Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Os impostos que empobrecem os mais pobres

 Gustavo Machado

Existe um consenso político conveniente no Brasil: o Estado protege os pobres. Programas sociais, subsídios, transferências de renda. A narrativa é sedutora. Os dados, porém, contam uma história diferente.

O mecanismo é simples: o governo gasta além do que arrecada, e o déficit é financiado com aumento da dívida, pressionando juros e exigindo mais arrecadação, para cobrir os encargos crescentes.

A carga tributária brasileira atingiu 32,4% do PIB em 2025, o maior nível da série histórica. Mas o número agregado esconde o problema real: os tributos sobre o consumo representam 14% do PIB – a maior fatia de toda a arrecadação. São os impostos embutidos no preço do arroz, do feijão e de todos os produtos do dia a dia.

Quem mais sofre com essa tributação indireta são exatamente as famílias de menor renda, que destinam proporção muito maior do orçamento ao consumo básico. Um executivo que ganha R$ 50 mil por mês e compra o mesmo quilo de arroz que um trabalhador que ganha R$ 2 mil paga o mesmo imposto embutido. Em termos relativos, o trabalhador é tributado proporcionalmente muito mais.

A inflação aprofunda esse efeito. Quando o governo expande gastos via crédito subsidiado ou transferências sem contrapartida fiscal, injeta demanda numa economia que já opera próximo da capacidade, e os preços sobem. Quando os preços sobem, a arrecadação também cresce, afinal, o imposto está atrelado aos produtos.

O paradoxo é cruel. O mesmo Estado que se apresenta como protetor dos pobres financia parte de sua expansão à custa deles. Gasta, inflaciona, tributa o consumo inflacionado e repete o ciclo. O resultado é uma transferência silenciosa de renda dos mais pobres para o Estado – repetida a cada ciclo fiscal.

Mais de dois terços da população brasileira ganham até dois salários mínimos e destinam proporção muito maior da renda ao consumo básico, no qual a carga tributária indireta é mais pesada.

A política de proteção, na realidade, está tornando os pobres cada vez mais pobres e dependentes do Estado, que, curiosamente, é sustentado por eles, por meio de tributos indiretos.

A solução não está em mais redistribuição, está em menos Estado. Gasto reduzido gera menor pressão inflacionária e baixa na tributação sobre o consumo. Um governo que respeita restrições orçamentárias não precisa cobrar o custo da sua irresponsabilidade de quem menos pode pagar.

*Gustavo Machado é economista e associado do Instituto de Estudos Empresariais (IEE).











publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/os-impostos-que-empobrecem-os-mais-pobres/


O BIOMBO DA FALSIDADE

 gilbertosimõespires/pontocritico


CONCLUSÃO CÍNICA

Nesta manhã, enquanto separava os assuntos que melhor se enquadravam para pautar o editorial de hoje, me chamou a atenção a -OPINIÃO DO ESTADÃO de  09/06-, com o título -LULA QUEBRA O BRASIL PARA SE REELEGER-, na qual a cúpula do jornal aponta (no meu entender com muito cinismo) que o DESTRUIDOR PETISTA -USA TRUQUES CONTÁBEIS PARA ESCONDER O AUMENTO CAVALAR DE DESPESAS, LEMBRANDO AS MALFADADAS PEDALADAS FISCAIS DE DILMA. Mais: faz uma alerta ao dizer que a CONTA DA DÍVIDA PÚBLICA EXPLOSIVA SEMPRE CHEGA. 

CONSÓRCIO DE VEÍCULOS DE IMPRENSA

Antes de tudo, para que fique bem claro, o ESTADÃO integrou o CONSÓRCIO DE VEÍCULOS DE IMPRENSA criado, em junho de 2020, por seis grandes meios de comunicação brasileiros (UOL, FOLHA DE S.PAULO, O GLOBO, G1, EXTRA E ESTADÃO) com o FALSO PROPÓSITO DE DIVULGAR OS DADOS DA PANDEMIA DE COVID. Digo FALSO porque o CONSÓRCIO DA MÍDIA foi criado com o propósito de DETONAR AS DECISÕES TOMADAS pelo presidente Jair Bolsonaro, definindo o então Chefe do Executivo, de forma organizada e amplamente repetitiva, em todos os noticiários, como UM DOS MAIORES NEGACIONISTAS DO CORONAVÍRUS DO MUNDO. Mais: o CONSÓRCIO nunca escondeu que FARIA DE TUDO PARA ELEGER LULA, EM 2022, mesmo sabendo que o BRASIL SERIA DESTRUÍDO, como agora afirma no referido editorial. 

