Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quarta-feira, 8 de julho de 2026

A maior invenção da civilização

   Alex Pipkin 


A maior invenção da humanidade não foi a roda, a escrita nem a inteligência artificial. Foi descobrir que um estranho pode ser mais útil do que um parente.

Parece uma provocação. Na verdade, é o fundamento da civilização. Durante milênios, a confiança foi um privilégio reservado ao sangue, ao clã e à tribo. Fora desse círculo havia medo, desconfiança e conflito. A civilização começou quando ampliamos o significado da palavra “nós”.

O problema é que o instinto tribal nunca desapareceu. Continua incrustado na arquitetura da nossa mente. Apenas aprendeu a usar gravata, dominar algoritmos e discursar com elegância.

Em tempos de crise, quase ninguém procura compreender a realidade; procura um culpado. O bode expiatório é o aplicativo político mais antigo da humanidade; basta instalar um inimigo e, por alguns instantes, todos os problemas parecem resolvidos. Pensar exige disciplina. Acusar oferece alívio.

Talvez seja exatamente por isso que as relações de mercado despertem tanta hostilidade. Elas desmontam a lógica da tribo. Aproximam pessoas que jamais seriam amigas, talvez jamais votassem da mesma forma e, ainda assim, descobrem que podem cooperar.

Às relações de mercado não interessa sua raça, sua religião, seu gênero, sua orientação sexual, sua ideologia ou seu sobrenome. A única pergunta que fazem é extraordinariamente simples: você consegue resolver o problema de alguém?

Se a resposta for sim, a cooperação acontece. Antes de produzir riqueza, as relações de mercado produzem confiança. Só depois produzem prosperidade. Nenhuma outra instituição transformou diferenças em oportunidades de maneira tão eficiente quanto as relações de mercado. Quanto mais diversos são nossos talentos, conhecimentos e experiências, maior é o potencial de troca, inovação e criação de valor.

A prosperidade não nasce da uniformidade; nasce da complementaridade. É justamente isso que a política, tantas vezes, insiste em esquecer.

Enquanto intelectuais disputam narrativas, famílias fazem contas. Elas querem trabalhar, empreender, criar os filhos com dignidade, viver com segurança, encontrar boas escolas, bons hospitais e acreditar que amanhã será melhor do que hoje. Não vivem de discursos. Vivem de oportunidades.

O verdadeiro debate nunca foi mercado versus Estado. Sociedades maduras precisam de ambos. Cabe ao Estado construir regras claras, proteger contratos, garantir a segurança jurídica, preservar a concorrência e oferecer estabilidade institucional para que as relações de mercado possam transformar liberdade em prosperidade.

O que realmente distingue sociedades bem-sucedidas não é puramente o tamanho do Estado ou do mercado, mas a qualidade das instituições que ampliam oportunidades em vez de fabricar inimigos.

Toda tribo precisa de um inimigo para sobreviver. Toda civilização precisa de um parceiro.

A história raramente recompensa as sociedades que encontraram os culpados certos. Ela recompensa aquelas que ampliaram o significado da palavra “nós”. Porque toda tribo nasce da desconfiança. Toda civilização nasce quando um desconhecido deixa de ser uma ameaça e passa a ser um parceiro.









publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-maior-invencao-da-civilizacao/

OS PARASITAS USAM A FORÇA

 Por Roberto Rachewsky


Elon Musk ficou rico com o dinheiro dos outros, assim como os políticos ficaram ricos com o dinheiro alheio.

 

Não está aí o problema da riqueza. A acumulação de riqueza nunca foi um problema. O problema não é matemático, não é econômico. O problema é moral, é sobre escolhas.

 

Elon Musk ficou trilionário porque ele teve uma visão, ideias que por serem benéficas para milhões ou até bilhões de pessoas, fizeram elas escolherem livremente investir nelas ou adquirir os produtos por ele inventados, produzidos e comercializados.

 

Elon Musk se tornou o mais rico indivíduo da história porque o mundo resolveu fazê-lo assim, voluntária e espontaneamente, para terem acesso ao que ele criou, sejam os produtos ou as oportunidades oferecidas no mercado de bens de consumo ou de capitais.

 

E os políticos que também enriqueceram através dos conchavos no governo, da corrupção, da extorsão? Eles também enriqueceram com o dinheiro dos outros, como Elon Musk.

 

A diferença é que Elon Musk chegou lá exercitando o princípio do comerciante, trocando valor por valor. O valor que ele tinha pelo valor que seus investidores ou consumidores tinham e escolheram nele depositar.

