Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Se o Paraguai é capitalista, por que é pobre?

 Priscila Contim 


Devido às crises econômicas tanto no Brasil quanto na Argentina, o Paraguai passou a ser visto pelos investidores de toda a América Latina como uma saída para a prosperidade. E, em certa medida, de fato é. Com seus baixos impostos, mais liberdade trabalhista e condições favoráveis à transferência industrial, oferece terreno fértil para as empresas florescerem. A propaganda se espalhou de tal forma que chegou aos socialistas que, com seu historicismo, sedentos por “desmascarar a farsa liberal”, apontam os defeitos do Paraguai como símbolo máximo do fracasso do liberalismo. Dizem que o Paraguai é pobre, não possui infraestrutura, não há emprego e que a prova disso são os mais de 14% da população paraguaia que migraram para outros países. Não obstante terem razão com relação aos defeitos, não têm quanto às causas. De fato, o Paraguai padece de todos esses problemas. Diferentemente do Brasil, cuja Constituição Federal foi promulgada antes da queda do Muro de Berlim, o Paraguai formulou sua constituição posteriormente, em 1992, e, portanto, com princípios mais liberais. Mas uma assinatura estatal por si só não basta para promover um ambiente capitalista. Em meu artigo Como o estado destrói o empreendedorismo, explico detalhadamente a importância da cultura empreendedora e a incapacidade do estado de promovê-la. É exatamente esse o caso do Paraguai, que explica como um país liberal pode ser pobre.

Mas nem todos os grupos residentes no Paraguai são igualmente pobres. Os menonitas, por exemplo, apesar de representarem apenas 1% da população paraguaia, são responsáveis por 80% da produção láctea do país e contribuem com 7% do Produto Interno Bruto (PIB). Com relação à comunidade denominada “brasiguaia”, médias propriedades agrícolas de origem brasileira produzem entre 30% e 40%de todos os grãos do país. Quando considerada a totalidade das propriedades na região de fronteira com o Brasil, estima-se que sejam responsáveis por 60% a 70% da produção de soja[1]. Mas isso não acontece apenas no setor agrícola. Nas indústrias sob o Regime Maquila, responsáveis por 10 a 12% das exportações paraguaias, o capital de origem brasileira soma 70%. Quanto à contribuição dos brasileiros ao PIB paraguaio, não há dados disponíveis, nem interesse em divulgá-los.

A que se deve essa discrepância econômica brutal? Certamente não podem ser explicadas nem pelo ambiente de negócios, que é o mesmo, nem pelo capital, pois, em tese, a atividade empreendedora em seu cerne não necessita da propriedade de capital. O único elemento explicativo que nos resta e que confirma nossa teoria: que a cultura determina os limites econômicos do ser humano. O Paraguai, infelizmente, não desenvolveu uma forte cultura capitalista. Não há grandes escolas de negócios, os livros são caros e há uma cultura nacional solipsista que se recusa a absorver produções culturais de outros países e se volta somente para si mesma e sua própria história. Apesar da Lei Maquila, para atração de novos investimentos, ter sido criada em 1997, seus maiores efeitos surtiram apenas na última década em consequência de causas externas, da fuga de investidores devido às restrições de liberdade em seus países de origem.

Quanto à afirmação de que o Paraguai carece de cultura capitalista, poderiam objetar que, na verdade, a carência é de capital. Mas isso não explicaria o motivo pelo qual o país, tendo mais liberdade que seus vizinhos, não recorreu ao capital financeiro internacional. Pelo contrário, a situação confirma a hipótese de que é por falta de conhecimento e hábito com os mercados. Há também outra questão: a liberdade paraguaia é relativa aos outros países da América Latina e não avaliada em si mesma, com relação à própria qualidade. O país não é tão livre assim se analisado sob critérios libertários: o sistema financeiro é fechado, há intervenção do Banco Central nos índices macroeconômicos, medidas governamentais populistas, proibição de concorrência, burocracia, corrupção direta e fechamento imigratório. Características que serão analisadas e destrinchadas em outro artigo. O Paraguai pode ser mais livre que outros países, mas nem por isso libertário. Mesmo padecendo desses males, ainda assim oferece melhores condições que seus vizinhos, mas ainda não está economicamente melhor que eles. O que falta, repito, é a cultura capitalista.

