Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

A falácia do voto útil no primeiro turno

 Bernardo Santoro 


No Brasil, um candidato só vence no primeiro turno se obtiver 50% +1 dos votos válidos. Isso significa que qualquer voto dado a alguém que não seja o líder reduz proporcionalmente a chance desse líder vencer de imediato.

Se Lula lidera, votar em qualquer outro candidato ajuda a empurrar a eleição para o segundo turno, mesmo na extrema esquerda. Até votar na bizarra Samara Martins, da UP, nesse cenário, significa matematicamente mais um voto válido fora do primeiro colocado.

A lógica do sistema é simples: primeiro turno é para escolher quem você considera melhor. Segundo turno é para escolher quem você rejeita menos.

Já votar branco, nulo ou não votar pode sim ajudar o líder, porque reduz o total de votos válidos necessários para ele alcançar 50% +1.

Se sua intenção é impedir uma vitória em primeiro turno, basta votar validamente no seu candidato favorito.

Voto útil de verdade só existe no segundo turno. No primeiro, o chamado “voto útil” costuma ser apenas uma ferramenta psicológica de manipulação pelo medo.

Eu vivi isso em Petrópolis, em 2024. Pesquisas internas me colocavam entre 6% e 7%, com potencial de ultrapassar 10 mil votos. Mas Hingo Hammes usou sua máquina política para espalhar a narrativa de que só ele poderia impedir a esquerda, apagando meu nome de materiais impressos e digitais onde ele publicou essa pesquisa para forçar eleitores anti-esquerda ao “voto útil”.

Resultado: minha votação caiu para pouco mais de 4 mil votos. Ainda assim, para azar dele, faltaram cerca de 1.700 votos para liquidar no primeiro turno.

A falácia funcionou parcialmente, mas revelou sua essência de manipulação eleitoral.

No segundo turno, tive especial prazer em me abster e ir para a praia para não chancelar nem o tosco Hingo ou o esquerdoso Yuri.

Democracia exige liberdade de escolha no primeiro turno. Segundo turno é contenção de danos.

Vote livre no primeiro turno e, no segundo turno, somos todos FORA LULA!
















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-falacia-do-voto-util-no-primeiro-turno/

Enquanto o governo corrupto do ex-presidiário Lula quer aprovar fim da escala 6x1, a Alemanha pode aumentar jornada de trabalho em até 73,8 horas por semana

 Proposta do governo alemão pode permitir jornadas de até 12 horas por dia em nome da competitividade econômica

Carlo Cauti - Revista Oeste


Enquanto o governo Lula defende a aprovação do fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho, a Alemanha segue na direção oposta. 

O governo de coalizão liderado pelo chanceler Friedrich Merz, da conservadora União Democrata-Cristã (CDU), prepara uma reforma trabalhista que pode ampliar a carga semanal para até 73,8 horas.

A proposta, anunciada em maio de 2026 pela ministra do Trabalho, Bärbel Bas, do Partido Social-Democrata (SPD), prevê o fim do limite diário de oito horas de trabalho para substituí-lo por um teto semanal. A apresentação formal do projeto de lei ao Parlamento está prevista para junho. 


O que muda na Alemanha 

Atualmente, a legislação trabalhista alemã, regida pela Lei de Tempo de Trabalho (Arbeitszeitgesetz), limita a jornada a oito horas diárias, com possibilidade de extensão a dez horas desde que a média, em um período de seis meses, não ultrapasse oito horas por dia. O intervalo mínimo entre o fim de um turno e o início do seguinte é de 11 horas.

Essa reforma eliminaria o limite diário e imporia apenas um teto semanal, alinhado ao máximo de 48 horas já previsto na Diretiva Europeia de Tempo de Trabalho (2003/88/CE).

O governo argumenta que a mudança daria mais flexibilidade a empresas e trabalhadores para distribuir as horas ao longo da semana conforme a demanda de cada setor. 


O problema está nos cálculos. 

Especialistas trabalhistas do Instituto Hugo Sinzheimer fizeram as contas: caso o período mínimo de descanso entre turnos seja mantido em 11 horas, um trabalhador poderia, em tese, trabalhar até 12 horas e 15 minutos por dia. Se isso ocorresse ao longo de seis dias consecutivos, a jornada semanal chegaria a 73,5 horas. Algumas estimativas chegam a 73,8 horas, dependendo das variáveis do cálculo. 

