// Robson Merola de Campos
Não
sou puritano. Na verdade, me considero um liberal sob diversos
aspectos. Sempre que recebo informações via redes sociais procuro checar
as fontes. Justamente para evitar entrar na onda do radicalismo ou do
sensacionalismo. Recebi hoje um vídeo de um médico amigo meu, via
“WhatsApp” que arrepiou meus cabelos. E me embrulhou o estômago. Custei a
acreditar no que assisti. Trata-se de um trecho de uma entrevista
concedida pelo Procurador da República Dr. Guilherme Schele ao
jornalista Edely Tápia dentro do Canal Medicina e Saúde – Programa
“Família & Cia”. O link para assistir a íntegra da entrevista está
disponível ao final desta pequena reflexão.
Na
entrevista, o Procurador da República alerta para os perigos da
erotização de nossas crianças. De acordo com Schele, desde os primeiros
meses do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff seu governo já
implantou nas diretrizes da educação infantil e fundamental das escolas
públicas no Brasil o “direito ao prazer sexual de nossas crianças”. Tal
erotização nada mais é do que atender aos desejos dos pedófilos que
defendem igualmente a erotização dos infantes. Ainda segundo o
Procurador o que se busca é dominar “as mentes das crianças fazendo uma
ruptura entre o sexo biológico das crianças e seu comportamento social”.
Segundo ele, crianças erotizadas têm dificuldades de cognição e por
isso se tornam presas fáceis no futuro. Não vou entrar em mais detalhes
sobre a entrevista. Sugiro que você mesmo assista especialmente se tiver
estômago forte. E tire suas próprias conclusões.
O
que quero aqui é discutir tal política de quem usa como lema de governo
em seu segundo mandato “Pátria Educadora”. Que pátria educadora é essa
que distorce conceitos e contamina nossas crianças com o lixo da
imoralidade? Que pátria educadora é essa que enfia goela abaixo de pais e
mães despreparados a filosofia do prazer fácil, sem consequências e sem
discernimento de certo e errado? Que pátria educadora é essa que não
educa, não constrói, não edifica? Antes, dedica-se ao caos, visando
implantar paulatinamente um sistema político que faliu em todo o mundo, e
que aqui só sobrevive à custa da corrupção que sustenta seu projeto
político/ideológico.
Não
é de hoje que o Brasil vive uma trágica inversão de valores. O trabalho
e o estudo há muito tem deixado de ser sinônimo de orgulho. O
ex-presidente Lula ufanava-se de ter cursado apenas o ensino fundamental
e ter sido eleito presidente da República. Como se ser semianalfabeto
resultasse em alguma vantagem sob qualquer perspectiva que seja. No
Brasil dos dias atuais distribuem-se “bolsas” pelos mais diversos
motivos. E vão escravizando as pessoas de uma forma muito mais perigosa e
cruel: vão tirando delas a vontade de lutar e vencer na vida.
No
Brasil dos dias atuais, protege-se o marginal e pune-se o cidadão de
bem. Movimenta-se a diplomacia brasileira para protestar contra a
execução legal de criminosos legalmente condenados em país estrangeiro,
mas não se pronuncia uma única palavra sobre as dezenas de execuções
diárias que ocorrem nas ruas de todo o país. O cidadão honesto está
acuado, com medo até de sair na rua para trabalhar, pois não sabe se
conseguirá voltar vivo. A presidente da República comete estelionato
eleitoral como jamais se viu, e tem o desplante de zombar de todos nós
com discursos que ninguém consegue captar o sentido. No Brasil dos dias
atuais colaborar com a justiça através do moderno instituto da delação
premiada é visto com suspeição pelas autoridades da República. Aliás, no
Brasil dos dias atuais um Ministro do Supremo Tribunal Federal autoriza
um investigado a comparecer perante uma CPI do Congresso e não só a se
calar, mas, mentir a vontade. E por escrito. Com assinatura e tudo.
Esse
é o Brasil que vivemos. O Brasil da corrupção endêmica que parece não
ter fim nem solução. O Brasil da crise econômica para a qual não
contribuímos e que agora estamos pagando a amarga conta. O Brasil que
nos envergonha! Que nos entristece! Que faz nosso estômago embrulhar!
