É
equívoco permanecer indiferente à leviandade da CNV
Caros
amigos
Como
instituições e como segmento da sociedade, as Forças Armadas têm direito
constitucional à opinião, o dever democrático de manifestá-la e, com ela, contribuir
para a segurança do Estado e para a construção da opinião pública, base de
sustentação da democracia.
É
equívoco, portanto, aceitar, sem contestação, mentiras sobre um passado que até
ontem era motivo de orgulho e comemoração.
É
equívoco não defender e propalar a verdade histórica, como se dela não se houvesse
tirado ensinamentos.
É
equívoco permitir que a Nação seja enganada e que imagine suas Forças Armadas
divididas pelo tempo, separadas pela própria história e desinteressadas pela
garantia da liberdade democrática, desavergonhadamente ameaçada por atitudes
imorais orientadas para inconfessáveis desígnios de poder total emanados de um
foro de jurássicos, instalado acima dos governos.
É
equívoco parecer ou permanecer indiferente diante da ofensa
contratada pelo governo e do achincalhe de um dos mais importantes períodos da
história do País, além do desrespeito à imagem das Forças Armadas e às biografias
dos homens de bem que o protagonizaram.
Gen Bda Paulo
Chagas





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