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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

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PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

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sábado, 25 de julho de 2026

Fatos e Falácias da Economia Segundo Thomas Sowell

  Luan Sperandio


Quanto maior o consumo de margarina no estado americano do Maine, mais indivíduos se divorciam naquela região. Deveríamos desestimular o consumo do laticínio a fim de preservar o relacionamento dos casais?

Quanto mais Nicolas Cage lança filmes em um ano, menos pessoas morrem em acidentes de helicóptero. Deveríamos subsidiar filmes do ator norte-americano para evitar mortes?

Quanto maior a despesa governamental dos Estados Unidos com pesquisa tecnológica espacial, menor a taxa de suicídios. Deveríamos despender maiores recursos enviando humanos para a lua a fim de desenvolver maior saúde mental da população e salvar vidas?

As três inferências acima são levantamentos do site Spurious Correlations e ajudam a evidenciar, de forma jocosa, uma máxima da literatura das Ciências Econômicas de que uma correlação não implica em causalidade.

Contudo, a despeito disso, muitas falácias são vendidas no debate público como fatos que, por definição, tendem a ser algo cuja contestação é complexa. Isso se dá tanto por ignorância científica quanto por narrativas populistas de políticos ou grupos de interesses que manipulam a opinião pública ou parlamentar em busca de rent-seeking — conceito da Ciência Política que define a busca por renda política.

Naturalmente, dados e evidências são melhores insumos para uma tomada de decisão do que meros achismos; contudo, eles precisam ser analisados de forma adequada, buscando “observar mais profundamente as coisas que, num dado momento, parecem boas na superfície.”

É este o propósito de Fatos e Falácias da Economia, do economista norte-americano Thomas Sowell, um dos intelectuais mais subestimados de todos os tempos, segundo Steven Pinker.

Não obstante a origem pobre, Sowell conseguiu graduar-se pelas universidades de Harvard, Columbia e Chicago. Ganhou notabilidade no debate público global ao escrever obras com perspectiva histórica e econômica, sendo conhecido por transformar questões complexas em análises recheadas de evidências e com linguagem acessível para leigos. Todas essas virtudes estão presentes na obra.

Para introduzir o livro, o autor fala dos quatro tipos de falácias mais comuns: a da soma zero (negligenciando a possibilidade de relação de ganho mútuo), a da composição (ignorar as alterações entre os grupos estatísticos), das peças de xadrez (a falsa premissa de que os líderes podem planejar e colocar ordem como bem quiserem na sociedade) e a falácia do infindável (extrapola a partir de dados limitados). Na sequência, Sowell as apresenta na prática ao discutir temas como urbanização, gênero, igualdade, educação, raça, renda e desenvolvimento econômico.

Falácias da urbanização

Enquanto críticos da arquitetura reclamam da expansão urbana, da feiúra dos subúrbios e tratam com saudosismo o período em que a maior parte da humanidade estava no campo, os críticos sociais reclamam da falta de habitação na cidade e apontam a alta densidade dos bairros como a causa da criminalidade. Outros críticos são líderes comunitários, que condenam o grande deslocamento necessário para que as pessoas transitem pela cidade para poder trabalhar.

Contudo, a história do desenvolvimento urbano aponta que há vantagens econômicas para a formação das cidades. Afinal, são lugares onde os habitantes se reúnem para realizar negócios e criar uma cultura compartilhada, usufruindo de infraestruturas dispendiosas de serem construídas, como energia, saneamento básico e telecomunicações.

Por conseguinte, a densidade ou regiões periféricas não são questões ruins per si, pois é preciso que as pessoas vivam em algum lugar. Além disso, intervenções governamentais a fim de restringir esse processo podem resultar em distorções econômicas, como a partir do controle de preços de aluguéis.

Falácias sobre gênero

As mulheres sofrem injustiças no mercado de trabalho e possuem salários menores por preconceito e machismo estrutural. Para combater isso, é necessária a aprovação de legislações anti-discriminação.

