Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Quem tem medo da camisa amarela?

   Lucas Berlanza 


A Seleção, apesar dos recentes fracassos, é uma marca ímpar do Brasil, com direito a tiros cessando diante de Pelé e torcedores apaixonados ao redor do globo. Não podemos ser só uma pátria de chuteiras, mas o futebol não é culpado por nossos problemas.

Não me considero um ingênuo ou um romântico bobo, mas também não sinto identificação alguma por uma iconoclastia insossa.

A Seleção Brasileira foi campeã do mundo no governo desenvolvimentista e inflacionário de Juscelino Kubitschek. Foi bicampeã no começo do caótico governo esquerdista de João Goulart.

Foi tricampeã na ditadura militar, no governo Médici.

Foi tetra no fim do governo Itamar e penta no fim da era FHC, acompanhando os sucessos do Plano Real.

Governos diferentes, cenários econômicos diferentes, até regimes políticos diferentes; mas em todos eles a seleção era uma coisa só: um time de futebol que veste as cores do nosso país, disputa um campeonato que mobiliza a nossa sociedade há gerações e tem impacto simbólico no mundo – com direito, repito devidamente, a Pelé suspender guerra e ter torcida organizada do outro lado do globo.

É um símbolo poderoso da brasilidade, graças ao sucesso de nossos antigos jogadores e comissões técnicas. Muitos dos brasileiros mais famosos no mundo foram artistas da bola; se temos menos destaque do que gostaríamos em outras áreas, eles nada têm com isso. Ganhando ou perdendo, não há base factual para afirmar que a Seleção foi determinante sobre as escolhas políticas de nossa sociedade, boas ou ruins.

Ninguém é obrigado a gostar nem de futebol nem da Seleção Brasileira, mas os brasileiros não têm motivo para se envergonhar de torcer pela seleção como seus pais e avós sempre fizeram. Ninguém vive de engajamento político o tempo todo – se disser que vive em protesto constante, ou é doido ou hipócrita. Toda nação tem seus esportes de sucesso e sua cultura popular. Repetir fanaticamente o mantra da “alienação”, aliás, é coisa típica de marxistas.

Lamento pelas práticas corruptas da CBF, que não começaram agora, e pelos comportamentos vexatórios de jogadores e empresários, mas, enquanto forem as cores do Brasil entrando em campo, eu estarei a favor.










publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/quem-tem-medo-da-camisa-amarela/

O preço do populismo

  Claudio Apolinario


Toda promessa fácil tem uma conta difícil. E quem paga é sempre o mesmo.

Todo governo populista começa da mesma forma.

Uma crise real. Um líder que diz ter a solução. Promessas de que o Estado vai resolver o que não foi resolvido. Assim que toma posse o governo começa a gastar mais. Cria benefícios. Controla preços. Subsidia combustível, energia, alimento. E nos primeiros meses, parece estar funcionando.

As pessoas sentem no bolso. A sensação é boa. O governo fica popular.

O problema não é o começo. É o que vem depois.

Pesquisadores que estudaram o histórico de países que seguiram esse caminho identificaram um padrão que se repete com uma regularidade quase chata. Primeiro, o governo gasta mais do que arrecada e a economia aquece. Segundo, a popularidade sobe e o governo se reelege. Terceiro, a conta começa a chegar. A inflação sobe. Os preços que o governo tentou segurar não aguentam mais. O déficit cresce. O governo responde com mais controle, mais subsídio, mais intervenção. Quarto, o colapso. O ajuste que não foi feito antes precisa ser feito agora, de forma mais dura, com mais custo para todo mundo.

E então o ciclo recomeça. O governo seguinte herda a bagunça, aplica o remédio amargo, perde a eleição. O populismo volta com a mesma promessa de que dessa vez vai ser diferente.

O mecanismo funciona por um motivo simples: a promessa chega antes da eleição. O custo chega depois. E quem colhe os benefícios nem sempre é quem paga a conta.

Quem paga é o trabalhador com salário comido pela inflação. O empresário que não consegue crédito porque o governo ocupou todo o espaço. O aposentado cujo benefício compra menos a cada mês. O jovem que entra num mercado de trabalho encolhido depois de anos de contas mal feitas.

O populismo não é generoso com os pobres. É generoso com quem está no poder. Que usa o dinheiro dos pobres para financiar a popularidade que garante a permanência no poder.

Quem acompanha a história da América Latina conhece esse filme. A Argentina entrou em colapso econômico várias vezes seguindo essa lógica. A Venezuela destruiu uma das economias mais ricas do continente em menos de vinte anos. O Brasil tem seu próprio registro, com períodos de gasto acima do que podia e ajustes posteriores que apagaram os ganhos e deixaram a dívida maior do que antes.

