Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

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quarta-feira, 1 de abril de 2026

O poder como ele é – e não como gostaríamos que fosse

 alissongoulart/institutoliberal


Ao longo da história da humanidade, o arranjo de poder político mudou muito. Vários modelos de poder nasceram, conviveram e sofreram metamorfoses. Todos os gatilhos que levaram às mudanças circunstanciais de um modelo político a outro equivaliam em gerar degenerações, conforme a teoria política clássica: a realeza que virou tirania, a aristocracia que se tornou oligarquia, nem mesmo a democracia fugiu da regra – dela, sobreveio a demagogia.

Em uma trajetória de transição de modelos tão imperfeitos, destacaram-se a Monarquia e a República, que se revezaram ao longo de séculos. Com adaptações das mais variadas formas possíveis, a sociedade sempre buscava lapidar maneiras que favorecessem a coexistência entre a centralização de padrões para facilitar mensurabilidade (moeda, medidas, leis) e barreiras de segurança para que essa centralização não significasse poder supremo a uma só instituição ou pessoa.

Foi Nicolau Maquiavel quem, rompendo com uma escrita filosófica, moral e romântica, descreveu de maneira estratégica e crua como esses poderes funcionavam em sua época. Mais que isso, foi capaz de escrever, quase que como num manual analisando comportamentos, decisões, bastidores, ambições e métodos de manutenção do poder. Vamos nos ater a O Príncipe, obra que inspirou a expressão “maquiavélico”, sinônimo de ardiloso, malicioso.

Não à toa, pois Nicolau Maquiavel não escreveu como um moralista, tampouco como um observador completamente neutro. Ao mesmo tempo em que descreve como o poder se forma e se mantém, ele também sugere caminhos estratégicos para quem deseja conquistá-lo ou preservá-lo.

Um exemplo bastante representativo de seu estilo prescritivo aparece quando cita a ascensão de Agátocles em Siracusa. Após convocar os principais líderes da cidade para uma assembleia política, Agátocles ordenou que seus soldados executassem todos os ali presentes, eliminando assim, de uma só vez, possíveis opositores e assumindo o poder para si.

Maquiavel não celebra o ato, mas analisa sua lógica: crueldades concentradas no início podem estabilizar um governo, enquanto violências repetidas ao longo do tempo tendem a gerar ódio e desordem. O livro ficou caracterizado assim, como uma lista de instruções sobre o que fazer e não fazer para que principados pudessem conquistar e se perpetuar no comando. Menos preocupado em julgar intenções, Maquiavel se ateve em indicar quais decisões produzem estabilidade em ambientes instáveis.

É justamente nesse ponto que Maquiavel traz uma das distinções mais sofisticadas da obra: virtu e fortuna, forças que operam a política. Fortuna é o acaso, o contexto, o vento que sopra a favor ou contra. Virtu é a capacidade do governante de agir diante desse vento com inteligência estratégica. Quem depende exclusivamente da fortuna cai quando ela muda. Quem desenvolve virtu é capaz de moldar circunstâncias, antecipar riscos e construir sustentação própria.

Outros exemplos como Moisés, Ciro, e tantos outros são citados na obra, demonstrando que fundadores de novas ordens não aguardavam condições ideais. Criavam -nas. Ao mencionar César Bórgia, no trecho onde executou publicamente Ramiro, seu braço direito, Maquiavel demonstra que decisões duras, quando estrategicamente calculadas, podem gerar estabilidade. O autor mais uma vez elucida que a crueldade, por mais dura que seja, colocava um ponto final nas situações, enquanto uma liderança desorganizada era um prato cheio para o temor, ódio e instabilidade de um principado.

Aqui emerge um dos trechos mais debatidos da obra: é melhor ser amado ou temido? Ele destaca: melhor ser temido, se não puder ser ambos. Contudo, que se evite o ódio. O ódio nasce quando o governante atinge a propriedade e a honra de seus governados, o seja, a estabilidade não se constrói apenas com força, mas com previsibilidade. O poder pode sobreviver à impopularidade, mas dificilmente sobrevive à ausência de confiança.

Essa lógica não pertence apenas às monarquias do século XVI. Ela existe em qualquer estrutura de poder. Quando regras mudam de forma constante, quando decisões são tomadas sob impulso político imediato, quando intervenções tentam corrigir desequilíbrios complexos por meio de uma única variável, cria-se instabilidade. Medidas duras diluídas no tempo geram desgaste contínuo e raramente resolvem o problema estrutural. Reformas pela metade produzem custo integral e benefício parcial. A tentativa de agradar a todos pode resultar em perda de autoridade.