A ministra Bärbel Bas garantiu que a reforma não permitirá que empregadores obriguem trabalhadores a cumprir cargas maiores e que os padrões de saúde e segurança seguirão protegidos por lei. “A coalização quer tornar as jornadas mais flexíveis, especialmente para as famílias”, disse 

Ela acrescentou que as mulheres, em particular, devem ser protegidas para não sair do mercado de trabalho por não conseguirem conciliar jornadas longas com as responsabilidades domésticas. Sobre a semana de quatro dias, Bas foi direta: “Eu também gostaria de uma semana de quatro dias, mas isso não é realista”. 

Antes de qualquer aprovação, a ministra prometeu consultar os chamados “parceiros sociais”, empresas e sindicatos, e afirmou que as novas regras trarão junto um sistema eletrônico obrigatório de controle de ponto para evitar abusos. 


Alemanha quer aumentar competitividade econômica 

Na Alemanha, a reforma é defendida como resposta à competitividade econômica e às necessidades de setores com demanda variável, como indústria e tecnologia. 

A média real de horas trabalhadas pelos alemães gira em torno de 33,9 horas semanais, segundo dados do Eurostat — bem abaixo do que a nova lei poderia permitir em casos extremos. 

O país também realizou, em 2024, um programa piloto de semana de quatro dias que, dois anos depois, foi mantido por 70% das empresas participantes.

Carlo Cauti - Revista Oeste




















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/05/enquanto-o-governo-corrupto-do-ex.html

Novas Revelações Bombásticas da Delação de Vorcaro!

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Novas Revelações Bombásticas da Delação de Vorcaro!

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LAURA FERNÁNDEZ: A BUKELE FEMININA?

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LAURA FERNÁNDEZ: A BUKELE FEMININA?

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“LA REVOLUCIÓN”, QUEM DIRIA, ACABOU EM UMA NOVA CORTE DE LADRÕES

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“LA REVOLUCIÓN”, QUEM DIRIA, ACABOU EM UMA NOVA CORTE DE LADRÕES


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QUEM NÃO SEGUE É PETISTA...

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QUEM NÃO SEGUE É PETISTA...



BRASIL VIVE PROCESSO DE INSEGURANÇA INSTITUCIONAL

 ALDOREBELO/FACEBOOK


FOTO DE MINHA AUTORIA

BRASIL VIVE PROCESSO DE INSEGURANÇA INSTITUCIONAL



Tagliaferro expõe bastidores de Moraes após derrota na Itália - SEM RODEIOS

 revistaoeste/youtube


Tagliaferro expõe bastidores de Moraes após derrota na Itália - SEM RODEIOS


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Gonet é Detonado Após Pedir Condenação Absurda

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Gonet é Detonado Após Pedir Condenação Absurda



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O Mantra Mentiroso da Esquerda: 'R$1 Gera R$1,78' — Por Que o Brasil Continua Pobre?

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O Mantra Mentiroso da Esquerda: 'R$1 Gera R$1,78' — Por Que o Brasil Continua Pobre?


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terça-feira, 26 de maio de 2026

Dosimetria, cavalo de Troia armado pelo tirano da toga

   Judiciário em Foco


What a difference a day makes”. Se, na famosa canção dos anos 50, foi um dia que fez a diferença para trazer encanto à vida da artista, em nossa distopia, foi a última semana que fez toda a diferença para quebrar expectativas legítimas. Entre a derrubada do veto ao PL da Dosimetria e a mais recente canetada alexandrina, a opinião pública alinhada às liberdades foi do céu ao inferno, da soberba da pretensa vitória parlamentar à indisfarçável derrota frente a togado não eleito e da promessa ilusória de soltura de perseguidos políticos à crueza da manutenção das prisões. Narrativas foram desmentidas pelos fatos, ídolos de barro trocaram a cantoria dos festejos por postagens de indignação, e a sociedade teve a certeza de que tudo havia mudado para que tudo permanecesse na mesma.

Tão logo promulgada, a Lei da Dosimetria foi alvo de ações de inconstitucionalidade (ADIs) por parte de siglas e entidades esquerdistas. Em seguida, as medidas foram encaminhadas, por “sorteio”, à relatoria de Alexandre de Moraes, o mesmo autoproclamado relator de todos os inquéritos e processos politiqueiros em sua corte e condutor da execução de suas próprias condenações nos casos do “golpe” inexistente. Enquanto descansávamos em pleno sábado, Moraes proferiu mais um de seus despachos teratológicos e, na prática, negou vigência à dosimetria. Em prol da clareza, enumero abaixo os principais vícios dessa nova ramificação de desmandos:

1 – Impedimento de Moraes nas ADIs: como demonstrado pela exposição de motivos do relator Paulinho da Força, a Lei da Dosimetria buscava “corrigir excessos”, ou seja, abrandar penas estratosféricas impostas por Moraes. Portanto, tendo se debruçado sobre o assunto das punições a “golpistas” em outro grau de jurisdição (art. 144, II do CPC), Moraes é impedido de apreciar a constitucionalidade de norma passível de mitigar os efeitos de seus julgados.

