Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

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sábado, 16 de maio de 2026

A verdadeira história do acidente na Usina Nuclear V.I. Lênin de “Chernobyl”

  Rainer Zitelmann 


Em 26 de abril, a catástrofe conhecida como “Chernobyl” completa seu 40º aniversário. O que a maioria das pessoas provavelmente não sabe é que essa usina nuclear levava orgulhosamente o nome oficial de Usina Nuclear Vladimir I. Lênin (Чернобыльская АЭС им. В. И. Ленина) em homenagem ao líder comunista e fundador do Estado, porque, após o acidente, “Chernobyl” passou a ser sinônimo dos perigos gerais da energia nuclear e não das falhas e riscos ambientais que haviam sido deixados sem controle sob o socialismo.

Em sua obra Midnight in Chernobyl [em português, Meia-noite em Chernobyl], o jornalista britânico Adam Higginbotham demonstra que o maior desastre nuclear da história foi resultado direto de problemas endêmicos em praticamente todos os níveis do sistema econômico soviético. Esse fato já era evidente desde o início da construção da usina: “Peças mecânicas essenciais e materiais de construção frequentemente chegavam atrasados, ou simplesmente não chegavam, e aqueles que chegavam muitas vezes eram defeituosos. O aço e o zircônio — essenciais para os quilômetros de tubulações e as centenas de conjuntos de combustível que seriam instalados no coração dos enormes reatores — estavam ambos em falta; tubulações e concreto armado destinados ao uso nuclear frequentemente se mostravam tão mal fabricados que precisavam ser descartados”.

O telhado do salão das turbinas da usina era revestido com betume altamente inflamável, embora isso contrariasse as normas. O motivo: o material mais resistente ao fogo que deveria ter sido utilizado simplesmente nem era produzido na URSS. O concreto era defeituoso e os trabalhadores não dispunham de ferramentas elétricas — uma equipe de agentes e informantes da KGB na usina relatou uma sucessão contínua de falhas na construção. À medida que o quarto reator da usina se aproximava da conclusão, um teste de segurança demorado nas turbinas da unidade ainda não havia sido concluído dentro do prazo estabelecido por Moscou para o último dia de dezembro de 1983.

Investigações realizadas na União Soviética após o acidente confirmaram que o tipo de reator RBMK não atendia aos padrões modernos de segurança e que, mesmo antes do acidente, jamais teria sido autorizado a operar fora das fronteiras da URSS. “O acidente era inevitável… Se não tivesse acontecido aqui e agora, teria acontecido em outro lugar”, admitiu o primeiro-ministro da URSS Nikolai Ryzhkov.

As autoridades soviéticas inicialmente tentaram encobrir a real dimensão do acidente, assim como já haviam encoberto uma longa série de acidentes anteriores em usinas nucleares. Como um dos doze membros fundadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), desde 1957, a União Soviética era obrigada a reportar qualquer acidente nuclear ocorrido dentro de suas fronteiras. Ainda assim, nenhum dos dezenas de acidentes perigosos que ocorreram em instalações nucleares soviéticas nas décadas seguintes foi sequer mencionado à AIEA. “Por quase trinta anos, tanto o público soviético quanto o restante do mundo foram levados a acreditar que a URSS operava a indústria nuclear mais segura do mundo.”

Em contraste, o acidente relativamente inofensivo na usina nuclear de Three Mile Island, próxima a Harrisburg, no estado da Pennsylvania, em 28 de março de 1979, foi explorado por autoridades soviéticas como um exemplo de quão inseguras seriam as usinas nucleares sob o capitalismo. Muitos veículos de mídia na Europa Ocidental adotaram essa distorção dos fatos de forma acrítica.

Após o acidente na usina nuclear Vladimir Lênin, em Chernobyl, autoridades soviéticas mantiveram a política de encobrimento e alegaram que a causa do desastre não passava de erro humano. Em um julgamento de grande repercussão, vários funcionários da usina foram condenados. Mas Valery Legasov, vice-diretor do Instituto de Energia Atômica da União Soviética, acabou chegando à conclusão de que foi o “fracasso profundo do experimento social soviético e não apenas um punhado de operadores de reator imprudentes, que […] foi responsável pela catástrofe.” Em uma entrevista à revista literária Novy Mir, ele advertiu que outra catástrofe como Chernobyl poderia ocorrer, a qualquer momento, em qualquer uma das demais usinas nucleares RBMK da URSS.

