Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Fim da escala 6×1: o drama do país pobre que se identifica como rico

   Gabriel Wilhelms 



Em 2024, eu publiquei um artigo analisando a proposta original da Erika Hilton, que provocou o movimento favorável ao fim da escala 6×1. Ela defendia, vale lembrar, jornada máxima de 4 dias semanais.

Embora o projeto aprovado seja bem menos pior do que o defendido por Erika, segue tendo um insanável problema: redução da jornada sem redução proporcional dos salários e sem qualquer compensação às empresas.

Com uma produtividade historicamente baixa, para não dizer ridícula, é ilusão crer que o aumento da produtividade compensará a redução da jornada no Brasil. Não compensará e se refletirá em demissões e repasse nos preços.

Seguimos querendo emular países ricos sendo pobres. Discursando em defesa do projeto, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), celebrou dizendo que o Brasil se juntará a países como Finlândia, Austrália e Islândia que, segundo ele, adotam jornadas semelhantes. O que ele esqueceu de mencionar é que estes são países ricos, ao passo que o Brasil não. Temos que Finlândia, Austrália e Islândia possuem, respectivamente, um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0.948, 0.958 e 0.972 contra módicos 0.786 do Brasil.

A diferença de produtividade não é menos significativa. Considerando o PIB por hora trabalhada, a Finlândia produz US$ 78.43 por hora, a Austrália US$ 69.90 e Islândia US$ 67.72 contra US$ 20.93 do Brasil. Os três países citados ocupam, respectivamente a 13ª, 19ª e 21ª posição no ranking mundial de produtividade, ao passo que o Brasil ocupa a 92ª. Outro país frequentemente citado na comparação é a Alemanha. Trata-se do 11º colocado com uma produção por hora de US$ 78.99.

Pode-se argumentar que uma jornada reduzida colaborará para o aumento da produtividade, dado que os trabalhadores “beneficiados”, tendo um dia adicional de descanso, estarão mais dispostos nos dias laborais. Digamos que isso de fato ocorra: compensará o custo da redução da carga horária? Não há evidência de que sim. Ainda mais significativo: representaria a triplicação ou quadriplicação do atual nível de produtividade para que possamos alcançar os países ricos que tentamos emular? Seria insanidade dizer que sim. Quem dera fosse tão fácil.

Se o aumento da produtividade, historicamente estagnada no Brasil, estivesse a cargo da redução das horas trabalhadas, por que, ao invés de 40, não a reduzimos para 20 horas semanais de uma vez e assim, quem sabe, alcançamos a produtividade de Luxemburgo ou da Irlanda? Tanto melhor: aumentemos o salário mínimo para R$ 10 mil e acabemos com a miséria no país.

É muito fácil ser bonzinho e caridoso, como diria Roberto Campos, sobretudo fazendo uma manobra populista às vésperas do segundo turno, iludindo o povo com a farsa de que a “bondade” não só não prejudicará os mais pobres, mas até os beneficiará. E assim que tanto esquerda quanto direita, de forma irresponsável, aprovaram a coisa, com um período de transição ridículo (o primeiro corte de 2 horas ocorrerá dois meses após a promulgação), sem qualquer compensação.

É irônico que, na mesma semana em que Lula, no bojo de seu desespero eleitoreiro, faz afagos aos microeempreendedores, tenha na aprovação da PEC que acaba com a escala 6×1 uma vitória política, quando a mesma tende a afetar principalmente pequenos negócios.

Como sempre, nós, liberais, seremos os perversos sem coração por advertir sobre as consequências e por ousar contrapor as ilusões de quem crê que a melhoria das nossas condições de vida pode ser alcançada na canetada e pela benevolência de burocratas. Essa crença, lamentavelmente, grassa pela sociedade: conforme pesquisa da Genial/Quaest, quase 70% da população brasileira apoia a medida. Contudo, é importante considerar que o mais provável é que aqui, como em outras matérias econômicas que fogem à atenção popular, exista uma confusão entre fins e meios (ou entre o desejo e o possível). Perguntados sobre se aprovam uma redução de jornada, trabalhadores que, com certeza e com razão, contemplam o lazer adicional, aprovam o fim sem se importar com os meios ou sem considerar os impactos.

