curto prazo. O problema é que esse tipo de estímulo tende a pressionar a inflação e piorar as contas públicas.

A teoria do ciclo político-econômico nos ensina que, perto das eleições, os políticos que estão ocupando cargos tendem a gastar mais. Esse gasto aparece em forma de obras, aumento ou criação de benefícios, eventos, concursos com a intenção de criar sensação de prosperidade e aumentar a aprovação do governo.

Isso acontece porque eleitores, na maioria das vezes, responsabilizam o governo quando as coisas vão mal. Quanto pior a economia, menor a aprovação e, consequentemente, menores as chances de vitória.

No fim, um governo acaba sendo formado por indivíduos auto interessados tentando encontrar a combinação de inflação e desemprego que rende o maior número de votos possível. Depois que a eleição passa, chega o momento de “apagar o fogo”. Gastos são cortados, juros sobem para conter a inflação, a economia esfria e a inflação cede, mas o desemprego volta a subir. O ciclo se repete porque o incentivo político continua o mesmo.

A democracia tem uma concentração de interesses heterogêneos. A própria população que vota se contradiz. Como pagadores de impostos, todos querem pagar pouco, mas, quando são beneficiários, a mesma população apoia qualquer tipo de privilégio.

Por conta dessa dinâmica, os políticos têm grandes incentivos para manipular a política fiscal com gastos em coisas inúteis – como estradas que não levam a lugar nenhum – ou transferências de renda que vão aumentar a demanda e aquecer a economia para instrumentalizar a votação ao seu favor.

Vamos analisar algumas eleições no Brasil:

Em 2002, a disputa foi entre Lula (PT) e José Serra (PSDB).


*Segundo turno: 27/10/2002

Em 2010, a disputa foi entre Dilma (PT) e José Serra (PSDB).


*Segundo turno: 31/10/2010 Fonte: Banco Central e IBGE

O governo é, em grande medida, responsável pela inflação e tem contribuído fortemente para a sua alta. Seus gastos influenciam o nível de atividade e o desemprego. Os impostos interferem diretamente nas decisões privadas de milhões de pessoas.

Basta lembrar que tributos mudam preços relativos, encarecendo alguns bens e barateando outros. Ao escolher quem paga mais e quem paga menos, o Estado usa o sistema tributário para manipular preços e distribuir vantagens. Tudo depende de qual setor garante mais votos.

O governo também interfere no comércio internacional, criando regras e barreiras para favorecer setores nacionais. O resultado disso é você pagando mais caro e o governo recebendo mais apoio dos grupos beneficiados.

No Brasil, a grande jogada é inaugurar obras. Como o político federal controla grande parte do orçamento, ele usa esse recurso para comprar apoio político local. Deputados e senadores conseguem direcionar dinheiro por meio de emendas parlamentares, seja individual, de bancada ou de comissão.

O parlamentar escolhe um município onde ele já tem uma base sólida ou onde quer construir uma. Quase sempre, isso depende de um aliado fundamental: o prefeito. É o prefeito quem tem as secretarias, a equipe e o poder de executar a verba. No fim, é ele quem transforma o orçamento em marketing, e o marketing em voto.

O vereador entra como a linha de frente. Ele faz a política de bairro, conhece as pessoas, visita as famílias, mobiliza a comunidade e organiza o evento de inauguração. É ele quem garante que a obra “tenha dono” na cabeça do eleitor.

A inauguração vira o grande momento eleitoral. O prefeito e os vereadores agradecem o deputado que mandou a verba e repetem o roteiro de sempre: “sem ele, isso não seria possível”. O deputado aparece como salvador da cidade, retribui os elogios e tira a foto que vai render votos.

Na prática, são indivíduos reagindo aos incentivos. Eles calculam o caminho mais eficiente para manter apoio, ganhar eleição e sustentar poder. Por isso, eleger “as pessoas certas” não resolve o problema de verdade. O sistema premia quem faz o processo político funcionar – e reformar a natureza humana é impossível.

Na próxima eleição, faça um experimento simples. Observe os indicadores alguns meses antes. Veja gastos, inflação, crédito, impostos e promessas. Depois, compare quais medidas o governo vai tomar após uma eleição vitoriosa.

