Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

A perversidade de Moraes

   Gabriel Wilhelms 


Não direi que a decisão do ministro Alexandre de Mores que proibiu Flávio Bolsonaro de, por 90 dias, manter qualquer contato com seu pai é atroz, mesmo para seu padrão, pois não é: trata-se do mesmo padrão mantido por ele há mais de sete anos. Pela mesma razão, não direi que me surpreendo, pois dele e do atual STF digo, sem exageros, que espero tudo e não duvido de nada.

Para além da debilidade jurídica da decisão do ministro plenipotenciário, que viu na leitura de uma carta do pai por parte de Flávio uma artimanha para desrespeitar a vedação de que o ex-presidente use redes sociais, bem como um ato de campanha antecipado, trata-se de ato flagrantemente ilegal, haja vista que Flávio integra a defesa de Bolsonaro, sendo seu advogado constituído. É mais um abuso que se soma a uma longa lista de razões pelas quais Moraes já deveria estar há muito fora da corte.

A essa obsessão de Moraes de apagar todo e qualquer traço da vida pública dos sujeitos por ele vitimados dei o nome de “extermínio da vida pública”. Não podendo chegar ao extermínio físico, busca atingir o mesmo fim por outra via: embora o indivíduo siga existindo como um ser dotado de vitalidade, sua existência pública é anulada visando, nada mais, nada menos, do que o esquecimento. Stalin, por óbvio, foi mais longe, mas o leitmotiv é o mesmo. Dessa forma, até mesmo a leitura de uma singela carta paterna é transformada em um suposto menoscabo às instituições — aliás, é o que pensam os lunáticos responsáveis pelo mais recente editorial do Estadão, mas não quero comentar casos clínicos aqui.

Não seria extraordinário se o próximo passo fosse Moraes determinar que os filhos e netos de Bolsonaro alterassem seus sobrenomes para que a hereditariedade não siga perpetuando a lembrança do ex-presidente, sobretudo pelo fato de o primogênito ser pré-candidato ao posto outrora ocupado pelo pai — Stalin aprovaria. Cumpre lembrar, nem que seja pelo prazer de causar embaraço e fazer gaguejar os que pretendem dizer que a mais alta corte do país age de forma imparcial e apartidária, que, enquanto Lula esteve em cárcere, deu dezenas de entrevistas e seguiu escrevendo e fazendo publicar suas cartas sem qualquer restrição.

O que, embora não seja uma novidade, faz-se digno de nota, justamente para que não banalizemos a crueldade apenas por sua constância, é o fato de que, para além de impedir que um advogado tenha acesso a seu cliente, Moraes proibiu um filho de ter acesso a seu pai. Com exceção de situações envolvendo menores e questões de guarda, não há um único habitante do sistema carcerário, por pior que tenha sido seu crime, a quem tenha sido negado peremptoriamente o contato com seus filhos. Essa é a medida da perversidade de Moraes. Não creio que ele promova esse tipo de espetáculo movido apenas pelo ódio que destila diuturnamente, mas também pelo prazer que puros atos de sadismo conferem a sádicos, o que, afinal, é certamente seu caso. Malgrado todas as críticas que eu e tantos outros tecemos e seguimos tecendo ao bolsonarismo, jamais chegaria ao ponto de celebrar tamanhas desumanidades apenas por não simpatizar com os alvos. Eis o abismo moral que nos separa de indivíduos como Moraes.

Fontes:

https://www.poder360.com.br/poder-justica/moraes-proibe-flavio-de-ter-contato-com-bolsonaro-por-90-dias/

https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/07/11/em-carta-bolsonaro-diz-que-flavio-bolsonaro-e-seu-porta-voz-e-que-confia-em-pre-candidato-a-presidencia.ghtml








publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/a-perversidade-de-moraes/

Poder de compra do real caiu cerca de 87% desde 1994, apontam cálculos com base no IPCA

 Felipe Gênesis Sincero/facebook


O poder de compra do real diminuiu significativamente desde a criação do Plano Real, em julho de 1994. De acordo com cálculos baseados na inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), R$ 100 da época correspondem atualmente a aproximadamente R$ 787 em poder de compra.

