Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

terça-feira, 7 de julho de 2026

A propriedade privada

 Ludwig von Mises


A propriedade privada dos meios de produção é a instituição fundamental da economia de mercado. É a instituição cuja existência caracteriza a economia de mercado. Onde não há propriedade privada dos meios de produção não há economia de mercado.

Propriedade significa o poder de desfrutar de todos os serviços que um bem possa proporcionar. Essa noção cataláctica de direito de propriedade não deve ser confundida com a sua definição legal, conforme consta das leis dos vários países. A ideia dos legisladores e dos tribunais foi a de definir o conceito legal de propriedade de tal maneira que o proprietário recebesse plena proteção do aparato governamental de coerção e compulsão, e de maneira a impedir que os seus direitos fossem usurpados por outras pessoas. Na medida em que esse objetivo tenha sido adequadamente atingido, o conceito legal de direito de propriedade corresponde ao conceito cataláctico.

Entretanto, hoje em dia, existe uma tendência a abolir a instituição da propriedade privada através de uma mudança nas leis que definem o âmbito das ações que um proprietário tem o direito de empreender com as coisas que são de sua propriedade. Embora mantendo a expressão propriedade privada, essas reformas visam a substituir a propriedade privada pela propriedade pública. Essa tendência é o traço característico dos planos das várias escolas de socialismo cristão e de socialismo nacionalista. Poucos adeptos dessas escolas foram tão lúcidos quanto o filósofo nazista Othmar Spann ao enunciar explicitamente que a implementação de seus planos resultaria numa situação em que a instituição da propriedade privada seria preservada apenas num “sentido formal, enquanto de fato haveria apenas propriedade pública”.[1]

É preciso mencionar essas coisas a fim de evitar erros e confusões que são frequentemente cometidos. Ao tratar de propriedade privada, a cataláxia se refere ao controle que o proprietário tem sobre sua propriedade e não a conceitos, termos e definições legais. Propriedade privada significa que os proprietários determinam o emprego dos fatores de produção, enquanto que propriedade pública significa que o seu emprego é determinado pelo governo.

A propriedade privada é uma instituição humana. Não tem nada de sagrado. Sua existência remonta aos primórdios da história, quando as pessoas, com os seus próprios meios, se apropriam do que até então não era propriedade de ninguém. Seguidas vezes os proprietários tiveram suas propriedades expropriadas. A história da propriedade privada pode ser rastreada até um ponto em que as ações que a originaram certamente não foram legais. Virtualmente, todo dono é o sucessor legal, direto ou indireto, de pessoas que se tornaram proprietárias pela apropriação arbitrária de coisas sem dono ou pela espoliação violenta de seus predecessores.

Entretanto, o fato de que seja formalmente possível rastrear todo título de propriedade até uma apropriação arbitrária ou uma expropriação violenta não tem qualquer significação para o funcionamento da sociedade de mercado. A propriedade na economia de mercado não está mais ligada às origens remotas da propriedade privada. Esses eventos, de um passado distante, perdidos na escuridão da história dos primórdios do gênero humano, deixaram de ter qualquer importância nos dias de hoje. Isso porque, numa economia de mercado livre, os consumidores reiteram todos os dias a decisão sobre quem deve possuir e em que quantidade. Os consumidores alocam os meios de produção àqueles que sabem como usá-los melhor para satisfazer as necessidades mais urgentes dos próprios consumidores. Só num sentido legal e formalista podem os proprietários ser considerados sucessores daqueles que se apropriaram ou que expropriaram. Na realidade, são mandatários dos consumidores, premidos pelo funcionamento do mercado a servi-los da melhor maneira possível. No regime capitalista, a propriedade privada é a consumação da autodeterminação dos consumidores.

O significado da propriedade privada na sociedade de mercado é radicalmente diferente do significado que lhe é atribuído num sistema familiar autárquico. Onde cada família é economicamente autossuficiente, os meios de produção de sua propriedade servem exclusivamente ao proprietário; só ele recolhe as vantagens decorrentes de seu emprego.