A par do fato notório acima, o senador Flávio Bolsonaro se pronunciou após a canetada alexandrina e declarou ter sido Moraes o próprio autor da lei em questão. O silêncio do togado frente a afirmação tão grave levou à presunção de fidedignidade da acusação, expondo a participação direta de Moraes no assunto e seu impedimento óbvio para apreciá-lo (art. 144, IV do CPC). Ora, que país kafkiano é esse onde togado, além de “redator” de norma legal, ainda se dá ao luxo de aferir a constitucionalidade desta?

2 – Impossibilidade de alusão a “fato novo” sem oitiva das partes: para surpresa de qualquer estudante medíocre de curso jurídico, a canetada de Moraes não foi proferida nos autos das ADIs e sim de execuções penais por ele conduzidas (sem competência para tanto), nas quais indivíduos condenados pelo “golpe” pleiteavam benefícios à luz da dosimetria. Sem provocação do ministério público, Moraes alegou que a propositura das ADIs teria configurado “fato novo” passível de influenciar os pedidos das defesas. Ainda que assim fosse, o togado teria de ter ouvido as partes antes de decidir, como determinado pelo art. 493, parágrafo único do CPC, dispositivo talhado para evitar arroubos inquisitoriais dos julgadores. Porém, não há lei capaz de tolher inquisidor que não encontra freios sistêmicos em seus desmandos!

3 – Não-exercício do controle concentrado de constitucionalidade: a decisão de Moraes não espelhou qualquer forma de exercício do controle concentrado de constitucionalidade de uma lei, função essa que teria cabido ao tribunal. Não, longe disso. Nas execuções penais em cujos autos Moraes canetou, não estava em jogo avaliar se a Lei da Dosimetria era ou não constitucional; a controvérsia entre as partes (condenados e ministério público) dizia respeito ao cabimento dos benefícios pleiteados à luz da nova norma. Assim, Moraes extrapolou os limites dos pedidos e da própria natureza da ação (de execução da pena) para determinar uma providência anômala, pois carente de previsão legal e de contornos definidos.

4 – Criação de “presunção de inconstitucionalidade”: em redação bastante ambígua, Moraes sequer afirmou que a Lei da Dosimetria fosse inconstitucional, no todo ou em parte. Antes, pretextou exercer um poder geral de cautela para determinar liminarmente a suspensão de uma lei, embora esta goze de presunção de constitucionalidade até deliberação em contrário por parte do tribunal constitucional. Afinal, se a norma já passou pelo crivo de comissões de constituição e justiça das casas legislativas de onde emanaram, é inadmissível supor, sem qualquer fundamentação, uma incompatibilidade entre seu texto e os princípios constitucionais. Até porque a suspensão liminar de vigência de uma lei pressuporia a observância a ritos que Moraes menosprezou por completo.

5 – Monocratismo: ainda que se vislumbrasse uma fumaça de inconstitucionalidade na lei, ainda assim, tal vislumbre só poderia gerar efeitos práticos nos autos da medida adequada e sempre respeitado o princípio da colegialidade. Não à toa a Lei das ADIs (Lei 9868/99) prevê a possibilidade de declaração liminar de inconstitucionalidade, mas tão somente no âmbito de uma medida cautelar em ADI e desde que mediante deliberação do tribunal (art. 10, parágrafo 3). Nenhuma dessas condições foi atendida por Moraes, pois o togado, nos autos de execução penal, atuou sozinho ao desconsiderar a Lei da Dosimetria sem antes ouvir seus pares, o ministério público e as casas legislativas. Tudo fora dos ritos, mas plenamente conforme aos caprichos do “plenipotenciário” da nossa republiqueta.

Como discutido à exaustão neste espaço, a dosimetria não passou de farsa midiática que, longe de garantir liberdade aos injustiçados, apenas devolveu ao abusador o poder de deliberar sobre as consequências de suas próprias violações. A germinação de semente contaminada não poderia mesmo ter redundado em plantas saudáveis. Não estamos colhendo nada além dos frutos da omissão covarde e/ou conivente de um congresso que, traindo suas promessas de anistia, se ajoelhou diante de um projeto legislativo capenga, concebido por togados e seus caciques do centrão.

