Jornalista Andrade Junior

FLOR “A MAIS BONITA”

NOS JARDINS DA CIDADE.

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CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASILIA

CATEDRAL METROPOLITANA NAS CORES VERDE E AMARELO.

NA HORA DO ALMOÇO VALE TUDO

FOTO QUE CAPTUREI DO SABIÁ QUASE PEGANDO UMA ABELHA.

PALÁCIO DO ITAMARATY

FOTO NOTURNA FEITA COM AUXILIO DE UM FILTRO ESTRELA PARA O EFEITO.

POR DO SOL JUNTO AO LAGO SUL

É SEMPRE UM SHOW O POR DO SOL ÀS MARGENS DO LAGO SUL EM BRASÍLIA.

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sábado, 8 de agosto de 2026

LULA É UM EXÍMIO GESTOR

 gilbertosimõespires/pontocritico


O PROGRAMA DE GOVERNO DO PT ESTÁ SENDO CUMPRIDO À RISCA

Ontem, revendo alguns editoriais que escrevi há exatos quatro anos atrás (agosto de 2022), me deparei com um texto no qual fiz comentários sobre o -PROGRAMA DE GOVERNO DA CHAPA DE LULA EM 2022-, CONSTRUÍDO EM COLIGAÇÃO COM PARTIDOS ALIADOS. Para quem não lembra, o PROGRAMA DO PT, que está sendo cumprido à risca, sempre teve como OBJETIVO CLARO, pelas propostas e inciativas ali contidas a DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA. Dito e feito. 


CUMPRIMENTO DO DEVER PETISTA

A considerar a inquestionável e crescente DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA E DAS FINANÇAS PÚBLICAS, devo admitir que -bem ao contrário do que venho falando, escrevendo, criticando-, dizendo que o presidente LULA é MAU GESTOR, precisa ser corrigido. Ou seja, comparando o que propõe o PROGRAMA com tudo que o GOVERNO LULA-PETISTA vem fazendo e propondo, o presidente tem se mostrado um EXCELENTE GESTOR. De novo: levando em correta conta tudo que LULA fez nesses quatro anos de governo, e promete fazer caso seja reeleito, nada mais é do que o CUMPRIMENTO DO DEVER PETISTA.


ANTES DE CRITICAR, COMPARE...

Antes, portanto, que algum leitor, mesmo os mais atentos, critique o presidente LULA - pelo ABSOLUTO DESCONTROLE DE GASTOS PÚBLICOS, pelo FANTÁSTICO ENDIVIDAMENTO PÚBLICO, pelas ALTÍSSIMAS TAXAS DE JUROS, pela HIPERTROFIA DO ESTADO, pela EXÍMIA MÁ GESTÃO DAS ESTATAIS, pelo DESCASO PELO MÉRITO, pelo INCONTROLÁVEL APETITE TRIBUTÁRIO, pelo DESDÉM PELA INICIATIVA PRIVADA, etc.., sugiro que faça a devida COMPARAÇÃO com aquilo que prega o CLARO E ESCANDALOSO PROGRAMA DE GOVERNO DO PT, o qual, diga-se de passagem, SEMPRE FOI TRANSPARENTE, ou seja, JAMAIS ESCONDEU OU CAMUFLOU SEUS REAIS E DEMONÍACOS PROPÓSITOS. 


COM FOLGA

Como se vê, claramente, uma boa ou má gestão é consequência do atendimento ao PLANO PROPOSTO e ESTABELECIDO. Neste aspecto, repito, como o PLANO DE GOVERNO DO PT tem como claro PROPÓSITO A DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA E DAS FINANÇAS PÚBLICAS, aí há que se admitir que LULA é, efetivamente, um ADMINISTRADOR DIFERENCIADO, do tipo que BATE TODAS AS METAS COM MUITA E EXUBERANTE FOLGA.
















https://www.pontocritico.com/artigo/lula-e-um-eximio-gestor


Veja o Barraco Entre Lula e Alcolumbre na Casa de Moraes!

 andremarsiglia/youtube


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https://www.youtube.com/watch?v=6fxko3GM7wI

Rebati Coluna de Míriam Leitão Com Críticas a Mendonça!

 deltandallagnol/youtube


Rebati Coluna de Míriam Leitão Com Críticas a Mendonça!

