Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Quando o petróleo aumenta, a ignorância econômica aparece

  André Burger 


A guerra entre os Estados Unidos (EUA) e o Irã traz várias consequências para o mundo inteiro. A mais visível é o aumento do preço do petróleo e de seus derivados. A menos visível é a ignorância sobre o que é inflação.

Políticos, jornalistas, comentaristas de televisão e alguns economistas repetem um mantra: “a alta do barril de petróleo vai gerar inflação”. A frase é repetida com tanta convicção que parece uma lei. Mas não é nem lei física nem econômica. É apenas um erro econômico comum.

Se a guerra ou qualquer outro evento reduz a oferta de petróleo ou cria uma expectativa de escassez, seu preço naturalmente sobe. É o mecanismo mais elementar da economia: preços são determinados pela oferta e demanda. Nada de misterioso aqui. Quando algo se torna mais escasso, seu preço aumenta.

Isso não é inflação, mas o aumento do preço de um produto específico e, por consequência, de tudo aquilo que depende dele na sua cadeia produtiva. Petróleo mais caro significa transporte mais caro, energia mais cara e custos maiores para diversas atividades econômicas. Isso altera os preços relativos na economia. E só.

Não é a primeira vez que isso acontece. Nos choques do petróleo de 1973 e 1979, os preços da energia dispararam em todo o mundo. Nos países onde os bancos centrais geraram expansão monetária para acomodar o choque, como EUA e Reino Unido, o resultado foi inflação persistente. Os países que não monetizaram o choque tiveram apenas mudanças temporárias nos preços relativos.

Ou seja, o petróleo subiu para todos, mas a inflação apareceu onde governos e bancos centrais decidiram expandir a quantidade de dinheiro em circulação.

Regra sobre o petróleo

Quando o petróleo fica mais caro, a economia reorganiza seus preços, como o faz quando qualquer outra mercadoria tem seus preços alterados. Transporte sobe, energia encarece e alguns setores perdem competitividade, mas outros preços caem ou crescem menos, e a economia se ajusta. A renda das pessoas não aumenta automaticamente apenas porque o petróleo subiu.

Isso é economia básica: preços relativos mudam o tempo todo. O erro comum é confundir mudança de preços relativos com inflação. Inflação é outra coisa. Inflação é a redução generalizada do poder de compra da moeda causada pela emissão monetária.

Se não houver expansão monetária, o aumento do petróleo terá apenas um efeito relativo dentro da estrutura de preços da economia. Tudo aquilo que utiliza petróleo e seus derivados na sua cadeia produtiva ficará relativamente mais caro. Setores que dependem menos de energia fóssil sofrerão um impacto menor. A economia se ajusta.

Porém, o que frequentemente acontece é que governos costumam aproveitar aumentos de preços em bens de grande impacto — petróleo, energia, alimentos — para expandir a quantidade de moeda. Quando isso ocorre, o choque inicial serve como uma conveniente cortina de fumaça. A culpa da inflação é então atribuída ao petróleo, à guerra, à seca ou a qualquer outro fator externo, mas nunca à emissão de moeda.

Papel do Estado

A transferência de culpa é politicamente conveniente. Afinal, o maior beneficiário da inflação é justamente quem controla a moeda: o governo. E quem mais perde é o indivíduo comum, especialmente o mais pobre, que vê seu poder de compra diminuir sem entender exatamente por quê.

Por isso, convém prestar atenção. Quando alguém afirma que o aumento do preço do petróleo gera inflação, na prática, está repetindo a narrativa que livra o verdadeiro responsável.

Inflação, como incansavelmente explicou Milton Friedman, é um fenômeno monetário. Ocorre quando a quantidade de dinheiro cresce mais rapidamente do que a produção de bens e serviços. Como o governo possui o monopólio da emissão de dinheiro, a conclusão é simples: havendo inflação, a culpa não será do petróleo, do boi no pasto ou do inocente chuchu, como imputou o falecido Delfim Netto, mas de quem controla a moeda.

*Artigo publicado originalmente na Revista Oeste.




















