Jornalista Andrade Junior

sábado, 18 de outubro de 2014

Dilma critica apoio da 'The Economist' a Aécio. Ué! Queria que a revista britânica apoiasse a corrupção no Brasil?

Capa da edição para a América Latina da revista The Economist - Reprodução /

Germano Oliveira - O Globo

Edição desta semana da revista para a América Latina traz o título ‘por que o Brasil precisa mudar’

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, criticou na tarde desta quinta-feira o apoio da revista britânica "The Economist" ao senador Aécio Neves, candidato a presidente pelo PSDB. A capa da edição desta semana da revista para a América Latina traz o título "Por que o Brasil precisa mudar", ao lado do desenho que faz alusão à Carmem Miranda triste e com um chapéu de frutas murchas e estragadas. No principal texto, a revista britânica diz que Aécio merece ganhar as eleições "porque promete colocar o Brasil de volta no caminho do crescimento econômico".
- Acho que as revistas do mundo inteiro, assim como as brasileiras, podem tomar as suas posições políticas e levar isso aos seus leitores. Mas sei qual é a filiação da The Economist, todo mundo sabe. Ela é ligada ao sistema financeiro internacional - disse a presidente, quando questionada sobre o assunto por jornalistas.
Irritada com a pergunta, a presidente encerrou rapidamente uma entrevista, dizendo que estava atrasada para o debate no SBT, realizado na noite desta quinta-feira.
Antes disso, Dilma fez um rápido pronunciamento sobre a importância da creche na alfabetização das crianças. Sem mencionar o governo tucano que antecedeu aos governos petistas, Dilma disse que "antes" só se pensava em educação do ensino básico ao ensino universitário e técnico.
- Hoje não. Acreditamos que o ensino vai da creche à pós-graduação - disse Dilma.
Para ela, a creche, a alfabetização na idade certa e a educação em tempo integral levam a uma convergência de ações na área de educação que ela deseja implementar em seu governo.
- A creche ajuda na educação no tempo certo, ou seja, as crianças que são alfabetizadas até oito anos de idade, tem muito mais condições de acompanhar toda a trajetória de aprendizagem ao longo tanto do ensino fundamental como do ensino médio. E isso tem a ver também com a creche bem feita e uma pré-escola de padrão elevado. Falamos de creche para crianças de 0 a 3 e pré-escola de 4 a 5 anos. De 4 a 5 anos estamos num processo muito avançado, porque sancionei o Plano Nacional de Educação (PNE) sem nenhum veto e que prevê até 2016 a universalização da pré-escola para crianças de 4 a 5 anos - disse Dilma.
Segundo a presidente, isso significa que hoje o país já tem 89% das crianças na pré-escola e que, portanto, se atingirá as metas do PNE, "faltando muito pouco" para ter todas as crianças na escola.
- Falta 11% para levar todas as crianças para a sala de aula. E a creche é o grande desafio do país, de usarmos os recursos do pré-sal para as escolas de tempo integral. para estruturarmos a base do ensino brasileiro - disse Dilma.













FONTE ROTA2014

 

 

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