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sexta-feira, 24 de julho de 2026

A romantização da pobreza como atalho para a subversão da norma jurídica

   Judiciário em Foco 


Não é surpresa para ninguém que o nosso panorama artístico e cultural pós-ditadura militar foi erguido sobre uma visão romântica de grupos sociais de baixa renda, invariavelmente retratados como alvos indefesos da ganância e opressão alheias. Estarrecedor é que os clichês inerentes à pretensa luta de classes tenham migrado das artes para o universo jurídico, esvaziando libelos e decisões de seu conteúdo técnico para transformá-los em autênticos panfletos de diretórios acadêmicos. O fenômeno revela o aparelhamento estatal como sendo o efeito mais nefasto da prevalência do pensamento coletivista na guerra cultural das últimas décadas: afinal, posso escolher não consumir uma novela ou uma canção, mas não posso optar por descumprir a deliberação de um togado.

Recentemente, o MP/SP ingressou com uma ação civil pública contra o influenciador Leo Marcondes e contra a plataforma Meta pleiteando a remoção do perfil do rapaz, assim como sua condenação ao pagamento de verba indenizatória de R$ 300.000,00 e à frequência a um “curso de letramento sobre inclusão social”, seja lá o que isso signifique. As disparadoras da indignação do promotor signatário da inicial foram postagens onde o rapaz indagava se “pobres” deveriam ter direito a voto, por supostamente não serem capazes de tomar boas decisões para si e suas famílias. Não satisfeito em detratar os posts, o promotor se insurgiu contra as manifestações de terceiros em apoio às provocações de Marcondes e ainda denegriu a pessoa do influenciador, por ele rotulado como desqualificado para o oferecimento de cursos devido à falta de um diploma universitário para chamar de seu. Linguagem militante, soberba acadêmica, vazio argumentativo e ódio à pluralidade de pensamento, esses foram os traços distintivos de um manifesto travestido de petição, com potenciais efeitos intimidatórios contra alguém que apenas “ousou” opinar sobre algo.

Ações civis públicas são medidas destinadas à tutela de direitos difusos e coletivos, ou seja, à reparação de danos efetivos causados a comunidades humanas. Quem teriam sido os tais “pobres” pretensamente ofendidos pelo influenciador? A pergunta, formulada apenas em caráter retórico, é suficiente para descortinar o descabimento da própria ação, pois não há características objetivas que definam as supostas vítimas do influenciador como um grupamento humano. Ora, conhecemos coletivos de habitantes de um município, de fiéis a uma religião ou até de pessoas pertencentes a certas faixas de renda e patrimônio, mas não coletivos de “pobres”. Sendo a pobreza um conceito abstrato e vago, é inviável acionar o aparato judiciário para a apreciação de lesões provocadas não se sabe a quem.

No mérito, o promotor atribuiu ao influenciador uma suposta responsabilidade civil sem qualquer demonstração dos elementos necessários à sua configuração. As condutas praticadas por Marcondes, designadas pelo promotor como “ilícitas”, não passaram de mero exercício da garantia à liberdade de expressão, que, à luz do nosso texto constitucional, é irrestrita e, portanto, insuscetível de podas apriorísticas. Longe do que imaginam o promotor e parcela hegemônica do nosso judiciário, ideias e opiniões podem e devem ser livremente expostas, por mais curiosas, bizarras ou até agressivas que pareçam. Qualquer responsabilidade só pode vir a ser suscitada pelos indivíduos por elas afetados, e sempre mediante comprovação dos prejuízos acarretados. Na seara do dano moral, a exigência de robustez das provas deve ser ainda mais rígida devido à própria natureza intangível e fluida de uma verba destinada à compensação por dores e humilhações efetivamente vivenciadas. Porém, de costas viradas aos cânones da segurança jurídica, o promotor em questão apresentou uma petição repleta de dizeres panfletários, carente de evidências dos danos alegados e talhada para o deleite dos nossos togados de cúpula.

