Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sábado, 18 de julho de 2026

Cuba entre a escassez e o colapso do socialismo

 Lucas Berlanza


A crise econômica cubana expõe, mais uma vez, o contraste entre a retórica socialista do regime e a necessidade recorrente de abertura parcial ao mercado.

A ditadura cubana, desde a época de Fidel Castro, apostou na mais ampla nacionalização de empresas. A economia do país foi, até o fim da União Soviética, extremamente dependente dos subsídios da potência totalitária oriental, com o Partido Comunista de Cuba assumindo-se formalmente como marxista-leninista.

Gradativamente, porém, diante das dificuldades inevitáveis, o espaço concedido à iniciativa privada foi sendo ampliado, sempre com grandes limitações impostas pelo Estado cubano.

A grave crise atual, diante de um imenso desafio energético, inflação acelerada e escassez de produtos básicos, tudo agravado pela crescente pressão dos EUA sob o governo Trump, forçou o regime presidido hoje por Miguel Díaz-Canel a tomar novas medidas para fazer a economia combalida respirar e tentar estancar a insatisfação interna.

Canel garante que tudo tem por objetivo “continuar o processo de construção socialista”. No fundo, os ditadores socialistas acabam forçados a reconhecer, pelo menos em parte, o que realmente funciona, e as tais “medidas para continuar o socialismo” se resumem claramente a “engolir” mais capitalismo: abertura da economia (incluindo o capital de empresas estatais) para investimentos estrangeiros, até então proibidos, em turismo, agricultura e nos setores imobiliário, bancário e cambial, além de autorização para empreendedores abrirem mais de uma empresa e contratarem mais de 100 funcionários.

Ao pesar terrivelmente nos bolsos dos pobres coitados a quem ele é imposto, o socialismo precisa sempre atenuar sua rota com doses cada vez maiores de capitalismo – mas pode crer que um dia o sonho vai funcionar!












publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/cuba-entre-a-escassez-e-o-colapso-do-socialismo/

Moraes enfrenta nova pressão internacional e Trump cerca Lula | SEMANA EXPLOSIVA

 SEMANA EXPLOSIVA/gazetadopovo


Moraes enfrenta nova pressão internacional e Trump cerca Lula

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TEMOS QUE MELHORAR O SENADO FEDERAL

 MARCELVANHATTEM/FACEBOOK


TEMOS QUE MELHORAR O SENADO FEDERAL 



ZEMA E A BANDIDAGEM NO CONTROLE

 ROMEUZEMA/FACEBOOK


ZEMA E A BANDIDAGEM NO CONTROLE



Moraes Proíbe Presidente da Argentina de Visitar Bolsonaro!

 deltandallagnol/youtube


Moraes Proíbe Presidente da Argentina de Visitar Bolsonaro!


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https://www.youtube.com/watch?v=UAKEs9yxBB4

VOCÊ VAI PERDER SEU EMPREGO

 ROMEUZEMA/FACEBOOK


VOCÊ VAI PERDER SEU EMPREGO



Filhos de Bolsonaro Desconfiam da Michelle, Mas a Armadilha é do Moraes!

andrémarsilia 


Filhos de Bolsonaro Desconfiam da Michelle, Mas a Armadilha é do Moraes!


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https://www.youtube.com/watch?v=L4B4PmQuRjo&t=1s

QUANTAS VEZES O ESTADO COLOCA A MÃO NO TEU BOLSO?

 MARCELOTOLEDO/FACEBOOK


QUANTAS VEZES O ESTADO COLOCA A MÃO NO TEU BOLSO?



E O SEU DIREITO DE FISCALIZAR???

 FATOS&NUMEROS/FACEBOOK


E O SEU DIREITO DE FISCALIZAR???



NÃO EXPLORAMOS NOSSAS RIQUEZAS

 ALDOREBELO/FACEBOOK


NÃO EXPLORAMOS NOSSAS RIQUEZAS



O documento dos EUA que destrói a narrativa do Planalto

 rubinhonunes/youtube


O documento dos EUA que destrói a narrativa do Planalto

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https://www.youtube.com/watch?v=HM12tNArqjs

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Foi-se a Copa, começa a verdadeira peleja

 MARLONREGUELIN/

Foi no domingo, o escrete brasileiro foi eliminado da Copa do Mundo. Foi-se a Copa. Foi-se o sonho do hexa. Foi-se a convulsão coletiva que nos arrebata de quatro em quatro anos. Na segunda, acordamos para perceber que, na verdade, apenas mudamos de disputa. Durante algumas semanas, discutimos escalações, esquemas táticos, impedimentos milimétricos, árbitros, VAR e favoritismos (cada brasileiro, um técnico). O noticiário girava em torno de quem levantaria a taça – sim, ousamos sonhar!