Referências

DOWNS, Anthony. Uma Teoria Econômica da Democracia. Editora da Universidade de Sao Paulo.

NORDHAUS, William D. The political business cycle. Review of Economic Studies, Oxford, v. 42, n. 2, p. 169‑190, 1975.

Buchanan , James ; Tullock, Gordon . O Cálculo Do Consenso: Fundamentos Lógicos Da Democracia Constitucional. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 2021.

MUELLER, Dennis C. Public choice III. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.








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JORNAL FAZ U ÉLLI

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Regime aberto só no papel: Moraes mantém Daniel Silveira sob cárcere

 | SEM RODEIOS/gazetadopovo/youtube


Regime aberto só no papel: Moraes mantém Daniel Silveira sob cárcere


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Bolsonaro será expulso do Exército?

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Me FERREI! Me pegaram fazendo algo INACREDITÁVEL!

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DITADOR E BILIONÁRIO: QUANTO do OURO NACIONAL VIROU PATRIMÔNIO do MADURO?

 rubinhonunes/youtube


A hipocrisia da esquerda brasileira e mundial foi exposta mais uma vez com o escândalo do ouro venezuelano. Enquanto militantes pintam o cabelo e gritam contra bilionários do livre mercado, Nicolás Maduro, o ditador de estimação deles, retirava 113 toneladas de ouro do Banco Central da Venezuela para esconder na Suíça. São mais de US$ 5,2 bilhões de dólares ( quase 30 bilhões de reais) saqueados das reservas nacionais enquanto o povo venezuelano era condenado à miséria absoluta e à fome.


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DICAS SUPER ÚTEIS

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É POSSÍVEL CRESCIMENTO COM ISSO?

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ESCANDALOS QUE QUEBRARAM O BRASIL X ESCANDALOS QUE VIRARAM PIADA

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ESCANDALOS QUE QUEBRARAM O BRASIL X ESCANDALOS QUE VIRARAM PIADA



A escravidão nunca acabou no Brasil

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A escravidão nunca acabou no Brasil  



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

A Republiqueta do Estado-Babá

   Alex Pipkin 


Durante décadas, empurrou-se ao Brasil a fantasia de que programas assistencialistas eternos seriam a forma mais “nobre” de servir à sagrada causa da justiça social.

O Estado surge como pai zeloso, o verdadeiro Estado-babá; o governante encena o papel de benfeitor iluminado; o benefício passa a funcionar como selo moral do progressismo oficial. Tudo muito comovente, e extraordinariamente conveniente.

Ainda assim, há uma pergunta incômoda, dessas que jamais atravessam palanques ou discursos oficiais: o que aconteceria com esses governos se a pobreza um dia realmente acabasse? Não ficaria melhor? Ou perigosamente pior para eles?

Esse pano de fundo, quase macabro, ficou escancarado quando um ministro de Estado, vejam só, afirmou com naturalidade desconcertante que o brasileiro poderia simplesmente jogar fora a carteira de trabalho e viver de benefício estatal. Depois vieram as explicações, as notas técnicas, os contorcionismos semânticos, a habitual orgia mental inútil. Mas certas frases não escapam por acidente. Escapam porque revelam. Ali não havia apenas um deslize retórico, mas um modo de ser lulopetista, uma abdicação civilizatória fantasiada de compaixão.

Programas de transferência de renda podem ser instrumentos legítimos quando concebidos como pontes, jamais como residências permanentes. Em países pobres ou de renda média, fazem sentido como políticas transitórias, com critérios claros de entrada e, sobretudo, prazo definido de saída.

O problema brasileiro não está no auxílio em si, mas na sua eternização. Aqui, o provisório se cristaliza, o emergencial se transforma em estrutura, e o social se degrada em infraestrutura eleitoral.

Nesse modelo, a pobreza deixa de ser um mal a ser superado e passa a ser um ativo político a ser administrado. Não por conspiração explícita, mas por incentivos perversos, para ser econômico.