No lugar dos conceitos jurídicos que deveriam fundamentar qualquer inicial, a peça foi inteiramente construída sobre o pilar da chamada “aporofobia”, definição acadêmica desenvolvida pela filósofa espanhola Adela Cortina para descrever um suposto fenômeno de ódio/aversão aos pobres. A palavra ganhou holofotes em nosso universo judiciário a partir de 2023, com o julgamento, pelo STF, da ADPF 976, em cujos autos nossos togados se arrogaram a traçar as linhas-mestras de políticas públicas voltadas à suposta proteção a moradores de rua. A usurpação de atribuições próprias aos gestores públicos foi alardeada com orgulho pela corte, sob as cores pretensamente nobres do amparo a populações vulneráveis e à dignidade humana. Decorridos mais de 3 anos, a inicial da ação proposta contra o influenciador parece ter copiado trechos inteiros do voto do então relator Alexandre de Moraes, onde o togado, entre louvores às ideias da esquerdista europeia, aproveitou a ocasião para ditar a políticos eleitos o que fazer.

Sob o manto do combate à aporofobia, togados que não deveriam enfrentar o que quer que fosse, mas apenas aplicar a Constituição e as leis, tratoraram a autonomia dos entes federativos para vedar a remoção de mendigos das ruas e até para impedir a adoção de padrões arquitetônicos por eles tidos como “hostis”. Tempos depois, sob a mesma bandeira, um promotor pleiteia a providência inconstitucional de banimento de um perfil, bem como o ressarcimento por danos indevidamente presumidos e jamais provados, e até a imposição de obrigação de comparecimento a um curso de pura ideologização. Sob condições de normalidade institucional, o judiciário é provocado para dizer o direito e dar a cada parte litigante o que lhe cabe, à luz de um certo arcabouço normativo. Já em nossos dias de exceção, tribunais estatais são acionados – às expensas do pagador de impostos! – para a chancela de providências tão irregulares quanto a censura, a obtenção de enriquecimento sem causa e a imposição do viés ideológico oficial.

Com o aparelhamento das instituições por uma corrente única de pensamento, as liberdades e a segurança dos ritos saíram pelos fundos, enquanto a opressão e o terror estatais entraram pela porta da frente, festejados sob cânticos de apologia igualitária. A ladainha das produções artísticas panfletárias alimentou as canetas de promotores e juízes e nos foi enfiada a fórceps pela goela. Hoje, não adianta desligar a televisão ou boicotar esta ou aquela emissora, pois o aparato do estado se mostra sempre à espreita para tolher compulsoriamente nossas ideias e manifestações. Até quando aceitaremos viver sob o jugo dos arbítrios e das intimidações em série?








publicadaemhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/justica/a-romantizacao-da-pobreza-como-atalho-para-a-subversao-da-norma-juridica/

domingo, 12 de julho de 2026

A Manobra Secreta de Lula no Tarifaço

 andrémarsiglia/youtube


A Manobra Secreta de Lula no Tarifaço


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https://www.youtube.com/watch?v=cGFqPdFfUAo

sábado, 11 de julho de 2026

SALVAR O BRASIL

 gilbertosimõespires/pontocritico



PRODUZIR CONTEÚDOS

SALVAR O BRASIL

Gostem ou não, acreditem ou não, o FATO é que a maioria das pesquisas de intenção de voto aponta para uma vitória do presidente LULA nas próximas eleições. Entretanto, antes que alguém resolva JOGAR A TOALHA por conta da -sistemática- vantagem que LULA leva sobre os demais competidores, o que cabe a todos aqueles que querem SALVAR O BRASIL do -COMUNISMO PETISTA- é produzir, produzir e produzir conteúdos do tipo que sejam capazes de, no tempo que resta até o dia 4 de outubro (primeiro turno) e/ou 25 de outubro (segundo turno), ABRIR A MENTE de boa parte dos eleitores que se mostram dispostos a reeleger o presidente LULA. 


