MIRANDA SÁ -
Procurei
em vão nas enciclopédias impressas ou virtuais quem foi que traduziu
Schiller e usou o brasileirismo “burrice” no pensamento genial que trago
na epígrafe. Gostaria de cumprimentá-lo.
Friedrich
Schiller foi poeta, dramaturgo, filósofo e historiador alemão, que com
Goethe liderou o movimento literário romântico alemão “Sturm und Drang”
(Tempestade e Ímpeto).
O
Movimento defendia a poesia mística, selvagem, espontânea, em última
instância quase primitiva, onde o que realmente tinha valor era a emoção
acima da razão. Seus seguidores foram chamados de “Stürmer” e primavam
por combater o alheamento pouco inteligente dos alemães para a política.
Como
tinham razão! Devem ser lembradas pelos democratas de todo mundo as
eleições do dia 5 de março de 1933 que levaram Hitler ao poder na
Alemanha. Os que conhecem História sabem que após o incêndio do
Reichstag em 27 de fevereiro, o país mergulhou num clima de violência e
Estado de Exceção.
Gangues
nazistas armadas aterrorizavam o povo e a polícia invadia residências e
procurava por suspeitos nos trens de passageiros. Com isto, Hitler
acreditou numa vitória esmagadora, o que não aconteceu. O Partido dos
Trabalhadores Alemães obteve 43,9% dos votos.
A
burrice veio depois: o marechal-presidente Paul von Hindenburg, de
muitas condecorações e pouca visão política, nomeou Hitler chanceler.
Sem nenhum mal querer pelos asnos, considero que as pessoas burras são
as mais fáceis de serem enganadas e dirigidas por outrem.
Assim
foi no nazismo lá na Alemanha; embora aqui se manifeste uma massa
fanática de infinita burrice, será impossível empossar um Hitler
caboclo…. O mais cotado candidato a ‘furher’ do Partido dos
Trabalhadores Brasileiros, Zé Dirceu, revelou-se no Mensalão; agora está
indiciado por crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e
organização criminosa…
O
outro, Lula da Silva, está com a vida política por um fio. Já é
processado em Portugal e aqui pesam indícios de participação no assalto à
Petrobras e manobras no BNDES que podem levá-lo à cadeia.
Assim,
não será um traque de São João na calçada do Instituto Lula, nem a
turba lulo-petista atacando o boneco Pixuleco sob o comando truculento
dos camisas pardas do PC do B, que o povo brasileiro permitirá a
implantação da ditadura no Brasil.
Porém
é inegável a influência da burrice entre nós: É comprovada pelo caráter
de seita assumido pelo PT, com seguidores fanáticos que atacam
burramente os críticos de Dilma tachando-os de tucanos ou eleitores de
Aécio, quando não, de golpistas… Ainda não conseguiram entender que se
trata de uma onda nacional, lúcida, apartidária, democrática e
patriótica.
A
burrice é virulenta. Pega. Transmite-se no ar que a pelegagem corrupta
respira. Está no exemplo dado pelo empreiteiro Marcelo Odebrecht
criticando quem ‘dedura’… Onde Marcelo aprendeu o princípio da Omertà – a
lei máxima da máfia, o voto de silêncio inquebrável entre os mafiosos?
Teria sido com os líderes do narco-populismo latino americano?
O
juiz Sérgio Moro soprou nos ouvidos honestos que a colaboração premiada
“é traição, mas é uma traição entre bandidos; não se está traindo a
inconfidência mineira, nem a resistência francesa…”
Em
respeito ao mamífero da família dos Eqüídeos, conhecido como asno,
burro e jumento, ofereço ao herdeiro da Casa Odebrecht o princípio
constitucional da presunção de inocência: quem sabe ele não seja tão
burro, somente saiba da morte de Celso Daniel por traição ao PT, ou do
assassinato do procurador Alberto Nisman, que denunciou na Argentina
Cristina K.
EXTRAÍDADATRIBUNADAIMPRENSAONLINE





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