Essa é a narrativa comum no debate público. Contudo, o fato de mulheres ganharem menos do que os homens pode ter contribuições e pesos maiores do que uma discriminação generalizada e do preconceito contra elas. Sowell discorre diversos estudos que isolam variáveis e apontam que salários maiores a homens de carreiras similares decorrem de maiores horas dispendidas trabalhadas.

Outros estudos marcantes da obra apontam que um percentual relevante de mulheres deixa o mercado de trabalho formal em algum momento de suas carreiras, o que contribui para um desnível salarial posterior. Esse período comumente está associado à gestação e obrigações maternas.

Como esse padrão se mostra de forma repetida, a responsável por grande parte da diferença na renda entre gêneros tende a estar mais amparada na escolha, e não na discriminação.

Falácias na educação

Há um abismo entre as universidades e as empresas. Em larga medida, por questões ideológicas de que entidades sem fins lucrativos precisam ser motivadas por ideais mais elevados do que o dinheiro.

Contudo, por que os interesses dos clientes dessas instituições (os alunos) não são priorizados? Há incentivos políticos perversos que contribuem para esse panorama, como a estabilidade dos profissionais, gestão controlada por membros do corpo docente e promoções baseadas em prestígio e tempo de serviço, e não com base em qualidade de pesquisas publicadas e ensino.

Falácias sobre a renda

Os ricos estão ficando mais ricos e os pobres mais pobres? A classe média está encolhendo? A renda de altos executivos e CEOs é díspare com o retorno dos acionistas ou o salário médio de funcionários? São algumas das principais narrativas presentes sobre renda.

Muitos dos números que fundamentam essas informações são interpretados de forma ideológica e equivocada. Entre os exemplos, está o fato de afirmar que a renda familiar da última geração dos Estados Unidos está estagnada, contudo, omite-se que a quantidade de membros das famílias diminuiu. Outro exemplo comum citado pelo autor é negligenciar auxílios governamentais ao expor a renda dos mais pobres.

Falácias raciais

A principal razão da diferença atual dos rendimentos entre negros e brancos deriva de fatos históricos da escravidão e do racismo?

A narrativa progressista afirma que discriminação e racismo são correlacionados. Todavia, ao menos na amostragem dos Estados Unidos analisada por Sowell, usar exclusivamente a raça como um classificador pode esconder outras diferenças importantes entre os grupos, como a idade. No caso do país, a idade média dos afro-americanos é cinco anos mais jovem do que a da população em geral, o que contribui para a renda ser menor, pois indivíduos mais jovens tendem a ganhar menos por possuírem menos escolaridade e experiência.

O autor aponta que outros grupos raciais também são mais jovens do que a idade média dos EUA, como asiáticos, também tendendo a ter em média renda menor do que o restante da população do país.

Países em desenvolvimento

O nível de desenvolvimento de um país muitas vezes é atribuído a questões relacionadas à colonização, geografia, questões climáticas ou à falta de auxílio econômico de países mais ricos.

Todavia, o principal fator é institucional, relacionado à tradição de lei e ordem, responsável pelo maior peso do desenvolvimento econômico.

Considerações finais

Sowell defende que questões como gênero, raça, renda, desenvolvimento econômico, entre outras, não podem ser analisadas sob a luz de emoções, a despeito de quão sensíveis ou complexas elas sejam.

Mesmo que algo seja apresentado como um fato, é necessário ter uma postura cética — tendo o princípio da prudência, como apontado por Russell Kirk em A Mentalidade Conservadora —, algo próprio também do método científico.

Fatos e Falácias da Economia é um conjunto de Sowell recheado com centenas de pesquisas, papers e trabalhos acadêmicos empíricos que podem desafiar a sua opinião sobre alguns dos temas contemporâneos mais sensíveis.








publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/fatos-e-falacias-da-economia-segundo-thomas-sowell/

OFERTA PÚBLICA DE AÇÕES DO PCC e CV

 GILBERTOSIMÕESPIRES/PO9NTOCRITICO


SETOR CRIME

Não foram poucas as vezes que usei os meus editoriais para enfatizar que dentre os SEGUIMENTOS ECONÔMICOS QUE MAIS CRESCEM NO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL, O -SETOR CRIME- é disparado, o MAIOR DE TODOS. Não apenas pelo TAMANHO e CAPILARIDADE quanto pela PRODUTIVIDADE e forma com que AGEM os bem treinados e destemidos AGENTES que integram o PCC, o CV e demais ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS.  