Na sociedade de mercado, os proprietários de capital e de terras só podem usufruir de sua propriedade empregando-a para satisfazer as necessidades de outras pessoas. Precisam servir o consumidor para tirar alguma vantagem daquilo que lhes pertence. O próprio fato de serem possuidores de meios de produção força-os a se submeterem aos desejos do público.

A propriedade só é um ativo para aqueles que sabem como empregála, da melhor maneira possível, em benefício dos consumidores.

Este artigo foi extraído do capítulo 24 do livro Ação Humana









publicadaemhttps://mises.org.br/artigos/20055/a-propriedade-privada/.


FUTURO ADIADO

Alex Pipkin, PhD em Administração


Existem sociedades que resolvem problemas. Outras aprendem a conviver com eles.
No início, a diferença parece pequena. Com o tempo, torna-se a diferença entre construir o futuro e apenas sobreviver ao presente. As primeiras enfrentam as causas, mesmo quando isso exige sacrifícios. As segundas especializam-se em administrar consequências, adiar reformas e transformar soluções provisórias em modo permanente de governar.
Esse é o retrato mais preciso do Brasil.
Já não nos falta diagnóstico. Falta-nos disposição para enfrentar aquilo que o diagnóstico exige.
Substituímos a coragem de reformar pela habilidade de remendar.
Cada dificuldade produz um novo programa. Cada distorção gera uma nova regra. Cada fracasso justifica mais gasto, mais exceções e mais improviso. O problema nunca desaparece, apenas muda de lugar.
É como o navegador que passa a vida ajustando as velas enquanto se recusa a admitir que o casco faz água.
O mais inquietante é que esse mecanismo já não depende de um governo. Ele aprendeu a se reproduzir sozinho.
Todo sistema duradouro produz aquilo de que mais necessita; pessoas adaptadas ao seu funcionamento.
Governos passam, partidos passam, e narrativas passam. A engrenagem permanece.
Pouco a pouco, a política adapta seu discurso ao momento, a burocracia protege a si mesma, grupos organizados preservam seus benefícios e os cidadãos passam a considerar normal aquilo que, uma geração antes, pareceria inaceitável.
É assim que uma sociedade perde a capacidade de imaginar um futuro diferente.
Fala-se muito em empatia, mas quase nunca naquela dirigida às únicas pessoas totalmente ausentes da arena política. São as que ainda não nasceram. Elas herdarão o custo de cada reforma adiada, de cada privilégio preservado e de cada decisão substituída pela conveniência do presente.
A maior injustiça social não é a desigualdade entre os vivos. É permitir que uma geração consuma as oportunidades que pertencem à seguinte.
Civilizações não entram em declínio quando deixam de identificar seus problemas. Entram em declínio quando transformam o adiamento em estratégia, a adaptação em cultura e o futuro no lugar para onde empurram as consequências do presente.
Nesse momento, o amanhã deixa de ser uma promessa. Torna-se o espelho das escolhas que insistimos em adiar.
















PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/futuro-adiado-010726

Mendonça Reage a Lula e Faz Dura Ameaça!

 ANDRÉMARSIGLIA/YOUTUBE


Mendonça Reage a Lula e Faz Dura Ameaça!


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A Manobra da Defesa de Lulinha contra Mendonça!

 DELTANDALLAGNOL/YOUTUBE


A Manobra da Defesa de Lulinha contra Mendonça!


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https://www.youtube.com/watch?v=pvYgdmu71hw

Fernão Lara Mesquita EXPÕE a Verdade Sobre a ABIN e Faz um Alerta ao Brasil

 FERNÃOLARAMESQUITA/YOUTUBE


Fernão Lara Mesquita EXPÕE a Verdade Sobre a ABIN e Faz um Alerta ao Brasil


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Mais ajuda quem pouco atrapalha

      Afonso Pires Faria


   Quantos absurdos são cometidos em nome do bem? E quantos deles já internalizamos e aceitamos como norma? Um deles é a obrigatoriedade da utilização do cinto de segurança. A alegação é de que ele protege os passageiros em caso de acidente. Perfeito. Nenhuma dúvida sobre isso.