CORRIDA CONTRA O TEMPO

Pois, nesta CORRIDA CONTRA O TEMPO, abro espaço para conteúdos que tenham como propósito ABRIR MENTES POLUÍDAS PELO DESTRUIDOR POPULISMO. É caso, por exemplo, do texto -O CEO QUE FALIU O BRASIL- produzido pelo CEO da AZ Quest, Walter Maciel, no qual afirma que o GOVERNO APROFUNDOU A EXPANSÃO DOS GASTOS PÚBLICO E EMPURROU SEUS EFEITOS PARA O FUTURO. Eis: 

- Vou dizer o que precisa ser dito. Há pouco mais de um ano chamei LULA de -CEO QUE FALIU O BRASIL- e muita gente achou exagero. Hoje eu preciso atualizar o diagnóstico, e desta vez não estou sozinho. Eu disse, naquele momento, que ele era o homem que implementou o PROJETO QUE QUEBROU O PAÍS. Ele olhou para o abismo à frente, sabendo exatamente o que tem lá, e decidiu acelerar. Não freou. Não desviou. Olhou para o precipício e pisou fundo. Com todas as letras, e me perdoem a franqueza: ele olhou para o abismo e disse “dane-se”.


BTD, XP E BRAZIL JOURNAL

E não sou eu dizendo. Nestas últimas semanas,

1- o BTG, dos economistas Mansueto Almeida e Samuel Pessôa, cravou que a despesa primária do governo central cresceu 14% em termos reais no primeiro quadrimestre, e chamou o que está acontecendo de reedição da desastrosa Nova Matriz Econômica;

2- a XP estimou a conta das medidas fiscais e parafiscais em pelo menos R$ 200 bilhões; e

3- o BRAZIL JOURNAL, que é lido por quem faz o PIB, usou a mesma palavra que eu, como gestor regulado, vou deixar na boca deles: -PEDALADAS-

Quando o mercado inteiro diz a mesma coisa no mesmo dia, não é mais opinião. É consenso. E o consenso é sombrio.


IMPEACHMENT

Existe um gráfico que conta essa história melhor do que qualquer discurso. Ele mede o CRESCIMENTO REAL DO GASTO PÚBLICO EM CADA GOVERNO DESDE FERNANDO HENRIQUE, e o que ele mostra é uma ASSINATURA. Os três maiores crescimentos de toda a série carregam o mesmo nome: Lula 1, Lula 2, Lula 3. No segundo mandato, o gasto cresceu quase 10% ao ano. Mas preste atenção em quem pagou a conta, porque é aqui que está a engenhosidade do esquema. NÃO FOI ELE. Lula gastou, e na hora de enfrentar o estrago escolheu uma SUCESSORA que julgava controlar, certo de que voltaria por cima dela. E aqui é preciso ser justo com a história: DILMA NÃO FOI VÍTIMA DE NADA. Foi ela quem inaugurou o método que Lula hoje aperfeiçoa.

As pedaladas fiscais de 2014, que o TCU classificou como operação de crédito ilegal e que se tornaram o coração jurídico do impeachment, foram exatamente isto: atrasar de propósito os repasses do Tesouro à Caixa, ao Banco do Brasil e ao BNDES, para que os bancos públicos bancassem os programas do governo com o próprio dinheiro e a despesa sumisse das contas oficiais. O procurador foi cirúrgico ao descrever a intenção: melhorar artificialmente as contas públicas em ano eleitoral. Leia de novo, porque é a mesma frase que se aplica hoje. Dilma armou a bomba, ganhou a eleição com ela, e foi no colo dela que a bomba explodiu. Veio o impeachment.


PEDALADA AINDA MAIOR

E quem teve que fazer o TRABALHO SUJO, segurar o crescimento real das despesas a níveis próximos de zero, foram Michel Temer e depois o ministro da Economia Paulo Guedes, durante o governo de Jair Bolsonaro. De novo: depois da explosão de gastos dos governos Lula e Dilma I, Temer e Bolsonaro governaram sob um dos períodos de maior contenção fiscal de toda a série. Esse é o padrão, e ele é mais frio do que parece. Lula gasta. Outro paga. Lula volta. Não estamos diante de um homem que não entende as consequências.

Estamos diante de um homem que já viu as consequências acontecerem, que assistiu de camarote ao impeachment da sua própria sucessora, e que descobriu a única coisa que precisava descobrir: que a fatura nunca chega no endereço dele.