Um governo que depende eleitoralmente de cidadãos vinculados diretamente ao Estado cria, consciente ou inconscientemente, obstáculos à emancipação plena dessas mesmas pessoas. Resolver o problema significaria desmontar a narrativa que sustenta o poder vermelho, o poder que vive da “dependência organizada”.

A literatura acadêmica debate isso há décadas. Há estudos que apontam riscos claros de clientelismo, dependência e captura política em programas sociais mal desenhados. Outros tentam salvar a tese emancipatória com inúmeras ressalvas. O ponto que permanece é que não há dignidade duradoura onde não há autonomia econômica.

O que eleva renda, reduz pobreza e restitui dignidade é outra coisa, bem distinta. Constitui-se de investimento, crescimento, trabalho produtivo, educação de verdade e a redução da carga tributária asfixiante que transforma quem cria riqueza em alvo moral permanente.

Uma sociedade que supera a pobreza de fato amplia sua classe média, torna-se mais crítica, menos domesticável. Essa forma indivíduos que não votam por medo de perder um benefício, mas por expectativa de futuro. Isso é profundamente inconveniente para projetos políticos baseados na infantilização permanente da sociedade. Ou seja, a tatuagem lulopetista.

Ao cabo, a escolha é moral e política. Administrar pobres indefinidamente ou transformá-los em cidadãos livres.

A Republiqueta do Estado-Babá, absurdamente, prefere a dependência. Uma nação adulta escolhe a liberdade. Talvez por isso essa pergunta quase nunca seja feita.

Na verdade, nunca. Porque respondê-la com honestidade desmonta não apenas um programa social, mas todo um modelo de poder, vermelho e destrutivo.













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A pedagogia da vaidade  

   Dartagnan da Silva Zanela


 A professora Inger Enkvist, em seus livros e palestras, frequentemente chama a atenção para uma obviedade ululante que, para a infelicidade geral das futuras gerações, é desdenhada por praticamente todos nós. Ela afirma, de forma clara e categórica, que uma nação minimamente séria deve cultivar uma atenção especial para com a educação das tenras gerações; porque, se isso não for feito, estaremos literalmente colocando em risco a existência futura de toda a nossa sociedade. Por essa razão, e por inúmeras outras, não poderia haver espaço para levianas aventuras experimentais nesta seara.


Aliás, quando tomamos a palavra educação e meditamos sobre o seu significado, compreendemos claramente o tamanho do enrosco em que estamos nos metendo, devido à forma como atualmente as autoridades (políticas e intelectuais) vêm tratando a questão. Como todos nós sabemos, educação vem do latim ex-ducere, que quer dizer, simplesmente, "guiar para fora". Deste modo, o ato de educar consiste em levar o infante a sair de seu universo pueril, das suas cercanias subjetivas, para iniciar uma longa jornada por um mundo que vai muito além da sua imaginação. Tal empreitada não é fácil, tendo em vista que muitas e muitas vezes o indivíduo prefere ficar encastelado no conforto do seu mundinho caprichoso do que ser contrariado pelo conhecimento da verdade.


Como a própria professora Enkvist nos lembra — e o bom senso também —, aprender qualquer coisa exige de nós esforço, perseverança e ordem (disciplina); caso contrário, não conseguiríamos integrar uma nova dimensão do conhecimento em nossa personalidade e acabaríamos tolhendo a amplitude do nosso círculo de ação humana. Qualquer um que já estudou uma língua estrangeira, uma arte marcial ou aprendeu a tocar um instrumento musical sabe muitíssimo bem do que estamos falando.


Agora, a visão que norteia a educação em nosso país segue um riscado bem diferente. No lugar da devida valoração do esforço individual, do estímulo à perseverança e do cultivo de ações com propósitos claros, o que temos é o fomento da centralidade em aspectos subjetivos albergados caprichosamente por cada indivíduo em seu íntimo.


Não estou dizendo, de modo algum, que a subjetividade de cada pessoa não seja importante, mas apenas, e tão somente, que ela não deve ser o centro do processo educativo. Fazendo isso, ao invés de possibilitarmos aos indivíduos uma real ampliação da sua capacidade de ação através das ferramentas intelectuais adquiridas, estaremos agrilhoando-os em seus caprichos de momento e, de quebra, estimulando, sorrateiramente, atitudes narcísicas e comportamentos antissociais. E isso, venhamos e convenhamos, é o contrário da educação.