Em todas essas situações, o roteiro foi o mesmo. O governo que gastou além da conta culpou o mercado, os bancos, a oposição e o cenário internacional. Nunca assumiu que o problema era a conta que não fechava desde o começo.

Já vi isso de perto. Propostas que prometiam muito sem dizer de onde viria o dinheiro eram aplaudidas. Propostas que explicavam o custo real eram ignoradas. A plateia preferia ouvir a parte boa. E o político que dizia a verdade tinha mais chance de perder do que de ganhar.

Isso não é fatalidade. É escolha.

A saída começa pela pergunta que raramente é feita antes do voto: quem vai pagar essa conta? Toda promessa de benefício sem fonte de financiamento clara é uma promessa que alguém vai pagar depois. E esse alguém é sempre o contribuinte, que financia o Estado que prometeu mais do que podia entregar.

O populismo sobrevive porque o eleitor permite. Quando a maioria das pessoas passar a exigir resposta para "de onde vem o dinheiro?" antes de aplaudir qualquer promessa, o cálculo político muda.

Enquanto isso não acontecer, a conta vai continuar chegando na hora menos conveniente.

Quem já entende esse mecanismo tem uma responsabilidade que vai além do próprio voto. É explicar para quem ainda não entendeu. É ser a pessoa que faz a pergunta certa na hora certa. É quem se dispõe a influenciar.

Populismo sobrevive no silêncio de quem sabe e não fala.

E quem paga a conta, como sempre, não é quem prometeu.

*         O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.









publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/o-preco-do-populismo__18683


NEGACIONISMO DA EXPERIÊNCIA

 GILBERTOSIMÕESPIRES/PONTOCRITICO

DIAGNÓSTICO

O DIAGNÓSTICO, mais do que sabido, é um PROCESSO ANALÍTICO que permite a identificação das CAUSAS dos males que afetam o REINO ANIMAL e, por consequência, o ambiente ECONÔMICO, FINANCEIRO E SOCIAL de um país, estado ou município. E, por tudo que já aconteceu no nosso planeta, todos os DIAGNÓSTICOS afirmam que a GRANDE CAUSA DOS MALES ECONÔMICOS advém da FALTA e/ou do CERCEAMENTO DA LIBERDADE. 

POLÍTICA

Pois, nesse ambiente onde as CAUSAS geralmente são confundidas com EFEITOS, a POLÍTICA, como bem aponta o pensador Alex Pipkin, tornou-se o único ambiente em que a INTENÇÃO ABSOLVE ANTECIPADAMENTE O FRACASSO. Diz mais: em qualquer esfera relevante da vida, ideias são julgadas pelos resultados que produzem. Na MEDICINA, o paciente melhora ou não. Na ENGENHARIA, a ponte permanece de pé ou desaba. Nos NEGÓCIOS, o investimento gera valor ou destrói capital. Na POLÍTICA, porém, BOAS INTENÇÕES frequentemente valem mais do que consequências concretas.

DESUMANISMO DAS BOAS INTENÇÕES

Pipkin vai mais além no seu texto -O DESUMANISMO DAS BOAS INTENÇÕES-: - Existe uma persistente ficção segundo a qual governos decidem guiados pela razão, pela experiência e pelo conhecimento acumulado. Os fatos contam uma história menos edificante.

O roteiro costuma ser outro. Surge uma causa emocionalmente sedutora. Multiplicam-se grupos de pressão, especialistas engajados, pesquisas de opinião e a indispensável cobertura moralizante que acompanha toda boa cruzada política. A decisão é tomada. A evidência científica raramente conduz o processo. Quando aparece, a escolha já foi feita. Sua função passa a ser menos esclarecer do que justificar. O que se apresenta como compaixão frequentemente produz o efeito oposto. A boa intenção tornou-se o mecanismo mais eficiente já inventado para blindar ideias ruins.

TRIBUTAÇÃO EXCESSIVA

Mas existe algo ainda mais grave nesse processo. A política tornou-se uma das poucas atividades humanas em que aqueles que decidem não arcam com as consequências das próprias decisões. Os prejuízos espalham-se silenciosamente pela sociedade. Estão na fábrica que não saiu do papel, na vaga que nunca foi aberta, no investimento adiado, no negócio que permaneceu pequeno e nas oportunidades perdidas antes mesmo de serem percebidas. A tributação excessiva é uma das manifestações mais evidentes desse descolamento entre intenção e consequência. Vestida de virtude, frequentemente entrega menos investimento, menos inovação, menos crescimento e menos oportunidades.  A riqueza deixa de ser vista como algo a ser cultivado e passa a ser tratada como algo a ser capturado.

O humanismo racional busca conciliar dignidade humana, responsabilidade, incentivos e prosperidade. Sua pergunta fundamental sempre foi simples: como ampliar as oportunidades das pessoas?