Dilma pagou. Temer e Bolsonaro administraram os anos seguintes tentando conter os efeitos. O próximo presidente está sendo preparado para receber essa herança. E pode ser ele mesmo.

Agora veja como a conta é escondida, porque é aqui que mora a desonestidade, e é aqui que Lula prova que aprendeu a lição de 2014. Segundo Marcos Mendes, pesquisador do Insper, graças às manobras orçamentárias apenas 4% dessas despesas têm impacto direto no resultado primário. 4%.

Os outros 96% ficam fora dos limites do arcabouço fiscal. Leia de novo: de cada R$ 100 dessa farra, R$ 96 somem do indicador que o governo exibe para dizer que está tudo sob controle. O crédito subsidiado entra na conta financeira e não conta como gasto, mas a dívida bruta engorda do mesmo jeito. É a pedalada de Dilma, agora industrializada. O BTG calcula que o estoque desse crédito subsidiado cresceu cerca de R$ 275 bilhões, perto de 2% do PIB. É a contabilidade criativa elevada a política de Estado. É a maquiagem antes da foto.

Impostos maiores, dívida maior. E para sustentar tudo isso só existe um caminho: extrair mais. A carga tributária bateu o recorde histórico em 2025, 32,4% do PIB, o maior nível desde que a série existe, com arrecadação federal recorde de quase R$ 2,9 trilhões. E mesmo assim o déficit cresce.

Entenda, porque é a falência da tese inteira: nem a maior tributação da história fecha a conta, porque o gasto corre na frente. O imposto recorde não tapa o buraco. Ele só transfere o oxigênio da economia produtiva para dentro da fogueira.

E o resultado dessa asfixia tem nome e número. Em 2025 o Brasil bateu o recorde histórico de empresas em recuperação judicial: 2.466 companhias, o pior desde que se mede. Havia ainda 8,7 milhões de CNPJs negativados em janeiro. As famílias em níveis recordes de endividamento, afundando no rotativo.


CAUSA

E a CAUSA apontada por boa parte dos analistas é a mesma: JUROS NAS ALTURAS, O CUSTO BRUTAL DE FINANCIAR UMA DÍVIDA QUE ESTE GOVERNO ENGORDA TODO DIA. Os juros futuros já estão no maior patamar desde 2015, o ano da crise de Dilma. O mercado não esqueceu o que esse filme significa.

O empresário que fecha as portas, a família que não paga o cartão, o produtor que não rola a safra. Esses são os pagadores. São eles que estão financiando a reeleição. Tudo o que está sendo feito agora tem um único objetivo, e não é o desenvolvimento, não é o pobre, não é a justiça social. É o poder. É a reeleição. As próprias casas de análise apontam que parte dessas bondades mira justamente grupos nos quais o PT enfrenta maior resistência eleitoral. Isenção de imposto que custa hoje e se compensa só depois da urna. Subsídio em combustível e gás que já soma mais de R$ 20 bilhões e vale até dezembro, com o tributo voltando em janeiro. Crédito empurrado para dentro de famílias que já comprometem metade da renda.


A CONTA JÁ CHEGOU

E a bomba mais cínica de todas, a nova tributação de dividendos, desenhada com requinte: retém 10% na fonte sobre o valor total quando a distribuição mensal passa de R$ 50 mil, infla o caixa de 2026, e parte vira crédito que o próximo governo terá que restituir em 2027.

Nessa medida específica, não há programa social direto. Não há pobre na ponta. Há apenas antecipação de caixa. As outras medidas você pode chamar de populismo. Essa é a confissão. O benefício chega antes do voto, a conta chega depois, e a conta nunca é endereçada a quem gastou. E onde estão os fiscais? Fazendo vista grossa. O TCU chegou a abrir auditoria sobre o uso desses fundos, mas até aqui não produziu uma resposta capaz de interromper a engrenagem. As instituições que deveriam acender o alarme escolheram o silêncio no ano em que ele é mais conveniente. É a mesma omissão que, lá atrás, deixou as pedaladas crescerem até virarem impeachment. E o que mais me indigna não é nem a irresponsabilidade. É a indiferença. É um homem que não dá a mínima para a geração que vai herdar essa dívida, não dá a mínima para o pobre que ele usa como bandeira e abandona como estatística, não dá a mínima para o país que ele já quebrou uma vez. Ele se importa com uma coisa só, e essa coisa tem data: outubro de 2026. Tudo o mais é paisagem.