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/quando-o-petroleo-aumenta-a-ignorancia-economica-aparece/

Vorcaro torrou R$ 60 milhões com 'autoridades' do 'cartel lula-stf-globolixo' em eventos de luxo no exterior

  Registros mostram uso de jatinhos, hospedagem em hotéis de alto padrão e encontros com ministros, parlamentares e integrantes do governo Lula

Luís Batistela - Revista Oeste


Dados de investigações que circundam o Banco Master revelam que a instituição, controlada por Daniel Vorcaro, financiou eventos internacionais com autoridades brasileiras ao longo de 2024, com gastos que somam US$ 11,5 milhões, equivalentes a R$ 60 milhões na cotação atual. Documentos obtidos pela Polícia Federal (PF) revelam que o ex-banqueiro acompanhou pessoalmente os desembolsos. 

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, as despesas incluem transporte aéreo em jatinhos, hospedagens em hotéis de alto padrão, palestras, shows e degustação de uísque e charutos. Os encontros ocorreram em Londres (Inglaterra), Nova York (EUA) e Lisboa (Portugal).

O evento mais custoso aconteceu em Londres, durante o 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias, realizado de 24 a 26 de abril. O Master desembolsou cerca de US$ 7,5 milhões. 

O encontro ocorreu no The Peninsula London Hotel, onde a diária atinge o valor de R$ 6 mil. O banco custeou a locação de espaços, salas de reunião e a hospedagem para 70 pessoas, das quais 25 participaram diretamente do fórum. 

Na véspera da abertura, Vorcaro organizou uma cerimônia no Wallace Collection. Conforme a Folha, o evento incluiu entrega de troféus de cristal e teve como homenageado o ex-presidente Michel Temer.

Participaram ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) — Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes —, além de integrantes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) — Antonio Saldanha Palheiro, Benedito Gonçalves, Luis Felipe Salomão, Mauro Campbell Marques e Raul Araújo.

Também estiveram presentes o então ministro Ricardo Lewandowski, o advogado-geral da União, Jorge Messias, o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o então presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, Alexandre Cordeiro. Representaram o Legislativo o deputado Hugo Motta (RepublicanosPB) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). 

Nova York tem gastos milionários com bebidas e eventos exclusivos 

Na semana do Brasil em Nova York, de 12 a 18 de maio, o Master desembolsou cerca de US$ 2,5 milhões. O evento incluiu nova rodada de degustações, desta vez no Carnegie Club. A prestação de contas registra gasto de US$ 121 mil com 25 garrafas de Macallan 30 anos distribuídas como presentes. 

Já em Lisboa, durante o Fórum Jurídico, conhecido como “Gilmarpalooza”, o banco gastou cerca de US$ 1,6 milhão. O roteiro incluiu DJs, dançarinas, restaurantes e compras em shopping centers. Também foram fretados dois jatinhos por US$ 232,6 mil para voos entre Lisboa e Brasília.


Autoridades alegam caráter institucional dos eventos 

As investigações revelam que os eventos reuniram autoridades e seus familiares em ambientes que misturavam agendas públicas e privadas. 

Como exemplo, familiares do ministro Dias Toffoli integraram a sociedade do Tayayá Resort por meio da empresa Maridt. Conforme revelou o jornal Folha de S.Paulo, Moraes, sua mulher, Viviane Barci, e o próprio Toffoli utilizaram aeronaves da empresa Prime, ligada a Vorcaro. 

Mensagens reunidas pela PF revelam que o banqueiro tratava diretamente com Moraes de detalhes do evento em Londres. De acordo com a Folha, órgãos e participantes afirmaram que a presença nos eventos ocorreu em caráter institucional. 

A PGR declarou que Gonet participou como palestrante. Já Hugo Motta afirmou que a participação em eventos institucionais faz parte da atividade parlamentar. Lewandowski, por sua vez, disse que Vorcaro  aproveitou a viagem para cumprir agendas oficiais e firmar acordos internacionais. A PF afirmou que a participação de seu diretor não compromete suas atribuições institucionais.


