Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

-

CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

terça-feira, 10 de março de 2026

O pacto da miséria: de Teerã ao Planalto

   Alex Pipkin 


A prosperidade é o maior pesadelo de um tirano. O falecido Khamenei, o arquiteto do atraso persa, confessou sem pudor o que todo autocrata sussurra nas sombras: temia que a mesa farta fizesse o povo abandonar o dogma.

No Brasil do lulopetismo ideológico, a mística é a mesma, trocando apenas o turbante pelo assistencialismo de cabresto. O projeto nunca foi erradicar a pobreza; é cultivá-la como gado eleitoral.

O paralelo é uma simetria de horror. No Irã, o delírio de poder e o isolamento torraram o futuro de gerações, com o preço do pão multiplicando por nove enquanto o regime financiava o terror regional.

Por aqui, a negligência fiscal é elevada ao status de virtude. Gastar o suor do contribuinte para sustentar a “desleite” e manter o povo na fila da esmola estatal não é erro de cálculo, é estratégia genuína. É a engenharia da servidão, garantindo que o cidadão nunca tenha força para andar sem as muletas do Estado.

A expropriação é o DNA que une o sectarismo religioso ao conluio entre o lulopetismo e o ativismo judicial. Ambos odeiam quem produz, quem inova e quem prospera fora da bolha. Para essa casta, a economia é um banquete privado onde o povo entra apenas para lavar os pratos.

No Irã, o dissidente encara o pelotão de fuzilamento e as mulheres são tratadas como subalternas. No Brasil, o punho de ferro é mais cínico, travestido, ironicamente, de defesa das instituições. Quem ousa denunciar o acordo entre o Planalto e a toga é silenciado pela censura, perseguido por canetadas e asfixiado por punições exemplares.

Lá, a morte do velho e doentio líder pela ação conjunta de Trump e Netanyahu abre uma fresta de luz, a chance de que o mérito vença o fanatismo. E aqui? Continuaremos entorpecidos pelo ilusionismo da “filosofia do fracasso”?

A pergunta que fica, ardendo na garganta, é: até quando o brasileiro aceitará ser alimentado com as migalhas de um banquete que ele próprio financia? O Irã é o nosso espelho retrovisor. Se não rejeitarmos essa simbiose entre o partido e o tribunal, o futuro será apenas um deserto de oportunidades, governado por deuses de papel que enriquecem sobre as cinzas da nossa liberdade.

A única salvação real vem do crescimento econômico agressivo, aquele que transborda para quem trabalha e inova por meio de políticas e incentivos corretos, e não do enriquecimento ilícito de sectários religiosos ou ideológicos.

A verdadeira liberdade nasce quando a prosperidade de um povo esvazia o poder de chantagem do Estado, implodindo o mercado de miséria que sustenta os tiranos de papel e seus tribunais de estimação.










publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-pacto-da-miseria-de-teera-ao-planalto/

A mão invisível da burocracia

   Adriano Dorta 


Muitos brasileiros usam a palavra “burocracia” para se referir a uma atividade cercada de regras rígidas, procedimentos formais e cumprimento de normas e regulamentos. Não é esse o significado que abordaremos neste texto.

Aqui, burocracia é parte do processo político, mas recebe pouca atenção da sociedade civil. Ela é composta por agentes públicos que trabalham em ministérios, agências, órgãos públicos e governos locais. Esses agentes são necessários na configuração do Estado contemporâneo. São eles que transformam as decisões dos políticos em ação concreta, implementando, executando e interpretando as leis, regras e políticas públicas.

A burocracia opera dentro de regras e normas legais. Isso significa que a estrutura institucional de cada país limita seus poderes. Ainda assim, deveríamos confiar que esses agentes tomarão decisões sempre de forma imparcial?

Seria ingênuo acreditar que todas as pessoas têm ambições pessoais e que, por algum poder sobrenatural, a burocracia estaria imune a isso, guiada apenas pelo “interesse público”, perseguindo imparcialmente a vontade da sociedade representada pelo político eleito. A questão não é maldade ou bondade. É entender quais incentivos e quais controles moldam as escolhas dos agentes públicos.

Na burocracia, o “produto” do trabalho dos servidores é difícil de definir e, consequentemente, difícil de medir. No setor privado, ao contrário, resultados tendem a ser mais observáveis. Uma empresa pode ser avaliada por lucro ou prejuízo, por participação de mercado, por produtividade e por satisfação do consumidor.

No setor produtivo, existem mecanismos relativamente rápidos para responsabilizar a gestão. Se um acionista acha que a empresa está sendo mal conduzida, ele pode vender suas ações. Também pode se organizar com outros acionistas para pressionar por mudanças, trocar o conselho e substituir a direção, por exemplo. Ou como consumidores, podem simplesmente escolher outro produtor.

