Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

sábado, 5 de setembro de 2026

Socialistas de auditório e capitalistas de cartório

   Alex Pipkin 


Há pessoas que escondem o que pensam. Outras terceirizam ao grupo a própria dignidade de pensar.

Uma pesquisa do The Honesty Project, publicada pela The Free Press, mediu a distância entre convicção e encenação. Em público, 18% dos americanos afirmam que o país estaria melhor sob o socialismo. No privado, restam 11%. Na geração Z, quase um terço faz a profissão de fé diante da plateia; sem ela, apenas 14%.

A economia não mudou. Sumiu a plateia. O economista Timur Kuran chamou o fenômeno de falsificação de preferências. O indivíduo preserva a convicção, mas aluga a voz à tribo. Declara aquilo que compra pertencimento, protege sua reputação e o mantém fora do pelotão de fuzilamento moral. A opinião pública já não soma convicções privadas. Encena aquilo que todos supõem que os demais desejam ouvir.

Um liberal apressado poderia comemorar. Seria confortável e falso. A mesma pesquisa mostra que apenas 34% expressam, no privado, uma visão positiva do capitalismo. O socialismo ganhou prestígio como ornamento moral, mas não confiança como sistema. O capitalismo conservou a função, mas perdeu a reputação.

Parte dessa rejeição é merecida. Pessoas falsificam preferências. O Brasil falsificou o próprio capitalismo. Nunca consolidamos uma economia de mercado liderada pela iniciativa privada, com propriedade segura, contratos cumpridos, concorrência aberta, liberdade individual e de imprensa, responsabilidade fiscal, impostos suportáveis e um Estado que faça cumprir regras sem escolher protegidos. Juros civilizados seriam consequência da estabilidade e da confiança, não favor presidencial.

Em seu lugar, construímos o mercado para os anônimos e o Estado para os amigos. O pequeno empresário disputa clientes no balcão; o empresário de cartório disputa ministros no gabinete.
Isso não é capitalismo; evidente que não. É privilégio com CNPJ. Defender o mercado não é proteger os escolhidos do mercado.

Depois de mais de quinze anos somados no Planalto, o PT continua falando da pobreza com a indignação inaugural de quem acaba de desembarcar no país. Quando ela recua, recolhe o mérito; quando persiste, exige mais tempo, mais impostos, mais Estado e mais poder.

É um modelo de gestão perfeito. O êxito comprova a competência; o fracasso demonstra que ainda falta governo. No palco, os capitalistas de cartório retêm o lucro e despacham o risco ao contribuinte. Na plateia, os socialistas de auditório trocam aplausos por pertencimento. Do capitalismo, sobra apenas o nome. A pobreza, que deveria medir o fracasso do projeto, tornou-se a cláusula de renovação automática do poder.











PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/socialistas-de-auditorio-e-capitalistas-de-cartorio/


O que você prefere: o mercado ou a política?

     Og Leme


A resposta de um liberal à pergunta que serve de título a esta nota é: “ambos, mas nas suas devidas proporções”. O problema é chegar-se a um acordo sobre as proporções. Para o liberal, as proporções ideais são o máximo de mercado e o mínimo de política. Os não liberais estão de maneira geral inclinados a conceder mais espaço à política do que os liberais; o grau de preferência pela política vai determinar quem se aproxima mais da social-democracia ou do socialismo.

As sociedades têm duas opções organizacionais para solucionar seus problemas econômicos: a organização que privilegia as decisões individuais autônomas e responsáveis, e a que se refere a decisões coletivas do processo político, no qual os membros da sociedade atuam como se fossem uma unidade. No primeiro caso, a ação individual é orientada pelos propósitos pessoais do agente, que simultaneamente assume a responsabilidade pelo que fez ou deixou de fazer. A história nos tem mostrado, de maneira convincente, que essa busca de interesses individuais geralmente leva a benefícios de ordem social – a “mão invisível” de Adam Smith.

No segundo caso, o das decisões políticas, geralmente é invocado um suposto “bem comum” ou uma indefinível “justiça social”, em nome de cujas e discutíveis causas se comprometem os interesses pessoais dos cidadãos, a favor dos interesses ou propósitos nacionais. Neste segundo caso, a responsabilidade pela decisão é não apenas difusa, mas frequentemente anônima. Mais ainda, ao contrário das decisões de mercado que promovem benefícios sociais a despeito de serem motivadas por objetivos individuais, as decisões políticas comprometem a prosperidade social, a despeito das suas boas intenções de promovê-la. Trata-se da mão desastrada e visível do governo.

Os liberais preferem o processo de mercado ao processo político porque o primeiro é mais eficiente em termos econômicos e menos propenso à corrupção e à degradação social. Quando se amplia a jurisdição do processo político, obviamente em detrimento da jurisdição do mercado, maximiza-se a concentração dos poderes públicos com adições de poderes econômicos aos preexistentes poderes políticos. A concentração de poderes gera, entre outras coisas, corrupção. Por outro lado, há suficiente evidência empírica a respeito da relação funcional entre liberdade individual e prosperidade material. A preferência liberal pelo mercado se fundamenta, portanto, na evidência , e não na fé. Em que se fundamentam as preferências não liberais que atropelam a lógica, agridem direitos individuais e não dão menor atenção às lições da história?