Como, nessa discussão — que nem é uma discussão, mas antes um festival de apelos emocionais e dedos em riste apontando falta de empatia —, ninguém faz a pergunta que importa, ninguém se preocupa em respondê-la. Como aumentar a produtividade do brasileiro? Não há como responder a isso sem antes entender o porquê de termos uma produtividade tão baixa. Responder a ambas perguntas é tarefa complexa, mas, sem pretender apontar uma causa única, digo que o problema passa pelo Custo Brasil e por um ambiente institucional hostil ao mercado. O que fazem? Adotam medidas efetivas para reduzir a burocracia, prover segurança jurídica e facilitar o ambiente de negócios? Não, aumentam o custo e exploram ainda mais a hostilidade. Vai funcionar? Não, e, se duvidam, aguardem alguns anos para ver se o prometido milagre da produtividade vai ocorrer ou não.

O Brasil é como um manco que, contra toda evidência, acredita estar com a perna sã e pretende vencer a maratona. Eis o drama de um país pobre que se identifica como rico.

Fontes:

https://worldpopulationreview.com/country-rankings/developed-countries

https://www.nationsinquiry.com/datasets/productivity-per-hour/2023

https://www.visualcapitalist.com/ranked-where-workers-generate-the-most-gdp-per-hour//








publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/fim-da-escala-6x1-o-drama-do-pais-pobre-que-se-identifica-como-rico/

A democracia não pode ser refém da toga e da máquina

 Jordani Silveira Maciel

    O Brasil precisa enfrentar uma pergunta incômoda: quem limita o poder daqueles que afirmam agir para proteger a democracia? A questão alcança ministros do Supremo Tribunal Federal, governantes e autoridades eleitorais. Nenhuma dessas funções concede licença para atropelar garantias constitucionais, dispensar explicações ou tratar a crítica legítima como ameaça ao regime democrático.

A eleição terminou com a reeleição de Lula. O resultado, contudo, não encerra a discussão sobre as condições da disputa nem concede absolvição antecipada a decisões judiciais controversas ou a possíveis abusos da máquina pública. A fiscalização permanece tão necessária depois das urnas quanto antes delas.

O episódio da prorrogação da votação no segundo turno exige escrutínio. Em 25 de outubro, Cristiano Zanin determinou a extensão do horário até as 19h, atendendo a uma ação da campanha petista fundamentada em dificuldades de transporte. Posteriormente, esclareceu-se que a medida alcançaria apenas as seções ainda abertas, mantendo fechadas aquelas que já haviam encerrado os trabalhos. A campanha de Flávio Bolsonaro também havia solicitado prorrogação ao TSE, para localidades afetadas por chuvas. Esse fato precisa constar da análise.

A existência de pedidos das duas campanhas não dispensa o exame da decisão. Uma intervenção dessa dimensão, no encerramento da votação, exige fundamentação rigorosa, critérios verificáveis e comunicação inequívoca. Quais elementos justificaram a abrangência da ordem? Como foi avaliada a diferença entre seções encerradas e seções abertas? Como se preservou a previsibilidade do procedimento?

O cenário se torna especialmente sensível pela trajetória do julgador. Antes de vestir a toga, Zanin foi advogado de Lula e integrou a equipe jurídica de sua campanha presidencial de 2022. Em 2023, foi indicado e nomeado ao Supremo pelo próprio presidente, após aprovação do Senado. Em 2026, coube a ele decidir sobre as condições de votação a pedido da campanha de seu antigo cliente.

Esse histórico, isoladamente, não comprova favorecimento nem estabelece automaticamente impedimento jurídico. Mas impõe uma questão republicana: como preservar a confiança na imparcialidade diante desse vínculo anterior? A nomeação constitucionalmente regular não elimina o dever de demonstrar independência em cada decisão.

A toga não apaga a trajetória de quem a veste. E a confiança pública não pode depender apenas da declaração de imparcialidade de quem exerce o poder.

Outro episódio deste ano expõe a delicadeza dessa fronteira. Após a divulgação do contrato entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, o ministro abriu, de ofício, uma investigação sobre possíveis vazamentos de dados de integrantes do Supremo e de seus familiares, inicialmente sob sua própria relatoria. A família de uma autoridade estava no centro do noticiário, enquanto essa mesma autoridade conduzia judicialmente a apuração de possíveis vazamentos naquele contexto.

Em fevereiro, o Supremo informou que haviam sido identificados acessos sem justificativa funcional a sistemas da Receita Federal e que medidas cautelares contra servidores foram determinadas a pedido da Procuradoria-Geral da República. Esses elementos justificam apurar eventuais violações de sigilo. Não respondem, entretanto, à pergunta sobre quem deveria conduzir um procedimento que envolve a proteção dos interesses do próprio ministro e de seus familiares.

É essa sobreposição de posições que considero inaceitável. O direito de um magistrado à proteção de seus dados exige uma investigação independente. A mesma independência deve orientar o esclarecimento das denúncias sobre sua conduta. Apurar um vazamento não esclarece, por si, o conteúdo das informações divulgadas; tampouco a existência de denúncias autoriza violar sigilos.