Mas a Copa, como sempre, tem prazo de validade. A política, não! Estava apenas no aguardo do o apito final para “entrar em campo”. E entrou! Se a Copa revelou uma seleção incapaz de transformar talentos individuais em resultado, a corrida presidencial revela algo ainda mais preocupante: nosso sistema político parece incapaz de transformar representação em confiança. O brasileirão 2026 da política começou oficialmente sob uma curiosa coincidência. Sem novidades, os dois principais favoritos continuam sendo Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. As pesquisas mais recentes ainda os colocam em disputa direta, com alguma vantagem para Lula, enquanto os demais concorrentes aparecem fora da “zona de classificação”.

Até aqui, zero surpresa. A novidade, porém, atende pelo nome Banco Master. Em qualquer democracia saudável, banqueiros costumam frequentar as páginas de economia. No Brasil, conseguem o feito de comungar com candidatos à Presidência, ministros do Supremo, líderes partidários e alvos policiais. Daniel Vorcaro tornou-se, involuntariamente ou não, o personagem que unificou aquilo que o tal efeito polarização dizia separar.

Durante anos, a esquerda acusou a direita de servir aos grandes interesses econômicos. A direita respondia acusando a esquerda de promiscuidade entre Estado e grandes empresários amigos do poder. Então, surgiu um banqueiro que parecia ter com todos. Não importa o uniforme, a bandeira ou o escudo… Importa o acesso ao(s) vestiário(s)! As investigações e documentos revelados nos últimos meses desenham uma inacreditável teia de relações entre figuras influentes da política, do judiciário, do mercado financeiro e instituições, alimentando uma crise que ultrapassa partidos e ameaça atingir a própria credibilidade do sistema – se é que ainda resta alguma. O caso não é mais só policial… é político!

Lula precisou explicar uma reunião reservada com Vorcaro, articulada fora da agenda oficial. O presidente jura que deixou claro ao banqueiro que qualquer investigação seria conduzida tecnicamente, sem interferência política (a gente jura que acredita, Lula). Flávio Bolsonaro, por sua vez, enfrenta um desgaste ainda mais sensível. As revelações envolvendo conversas, pedidos de financiamento (multimilionário!) para um filme sobre Jair Bolsonaro e a proximidade com Vorcaro passaram a ocupar o centro do debate eleitoral, o que resultou em uma tremenda – embora não surpreendente – piora em sua posição nas pesquisas e, principalmente, em sua imagem pública.

O curioso é que os dois antagonistas passaram a disputar não apenas votos, mas também a difícil tarefa de convencer o eleitor de que estavam suficientemente distantes do mesmo banqueiro – tarefa essa em que ambos têm falhado miseravelmente. É uma disputa inédita. Não sobre quem estava certo, mas sobre quem estava menos perto.

Enquanto isso, um terceiro personagem observa a partida das arquibancadas: Renan Santos. Durante anos, o MBL repetiu quase como um mantra que Lula e Bolsonaro eram faces distintas da mesma moeda, tese que muitos consideravam exagerada, por vezes até conveniente à retórica deles. O escândalo Master, porém, injetou combustível inesperado a essa narrativa. Ao atingir personagens centrais dos dois polos, o episódio permitiu que Renan afirmasse, com grande poder de persuasão, que o problema brasileiro talvez não seja apenas a alternância entre dois projetos de poder, mas uma velha e carcomida engrenagem que continua operando independentemente de quem ocupa o Palácio do Planalto.

Ainda é cedo para dizer se isso o transformará em fenômeno eleitoral. As pesquisas mostram que permanece relativamente distante dos dois protagonistas, embora tenha consolidado um espaço como terceira força em alguns cenários nacionais. Importante dizer, seria um erro ignorar a história recente. Há poucos anos, Javier Milei era tratado como uma excentricidade televisiva. Depois
tornou-se uma curiosidade eleitoral. Em seguida, um risco. Por fim, presidente da Argentina. Não, Renan Santos não é Javier Milei! Mas a história ensina que sistemas desacreditados costumam produzir candidaturas que, poucos meses antes, pareciam improváveis – sobretudo quando os candidatos sabem utilizar como poucos a força das redes sociais!