A dívida brasileira não é uma fatalidade. Não é a guerra lá fora, não é a herança maldita, não é o azar. Ela é uma construção. Tem autor, tem projeto, tem assinatura.

É o monumento que esse projeto de poder ergue toda vez que chega perto do cofre, tijolo por tijolo, e deixa de presente para quem tiver a coragem de governar depois. O legado não são as obras, ou os programas sociais, é o boleto que chega.

Quando a conta volta para quem gastou

E há uma ironia final que esse projeto de poder finge não enxergar. Durante toda a sua história, o segredo do CEO foi um só: gastar e entregar a fatura para o sucessor. Dilma pagou. Temer pagou. Bolsonaro pagou.

Mas existe um único cenário em que essa engrenagem trava, em que o incendiário é obrigado a ficar dentro da casa em chamas. Esse cenário é a reeleição. Se ele vencer em outubro, pela primeira vez será o próprio Lula a herdar a bomba que ele mesmo armou.

Pela primeira vez, o endereço da conta é o mesmo do responsável. E aí não vai ter sucessor para varrer o estrago. Vai ter só ele, e o estrago.

Lembram do Aston Martin do James Bond, na época de Sean Connery? Tinha um botão escondido no câmbio que ejetava o passageiro pelo teto, e o agente seguia dirigindo, intacto, enquanto o problema era arremessado para longe. Foi assim que esse governo dirigiu o Brasil a vida inteira.

Acelera no precipício, aperta o botão, e ejeta o sucessor para que ele caia com o estrago enquanto o motorista escapa. Dilma foi ejetada. Temer foi ejetado. Bolsonaro foi ejetado. O detalhe que ninguém contou a ele é que o botão só funciona quando há um passageiro no banco ao lado.

Se Lula se reeleger, não haverá sucessor para ejetar. Haverá só ele, sozinho no carro, em alta velocidade, em direção ao mesmo abismo de sempre, e desta vez sem o assento de ejeção, porque ele nunca fez, nunca fará e não tem a menor intenção de fazer o ajuste fiscal que seguraria o carro. A conta já chegou. A única dúvida é se, finalmente, o motorista estará dentro do veículo na hora da batida.












publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/salvar-o-brasil

Vorcaro Espionou o Maior Inimigo de Moraes, e Não é Bolsonaro!

deltandallagnol/youtube


Vorcaro Espionou o Maior Inimigo de Moraes, e Não é Bolsonaro!


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https://www.youtube.com/watch?v=KDcgMk-GzAc

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Brasil Perde e PT Fez Jogada Perigosa Para Dominar O Senado!

deltandallagnol/youtube


Brasil Perde e PT Fez Jogada Perigosa Para Dominar O Senado!


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ECONOMIA DO CRIME

 claudiobranchieri/youtube


ECONOMIA DO CRIME


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SOMOS ROUBADOS ATÉ NA FORMA COMO NOS INFORMAM

 FACEBOOK


SOMOS ROUBADOS ATÉ NA FORMA COMO NOS INFORMAM



sábado, 4 de julho de 2026

A ESQUERDA DESTRUIU O MEU PAÍS

 DANILEPORATI/X


A ESQUERDA DESTRUIU O MEU PAÍS



CARGA TRIBUTÁRIA ATINGIU RECORDE HISTÓRICO

instagram


A pergunta sobre o destino dos impostos no Brasil é uma das buscas de maior volume e alta intenção de pesquisa (keyword research) no país, impulsionada pela alta carga tributária e a percepção de baixo retorno em serviços públicos. Em 2025, a carga tributária brasileira atingiu um recorde histórico 



A petição secreta aos EUA para travar o tarifaço de Trump

  GAZETA AGORA/youtube


A petição secreta aos EUA para travar o tarifaço de Trump | 
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sexta-feira, 3 de julho de 2026

COMO ELES APLICARAM OS GOLPÉS

 ROMEUZEMA/FACEBOOK

COMO ELES APLICARAM OS GOLPÉS



quarta-feira, 1 de julho de 2026

Lula GASTA MEIO BILHÃO em Propaganda Antes das Eleições!

 deltandallagnol/youtube


Lula GASTA MEIO BILHÃO em Propaganda Antes das Eleições!