A separação dessas responsabilidades protege o cidadão e a própria Justiça. Quem exerce autoridade judicial precisa manter distância dos interesses pessoais atingidos pelo processo. Quando essa distância se torna duvidosa, a cobrança pública é indispensável.

É nesse terreno que a expressão “ditadura da toga” encontra eco como denúncia política da concentração de poder. A resposta institucional precisa vir de limites efetivos, transparência e possibilidade de revisão. A crítica não desaparece por ordem de quem é criticado.

Também é necessário examinar o uso eleitoral da máquina pública. Após a votação, o PL reconheceu o resultado e questionou a ampliação de gastos com benefícios sociais às vésperas da eleição. A cobrança exige apuração rigorosa sobre calendário, critérios, publicidade e eventual finalidade eleitoral das medidas.

Programas sociais existem para amparar quem precisa. Seu financiamento vem do contribuinte, e nenhum partido tem o direito de convertê-los em instrumento de perpetuação no poder. Se houve abuso de poder político ou econômico, os responsáveis devem responder por ele. A vitória eleitoral não oferece imunidade.

A direita precisa transformar essa cobrança em atuação concreta: apresentar documentos, fiscalizar despesas, exigir esclarecimentos e utilizar os instrumentos constitucionais de controle. Parlamentares conservadores devem entregar mais do que discursos indignados. Devem demonstrar coragem para fiscalizar e competência para sustentar suas denúncias.

A defesa da democracia exige limites para todos os poderes. Ministros devem responder por seus atos. Governantes devem prestar contas do dinheiro que administram. E o cidadão conserva o direito de cobrar ambos, sem precisar de licença de nenhum deles.

*         O autor, Jordani Silveira Maciel, é Administrador, ex-diretor de Desenvolvimento Econômico e Habitação e relator da Lei da Liberdade Econômica de Glorinha/RS.









publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/a-democracia-nao-pode-ser-refem-da-toga-e-da-maquina__18757


No Senado, serão 54 pró-impeachment de ministros do STF em 2027. Alexandre de Moraes é o primeiro da fila

 Renovação do Senado coloca pedidos contra Moraes no centro da briga pela presidência da Casa

diariodopoder


O Supremo Tribunal Federal (STF) terá de lidar com um Senado bem menos resistente à discussão sobre impeachment de seus ministros a partir de 2027. Dos 81 parlamentares, 54 defendem publicamente o uso desse instrumento, segundo levantamento do Ranking dos Políticos. O número é exatamente o necessário para condenar um ministro por crime de responsabilidade.

A renovação das cadeiras ajudou a mudar essa conta. Dos 54 senadores eleitos em outubro, 37 são favoráveis ao impeachment. O apoio vai além da direita e alcança até petistas, como Humberto Costa (PE), Rogério Carvalho (SE) e Samanda de Lula (RN), além de nomes do MDB, PP e Republicanos.

O cenário dá outro peso à tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado. Criticado pela oposição por não dar andamento aos pedidos contra o ministro do supremo, Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre terá como adversário Rogério Marinho (PL-RN), apoiado pela direita, que colocou o impeachment entre suas prioridades políticas.

A conta dos 54, porém, não representa votos garantidos contra Moraes. O levantamento identifica quem defende a possibilidade de impeachment, e não quem votaria pela condenação em um processo específico.

Há ainda uma questão que interessa diretamente aos senadores: em dezembro de 2025, Gilmar Mendes elevou, por liminar, o quórum para a abertura desses processos a dois terços da Casa, mas, exigência que ainda depende de decisão definitiva do plenário do STF.


Diário do Poder



















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/11/no-senado-serao-54-pro-impeachment-de.html

TABELAMENTO DE JUROS... ABSURDO

 DEPUTADOPROFCLÁUDIOBRANCHIERI/FACEBOOK


TABELAMENTO DE JUROS... ABSURDO



SÓ ALCOLUMBRE SALVA MORAES E SÓ MORAES SALVA ALCOLUMBRE

 fernãolaramesquita/youtube


SÓ ALCOLUMBRE SALVA MORAES E SÓ MORAES SALVA ALCOLUMBRE


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13 REQUISITOS PARA ENTRAR NO PT