Mas
agora quem está na alça de mira são as nossas crianças! Tenho lido
relatos de pais preocupados com a ideologia de gênero nas escolas
públicas. Meninos e meninas sendo forçados a usar o mesmo banheiro.
Crianças ainda com a personalidade em formação, precisando de orientação
e pulso firme, sendo entregues à própria sorte e ao próprio arbítrio.
Como se com menos de uma dezena de anos de vida pudessem realmente
decidir o que é melhor para elas. Pais e mães que julgam mais
conveniente lavar as mãos e deixar a educação dos filhos por conta de
professores já assoberbados com a tarefa de ensinar a alunos
desinteressados. E estão desinteressados porque no Brasil dos dias
atuais, o PT tem dado um jeitinho de distribuir fartamente favores
pecuniários para continuar comprando votos.
Mas,
por tudo que é mais sagrado, precisavam agora profanar as nossas
crianças? Conspurcá-las? Manchá-las com a sanha dos que sonham dominar o
continente sul-americano com uma ideologia fracassada? Será que não
existe nem um único resquício de dignidade, moralidade, ética,
honestidade ou caráter na presidente e seus assessores? Será que
manter-se no poder ou consolidar seu projeto político vale isso? Vale a
vida ou a saúde psicológica de uma criança? Vale a felicidade da
inocência de um sorriso infantil? Esse maldito – repito – maldito
projeto de poder não pode ser tão cruel e tão abjeto assim! Ninguém em
sã consciência pode concordar com isso. Um pai ou uma mãe de verdade não
concordariam. Iniciativas assim só podem sair de cabeças doentes, que
não enxergam um palmo além do próprio nariz. Triste lembrar: mas, são
essas mesmas pessoas que há algumas décadas atrás pegaram em armas,
explodiram pessoas, executaram inocentes, roubaram bancos, assaltaram
civis e aterrorizaram as ruas do Brasil. São essas pessoas que hoje
mentem dizendo que lutaram pela democracia e liberdade, mas na verdade
lutam há décadas para implantar a própria ditadura nesse país. Não é de
se admirar o seu comportamento atual: a falta de caráter acompanha o
destino de um homem.
Mas,
nós não podemos aceitar isso. Esse vil ataque não pode ser tolerado.
Não estamos mais falando de bens materiais que se adquirem e se perdem.
Não estamos falando de dinheiro. Estamos falando do futuro da nossa
nação brasileira. Nossas crianças são nosso futuro! Nossas crianças são
nossa esperança de que ainda que nós fracassemos em fazer o certo,
transformando o Brasil em um país melhor, elas poderão transformar a
nação.
Não
podemos admitir que nossos filhos e filhas sejam conspurcados. Se não
houvesse outros motivos, se não houvesse a corrupção, se não houvesse o
aparelhamento do estado, se não houvesse a desonestidade, se não
houvesse o cometimento de crimes de lesa pátria, se nada disso estivesse
acontecendo, nós teríamos, nesse atentado contra as nossas crianças um
motivo suficiente para apear Dilma do poder e varrer ela e seus asseclas
– aí incluindo o seu criador e mentor – da vida pública nacional.
Se
outros motivos não houvesse, esse bastaria: apear o PT do poder para
salvar nossas crianças. Para isso precisamos estar prontos, pois
momentos decisivos se aproximam. O tempo das bravatas já acabou. Agora é
o tempo de fazer o que é correto. Agora é hora de defender a nossa
própria carne. E defendê-la como leões. Não podemos tergiversar. Não
podemos hesitar. O momento é esse e o recado é claro, e vou deixá-lo
aqui em maiúsculas, logo acima da minha assinatura, para que ninguém
tenha dúvida:
NÃO
TOQUEM NAS NOSSAS CRIANÇAS. NÃO CONSPURQUEM AS NOSSAS CRIANÇAS. VOCÊS
NÃO SABEM O QUE PAIS DE VERDADE SÃO CAPAZES DE FAZER PARA PROTEGÊ-LAS.
Assinado: Robson Merola de Campos, pai de uma criança brasileira.
Veja a íntegra da entrevista: https://www.RECEBIVIAEMAILDEAMIGOLEITORDOBLOG





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