Luís Batistela - Revista Oeste












publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/04/vorcaro-torrou-r-60-milhoes-com.html

Empresa que deu carona a Gilmar Mendes recebeu R$ 400 milhões do Master

  Documento cita repasses feitos em oito meses e menciona movimentações consideradas atípicas pelo Coaf

Fábio Bouéri - Revista Oeste

O empresário Marcos Molina, que deu carona ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em avião que tinha o banqueiro Daniel Vorcaro como sócio, aparece em documento de alerta de inteligência financeira sobre o Banco Master. Motivo: sua empresa, um dos maiores frigoríficos do país, recebeu R$ 400,9 milhões da instituição em oito meses. 

Por meio da assessoria, a MBRF afirmou que realiza milhares de operações de câmbio com dezenas de instituições financeiras e que o Master foi apenas uma delas. O frigorífico destacou que não mantinha conta corrente no banco nem realizou investimentos por meio da instituição.


Empresa nega irregularidades 

A empresa disse ainda rejeitar qualquer interpretação diversa sobre as operações de recebimento de exportações. O ministro Gilmar Mendes, por sua vez, manteve-se em silêncio. Como a Marfrig teve relação comercial com o Master, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) analisou entradas e saídas da empresa 

Os repasses feitos pelo banco de Vorcaro, liquidado em novembro, estão entre os mais relevantes dentro dos R$ 38 bilhões que ingressaram na Marfrig no período. Na análise da movimentação global, o documento do Coaf aponta “movimentação em benefício de terceiros sem causa aparente”, “transações expressivas em espécie com indícios de fracionamento” e “recebimento de créditos com o imediato débito sem aparente justificativa”.

Os apontamentos são gerais e por amostragem, sem indicação de operações específicas. Molina é citado no documento como um dos donos da Marfrig, gigante do agronegócio criada por ele em 2000. A empresa se fundiu em maio de 2025 com a BRF, formando a MBRF, da qual o empresário é presidente do Conselho de Administração. Segundo os documentos, entre julho e agosto de 2024, o Banco Master repassou R$ 101,6 milhões à empresa. 

De agosto de 2024 a fevereiro de 2025, foram outros R$ 282,5 milhões. Entre fevereiro e março do mesmo ano, mais R$ 16,7 milhões. Gilmar Mendes viajou, a convite de Molina, em um avião da Prime You, da qual Vorcaro era sócio, conforme revelou o jornal O Estado de São Paulo.


Empresa recebeu ajuda de Lula 

A Marfrig é uma das ‘Campeãs Nacionais’, nome dado às empresas que participaram de uma política implementada durante os dois primeiros mandatos do então presidente Lula da Silva. A política consistia em oferecer apoio do Estado, principalmente por meio da atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O BNDES injetou quase R$ 1 bilhão em capital na Marfrig entre 2007 e 2009. 















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/04/empresa-que-deu-carona-gilmar-mendes.html


O FRUTO DA OBEDIÊNCIA

 gilbertosimõespires/pontocritico


OBEDIÊNCIA À CARTILHA DO FORO DE SÃO PAULO

Mais do que sabido, percebido e lamentado, em todas as vezes que presidiu o Brasil o presidente LULA se mostrou OBEDIENTE com tudo que manda e/ou propõe a CARTILHA DO -FORO DE SÃO PAULO-, ORGANIZAÇÃO COMUNISTA que reúne mais de 100 partidos e organizações de esquerda, criada em 1990 a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores e pelo Partido Comunista de Cuba (leia-se Fidel Castro).


ENDIVIDAMENTO

Pois, entre tantas propostas e mudanças que já foram colocadas em prática, a maioria delas sempre teve como PRINCÍPIO, MEIO E FIM a indisfarçável -DESTRUÍÇÃO ECONÔMICA-. E neste particular o que mais salta aos olhos é o -EXCESSIVO ENDIVIDAMENTO-, tanto GOVERNAMENTAL quanto da POPULAÇÃO, cujo efeito supera -em número e grau- todas as malignas expectativas. 