 PETÊNCIO/FACEBOOK


13 REQUISITOS PARA ENTRAR NO PT



AGORA A CONTA COMEÇA A APARECER.... FAZ Ú ÉLI

 APAVORADORES/FACEBOOK

AGORA A CONTA COMEÇA A APARECER.... FAZ Ú ÉLI



A ESQUERDA CRIOU O PRECONCEITO ECONÔMICO

 rubinhonunes/youtube


A ESQUERDA CRIOU O PRECONCEITO ECONÔMICO


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A ELEIÇÃO QUE PODE MUDAR O BRASIL ESTÁ SENDO TRAMADA NOS BASTIDORES |

 gazetadopovo/youtube


A ELEIÇÃO QUE PODE MUDAR O BRASIL ESTÁ SENDO TRAMADA NOS BASTIDORES | GAZETA DO POVO


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Lula Vai Se Vingar de Nunes Marques: Veja o Troco

 andremarsiglia/youtube


Lula Vai Se Vingar de Nunes Marques: Veja o Troco

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Não há saída: a pressão tem que ser no Senado

anapaulahenkel/youtube


Não há saída: a pressão tem que ser no Senado 


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Surgem Detalhes Horríveis do Apocalipse Econômico de Lula

 deltandallagnol/youtube



Surgem Detalhes Horríveis do Apocalipse Econômico de Lula!

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DESMASCARANDO A HIPOCRISIA DA ESQUERDA

 ESTEFANESAMPAIO/INSTAGRAM


DESMASCARANDO A HIPOCRISIA DA ESQUERDA



NÃO DEIXE UM MINUTO ESTRAGAR OS DEMAIS

 IMPERIOMENTAL/INSTAGRAM



NÃO DEIXE UM MINUTO ESTRAGAR OS DEMAIS




Comando Vermelho invadiu Ceará no governo de petista cotado para o Ministério da Segurança

   Taxa cearense de homicídios é de 31,5 por 100 mil habitantes, mais do dobro da nacional


Tão logo o promotor Lincoln Gakiya foi citado para chefiar um eventual Ministério da Segurança Pública, o PT se mobilizou para exigir o comando da pasta. Não quer nem ouvir falar, assim como o “PCC”, em entregar o ministério a alguém como Gakiya, com mais de 20 anos dedicados ao combate a facções criminosas. Lula ainda não decidiu se irá separar Justiça e Segurança Pública. Petistas metidos a estrategistas apostam que “segurança pública” ainda terá força nas eleições de 2030.

Valha-nos, Deus

Camilo Santana (PT-CE) é cotado agora para Segurança Pública. Ele foi governador do Ceará, onde o Comando Vermelho (CV) passou a dar as cartas.

Reféns e sem água

No último fim de semana, o CV mostrou que manda mesmo, cobrando taxa para permitir a venda de garrafões de água para a população.

Mapa da vergonha

A taxa cearense de homicídios é de 31,5 por 100 mil habitantes, mais que o dobro da nacional (14,74), segundo o Mapa da Segurança Pública 2026.

Triste legado

Camilo está na pista para suceder a Lula em 2030, e quer se projetar nacionalmente, mas seu legado no Ceará não o recomenda.


\Diário do Poder










publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/11/comando-vermelho-invadiu-ceara-no.html

IMPEACHMENT JÁ

 luisernestolacombe/youtube



 IMPEACHMENT JÁ


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terça-feira, 3 de novembro de 2026

Propostas programáticas para as áreas da segurança pública e da educação

  Ricardo Vélez-Rodríguez 


I – A educação e a segurança pública.

A maior desgraça que se abateu sobre a sociedade brasileira, do ângulo da segurança pública, ao longo do ciclo lulopetista, consistiu na presença do narcotráfico em 98% dos municípios. Essa desgraça veio de mãos dadas com o alargamento do consumo de entorpecentes, particularmente do crack, ao ensejo de dois fatores: de um lado, a agressiva política dos narcotraficantes. De outro, a irresponsabilidade dos governantes ligados ao PT. Como o ponto forte da estratégia lulopetista consistiu na conquista da hegemonia à maneira gramsciana, ou seja, dissolvendo as instituições republicanas para pavimentar o caminho rumo à dominação total, os narcotraficantes encontraram o caminho aberto para alargar o seu mercado da morte.

A primeira consequência desse criminoso descaso foi a instalação da violência pelo país afora, principalmente naquelas regiões menos desenvolvidas, que não tinham infraestrutura para combater o mal, notadamente as do Norte e Nordeste do país. Foi assim como a Amazônia e o Nordeste se tornaram portas para a exportação de narcóticos, especialmente cocaína, que passou a ser refinada no Brasil. Os narcotraficantes colombianos repassaram aos brasileiros a tecnologia dos pequenos laboratórios de refino, que tinha sido a ponta de lança para a explosão do narcotráfico na vizinha Colômbia, ao longo das décadas de 80 e 90 do século passado.