Na prática, isso significa que seriam necessários cerca de R$ 787 hoje para adquirir o mesmo conjunto de bens e serviços que custava R$ 100 em 1994. Da mesma forma, R$ 100 atuais possuem um poder de compra equivalente a aproximadamente R$ 12,71 da época da implantação do real.
Segundo economistas, essa perda do poder de compra é um fenômeno esperado em economias que registram inflação positiva ao longo do tempo. Embora o Plano Real tenha encerrado o período de hiperinflação vivido pelo Brasil nas décadas de 1980 e início dos anos 1990, a inflação continuou acumulando efeitos ao longo dos anos.
Apesar da estabilidade monetária alcançada com o Plano Real, o aumento contínuo dos preços segue impactando o orçamento das famílias brasileiras, especialmente em despesas essenciais como alimentação, energia elétrica, saúde e habitação.
Os dados reforçam como a inflação influencia o valor do dinheiro ao longo do tempo e destacam a importância de políticas econômicas voltadas ao controle dos preços e à preservação do poder de compra da população.
E você, o que acha desses números? Na sua opinião, o poder de compra do brasileiro melhorou ou piorou nas últimas décadas? Deixe sua opinião nos comentários.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do IPCA, e cálculos de correção monetária com base na inflação acumulada desde julho de 1994.



















publicadaemhttps://www.facebook.com/share/1MxeuwAHYD/

TODO MUNDO TEM UM LIMITE QUE JURA QUE NUNCA VAI VENDER...

 MARCELOTOLEDO


TODO MUNDO TEM UM LIMITE QUE JURA QUE NUNCA VAI VENDER...



A BIZARRICE NO PALANQUE DO PT! VOCÊ VAI FAZER O L COM ELES?

 rubinhonunes/youtube



A BIZARRICE NO PALANQUE DO PT! VOCÊ VAI FAZER O L COM ELES?


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https://www.youtube.com/watch?v=FdY1_0fPJRU

SITUAÇÃO DA AMAZONIA BRASILEIRA

 ALDOREBELO/FACEBOOK


SITUAÇÃO DA AMAZONIA BRASILEIRA



Fim da era Maduro: A conta bilionária do petróleo venezuelano sob controle de Washington| 15 MINUTOS

 15 MINUTOS/gazetadopovo



Os rumos da América Latina passam por uma transformação histórica coordenada diretamente por Washington. No episódio de hoje, o analista Frederico Junkert revela os detalhes do anúncio do Departamento de Estado dos EUA sobre a abertura oficial das negociações de transição de regime na Venezuela entre a oposição e a presidente interina Delcy Rodríguez. Entenda como o secretário de Estado Marco Rubio assumiu a gestão das divisas do petróleo venezuelano para garantir a reconstrução do país após os devastadores terremotos de junho. Descubra os motivos estratégicos que levaram os EUA a reter a volta imediata da líder opositora Maria Corina Machado ao território venezuelano para evitar o travamento dos acordos. Acompanhe também os bastidores do julgamento de Nicolás Maduro em Nova York, agendado para 2027, e a histórica condenação de US$ 314 milhões imposta pela Justiça de Miami contra o ditador.
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VOCÊ ACHA QUE É DONO DE ALGUMA COISA?

 DANI_ROLIM/FACEBOOK


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CALIFÓRNIA COPIOU ESTRATÉGIA DO BRASIL E SE DEU MAL

 FACEBOOK


CALIFÓRNIA COPIOU ESTRATÉGIA DO BRASIL E SE DEU MAL



Vazou a Proposta dos EUA para o Brasil: de que lado Lula está?

 deltandallagnol/youtube


Vazou a Proposta dos EUA para o Brasil: de que lado Lula está?