A cultura determina os limites da imaginação. É através da capacidade imaginativa que um agente consegue criar um negócio ou produto que ainda não existe, pensar possibilidades ainda não realizadas. A imaginação limita também a posição social que o sujeito ocupará na sociedade, pois as classes sociais não se diferenciam apenas em termos financeiros, mas de aprendizado e comportamento. Para alcançar um status superior, é necessário primeiro conseguir imaginá-lo e posteriormente aplicar os meios para atingi-lo. É onde entra a técnica: o conhecimento da melhor utilização dos meios para atingir um determinado fim. A imaginação e a técnica limitam, portanto, a maneira como os negócios serão realizados e expandidos. E a maneira como os negócios são realizados e expandidos determina o nível de prosperidade do país. A cultura capitalista foi desenvolvida durante séculos, não só por teóricos como por homens práticos através de suas tentativas e erros. Todo esse aporte civilizacional é necessário para o avanço econômico. A liberdade de mercado não causa por si só e de maneira automática uma expansão da capacidade imaginativa, apenas oferece as condições essenciais para que essa expansão ocorra. Fornece inclusive o ambiente necessário para o intercâmbio cultural através do comércio.

Israel M. Kirzner, em seu livro Competição e a Atividade Empresarial, demonstra com uma construção hipotética o que aconteceria numa economia se os agentes não tivessem capacidade perceptiva e operassem apenas com base em dados do passado e surgisse um grupo de forasteiros trazendo novas informações e percepções, essa economia se desenvolveria, no primeiro momento, com base na imitação[2]. Mesmo se as novas capacidades não fossem plenamente desenvolvidas, mas apenas imitativas, haveria um ganho geral. Com o passar do tempo, os agentes locais também desenvolveriam a capacidade de perceber as oportunidades por si mesmos. Embora seja um exercício hipotético, comum à Economia, guarda verdades quanto ao processo de difusão de informações e aprendizado que é confirmado pela sociologia.

Os estrangeiros, no Paraguai, não estão trazendo apenas capital financeiro, mas também técnico e cultural. Os menonitas, além da cultura de eficiência alemã, trazem consigo a resiliência para ambientes desfavoráveis, por isso estão dominando a região mais inóspita do país, o Chaco. Os brasileiros, com sua cultura de miscigenação e incorporação de elementos diversos de outros povos, são capazes de mudar e se adaptar facilmente. Eficiência e adaptação são alguns dos motivos pelos quais certos grupos enriquecem mais que outros no mesmo ambiente de negócios. O mercado, sendo um processo dinâmico, exige a abertura ao aprendizado e, portanto, um espírito receptivo. A cultura nacional paraguaia tende, historicamente, ao isolacionismo, fator responsável pela homogeneização de seu povo que, justamente por isso, permanece encerrado em seus limites culturais, naquilo que já conhecem e que já foi feito. Entretanto, isto está gradativamente mudando numa nova forma econômica muito mais sólida, como tudo que não é feito na canetada pelo estado. A baixa carga tributária, a baixa inflação, portanto menor preferência temporal, somadas a uma cultura que privilegia as relações humanas, o tempo de lazer com a família e amigos, influem sobre os estrangeiros positivamente, tirando-lhes a vida econômica do centro da existência e criando um capitalismo muito mais equilibrado.

Que nada nesse artigo seja mal compreendido como uma espécie de polilogismo, ideia segundo a qual cada povo possui sua lógica e, portanto, alguns seriam naturalmente superiores aos outros e dotados de mais capacidade. Essa ideia esdrúxula já foi superada há pelo menos um século. A Cultura é um produto humano dinâmico, que pode ser aprendido, adaptado e até mesmo perdido. Esse dinamismo é justamente o que estamos assistindo acontecer em tempo real, no Paraguai: a absorção de novas culturas, técnicas e capital num país que, se não se fechar, poderá alcançar sua tão almejada prosperidade. Não será uma Suíça, como muitos profetizam, mas tão somente um Paraguai rico, diverso e livre.


[1] Esses dados podem ser obtidos somente por meio do cruzamento de inúmeras fontes devido a problemas metodológicos e institucionais. Primeiro, as propriedades são registradas no cômputo nacional sem considerar a nacionalidade de origem; segundo, a produção científica nacional é incipiente, o que dificulta a obtenção de dados. Existe ainda um fator político e cultural: devido aos conflitos históricos entre brasileiros e paraguaios, a nacionalidade da produção não é divulgada para evitar novos atritos. Nada impede, entretanto, que órgãos privados façam seus levantamentos. Os dados sobre os menonitas citados neste artigo foram divulgados por um instituto privado, grupo em relação ao qual aparentemente não há problema em trabalhar com os dados discriminando a origem, diferentemente do que ocorre com os brasileiros. Não adentraremos nessas questões, pois não são o enfoque deste artigo.