A política contemporânea parece cada vez mais interessada em outra questão; como redistribuir aquilo que já foi produzido. Nenhuma sociedade prosperou hostilizando sistematicamente aqueles que criam riqueza. O conhecimento acumulado pela experiência humana não oferece uma única exceção relevante.


NEGACIONISMO DA EXPERIÊNCIA

A marca mais reveladora do nosso tempo não é o negacionismo da ciência. É o negacionismo da experiência. Décadas de conhecimento acumulado, evidências empíricas e lições históricas são descartadas com impressionante facilidade sempre que entram em conflito com uma boa intenção politicamente sedutora. Produzimos riqueza como se ela fosse inevitável. Tributamos a produção como se ela fosse infinita. Demonizamos quem cria valor como se a prosperidade surgisse espontaneamente.

Pior. Continuamos chamando isso de justiça social. Talvez o nome correto seja outro: DESUMANISMO. 



























PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/artigo/negacionismo-da-experiencia



Moraes Ameaça Bolsonaro com Punição Duríssima: Veja!

 andrémarsiglia/youtube

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O GOVERNO SUMIU NA HORA DE DEFENDER DO TARIFAÇO

 SOBERANIAVIVA/FACEBOOK


O GOVERNO SUMIU NA HORA DE DEFENDER DO TARIFAÇO



TENTE NÃO FICAR INDIGNADO

 ALMEIDAFIRMO/X


TENTE NÃO FICAR INDIGNADO



A CONTA VIROU na América do Sul

 rubinhonunes/youtube


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QUAL A SEMELHANÇA ENTRE UM RATO DE LABORATÓRIO E O SENADOR JAQUES WAGNER

 EDUARDOOINEGUE/FACEBOOK


QUAL A SEMELHANÇA ENTRE UM RATO DE LABORATÓRIO E  O SENADOR JAQUES WAGNER



Lula Tentou Salvar Moraes nos EUA e Piorou Tudo!

 deltandallagnol/youtube


Lula Tentou Salvar Moraes nos EUA e Piorou Tudo!

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https://www.youtube.com/watch?v=ktkGwgdtYpc

QUANTO O NINE GASTOU PARA GANHAR DO BOLSONARO

 PAULOLOPES/FACEBOOK


QUANTO O NINE GASTOU PARA GANHAR DO BOLSONARO



O movimento de Trump que pode isolar o governo Lula

 CAFÉ COM A GAZETA/gazetadopovo

Mais dinheiro e menos sapiência... esse é o retrato da educação

 andradejr/instagram


Mais dinheiro e menos sapiência... esse é o retrato da educação


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https://www.instagram.com/reel/DaAqpDzO51g/?igsh=MTF3c3dyN2E4ZWZ6cg==

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Escola de Fake News: os soldados da democracia permitirão?

   Lucas Berlanza 


Em evento do PT, André Janones ensinou como tirar fotos e vídeos de contexto para atacar adversários políticos’

A teoria da “desordem informacional” foi elaborada pela pesquisadora da área de comunicação de Harvard Claire Wardle, propagandeada no Brasil pelo ex-ministro do STF Luiz Roberto Barroso, que mediou um painel integrado por ela em seminário de 2021 sobre desinformação e eleições. O conceito nebuloso foi aplicado em outubro do ano passado como parte da justificativa para a condenação de um dos núcleos da chamada “trama golpista” bolsonarista que teria ameaçado a democracia entre 2022 e 2023.

Como expliquei à época, a tal “desordem” envolveria três categorias diferentes de coisas: notícias falsas (“fake news”) compartilhadas propositadamente para causar danos a alguém, notícias falsas compartilhadas inadvertidamente e informações até verdadeiras, mas supostamente compartilhadas de maneira “indevida” (!!), propositadamente pretendendo causar danos a alguém. Os “golpistas”, segundo o julgamento do STF, provocaram “desinformação” ao divulgarem mentiras ou questionamentos indevidos sobre o sistema de votação brasileiro através de urnas eletrônicas.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) conseguiu fazer viralizar um vídeo expressando temores sobre a política de fiscalização do Pix pelo governo federal, deixando no ar o risco de que isso pudesse resultar em mais uma ferramenta para consumar a voracidade fiscal da gestão lulopetista. Foi acusado por diversas vozes da esquerda de disseminar “Fake News. Vice-líder do governo na Câmara, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) protocolou um pedido na Advocacia-Geral da União solicitando a abertura de um processo para apurar má conduta de Nikolas por “desinformação”, enquanto Erika Hilton (Psol-SP) encaminhou representação ao Ministério Público Federal por disseminação de informações falsas ou, respirem fundo, “prejudicialmente incompletas”.

