Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

A aprovação da lei da misoginia e o risco à liberdade de expressão

 Lucas Berlanza


O texto vago do Projeto de Lei que criminaliza a misoginia foi aprovado no Senado sem oposição. Foram 67 votos a favor, incluindo senadores do PL e do NOVO, da direita brasileira, que acharam que precisavam fazer imagem de bons moços, cedendo a chantagens emocionais. “Ah, você não pode ser a favor de misoginia”; “ah, se for contra esse projeto, você quer matar mulheres”, “ah, é só não ser misógino” – é o tipo de desculpa imbecil que os defensores de novas legislações para limitação do discurso, da liberdade de expressão, sempre suscitam. Seus chiliques procuram impor falsos remédios como se a nobreza da causa automaticamente os justificasse.

No país de Erika Hilton, em que basicamente alguém é processado e demandado a pagar R$10 milhões de multa por “opinar” que mulheres têm útero; no país em que reportagem da Globo ilustra a lei dizendo que a pergunta irônica “tá de TPM?” (por descortês e vulgar que possa ser) justificaria enquadramento do homem em algo que prevê reclusões de um a dois anos; é óbvio que esse tipo de artifício não protege ninguém da violência, só favorece a intimidação de desafetos e até adversários políticos ou ideológicos. Qualquer coisa pode ser considerada “aversão”, “discriminação” ou “ódio”.

Tratamos com militantes para quem nascer branco ou “cis” ou qualquer outra coisa semelhante já é automaticamente um atestado de “privilégio estrutural” ou coisa que o valha.

Não há, sobretudo na ausência do Estado de Direito, como confiar na estrutura estatal para ficar policiando as nossas palavras. Endurecer as penas contra os crimes de verdade, com a intenção real de proteger vidas, essas pessoas não admitem. Mais seguro, talvez, para esquivar-se de riscos, seja, doravante, declarar-se “mulher” – embora saibamos que, a rigor, a mulher de direita também não merece nenhuma consideração dessa turma. Extremamente vergonhosos os votos dos senadores do Partido Liberal e do Partido Novo, que espero não se reproduzam na Câmara.














publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-aprovacao-da-lei-da-misoginia-e-o-risco-a-liberdade-de-expressao/

O Regime de Maquila no Paraguai

  Delano Lacerda Parente


Uma lição fiscal dos paraguaios para o Brasil

Nos últimos anos, os noticiários raramente exibem manchetes como “Governo brasileiro reduz impostos” ou “Governo oferece incentivos comerciais à iniciativa privada”. Em vez disso, tanto os jornais quanto nossos bolsos registram aumentos de taxas sobre produtos e serviços. No início de 2026, o governo brasileiro elevou alíquotas de importação em mais de 1.200 produtos industriais, impactando diretamente montadoras com custos até 20% maiores. Além disso, o Brasil registra carga tributária média de 34%, superior em mais de 10 pontos percentuais à média global.

No entanto, não são apenas brasileiros e empresas que produzem ou vendem no nosso país que sofrem com esses encargos: cerca de 1,3 bilhão de pessoas vivem em nações com taxa tributária superior a 30%. No entanto, convém avaliar a eficiência na gestão desses recursos — ao menos em países com transparência fiscal, o que não ocorre no Brasil. Segundo o Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (IRBES), do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), nações como Dinamarca, Noruega, Finlândia, Áustria, França e Suécia — com cargas acima de 40% do PIB — lideram em expectativa de vida, educação e renda per capita. Já o Brasil ocupa o 30º lugar (último) entre os países de alta tributação.

Os defensores dessas medidas invocam o protecionismo como necessidade nacionalista, equívoco criticado por economistas da Escola Austríaca. Friedrich Hayek, em sua coletânea de ensaios Estudos sobre Filosofia, Política e Economia (1967),argumenta que barreiras alfandegárias fragmentam o mercado global, impedindo a difusão espontânea de inovações e reduzindo a produtividade pela limitação da divisão do trabalho.