Por que, então, somos obrigados a nos proteger de acidentes automobilísticos, mas não somos, por exemplo, obrigados a utilizar coletes à prova de balas quando andamos nas ruas das favelas do Rio de Janeiro? E por que não nos obrigam a ter uma arma de fogo em casa para proteger nossa família, ou quando andamos na rua durante a noite? Não! Eles não nos obrigam. Eles simplesmente nos proíbem. A coerência passa ao largo dos nossos legisladores e do nosso governo de plantão. Demagogia é o lema. É o Estado se agigantando e mostrando suas garras.

Quando não agimos mais por vontade própria e sim por ordem de um ente estatal, já estamos com o "buçal" na cabeça e o cabresto na mão deles. A razão e o bom senso deixam de valer em nome de uma ordem do Estado. Qualquer dia, este todo-poderoso, que tudo ordena, irá nos ensinar a falar a linguagem deles e não a nossa. E pode piorar. Já imaginou o dia em que resolverem que tens que chamar homem de mulher e mulher de homem, se assim se identificarem? E pode ficar mais repressivo ainda. O Estado vai te multar ou prender se chamares o indivíduo por aquilo que ele é, e não pelo que ele julga ser.

As leis são criadas sem qualquer critério de lógica e aplicabilidade. Leis estúpidas já abundam no nosso país. São leis, portarias, decretos e regulamentações que para nada servem, senão para confundir ou beneficiar algum setor que se encontra em dificuldade momentânea. Obrigar um cidadão a recompensar quem encontre e devolva um objeto roubado, proibir a exposição de recipientes com sal sobre a mesa de restaurantes, e obrigar a comercialização de preservativos em bares são alguns exemplos de leis criadas no nosso país.

Como levar a sério um governo que permite este tipo de legislação? Não são normas apenas ridículas. São, também, improdutivas. Algumas destas idiotices causam efeito contrário ao da finalidade a que se propõem. Senão vejamos: o Brasil aumenta o investimento em educação e perde posições no ranking mundial, segundo o PISA. Criam-se leis que protegem as mulheres de serem agredidas por seus companheiros. Após a sua criação o número de agressões e mortes, cresce exponencialmente. Todos estes absurdos, são produzidos por legisladores e governos muito bem remunerados. Sim, pagamos para pessoas criarem empecilhos na nossa vida.

















publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/mais-ajuda-quem-pouco-atrapalha__18694

Se você trabalhou a vida toda, o PT te trocou por um presidiário

 RUBINHONUNES/YOUTUBE


Se você trabalhou a vida toda, o PT te trocou por um presidiário


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André Mendonça cobra respostas: "O Brasil de verdade tem pressa"

  LACOMBE


André Mendonça cobra respostas: "O Brasil de verdade tem pressa"

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FARINHA DO MESMO SACO???

 EDUARDOPRADOCLIMA/FACEBOOK


FARINHA DO MESMO SACO???



ESTÃO TE ENGANANDO E NINGUEM FAZ NADA...

 MONTENEGROCONSULTORIA/FACEBOOK


ESTÃO TE ENGANANDO E NINGUEM FAZ NADA...



Dívida pode tirar sua CNH e até seu PASSAPORTE no Brasil.

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Dívida pode tirar sua CNH e até seu PASSAPORTE no Brasil. Enquanto 73 milhões de brasileiros estão endividados, o STF liberou que juízes suspendam CNH e passaporte para pressionar quem deve empréstimos, financiamentos ou parcelas atrasadas.



Contra a banalização do mal

 PERCIVALPUGGINA/YOUTUBE


Contra a banalização do mal

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segunda-feira, 6 de julho de 2026

A esquerda “anti-fascista” tem muito em comum com os fascistas originais

 Antony Mueller 


As ideias anti-capitalistas são hoje propagadas de maneira mais colérica por integrantes de movimentos ditos progressistas e “anti-fascistas“.