POUCA VERGONHA

Pois, pelo que revela o conteúdo da OPINIÃO DO ESTADÃO, tudo leva a crer que os responsáveis pelos editoriais e opiniões do jornal estavam vivendo em outra galáxia, sem saber da consistente destruição do Brasil desde que Lula assumiu a presidência. Tanto é que o texto de hoje diz, de -forma surpreendente-, que o governo LULA vem patrocinando uma série de medidas para tentar levantar sua popularidade e ajudar em sua reeleição. Diz mais: ninguém, até o momento, havia tido a paciência de somar todas as “pequenas bondades eleitorais” que, tomadas uma a uma, parecem inofensivas. Para tanto usa o relatório - nada bonito- da XP Investimentos, produzido pelo economista Marcos Mendes, no qual informa que - somente neste ano- foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de R$ 215 bilhões em AUMENTO DE DESPESAS OU REDUÇÃO DE RECEITAS. Em comparação, a malfadada PEC 126/2022, a chamada “PEC da gastança”, liberou R$ 168 bilhões de gastos no ano seguinte por fora do teto dos gastos, o que já foi um escândalo. Pelo visto, diz o FALSO ESTADÃO, o governo Lula PERDEU A POUCA VERGONHA QUE AINDA TINHA. 

BIDU JORNALÍSTICO

Ao finalizar a FALSA OPINIÃO, o Estadão, reconhecido como um dos responsáveis por ter influenciado milhares de eleitores, diz: - Hoje, sem espaço de manobra, com o Orçamento tomado por decisões populistas do passado e do presente, o governo Lula lança mão dos mesmos expedientes do governo Dilma. O final dessa história já conhecemos. Mas Lula poderá dizer, lembrando Quércia, que quebrou o Brasil, mas reelegeu-se. Que tal? 
























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/o-biombo-da-falsidade

Código no ‘STF dos EUA’ lembra pequenas causas

 diariodopoder/


Foram apenas viagens e estadias com tudo pago ou falta de declaração de impedimento de ministros que levaram a Suprema Corte dos Estados Unidos a adotar, em 2023, um Código de Conduta para seus integrantes. Viram nessas regalias “violações éticas”, mas nada que se aproxime da contratação de escritório de advocacia de parentes de ministros por valores espantosos ou participação qualquer deles em empresas com participação em grandes empreendimentos, como um ressorte de luxo.

Simples

O código prevê integridade, imparcialidade, distanciamento da política e atividade extrajudicial somente compatível com obrigações judiciais.

Primeira vez

O código de conduta foi o primeiro da Suprema Corte dos EUA. E os motivos parecem coisa de de julgamento de pequenas causas.

Salário e só

Juízes do Supremo dos EUA recebem US$320 mil (R$1,66 milhão) de salário anual. Outras remunerações são proibidas, com raras exceções.

Nada de Master

Membros da Corte podem ser pagos para dar aulas em universidades ou palestras educacionais (jurídicas). Eventos corporativos são proibidos.

Diário do Poder









publicadaemhttps://rota2014.blogspot.com/2026/06/codigo-no-stf-dos-eua-lembra-pequenas.html

Nunes Marques é o contrapeso dentro do sistema eleitoral -

  SEM RODEIOS/gazetadopovo

Nunes Marques é o contrapeso dentro do sistema eleitoral - SEM RODEIOS

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SOCIALISMO PARA VOCÊ E CAPITALISMO PARA MIM....

 MIAMIBEACH/X



E VOCÊ DEFENDENDO ESSE SER DESPRESIVEL ... FAZ U ÉLI



Flávio Bolsonaro VENCE Nine? Nova pesquisa REVELA!

 anapaulahenkel/youtube


Flávio Bolsonaro VENCE Nine? Nova pesquisa REVELA!