Com o combate dado aos narcotraficantes no eixo andino, no período mencionado, os financiadores do mercado da morte (a máfia italiana e os narcotraficantes colombianos e latino-americanos em geral) decidiram, no final dos anos 80, deslocar o eixo de exportação de narcóticos para o leste da América do Sul, concretamente para o Brasil. Afinal de contas, o país-continente apresentava mais de 8 mil quilômetros de praias mal vigiadas, na sua maioria, e, de outro lado, tinha se sedimentado uma política de festas populares multitudinárias, ao ensejo do carnaval, das festas nordestinas e do norte, que constituíam ambiente propício para instalar e alargar o mercado da morte.

A consequência estratégica dessa desgraça é que o combate à violência é absolutamente ineficaz se não se enfrenta o problema onde está sedimentado e atormenta a vida dos cidadãos: no município. O sucesso das políticas de segurança pública implementadas, na Colômbia, pelos governos de Álvaro Uribe Vélez e Juan Manuel Santos decorreu exatamente do fato de que encararam a problemática da segurança ali onde a insegurança ocorria: no município.

O bom senso das políticas anticrime desenhadas pelo presidente Bolsonaro e o ministro da Justiça Sérgio Moro, no pacote de luta contra a violência apresentado ao Congresso em 2019, radicava justamente aí: era a primeira grande proposta de uma política nacional contra a insegurança e o crime organizado, pensada a partir dos lugares onde os cidadãos moram. Não é à toa que a federação dos meliantes tratou, por todos os meios, de inviabilizar a aprovação do pacote de Moro.

O sucesso da iniciativa das escolas cívico-militares decorreu justamente de ela se inserir nesse novo contexto. Planos nacionais, pensados num conceito pouco prático de um “Sistema Único de Segurança” não dão certo, porquanto não respondem adequadamente à variada forma de aparição da insegurança e da delinquência nos municípios. Essa foi a principal falha das Políticas Nacionais de Segurança dos governos do PT. Tais planos fizeram com que os narcotraficantes se deslocassem de região para região, espalhando o crime e a insegurança, como ocorreu nos últimos quinze anos.

No Estado de Goiás, com as suas cinquenta escolas cívico-militares, foi possível enxergar um fato novo: ali onde surgia uma delas, o traficante dava no pé, e isso, por si só, já garantia um ambiente de paz que mudava a vida da comunidade para melhor. Isso sem mencionar as vantagens político-pedagógicas da implantação desse novo modelo: os estudantes passaram a sentir mais segurança, desapareceram as gangues, o bullying sumiu, generalizou-se um ambiente de ordem e de respeito pela lei e pelas instituições e as famílias se aproximaram da escola, voltando a tornar possível a colaboração entre pais e mestres na tarefa educacional. Mutirões foram organizados pelas comunidades municipais a fim de garantirem a preservação dos prédios e a melhora das condições ambientais.

Não foi uma militarização das escolas: as funções didático-pedagógicas continuaram a ser realizadas pelos professores, coordenados pelos antigos diretores. Mas a gestão administrativa passou às mãos dos agentes da Polícia Militar, que implantaram costumes patrióticos como cantar o Hino Nacional uma vez por semana, içar a bandeira, baixar um regulamento que prescrevia o uso de uniforme escolar e um comportamento condizente com o ambiente educacional. Os alunos passaram a pôr em prática alguns costumes de ordem e respeito pela autoridade, como ficarem em pé no momento em que o professor entra em sala de aula. Ora, essas práticas cívicas agradaram aos estudantes e pais, implantaram a ordem e a sensação de segurança para os alunos, que, tranquilos, passaram a melhor responder aos deveres e atividades acadêmicos.

Menciono o caso de Goiás, por se tratar de um evento maciço, em nível de um Estado. Mas poderiam ser mencionados, também, inúmeros casos como os ocorridos em Natal (Rio Grande do Norte), no Paraná, em São Paulo, no Rio Grande do Sul, no Amazonas etc. As esquerdas, evidentemente, não gostaram e passaram a alcunhar o modelo de “militarização” das escolas. Mas, em face desse caso, falam mais alto a satisfação das famílias dos alunos das instituições em que foi implantado o modelo cívico-militar, o bom desempenho dos discentes nas provas nacionais, as filas que os pais fazem, no início do ano letivo, pedindo vaga para os seus filhos nas escolas cívico-militares e o orgulho dos alunos por pertencerem a tais centros educacionais. Hoje, no país, funcionam perto de 250 escolas cívico-militares. Para ser instalada uma escola cívico-militar a partir de uma escola estadual ou municipal, é necessário o consentimento da comunidade local. A gestão da escola escolhida fica nas mãos dos professores ou dos administradores que tradicionalmente desempenham essa função, somente mudando a parte correspondente à adoção da disciplina Educação Moral e Cívica, que é ensinada por um profissional militar da ativa ou aposentado.