 

Esses políticos que enriqueceram usando a coerção estatal ou roubo, ou fraude, ou corrupção, não deram nada em troca pelo dinheiro obtido que o público já não tivesse. É a aplicação do princípio do parasita, simplificada na máxima do assaltante quando este diz: "A bolsa ou a vida".

 

Ora a vida já temos, a bolsa também. A ameaça coercitiva do parasita implica em uma falsa escolha. Essa é a questão moral que separa os Elon Musks da vida dos ministros do STF, dos burocratas das estatais, dos políticos do Congresso ou do Executivo, dos burocratas e juízes dos tribunais.

 

Elon usa a razão, os parasitas usam a força.

























PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/os-parasitas-usam-a-forca-300626

A ONDA SENOIDAL A NOSSO FAVOR

 gilbertosimõespires/pontocritico


MOVIMENTO SENOIDAL

Mais do que sabido o -MOVIMENTO SENOIDAL-, ou -ONDA SENOIDAL- ocorre naturalmente na NATUREZA, podendo ser observado, por exemplo, no nosso batimento cardíaco, no movimento de um pêndulo, nas ondas do mar, nos terremotos, na eletricidade, etc. Como tal, os gráficos que desenham as frequências se manifestam por ciclos -ora subindo e ora descendo- com picos de alta e de baixa, que se identificam claramente como uma SENOIDE.


FADIGA

Praticamente obedecendo a mesma lógica, o economista Gustavo Franco, em artigo recente publicado no site da Exame, diz que o principal adversário do presidente que concorre a seu quarto mandato é a FADIGA. Como a idade vem para todos, LÍDERES E REGIMES, é inexorável o envelhecimento da pessoa e do projeto. A longevidade do líder tem muito a ver com a INEXISTÊNCIA DE HERDEIROS e com a tibieza dos projetos alternativos, tanto da oposição quanto da situação. Mas não é um acidente. Tampouco um esquecimento da autoridade: - o que pode ser mais ameaçador que um substituto especialmente preparado pelo titular, pronto para começar sua missão antes do tempo?

Muitos líderes são longevos porque não preparam sucessores, nem seus partidos, para existir sem eles. A eleição que se aproxima com irritante lentidão vai se tornando um plebiscito sobre um presidente longevo. Sublinhe-se, não há NEM HERDEIRO, NEM PROGRAMA.


COMBO ELEITORAL

A página inteira de jornal tomada por programas sociais e bondades eleitorais com impecável curadoria marqueteira, cada programa com seu material publicitário, não é um programa de governo, ou uma ideia de país. É, na verdade, um poderoso COMBO ELEITORAL DE ALTÍSSIMA OCTANAGEM (ou SACANAGEM, eu diria). 

Muitos líderes SÃO LONGEVOS PORQUE NÃO PREPARAM SUCESSORES, NEM SEUS PARTIDOS, para existir sem eles. A eleição que se aproxima com irritante lentidão vai se tornando um PLEBISCITO sobre um presidente longevo. Sublinhe-se, não há NEM HERDEIRO, NEM PROGRAMA.

Na visão dos economistas, da maior parte deles, na verdade, ressalvadas as exceções de sempre, o PACOTE ELEITORAL bem demonstra a CONTINUIDADE DA INCONSISTÊNCIA ENTRE AS POLÍTICAS FISCAL E MONETÁRIA, cuja expressão mais flagrante é a TAXA DE JUROS, que o GOVERNO ACHA QUE NÃO LHE PERTENCE, e que não consegue fazer cair.


DESCONFORTO

Claro que os juros não podem cair se a POLÍTICA FISCAL política fiscal SÓ FICA PIOR. O que podem fazer os dirigentes do Banco Central do Brasil se lhes é dada uma META DE INFLAÇÃO QUE NÃO FUNCIONA COMO RESULTADO FISCAL QUE O PALÁCIO ENTREGA?

Mas o presidente da República não está pensando em herdeiros, ou na continuidade do seu projeto. O único herdeiro da inconsistência é o IMPASSE. Na verdade, não se concebe que a presente inconsistência possa se manter por muito mais tempo, sem provocar uma mudança de rumos.

O Brasil parece procurar estabelecer a máxima de Lampedusa (tudo tem que mudar para que tudo fique como está) só que ao contrário: é preciso manter as coisas como estão, inclusive com este mesmo Presidente, para que tudo possa, afinal, mudar.

