Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

O que a Teoria da Ferradura ensina sobre a política brasileira

 Luan Sperandio

foto andrade junior

A política brasileira é um campo complexo e diversificado, em que as ideologias e as dinâmicas políticas podem muitas vezes parecer confusas e contraditórias. E são mesmo. Uma lente teórica que tem sido usada para tentar entender essa complexidade é a “Teoria da Ferradura”, que sugere que os extremos do espectro político, de extrema esquerda e de extrema direita, podem, em alguns aspectos, se assemelhar mais do que se imagina.

Nos últimos anos, houve uma intensificação da polarização entre grupos políticos, com a retórica extremada e a hostilidade se tornando cada vez mais comuns. Isso poderia ser interpretado como uma evidência da Teoria da Ferradura, já que os extremos parecem se aproximar. No entanto, essa polarização não significa necessariamente que as ideologias em jogo sejam idênticas. Ela pode refletir, em vez disso, uma profunda divisão na sociedade e uma falta de espaço político para vozes moderadas e pragmáticas.

Outro ponto a ser considerado é o papel do populismo, no sentido de representar uma estratégia política usada tanto por líderes de esquerda quanto de direita no Brasil. A promessa de soluções simplistas para problemas complexos, juntamente com o apelo às emoções e ao nacionalismo, é uma característica comum a ambos os lados do espectro. No entanto, isso não significa que as ideologias subjacentes sejam as mesmas. O populismo pode ser uma tática política adotada por diferentes grupos para ganhar apoio, mas as agendas políticas reais podem diferir significativamente.

Além disso, é importante destacar que a política brasileira é influenciada por fatores específicos do país, com temas comuns, como a corrupção, a desigualdade econômica e a segurança pública. Essas questões podem levar a alianças políticas improváveis, em que grupos que podem parecer próximos de acordo com a Teoria da Ferradura podem se unir em torno de um objetivo comum. Isso demonstra a complexidade das dinâmicas políticas brasileiras.

A Teoria da Ferradura não deve ser aplicada de forma rígida ou simplista. É uma ferramenta conceitual que pode fornecer alguns insights, mas não deve ser vista como a única explicação para as dinâmicas políticas do país. A diversidade ideológica, os contextos regionais e as questões políticas específicas tornam a política brasileira um campo rico e multifacetado que requer uma análise mais cuidadosa e aprofundada. Contudo, ao analisar os principais atores políticos, mesmo que ideologicamente distantes, percebe-se que as ações não destoam tanto assim. A explicação é que eles estão submetidos aos mesmos incentivos políticos.



Luan Sperandio

Diretor de Operações do Ranking dos Políticos, analista político e colunista de Folha Business. Formado em Direito pela Ufes e MBA pela Fucape, foi eleito Top Global Leader do Students for Liberty em 2017 e é associado alumni do Instituto Líderes do Amanhã. Colabora com o Instituto Liberal desde 2014.












publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-que-a-teoria-da-ferradura-ensina-sobre-a-politica-brasileira/





Novos bastidores da delação de Vorcaro acendem alerta em Brasília

  SEM RODEIOS/GAZETADOPOVO


CV e PCC são coisa nossa?

 PERCIVALPUGGINA/



QUEM CRIOU O PIX FOI BOLSONARO

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NINE CORTOU 4,3 BILHÕES DAS FORÇAS ARMADAS

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Lula cortou R$ 4,3 bilhões das Forças Armadas e o Exército cancelou as operações nas fronteiras. Sem a presença das forças armadas, o crime vai avançar ainda mais.



Delatores do Master Têm Surto na Cadeia: Veja!

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Lula Sabia? As Revelações do Caso Banco Master Que Estão Chocando Brasília

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ACUSE-OS DO QUE VOCÊ É...

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FIM DA IMPUNIDADE: 44 a 18 para reduzir a maioridade penal!