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https://www.youtube.com/watch?v=GE_IV-JLBek&t=37s

JORNAL FAZ U ÉLI

 APAVORADORES/FACEBOOK


JORNALFAZUÉLI




NIKOLAS FEZ ESQUERDA SURTAR APROVADA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE NA CCJ

nikolasferreira/youtube


NIKOLAS FEZ ESQUERDA SURTAR  APROVADA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE NA CCJ


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https://www.youtube.com/watch?v=PAXf_mpv2Cg

 

Nunes Marques Sofrerá Golpe Gigantesco de Moraes e Gilmar!

 deltandallagnol/youtube




Não precisava de pesquisa para provar que a corrupção disparou com Lula

 alexandregarcia/gazetadopovo/youtube


Alexandre Garcia repercute os dados alarmantes de uma nova pesquisa de opinião, na qual 47% dos entrevistados afirmam que a corrupção aumentou no governo Lula. O jornalista argumenta que "o exemplo vem de cima" e destrincha uma sequência de escândalos recentes que mostram a degradação ética do país, incluindo a infiltração de agentes do PCC no Ministério Público de São Paulo, desvios milionários de emendas em prefeituras e o estarrecedor caso de um desembargador mineiro investigado pelo CNJ por assédio e decisões absurdas.


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https://www.youtube.com/watch?v=LeiVt5bJayM

Senadora de Alagoas chama Renan Calheiros de corrupto

 poder360


Senadora de Alagoas chama Renan Calheiros de corrupto


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https://www.youtube.com/watch?v=j9sE5w3xDVU

Lula Descobriu os Evangélicos — Mas Esqueceu Isso...

 rubinhonunes/youtube


Lula Descobriu os Evangélicos — Mas Esqueceu Isso...


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https://www.youtube.com/watch?v=rcK1wdQxIQc


Lula Está Com Medo Gigantesco de Nunes Marques!

 andrémarsiglia/youtube


Lula Está Com Medo Gigantesco de Nunes Marques!


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https://www.youtube.com/watch?v=ELtzQLEg9z4

terça-feira, 9 de junho de 2026

O Brasil e a estabilidade das instituições

  Ricardo Vélez-Rodríguez


O Brasil tornou-se livre da sua matriz portuguesa em 1822, preservando a instituição monárquica e consolidando o único Império que teve sucesso nas Américas. Os projetos imperiais hispano-americanos fracassaram: o do México, com o fuzilamento de Maximiliano de Habsburgo (em 1867) e o do Paraguai, com a morte em combate de Solano López (1870), ambos “protegidos” pelo aventureiro Napoleão III da França (1808-1873).

Portugal guardou, no seu DNA, a memória do país pequeno rodeado de nações fortes, em face das quais teve de garantir a sua sobrevivência. É um exemplo de teimosia e estratégia.

Essa memória de país pequeno que deve garantir a sua existência entre Estados mais fortes, fez com que, desde 1580, se pensasse na decisão estratégica de transferir a capital do Reino para uma das Colônias, em caso de invasão estrangeira. Foi o que aconteceu em 1807.

A integridade continental da antiga Colônia brasileira foi sendo construída, entre os séculos XV e XVIII, por um ousado plano, que começou com a assinatura do Tratado de Tordesilhas (1494). Como quem garantia os limites entre os dois Impérios, o Português e o Espanhol, era o Papa, os estrategistas de Lisboa praticaram a falsificação dos mapas que eram apresentados, regularmente, ao Pontífice em Roma.

Com o passar dos séculos, entre 1494 e 1750, a linha divisória dos Impérios Espanhol e Português já lambia as estribações dos Andes. Os novos limites, garantidos pela autoridade papal, foram sendo marcados, pelos portugueses, com Fortes, destacando-se o Forte do Príncipe da Beira (1775), na fronteira com a Bolívia. A Colônia Brasileira converteu-se em um imenso Continente que abarcava a maior parte da América do Sul, desde o Rio Amazonas até o Rio da Prata.

Quem redigiu a última versão do Tratado foi um brasileiro, Alexandre de Gusmão (1695-1753), que como Secretário Particular do Rei de Portugal, dom João V (1730-1750), introduziu o conceito romano do “Uti Possidetis” no documento final, assinado em 1750 com o nome de Tratado de Madri.

Com a criação do Reino de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), tendo como capital o Rio de Janeiro, Dom João VI (1767-1826), sucessor da rainha dona Maria, com o auxílio do seu Ministro Silvestre Pinheiro Ferreira (1769-1846), começa a deitar as bases para a transformação da Monarquia Absoluta em Constitucional.

Pinheiro Ferreira estruturou o Governo Representativo no projeto da Constituição Imperial que seria aprovada e outorgada em 1824, adotando o Modelo Parlamentarista (que garantia a representação dos interesses mutáveis dos cidadãos), mitigando-o com a instituição do Poder Moderador, encarnado na figura do Imperador (que garantia a representação dos interesses permanentes da Nação).