Essa visão converge com o também renomado economista clássico David Ricardo que, em sua obra Sobre os Princípios de Economia Política e Tributação (1817), defende a chamada Teoria das Vantagens Comparativas: mesmo sem vantagem absoluta, nações, grupos ou indivíduos ganham ao especializar-se onde sua desvantagem relativa é menor.

Porém, o foco aqui não é sobre a ilegitimidade do protecionismo, mas responder à angústia dos contribuintes: “existe alternativa acessível para fugir das altas taxas?” ou “há governo que sirva de inspiração ao meu país?”. Desde já, respondo que sim, e está presente no nosso país vizinho, Paraguai.

O desafio de empreender no Brasil

À princípio, imagine que você seja o dono de uma empresa de montagem de sensores automotivos chamada “Rothbard”, em Foz do Iguaçu, no Paraná, faturando R$ 2 milhões mensais com 10 mil peças a R$ 200 cada (baseando-se no preço do sensor ABS em março de 2026 de R$ 150~300). Você importa chips semicondutores e demais matérias primas (escassos no Brasil) para a produção de seus produtos. E exporta regularmente para demais países do Mercosul.

No Brasil, você pagaria pelo menos cerca de 33% de carga tributária efetiva ao governo, considerando o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 8% (sobre valor agregado, que é cerca de 40% do faturamento) mais Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/COFINS) de 9,25% (efetivo após créditos, por regime monofásico sobre a montadora) mais Imposto de Importação (II) de 16% (em importação de insumos, como os chips citados anteriormente, em cerca de 50% do custo, não faturamento total) mais Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 12% (após diferimento industrial do Paraná postergado até a venda final), gerando um montante de R$ 665.000 em impostos sobre os R$ 2 milhões de faturamento, isso em cenário conservador de cálculo e sem contar as muitas e diversas despesas operacionais, estruturais e administrativas.

É desafiador manter uma empresa em um país como o Brasil, onde mais de 9 milhões de empresas fecharam entre 2022 e 2025, conforme o relatório “Mapa de Empresas” do Ministério da Economia. Também é onde 70% dos empresários industriais veem a carga tributária elevada como o maior problema do “Custo Brasil”, 64% deles notam piora nos últimos três anos e 78% priorizam redução,segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em agosto/setembro de 2025.

A alternativa no Paraguai

Posto isso, ainda é possível achar uma saída apenas cruzando a Ponte “Tancredo Neves” ou a Ponte “Jaime Lerner”, ambas no Paraná, para o mesmo destino em que a montadora de sensores e componentes automotivos Yazaki migrou, multinacional japonesa que reduziu linhas de produção em Sorocaba (SP), com cerca de 150 empregos impactados, e realocou-as para Presidente Franco, no Paraguai, criando cerca de 170 empregos, no período de 2024 e 2025, por conta das vantagens tributárias proporcionadas pelo chamado “Regime de Maquila” pelo governo do Paraguai.

Esse regime permite que empresas montem fábricas para produzir bens com insumos importados, cobrando apenas 1% de Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) e zerando tarifas de importação e exportação. Desde 2024, atraiu mais de 200 indústrias brasileiras (especialmente de autopeças), com migração de linhas de produção, como chicotes e sensores para reexportar ao Mercosul, gerando economia de 33% em tributos e 70% em energia frente ao Brasil e criando cerca de 8 mil empregos diretos no setor automotivo em 2025.

Você lembra do nosso exemplo da montadora “Rothbard”? É evidente que no Brasil ela passaria por sérios problemas estruturais. Já no Paraguai, ela pagaria exclusivamente 1% de IVA sobre o valor agregado da produção, ou seja, sobre apenas cerca de 40% do faturamento de R$ 2 milhões, isto é, R$ 8.000 mensais,  totalizando anualmente R$ 96 mil, com isenção total de Imposto de Importação sobre insumos (chips/componentes), zero IVA ou imposto estadual na montagem ou exportação ao Mercosul, e zero tributos industriais equivalentes a IPI/PIS/COFINS.