II – Alto custo do populismo na segurança pública.

No que tange ao narcoterrorismo praticado no Rio de Janeiro, há já várias décadas, esse clima terrível foi iniciado pelo populismo de esquerda do Leonel Brizola, que, na pregação do seu “socialismo moreno”, concluiu que deveria garantir a impunidade dos bandidos nos morros cariocas a fim de faturar votos para as eleições, nas quais ele se candidatou a governador do Estado do Rio de Janeiro. Contando com o apoio maciço dos morros cariocas, o populista gaúcho se elegeu governador do Estado do Rio em duas oportunidades, que abriram as portas do inferno do narcoterrorismo na região, exportando-o, com o correr dos anos, para outros estados da Federação.

As reflexões tecidas pelo populista engenheiro não eram nada sofisticadas. Primeiro, acusava as multinacionais das chamadas “perdas internacionais” do Brasil, ensejadas pela exportação de milhões de dólares para as matrizes das empresas. Segundo, achava que, se a polícia não subisse os morros, os delinquentes abrigados nos mesmos iriam simplesmente facilitar as pretensões políticas brizolistas. Ora, com o populismo deixando abertas as portas dos morros para os meliantes, estes se tornaram fortes nos seus redutos, passando a importar armas de grosso calibre, mais possantes do que os 38 enferrujados dos policiais. Segundo, com a ladainha das “perdas internacionais” causadas pelas multinacionais, Brizola simplesmente as afastou do Rio de Janeiro. Pouco antes de tomar posse como governador em 1983, mais de 800 empresas abandonaram o Rio, indo se instalar em estados vizinhos como São Paulo e Minas Gerais.

Desde os tempos dos dois governos do carismático e irresponsável Leonel Brizola, a insegurança se instalou no Rio de Janeiro para nunca mais sair. Os governadores seguintes não conseguiram desmontar o acúmulo de facilidades que Brizola concedeu aos meliantes. Como em política não há vácuo, a ausência do Estado no que tange à segurança pública foi rapidamente preenchida por outras instâncias de poder, vindas de fora. Lembro que, durante o primeiro governo de Brizola, ainda no início dos anos 80, o megatraficante colombiano Pablo Escobar plantou no Estado do Rio de Janeiro uma ponta de lança para ir ampliando a sua influência criminosa na “cidade maravilhosa”. Comprou, em Mangaratiba, luxuosa chácara, a fim de potencializar os seus negócios. Falava-se, na época, da venda da TransBrasil, a outrora próspera empresa de aviação, que terminou falindo. Numa das minhas idas à Colômbia, fui contatado, em Medellín, por um prestigioso advogado que, em anos anteriores, tinha “prestado serviços” a Dom Pablo, como consultor jurídico para compra de propriedades imóveis. Perguntou-me se eu conhecia, no Rio, alguém que pudesse ser contatado pelos assessores do mega traficante, que estava interessado em comprar a companhia aérea falida. Como não quis me envolver nesse assunto, aleguei o meu total desconhecimento do mercado da aviação, a questão morreu ali. Mas o que fica claro desse episódio era o interesse dos narcotraficantes colombianos em ganhar maior espaço no Brasil, comprando uma companhia aérea para potencializar o seu marketing da morte. Brizola tinha aberto as portas do inferno ao proteger os meliantes nos morros cariocas. A desgraça do narcotráfico crescia e ganhava cada vez mais poder! Se não se concretizou o negócio da compra da TransBrasil, outras iniciativas dos meliantes colombianos prosperaram na Cidade Maravilhosa. Uma das escolas de samba, que tinha ganhado o galardão de Melhor Bateria, foi convidada por Dom Pablo, com tudo pago, para que se apresentasse em grande estilo na sua famosa “Fazenda Nápoles”, situada à beira do Rio Magdalena, que corre numa região tropical vizinha de Medellín.

Essa fazenda se tornou célebre por albergar o zoológico particular do mega traficante, que contava com leões, tigres, hipopótamos, girafas etc. Até os bichos selvagens foram utilizados por Escobar no seu negócio da cocaína. Os químicos a serviço do chefão misturavam os excrementos das feras com o polietileno que era utilizado para fabricar os sacos plásticos em que a cocaína em pó era acondicionada. A ideia era que o cheiro dos excrementos das feras afastasse os cães da Polícia para que não localizassem a droga ao ser transportada.