O especialista, consumido pela doença e pelo desespero diante do que havia acontecido e tendo estudado o acidente e suas causas mais profundamente do que provavelmente qualquer outra pessoa, gravou em fita um depoimento, que foi publicado no Pravda pouco depois de sua morte (o que foi possível naquele momento porque se tratava do auge das liberdades concedidas aos editores da mídia controlada pelo Partido pela glasnost de Gorbachev no início de 1986). No artigo de setembro de 1988, Legasov declarou: “Depois de visitar a usina nuclear de Chernobyl, cheguei à conclusão de que o acidente foi a apoteose inevitável do sistema econômico que havia sido desenvolvido na URSS ao longo de muitas décadas… É Meu Dever Dizer Isso.”

As causas estavam tão profundamente enraizadas na estrutura do sistema econômico planificado que os esforços de políticos e cientistas soviéticos para promover mudanças após o desastre foram malsucedidos. Um relatório interno ao Comitê Central do CPSU, elaborado um ano após o acidente de Chernobyl, observou que, nos doze meses seguintes ao desastre, ocorreram 320 falhas de equipamentos em usinas nucleares soviéticas, das quais 160 resultaram em desligamentos de emergência de reatores.














publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/historia/a-verdadeira-historia-do-acidente-na-usina-nuclear-v-i-lenin-de-chernobyl/

'Alexandre de Moraes, o homem de R$ 129 milhões, não quer paz',

 escreve Cristyan Costa Ao suspender a Lei da Dosimetria, o cara de R$ 129 milhões frustra presos do 8 de janeiro e seus familiares, que mal tiveram tempo de comemorar a aprovação no Senado


N a tarde de 8 de maio, familiares dos envolvidos no 8 de janeiro que sonhavam com a anistia celebraram a promulgação da Lei da Dosimetria pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), depois de o Congresso ter derrubado os vetos integrais do presidente Lula ao texto aprovado pelo Parlamento. A redução de penas, a progressão de regime e a revisão de condenações desproporcionais finalmente passariam a valer para pessoas como Débora Rodrigues, conhecida por ter escrito com batom as palavras “Perdeu mané” na estátua da Justiça. Os 14 anos que a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) fixou para a cabeleireira de Paulínia (SP), por exemplo, cairiam para pouco mais de três. Em outras situações, como a da suposta trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpriria 19 anos, em vez de 27. 

O sonho dos presos se tornou um pesadelo em menos de 48 horas. Isso porque o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes suspendeu os efeitos da nova lei e congelou pedidos de soltura, que àquela altura somavam aproximadamente 30. Nos bastidores do STF, o volume de processos mexeu com os ânimos do ministro, que costuma ficar “implicante quando cisma com alguma coisa”, conforme disse um servidor de seu gabinete. A justificativa oficial dada por Moraes, contudo, é a da “necessidade de garantir segurança jurídica”. O magistrado observou, no despacho, que havia ações de partidos de esquerda interpelando a constitucionalidade da lei no STF, o que o impediu de atender às defesas. Por isso, para ele, permitir a aplicação imediata do dispositivo, antes de o STF julgar os outros casos, poderia provocar uma “sucessão de revisões”. 

A lei havia sido construída ao longo de meses de negociações políticas e jurídicas em Brasília. O texto contou com discussões envolvendo parlamentares, juristas e gente do STF. Ainda em 2024, em entrevista à Revista Oeste, o ex-presidente Michel Temer já havia sinalizado que o tribunal caminhava para rever, ao menos parcialmente, as penas impostas aos condenados. “Vejo que a atual postura do STF tem sinalizado no sentido de que, num futuro próximo, não é improvável que haja diminuição do tempo que essas pessoas ficarão presas”, observou Temer. 

Nos bastidores da articulação, ele participou diretamente das conversas sobre a proposta e chegou a telefonar para os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, em um encontro, para redesenhar um projeto de lei sem muita sustância do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). O texto de Crivella se tornou a opção de consenso entre a oposição e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), responsável por pautar a medida com urgência e encerrar quanto antes o assunto do 8 de janeiro.