Há outro elemento igualmente inquietante. O Banco Master já não provoca questionamentos apenas sobre Executivo e Legislativo. O episódio também alcançou o Judiciário. Reportagens sobre relações pouco republicanas envolvendo pessoas próximas a ministros do Supremo – quando não os próprios – e o debate público acerca dessas conexões ampliaram a percepção de desgaste institucional, levando o próprio Lula (padrinho de indicação da maioria ali) a reconhecer que a imagem da Corte foi afetada. É exatamente esse o maior risco para uma democracia liberal.

Instituições vivem de confiança. Quando a confiança desaparece, sobra apenas o poder. E poder sem confiança exigirá cada vez mais força para se sustentar. Talvez essa seja a maior diferença entre a Copa e a política. No futebol, quando termina a Copa, o povo volta à rotina. Na pratica, a vida do cidadão comum não melhora nem piora com o sucesso ou o fracasso dos 11 milionários que vestem a amarelinha.

Na política é diferente! As decisões dos burocratas em Brasília raramente tem potencial de causar grandes melhorias na vida do já tão acossado povo brasileiro. Dificultar, porém… Mas voltemos ao ponto: a arena mudou. Os personagens são outros. As torcidas continuam existindo (por mais estúpido que seja o fã/tiete de político). E o árbitro, como sempre, está sob vaias.

Que vença o… melhor? Melhor? Perdoe a franqueza, amigo leitor, mas não consigo ser tão otimista assim! Queira Deus que o futuro nos reserve melhor sorte ao final de outubro do que tivemos
nessa Copa.

*Marlon Reguelin é empreendedor.
























PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/foi-se-a-copa-comeca-a-verdadeira-peleja/

Islândia: uma guinada à direita

 Hannes Gissurarson


O Partido da Independência, de centro-direita, saiu vitorioso das eleições municipais realizadas na Islândia em 16 de maio de 2026. É, de longe, o maior partido no conselho municipal de Reykjavík, capital e maior cidade do país, sendo capaz de formar maioria com um ou dois outros partidos. Conquistou maioria absoluta em três cidades suburbanas ao redor de Reykjavík e em uma importante cidade pesqueira nas Ilhas Westman. O Partido do Centro também teve um bom desempenho. Apesar do nome, posiciona-se à direita do Partido da Independência. Na maioria dos locais onde o Partido da Independência não tem maioria absoluta, pode formar uma maioria local em conjunto com o Partido do Centro, exatamente como seus eleitores gostariam de ver. Os sociais-democratas da primeira-ministra Kristrún Frostadóttir tiveram um desempenho fraco em quase todo o país. O Partido da Reforma, da ministra das Relações Exteriores Thorgerdur K. Gunnarsdóttir não teve um resultado ruim, mas também não foi tão bem quanto esperava. Já para o terceiro parceiro da atual coalizão de governo, o Partido do Povo, liderado por Inga Sæland, as eleições foram um desastre. Após um fraco desempenho em Reykjavík, o partido ficou sem representação em qualquer município. Parece estar caindo no esquecimento.

O Partido da Independência se recupera

Embora fatores locais tenham desempenhado um papel importante, como ocorre em todas as eleições municipais, os resultados representaram uma forte guinada à direita. Desde sua fundação, em 1929, o Partido da Independência domina a política islandesa. Em 1933, por exemplo, sob a liderança de seu primeiro dirigente, o brilhante engenheiro e empresário Jón Thorláksson obteve 48% dos votos. O partido provavelmente atingiu seu auge sob a liderança de Davíd Oddsson, entre 1991 e 2005, quando liberalizou, estabilizou e desregulamentou a economia, reduziu impostos, fortaleceu os fundos de pensão e o lucrativo e sustentável sistema de cotas individuais transferíveis na pesca, privatizou muitas empresas públicas e utilizou a receita obtida para eliminar a dívida pública, ao mesmo tempo em que reafirmou o acordo de defesa da Islândia com os Estados Unidos – mas o colapso, em 2008, dos bancos islandeses excessivamente alavancados foi amplamente atribuído — talvez de forma injusta — ao então partido no governo, o Partido da Independência, que perdeu metade de seu eleitorado. Sua base eleitoral também ficou insatisfeita com o governo de coalizão de 2017 a 2024 com o partido Esquerda-Verde, contrário ao crescimento, e com a significativa imigração proveniente do Oriente Médio e do Norte da África, que provocou os mesmos problemas observados em outros lugares.