Após cinco anos iniciais de isenção, incide o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) de 10% sobre o lucro líquido (aplicável apenas se a sua empresa gerar 30% de conteúdo nacional paraguaio) e pode incidir Imposto de Renda Complementar de 8% sobre rentabilidade estável. Se ultrapassar US$ 10 milhões em exportações anuais, além de contribuições previdenciárias de 16,5% sobre a folha de pagamento dos empregados (obrigação nacional padrão, não isentável). Caso opte pelo regime tributário geral (fora do programa de Maquila), sobe para IVA cheio de 10% mais Imposto de Renda Pessoa Jurídica de 10% plenos desde o início.

Desse modo, mesmo nesses cenários mais gravosos, a carga tributária total paraguaia permaneceria abaixo de 15% efetivos, contra os 33% no Brasil, garantindo economia superior a R$ 4,78 milhões anuais para a mesma operação de R$ 2 milhões (excedendo o cálculo de despesas, que também representam um significativo custo, mas é válido lembrar que os custos energéticos e de mão de obra também são menores na nação paraguaia). Entrando mais a fundo no nosso exemplo, a empresa pagaria R$ 7,8 milhões em impostos no Brasil (R$ 665 mil mensais dos impostos citados) e R$ 3,2 milhões no Paraguai (R$ 96 mil mais 10% de IRPJ e 16,5% de IPS).

Redução de impostos para salvar o país

É de se interessar a análise de antecedentes históricos da aplicação dessa medida econômica, pois o Paraguai enfrentava um cenário de estagnação profunda, com uma inflação anual que atingiu 8,98% em 2000 e uma queda severa de 7,4% no PIB trimestral naquele mesmo ano, além de um PIB per capita estagnado em torno de US$ 1.500, evidenciando a fragilidade da indústria fabril e manufatureira, que era quase inexistente e dependente de reexportações.

Politicamente, a aprovação da Lei nº 1.064/97 do Regime de Maquila ocorreu em um clima de urgência legislativa para modernizar o país, mas sua aplicação real só se deu em 2000 via Decreto nº 9.585, após intensas negociações entre o Executivo e o Conselho de Maquiladoras para garantir a segurança jurídica aos investidores estrangeiros (procedimento que, inclusive, é frequentemente negligenciado no Brasil na aprovação de reformas econômicas, como a Reforma Tributária Brasileira de 2026, considerando que 83% dos empresários industriais declaram ter pouco ou nenhum conhecimento sobre tal reforma).

Após a implementação, o impacto foi direto: a inflação estabilizou-se em patamares previsíveis (cerca de 7,2% em 2001), o PIB per capita iniciou uma trajetória de ascensão sustentada e o setor manufatureiro saltou de uma representatividade marginal para gerar exportações de US$ 100 milhões em poucos anos, reduzindo os custos de produção em até 40% em comparação aos vizinhos do Mercosul, e nos anos 2000 superando frequentemente a média brasileira em termos de ritmo de expansão percentual do produto interno. 

Considerações finais

Apesar disso, críticos questionam se o governo gerencia bem esses “poucos” recursos arrecadados e se as empresas estão satisfeitas. Diante de dados como os da Corporación Latinobarómetro em 2024, que indicam que o Paraguai tem 47% de percepção positiva sobre serviços públicos financiados por impostos, perante 28% no Brasil, e os dados do Ministério da Indústria e Comércio (MIC), que apontam que 85% dos empresários declaram satisfação com incentivos fiscais e estrutura, é dedutível que essa política econômica vem funcionando bem.