Pois é. Enquanto não muda, o Banco Central do Brasil precisa articular a espera, um enorme desafio de comunicação. Na verdade, quando se estuda a disciplina “comunicação para bancos centrais” não há notícia de protocolos para a defesa de uma política fiscal inconsistente com a meta, para não dizer coisa pior.

Parecem próximos de se esgotar os primeiros meses de harmonia entre o Palácio do Planalto e o seu indicado para a presidência do Banco Central. O Palácio emite sinais de desconforto com os comunicados da Autoridade Monetária, o que pode trazer o Doutor Sidônio para o comitê de redação dos comunicados do COPOM. Para evitar isso, ao que tudo indica, o presidente Galípolo explicou que o Banco Central do Brasil não deve se exceder em explicações.


SÓ FALTA O BRASIL...

Por tudo que estamos vendo na América Latina, o MOVIMENTO SENOIDAL está se fazendo presente, claramente, através do voto da maioria dos eleitores. A curva mostra que a FADIGA deu lugar à necessidade de mudança de líderes e, principalmente, do REGIME. Só falta o eleitor fazer valer o que impõe a ONDA SENOIDAL. 


























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/a-onda-senoidal-a-nosso-favor


O BRASIL ESTÁ VIRANDO A VENEZUELA!

 claudiobranchieri/youtube


O BRASIL ESTÁ VIRANDO A VENEZUELA!

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NINE ESTÁ GAGÁ

 DNMARIAHELENA/FACEBOOK




NINE ESTÁ GAGÁ



Delegados retirados, alerta ligado: Mendonça manda recado ao Planalto -

 gazetadopovo/youtube


Delegados retirados, alerta ligado: Mendonça manda recado ao Planalto - 


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Fernão Lara Mesquita Explica Por Que o Brasil Vive Seu Momento Mais Decisivo

 praetorium/youtube


Fernão Lara Mesquita Explica Por Que o Brasil Vive Seu Momento Mais Decisivo


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Saiba Como Foi o Discurso de Flávio nos EUA Contra o Tarifaço!

 andrémarsiglia/youtube


Saiba Como Foi o Discurso de Flávio nos EUA Contra o Tarifaço!

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"Não existe petista grátis": o DINHEIRO PÚBLICO por trás de Wagner Moura

 rubinhonunes/youtube


"Não existe petista grátis": o DINHEIRO PÚBLICO por trás de Wagner Moura


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Janja se reúne com mulheres muçulmanas para tratar de 'empoderamento feminino'

 revistaoeste/youtube


Janja se reúne com mulheres muçulmanas para tratar de 'empoderamento feminino'


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NÃO EXISTE O QUE ELES NÃO PODEM PIORAR

 PROF.CLAUDIOBRANCHIERI/FACEBOOK


NÃO EXISTE O QUE ELES NÃO PODEM PIORAR



Flagra: o Novo Esquema de Bilhões de Lula e do PT!

 deltandallagnol/youtube


Flagra: o Novo Esquema de Bilhões de Lula e do PT!


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terça-feira, 7 de julho de 2026

A propriedade privada

 Ludwig von Mises


A propriedade privada dos meios de produção é a instituição fundamental da economia de mercado. É a instituição cuja existência caracteriza a economia de mercado. Onde não há propriedade privada dos meios de produção não há economia de mercado.

Propriedade significa o poder de desfrutar de todos os serviços que um bem possa proporcionar. Essa noção cataláctica de direito de propriedade não deve ser confundida com a sua definição legal, conforme consta das leis dos vários países. A ideia dos legisladores e dos tribunais foi a de definir o conceito legal de propriedade de tal maneira que o proprietário recebesse plena proteção do aparato governamental de coerção e compulsão, e de maneira a impedir que os seus direitos fossem usurpados por outras pessoas. Na medida em que esse objetivo tenha sido adequadamente atingido, o conceito legal de direito de propriedade corresponde ao conceito cataláctico.

Entretanto, hoje em dia, existe uma tendência a abolir a instituição da propriedade privada através de uma mudança nas leis que definem o âmbito das ações que um proprietário tem o direito de empreender com as coisas que são de sua propriedade. Embora mantendo a expressão propriedade privada, essas reformas visam a substituir a propriedade privada pela propriedade pública. Essa tendência é o traço característico dos planos das várias escolas de socialismo cristão e de socialismo nacionalista. Poucos adeptos dessas escolas foram tão lúcidos quanto o filósofo nazista Othmar Spann ao enunciar explicitamente que a implementação de seus planos resultaria numa situação em que a instituição da propriedade privada seria preservada apenas num “sentido formal, enquanto de fato haveria apenas propriedade pública”.[1]

É preciso mencionar essas coisas a fim de evitar erros e confusões que são frequentemente cometidos. Ao tratar de propriedade privada, a cataláxia se refere ao controle que o proprietário tem sobre sua propriedade e não a conceitos, termos e definições legais. Propriedade privada significa que os proprietários determinam o emprego dos fatores de produção, enquanto que propriedade pública significa que o seu emprego é determinado pelo governo.