O Partido do Centro ganha terreno

A imigração proveniente do Oriente Médio e do Norte da África, o wokeísmo e a cultura do cancelamento têm criado oportunidades para o Partido do Centro, originalmente um partido dissidente do (em grande parte agrário) Partido Progressista, mas que agora busca principalmente o apoio de eleitores tradicionais do Partido da Independência. Seu fundador, Sigmundur Davíd Gunnlaugsson, tem tentado seguir um caminho semelhante ao de Davíd Oddsson, combinando políticas de livre mercado com nacionalismo e conservadorismo social. No entanto, na Islândia não é visto como algo incomum o fato de ele ser o único líder homem de um grande partido político, destacando-se entre as líderes mulheres dos três partidos do governo e de dois partidos da oposição, a líder do Partido da Independência, Gudrún Hafsteinsdóttir  (mostrada acima com a líder do partido em Reykjavík, Hildur Bjornsdóttir), e a líder do Partido Progressista, Lilja Alfredsdóttir. Resta saber quem se tornará o líder da esquerda radical, que agora tenta se reorganizar após um fracasso em 2024, mas que tradicionalmente recebe cerca de 10% a 15% dos votos.

O que acontece no referendo da UE?

A questão intrigante é o que essa guinada à direita significará para o referendo marcado para 29 de agosto de 2026 sobre a renovação da candidatura da Islândia à adesão à União Europeia, apresentada em 2009, e a retomada do processo de adaptação, interrompido em 2013. Os sociais-democratas e o Partido da Reforma são as únicas forças políticas favoráveis à adesão à UE. Todos os outros partidos são firmemente contrários, assim como a maioria dos líderes sindicais e empresariais — e, sobretudo, a comunidade pesqueira: ela teme que a enorme frota pesqueira espanhola esteja à espera de uma oportunidade para obter acesso às férteis áreas de pesca da Islândia. Se for o caso, o resultado das eleições municipais sugere que os islandeses votarão “não” à adesão à UE em agosto. Mas uma semana é muito tempo na política, e três meses também.









publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/islandia-uma-guinada-a-direita/

LULA PAGOU PARA VER

 gilbertosimoespires/pontocritico



LULA PAGOU PARA VER

CONSEQUÊNCIA

Antes que os desinformados, os analfabetos funcionais e petistas em geral acusem o presidente dos EUA, Donald Trump e a USTR - Agência do governo americano que desenvolve e promove a política de comércio exterior e negocia acordos internacionais em nome do país, pela imposição da TARIFA de 25% sobre milhares de produtos brasileiros exportados para aquele país, é importante que -saibam e entendam- que a medida precisa ser vista como -CONSEQUÊNCIA- e não -CAUSA- dos problemas que, inevitavelmente, serão sentidas nas nossas empresas. 

CAUSA

A -CAUSA- deste novo TARIFAÇO, é extraída pelo USTR através de uma profunda INVESTIGAÇÃO sob a -SEÇÃO 301- da -LEI DE COMÉRCIO DOS EUA-, que visa punir o BRASIL por PRÁTICAS QUE A AGÊNCIA AMERICANA CONSIDERA como INJUSTAS, incluindo DECISÕES JUDICIAIS contra PLATAFORMAS DIGITAIS AMERICANAS, RESTRIÇÕES AO PIX, DESMATAMENTO E REGRAS DESLEAIS PARA O ETANOL. 

AUDIÊNCIA PÚBLICA

Mais do que sabido, mas vale lembrar, o tarifaço de 25% imposto pelos EUA foi decidido com base no resultado direto da AUDIÊNCIA PÚBLICA realizada neste mês de julho, da qual foi apurado que o GOVERNO LULA-PETISTA é um PARCEIRO DESLEAL do tipo que além de tudo ainda faz questão de INSULTAR -DIA SIM DIA TAMBÉM-, não apenas o presidente Donald Trump, como seus apoiadores diretos.

PAGAR PARA VER

Mais: o ódio destilado por LULA e PETISTAS EM GERAL contra os EUA é algo simplesmente incontestável. Este sentimento aumentou dramaticamente quando Trump classificou o PCC e o CV como ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS. A partir daí, LULA, vestiu o MANTO DA ARROGÂNCIA e resolveu PAGAR PARA VER. O resultado aí está: LULA -CAUSOU- UM PREJUÍZO INCALCULÁVEL para os EXPORTADORES BRASILEIROS atingidos pelo TARIFAÇO.





















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