[2] Ver Capítulo 1: “Processo de mercado versus equilíbrio de mercado” em: KIRZNER, Israel M. Competição e atividade empresarial. São Paulo: Instituto Mises, 2012, p. 23.















publicadaemhttps://mises.org.br/artigos/22209/se-o-paraguai-e-capitalista-por-que-e-pobre/

O cansaço virou “extrema-direita”

   Alex Pipkin 


A “extrema-direita” venceu. Ao menos foi esse o rótulo reservado a quem se recusou a votar segundo a cartilha vermelha. O termo extrema-esquerda, aliás, desapareceu do nosso vocabulário político. Uma coincidência extraordinária.

A primeira mensagem das urnas já chegou. O problema é que muita gente prefere insultar o mensageiro.

Há uma genealogia nisso. Quem leu Marx, e não apenas comprou a camiseta, conhece o roteiro.

O marxismo transformou o conflito de classes na chave de leitura da história. Só que a velha dupla burguesia e proletariado envelheceu. A lógica moderna precisou de matéria-prima mais abundante e encontrou a política identitária.

Multiplicaram-se as vítimas, os opressores e os ressentimentos. Mudaram os atores; sobrou a necessidade do antagonismo.

É preciso haver o oprimido e o opressor. O progressista e o reacionário. O democrata e o fascista. Até as minorias precisam de carimbo ideológico para merecer solidariedade. Os judeus, vejam só, “os opressores”, descobriram isso recentemente. Vítima, sim; mas só se se vestir de vermelho.

Família, religião e comunidade perturbam essa engrenagem. Elas criam pertencimento fora do Estado. Quem encontra sentido na fé, amparo na família e dignidade na própria renda precisa muito menos de um tutor existencial no poder.

Depois de duas décadas, o sermão populista cansou. O brasileiro já foi informado dezenas de vezes de que o governo acabou com a fome e salvou os pobres. Estranhamente, a cada quatro anos, os mesmos problemas exigem os mesmos salvadores. É o ilusionismo da dependência, e o milagre precisa ser refeito a cada eleição.

Proteção social é indispensável. Tutela política é cativeiro. O pobre que prospera ganha autonomia. O permanentemente dependente garante a perpetuação do salvador.

O fenômeno destas urnas não é sobre radicalização. É sobre exaustão.

O brasileiro não virou extremista de um dia para o outro. Ele apenas se cansou de uma política que promete mudar sua vida, evidentemente, desde que nada mude no poder.

Chamaram esse cansaço de extrema-direita.

Resta saber o que acontece quando o cansaço perde o medo do rótulo e decide votar.

No segundo turno, saberemos se era extremismo ou apenas o Brasil cansado de quem insiste em salvá-lo.










publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/o-cansaco-virou-extrema-direita/

OBRAS E REALIZAÇÕES PETISTAS NOS ÚLTIMOS 25 ANOS

 gilbertosimoespires/pontocritico


OBRAS PETISTAS

Faltando apenas 12 dias para o dia 25 de outubro, data marcada para a realização do SEGUNDO TURNO das ELEIÇÕES 2026, daqui até lá, mais do que nunca se faz necessário arregaçar as mangas e partir em busca de votos para eleger FLÁVIO BOLSONARO como PRESIDENTE DO NOSSO SOFRIDO BRASIL. Pois, a título de CONTRIBUIÇÃO ARGUMENTATIVA sugiro que os leitores exponham aos eleitores inclinados a votar no candidato LULA, a seguinte -LISTA de OBRAS- PROMOVIDAS E REALIZADAS PELO PT, desde 2001. Eis:


de 2002 a 2005

2001 - Assassinato de Toninho do PT

2002 - Assassinato de Celso Daniel

2002 - Assassinato de 2 envolvidos no caso Celso Daniel

2003 - Assassinato de 4 envolvidos no caso Celso Daniel

2003 - ONG Rede 13 é extinta após receber R$ 7,5 milhões

2004 - Caso GTech (Carlinhos Cachoeira)

2004 - Escândalo dos Bingos (Waldomiro Diniz)

2004 - 300 Medidas Provisórias de Lula

2004 - Morrem 3 da diretoria do Bancoop (OAS e o Triplex)

2005 - Assassinato do legista do caso Celso Daniel

2005 - Escândalo dos Correios

2005 - República de Ribeirão (Antônio Palocci)

2005 - Escândalo do Mensalão - R$ 200 milhões em desvios

2005 - Escândalo dos Dólares na Cueca

2005 - Cassação de Zé Dirceu

2005 - Escândalo da Gamecorp-Telemar R$ 111 MI para Lulinha


2006 a 2010

2006 - Caso Francenildo dos Santos Costa (Antônio Palocci)

2006 - Escândalo da Refinaria de Pasadena (prejuízo de R$ 3 bilhões)