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Para o PT, quanto pior, melhor: o TARIFAÇO, o ego e a narrativa populista

 caiocoppolla/youtube


Para o PT, quanto pior, melhor: o TARIFAÇO, o ego e a narrativa populista



Lula teme os debates? Estratégia de fuga expõe fragilidade petista

 revistaoeste/youtube


Lula teme os debates? Estratégia de fuga expõe fragilidade petista


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https://www.youtube.com/watch?v=PueJqhWBJ2U

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Caso Mariana Ferrer e a potencial extinção da presunção de inocência (para homens)

  Gabriel Wilhelms


A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de anular o julgamento do caso Mariana Ferrer, fazendo com que o processo volte à estaca zero, para além das potenciais implicações, tratadas logo adiante, revela mais uma vez o problema de se converter a Corte ou qualquer parte do Estado em fiador da verdade. Embora não tenham julgado o mérito do processo, não deixa de ser irônico que o tribunal, que, desde 2019, protagoniza uma cruzada contra a tal “desinformação”, tenha atuado para dar sobrevida a uma narrativa gestada por uma fake news do Intercept. Como o leitor deve lembrar, o caso ganhou tração perante a opinião pública quando o referido veículo afirmou que o juiz Rudson Marcos havia absolvido André de Camargo Aranha com uma tese intitulada “estupro culposo”. Tratava-se de uma mentira descarada, já que o magistrado nunca usou o termo. O ponto mais controverso, contudo, foi a divulgação de um vídeo editado, mostrando um tratamento desrespeitoso por parte do advogado do réu, com a afirmação de que não houve intervenções da parte do promotor e do juiz. O vídeo completo da audiência desmente essa narrativa. Não importou e lá foi o Congresso aprovar uma lei com o nome da moça.

Pode-se argumentar que, independentemente disso, o advogado do réu foi de fato desrespeitoso com Mariana. Ora, não há dúvidas de que a postura da defesa enquadra-se como temerária, mas a absolvição deu-se por um motivo que independia do depoimento: ausência de provas. Mariana alegou ter sido vítima de estupro de vulnerável: o réu a teria drogado antes de fazer sexo com ela. Quem conhece o caso sabe que não há prova alguma de que ela tenha sido drogada e há um conjunto de elementos, para além do exame toxicológico — que deu negativo —, que corroboram isso.

Com o reinício do processo, em tese, o caminho natural seria uma nova absolvição, uma vez que a ausência de provas se manteria, salvo se a suposta vítima lograsse apresentar uma evidência inédita, algo improvável em uma acusação de estupro tantos anos depois dos fatos. Vale recordar que a absolvição no primeiro grau foi confirmada tanto na segunda quanto na terceira instâncias, antes de o processo ser anulado pelo STF. É razoável , porém, que cogitemos a possibilidade de um resultado diverso, não por fatos novos, mas por motivações alheias à técnica jurídica.

O novo juiz e o novo promotor enfrentarão, desde a primeira hora, o peso de um escrutínio gigantesco, inclusive de uma militância combativa e experiente em fazer sua vontade prevalecer, mesmo quando contrária à lógica. Terão também o exemplo dos predecessores tendo seus nomes arrastados na lama pela opinião pública e até mesmo pelas instituições — Rudson Marcos malogrou uma advertência aplicada pelo Conselho Nacional de Justiça e ambos foram severamente criticados por ministros do STF. Por fim, parece haver uma vontade de certos personagens do poder em dar validade à versão de Mariana, afinal, até uma lei com seu nome produziram e nunca tiveram pudor por tratá-la por “vítima”, sem qualquer consideração à presunção de inocência. Já não sabemos o quanto as instâncias inferiores são realmente independentes em um país em que um juiz precisa dar um depoimento à PF, por ordens de Moraes, em razão de uma decisão perfeitamente legal, se submetendo ao vexame de dizer que não teve a intenção de “aprontar”, como se fosse um moleque repreendido pela mãe — refiro-me ao juiz que mandou soltar o sujeito que quebrou o relógio durante o 8 de janeiro.

