Gen Bda Paulo Chagas
É importante que se diga, e que
tenhamos sempre em mente, que só quem sabia de TODA a extensão do dano causado
pelo PT ao Brasil eram alguns integrantes do próprio PT, entre eles, em
particular, Dilma Rousseff e Lula da Silva.
Com certeza, ao enxergar a “banana”
em que se encontra o Governador Rodrigo Rollemberg, do Distrito Federal, Aécio
Neves deve estar dando graças a Deus por ter sido roubado nas eleições!
Quem quer que fosse o eleito teria
que fazer, de alguma forma, os ajustes que a “Mãe do Caos” está sendo obrigada
a fazer!
Ela omitiu a realidade e mentiu
descaradamente para conquistar o posto em que, agora, recebe a pressão indignada
dos brasileiros que não a queriam lá e dos que, acreditando em suas aleivosias,
votaram na mentira e, só agora, descobrem o tamanho do erro!
Todos estamos pagando pela canalhice
e só não a querem ver fora do cargo os que com ela serão destronados e que terão
que largar as tetas pelas quais sugaram as energias e as riquezas da Nação.
Juntam se a esses sanguessugas os parasitas
do “exército do Branca Stédile Leone”, estes vítimas da lavagem ou da construção
cerebral que os atoleimou nas madraças ou
transformou em vagabundos, incapazes e invejosos debaixo das lonas dos
acampamentos sob o efeito da catequese da “Teologia da Libertação” e da
doutrinação jurássico revolucionária do irresponsável João Pedro Stédile!
Os brasileiros terão que amargar,
ainda por muito tempo, as consequências da ingenuidade com que caíram na
armadilha das promessas de vida mansa, fora da realidade competitiva da própria
vida.
Tirar o PT, Dilma e Lula do poder e
da vida nacional é uma necessidade do Brasil, mas não será suficiente para
fazê-lo chegar a um ciclo virtuoso de crescimento e de desenvolvimento
econômico, moral e cultural.
A ação constitucional requerida pelo
Movimento Cívico de 15 de Março será o passo decisivo mas não o único da árdua
e perigosa caminhada que todos temos pela frente.
Perseverança, trabalho, paciência,
vigilância, patriotismo, coragem, honestidade e boas escolhas são as palavras
de ordem a orientar o nosso futuro.
Já é hora de entendermos que o amadurecimento
político de uma nação é um fenômeno periódico sem atalhos ou aceleradores
artificiais, mas uma senoide que envolve muito trabalho, estudo, ensaios e
erros.
A dor dos erros ensina a prolongar e
a ampliar os ciclos positivos e a reduzir a profundidade e duração das variações
negativas.
Os brasileiros estão, aparentemente,
chegando ao fundo de um socavão e preparam-se para iniciar um novo ciclo deste
processo. Que este seja conduzido pela lógica e não por outra ilusão
aventureira propalada por falsos e despreparados profetas!





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