IPO

Por tudo que se lê, ouve e assiste, há que se propor que o PCC, por exemplo, cuide de fazer um  IPO - sigla em inglês -INITIAL PUBLIC OFFERING-, ou, em bom português, -OFERTA PÚBLICA INICIAL-, com o propósito de VENDER AÇÕES AO PÚBLICO EM GERAL, marcando assim sua estreia na BOLSA DE VALORES e com isso possibilitar que qualquer pessoa se torne SÓCIA DOS EMPREENDIMENTOS CRIMINOSOS, é mais do que certo e evidente que teria SUCESSO MUITO MAIOR do que colheu a SPACE-X na recente abertura de capital  realizada na bolsa americana -NASDAK- cuja OFERTA DE AÇÕES movimentou cerca de US$ 75 bilhões

PCC E CV

De antemão, a considerar que tanto o PCC quanto o CV- movimentam QUANTIAS FANTÁSTICAS DE DINHEIRO OBTIDAS ATRAVÉS DO IMENSO UNIVERSO DOMINADO PELO NARCOTRÁFICO, uma COLOSSAL OFERTA DE AÇÕES produziria resultados importantes, tanto para os INVESTIDORES, que passariam a receber polpudos DIVIDENDOS, quanto para o GOVERNO, que passaria a ARRECADAR ENORMES SOMAS DE RECURSOS EM FORMA DE IMPOSTOS SOBRE OS LUCROS DISTRIBUÍDOS.     

CVM

Enquanto isso, por sua vez, as ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS teriam registro na CVM -Comissão de Valores Mobiliários- como empresas de capital aberto e como tal teriam acesso a GRANDES VOLUMES DE DINHEIRO PARA PODER FINANCIAR E EXPANDIR NOVOS PROJETOS, E INVESTIMENTOS, com FARTA VISIBILIDADE E CREDIBILIDADE. Tal qual já existe com algumas BETs, por exemplo. Companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e preparar um prospecto detalhado com todas as informações financeiras e de governança para os potenciais investidores. Que tal? 





















PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/artigo/oferta-publica-de-acoes-do-pcc-e-cv





Todos os indicativos da dívida pública dispararam

 diariodopoder


Todos os números da dívida pública brasileira dispararam nos primeiros seis meses de 2026. Desde 1º de janeiro do quarto ano do governo Lula (PT), tanto a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), quanto a Dívida Pública Federal (DPF), interna e externa, explodiram. A DBGG aumentou em R$950 bilhões, 2,4% a mais. Até o início deste ano, esse buraco equivalia a 78,7% do PIB e em 1º de julho já representava 81,1%.

Recorde negativo

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) ultrapassou – pela primeira vez na História – a marca dos R$10,6 trilhões.

T de trilhão

A DPF, que é a dívida emitida pelo Tesouro Nacional, passou de R$8,3 trilhões no início de 2026 para R$8,68 trilhões após apenas seis meses.

Dívida na veia

Isso quer dizer que o governo do PT emitiu R$404 bilhões em títulos do Tesouro brasileiro, que precisam ser pagos dentro de alguns anos.

Diário do Poder








publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/07/todos-os-indicativos-da-divida-publica.html

COMEÇOU COM O AMIGO DO NINE LÁ NA BAHIA

 ANDRESSABREHM/INSTAGRAM


COMEÇOU COM O AMIGO DO NINE LÁ NA BAHIA



A China TAXOU o Brasil em 55% — muito PIOR que o TRUMP — e a IMPRENSA escondeu

 rubinhonunes/youtube


A China TAXOU o Brasil em 55% — muito PIOR que o TRUMP — e a IMPRENSA escondeu



Um ‘negócio da China’ -

  Boletim Coppolla


Um ‘negócio da China’ 
clique no link abaixo e assista

SOBERANIA?? A CHINA ESTÁ OCUPANDO O BRASIL

 NANDOVOYAGER/FACEBOOK


SOBERANIA?? A CHINA ESTÁ OCUPANDO O BRASIL



Trump Vai Questionar Eleições no Brasil!

 andremarsiglia/youtube


Trump Vai Questionar Eleições no Brasil!