Preferir o mercado não significa rejeitar o processo político, por mais precário que ele possa ser, e ele é muito precário. Os liberais aceitam o processo político de decisões sociais, a despeito de toda a sua precariedade. Isto é, para eles, o processo político é tão precário quanto é importante. E é importante porque há alguns problemas que o mercado não soluciona de maneira satisfatória: 1. os problemas que envolvem bens públicos (por exemplo, segurança interna e externa); 2. as externalidades positivas ou negativas (a educação básica produz externalidades positivas e a poluição produz externalidades negativas); 3. as situações de monopólios naturais ou técnicos (quando a presença estatal, por meio de regulamentos, é justificada para fazer face à concentração de poder econômico gerada pelo monopólio).

Essas três áreas de ação estatal concedem ao processo político uma enorme e vital área de atuação. Conceder mais espaço à ação estatal equivale a perder eficiência econômica, a aumentar a corrupção e a mutilar os direitos individuais à vida, à liberdade e à propriedade. A ampliação do alcance do processo político de decisões coletivas além de certo ponto pode significar inclusive e ironicamente o colapso do próprio processo político, conforme aconteceu na Itália fascista, na Alemanha nazista, na União Soviética, nos países socialistas do Leste Europeu e provavelmente ocorrerá em Cuba. O processo é tão precário que, ampliado além do absolutamente necessário, tende a ser aniquilado pela sua incompetência constitutiva.

















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/economia/voce-prefere-o-mercado-ou-a-politica/

REVOLUÇÃO DOS BICHOS - VERSÃO BRASILEIRA

gilbertosimõespires/pontocritico


REVOLUÇÃO DOS BICHOS - VERSÃO BRASILEIRA

Se o escritor britânico -George Orwell- vivo estivesse e como tal resolvesse reescrever a sua obra -A REVOLUÇÃO DOS BICHOS- adotando uma -VERSÃO BRASILEIRA-, é de se imaginar, com enorme probabilidade de acerto, que os principais -PORCOS (sorridentes e debochados)-, como NAPOLEÃO, BOLA DE NEVE (Snowball), GARGANTA (Squealer) e o VELHO MAJOR, que representam a ELITE INTELECTUAL QUE LIDERA A REVOLTA E CORROMPE O PODER PARA INSTAURAR UMA DITADURA TOTALITÁRIA, APARECERIAM VESTIDOS DE TOGA. 

A FRASE FAMOSA

Na eventual VERSÃO BRASILEIRA, há que se imaginar que a famosa frase -TODOS OS ANIMAIS SÃO IGUAIS, MAS ALGUNS SÃO MAIS IGUAIS DO QUE OUTROS-, que resume a hipocrisia de regimes autoritários que usam o discurso de igualdade para criar privilégios para a classe governante, seria, por óbvio, escrita assim: -OS PORCOS, QUE COMPÕEM A MAIORIA DOS MINISTROS DA SUPREMA CORTE, SÃO SUPERIORES A TUDO E A TODOS, POUCO IMPORTANDO O QUE MANDA E DETERMINA A CONSTITUIÇÃO DO PAÍS.

PARAÍSO COMUNISTA

No mais, tudo leva a crer que o livro - CUSTOMIZADO e/ou -ADAPTADO À REALIDADE BRASILEIRA- manteria intacta a história de -CORRUPÇÃO E MUITA TIRANIA - já expostas e retratadas por Orwell na sua importante obra. Notadamente porque o Brasil já possui todas as credenciais para ser classificado como -PARAÍSO COMUNISTA-, do tipo que foi proposto pela UNIÃO SOVIÉTICA NA ÉPOCA DE STALIN. 

LIBERDADE

Entretanto, a considerar que estamos às vésperas das ELEIÇÕES 2026, com boa chance de eleger FLÁVIO BOLSONARO para presidente, esta real possibilidade surge como uma PONTA DE ESPERANÇA, onde o BRASIL aparece como um PAÍS QUE, ENFIM, OPTOU PELA LIBERDADE. Que tal?  

























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/revolucao-dos-bichos-versao-brasileira

 

Consórcio de Lula com ministros do STF tenta isolar Mendonça, e isso é bom para ele

 Quanto mais o sistema estrebucha, mais a opinião pública o vê como juiz que não se dobra aos poderosos

diáriodopoder


André Mendonça logo se firmou como um dos mais admirados ministros do Supremo, por sua coragem, decência, rigor técnico e serenidade nas relatorias das fraudes bilionárias contra aposentados do INSS e clientes do Banco Master, atingindo poderosos em cheio, incluindo colegas. A turma que compartilha o poder no Brasil – Lula (PT), lulistas do STF e o presidente do Senado – tentam a isolar Mendonça, mas isso o fortalece: quanto mais o sistema estrebucha, mais a opinião pública o vê como juiz que não se dobra aos poderosos e inspira temor em cada um deles.