Já o eleitor, quando está insatisfeito, precisa esperar quatro anos para tentar trocar o governo. E há um problema adicional: muitos servidores dentro da burocracia têm estabilidade e, na prática, não podem ser demitidos com facilidade, mesmo quando o desempenho é ruim.

A burocracia exerce um poder invisível porque detém informação. Na política, informação não é só conhecimento técnico. É poder. Quem possui informação tem vantagem institucional.

Na prática, a burocracia costuma saber mais do que os políticos e muito mais do que a sociedade sobre o funcionamento real das instituições de que ela faz parte ou controla. Isso acontece por razões simples. Servidores e técnicos estão dentro da máquina pública todos os dias. Eles conhecem procedimentos, limitações, gargalos, regras internas, custos operacionais e detalhes jurídicos que quase nunca aparecem no debate público. Já os políticos, em grande parte, são generalistas. Eles precisam lidar com dezenas de temas ao mesmo tempo, têm incentivos de curto prazo (se reelegerem) e nem sempre possuem formação técnica nos assuntos discutidos.

A sociedade, por sua vez, enfrenta um problema ainda maior: acompanhar esse processo exige tempo, informação especializada e energia, e o benefício individual desse esforço costuma ser pequeno. Isso reduz o incentivo para monitorar. Essa assimetria cria um efeito onde o poder formal não é realmente exercido. Formalmente, quem decide é o político eleito, mas, na prática, muitas decisões dependem de como a burocracia interpreta, organiza e executa aquilo que foi aprovado.

Além disso, políticos que não dominam os assuntos discutidos podem se informar ou procurar a burocracia para entender melhor sobre como abordá-los. Essa troca de informação pode ser feita sob a ótica do interesse da burocracia. Essa dependência aparece de forma clara quando a burocracia “empacota” informações. Em vez de apresentar opções detalhadas e transparentes (“podemos cortar A, reduzir B, manter C”), ela pode apresentar um pacote fechado: “se houver corte, o serviço essencial será prejudicado”. Como o político não domina os detalhes e teme o custo político de errar, ele aceita o pacote.

Não é nenhuma teoria da conspiração. Só é preciso reconhecer que existe um ambiente em que um lado é mais bem informado e, por isso, tem vantagem de barganha. Em linguagem econômica, a assimetria de informação altera o equilíbrio de negociação.

Com a sociedade, a assimetria é ainda mais profunda. O cidadão geralmente enxerga o resultado final (fila, demora, falta de atendimento, excesso de exigências, custo alto), mas não consegue identificar com clareza onde está a causa.

Foi desenho ruim da lei? Falta de orçamento? Incentivos mal construídos? Interpretação burocrática? Interferência política? Captura por grupos de interesse? Essa opacidade dificulta a responsabilização. Quando não se sabe exatamente quem decide, também não se sabe quem punir ou premiar.

Esse ponto conversa diretamente com o problema de principal-agente. Em teoria, o povo (principal) elege políticos (agentes), que, por sua vez, comandam burocratas (subagentes) para executar políticas. Mas, na prática, cada elo dessa cadeia tem seus próprios incentivos e sua própria informação privada. O eleitor sabe pouco e monitora pouco; o político sabe mais que o eleitor, mas menos que o burocrata; e o burocrata sabe mais do que ambos.

Isso ajuda a explicar por que reformas do Estado são tão difíceis. Cortar ou reorganizar uma burocracia não é somente apertar um botão. Quem propõe a reforma depende justamente das informações fornecidas por quem será reformado. Se a burocracia tiver incentivos para resistir, ela pode atrasar ou desvirtuar essas reformas de modo que preserve seus interesses. Novamente, isso não exige que todos os agentes ajam de forma cínica; basta que ajam de acordo com seus interesses.

O caso de Thomas Sowell é um exemplo real que ajuda a ilustrar essa dinâmica. Na juventude, Sowell era um marxista e trabalhou no governo dos Estados Unidos.

Ele fez parte do Departamento do Trabalho dos EUA (U.S. Department of Labor), ligado a análises sobre emprego e salários (como relata em textos autobiográficos e entrevistas). Na época, ele tinha uma visão à esquerda e via o salário mínimo como algo obviamente bom.

O que teria mexido com ele foi observar, na prática, como certas políticas podiam gerar efeitos opostos ao que prometiam. Especialmente aquelas que prometiam cuidar dos trabalhadores mais pobres ou menos qualificados.

Ele relata que, ao analisar dados e discutir políticas públicas, começou a perceber que aumentos no salário mínimo poderiam reduzir contratação de trabalhadores menos produtivos, excluir jovens e iniciantes e atingir justamente os grupos que as políticas diziam ajudar.