Em síntese, o Regime de Maquila exemplifica como políticas fiscais liberais, com incentivos à livre iniciativa privada, revitalizam economias estagnadas. Essa experiência reforça a lição austríaca de Ludwig von Mises em Ação Humana (1949): “O estado não pode multiplicar riqueza subtraindo-a do setor privado; incentivos à iniciativa genuína florescem quando o governo se retrai, permitindo que empreendedores direcionem recursos via preços livres, não via decretos protecionistas”. O Paraguai oferece uma inspiração a ser considerada e adotada pelo Brasil, e uma alternativa a ser aproveitada por empresários que buscam oportunidades de liberdade e estabilidade econômica.










publicadaemhttps://mises.org.br/artigos/18504/o-regime-de-maquila-no-paraguai/

Uma escolha de longo prazo entre liberdade e servidão

     Percival Puggina


   Considero impossível uma derrota da oposição na eleição presidencial. Com cinco mandatos entre os seis deste século, Lula e os seus são os únicos responsáveis pelo empobrecimento e endividamento dos brasileiros. Desse pacote de prejuízos faz parte a atual configuração do STF, que atinge, ao lado do presidente, o ápice de seu desprestígio.

Há poucos dias foi informado que o loroteiro de Garanhuns teria aconselhado Dias Toffoli a cair fora e, agora, tenta descolar sua imagem da pessoa de Alexandre de Moraes, recomendando-lhe não manchar a própria biografia. Para a conta de Lula vão, também, os muitos desserviços à nação proporcionados pelos presidentes das duas casas do Congresso. Não, não há no Brasil, número suficiente de eleitores manipuláveis ao ponto de reeleger alguém como Lula.  

Por isso, enquanto tantos se preocupam com a sucessão presidencial, iludidos pela mitificação que cerca o presidencialismo, eu me preocupo com a eleição dos novos senadores. Aqui, a necessidade parece ser superior à oferta. Os 54 que saírem das urnas terão oito anos de mandato e apenas dentro de quatro anos será possível alterar um terço da composição da Casa. É uma escolha de longo prazo entre liberdade e servidão, entre democracia e tirania.

Eis-nos, então, diante de um paradoxo: por que a eleição majoritária dos senadores poderá não refletir o que se antevê para a eleição majoritária do presidente? Tal fenômeno se deve à gritante desproporção na representação da população no Senado Federal. Enquanto, por exemplo, a região Nordeste tem um senador para cada 2,1 milhões de habitantes, a região Sudeste tem um senador para cada 7,4 milhões de habitantes. Essa desproporção, que se reproduz em todas as regiões, afasta quaisquer simetrias entre os votos para presidente e para senador.

Um problema ainda mais grave me traz aflição em relação às reformas institucionais sem as quais estaremos em muito maus lençóis. Refiro-me ao fato de, em pleno século XXI, partidos brasileiros brotarem como fungo à sombra dos recursos públicos e ainda terem chefes e chefetes nacionais e regionais. São eles que, nestes dias, notadamente entre os cinzentos e mornos partidos do Centrão, estão montando as chapas majoritárias e as nominatas para as eleições de deputados. Parece que retornamos ao Segundo Império, quando, sob o telhado do Partido Republicano, surgiram suas muitas versões regionais. Aqui no RS, foi muito ativo o PRR (Partido Republicano Riograndense); em São Paulo, o PRP; no Rio, o PRFluminense, e assim por diante.

Ao autorizar a ida de Bolsonaro para prisão domiciliar, o ministro Alexandre de Moraes lhe impôs sanções adicionais de natureza política. Foram proibidas concentrações a menos de um quilômetro de sua residência e ele só recebe visitas dos médicos, advogados e membros do mais estreito círculo familiar! Em outras palavras, está impedido de manifestar apoio ou rejeição a nada e a ninguém.

Com disfarce de conduta humanitária, o óbito político de Bolsonaro foi a cereja judicial no bolo da eleição. Nos partidos que se poderiam beneficiar de uma vitória presidencial da oposição, as estratégias para montagem das chapas majoritárias ficaram inteiramente ao gosto dos caciques. Valdemar Costa Neto (PL), Gilberto Cassab (PSD), Antonio Rueda (União Brasil) e Marcos Pereira (Republicanos), ao longo dos últimos anos, puxando cordéis, desacreditaram politicamente o Senado. E é exatamente isso que estão fazendo e buscando reproduzir.

