Por Robson Merola de Campos

Onde é que nós
chegamos? Por acaso você já viu o livro que o Ministério da Educação e
Cultura da “pátria educadora” petista quer que o seu filho de nove ou
dez anos tenha acesso nas escolas? O livro se chama “Aparelho Sexual e
Cia: um guia inusitado para crianças descoladas” escrito por uma
francesa chamada Helene Bruller e editado no Brasil desde 2007.O
livro é uma aula de canalhice. De perversão. De safadeza. É a prova
mais cabal do que existe de mais baixo e vil na natureza do ser humano.
Não basta a sexualização escandalosa imposta pelos meios de comunicação
de massa, especialmente as televisões abertas.
Querem agora corromper nossas crianças também no sagrado recinto das
escolas. E o título do tal livro não poderia ser mais claro: criança
“descolada”, na opinião da autora e de quem aprova tal absurdo, é aquela
pronta para fazer sexo. O contrário é óbvio: criança não “descolada” é
criança atrasada, fora de contexto, ignorante, retrógrada, fora da turma
ou do grupo.
A Constituição da República, este pergaminho tão maltratado
ultimamente prevê em seu art. 227 que é dever da família, da sociedade, e
do Estado garantirem com absoluta prioridade à criança, ao adolescente e
ao jovem, o direito à vida, saúde, educação, dignidade, respeito e
colocá-los a salvo de todas as formas de negligência, exploração ou
crueldade. A esquerda que está no poder só lê os artigos que lhe convém
da Constituição. O resto, tal qual o Supremo Tribunal Federal, é
distorcido a seu bel prazer. Só assim para se entender como esse livro
pôde ser sugerido pelo MEC para nossas crianças. Toda vez que um adulto
tenta convencer uma criança a fazer sexo, de uma forma ou de outra, tem
nome: é pedofilia. E pedofilia é crime. Simples assim.
Ainda bem que existem no Brasil magistrados que conhecem seu ofício. E
sabem que além da previsão genérica da Constituição Federal, existe
também o Estatuto da Criança e do Adolescente que caracteriza tal
conduta de sexualização de crianças como criminosa. E com penas severas.
Basta ler o Estatuto à partir do art. 241. Está tudo lá, preto no
branco. Por isso, se você é pai como eu sou, e se ficar sabendo que a
escola de seu filho adotou esse lixo como livro, denuncie junto à Vara
da Infância e Juventude de sua cidade. Procure um advogado ou um
promotor. Vá aos meios de comunicação. Defenda o seu filho desse crime.
Não deixe os responsáveis saírem impunes. Está na hora desse governo
aprender o que nos era ensinado antigamente: com filho dos outros não se
brinca. Tenham respeito, pois se não tiverem, nós, pais de verdade,
vamos lhes dar uma lição da qual jamais se esquecerão. E isso, que fique
bem claro, se aplica a qualquer pessoa que se atrever a mostrar esse
material a nossas crianças. Não se atrevam. Encarar esse aviso como uma
ameaça é privilégio de quem quiser se arriscar a não me levar a sério.
extraídadeaverdadesufocada
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