Limbo jurídico Como ainda não há data para o STF deliberar a respeito dos questionamentos apresentados por Psol, PT, Rede, PCdoB e PV, os manifestantes, cujas vidas estão suspensas há três anos, entram agora numa espécie de limbo jurídico. Na avaliação de um ministro da Corte ouvido reservadamente pela reportagem, o argumento de Moraes “não para de pé”. Como a lei foi aprovada pelo Congresso Nacional, teve os vetos derrubados e acabou promulgada pelo presidente do Senado, ela passou a “gozar plenamente de presunção de constitucionalidade”, afirmou o magistrado. 

Por essa lógica, Moraes poderia ter autorizado que os pedidos de revisão de pena fossem analisados em lotes, como ocorreu nos julgamentos de condenação, decidir analisar caso a caso ou levar tudo aos plenários físico ou virtual, sobretudo nos processos que já se encontram em fase de execução penal. Posteriormente, o STF arquivaria os requerimentos da esquerda, que já teriam perdido efeito diante das modulações das penas. Um ministro do STF acrescentou a Oeste que existe “o princípio da retroatividade da norma penal mais benéfica”, previsto na Constituição e no Código Penal. Ou seja: se uma nova regra penal for mais favorável ao réu ou condenado, ela pode ser aplicada a fatos ocorridos anteriormente. “A tendência natural seria permitir a aplicação imediata das novas regras aos condenados do 8 de janeiro, principalmente nos casos sem violência direta, liderança ou financiamento dos atos”, observou o ministro. 

A reação de Moraes surpreendeu parte da classe política e até ministros do STF, porque a proposta nada mais era que um “acordão” entre os Poderes, que rejeitavam a anistia pura. Lideranças do centrão dizem que a construção da lei ocorreu justamente para produzir uma saída institucional “menos traumática, que agradasse a gregos e troianos”. O ato do ministro rompeu esse ambiente de acomodação política construído nos últimos meses. Integrantes do Congresso passaram a relatar perplexidade com a suspensão imediata da lei, especialmente após negociações durante a tramitação do texto. O desconforto atingiu inclusive integrantes do Supremo. “Em se tratando dele, é difícil prever qualquer coisa”, disse um juiz do STF.


Vidas suspensas 

O alcance da decisão de Moraes ajuda a explicar a tensão criada entre Legislativo e Judiciário. Atualmente, há 190 presos por causa do protesto, dos quais 111 cumprem pena em regime fechado e outros 55 em casa. A nova lei poderia alterar diretamente a situação de parte deles, principalmente nos casos envolvendo réus sem liderança, financiamento ou participação comprovada em atos de violência. De acordo com o mais recente relatório do STF, 1.402 pessoas já foram responsabilizadas. Destas, 431 receberam penas privativas de liberdade (reclusão ou detenção). Outras 58 tiveram punição de 17 anos de prisão.

Enquanto o STF não define o que fazer, as defesas dos presos buscam saídas alternativas para assegurar a soltura dos manifestantes. Advogados começaram a solicitar atestados de pena atualizados aos presídios, relatórios de trabalho e leitura a fim de computar remição e prontuários médicos que possam sustentar requerimentos de prisão humanitária. Com suas solicitações negadas por Moraes, o advogado Hélio Júnior, que cuida do caso de Débora, lamentou o tratamento dado a cabeleireira. Ele observou que criminosos bem mais perigosos conseguiram ao menos o regime semiaberto ao cumprirem a pena, entre eles, Suzane von Richthofen e Cristian Cravinhos, além do casal Nardoni. 

A prometida pacificação virou mais um capítulo da guerra entre os Poderes. E o país que aguardava uma solução institucional para o 8 de janeiro terminou novamente dependente da decisão de um único homem.


Cristyan Costa - Revista Oester


DERROTAS INDISFARÇÁVEIS

 gilbertosimoespires/pontocritico


DERROTAS

Por tudo que estamos assistindo no dia a dia do nosso empobrecido Brasil, todos aqueles que muito por pura teimosia ainda resolvem -INVESTIR E PROSPERAR-, o atento GOVERNO LULA E SEUS DILETOS APOIADORES, sem dar mínima trégua, tratam de IMPOR todos os tipos de DIFICULDADES cujos resultados soam como indisfarçáveis DERROTAS.  