Não é à toa que o analfabetismo funcional impera nestas terras de desterrados, nem por acaso que o número de não leitores nestas plagas é maior que o de leitores.


*           O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "O SEPULCRO CAIADO", entre outros livros.









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O PT morrerá com Lula  

 Augusto Nunes - Seitas jamais sobrevivem à partida do seu único deus


Q uando Lula morrer, o que restará do Partido dos Trabalhadores? Nada. Ou zero vezes zero, diria J. R. Guzzo. O PT nunca foi um partido. É uma seita que agrupa os praticantes do lulopetismo. Não são militantes. São devotos de um palanque ambulante promovido a único deus. Condenado por ladroagem em três instâncias, ele seguiu baixando ordens que os lulopetistas engolem sem engasgos e executam sem resmungos. É assim desde 1980, quando foi rezada a missa negra inaugural. E assim será enquanto estiver viva a divindade de botequim. 

Da escolha do candidato a prefeito de Potirendaba ao novo ministro das Relações Exteriores, passando pelos tesoureiros das sucursais mais rentáveis do PT, tudo é decidido pelo primeiro presidente da República que fugia da escola com a velocidade de um Usain Bolt. “Não estudei por preguiça”, contou numa entrevista ao diretor de teatro Flávio Rangel. “Acho leitura pior que exercício em esteira”, confessou em outro vídeo. Como isto aqui é o Brasil, um Macunaíma que jamais leu um livro e não sabe escrever elegeu-se presidente da República. Três vezes.


Na cabeça baldia de Lula, nunca houve lugar para elaborações ideológicas, programas administrativos, projetos de país ou planos de governo. Há espaço de sobra para o mundaréu de ideias de jerico, vigarices eleitoreiras, alianças cafajestes e todas as formas de tapeação, concebidas para garantir o voto de milhões de brasileiros condenados à ignorância por um sistema de ensino mambembe e aprisionados pela dependência de adjutórios federais. Para a clientela do Bolsa Família, por exemplo, ser feliz é não morrer de fome — sem trabalhar. 

“É o maior programa oficial de compra de votos do mundo”, constatou há anos o ex-governador de Pernambuco Jarbas Vasconcelos. Param por aí os sonhos dos desvalidos que ainda enxergam um Pai dos Pobres na mais gulosa Mãe dos Ricos (que, aos 80 anos, quer desfrutar por mais cinco dos palácios de Brasília). Os bolsistas do lulopetismo nem sabem que existe uma Nova York. Não sabem sequer para que serve um documento chamado passaporte. Não fazem ideia do que é zanzar entre nuvens nos jatinhos de amigos ricaços.


É improvável que saibam que o padrinho é o primeiro presidente brasileiro preso por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Tampouco sabem que deixaram de existir nos anos em que a seita esteve fora do poder. “Tirei 60 bilhões da pobreza em oito anos na Presidência”, jurou numa discurseira recente. (Como há cerca de 8,3 bilhões na Terra, decerto buscou o resto em outros planetas. Não revelou quais.) “Com o Bolsonaro no governo, os pobres voltaram”, foi em frente. “Tive de tirar 30 milhões outra vez”. E os bilhões que existiam na conta anterior? Ninguém sabe. 

Quem faz uma coisa dessas não poderia ficar fora do elenco que anda fazendo o diabo no épico caso Master. 


É o primeiro faroeste à brasileira com tempero pornopolítico. Junta banqueiros larápios, ministros do Supremo Tribunal Federal, mulheres, filhos, irmãos e cunhados de juízes do STF, advogados que cobram em dólares por segundo, garotas de programa, policiais federais que descobrem bandalheiras escondidas por um procuradorgeral que nada procura, jornalistas alugados, blogueiros que atiram nos inimigos do freguês e matam a gramática e a ortografia, surubas restritas à turma do grupo A e até um padre implorando por excomunhão. 