A propriedade privada é uma instituição humana. Não tem nada de sagrado. Sua existência remonta aos primórdios da história, quando as pessoas, com os seus próprios meios, se apropriam do que até então não era propriedade de ninguém. Seguidas vezes os proprietários tiveram suas propriedades expropriadas. A história da propriedade privada pode ser rastreada até um ponto em que as ações que a originaram certamente não foram legais. Virtualmente, todo dono é o sucessor legal, direto ou indireto, de pessoas que se tornaram proprietárias pela apropriação arbitrária de coisas sem dono ou pela espoliação violenta de seus predecessores.

Entretanto, o fato de que seja formalmente possível rastrear todo título de propriedade até uma apropriação arbitrária ou uma expropriação violenta não tem qualquer significação para o funcionamento da sociedade de mercado. A propriedade na economia de mercado não está mais ligada às origens remotas da propriedade privada. Esses eventos, de um passado distante, perdidos na escuridão da história dos primórdios do gênero humano, deixaram de ter qualquer importância nos dias de hoje. Isso porque, numa economia de mercado livre, os consumidores reiteram todos os dias a decisão sobre quem deve possuir e em que quantidade. Os consumidores alocam os meios de produção àqueles que sabem como usá-los melhor para satisfazer as necessidades mais urgentes dos próprios consumidores. Só num sentido legal e formalista podem os proprietários ser considerados sucessores daqueles que se apropriaram ou que expropriaram. Na realidade, são mandatários dos consumidores, premidos pelo funcionamento do mercado a servi-los da melhor maneira possível. No regime capitalista, a propriedade privada é a consumação da autodeterminação dos consumidores.

O significado da propriedade privada na sociedade de mercado é radicalmente diferente do significado que lhe é atribuído num sistema familiar autárquico. Onde cada família é economicamente autossuficiente, os meios de produção de sua propriedade servem exclusivamente ao proprietário; só ele recolhe as vantagens decorrentes de seu emprego.

Na sociedade de mercado, os proprietários de capital e de terras só podem usufruir de sua propriedade empregando-a para satisfazer as necessidades de outras pessoas. Precisam servir o consumidor para tirar alguma vantagem daquilo que lhes pertence. O próprio fato de serem possuidores de meios de produção força-os a se submeterem aos desejos do público.

A propriedade só é um ativo para aqueles que sabem como empregála, da melhor maneira possível, em benefício dos consumidores.

Este artigo foi extraído do capítulo 24 do livro Ação Humana









publicadaemhttps://mises.org.br/artigos/20055/a-propriedade-privada/.


FUTURO ADIADO

Alex Pipkin, PhD em Administração


Existem sociedades que resolvem problemas. Outras aprendem a conviver com eles.
No início, a diferença parece pequena. Com o tempo, torna-se a diferença entre construir o futuro e apenas sobreviver ao presente. As primeiras enfrentam as causas, mesmo quando isso exige sacrifícios. As segundas especializam-se em administrar consequências, adiar reformas e transformar soluções provisórias em modo permanente de governar.
Esse é o retrato mais preciso do Brasil.
Já não nos falta diagnóstico. Falta-nos disposição para enfrentar aquilo que o diagnóstico exige.
Substituímos a coragem de reformar pela habilidade de remendar.
Cada dificuldade produz um novo programa. Cada distorção gera uma nova regra. Cada fracasso justifica mais gasto, mais exceções e mais improviso. O problema nunca desaparece, apenas muda de lugar.
É como o navegador que passa a vida ajustando as velas enquanto se recusa a admitir que o casco faz água.
O mais inquietante é que esse mecanismo já não depende de um governo. Ele aprendeu a se reproduzir sozinho.
Todo sistema duradouro produz aquilo de que mais necessita; pessoas adaptadas ao seu funcionamento.
Governos passam, partidos passam, e narrativas passam. A engrenagem permanece.
Pouco a pouco, a política adapta seu discurso ao momento, a burocracia protege a si mesma, grupos organizados preservam seus benefícios e os cidadãos passam a considerar normal aquilo que, uma geração antes, pareceria inaceitável.
É assim que uma sociedade perde a capacidade de imaginar um futuro diferente.
Fala-se muito em empatia, mas quase nunca naquela dirigida às únicas pessoas totalmente ausentes da arena política. São as que ainda não nasceram. Elas herdarão o custo de cada reforma adiada, de cada privilégio preservado e de cada decisão substituída pela conveniência do presente.
A maior injustiça social não é a desigualdade entre os vivos. É permitir que uma geração consuma as oportunidades que pertencem à seguinte.
Civilizações não entram em declínio quando deixam de identificar seus problemas. Entram em declínio quando transformam o adiamento em estratégia, a adaptação em cultura e o futuro no lugar para onde empurram as consequências do presente.
Nesse momento, o amanhã deixa de ser uma promessa. Torna-se o espelho das escolhas que insistimos em adiar.
















PUBLICADAEMhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/futuro-adiado-010726

Mendonça Reage a Lula e Faz Dura Ameaça!

 ANDRÉMARSIGLIA/YOUTUBE


Mendonça Reage a Lula e Faz Dura Ameaça!


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https://www.youtube.com/watch?v=7mkTmQMRjNU

A Manobra da Defesa de Lulinha contra Mendonça!

 DELTANDALLAGNOL/YOUTUBE


A Manobra da Defesa de Lulinha contra Mendonça!


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https://www.youtube.com/watch?v=pvYgdmu71hw

Fernão Lara Mesquita EXPÕE a Verdade Sobre a ABIN e Faz um Alerta ao Brasil

 FERNÃOLARAMESQUITA/YOUTUBE


Fernão Lara Mesquita EXPÕE a Verdade Sobre a ABIN e Faz um Alerta ao Brasil


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https://www.youtube.com/watch?v=cIqfyPEyCDA

Mais ajuda quem pouco atrapalha

      Afonso Pires Faria


   Quantos absurdos são cometidos em nome do bem? E quantos deles já internalizamos e aceitamos como norma? Um deles é a obrigatoriedade da utilização do cinto de segurança. A alegação é de que ele protege os passageiros em caso de acidente. Perfeito. Nenhuma dúvida sobre isso.

Por que, então, somos obrigados a nos proteger de acidentes automobilísticos, mas não somos, por exemplo, obrigados a utilizar coletes à prova de balas quando andamos nas ruas das favelas do Rio de Janeiro? E por que não nos obrigam a ter uma arma de fogo em casa para proteger nossa família, ou quando andamos na rua durante a noite? Não! Eles não nos obrigam. Eles simplesmente nos proíbem. A coerência passa ao largo dos nossos legisladores e do nosso governo de plantão. Demagogia é o lema. É o Estado se agigantando e mostrando suas garras.

Quando não agimos mais por vontade própria e sim por ordem de um ente estatal, já estamos com o "buçal" na cabeça e o cabresto na mão deles. A razão e o bom senso deixam de valer em nome de uma ordem do Estado. Qualquer dia, este todo-poderoso, que tudo ordena, irá nos ensinar a falar a linguagem deles e não a nossa. E pode piorar. Já imaginou o dia em que resolverem que tens que chamar homem de mulher e mulher de homem, se assim se identificarem? E pode ficar mais repressivo ainda. O Estado vai te multar ou prender se chamares o indivíduo por aquilo que ele é, e não pelo que ele julga ser.

As leis são criadas sem qualquer critério de lógica e aplicabilidade. Leis estúpidas já abundam no nosso país. São leis, portarias, decretos e regulamentações que para nada servem, senão para confundir ou beneficiar algum setor que se encontra em dificuldade momentânea. Obrigar um cidadão a recompensar quem encontre e devolva um objeto roubado, proibir a exposição de recipientes com sal sobre a mesa de restaurantes, e obrigar a comercialização de preservativos em bares são alguns exemplos de leis criadas no nosso país.

Como levar a sério um governo que permite este tipo de legislação? Não são normas apenas ridículas. São, também, improdutivas. Algumas destas idiotices causam efeito contrário ao da finalidade a que se propõem. Senão vejamos: o Brasil aumenta o investimento em educação e perde posições no ranking mundial, segundo o PISA. Criam-se leis que protegem as mulheres de serem agredidas por seus companheiros. Após a sua criação o número de agressões e mortes, cresce exponencialmente. Todos estes absurdos, são produzidos por legisladores e governos muito bem remunerados. Sim, pagamos para pessoas criarem empecilhos na nossa vida.

















publicadaemhttps://www.puggina.org/outros-autores-artigo/mais-ajuda-quem-pouco-atrapalha__18694

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