YPÊ E A TAXA DAS BLUSINHAS

Concorrendo com o rumoroso CASO que envolve o desinfetante YPÊ, onde a estranha ANVISA -AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA- orientou uma interrupção imediata do seu uso e logo após LIBEROU, mas -PASMEM- manteve a recomendação de NÃO UTILIZAR PRODUTOS YPÊ, o que significa uma DERROTA PARA O FABRICANTE, ontem, o presidente LULA, -DESTRUIDOR DA ECONOMIA- entrou em ação e, numa penada, REVOGOU A CHAMADA -TAXA DAS BLUSINHAS-.


CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR PARA EMPRESAS QUE ATUAM NO PAÍS

Ou seja, AO ZERAR A ALÍQUOTA DE IMPORTAÇÃO DE 20% SOBRE ENCOMENDAS INTERNACIONAIS DE ATÉ 50 DÓLARES, LULA IMPÔS UMA GRANDE DERROTA ÀS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO NOSSO PAÍS, uma vez que ESSAS EMPRESAS VOLTARAM A OPERAR COM CARGA TRIBUTÁRIA MAIOR DO QUE A DOS ESTRANGEIROS. Que tal?


SOB A MIRA DO PETISTA DESTRUIDOR

Antes de tudo, para que não paire dúvida, ENTENDO QUE ZERAR IMPOSTOS É ALGO QUE DEVE SER SEMPRE MUITO FESTEJADO. NO CASO DA ELIMINAÇÃO DA-TAXA DAS BLUSINHAS- APENAS PARA COMPRAS INTERNACIONAIS É IMPOR UMA DERROTA HUMILHANTE E PRA LÁ DE DESONESTA ÀS EMPRESAS QUE ATUAM DENTRO DO NOSSO PAÍS. Como bem refere o site da EXAME, a LOJA RENNER, a C&A e a RIACHUELO, por exemplo, sofreram GRANDES DERROTAS. Todas, certamente, estavam sob a mira do PETISTA DESTRUIDOR DE EMPRESAS QUE INVESTEM NO BRASIL. 


VÉIO DA HAVAN

A HAVAN, outra grande empresa de varejo que também foi atingida em cheio deixou o empresário Luciano Hang, com razão, fortemente contrariado.  Ao defender a IGUALDADE DE TRATAMENTO TRIBUTÁRIO entre produtos importados e nacionais, o VÉIO DA HAVAN disse -ser favorável à redução de impostos, mas que isso aconteça de FORMA IGUAL PARA TODOS. -Se vão tirar o imposto da entrada de produtos estrangeiros de até 50 dólares no Brasil, então que tirem igualmente dos produtos brasileiros. Não dá para aliviar para quem vem de fora e continuar sufocando quem produz, emprega e paga impostos no país”, afirmou.













publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/derrotas-indisfarcaveis

Governo corrupto do ex-presidiário Lula torrou mais de R$2 trilhões só neste ano

 diariodopoder


Governo corrupto do ex-presidiário Lula torrou mais de R$2 trilhões só neste ano

O governo corrupto do ex-presidiário Lula já conseguiu torrar mais de R$2 trilhões, este ano, segundo a plataforma Ga$to Brasil, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), que contabiliza os gastos das esferas dos governos municipais, estaduais e federal. A administração federal de Lula (PT) é, de longe, o maior gastão: torrou mais de R$912 bilhões, até o momento.

Executivo federal

Só o Poder Executivo federal, sob responsabilidade direta do governo petista, gastou R$117 bilhões com pessoal e encargos, este ano.

Comparação

O Legislativo federal, que inclui o Congresso Nacional e Tribunal de Contas da União, gastou pouco mais de R$2 bilhões no mesmo período.