Indo além, Nicolau Maquiavel alerta para o perigo das “tropas mercenárias”. Soldados que lutam apenas por pagamento não sustentam batalhas difíceis. A governabilidade que se baseia
em concessões exige renovação constante dessas concessões, fragilizando o núcleo de quem tomou as decisões e tornando-o dependente de novas intervenções e exceções. Quem não se lembra do “orçamento secreto”? Na prática, o Executivo passou a depender da liberação volumosa e pouco transparente de recursos para parlamentares específicos em troca de apoio político em votações no Congresso. Não era uma política pública estruturante, mas uma engrenagem de sustentação.

Embora separadas por séculos, as duas situações compartilham a mesma lógica: relações baseadas em recompensa imediata geram lealdades frágeis. Assim como nas tropas mercenárias descritas por Maquiavel, o vínculo que sustenta o acordo não é institucional e sim transacional. O apoio existe enquanto os incentivos existem: eles lutam enquanto recebem, e, se o pagamento ou o pagador mudam, a lealdade também muda.

Apesar de escrito em um contexto italiano, O Príncipe permanece atual porque trata da lógica do poder, não de sua circunstância histórica. É, sim, difícil concordar com a os aspectos morais da obra. O trabalho exige maturidade analítica. A obra não pergunta se uma decisão parece justa, mas se ela fortalece ou enfraquece a estrutura que se pretende sustentar. Talvez por isso Maquiavel seja, ao mesmo tempo, tão criticado, mas também tão inevitável sob o ponto de vista de leitura e entendimento. Ele não romantiza a política. Ele a expõe. Mostra que todo arranjo institucional carrega incentivos próprios e que ignorá-los não os elimina. Pelo contrário, os torna mais perigosos.

Governos mudam. Modelos se revezam. Monarquias cedem espaço a repúblicas, que, por sua vez, enfrentam suas próprias distorções, mas os mecanismos de poder, como ambição, medo, interesse próprio, calculismo, enfim, continuam operando. A forma muda. A natureza, não. Compreendê-los não significa aceitá-los moralmente, mas ignorá-los é abrir mão da lucidez sobre como decisões realmente acontecem e se desdobram.

*Alisson Goulart é fundador da Lev Academy e ex-Diretor de Produtos e Inovação na Paschoalotto. Administrador pela UFSCar, atua como mentor de startups e colunista especializado em estratégia, produtos, inovação e finanças para startups.













publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-poder-como-ele-e-e-nao-como-gostariamos-que-fosse/

ASSIM É O DESGOVERNO DO NINE

 DIREITABRASILNEWS/THEREADS


MINISTRA DA CULTURA QUE NÃO SABE SEQUER CANTAR O HINO NACIONAL



A ESTRATÉGIA DO CENTRÃO

 RONYGABRIEL/FACEBOOK


A ESTRATÉGIA DO CENTRÃO



"O jogo político é cruel e mentiroso", CRISTINA GRAEML | CAFÉ COM A GAZETA DO POVO

 CRISTINA GRAEML | CAFÉ COM A GAZETA DO POVO

A INDIGNAÇÃO TEM CURA

 gilbertosimõespires/pontocritico


INDIGNAÇÃO COLETIVA

Na semana passada, num desses bate-papos comuns entre -amigos de colégio-, eis que -do nada-, sem combinação prévia, todos começaram a MANIFESTAR, em tom de voz elevado, UM MESMO SENTIMENTO DE -FORTE INDIGNAÇÃO- com o total DESGOVERNO, a IMENSA CORRUPÇÃO e a TOTAL E ABSOLUTA FALTA DE JUSTIÇA que grassa, sem limites, no NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL.

GIBIS

Como os participantes iniciaram os estudos na década de 1950-1960, todos, sem exceção, tinham o hábito de ler REVISTAS EM QUADRINHOS, mais conhecidas como GIBIS, onde SUPER-HERÓIS-Superman, Batman, Capitão América, e tantos outros-, entravam em ação como -SÍMBOLOS DE MORALIDADE, ESPERANÇA e, RESILIÊNCIA-. Como serviam de INSPIRAÇÃO PARA ENFRENTAR DESAFIOS E PROTEGER OS MAIS VULNERÁVEIS, representavam o IDEAL HUMANO DE CORAGEM, ORDEM, E ÉTICA, ajudando a lidar com MEDOS, CONFLITOS SOCIAIS E PROMOVER VIRTUDES EM CONTEXTOS REAIS. 

IMAGINAÇÃO

No final do encontro, os INDIGNADOS CONFESSOS, mesmo sabendo que os SUPER-HERÓIS, ou JUSTICEIROS, encontrados nos velhos GIBIS -só existem na nossa IMAGINAÇÃO, o grupo se despediu demonstrando uma já costumeira FRUSTRAÇÃO. Todos foram para casa convencidos de que as INSTITUIÇÕES, QUE FORAM CRIADAS COM O PROPÓSITO DE FAZER JUSTIÇA E/OU CUMPRIR A LEI, RESOLVERAM AGIR E DECIDIR À MARGEM DA LEI. 