Inspirando confiança

A firmeza com que enfrenta o dilema de investigar o poder ou preservar o poder é o que o tornou, para os brasileiros, figura de confiança.

Reconhecimento

Agora, aonde chega, em eventos jurídicos ou nos cultos semanais de sua igreja em São Paulo, o tímido ministro André se vê ovacionado.

Tudo a seu tempo

Até mesmo antipetistas compreendem seu cuidado no caso envolvendo tráfico de influência e corrupção Lulinha, filho de Lula (PT).

Dilema do STF

Dividido entre relatoria e retaliação, o STF tem outro dilema: preservar ou hostilizar quem é sua esperança de reconquistar respeito e confiança.

Diário do Poder














publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/

Alexandre de Moraes provocou danos mais graves ao STF que os ataques do 8 de janeiro, diz O Estado de São Paulo

 Jornal descreve a relação entre o ministro e o ex-banqueiro como “promíscua” e “potencialmente criminosa”

Diário do Poder

O jornal O Estado de S. Paulo publicou editorial, na tarde desta sexta-feira (4), em tom duro sobre a crise aberta no Supremo Tribunal Federal após Alexandre de Moraes reagir às revelações sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. No texto, intitulado “Alexandre de Moraes vandaliza o Supremo”, o jornal considera o dano institucional causado pelo ministro ao STF foi mais grave que os atos de vandalismo sofrido pela Corte em 8 de janeiro de 2023.

A peça surge no calor da ofensiva de Moraes contra o colega André Mendonça, relator no STF das investigações sobre o Master. Segundo o Estadão, o estopim foi a publicação de novos detalhes extraídos de celulares de Vorcaro pela Polícia Federal, que reforçariam o grau de proximidade entre o banqueiro e o ministro — no contexto do contrato de R$131 milhões firmado com o escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes. O jornal descreve essa relação como “promíscua” e “potencialmente criminosa” e afirma que o único caminho republicano seria o afastamento voluntário de Moraes.

Em vez disso, o editorial acusa o ministro de ter acionado o inquérito das fake news — investigação que o próprio Estadão vem criticando há anos como instrumento pessoal — para “declarar guerra” a Mendonça, depois que este levantou o sigilo do relatório da PF. O jornal também desqualifica o chamado “relatório de inteligência” usado por Moraes para imputar a Mendonça improbidade, abuso de autoridade e violação da Loman: segundo o texto, o documento não tem cabeçalho oficial, não é assinado por delegado e o próprio corpo do papel admite “baixa a moderada confiabilidade” e ausência de valor probatório. Fachin, presidente da Corte, recusou incluir Mendonça no rol de investigados.

O Estadão vai além do episódio pontual. Afirma, “sem rodeios”, que Moraes e os ministros que o protegem — “a começar pelo decano” Gilmar Mendes — se tornaram “a maior fonte de instabilidade democrática no País”. Acusa essa ala de ter transformado o STF, criado em 1891, numa “aberração corporativista”. Também denuncia o que chama de instrumentalização da Polícia Federal, ora acionada para produzir peças a gosto de um ministro, ora orientada a ignorar decisões de outro.

O texto fecha com um recado direto a Edson Fachin: cabe ao presidente da Corte “liderar essa histórica missão de resgate” da instituição. Se o fizer, diz o jornal, terá o apoio do Estadão.A publicação se insere numa sequência de editoriais do próprio jornal — entre eles “Moraes tem de sair do Supremo” — e coincide com cobertura semelhante em outros veículos, que nesta sexta-feira (4) também descreveram o ataque a Mendonça como um desvio da questão de fundo: as suspeitas sobre o contrato milionário e as mensagens atribuídas a Vorcaro. A crise no STF segue aberta, com Fachin cobrando informações dos ministros envolvidos, da PGR e da direção da PF.

Diário do Poder












publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/09/alexandre-de-moraes-provocou-danos-mais.html


Eduardo Saverin e o bilhão que a esquerda nunca vai conseguir cobrar

 rubinhonunes/youtube


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https://www.youtube.com/watch?v=OFQ_XBtNBpA

OS GRANDES NÚMEROS DO PT

 AVOZDOPOVO/INSTAGRAM


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TÁ QUASE LÁ! SE A IMPRENSA NÃO RECUAR O BRASIL SAI DO PESADELO

 fernaolaramesquita/youtube


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https://www.youtube.com/watch?v=nLpaMGOvq0w

O STF Conseguirá Destruir André Mendonça?

 andremarsiglia/youtube


O STF Conseguirá Destruir André Mendonça?

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https://www.youtube.com/watch?v=Pfet6mxtZnw

Alcolumbre Vai Fazer Impeachment de Mendonça!

 deltandallagnol/youtube


Alcolumbre Vai Fazer Impeachment de Mendonça!


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https://www.youtube.com/watch?v=QzvW3bc-XSc

o DINHEIRO É O MESMO DE 1994 SÓ QUE O QUE ELE COMPRA NÃO...

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32 ANOS DE INFLAÇÃO NO PLANO REAL 



FALANDO AS VERDADES PARA OS CATÓLICOS

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ENTENDA O TAMANHO DA INDUSTRIA DA DOENÇA

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