Mas eis a grande ironia: embora estes auto-proclamados anti-capitalistas (e declarados “inimigos da direita”) se rotulem de “anti-fascistas”, a realidade é que, mais do que qualquer outra ideologia, o fascismo é exatamente o que caracteriza suas idéias.

Mas, afinal, o que é o fascismo e qual o conteúdo desta ideologia?

O “Manifesto Fascista”

O Manifesto Fascista foi proclamado em 1919 por Alceste De Ambris e Filippo Tommaso Marinetti.

Em seu panfleto, os autores defendiam a implantação de um salário mínimo estipulado pelo governo e de uma jornada de trabalho de apenas oito horas diárias (um valor pequeno à época). Defendiam também que os trabalhadores tivessem representantes no alto escalão administrativo das indústrias e que os sindicatos tivessem o mesmo poder decisório que os executivos do setor industrial e os funcionários públicos.

Os autores do Manifesto Fascista também exigiam um imposto de renda progressivo (alíquotas mais altas para quem ganhasse mais), seguro-invalidez bancado pelo estado, e outros tipos de benefícios sociais, além da redução da idade de aposentadoria.

Mais: o Manifesto exigia o confisco da propriedade de todas as instituições religiosas, bem como a estatização da indústria de armas.

E não parava por aí: os autores do Manifesto Fascista também defendiam a criação de um sistema corporativista de “Conselhos Nacionais” (semelhantes aos sovietes), os quais seriam formados por especialistas eleitos por suas respectivas organizações profissionais, os quais teriam poderes legislativos em suas respectivas áreas.

Finalmente, De Ambris e Marinetti exigiam um pesado imposto progressivo sobre os lucros e os ganhos de capital com o intuito de expropriar uma fatia de toda a riqueza dos capitalistas.

Em 1922, o socialista Benito Mussolini ascendeu ao poder na Itália sob o estandarte do fascismo, e prontamente colocou em prática grande parte deste programa fascista que havia sido proclamado no Manifesto alguns anos antes.

Comparado ao Manifesto Comunista

Uma comparação com o Manifesto do Partido Comunista, escrito por Marx e Engels, e publicado em 1848, revela a relação siamesa entre fascismo e comunismo.

O Manifesto Comunista de 170 anos atrás apresentava 10 medidas necessárias para que um país se tornasse socialista. Dentre elas:

  • Imposto de renda fortemente progressivo.
  • Centralização do crédito nas mãos do estado, por meio de um banco nacional com capital do estado usufruindo monopólio exclusivo.
  • Centralização, nas mãos do estado, de todos os meios de comunicação e transporte.
  • Unificação do trabalho agrícola e industrial com o objetivo de eliminar gradualmente o contraste cidade e campo.
  • Educação gratuita para todas as crianças nas escolas públicas, eliminação do trabalho infantil nas fábricas em sua forma atual, e unificação da educação com a produção industrial.

Todos estes itens foram implantados pelos fascistas.

Ainda de acordo com o Decálogo Comunista, os itens que faltavam para que o socialismo pleno fosse alcançado sob o fascismo eram:

  • Expropriação da propriedade sobre a terra e aplicação de toda a renda obtida com a terra nas despesas do Estado. (Item 1)
  • Confisco da propriedade de todos os emigrantes e rebeldes. (Item 4)
  • Trabalho obrigatório para todos. Criação de exércitos industriais, em especial para a agricultura. (Item 8)

Mas melhora. Tanto os comunistas quanto os fascistas serviram de inspiração aos nazistas, que copiaram suas idéias no programa oficial do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, lançado em 1920.

As exigências do Partido Nazista

O próprio Adolf Hitler em pessoa estava presente quando os 25 pontos do programa do Partido Nazista foram anunciados no dia 24 de fevereiro de 1920. O termo nazismo já dizia tudo: era a abreviação de NSDAP, que significa Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães).