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https://www.youtube.com/watch?v=344igCKWt8I

terça-feira, 30 de junho de 2026

129 MILHÕES EM PROPAGANDA DIGITAL PARA TE ENGANAR, DE NOVO

 CAIOCOPPOLLA/FACEBOOK


129 MILHÕES EM PROPAGANDA DIGITAL PARA TE ENGANAR, DE NOVO



domingo, 28 de junho de 2026

TORCER PELO LADRÃO DA PRÓPRIA TORCIDA

 gilbertosimõespires/pontocritico


É TEMPO DE COPA

No momento em que preparava um texto voltado ao -COMPORTAMENTO UFANO- do povo brasileiro em geral, no que diz respeito à participação na NOSSA SELEÇÃO nos jogos da COPA DO MUNDO, me deparei com o oportuno artigo do pensador Alex Pipkin, com o título -O VERDADEIRO ESPORTE NACIONAL- e achei que melhor caberia o compartilhamento do conteúdo através do editorial de hoje. Eis:


ATO DE FÉ

É tempo de Copa, quando o país volta a repetir, quase como um ATO DE FÉ, que o futebol é o nosso esporte nacional. Não é. 

O verdadeiro campeonato brasileiro acontece longe dos estádios, nos corredores do poder, onde influência pesa mais do que mérito, conexões substituem competência e o resultado da partida costuma ser conhecido antes mesmo do apito inicial.

ROBIN HOOD FOI DEMITIDO POR OBSOLESCÊNCIA

Nesse campeonato, Robin Hood foi demitido por obsolescência. Roubar dos ricos para dar aos pobres exige esforço, risco pessoal e uma ingenuidade incompatível com o grau de sofisticação que alcançamos. O Brasil aperfeiçoou a fórmula. Expropria-se quem trabalha, produz, empreende e paga impostos para sustentar uma máquina cuja principal vocação parece ser recompensar aqueles que aprenderam a gravitar em torno do poder.

Tudo isso acontece embalado por discursos moralmente grandiosos.

FREQUENTAR O PIB É MAIS CONFORTÁVEL

A esquerda festiva descobriu, ao longo da caminhada, que é infinitamente mais confortável frequentar o PIB do que combatê-lo. Banqueiros, operadores de influência, grandes empresários e políticos profissionais passaram a compartilhar os mesmos ambientes, os mesmos interesses e, frequentemente, as mesmas conveniências. 

A revolução terminou exatamente onde tantas revoluções terminam; no salão principal do castelo, com o banquete financiado pelos contribuintes.

Mas a verdadeira inovação brasileira não está na corrupção, nos privilégios ou nas relações promíscuas entre poder político e interesses privados. Nada disso é particularmente novo.

TORCER PELO LADRÃO DA PRÓPRIA TORCIDA

A grande novidade é o desaparecimento completo do pudor. Já não existe a necessidade de negar, esconder ou disfarçar. O escândalo se transformou em passivo gerencial, a contradição foi incorporada à rotina e a incoerência transformou-se em simples detalhe operacional.

A velha res publica foi silenciosamente convertida em algo muito mais conveniente. Continua sendo financiada por todos, mas administrada como patrimônio daqueles que controlam a máquina. 

Robin Hood imaginava que o problema eram os privilégios dos nobres instalados dentro do castelo. Nós fomos mais criativos. Transformamos o próprio Estado no castelo e enviamos a conta da manutenção para os camponeses que observam o banquete do lado de fora dos muros.

O detalhe realmente extraordinário é que muitos deles continuam discutindo apenas qual mesa do banquete merece mais aplausos.

No fim, o verdadeiro esporte nacional nunca foi o futebol. Sempre foi torcer pelo ladrão da própria torcida.
























publicadaemhttps://www.pontocritico.com/artigo/torcer-pelo-ladrao-da-propria-torcida

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