PROTAGONISMO

Pois, no meu ponto de vista, a ÚNICA MANEIRA CAPAZ DE LEVAR O BRASIL a ser um país onde IMPERE A JUSTIÇA, é o POVO ASSUMIR O LEGÍTIMO E REAL PAPEL DE PROTAGONISTA -COMO VINGADOR, JUSTICEIRO OU SUPER-HERÓI-. Enquanto isso não acontecer, a INJUSTIÇA, O DESGOVERNO E A ROUBALHEIRA VÃO PROSPERAR... 






























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/a-indignacao-tem-cura

“Ou o bandido muda de profissão, ou muda de Goiás”.

 caiocoppolla/youtube


“Ou o bandido muda de profissão, ou muda de Goiás”. 


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https://www.youtube.com/watch?v=Nthh8VoRDxI

3 recados do Nine com a indicação de Messias ao STF

 andrémarsiglia/youtube


3 recados do Nine com a indicação de Messias ao STF


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https://www.youtube.com/shorts/GvVBMwvDRfc

INSANO: petistas querem soltar CRIMINOSOS usando o caso Bolsonaro!

 deltandallagnol/youtube


INSANO: petistas querem soltar CRIMINOSOS usando o caso Bolsonaro!


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https://www.youtube.com/watch?v=OsLGoURCCwg

VALE GÁS DO POVO? LULA TE ENGANOU

 nikolasferreira/youtube


VALE GÁS DO POVO? LULA TE ENGANOU


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https://www.youtube.com/watch?v=yhwgiPBEX1E

CHAPA FRANKENSTEIN: O desespero de Lula para conquistar SP!

 rubinhonunes/youtube


CHAPA FRANKENSTEIN: O desespero de Lula para conquistar SP!


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https://www.youtube.com/watch?v=A3Qk0Bb8Rt8

"Não tenho conivência com bandido"

 ronaldocaiado/facebook


"Não tenho conivência com bandido"



LEMBRA DESSA FARSA?

 PAULAZANELLI/THEREADS


LEMBRA DESSA FARSA? AI MONTARAM UMA NARRATIVA E ACUSARAM O BOLSONARO



ISTO É IDEOLOGIA DE GENERO...

 VOZQUEORA/FACEBOOK


ISTO É IDEOLOGIA DE GENERO...



O QUE É A HIPERINFLAÇÃO

 INSTITUTOMISSESBRASIL/INSTA


A hiperinflação é um fenômeno monetário onde o estado perde completamente a capacidade de manter o poder de compra da moeda por ele emitida. A economia entra em um ciclo de aumento de preços frequentes e retroalimentados que corrói a renda da população, sobretudo a mais pobre.



ESTÁ ENDIVIDADO? VOCÊ PODE PERDER SUA CNH..

 ANDRECOSTA/INSTAGRAM


ESTÁ ENDIVIDADO? VOCÊ PODE PERDER SUA CNH..



ALINHAMENTO TOTALMENTE ERRADO

 PROFESSORCHRISTIAN/FACEBOOK


ALINHAMENTO TOTALMENTE ERRADO 



terça-feira, 31 de março de 2026

Quando a narrativa da esquerda entra em colapso

   Lucas Berlanza 


De um lado, Lula “cometeu” uma de suas falas histriônicas, muito indignado, como a alma mais honesta do país, bradando que o caso do banco Master é “o ovo da serpente de Bolsonaro e Roberto Campos Neto”.

Em mais um capítulo das notáveis mudanças de linha editorial, os comentaristas da Globo News foram os primeiros a desmentir essa insanidade, afinal, Bolsonaro criticou publicamente o Master em 2024 ao reclamar de uma demissão de gerentes da Caixa que emitiram parecer contrário a uma compra milionária de títulos do banco.

Em conversa por celular com a namorada, vê-se que Vorcaro chamou o ex-presidente de “beócio” e “idiota”. Como Bolsonaro poderia ser o líder dele?

Simultaneamente, militantes petistas divulgaram nas redes sociais uma montagem com uma discussão antiga, em sessão do STF entre André Mendonça e Alexandre de Moraes, em que Mendonça criticava a quebra generalizada de sigilos fiscais e bancários, como se o diálogo tivesse ocorrido há pouco, para fazer parecer que Mendonça estaria tentando “proteger” o Master enquanto Moraes estaria disposto a investigá-lo seriamente (que piada!).