Se acontecer de André de Camargo Aranha ser condenado sem qualquer prova, apenas com a palavra da suposta vítima, o que estará em xeque não será apenas a liberdade do réu, mas o que resta de estado de Direito neste país. Uma condenação com base na exclusiva palavra da suposta vítima seria a consecução de uma das principais demandas do feminismo contemporâneo: afastar o presunção de inocência e inverter o ônus da prova quando quem acusa é uma mulher e o acusado é um homem. Há uma porção de feministas que chegam ao cúmulo de afirmar que não existe falsa comunicação de estupro, como se mulheres fossem sempre seres angelicais e incapazes de mentir. Recentemente, essa tese foi defendida pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) ao acusar o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) de estupro contra uma menor de 14 anos, argumentando que não precisaria provar a denúncia e que a inversão do ônus da prova poderia ser aplicada no caso.

Vimos, há poucas semanas, uma juíza conceder perdão judicial a Monique Medeiros por seu papel na morte do filho, despojando uma série de argumentos identitários, como se a vítima no caso fosse Monique e não o menino Henry, brutalmente assassinado com apenas 4 anos de idade. A magistrada se baseou em uma resolução do CNJ que prevê “perspectiva de gênero” nos julgamentos. Segundo levantamento da Folha, a resolução já apareceu em 22 mil decisões. Se, numa ponta, cerca de metade da população pode contar com uma benevolência identitária ao delinquir e, potencialmente, a outra metade pode se ver sujeita a não ter a presunção de inocência garantida, podemos dar por enterrada a igualdade perante a lei prevista no Artigo 5º de nossa Constituição.

A bem da verdade, já temos uma série de leis com aplicação sexista no Brasil, e o Congresso está prestes a piorar o cenário com a aprovação do chamado PL da Misoginia que pode mandar pessoas para a cadeia por coisas tão comezinhas quanto fazer uma piada com TPM ou interromper uma mulher. Condenar homens sem provas pois “não se pode duvidar da palavra da vítima” seria a última pá de cal nas nossas garantias fundamentais. Se basta que qualquer camada, ainda que minoritária, de uma sociedade não tenha garantida a presunção de inocência para colocar em xeque a igualdade formal, agora imaginem que isso ocorra com metade da população. Que o próximo juiz e o próximo promotor tenham a hombridade de fazer seu trabalho com independência e respeitando o devido processo legal (se é que isso ainda existe por aqui).

*Artigo publicado originalmente na Revista Oeste.









publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/caso-mariana-ferrer-e-a-potencial-extincao-da-presuncao-de-inocencia-para-homens/

O prejuízo bilionário dos Correios tem dono

  Lucas Berlanza 


Para variar um pouco, os Correios amargam um prejuízo bilionário no governo Lula. Em todo o ano de 2025, a empresa estatal teve um rombo de R$8,5 bilhões e a perspectiva é de um cenário ainda pior em 2026, já que no primeiro trimestre foram pelo menos R$3,1 bilhões, enquanto, no período correspondente no ano anterior, “apenas” R$1,7 bilhão.

As perdas bilionárias são “tapadas” com ajudinhas bilionárias também do governo – quer dizer, nossas; somos obrigados a arcar com isso, já que a empresa não é privada, é de “todos nós” (uma expressão bonitinha que na prática significa que, quando as coisas dão errado, é aos nossos bolsos que se recorrerá para “resolver”).

O Banco do Brasil firmou sem licitação um acordo de R$2,3 bilhões com os Correios para serviços postais em plena era digital, com PIX e aplicativos bancários.

Segundo a esquerda e uma boa parcela da direita, porém, é muito importante combater os malditos liberais que querem enfrentar esse problema.

Precisamos proteger o nosso “interesse estratégico” e a nossa “soberania”. É fundamental, para o seu bem, que você pague pelo prejuízo dos Correios.


















publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-prejuizo-bilionario-dos-correios-tem-dono/




Coppolla analisa: Flávio vs. Jair, quem performa melhor contra Lula?

 caiocoppolla/youtube


Coppolla analisa: Flávio vs. Jair, quem performa melhor contra Lula?


