por Alfredo Peringer.
Frederic Bastiat afirmou que o único propósito de um governo é o de proteger o direito dos indivíduos à vida, à liberdade e à propriedade. Além dessas funções, estará pilhando a sociedade, ao expropriar recursos que devem ser administrados pelos próprios indivíduos. Aliás, Milton Friedman está correto quando diz que há quatro maneiras de gastar dinheiro, quando se gasta: (a) o próprio dinheiro com a gente mesmo; (b). o próprio dinheiro com terceiros; (c). o dinheiro dos outros com a gente mesmo; e (d) o dinheiro dos outros com terceiros. E o governo é aquele agente que gasta o dinheiro dos outros com ele mesmo e com terceiros.
Esse é o caso brasileiro, com o agravante que os nossos governos já mostraram ser administrados por criaturas perdulárias, esbanjadoras, que gastam o nosso dinheiro não apenas com ela, mas com terceiros e não apenas dentro do País, mas em países estrangeiros, principalmente se tiverem um viés doutrinário esquerdopata socialista, paixão dos nossos atuais governos do PT. A título de ilustração, no início do século passado a participação dos gastos do governo andava em torno de 5% do PIB. Hoje se aproxima de 50%, se considerarmos não apenas o que ele expropria via tributos, como os que ele toma emprestado Ignora, ademais, que os governos, a partir dos níveis sugeridos por Bastiat, são sistemas perdedores, geradores da falta de liberdade e da miséria humanas, devido à impossibilidade de geração do cálculo econômico de mercado.
https://mises.org/library/posing-problem-impossibility-economic-calculation-under-socialism-0
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