A canção mencionada no introito se encerra com o verso “and the difference is you”, em referência à diferença feita na vida da artista pelo encontro com o ser amado. Se o parlamento não fizer a diferença, lançando mão de seu poder para abolir os artigos 359-L e 359-M do Código Penal para conceder anistia ampla, geral e irrestrita a todos os perseguidos políticos e para defenestrar e prender todos os togados violadores, seguiremos à mercê do autoritarismo. Independentemente de eventuais novos nomes consagrados pela “Pilili”, tudo seguirá na mesma toada de irreverência institucional.

















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/dosimetria-cavalo-de-troia-armado-pelo-tirano-da-toga/

O Brasil e o espectro de Roma

  Dagoberto Lima Godoy

 Há comparações históricas que, tomadas literalmente, mais confundem do que esclarecem, mas há outras que funcionam como advertência. A analogia entre a degenerescência político-moral do Brasil e a queda do Império Romano pertence a essa segunda categoria. Não porque o Brasil esteja destinado a repetir Roma, nem porque os estados da federação sejam equivalentes às antigas províncias imperiais, mas há um ponto de contato inquietante: quando a autoridade central perde legitimidade moral, capacidade administrativa e força simbólica, a unidade política pode continuar existindo formalmente enquanto, por dentro, se enfraquece.

É aqui que a comparação com o Brasil ganha sentido. O risco brasileiro talvez não seja uma queda espetacular, uma ruptura súbita, uma dissolução imediata da federação. O risco mais plausível é mais insidioso: uma degradação por acomodação. O país não se desmancha porque todos querem destruí-lo, mas porque muitos aprenderam a sobreviver — e até a prosperar — dentro de sua disfunção. Todos criticam os privilégios, desde que não sejam os seus. Todos condenam a corrupção, mas muitos toleram a pequena vantagem, a proteção corporativa, a exceção conveniente, o favor político, a esperteza administrativa. O resultado é uma decadência sem dramaticidade: uma lenta perda de energia moral.

A degenerescência brasileira manifesta-se na substituição do interesse público por pactos de sobrevivência, na captura do orçamento por grupos organizados, na transformação do adversário em inimigo moral, na judicialização excessiva da política e na percepção de que a lei é rigorosa para alguns, negociável para outros e irrelevante para os mais poderosos. Essa situação não equivale ainda ao colapso. Mas produz algo talvez mais perigoso: a normalização do anormal.

Ainda assim, nenhuma comparação histórica deve servir apenas ao pessimismo. Roma é advertência, não sentença. A reforma do prédio ainda é possível se as rachaduras da estrutura ainda não chegam à falência. O Brasil não está condenado, embora já não possa se permitir a ilusão de que suas fissuras são superficiais.

A reabilitação nacional exigirá recomposição moral e institucional: restauração da responsabilidade, recuperação do sentido republicano, reforma do federalismo, reconstrução da educação como projeto civilizacional, enfrentamento da ilegalidade organizada e da ilegalidade tolerada, além de uma linguagem pública capaz de distinguir adversário de inimigo.

A pergunta, portanto, não é se repetiremos Roma. É se teremos lucidez suficiente para reconhecer os sinais de exaustão antes que eles se convertam em normalidade definitiva.  Um país não se salva apenas por indignação contra sua decadência. Salva-se quando transforma a indignação em responsabilidade, a crítica em reforma e a esperança em ações eficazes.

*          O autor, Dagoberto Lima Godoy, é engenheiro civil















publicadeaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/o-brasil-e-o-espectro-de-roma__18667

'Cadê as marcas?' Pabllo Vittar culpa 'onda conservadora' por fuga de patrocinadores

 revistaoeste/youtube


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PGR Dá Sinal Suspeito Sobre Delação de Vorcaro!

ANDRÉMARSIGLIA/YOUTUBE


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A Hipocrisia da Esquerda: Atacam Capitalismo Mas Vivem do Dinheiro das Marcas

 RUBINHONUNES/YOUTUBE


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A MÍDIA ESCONDEU A TROCA NA PF

 FATOS&NUMEROS/INSTA


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Itália, Espanha, Argentina, EUA: o cerco está se fechando contra Moraes.

 caiocoppolla/youtube


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Tic Tac: Moraes Vira Réu e Tem 21 Dias Para se Defender!

 DELTANDALLAGNOL/YOUTUBE


Tic Tac: Moraes Vira Réu e Tem 21 Dias Para se Defender!