Nessa trilha de imprevidência em face da segurança, à sombra da cocaína que passou a ser distribuída nos morros, os dois governos de Brizola garantiram uma exorbitante expansão dos negócios. O Brasil converteu-se em corredor para a exportação da cocaína, que passou a ser consumida como produto chique nas festas da alta burguesia carioca. Lembremos o livro de famosa socialite carioca intitulado Ai, que loucura, em que eram narradas as aventuras das festas regadas a champagne francês, whisky escocês e coca colombiana, que a ricaça oferecia na sua luxuosa cobertura da Avenida Atlântica. Pois não é que, na pandemia, o STF proibiu, de novo, como tinha feito Brizola, que a polícia subisse os morros? A festança dos narcos voltou com furor total, acobertados pelo populismo das autoridades, que seria logo depois reforçado pelos discursos generosos de Lula, na sua campanha, arengando o povaréu da favela, de boné, em prol de um tratamento mais humano para com os meliantes. Até ministra do governo Lula subiu a ladeira do morro na garupa de uma moto. Sem falar da visita feita pelo futuro ministro da Justiça à chefia de um dos morros cariocas…

Resumo da ópera: o Rio de Janeiro está onde se encontra não por pura arte do destino, mas porque as autoridades populistas abriram as comportas e relaxaram no combate aos meliantes. Um crime de lesa pátria!

A forma de tirar a sociedade do Rio de Janeiro do buraco em que se encontra é já conhecida, mas muitos figurões da política fogem dela como o diabo da cruz. Essa solução consiste no combate determinado ao crime organizado que se apossou do espaço público. Um simples recado é passado pela marginalia à população e às “otoridades” da maneira mais terrorista e mafiosa já conhecida: queimando 31 ônibus na zona mais populosa da cidade, infestada, aliás, por favelas sob o controle dos narcos, sejam eles os meliantes de marras ou os seus novos “inimigos”, as milícias que agem à margem da lei. Não é preconceito contra os pobres que lutam para sobreviver. É a triste constatação de que eles continuam reféns do crime organizado, que não lhes permite a mínima liberdade de ir e vir e de buscar uma forma honesta de sobrevivência, nas atividades econômicas legais. Com a palavra, Lula, os seus ministros e o Supremo, os quais, definitivamente, copiaram o modelo populista de Brizola para lidar com o crime organizado.

III – Desafios da educação.

O Brasil não vai bem das pernas. O futuro está comprometido pela manutenção do estado deplorável em que se encontra a nossa educação. Depois de quatro anos de governo Bolsonaro, o que poderia ter sido feito não se fez. A educação ficou patinando nos seus desvios de rota e as coisas foram se acomodando para deixar tudo como estava. O erro fundamental, no terreno educacional, decorreu de uma opção equivocada do governo nessa área: foi centrada a atenção não naquilo que deveria ser feito para libertar  o sistema educacional, de vez, do colchão sindical em que o petismo o tinha deitado. A importância conferida pelo bolsonarismo à educação ficou confinada, infelizmente, à variável ideológica, tornando-a refém da “guerra cultural”.

Claro que era necessário desmontar a maquinária gramsciana pacientemente montada pelos desgovernos petistas. Mas isso era apenas uma parte do trabalho a ser feito. Faltaram as reformas fundamentais. Como a “guerra cultural” era comandada pelo guru, Olavo de Carvalho, o MEC ficou por conta dessa limitada missão. Quando percebi que a “apadrinhamento” do guru obstaculizava gravemente a minha atuação à frente do ministério, pedi as contas. Considerei que não valia a pena o desgaste de uma gestão para a qual me faltava liberdade de ação, pois os parâmetros eram formulados fora do governo, com exigências absurdas de demissão dos meus principais colaboradores, acusados de pouca ortodoxia ideológica.

Participei dessa primeira etapa como ministro da Educação ao longo dos cem primeiros dias do novo governo. Centrei a atenção no desmonte da maquinária petista, no terreno educacional, não apenas na guerra ideológica. Nos três meses durante os quais permaneci à frente do MEC, elaborei o primeiro esboço das reformas a serem implementadas no Ensino Básico, Fundamental, Profissionalizante de Segundo Grau e Superior. Neste último campo, propus um modelo a ser adotado no que tange  ao processo de escolha de reitores para as nossas universidades públicas. O caminho escolhido foi o da elaboração de projetos de lei que materializassem as reformas a serem feitas.