O Brasil precisaria muito, hoje, de eleitores com uma consciência política que quase ninguém cuidou, ajuizadamente, de formar.
















publicadaemhttps://www.puggina.org/artigo/uma-escolha-de-longo-prazo-entre-liberdade-e-servidao__18197


Não é piada: Coppolla comenta reconciliação entre Bolsonaro e Marinho no Rio

 caiocoppolla/yotube


Não é piada: Coppolla comenta reconciliação entre Bolsonaro e Marinho no Rio


STF se prepara para DESTRUIR senadores da direita em 2027!

 andremarsiglia/youtube


STF se prepara para DESTRUIR senadores da direita em 2027!


clieuq eno link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=2aY7yblHsG8


Ferrou? PF, STF e PGR ordenam inquérito contra Flávio Bolsonaro por crime!

 deltandallagnol/youtube


Ferrou? PF, STF e PGR ordenam inquérito contra Flávio Bolsonaro por crime!

clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=NZM5BDch8h4

LULA DESTRUIU a ECONOMIA: o COMPARATIVO que o PT esconde

 rubinhonunes/youtube


LULA DESTRUIU a ECONOMIA: o COMPARATIVO que o PT esconde



A MORTE CONTRADITÓRIA DO SICÁRIO DE VORCARO

 brasilparalelo/youtube



NINE EM QUEDA LIVRE:

 SOBERANIAVIVA/INSTAGRAM


NINE EM QUEDA LIVRE: Rejeição bate 40% e aprovação despenca para 29% Datafolha mostra ruptura até na base aliada. 



NINE QUER USAR O SEU FGTS PARA FINANCIAR DEBITOS DOS TRABALHADORES....

 

RATELCONSERVADOR/FACEBOOK


NINE QUER USAR O SEU FGTS PARA FINANCIAR DEBITOS DOS TRABALHADORES....




quarta-feira, 15 de abril de 2026

Igualitarismo woke e as elites

  Artur Ceolin 


No ensaio Egalitarianism and the Elites, publicado em 1995 na Review of Austrian Economics, um dos insights mais brilhantes de Murray Rothbard foi que mesmo a implementação de uma sociedade igualitária requer liderança. Como a queda de um sistema para a implantação de um novo modelo de sociedade não pode surgir do nada, alguém deve comandar e liderar esse processo. E naturalmente, esses líderes ocuparão cargos de poder.

Com efeito, a afirmação de Rothbard demonstra como a existência humana é desigual e como alguns são naturalmente mais qualificados para conduzir os processos sociais. Em uma sociedade de livre mercado, os líderes são os empresários. Com sua capacidade de prever necessidades futuras, geram novas soluções e criam arranjos produtivos. Como consequência, eles criam lucro para si mesmos e valor para seus clientes.

Por outro lado, em uma sociedade centrada no Estado, naturalmente alguém se destacará e comandará a conquista e manutenção do poder. Nesse sentido, há muitos arranjos possíveis, pois há uma grande variedade de situações nas quais os líderes podem estar envolvidos.

Recentemente, a civilização ocidental vive um momento em que o construtivismo social ressurgiu, agora sob o nome de “progressismo”. Porém, mesmo com um novo nome, o progressismo nada mais é do que uma tentativa construtivista de refundação da sociedade.

Para aqueles mais preocupados com as falhas do construtivismo, Ludwig von Mises em seu livro Teoria e História já explicou por que o construtivismo é arbitrário, em contraste com o complexo processo social espontâneo no qual os indivíduos estão envolvidos. Assim, movimentos construtivistas (como Black Lives Matter, por exemplo) nada mais são do que instrumentos utilizados por pessoas que querem alcançar o poder e determinar os rumos da sociedade.