DÍVIDA DAS FAMÍLIAS E DÍVIDA PÚBLICA

Por partes:

1- a DÍVIDA DAS FAMÍLIAS, segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC) bateu recorde no mês de março ao atingir a destruidora marca de 80,4%. Deste total 29,6% estão IINADIMPLENTES, ou seja, com PARCELAS EM ATRASO e com pouquíssimas chances de reversão e/ou redução;

2- a DÍVIDA PÚBLICA DO BRASIL, segundo dados recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI), atingiu a significativa marca de 90% do PIB. Detalhe: o avanço não está relacionado ao DESENVOLVIMENTO, mas ao AUMENTO CRIMINOSO DOS GASTOS PÚBLICO NOS ÚLTIMOS ANOS, mais precisamente no atual governo Lula.


EFEITO ÓBVIO

A título de esclarecimento, a ATUAL DÍVIDA DAS FAMÍLIAS faz , obviamente, com que o CONSUMO DESACELERE, o que implica em ÓBVIO RECUO NA PRODUÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS, assim como DIMINUIÇÃO DA OFERTA DE CRÉDITO POR PARTE DO SISTEMA FINANCEIRO. Aliás, o Banco Central já admite uma redução do crescimento do PIB para este ano, que já apontava para míseros 1,6%. Mais: segundo a CNI, caso venha a ser aprovado o fim da ESCALA 6 X 1, aí o Brasil vai acelerar ainda mais no sentido da DESTRUIÇÃO ECONÔMICA desejada por Lula. 
















publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/o-fruto-da-obediencia


O BRASIL ENTRE O DÓLAR E OS BRICS

 Por Dagoberto Lima Godoy


A explosão da dívida dos Estados Unidos é um sintoma de desgaste estrutural. A dívida americana já ronda os US$ 39 trilhões, acima de 120% do PIB, segundo o FMI. Isso não significa colapso iminente do sistema americano, mas indica que o coração financeiro do mundo já não transmite a mesma sensação de solidez inquestionável de outrora. Tampouco significa o desaparecimento súbito da ordem anterior. O que se vê é a erosão simultânea de vários de seus pilares: a supremacia incontestada do dólar, a neutralidade das cadeias globais, a abundância de energia barata e a ideia de que a globalização havia domesticado a guerra.

A ordem mundial não está apenas se reordenando por planilhas, tarifas e algoritmos; está sendo redesenhada também pelo uso da força. A guerra da Rússia contra a Ucrânia demonstra quanto energia, alimentos e logística continuam sendo armas estratégicas, assim como o confronto militar direto dos Estados Unidos contra o Irã projeta forte impacto potencial sobre petróleo, seguros, fretes e estabilidade regional.

Mas a transformação mais profunda decorre do fato de a economia digital ter-se tornado brutalmente material. A escalada da inteligência artificial está empurrando para cima a demanda por eletricidade, refrigeração, cobre, lítio, grafite, terras raras e capacidade firme de geração. A demanda por minerais críticos segue crescendo e permanece fortemente concentrada, sobretudo no refino controlado pela China.

Nesse cenário, o Brasil ganha relevo. Não por ser potência militar ou líder em inteligência artificial, mas por deter um conjunto de ativos que o novo ciclo histórico valoriza crescentemente: energia limpa, alimentos, água, território e minerais críticos, como lítio, grafite, níquel, cobre, nióbio e terras raras. Num mundo que passa a girar em torno de infraestrutura energética, transição industrial e segurança de suprimentos, isso confere ao Brasil um peso que parece ainda não ter sido inteiramente percebido por sua própria elite dirigente.

Nesse quadro, os BRICS ensaiam, não uma substituição frontal do dólar, como Lula por vezes sugere, mas uma erosão prática de sua centralidade, por meio de sistemas de pagamento e cooperação financeira colocados no centro da agenda do bloco. Pelas manifestações oficiais, o Brasil parece inclinar-se para esse polo alternativo, embora essa opção estratégica não tenha sido efetivamente discutida no Congresso Nacional.

O governo Lula parece acreditar que a aproximação com os BRICS amplia a margem de manobra diplomática, abre espaço para financiamento, cooperação tecnológica seletiva, pagamentos em moedas locais, quando convenientes, e maior poder de barganha diante do sistema tradicional. Isso pode elevar o valor estratégico de nossos ativos materiais — energia, agropecuária e minerais. Mas há três ilusões que o país precisa evitar.