Na Declaração de Independência em 1822 pesaram as razões expostas nas missivas enviadas a Dom Pedro pela consorte do príncipe regente, a Princesa Dona Leopoldina da Austria (1797-1826): “Pedro – frisava Dona Leopoldina – o Brasil está como um vulcão. (…). O Brasil vos quer para seu monarca. Com o vosso apoio ou sem o vosso apoio, ele fará a sua separação”.

A independência e as instituições do Governo Representativo e do Poder Moderador garantiram ao Império brasileiro uma estabilidade invejável, que começou com a Constituição de 1824 e se firmou após as reformas conservadoras de 1841.

A estabilidade e a paz só se viram quebradas pelo golpe militar de 1889, que derrubou o Império e impôs a República. Antes da derrubada do Império, ao ensejo da “questão militar” (1883-1887), o marechal Deodoro da Fonseca, Ministro da Guerra, tinha dito a famosa frase: “A honra do Exército está acima da lei”. Nessa mesma linha de um poder militar sobranceiro às Instituições, o vice-presidente Marechal Floriano Peixoto (1839-1895), que tinha assumido o poder como vice de Deodoro em abril de 1892, quando da renúncia do Marechal à Presidência da República, decretou estado de sítio após manifestações de opositores e divulgação de manifestos na Capital Federal. Prendeu os manifestantes e desterrou outros para a Amazônia. Quando Rui Barbosa ingressou com pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal em favor dos detidos, Floriano ameaçou os ministros da Suprema Corte: “Se os juízes concederem habeas corpusaos políticos, eu não sei quem amanhã lhes dará o habeas corpusde que, por sua vez, necessitarão”. O STF negou o habeas corpus por dez votos a um.

A instabilidade republicana tentou ser controlada pelas “intervenções salvadoras” do Exército na República Velha, nas quais os militares intervinham quando o pacto político entrava em crise, dando ensejo a um novo momento autoritário. Juarez Távora (1898-1975), um dos aguerridos Tenentes, definiu essas intervenções da seguinte forma: “Nós, Militares, observamos a política como se fosse um banquete; quando o banquete vira rega-bofe, entramos com a espada moralizadora”.

A sina da instabilidade política tentou ser consertada pela adoção do modelo do “autoritarismo instrumental”, segundo o qual as Forças Armadas restabelecem o equilíbrio entre os poderes públicos, intervindo militarmente, mas por um prazo curto, até ser restabelecida a ordem.

Após o ciclo de 64 (e os vinte anos de uma intervenção que deveria ser passageira mas se tornou duradoura), o general Golbery do Couto e Silva (1911-1987) considerava que o Poder Executivo, controlado pelos militares, restabeleceria a ordem, isolando os elementos totalitários que pusessem em risco o sistema e permitindo a tranquila rotatividade no poder por parte dos dois partidos institucionais: a Arena (de cunho conservador) e o MDB (de feição liberal).

O Pacote de Abril de 1977, do general Ernesto Geisel (1909-1996) fixou os parâmetros dentro dos quais funcionaria a representação, que privilegiava aqueles Estados que mais dependiam dos favores da União, em detrimento dos Estados mais ricos, que ficariam menos representados. A União saiu fortalecida, outrossim, com a instituição dos “Senadores Biônicos”.

Na Nova República, após 1985, formou-se o que passou a ser denominado de “presidencialismo de coalizão”, controlado pelos Estados menos desenvolvidos, como se dá até hoje. O “Centrão” é expressão, como diria Oliveira Vianna (1883-1951), da “política alimentar”, se movimentando conforme as vantagens orçamentárias garantidas pelo Presidente de plantão.

Assim, a estabilidade institucional na Nova República ficou precária, com surtos mais ou menos autoritários, ao ensejo da tentativa de pôr em prática o modelo do “autoritarismo instrumental” que o ciclo militar já tinha posto em funcionamento. A disritmia autoritária que hoje se vive, ao ensejo da politização do Supremo Tribunal Federal, é claramente favorável ao grupo que questiona a legitimidade da Operação Lava Jato, com miras a favorecer a oposição de esquerda, comandada pelo ex-presidiário e ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Somente se conseguirá superar a atual situação, mediante o fortalecimento das instituições do governo representativo, concretamente, mediante a valorização do Senado Federal que é a instituição legitimamente capaz de “chamar às falas” o STF, quando ultrapassar os seus limites – como infelizmente ocorre hoje.

*Artigo publicado originalmente no site do autor.


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