Eles não apenas negam o processo social de desenvolvimento institucional. Os líderes desses movimentos, usando a desculpa da necessidade de criar uma nova sociedade, querem criar um novo cenário em que eles dão as cartas. Se as instituições atuais não permitem que eles estejam no poder, eles querem acabar com as instituições atuais e criar outras que possam controlar.

Na verdade, os líderes desses movimentos estão focados no poder político, que os recompensará com poder e riqueza. As melhorias na sociedade como um todo não importa para eles: eles estão preocupados apenas com as melhorias para o grupo que comanda a massa. E todos esses movimentos “sociais”, geralmente alinhados com a esquerda progressista radical tentam resolver todo e qualquer problema por meio da intervenção do Estado.

Cada problema da vida privada torna-se uma questão pública e, com o tempo, o Leviatã se expande cada vez mais, tanto em termos de renda quanto de influência. Aliados ao governo e ao establishment, os líderes desses movimentos ganham assim relevância no debate público, ocupando cargos e sendo pagos para nada produzir.

Eles são o oposto dos empreendedores: ao invés de produzir bem-estar e melhorar a vida das pessoas, eles disseminam o caos para colher recompensas institucionais enquanto aniquilam as instituições. A família, a religião e a ética do mercado estão cada vez mais sob ataque, e esses movimentos sociais estão trabalhando para substituir esses arranjos privados pela influência do Estado e pela engenharia social.

Também é crucial notar que esses tipos de movimentos são legitimados na esfera pública. Em geral, a grande imprensa os trata como verdadeiros representantes de determinados segmentos de nossa sociedade. Além disso, a mídia apresenta os líderes desses movimentos como especialistas em determinados assuntos, mascarando os reais interesses de suas organizações.

Rothbard não poderia estar mais certo. No movimento progressista woke, existem elites que na realidade não estão preocupadas com a agenda que dizem defender (por exemplo, igualdade racial e de gênero). De fato, esses movimentos geralmente acabam envolvidos na política e parasitam o Estado, enquanto a grande massa é enganada e recebe apenas decepções e piores condições materiais.

Aconteceu no socialismo do século XX, que promoveu os maiores assassinatos em massa da história, em países como China, União Soviética e Cuba. E acontecerá novamente sob o socialismo progressista woke do século XXI: seus líderes querem ser novos reis e usam as massas como infantaria a serem sacrificadas nos campos de batalha.












publicadaemhttps://mises.org.br/artigos/3113/igualitarismowokeeaselites/

A fé incomoda o poder. A ciência explica o porquê.

     Claudio Apolinario


 Mais de 3.300 estudos científicos analisaram a relação entre fé e saúde ao longo de um século. O Handbook of Religion and Health, publicado pela Oxford University Press, chegou a uma conclusão que regimes autoritários já sabiam: quem pratica fé ativamente é mais difícil de manipular.

Menor depressão. Menor risco de suicídio. Maior resistência sob pressão.

Isso não é religião. É pesquisa. Não estou falando de crença. Estou falando de dados.

Passei anos acompanhando homens em crise. E vi o mesmo padrão se repetir: quando a fé era real, a pessoa não se entregava, mesmo depois que tudo desmoronava. A fé impedia o desmoronamento.

Mas tem uma forma de esvaziar a fé sem atacá-la. Regimes inteligentes não a proíbem visivelmente. Até falam de religião. O que fazem é mais sutil: anestesiam. Deixam a fé existir só como conforto, nunca como estrutura. E quando a fé dorme, os valores dormem junto.

O que parece inofensivo, na prática é devastador.

É por isso que regimes preferem uma fé de amuleto. De enfeite. Porque enfeite não organiza resistência. A fé que estrutura civilizações não espera o colapso para entrar em cena. Ela organiza a vida antes que o colapso aconteça. É a diferença entre quem reforça o telhado antes da tempestade e quem corre atrás de balde quando já está tudo molhado.