A primeira é imaginar que os BRICS já constituam uma ordem coesa. Não constituem. O bloco reúne interesses frequentemente divergentes, ritmos distintos e visões estratégicas por vezes incompatíveis.

A segunda é supor que China e Rússia sejam parceiros neutros ou desinteressados. Não são. Toda potência opera segundo seus próprios objetivos nacionais.

A terceira é crer que o Brasil possa reduzir rapidamente sua dependência funcional da ordem financeira baseada no dólar. Também não pode. O dólar continua central porque ainda não existe outro sistema com a mesma profundidade, liquidez e capacidade de absorver poupança global.

Por isso, a aposta correta do Brasil não é “trocar de lado”. É usar a reestruturação do mundo para ampliar sua autonomia, sem romper com nenhum polo essencial, muito menos com seus históricos parceiros ocidentais.

Afinal, o mundo não vive exatamente um reset econômico. Vive uma sacudida, um reordenamento. E, em tempos assim, os países que prosperam não são necessariamente os mais ideológicos, mas os que sabem ocupar posições indispensáveis. O Brasil pode ser um deles, mas só acertará se compreender que sua vocação não é ser satélite de uma ordem nem soldado de outra, e sim procurar ser necessário para ambas.



















publicadaemhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/o-brasil-entre-o-dolar-e-os-brics-080426

Lula critica ‘companheiros’ milionários no Supremo

 caiocoppolla/youtube


Lula critica ‘companheiros’ milionários no Supremo


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https://www.youtube.com/watch?v=WLxBnHge5BE

Versão oficial em xeque: certidão de óbito revela detalhe chocante -

  SEM RODEIOS - gazetadopovo/youtube

TEM PILANTRA DOS DOIS LADOS

 DEBORAROMANI/FACEBOOK



TEM PILANTRA DOS DOIS LADOS



Vazaram TODOS os pagamentos do Master: 91 escritórios e MEIO BILHÃO!

 deltandallagnol/youtube


Vazaram TODOS os pagamentos do Master: 91 escritórios e MEIO BILHÃO!


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ABSURDO: Peter processado por software que descobria roubos no INSS!

 rubinhonunes/youtube


ABSURDO: Peter processado por software que descobria roubos no INSS!


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https://www.youtube.com/watch?v=GVBAIKAxh0E

Veja as autoridades que participaram das farras MILIONÁRIAS de Vorcaro!

 andrémarsiglia/youtube



quinta-feira, 9 de abril de 2026

A esquerda que não aprendeu nada

   Carlos Junior


O autor destas linhas tem 27 anos. Ainda adolescente, começou a acompanhar a política de maneira mais intensa e recorda bem os dias que antecederam um dos grandes vexames históricos da esquerda: o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Não foi apenas a remoção do cargo, mas a simbologia carregada no ato. De repente, as esquerdas descobriram que o Partido dos Trabalhadores era fortemente rejeitado pelos trabalhadores, que o povo desprezava quem se dizia seu porta-voz e que as suas teses não encontravam eco nas ruas.

Foi um período rico em pérolas esquerdistas. O sr. Sibá Machado, então líder do PT na Câmara, gritou aos quatro cantos que a CIA estava por trás das manifestações contra o governo Dilma. A galhofa foi geral. Ele não foi o único alvo de troça: Lindbergh Farias – sim, aquele mesmo – confundiu alhos com bugalhos ao afirmar que o neoliberalismo foi implementado por Augusto Pinochet na China. É uma graça. Milton Friedman ficaria muito feliz ao ver suas ideias triunfarem em solo chinês – não posso dizer o mesmo de Richard Nixon, ainda que ele tenha acreditado na estupidez da liberalização da economia como garantia da abertura democrática do regime comunista – por um chileno.

Passados dez anos, a esquerda aproveitou os incontáveis erros da direita, voltou ao poder e continua a ditar as normas do debate público – ao menos tenta. Pois não é que ela continua abraçada na imbecilidade? Um artigo do sr. Celso Rocha de Barros e o novo bafafá gerado pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) exemplificam como ela não aprendeu nada nem esqueceu nada.