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"O PAI TÁ ESTOURADO": Bancada expõe elo de Deolane com Lula e PCC após prisão

  CAFÉ COM A GAZETA/GAZETADOPOVO

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Na trilha da próxima eleição

  Ricardo Vélez-Rodríguez 


Que estamos vivendo tempos autoritários, sob o tacão de ferro da ditadura da Juristocracia, não há dúvida; mas, mesmo assim, podemos comemorar algumas vitórias. Como a da rejeição, pelo Senado, do nome do pupilo de Lula, o Messias, da Advocacia-Geral da União, indicado para integrar o STF. O Senado da República cumpriu a contento com a sua missão e rejeitou o nome proposto por Lula. Dizem os historiadores que é um fato inédito nos últimos 134 anos de vida republicana. O certo é que o eleitorado, cansado do autocratismo lulista, decidiu pressionar o Congresso. E a pressão deu certo! É uma vitória significativa. E a porta está aberta para outras conquistas. Valeu pressionar os senadores conhecidos. Valeu cutucar com vara curta aquele senador em quem votamos. A pressão deu resultado!

Impressiona-me muito a vontade de ferro da jovem geração liberal-conservadora que passou a integrar, progressivamente, o Congresso brasileiro. Conheço alguns, como o corajoso Marcel van Hattem, que não tem papas na língua e que virou a assombração temida pelos parlamentares do PT. Corajoso, o jovem deputado gaúcho aspira a ser eleito senador pelo Rio Grande do Sul. Sem firulas. Não deixa passar sem dar o troco as safadezas quase cotidianas das velhas raposas petistas e da esquerda em geral. Olhando para o exemplo dele e de outros jovens parlamentares, chego à conclusão de que vale a pena comprar brigas para fortalecer a nossa representação.

Adorei o teatrinho de bonecos montado pelo jovem empresário e candidato à Presidência, o ex-governador de Minas Romeu Zema, que atrapalhou o grotesco rebolado do ministro Gilmar Mendes, tão pouco acostumado à fina ironia mineira. Peço ao jovem candidato que não guarde os seus bonequinhos e que faça bastante uso deles para tirar o sono das suas excelências, com a linguagem coloquial que o povo adora e que os juristocratas temem.

Otimismo com a próxima eleição

Como não ficar mobilizado diante da atitude corajosa de deputados e senadores que revidam as safadezas governistas e lutam pela defesa dos interesses daqueles que são perseguidos pela atual ditadura, especialmente as pessoas comuns que amargam penas desproporcionais, pelo fato de terem sido presas, desprevenidas, na Praça dos Três Poderes naquela fatídica tarde do 8 de janeiro de 2022? Detalhe: ao escutarem os seus eleitores e cumprirem com o que eles esperam como seus representantes, os nossos congressistas põem, também, a cabeça a prêmio. Vários já têm sido ameaçados com a perda do mandato. Vivemos, afinal de contas, numa ditadura tão nojenta como a que se instalou nos anos 1960 do século passado, ao ensejo do AI-5, porque o deputado ou o senador que contrariar os interesses da casta dominante fica em risco de ver o seu mandato cassado pela suprema Juristocracia, como já aconteceu com o deputado Daniel Silveira.

Lembro-me daquela jovem cabeleireira, Débora, que protestou contra os juízes corruptos escrevendo com batom na estátua da Justiça da Praça dos Três Poderes, a frase dita por um dos magnatas do STF quando cobrado por um brasileiro nas ruas de Nova York? “Perdeu, mané” significou, para Débora do Batom, a absurda condenação a 14 anos de prisão! A imagem da Justiça cega e equânime que vemos nos livros de educação moral e cívica já não é a mesma. É uma juíza ativista vestida de vermelho e inimiga de todo aquele que cobre dos donos do poder um pouco de decência e de justiça.

A batalha que se desenha no horizonte e da qual já começamos a participar é pelo resgate da Justiça no seio do Estado brasileiro. Concretamente, para o expurgo dos magistrados corruptos que fizeram dos seus cargos espaço para perseguir os cidadãos que ousarem reclamar. Nem falar dos excessos de enriquecimento ilícito com os bilhões desviados para contas particulares e para o exercício da Juristocracia!

Faço aqui a minha homenagem de cidadão aos jovens amigos liberais e conservadores que participam de grupos de reflexão e de formação política e que não deixam passar em brancas nuvens os atentados dos juristocratas contra os cidadãos deste país.

Publicado originalmente na Revista Oeste. 









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