O padrão se repete: diante de um fato incômodo, não se busca esclarecê-lo, mas sim reconstruí-lo narrativamente, selecionando trechos, distorcendo contextos e sugerindo conexões frágeis para sustentar uma tese previamente definida. Não é sobre descobrir o que ocorreu, mas sobre convencer o público de uma versão conveniente.

Por que tanto jogo sujo? Os petistas garantem estar absolutamente tranquilos, mas os sinais são muito fortes de que estão acometidos por muita ansiedade.









publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/quando-a-narrativa-da-esquerda-entra-em-colapso/

O governo Lula e o mito da economia aberta

   Adriano Dorta


O secretário da Secretaria de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços (SDIC), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Uallace Moreira, afirmou em vídeo publicado em seu perfil no X que “a economia brasileira não é fechada”.

Para sustentar essa tese, recorreu ao argumento de que a tarifa nominal média de importação, de cerca de 12,9%, não seria suficiente para caracterizar o Brasil como uma economia fechada. Segundo ele, o correto seria observar a tarifa efetivamente arrecadada, que cairia para algo em torno de 4,9% após a consideração de regimes especiais e benefícios como ex-tarifário, Rehidro, Repetro e Zonas Especiais. Acrescentou ainda que, entre os dez principais produtos norte-americanos importados pelo Brasil, oito teriam tarifa zero.

O argumento tem um problema. Se a tarifa nominal é elevada, mas o governo distribui exceções para setores, produtos ou empresas enquadradas em regimes especiais, isso não demonstra abertura econômica. Demonstra, na verdade, uma abertura administrada politicamente. Em outras palavras: o Estado mantém a barreira geral, mas escolhe quem poderá atravessá-la com custo reduzido.

Há aqui duas questões centrais. A primeira é: se o governo cria uma barreira artificial à entrada de produtos estrangeiros e, em seguida, concede tratamentos favorecidos a grupos específicos, isso não configura abertura comercial, mas discricionariedade estatal. A segunda é que a fala do secretário ignora justamente um dos principais elementos que explicam por que a economia brasileira continua relativamente fechada: as barreiras não tarifárias.

Barreiras não tarifárias podem assumir a forma de regras técnicas ou certificados complexos exigidos no ato da importação, licenciamento de importação com exigências administrativas, regras sanitárias e fitossanitárias, exigências de conteúdo local, burocracia aduaneira, restrições regulatórias para a entrada de firmas ou serviços etc.

Essas barreiras dificultam ou encarecem a importação sem necessariamente aparecerem como imposto de importação. Por isso, não entram diretamente no cálculo da tarifa nominal média (de 12,9%), mas continuam funcionando como obstáculo real ao comércio internacional.

Um exemplo real está nas exigências de produção local vinculadas a regimes especiais. No caso da Zona Franca de Manaus, os Processos Produtivos Básicos (PPB) estabelecem etapas mínimas de fabricação que precisam ser realizadas no país para que a empresa tenha acesso ao tratamento tributário favorecido. Em 2024, o MDIC abriu consulta pública específica para o PPB de bicicletas com câmbio e sem câmbio, e há normas semelhantes para veículos leves eletrificados e seus componentes.

Na prática, isso significa que uma empresa pode até importar componentes estrangeiros para montar uma bicicleta elétrica no Brasil, mas, se não se enquadrar nas exigências do regime, perde acesso aos benefícios fiscais e passa a operar com custo mais elevado. Portanto, não se trata de uma proibição absoluta à importação, mas de uma estrutura de incentivos que favorece artificialmente a produção dentro do território brasileiro – ainda que signifique ter que usar peças de pior qualidade.

Não é crível tratar esse tipo de barreira como se fosse um detalhe desconhecido do governo. A SDIC, chefiada por Uallace Moreira, publicou consulta pública justamente sobre regras de Processo Produtivo Básico. Em outras palavras, o secretário critica o diagnóstico de fechamento econômico ao mesmo tempo em que sua própria estrutura administrativa opera mecanismos que fecham ainda mais a economia.

Esse ponto é importante porque desmonta a ideia de que basta olhar para a tarifa efetiva média para concluir que a economia brasileira é aberta.

Mesmo quando regimes especiais reduzem a carga incidente sobre determinados agentes, a estrutura geral continua sendo de proteção, seletividade e discricionariedade. Os privilégios tributários estão ligados a conexão política e não a abertura comercial.

O secretário usou uma estatística conveniente e deixou de contar quem recebe os benefícios tarifários. Uma economia não se torna aberta porque o Estado concede exceções a setores selecionados. Ela se torna aberta quando a regra geral é a concorrência e não a proteção.













publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/economia/o-governo-lula-e-o-mito-da-economia-aberta/

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