Quase metade

As 27 administrações estaduais gastaram somadas R$531 bilhões e os mais de 5,5 mil governos municipais, R$542 bilhões







publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/05/governo-corrupto-do-ex-presidiario-lula.html

CORRUPÇÃO ENDÊMICA

 gilbertosimoespires/pontocritico


RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO

Dando seguimento à proposta de dar VOZ E ESPAÇO AOS -PENSADORES- que se propõem a produzir textos e/ou comentários voltados ao constante esclarecimento da importante -RELAÇÃO DE CAUSA E EFEITO- sobre os principais acontecimentos políticos, sociais e econômicos que interferem no nosso cotidiano onde a LÓGICA DE RACIOCÍNIO é pouco ou nada exercitada, reservei o EDITORIAL desta 6ª feira para compartilhar o ótimo texto -ESSE É O BRASIL NO QUAL VIVEMOS- produzido pelo pensador Roberto Rachewsky. Eis:  

CORRUPÇÃO ENDÊMICA

Não tem outro jeito. Só existe um. Se quisermos acabar com a corrupção endêmica temos que acabar com a doença. A corrupção ora é sintoma ora é tratamento paliativo contra o grande mal que aflige a sociedade brasileira e todas aquelas onde o governo é hipertrofiado. A doença parece ser congênita, parece ser genética, mas não é. Ela é transmissível e pode ser curada. Essa doença atende pelo nome científico -COLETIVISMO ESTATISTA CORPORATIVISTA-. É COLETIVISMO porque ela transforma uma sociedade de indivíduos em uma pasta amorfa. É ESTATISTA porque ela se vale da coerção do estado. Ela é CORPORATIVISTA porque nessa massa amorfa se formam grupos de interesse específico, uns tentando obter ganhos imerecidos violando direitos alheios e outros tentando se defender daqueles.

RACIONALIDADE

Existe uma VACINA contra a doença, mas não contra os doentes afetados pelo mal. A vacina se chama RACIONALIDADE. Ela desenvolve a autoestima e virtudes que fazem os indivíduos se destacarem da massa amorfa e lutar por uma vida virtuosa na qual honestidade, integridade, produtividade, independência, justiça e orgulho próprio e merecido fazem parte. São essas virtudes que fazem com que cada um de nós rejeite e combata o mal que permite que o coletivo através do estado e do governo se imiscua nas nossas vidas retirando a nossa titularidade, a nossa liberdade, regulando, controlando e confiscando a nossa propriedade, sequestrando nossa capacidade de buscar a nossa felicidade como a cada um aprouver.

UMA SOCIEDADE COMPOSTA MAJORITARIAMENTE DE PARASITAS

A doença não nasce no governo. Ela começa no seio da sociedade. O governo apenas é o melhor instrumento para que aqueles na sociedade afetados pela doença satisfaçam seus vícios e perversões. Sim, precisamos separar o governo da economia como separamos da religião. Mas isso não vai acontecer enquanto não separarmos o governo da educação, da cultura, da ciência, da saúde, da previdência. O Brasil está tão doente que quase toda a população é dependente do governo. Quanto mais dependente formos do governo, maior será a corrupção. Esse é o Brasil no qual vivemos. Uma sociedade composta majoritariamente de parasitas.
























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SOCIALISMO DE CNPJ ALHEIO

 Por Alex Pipkin, PhD em Administração


O estatismo no Brasil deixou de ser apenas uma escolha econômica. Tornou-se um método de organização moral da sociedade.
A novidade já não está no tamanho do Estado, mas na sua ambição litúrgica. Preservou-se a fachada da propriedade privada, enquanto se estatizou, progressivamente, o direito de decidir.
O empresário continua sendo formalmente o titular do patrimônio. Apenas já não é mais plenamente dono da liberdade de administrá-lo. Transformou-se numa espécie de zelador de luxo do próprio negócio, encarregado de manter os ativos funcionando enquanto o governo define, cada vez mais, os limites da operação.
Eis o socialismo de CNPJ alheio. Um sistema sofisticado que dispensa desapropriações cinematográficas porque descobriu algo muito mais eficiente. Ter o controle sem comprar, sufocar sem estatizar e capturar o lucro sem assumir o risco.
Até a China comunista compreendeu que empresas precisam de oxigênio, lucro e obediência aos sinais de mercado para não colapsarem.
Já o Brasil resolveu inovar no atraso. Adotou um modelo em que o empreendedor assume o risco integral, o burocrata interfere na operação e a conta, invariavelmente, termina no colo do contribuinte. Tudo, naturalmente, sob o pretexto do “bem comum”.
Multiplicam-se normas, cruzadas humanitárias e o fetiche da judicialização, conduzidos com notável desenvoltura por pessoas que jamais dependeram da produtividade para sobreviver. A última fronteira desse bom-mocismo econômico é a tentativa de revogar a escassez por decreto, vendendo a fantasia de que se pode trabalhar menos ganhando igual.
Como toda mágica populista, a realidade desaparece apenas temporariamente. Depois retorna sob a forma de desemprego, informalidade, juros altos e estagnação sem-fim.
O discurso oficial segue denunciando os “males do capitalismo”, enquanto o país afunda justamente pela ausência do capitalismo de verdade.
Não vivemos o livre mercado. Vivemos algo mais tropical e dissimulado, um sistema em que o Estado não precisa possuir os meios de produção porque já se tornou sócio majoritário do arbítrio econômico.
Não estamos caminhando para o socialismo de barba e farda do século XX. Estamos mergulhando em um socialismo de planilha e carimbo, no qual o governo não confisca a sua empresa; ele apenas a transforma, lentamente, em uma repartição pública da qual você, por puro azar, ainda é o responsável legal.
Os velhos socialistas queriam estatizar empresas. Os novos perceberam que é muito mais eficiente estatizar empresários.