Em 1925, a Assembléia Geral do NSDAP declarou que o programa lançado em 1920 era “imutável”. E, em 1941, Adolf Hitler determinou que todos os futuros líderes do Reich deveriam jurar obediência aos 25 pontos.

O Programa do Partido Nazista incluía demandas como:

  • Socialização de empresas monopolistas
  • Municipalização de grandes lojas de departamento
  • Expropriação de terras para propósitos caritativos
  • Proibição da especulação imobiliária
  • Expansão de todo o sistema educacional estatal
  • Um abrangente sistema de escolas públicas gratuitas, com generosos estipêndios e bolsas estudantis
  • Defesa do meio ambiente em conjunto com a promoção da saúde e do preparo físico da população

Em particular, o programa do Partido Nazista exigia:

  • abolição do “rentismo”, isto é, a renda fácil não-oriunda do trabalho (item 11)
  • confisco dos lucros oriundos de atividades de guerra (item 12)
  • estatização de todas as empresas monopolistas (item 13)
  • distribuição dos lucros das grandes empresas (item 14)
  • generosa expansão de pensões e aposentadorias (item 15)
  • criação de uma classe média saudável (item 16)
  • reforma agrária adaptada às necessidades nacionais; criação de uma lei para a livre expropriação de terras para propósitos caritativos. Abolição do consumo da terra e proibição de toda e qualquer especulação imobiliária (item 17)

No item 20, o programa do partido exigia que “o estado deve garantir que todo o nosso sistema educacional nacional seja completamente expandido” por meio de um amplo sistema de subsídios para a educação.

No item 21, o programa estipulava que “o estado tem o dever de ajudar a elevar o padrão da saúde nacional fornecendo centros de maternidade, proibindo o trabalho adolescente, aumentando a capacitação física por meio da introdução compulsória de jogos, olimpíadas e ginásticas, e encorajando ao máximo possível a formação de associações voltadas para a educação física dos jovens”.

Os nazistas defendiam a criação de um “Exército Popular” — nada diferente daquilo que, mais tarde, os socialistas implantariam na Ásia e no Leste Europeu.

Não há diferença

Essa seleção de demandas existentes nas plataformas dos socialistas, fascistas e nazistas mostra o alto grau de similaridade entre as linhas de pensamento dessas três ideologias.

Aquilo que os socialistas expressam em seu slogan ‘de cada qual, segundo suas capacidades; a cada qual, segundo suas necessidades‘ é igual à máxima nazista de que ‘o bem comum vem antes do bem privado'(‘Gemeinnutz vor Eigennutz’) e igual ao lema fascista do ‘tudo dentro do estado, nada fora do estado, nada contra o estado‘.

Não é surpresa nenhuma que governos socialistas, fascistas e nacional-socialistas tenham agido como regimes repressores que não geraram nem prosperidade e nem paz, mas sim miséria, supressão de direitos humanos básicos e guerras.

Os atuais movimentos socialistas, que se definem como progressistas e anti-fascistas, simplesmente utilizam uma falsa terminologia para esconder sua verdadeira agenda. Ao mesmo tempo em que se rotulam “anti-fascistas” e declaram que o fascismo é seu inimigo, esse movimento “anti-fascista” é, essencialmente, fascista. Seus membros não são oponentes do fascismo, mas sim seus genuínos representantes.

Conclusão

No final, comunismo, socialismo, nazismo e fascismo são rótulos que se unem sob o estandarte do anti-capitalismo e do anti-liberalismo. São contra o indivíduo, contra a propriedade privada, e contra a liberdade empreendedorial.