Pois bem, passo ao primeiro acólito do credo esquerdista. O sr. Celso Rocha de Barros reverberou em artigo a ladainha petista acerca da pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Para ele, Flávio dará um golpe de Estado, além de brindar o leitor – pobre coitado – com a maravilha de que o Inquérito das Fake News foi a solução legal encontrada pelo Supremo Tribunal Federal para combater – de novo! – o tal golpe. Se você chegou a dar razão aos críticos de longa data dos métodos alexandrinos, não estranhe: é a voz da sua burrice. Deixe a explicação do inexplicável para os iluminados.

Eu tenho um senso de humor apurado para tudo na vida, mas as doses deixam de ser homeopáticas para lidar com um esquerdista semiletrado que se julga intelectual. É garantia de boas risadas. O dito cujo lança mão dos chavões mais toscos possíveis em tom professoral que me faz rir como se estivesse diante de um stand-up comedy. Classificar a direita como golpista depois de ter feito o mesmo com o MDB de Michel Temer, Moreira Franco e Romero Jucá não é apenas patético: é a banalização de um termo descritivo que acaba por descrever nada – justamente o métier favorito da esquerda na destruição da linguagem.

Para ser justo, Celso de Rocha Barros não chamou Temer de golpista – pelo menos até onde vi -, ao contrário da esquerda praticamente inteira, que nunca digeriu a porrada e guarda um enorme rancor dos responsáveis políticos do anseio popular de então. Porém, ele faz o mesmo com o senador Flávio e vangloria o inquérito do fim do mundo como impeditivo eficaz contra a quartelada bolsonarista. Caso não saiba, sr. Celso, temos idade e senso do ridículo para não acreditarmos nessa lorota. Foi justamente por tal narrativa que o país normalizou o arbítrio supremo durante anos e só depois de um escândalo recheado de práticas comuns da política nacional pode haver alguma mudança. Censurar uma revista é proteger a democracia? Abrir um inquérito de ofício e desrespeitar uma infinidade de normas legais faz parte do paternalismo supremo que combate a ditadura imaginária? Faça-me rir.

Antes de reparar na ignorância alheia, o sr. Celso Rocha de Barros deveria se olhar no espelho. Ele se julga dono da razão, e deve ser mesmo, pois Chesterton já falava que louco é quem perde tudo, menos a razão. De incultos e loucos, este país está cheio – embora sempre tenha espaço e coluna na Folha para mais um.

O que dizer da sra. Erika Hilton, então? No que depender dela, nada. Qualquer crítica ou afirmação que desagrade à sua posição de Sumo-Sacerdote da inteligência, parte para a repressão estatal via processos e investigações. O Ministério Público não deixa de atender aos seus caprichos e parece sempre disposto a destruir a vida dos deplorables.

Sou eu que digo isso? Não, é o sr. Demétrio Magnoli, comentarista político da Globo News. Ele foi extremamente corajoso ao falar que a sra. Erika Hilton é um homem biológico – proferir tal impropério no Brasil é uma audácia perigosa. Além disso, apontou para a interdição do debate feita por ela e uma suposta colaboração involuntária à candidatura de Flávio Bolsonaro. Pouco me importam os rumos da querela eleitoral. O que me tira o sono é ver uma figura truculenta, agressiva e aversa ao debate de ideias numa posição de poder, pois a política é o meio civilizado para a resolução dos nossos problemas. Classificar como ‘’imbecis’’ e ‘’esgoto da sociedade’’ quem não comunga da sua cartilha é revelador.

Não por acaso a sua antipatia perante a população: levantamento do Real Time Big Data aponta que 84% da população rejeita a sua batuta na Comissão da Mulher na Câmara. Podem apontar o fato de ela ser trans e as consequências disso, mas o meu ponto é a sua postura arrogante e autoritária de quem subiu ao Olimpo e chutou a escada para impedir os demais de chegarem lá. A não ser que digam amém a ela, claro.

Para ambos, desejo a liberdade de expressão. Ideias ridículas não aguentam um bom debate, basta a luz do Sol para o ridículo ser percebido como tal.
























publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-esquerda-que-nao-aprendeu-nada/

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