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https://www.youtube.com/watch?v=tMQgDJMjJd8

HISTÓRIA SOBRE NOSSA INDEPENDÊNCIA QUE VC NÃO CONHECE

 FACEBOOK


HISTÓRIA SOBRE NOSSA INDEPENDÊNCIA QUE VC NÃO CONHECE



CUMPRIMENTOS A AJOIA

 gilbertosimõespires/pontocritico


EDITORIAL DA AJOIA

Em meio ao nítido e repulsivo comportamento da MÍDIA TRADICIONAL, que em troca de VERBAS DE PUBLICIDADE GOVERNAMENTAL se propõe, ora em forma de APLAUSOS, ora preferindo NÃO ENXERGAR a FRANCA DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA, vejo, com satisfação, que a AJOIA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE JORNALISTAS INDEPENDENTES E AFILIADOS- tem por princípio, meio e fim, se mostrar comprometida com a DECÊNCIA, a TRANSPARÊNCIA, a LIBERDADE e a VERDADE, como pode ser visto através do último editorial -A CUMPLICIDADE DA GRANDE IMPRENSA NA DESTRUIÇÃO DIPLOMÁTICA E ECONÔMICA DO BRASIL- da entidade. Eis: 


MÁ-FÉ E SOBERBA

As graves declarações do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, rasgaram a cortina de fumaça da política externa de Luiz Inácio Lula da Silva. Não há ruído diplomático. Há uma acusação oficial de que o governo brasileiro agiu com má-fé e soberba, sabotando negociações comerciais para priorizar o ego presidencial. O resultado dessa irresponsabilidade é a catastrófica sobretaxa de 25% contra os produtos brasileiros. Diante do desastre, o Palácio do Planalto tenta se exculpar falsificando a realidade com narrativas de vitimização. No entanto, o que assombra e enoja o País é o papel de setores da grande imprensa tradicional. Em vez de cumprirem o dever ético de informar, esses veículos operam como uma extensão do aparato de propaganda estatal. Agem como cúmplices da mentira, blindando o Planalto e omitindo a verdade para blindar seus próprios interesses comerciais.


CRIME LESA-PÁTRIA

A grande mídia comete um crime de lesa-pátria ao maquiar a incompetência do desgoverno Lula. Enquanto jornais e emissoras alinhadas tentam reescrever os fatos, o prejuízo real bate à porta do trabalhador, da indústria e do produtor rural. O jornalismo mainstream, de joelhos, transformou-se em assessoria de imprensa de uma militância partidária nociva, sacrificando a credibilidade da profissão no altar do governismo.


O POVO TEM O DIREITO DE SABER

A Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados (AJOIA Brasil) repudia veementemente esse CONSÓRCIO DE DESINFORMAÇÃO. O Brasil não é laboratório ideológico de um mandatário arrogante e a imprensa digna desse nome não pode atuar como escudo de político. Exigimos a abertura imediata das atas de negociação e a responsabilização desse desgoverno. O povo tem o direito de saber que a conta da destruição econômica chegou, puxada pela soberba de Lula e empurrada pela covardia da grande mídia.





















publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/meus-cumprimentos-a-ajoia

NINE VAI TE LEVAR À FALÊNCIA

 ENGENHEIROLEO/FACEBOOK


NINE VAI TE LEVAR À FALÊNCIA



A crise que vai decidir a eleição de 2026 |

  OPINIÃO/gazetadopovo

A crise que vai decidir a eleição de 2026

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Lula Comparou ESSE Ditador com Angela Merkel

 rubinhonunes/youtube


Lula Comparou ESSE Ditador com Angela Merkel


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https://www.youtube.com/watch?v=zhBuvRgYS3U

Trump Avisa: Não Vai Aceitar Ditadura na Nicarágua

 deltandallgnol/youtube


Trump Avisa: Não Vai Aceitar Ditadura na Nicarágua


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https://www.youtube.com/watch?v=pwwDju3Cv4Q


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