No terreno do ensino básico e fundamental, centrei a atenção na formação de professores, criando a Secretaria de Alfabetização. Essa formação, auxiliada de início pela adoção do método fônico, tinha como missão formar professores que ensinassem às crianças os fundamentos práticos da linguagem falada e escrita, bem como as bases cognitivas da matemática. Era necessário mudar o panorama existente de formação de professores em faculdades de Pedagogia, altamente ideologizadas pela militância petista, que tinha centrado tudo no modelo educacional de Paulo Freire, dirigido à implantação do socialismo sob o viés gramsciano. Considero que a queda brasileira nos índices de aprovação dos nossos alunos do ensino fundamental nas provas internacionais decorre justamente da falta de domínio da linguagem e do desconhecimento das bases da matemática por parte das crianças e adolescentes. Era necessário modificar radicalmente a formação de mestres, para o que o meu propósito era reabilitar as antigas escolas normais voltadas para a prática do ensino. Considerei que corresponderia a duas Secretarias do MEC, a do Ensino Básico e a de Alfabetização, cuidar das reformas pertinentes à base da pirâmide educacional. Das reformas para a gestão das universidades públicas cuidariam a SESU e a CAPES.

Segundo informações do INEP, 70% dos estudantes de ensino médio não têm conhecimento suficiente em português e matemática. Na última prova do PISA, entre 79 países, o Brasil ocupou o 57º lugar em leitura, o 66º lugar em ciências e o 70º lugar em matemática. De acordo com o IPEA, na Nota Técnica intitulada Fim de uma era: desafios para a atuação federal na Educação Básica, em 1988, o Brasil ocupava um dos piores lugares de classificação em educação nas Américas, com uma média de 5,1 dos brasileiros de 25 a 65 anos de idade matriculados, enquanto no Chile essa média era de 8,9 matriculados nessa faixa etária, no Paraguai de 8,8 e no Peru de 8,2. Nesse mesmo ano de 1988, completaram o ensino primário 33% das crianças matriculadas no Brasil, 95% das crianças matriculadas no Uruguai e 91% das crianças matriculadas no Panamá. Ainda em 1988, 18% dos jovens cursavam o ensino secundário no Brasil, 83% no México e 95% na Argentina.

Os alunos de Ensino Superior matriculados no Brasil em 2018 chegavam a 8,4 milhões, sendo 24,6% deles em instituições públicas. Nesse mesmo ano, ingressaram nos cursos de graduação existentes no país 3,4 milhões de alunos. Em 2019, apenas 21% dos alunos matriculados de 25 a 34 anos de idade concluíram o ensino superior. Esse número constitui um percentual bem inferior à média dos países que integram a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECDE), que é de 44%. No Brasil, a proporção de alunos com nível superior é menos da metade da existente nos Estados Unidos.

O Brasil tem 122.295 estudantes de pós-graduação, dos quais 76.323 são de mestrado acadêmico, 4.008 de mestrado profissional e 41.964 de doutorado (segundo dados da CAPES). Apenas 0,8% dos brasileiros de 25 a 64 anos concluíram mestrado. A média nos países da OCDE  é 16 vezes maior: 13% das pessoas dessa faixa etária têm mestrado. No Brasil, apenas 0,2% dos adultos têm doutorado. A média nos países que integram a OCDE é de 1,1%.

No Brasil, o ensino superior particular concentra 75% das matrículas, diferentemente dos países da OCDE, onde o ensino particular superior representa menos de um terço dos estudantes. Se as reformas necessárias para dinamizar o nosso sistema de educação, do Ensino Básico ao Superior, forem feitas já, em 10 anos teríamos um panorama alvissareiro. Quanto mais demorar a máquina do MEC a ser modernizada e afunilada, mais tempo demorarão a aparecer os resultados de que o Brasil precisa para fazer frente aos desafios do século XXI.

O que deve ser feito com urgência é: 1 –  diminuir a enorme burocracia de mais de 100 mil funcionários do MEC e descentralizar a máquina pública, de forma que do Ensino Básico, Fundamental e Secundário Profissionalizante cuidem as Secretarias Estaduais e Municipais. 2º  Tirar delas o negativo domínio que sobre o sistema educacional exercem os sindicatos de docentes e funcionários alinhados com o PT, altamente inflacionários e orçamentívoros. 3º Reformar o processo de eleição de reitores das universidades públicas, a fim de que elas se vejam livres das imposições orçamentárias e administrativas dos sindicatos da CUT.








publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/propostas-programaticas-para-as-areas-da-seguranca-publica-e-da-educacao/

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