Jornalista Andrade Junior

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O Ministério da Educação e o Manual do Sexo para Crianças!

Por Robson Merola de Campos

Onde é que nós chegamos? Por acaso você já viu o livro que o Ministério da Educação e Cultura da “pátria educadora” petista quer que o seu filho de nove ou dez anos tenha acesso nas escolas? O livro se chama “Aparelho Sexual e Cia: um guia inusitado para crianças descoladas” escrito por uma francesa chamada Helene Bruller e editado no Brasil desde 2007.O livro é uma aula de canalhice. De perversão. De safadeza. É a prova mais cabal do que existe de mais baixo e vil na natureza do ser humano. Não basta a sexualização escandalosa imposta pelos meios de comunicação de massa, especialmente as televisões abertas. Querem agora corromper nossas crianças também no sagrado recinto das escolas. E o título do tal livro não poderia ser mais claro: criança “descolada”, na opinião da autora e de quem aprova tal absurdo, é aquela pronta para fazer sexo. O contrário é óbvio: criança não “descolada” é criança atrasada, fora de contexto, ignorante, retrógrada, fora da turma ou do grupo. A Constituição da República, este pergaminho tão maltratado ultimamente prevê em seu art. 227 que é dever da família, da sociedade, e do Estado garantirem com absoluta prioridade à criança, ao adolescente e ao jovem, o direito à vida, saúde, educação, dignidade, respeito e colocá-los a salvo de todas as formas de negligência, exploração ou crueldade. A esquerda que está no poder só lê os artigos que lhe convém da Constituição. O resto, tal qual o Supremo Tribunal Federal, é distorcido a seu bel prazer. Só assim para se entender como esse livro pôde ser sugerido pelo MEC para nossas crianças. Toda vez que um adulto tenta convencer uma criança a fazer sexo, de uma forma ou de outra, tem nome: é pedofilia. E pedofilia é crime. Simples assim.
Ainda bem que existem no Brasil magistrados que conhecem seu ofício. E sabem que além da previsão genérica da Constituição Federal, existe também o Estatuto da Criança e do Adolescente que caracteriza tal conduta de sexualização de crianças como criminosa. E com penas severas. Basta ler o Estatuto à partir do art. 241. Está tudo lá, preto no branco. Por isso, se você é pai como eu sou, e se ficar sabendo que a escola de seu filho adotou esse lixo como livro, denuncie junto à Vara da Infância e Juventude de sua cidade. Procure um advogado ou um promotor. Vá aos meios de comunicação. Defenda o seu filho desse crime. Não deixe os responsáveis saírem impunes. Está na hora desse governo aprender o que nos era ensinado antigamente: com filho dos outros não se brinca. Tenham respeito, pois se não tiverem, nós, pais de verdade, vamos lhes dar uma lição da qual jamais se esquecerão. E isso, que fique bem claro, se aplica a qualquer pessoa que se atrever a mostrar esse material a nossas crianças. Não se atrevam. Encarar esse aviso como uma ameaça é privilégio de quem quiser se arriscar a não me levar a sério.




extraídadeaverdadesufocada

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