2006 - Escândalo dos Sanguessugas

2006 - Escândalo dos Aloprados

2006 - Escândalo do Corinthians - MSI

2006 - Mesadas de Antônio Palocci

2007 - Operação Navalha

2007 - BNDES e o etanol em Moçambique

2007 - R$ 111,4 bilhões da CPMF desviados da saúde

2008 - Dossiê contra FHC e Ruth Cardoso (Dilma e Erenice Guerra)

2008 - Caso Cartões Corporativos

2008 - Usina Hidrelétrica Jirau - Fraude no Leilão

2008 - Usina Hidrelétrica de Santo Antônio - Caixa dois

2009 - Caso Lina Vieira (Dilma e Gabrielli)

2009 - Refinaria Abreu e Lima - R$ 90 milhões em propinas

2009 - Propina na compra de submarinos e helicópteros franceses

2009 - Escândalo das montadoras - Medida Provisória 471

2010 - Caso Bancoop

2010 - Escândalo Novos Aloprados

2010 - R$ 1 MI de Alberto Youssef na campanha de Gleisi Hoffmann

2010 - BTG Pactual e as sondas do pré-sal

2010 - Erenice Guerra - Tráfico de influência

2010 - Governo Lula gasta R$ 88,2 milhões nos cartões corporativos


2011 A 2015

2011 - Caso Palocci Consultor

2011 - Escândalo nos Ministérios da Agricultura, Transportes e Cidades

2011 - Escândalo nos Ministérios do Turismo, Esporte e do Trabalho

2011 - Faxina Ética no Governo Dilma

2012 - Caso Cachoeira

2012 - Escândalo no Ministério da Pesca (Ideli Salvatti)

2012 - Rosemary Noronha e Lula e os 25 € milhões em Portugal

2012 - BNDES - Usina Metalúrgica na Venezuela

2012 - Operação Porto Seguro (Rosemary Noronha)

2012 - Prisão da cúpula do PT

2013 - Início das Pedaladas Fiscais

2013 - BNDES - Rodovia em Gana

2013 - Aeroporto em Guiné Equatorial

2013 - Arlindo Chinaglia - R$ 1 bilhão em fraudes de licitações

2013 - Dilma perdoa US$ 900 milhões em dívidas de ditaduras africanas

2014 - Assassinato de Paulo Malhães - Comissão da Verdade

2014 - BNDES - Porto Mariel em Cuba

2014 - Lava Jato - expectativa de recuperar R$ 40 bilhões

2014 - Superfaturamento de US$ 900 milhões caças Gripen

2015 - Prisão do ex tesoureiro do PT

2015 - Ex-diretor da ANP cai do 11º andar

2015 - Caso LFT Marketing e Touchdown - R$ 12 MI para Luleco


2016 A 2025

2016 - R$ 131 bilhões de cortes na Saúde

2016 - Caso Exergia - R$ 20 MI para Taiguara dos Santos

2016 - Crime de responsabilidade fiscal de Dilma

2016 - Assassinato de Arthur Sendas (Compra de Pasadena)

2016 - Marqueteiro do PT é preso

2016 - Delcídio Amaral preso em flagrante

2016 - Governo Dilma gasta R$ 44,4 milhões nos cartões corporativos

2016 - Denúncias comprovadas já chegam a R$ 47 bilhões em desvios do PT

2016 - BNDES - US$ 788 milhões em propinas em 12 países

2018 - Assassinato de Roberto do PT (Queima de Arquivo)

2018 - Lula Preso - Primeiro de 8 Processos

2018 - Corrupção na usina de Belo Monte

2018 - Escândalo das agências de pesquisa na Campanha de Dilma

2018 - BNDES - Calote de Venezuela, Cuba e Moçambique (lavagem internacional)

2018 - Comperj - R$ 15 milhões de propina para o PT

2018 - Vice-presidente da Guiné Equatorial chega ao Brasil com US$ 16,4 milhões

2018 - Desvios de R$ 140 milhões nas obras da Torre Pituba

2018 - Caso Lulazord

2018 - Desvios de R$ 126 milhões nas obras a transposição do rio São Francisco

2019 - Fernando Pimentel e CEMIG

2019 - André Esteves, Lula e Graça Foster na PetroAfrica

2019 - Operação Vegatomia - R$ 500 milhões em fraudes no FIES

2019 - Delação de Palocci - R$ 270,5 milhões para o PT

2019 - R$ 1,1 milhão de mesada para Frei chico (irmão de Lula) — em Edealina.

2022 a 2025 - R$ 6,3 Bilhões e, 300 milhões para Frei chico (irmão de Lula) — Roubado dos velhinhos do INSS.

 

Aqui entre nós e o mundo: ninguém pode dizer que votou errado por falta de INFORMAÇÃO!!! Alguma DÚVIDA? VÁ AO GOOGLE E PESQUISE...






















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