O ministro Dias Toffoli faz bonito no papel de esconderijo de provas. Os episódios históricos mais relevantes atestam que o país foi construído sem povo e sem partidos de verdade. Durante o longo reinado de D. Pedro II, as diferenças entre ministérios formados por liberais e conservadores eram tão pálidas que, caso os dois partidos se fundissem num só, nem o imperador notaria. E o povo contemplava a paisagem política de longe e em silêncio, como um figurante sem direito a falas. Foi assim quando a monarquia foi trocada pela república. “O povo assistiu aquilo bestializado, como se fosse uma parada militar”, resumiu Aristides Lobo, jornalista e integrante do então esquálido Partido Republicano.


Sempre à espera do Homem Providencial, capaz de resolver sozinho e em pouco tempo os problemas passados, presentes e futuros do país, o eleitorado frequentemente forma agrupamentos cuja denominação deriva do prenome do líder. Tivemos o janismo, o brizolismo, o getulismo e outros “ismos”. Só os partidários de Getúlio Vargas conseguiram que o presidente suicida sobrevivesse politicamente à morte física e continuasse a influenciar disputas eleitorais quando haviam chegado os anos 1960. Ciumento como todo populista, Lula impediu o surgimento de possíveis herdeiros. E não seguiu o exemplo de Getúlio, autor da carta-testamento que serviu de guia para devotos. inconformados. 


Como um bebê de colo, o octogenário Lula não sabe escrever.  




Augusto Nunes - Revista Oeste  










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URGENTE: Há indícios de lavagem de dinheiro no contrato da esposa de Moraes, diz relator de CPI!

 deltandallagnol/youtube


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O FIM do CICLO? FLÁVIO BOLSONARO dispara 5 PONTOS em UM MÊS

 rubinho nunes/youtube


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Proibido criticar o governo: PT quer calar a direita antes das eleições!

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Proibido criticar o governo: PT quer calar a direita antes das eleições!


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QUALQUER SEMELHANÇA É MER_A COINCIDÊNCIA

 BRUNOFALCHETE/INSTAGRAM


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DICAS SUPER ÚTEIS

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DICAS SUPER ÚTEIS



PREÇOS NA PANDEMIA X PREÇOS NO GOVERNO DO NINE

 PATRIOTAS/X


PREÇOS NA PANDEMIA X PREÇOS NO GOVERNO DO NINE



VOCÊ TOMA COCA-COLA?

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VOCÊ TOMA COCA-COLA?



A justiça da aparência: parentesco, lobby e a erosão da imparcialidade

    Bernardo Santoro 


Como você se sentiria se alguém te processasse e, no meio do processo, você descobrisse que o escritório que defende quem te processou tem um advogado que é parente do juiz que vai te julgar?

Mesmo que te digam que é “legal”. Mesmo que te expliquem que o parente “não assina a petição”. Mesmo que repitam que “não há prova de favorecimento”. Você ficaria tranquilo? Você acreditaria, de verdade, em um julgamento justo?

A maioria das pessoas não ficaria. Não acreditaria.
E é exatamente aí que mora o problema.

Justiça é confiança, aparência de imparcialidade e segurança institucional.

Quando o STF decidiu flexibilizar regras de impedimento e suspeição através da ADI 5953, permitindo que escritórios de parentes de juízes sigam atuando em causas a serem decididas por esses magistrados, ainda que o parente “não assine a petição ou não conste na procuração”, ele criou um problema sistêmico de uso de advogados laranjas cobertos por um verniz de legalidade.

Se hoje o Vorcaro, dono do Master, pode se livrar de problemas porque tem sociedade com um irmão do Toffoli em um resort e tem como advogado um amigo íntimo do Ministro-relator, ou porque tem na folha de pagamento o escritório da mulher do Ministro Alexandre de Moraes, amanhã esse tráfico de influência pode estar acontecendo e sendo legitimado na comarca mais próxima de você no juiz singular mais humilde, para questões simples como um divórcio ou uma lesão consumerista.

A Justiça deixou de ser sobre quem tem razão e passou a ser sobre quem contrata o advogado-lobista mais eficiente na corte em que seu caso será decidido. A Justiça do lobby do mais forte é uma injustiça.

E sem justiça não há democracia, como diria a sempre leniente, covarde e passapanista OAB.














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