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Trump Apertou e Lula CEDEU: Olha o Que Ele Assinou Hoje!

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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Os impostos que empobrecem os mais pobres

 Gustavo Machado

Existe um consenso político conveniente no Brasil: o Estado protege os pobres. Programas sociais, subsídios, transferências de renda. A narrativa é sedutora. Os dados, porém, contam uma história diferente.

O mecanismo é simples: o governo gasta além do que arrecada, e o déficit é financiado com aumento da dívida, pressionando juros e exigindo mais arrecadação, para cobrir os encargos crescentes.

A carga tributária brasileira atingiu 32,4% do PIB em 2025, o maior nível da série histórica. Mas o número agregado esconde o problema real: os tributos sobre o consumo representam 14% do PIB – a maior fatia de toda a arrecadação. São os impostos embutidos no preço do arroz, do feijão e de todos os produtos do dia a dia.

Quem mais sofre com essa tributação indireta são exatamente as famílias de menor renda, que destinam proporção muito maior do orçamento ao consumo básico. Um executivo que ganha R$ 50 mil por mês e compra o mesmo quilo de arroz que um trabalhador que ganha R$ 2 mil paga o mesmo imposto embutido. Em termos relativos, o trabalhador é tributado proporcionalmente muito mais.

A inflação aprofunda esse efeito. Quando o governo expande gastos via crédito subsidiado ou transferências sem contrapartida fiscal, injeta demanda numa economia que já opera próximo da capacidade, e os preços sobem. Quando os preços sobem, a arrecadação também cresce, afinal, o imposto está atrelado aos produtos.

O paradoxo é cruel. O mesmo Estado que se apresenta como protetor dos pobres financia parte de sua expansão à custa deles. Gasta, inflaciona, tributa o consumo inflacionado e repete o ciclo. O resultado é uma transferência silenciosa de renda dos mais pobres para o Estado – repetida a cada ciclo fiscal.

Mais de dois terços da população brasileira ganham até dois salários mínimos e destinam proporção muito maior da renda ao consumo básico, no qual a carga tributária indireta é mais pesada.

A política de proteção, na realidade, está tornando os pobres cada vez mais pobres e dependentes do Estado, que, curiosamente, é sustentado por eles, por meio de tributos indiretos.

A solução não está em mais redistribuição, está em menos Estado. Gasto reduzido gera menor pressão inflacionária e baixa na tributação sobre o consumo. Um governo que respeita restrições orçamentárias não precisa cobrar o custo da sua irresponsabilidade de quem menos pode pagar.

*Gustavo Machado é economista e associado do Instituto de Estudos Empresariais (IEE).











publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/os-impostos-que-empobrecem-os-mais-pobres/


O BIOMBO DA FALSIDADE

 gilbertosimõespires/pontocritico


CONCLUSÃO CÍNICA

Nesta manhã, enquanto separava os assuntos que melhor se enquadravam para pautar o editorial de hoje, me chamou a atenção a -OPINIÃO DO ESTADÃO de  09/06-, com o título -LULA QUEBRA O BRASIL PARA SE REELEGER-, na qual a cúpula do jornal aponta (no meu entender com muito cinismo) que o DESTRUIDOR PETISTA -USA TRUQUES CONTÁBEIS PARA ESCONDER O AUMENTO CAVALAR DE DESPESAS, LEMBRANDO AS MALFADADAS PEDALADAS FISCAIS DE DILMA. Mais: faz uma alerta ao dizer que a CONTA DA DÍVIDA PÚBLICA EXPLOSIVA SEMPRE CHEGA. 