O movimento progressista “anti-fascista” é, em si mesmo, um movimento fascista. O inimigo desse movimento não é o fascismo, mas sim a liberdade, a paz e a prosperidade.




























publicadaemhttps://mises.org.br/artigos/2629/aesquerdaantifascistatemmuitoemcomumcomosfascistasoriginais/

BANANA NOVA??? UMA OVA

 LOGICAMACAQUISTA


BANANA NOVA??? UMA OVA



O BRASIL AINDA LONGE DE ONDE OS AMERICANOS JÁ ESTAVAM 250 ANOS ATRÁS

 fernaolaramesquita


O BRASIL AINDA LONGE DE ONDE OS AMERICANOS JÁ ESTAVAM 250 ANOS ATRÁS


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https://www.youtube.com/watch?v=Ix9bAnAPDWE

Flávio ALERTA EUA: Sanções contra o Brasil vão virar munição eleitoral para Lula


OLHA O ROUBO QUE FAZEM DIARIAMENTE

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OLHA O ROUBO QUE FAZEM DIARIAMENTE



Desabafo de um brasileiro

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Domingo, o Brasil perdeu para a Noruega no futebol.
Era uma possibilidade real. Talvez até um resultado esperado, embora a esperança fosse grande. O time vinha jogando bem, convencendo, animando o torcedor. Mas perdeu. Perdeu para uma seleção forte, física, organizada, fria e bem preparada.
À noite, desliguei a televisão.
Não havia como suportar aqueles jornalistas esportivos em estado de histeria, como se o país tivesse desabado por causa de uma bola que entrou ou deixou de entrar. Em poucos minutos, começou o festival de cretinices: a culpa era do Ancelotti, dos jogadores, do esquema tático, da CBF, da convocação, da não convocação do Pedro, da política, do governo, da oposição, do passado, do futuro e, se deixassem, até do clima da Escandinávia.
Nada do que eles próprios haviam dito antes do jogo valia mais. Os elogios desapareceram. As certezas mudaram de lado. As análises anteriores foram jogadas no lixo. E, com a maior cara de pau, passaram a falar como se sempre tivessem previsto o desastre.
Esse talvez seja um dos retratos mais claros do nosso subdesenvolvimento: a incapacidade de pensar com profundidade. Tudo vira escândalo. Tudo vira culpado. Tudo vira gritaria. Tudo vira tribunal.
Perdemos um jogo de futebol, mas o país reagiu como se tivesse perdido uma guerra.
E os jornalistas, que deveriam ajudar a organizar o pensamento público, fazem exatamente o contrário. Alimentam a histeria, exploram a frustração, inflamam a ignorância e depois chamam isso de análise esportiva.
Ninguém parece disposto a olhar para o que realmente existe por trás de certas derrotas. Somos um país de terceiro mundo, marcado pela falta de oportunidades, pela educação precária, pela pobreza administrada como projeto político e por uma juventude que, muitas vezes, enxerga no futebol a única porta de saída da miséria.
Para muitos meninos brasileiros, jogar bola não é apenas sonho. É fuga. É sobrevivência. É a chance de tirar os pais da pobreza, ajudar os irmãos, socorrer os amigos, escapar de uma vida sem horizonte. O futebol no Brasil carrega um peso social que poucos países desenvolvidos conseguem compreender.
Do outro lado estava a Noruega: país rico, organizado, educado, estratégico, com um fundo soberano de trilhões de dólares, instituições sólidas e uma população que não depende de um gol para sentir que ainda tem futuro.
A Noruega entrou em campo com onze jogadores. Mas entrou também com método, disciplina, preparo físico, equilíbrio emocional e uma cultura de planejamento. Nós entramos com talento, esperança, pressão, improviso e um país inteiro pendurado no resultado.
Foi triste ver alguns cruzamentos do Brasil na área adversária. Os noruegueses cortavam bolas sem sequer precisar pular. Ali não havia apenas diferença de jogada. Havia diferença de estrutura, de porte físico, de formação, de preparo, de alimentação, de escola, de sociedade.