EM 4 DE OUTUBRO VAMOS DECIDIR ENTRE O CUMPRIMENTO DA CONSTITUIÇÃO OU A PRISÃO

 DR. SEBASTIÃOCOELHO/YOUTUBE


EM 4 DE OUTUBRO VAMOS DECIDIR ENTRE O CUMPRIMENTO DA CONSTITUIÇÃO OU A PRISÃO



COISAS QUE SÓ ACONTECEM NO BRASIL

 FACEBOOK


COISAS QUE SÓ ACONTECEM NO BRASIL 



A Defesa de Bolsonaro Usa Lula e Moraes Contra Moraes!

 deltandallagnol/youtube


A Defesa de Bolsonaro Usa Lula e Moraes Contra Moraes!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=TJH42GQB9Ps

PEGUE A PIPOCA...

 RONYGABRIEL/FACEBOOK

PEGUE A PIPOCA...



sexta-feira, 24 de julho de 2026

Soberania que sai caro

   Alex Pipkin 


Existe uma indústria que nunca conheceu recessão na América Latina. Ela não depende de inovação, produtividade nem investimento. Alimenta-se da mais abundante matéria-prima política da região: a impressionante capacidade de transformar responsabilidades próprias em culpas alheias.

No Brasil, essa indústria aperfeiçoou um de seus produtos mais rentáveis: o antiamericanismo. Não porque explique melhor a realidade, mas porque explica melhor os fracassos. Toda narrativa política precisa de um antagonista. É muito mais confortável governar contra um inimigo do que diante de um espelho.

Foi assim que os Estados Unidos deixaram de ser apenas um país. Tornaram-se um argumento. Quando a economia decepciona, quando o investimento recua ou quando uma negociação produz custos, Washington reaparece como personagem obrigatório. O culpado chega antes dos fatos.

Donald Trump negocia como quem derruba a mesa antes de começar a partida. Pressiona, ameaça, exagera, recua quando convém e volta a pressionar. Pode-se criticar seu método, mas existe uma diferença elementar entre uma potência e um país emergente. Uma pode desperdiçar oportunidades. O outro não. Foi exatamente essa lógica que levou governos de diferentes orientações ideológicas, como o do Reino Unido, notadamente “progressista”, a negociar com pragmatismo. Não porque concordassem com Washington, mas porque compreenderam que, na política externa, o interesse nacional vale mais do que a satisfação do ego governamental.

Na geopolítica, a realidade não negocia com o ego. É justamente aí que a retórica encontra seu limite. O governo brasileiro transformou a soberania em palavra de palanque. Pronuncia-se o termo com indignação, multiplica-se o conflito e espera-se que o discurso faça a realidade recuar. Mas soberania para quem? Para a empresa que perde mercado? Para o exportador que enfrenta novas barreiras? Para o trabalhador cuja renda depende da competitividade brasileira? Ou para quem transforma um impasse diplomático em ativo político?

Soberania não é colecionar confrontos. É ampliar mercados, atrair investimentos, proteger empregos e aumentar a liberdade de escolha de uma nação. A política vive de símbolos. A economia vive de incentivos. Confundir uma com a outra produz manchetes hoje e custos amanhã.

O maior paradoxo do antiamericanismo é que ele raramente altera o comportamento dos Estados Unidos. Em compensação, pode aumentar o custo das escolhas brasileiras. Ideologias escolhem inimigos. Estadistas escolhem prioridades. A realidade jamais perdeu uma negociação para uma ideologia.














publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/soberania-que-sai-caro/

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