CONSÓRCIO DE VEÍCULOS DE IMPRENSA

Antes de tudo, para que fique bem claro, o ESTADÃO integrou o CONSÓRCIO DE VEÍCULOS DE IMPRENSA criado, em junho de 2020, por seis grandes meios de comunicação brasileiros (UOL, FOLHA DE S.PAULO, O GLOBO, G1, EXTRA E ESTADÃO) com o FALSO PROPÓSITO DE DIVULGAR OS DADOS DA PANDEMIA DE COVID. Digo FALSO porque o CONSÓRCIO DA MÍDIA foi criado com o propósito de DETONAR AS DECISÕES TOMADAS pelo presidente Jair Bolsonaro, definindo o então Chefe do Executivo, de forma organizada e amplamente repetitiva, em todos os noticiários, como UM DOS MAIORES NEGACIONISTAS DO CORONAVÍRUS DO MUNDO. Mais: o CONSÓRCIO nunca escondeu que FARIA DE TUDO PARA ELEGER LULA, EM 2022, mesmo sabendo que o BRASIL SERIA DESTRUÍDO, como agora afirma no referido editorial. 

POUCA VERGONHA

Pois, pelo que revela o conteúdo da OPINIÃO DO ESTADÃO, tudo leva a crer que os responsáveis pelos editoriais e opiniões do jornal estavam vivendo em outra galáxia, sem saber da consistente destruição do Brasil desde que Lula assumiu a presidência. Tanto é que o texto de hoje diz, de -forma surpreendente-, que o governo LULA vem patrocinando uma série de medidas para tentar levantar sua popularidade e ajudar em sua reeleição. Diz mais: ninguém, até o momento, havia tido a paciência de somar todas as “pequenas bondades eleitorais” que, tomadas uma a uma, parecem inofensivas. Para tanto usa o relatório - nada bonito- da XP Investimentos, produzido pelo economista Marcos Mendes, no qual informa que - somente neste ano- foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de R$ 215 bilhões em AUMENTO DE DESPESAS OU REDUÇÃO DE RECEITAS. Em comparação, a malfadada PEC 126/2022, a chamada “PEC da gastança”, liberou R$ 168 bilhões de gastos no ano seguinte por fora do teto dos gastos, o que já foi um escândalo. Pelo visto, diz o FALSO ESTADÃO, o governo Lula PERDEU A POUCA VERGONHA QUE AINDA TINHA. 

BIDU JORNALÍSTICO

Ao finalizar a FALSA OPINIÃO, o Estadão, reconhecido como um dos responsáveis por ter influenciado milhares de eleitores, diz: - Hoje, sem espaço de manobra, com o Orçamento tomado por decisões populistas do passado e do presente, o governo Lula lança mão dos mesmos expedientes do governo Dilma. O final dessa história já conhecemos. Mas Lula poderá dizer, lembrando Quércia, que quebrou o Brasil, mas reelegeu-se. Que tal? 
























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/o-biombo-da-falsidade

Código no ‘STF dos EUA’ lembra pequenas causas

 diariodopoder/


Foram apenas viagens e estadias com tudo pago ou falta de declaração de impedimento de ministros que levaram a Suprema Corte dos Estados Unidos a adotar, em 2023, um Código de Conduta para seus integrantes. Viram nessas regalias “violações éticas”, mas nada que se aproxime da contratação de escritório de advocacia de parentes de ministros por valores espantosos ou participação qualquer deles em empresas com participação em grandes empreendimentos, como um ressorte de luxo.

Simples

O código prevê integridade, imparcialidade, distanciamento da política e atividade extrajudicial somente compatível com obrigações judiciais.

Primeira vez

O código de conduta foi o primeiro da Suprema Corte dos EUA. E os motivos parecem coisa de de julgamento de pequenas causas.

Salário e só

Juízes do Supremo dos EUA recebem US$320 mil (R$1,66 milhão) de salário anual. Outras remunerações são proibidas, com raras exceções.

Nada de Master

Membros da Corte podem ser pagos para dar aulas em universidades ou palestras educacionais (jurídicas). Eventos corporativos são proibidos.

Diário do Poder









publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/06/codigo-no-stf-dos-eua-lembra-pequenas.html

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