Faço questão de transcrever um trecho do documento: “Ao misturar e confundir, de forma deliberada, conceitos técnicos do sistema de reporte fiscal com uma suposta ‘vigilância amplificada’ do Pix, o representado induz deliberadamente a opinião pública ao erro, ampliando a desinformação e criando pânico social sobre uma ferramenta amplamente utilizada, o que caracteriza, para além da expressão de opinião política, um efeito concreto de desinformação com vulnerabilidade social elevada”.

Um palavrório comovente. Por que estou recordando esses fatos? Porque há pouco, na posição de orador de um evento organizado pelo PT para orientar a militância digital, o deputado federal André Janones (Avante-MG) ofereceu uma aula de velhacaria para o público presente, ensinando descaradamente como tirar fotos e vídeos de contexto para atacar adversários políticos, principalmente o bolsonarismo.

Janones citou, por exemplo, uma ocasião em que garantiu, durante uma transmissão ao vivo, dispor de “conteúdos” do celular de Gustavo Bebianno, ex-ministro de Jair Bolsonaro, sugerindo que teria algo terrível a denunciar, quando, na verdade, nada tinha: “o conteúdo era o Bebianno servindo água para o Bolsonaro, conversa de bastidor, não tinha nada demais”, justificou, orgulhando-se de, no entanto, ter “emplacado” uma pauta, atraído a atenção e “desviado o foco” das agendas que os adversários endereçavam.

Fake news na “democracia” de Janones

Janones também mencionou, sem qualquer pudor, um caso em que coletou fotografias de Jair Bolsonaro e Fernando Collor juntos e publicou que o então presidente “poderia” nomear Collor ministro se reeleito em 2022. “Poderia mesmo, não tinha nada que impedisse. Collor estava com os direitos políticos ativos, ele poderia ser nomeado, então não era mentira”, ele “explicou”. Bolsonaro poderia nomear quase qualquer pessoa com quem tirou fotos na vida. Isso seria motivo suficiente para transformar essa hipótese em uma especulação política? Para Janones, sim.

Devo reconhecer, abrindo parênteses, que não me surpreende que figuras da oposição ou do bolsonarismo, por vezes, não resistam à tentação e também mintam e façam montagens canalhas e descontextualizações as mais espúrias apenas para defender sua narrativa — sei do que falo porque já fui vítima disso da parte de um ex-parlamentar, filho do ex-presidente, que hoje vive no exterior. Porém, toda a carga leviatânica do Estado é usada hoje contra apenas um lado em nome do pretexto da “desordem informacional”.

Onde estão nossos ilustres defensores da democracia, habituados a censuras prévias, processos draconianos e campanhas internacionais por “regulamentação de big techs“, que não tomaram ainda uma providência contra tamanha exortação aos terríveis crimes que tão ardorosamente se prontificam a combater? Apologia e confissão mais aberta de “desordem informacional”, “apresentação de informações para causar dano”, “exposição prejudicialmente incompleta de fatos” — ou qualquer expressão vaga semelhante — do que essa, em pleno evento para treinamento da militância digital petista, duvido que encontrarão.

Caso algum desavisado não entenda a ironia, não estou defendendo que censurem André Janones. Contudo, não se pode calar o paradoxo gritante de que os togados estão cegos e surdos à sua “Escola de Fake News” enquanto se apavoram com batons em estátuas.

*Artigo publicado originalmente na Revista Oeste.










publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/escola-de-fake-news-os-soldados-da-democracia-permitirao/

Remuneração de juízes nos EUA se atém ao salário. Coisa de país sério, decente... Pudera nenhum ladrão (muito menos condenado) chega à Casa Branca

 diáriodopoder


Enquanto membros das diversas Cortes brasileiras discutem quanto devem receber além dos seus salários, juízes nos Estados Unidos, que ocupam diversas posições no sistema judicial, não têm qualquer penduricalho. Estão proibidos, por lei, de receber bônus, adicional ou auxílio. Juízes de lá têm direito a plano de saúde, seguro de vida e à aposentadoria especial e podem até ser pagos por aulas ministradas em universidades ou cursos jurídicos. Nada de palestra para bancões.

Royalties

O único extra autorizado é através de livros publicados, juíz de instâncias inferiores não pode ganhar mais de 15% do salário anual.

Só no Brasil

Não existe nos EUA auxílios moradia, alimentação, combustível, creche, gratificações, licenças compensatórias ou folgas convertidas em dinheiro.

Suficiente

Os salários anuais variam entre US$250 mil e US$300 mil (R$1,5 milhão), a depender do cargo ocupado pelo juiz.

Diário do Poder
















publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/06/remuneracao-de-juizes-nos-eua-se-atem.html

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