Quando levou essas evidências aos burocratas, a reação não foi a esperada. Em seus relatos, Sowell descreve uma postura de hostilidade ou indiferença às evidências, porque aquilo contrariava a linha defendida pelo órgão.

Os agentes públicos do Departamento do Trabalho não estavam buscando a verdade, mas sim defendendo o programa e a instituição por um objetivo: manter seus cargos, salários e benefícios políticos.

Qual ação correta a se tomar nesse tipo de situação? A eliminação ou reforma da política pública. Não foi isso o que aconteceu. Sowell relata que enviou as informações aos seus superiores e, até hoje, com seus quase 96 anos, nunca recebeu respostas. Isso aconteceu porque, se, em algum momento, os políticos percebessem que aquele departamento não era mais útil, aquela burocracia poderia perder seus empregos.

É por isso que autores da Public Choice, como Niskanen e Tullock, insistem tanto em tratar a burocracia como ator político e não apenas como um grupo subordinado. A visão deles não é (ou não precisa ser) que todo burocrata age de má-fé, mas que esse grupo detém informação superior, tem incentivos próprios e enfrenta mecanismos de controle imperfeitos – ele passa a influenciar resultados em benefício próprio.

Essa lógica pode incluir maximização de orçamento, preservação de autonomia, expansão de competências, redução de supervisão externa, defesa da própria reputação, segurança no emprego, perspectivas de promoção, aumentos salariais e assim por diante. Nessa busca por benefícios, a burocracia é um ator político tão importante quanto qualquer outro grupo de interesse. Como é um grupo bem definido, seus membros conseguem internalizar os ganhos do lobby com mais facilidade e não enfrentam, da mesma forma, o problema de free-rider (carona).

Apesar de dependerem do apoio dos políticos para obter orçamento, burocratas conseguem maximizar seus benefícios dentro dessa restrição. Quando o orçamento é apertado, podem reduzir sua produção e garantir que os recursos permaneçam com a própria estrutura em vez de serem direcionados a projetos. Quando há folga orçamentária, podem criar novas funções e reivindicar mais recursos para lidar com o “aumento” da produção.

A burocracia não tem interesse pessoal em economizar orçamento. Pelo contrário, tem fortes incentivos para ampliá-lo. Isso dá à burocracia considerável poder de barganha diante do Legislativo. Dependendo do tamanho e da relevância da agência, a resistência pode vir por meio da ameaça de cortar serviços importantes. Tente reduzir ou congelar os salários da Receita Federal, por exemplo.

Mesmo sabendo desses problemas, os políticos ainda preferem criar essas agências ao invés de criar leis. Isso porque leis podem ser revogadas caso seus adversários cheguem ao poder. Já a burocracia tende a se autopreservar.

A burocracia também pode receber apoio de grupos de interesse que dependem de intervenções, programas ou normas que ela regula ou administra. Isso inclui sindicatos, empresas privadas e até entidades esportivas, quando dependem de recursos, benefícios ou decisões estatais.

O poder burocrático também pode crescer por meio do próprio tamanho da máquina pública. Se o governo emprega um número muito grande de servidores, como ocorre no Brasil, servidores públicos e seus dependentes passam a formar um bloco eleitoral relevante, com tendência a apoiar políticos que prometam preservar empregos, estruturas e orçamentos.

Por isso, uma discussão séria sobre burocracia não deveria perguntar apenas se os burocratas são bons ou maus. Essa pergunta está errada. A pergunta correta é: qual estrutura institucional diminuiu as falhas de governo na burocracia?

Leituras importantes para entender mais sobre burocracia na visão da Public Choice:

Mancur Olson — The Logic of Collective Action (1965)
Gordon Tullock — The Politics of Bureaucracy (1965)
William A. Niskanen — Bureaucracy and Representative Government (1971)
George Stigler — “The Theory of Economic Regulation” (1971)
Sam Peltzman — “Toward a More General Theory of Regulation” (1976)









publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-mao-invisivel-da-burocracia/

Brasil se isola do combate ao tráfico por ‘ideologia’

 diáriodopoder


O governo Lula (PT) optou por um isolamento vergonhoso e fugiu da coalizão “Escudo das Américas” de 13 países contra o tráfico e cartéis de narcotraficantes. O Brasil preferiu se unir a Colômbia e México, governos lenientes nesse combate, e ficou de fora. Ainda paga o mico de defender a não inclusão de PCC e Comando Vermelho na lista de entidades terroristas proposta pelos EUA. Na prática, protege as gangues da ação conjunta para desarticular redes criminosas por meio de cooperação em inteligência, forças policiais e finanças dos 13 países dessa iniciativa.