Somos, em muitos aspectos, um povo diminuído pelas consequências do atraso. Um país que se acostumou a chamar assistência de solução definitiva. Um país onde se comemora tirar milhões da pobreza colocando-os na dependência permanente do Estado, como se isso fosse emancipação.
Não é.
Aliviar a fome é obrigação moral. Mas transformar a dependência em projeto nacional é a confissão mais clara do fracasso.
Imagine se, no Brasil, um atacante da seleção ficasse cinquenta ou sessenta minutos praticamente parado, esperando o jogo chegar até ele. A torcida já estaria vaiando. Os comentaristas já estariam gritando: “não está fazendo nada”. Pediriam substituição imediata.
Mas Haaland fez exatamente isso. Recolheu-se, esperou, economizou energia, leu o jogo. Passou grande parte da partida quase invisível. E, quando a oportunidade chegou, bastaram poucas bolas para decidir.
Isso, caros jornalistas histéricos, não é sorte. É estratégia.
Ele sabe quem é. Sabe o tamanho que tem. Sabe a força que possui. Sabe que não precisa participar de todas as jogadas para ser decisivo. Tem quase dois metros, porte de lutador, talento de gênio e frieza de jogador formado em uma cultura que não confunde ansiedade com intensidade.
Enquanto isso, no Brasil, qualquer pausa vira suspeita. Qualquer recuo vira covardia. Qualquer derrota vira caça às bruxas.
O Brasil não jogou mal. Teve chances. Poderia ter vencido. Mas nos momentos decisivos, faltou estrutura emocional. Faltou a frieza que separa o bom jogador do jogador decisivo.
Na cobrança do pênalti, Guimarães parecia carregar o peso de duzentas milhões de pessoas nas costas. Antes mesmo de bater, o corpo já denunciava o nervosismo. Parecia quase tremendo. Tudo indicava que poderia perder. E perdeu.
A culpa, portanto, não é simplesmente dele. Nem de Ancelotti. Nem da convocação. Nem da CBF. Nem de uma substituição feita ou não feita.
A culpa é mais profunda.
A culpa é do subdesenvolvimento que nos acompanha há gerações. Subdesenvolvimento econômico, educacional, cultural, emocional e, sobretudo, mental. Um subdesenvolvimento que se revela até mesmo na forma como reagimos a uma derrota esportiva.
Perder para a Noruega deveria ser apenas isso: perder um jogo para uma seleção forte. Mas no Brasil vira crise nacional. Vira espetáculo. Vira choradeira coletiva. Vira combustível para jornalistas que vivem de transformar frustração popular em audiência.
E assim passarão dias, talvez semanas, discutindo uma derrota insignificante como se ela explicasse o destino da humanidade.
Enquanto isso, as verdadeiras derrotas continuarão quase invisíveis: a escola ruim, a pobreza hereditária, a falta de oportunidades, a dependência política, a baixa produtividade, a deseducação do povo, a mediocridade do debate público.
Essas derrotas não rendem tanto quanto um pênalti perdido.
Por isso desliguei a televisão.
Não por causa da derrota do Brasil.
Mas porque a reação à derrota foi muito mais deprimente do que o jogo.
Como pensa um brasileiro.


Brasil Perde e PT Fez Jogada Perigosa Para Dominar O Senado!

deltandallagnol/youtube


Brasil Perde e PT Fez Jogada Perigosa Para Dominar O Senado!


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https://www.youtube.com/watch?v=dg6v-5zJUsQ

Bolsonaro Autorizou o Vídeo de Michelle Contra Flávio?

 andremarsiglia/youtube


Bolsonaro Autorizou o Vídeo de Michelle Contra Flávio?


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https://www.youtube.com/watch?v=NpW2zMow2IM

ECONOMIA DO CRIME

 claudiobranchieri/youtube


ECONOMIA DO CRIME


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Lei 14.789 foi a CANETADA que AFUNDOU as INDUSTRIAS brasileiras

 rubinhonunes/youtube


Lei 14.789 foi a CANETADA que AFUNDOU as INDUSTRIAS brasileiras

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A BOMBA VAI ESTOURAR

 PAULOLOPESCONSERVADOR/FACEBOOK


A BOMBA VAI ESTOURAR




SOMOS ROUBADOS ATÉ NA FORMA COMO NOS INFORMAM

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