A ciência demorou para entender isso. Durante boa parte do século XX, a fé foi tratada como coisa de gente que não pensa. Os dados, porém, foram na direção oposta — e foram consistentes o suficiente para mobilizar pesquisadores de Duke (uma das principais universidades médicas dos Estados Unidos por mais de duas décadas).

O que eles encontraram é direto.

Quem vive a fé de verdade desenvolve propósito — um senso de significado que ultrapassa o próprio umbigo. Quando a vida tem sentido além de si mesmo, suportamos mais. Cedemos menos. Decidimos com mais firmeza.

David DeSteno, psicólogo da Northeastern University, demonstrou em pesquisa controlada que gratidão reduz a disposição das pessoas de mentir mesmo quando há vantagem imediata em jogo. O mecanismo é direto: gratidão cria uma âncora moral por dentro. Quem reconhece que recebeu algo não consegue trapacear para ganhar mais sem um custo interno. A fé alimenta exatamente esse estado — e por isso forma pessoas mais difíceis de corromper.

Junto com isso vem o limite. A fé vivida comunica que existem linhas que não podem ser cruzadas. Não porque a lei proíbe. Não porque alguém está olhando. Porque há um código anterior a qualquer norma e posterior a qualquer conveniência. Um homem que sabe o que não fará — independente do que ganhe ou perca — é muito difícil de comprar.

Depois vem a responsabilidade. A fé cristã não produz passividade. Produz dever. A lógica de que cada um responde pelo que fez com o que recebeu é incompatível com a terceirização de culpa que alimenta o populismo. Quem foi formado assim não transfere para o Estado o que é sua responsabilidade.

E por último, comunidade. Redes religiosas criam vínculos de lealdade que resistem à manipulação do poder. Não têm um ponto único de controle. Por isso incomodam tanto quem quer controlar tudo.

Propósito. Limite. Responsabilidade. Comunidade. São o que permite que uma família se sustente sob pressão, que um pai permaneça quando seria mais fácil ir embora, que um profissional ou funcionário público recuse o suborno quando seria mais rentável aceitar.

Agora você entende por que regimes de dominação sempre atacam a fé primeiro?

Não é superstição. É estratégia.

Entre 1917 e 1935, 130.000 sacerdotes foram presos na União Soviética. Noventa e cinco mil foram executados. Na China de Mao Tse-tung, templos foram demolidos sistematicamente. O objetivo nunca foi religioso. Foi sempre político.

Porque a fé que forma caráter não se submete facilmente.

Fé que cria comunidade não tem dono. E o que não tem dono não se confisca.

Fé que ensina responsabilidade não terceiriza suas convicções para o Estado.

Isso incomoda o poder. Sempre incomodou.

A fé não é o lugar onde os fracos se escondem. É o lugar onde os firmes se formam.

*       O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.













publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/a-fe-incomoda-o-poder-a-ciencia-explica-o-porque__18648

JORNALFAZUÉLI

 JORNALFAZUÉLI


JORNAL FAZUÉLI



Gilmar se DESCONTROLA e ATACA relator da CPI que pediu seu indiciamento!

 Andrémarsiglia/youtube


Gilmar se DESCONTROLA e ATACA relator da CPI que pediu seu indiciamento!


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Nine ARREGA e já prepara DESCULPA para não concorrer nas eleições!

 deltandallagnol/yotuube


Nine ARREGA e já prepara DESCULPA para não concorrer nas eleições!


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Explosivo: suspeita de espionagem internacional muda tudo no caso Ramagem -

 SEM RODEIOS/gazetadopovo

ELES QUEREM APAGAR A HISTÓRIA: O CASO DA RUA EM SÃO PAULO

 rubinhonunes/youtube


ELES QUEREM APAGAR A HISTÓRIA: O CASO DA RUA EM SÃO PAULO


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“Não importa a cor do gato, importa que ele cace o rato”

 caiocoppolla/youtube


“Não importa a cor do gato, importa que ele cace o rato” 

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