publicadaemhttps://www.pontocritico.com/espaco-pensar-artigo/socialismo-de-cnpj-alheio-150526

'Banco' Master financiou 7 eventos com cúpula - leia-se, 'cartel lula-stf-globolixo' - de Brasília no exterior

 Instituição de Daniel Vorcaro bancou fóruns frequentados por ministros do STF e políticos de peso

Erich Mafra -  Revista Oeste


O Banco Master pagou as despesas de pelo menos sete eventos voltados para as principais autoridades dos Três Poderes. As conferências aconteceram entre 2022 e 2025, anos que marcaram a explosão no crescimento da instituição financeira antes de sofrer liquidação judicial. O número de eventos foi levantado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A maioria das reuniões ocorreu em hotéis de luxo na Europa e nos Estados Unidos. O dono do banco, Daniel Vorcaro, utilizou os fóruns para construir uma rede de contatos com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), magistrados e congressistas. As cidades escolhidas para os encontros foram Nova York, Londres, Roma, Paris e Cambridge. 


Mensagens e comemoração nos bastidores 

O banqueiro comemorou o trânsito livre com os juízes em mensagens enviadas para a ex-namorada em abril de 2024. Vorcaro realizou uma palestra em Londres, no 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias, do qual era patrocinados oficial. 'Acabei de dar o discurso para os ministros. Todos ministros do Brasil. Do STF, STJ, etc. E euzinho discursando”, escreveu o empresário.

A lista de apoios financeiros inclui o Summit Valor Econômico Brazil–USA, feito em Nova York pelo Grupo Globo. O Banco Master figurou como o investidor principal do debate. A Globo informou em nota que a captação segue o mercado tradicional de mídia e que o seminário não serviu para reuniões secretas de relacionamento.


Ministros no circuito europeu

O dinheiro de Vorcaro bancou também o 2º Fórum Esfera Internacional, em Roma. O evento reuniu o então presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e o ministro Dias Toffoli. O banqueiro dividiu o palco de debates com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), político que o empresário classifica em suas conversas privadas como um grande amigo. 

Dias Toffoli compareceu a outra agenda financiada pelo Master no hotel Fairmont, em Copacabana, durante o 23º Fórum Empresarial Lide. A marca do banco apareceu ainda na Brazil Conference, realizada por alunos brasileiros nas universidades norte-americanas Harvard e MIT.


Erich Mafra -  Revista Oeste












publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/05/banco-master-financiou-7-eventos-com.html

Mendonça está FURIOSO com a PF: veja o motivo!

 deltandallagnol/youtube


Mendonça está FURIOSO com a PF: veja o motivo!

clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=bw93ZgKgkvQ

Por que a ESQUERDA tem PÂNICO de educação financeira nas escolas?

 rubinhonunes/youtube


Por que a ESQUERDA tem PÂNICO de educação financeira nas escolas?


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=NDXqTVgR7gw

Quem vazou o áudio de Flávio com Vorcaro? Os 2 suspeitos!

andremarsiglia/youtube


Quem vazou o áudio de Flávio com Vorcaro? Os 2 suspeitos!


clique no link abaixo e assista

https://www.youtube.com/watch?v=aZRwJLf19Xc

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