Ideologia ignorante

O governo do Brasil expõe priorização ideológica que beira a insanidade. E Lula não quer desagradar seu novo ídolo, o colombiano Gustavo Petro.

Petro, o leniente

Sancionado pelos EUA no ano passado por “envolvimento no tráfico ilícito de drogas”, Petro defende “diálogo” com narcotraficantes e cartéis.

Auge do sectarismo

Lula coloca a ideologia acima do interesse coletivo, ignorando pesquisas nacionais apontando segurança como a maior preocupação do brasileiro.











publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/03/brasil-se-isola-do-combate-ao-trafico.html

O PROBLEMA MAIOR É A OFERTA ZERO

 gilbertosimõespires/youtube


MODAIS

Mais do que sabido, a -ALTA DO PREÇO DO PETRÓLEO NO MERCADO INTERNACIONAL- é fator CAUSAL E DETERMINANTE para o AUMENTO DE TODOS OS PRODUTOS E SERVIÇOS, notadamente daqueles que envolvem os MODAIS DE TRANSPORTE -FERROVIÁRIO, AQUAVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO utilizados para deslocar PESSOAS E CARGAS.  


A INEXISTÊNCIA É O MAIOR PROBLEMA

Ainda assim há que se levar em correta conta que o PROBLEMA MAIOR não reside no ALTO PREÇO DO BARRIL DE PETRÓLEO, mas na -EFETIVA DISPONIBILIDADE DOS PRODUTOS REFINADOS-. Ou seja, o PIOR DO QUE PAGAR MAIS CARO É A -INEXISTÊNCIA DE OFERTA- DOS PRODUTOS DERIVADOS DO PETRÓLEO, principalmente -DIESEL, GASOLINA E QUEROSENE DE AVIAÇÃO.


IMPORTAÇÕES DE DIESEL E GASOLINA

Vale lembrar que em termos de -EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO-, o BRASIL JÁ ALCANÇOU a importante AUTOSSUFICIÊNCIA, ou seja, PRODUZ MAIS DO QUE CONSOME. No entanto, por FALTA DE INVESTIMENTOS (leia-se principalmente PRIVATIZAÇÕES) o mesmo não acontece com o REFINO. No caso do DIESEL, em 2025, como informa o relatório da OEC, a importação aumentou 20% em comparação com 2024, representando cerca de 25% a 30% do TOTAL CONSUMIDO NO PAÍS. Já o que diz respeito à GASOLINA, as importações ainda representam 10% da demanda nacional.  


PIOR DE TUDO É A OFERTA ZERO

Portanto, com base nos irrefutáveis números acima, o fato do Brasil ainda não ter alcançado a AUTOSSUFICIÊNCIA em DIESEL E GASOLINA, a DEPENDÊNCIA causa problemas por conta do AUMENTO DO PREÇO DOS DERIVADOS,  mas nunca pela OFERTA ZERO. De novo: PAGAR MAIS CARO PELO DIESEL E PELA GASOLINA É SEMPRE RUIM, MAS O PIOR DE TUDO É A FALTA DA DISPONIBILIDADE DE AMBOS, que simplesmente implica na -PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES-. 



























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/o-problema-maior-e-a-oferta-zero


Vorcaro reuniu STF e autoridades para farra do uísque em Londres! Veja os luxos!

 andrémarsiglia/youtube


 Vorcaro reuniu STF e autoridades para farra do uísque em Londres! Veja os luxos!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=zIenEGdCw7w

PF encurrala Toffoli: quebras de sigilo apontam crimes financeiros!

 deltandallagnol/yuoutube


PF encurrala Toffoli: quebras de sigilo apontam crimes financeiros!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=JARsG8piJds

O ERRO DE 2014: Por que o projeto do Haddad virou caso de polícia?

 rubinhonunes/youtube


O ERRO DE 2014: Por que o projeto do Haddad virou caso de polícia?


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=nDUAq1IT_1U

MULHER DE MORAES DETALHA CONTRATO DE R$ 129 MILHÕES COM O MASTER

 revistaoeste/youtube


MULHER DE MORAES DETALHA CONTRATO DE R$ 129 MILHÕES COM O MASTER


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=3LTxARIlfIE


PORQUE SÓCRATES ODIAVA A DEMOCRACIA

 CASTANOEULOGIO/THEREADS


PORQUE SÓCRATES ODIAVA A DEMOCRACIA



O poder que pode tudo

 percivalpuggina/youtube


O poder que pode tudo

clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=bIbjmWJj1pU

BRASIL ESTÁ VIRANDO BASE SECRETA DA CHINA

 RATELCONSERVADOR/FACEBOOK


BRASIL ESTÁ VIRANDO BASE SECRETA DA CHINA



Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More