Jornalista Andrade Junior

segunda-feira, 30 de março de 2015

SEMENTE DO MAL

MIRANDA SÁ

Gregos e troianos reconhecem que a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, é uma irresponsável, ignorante e contribui para o desastre econômico da atualidade; mas isto se comprova com o recente encontro dela com o MST, cujo vandalismo persegue o agronegócio, o setor mais produtivo e lucrativo do País.
Seria fastigioso elencar os males que o MST trouxe ao País, sempre prestigiado pelos governos federais, e se tornado, por afinidade, um dos braços políticos do PT. Como linha auxiliar dos aloprados, foi invocado há poucos dias por Lula da Silva como o “exército de Stédile”.
Foi no Rio Grande do Sul, a presença da Presidente no meio da massa de aplaudidores contratados em contra ponto das estrondosas manifestações do “Fora Dilma”. Estavam lá representantes da Via Campesina, a estúpida milícia que destruiu anos de pesquisa da empresa Futurene em Itapetininga.
A reunião abominável deu-se quando ainda não passara um mês que o bando de mulheres ignorantes e mercenárias da Via invadiu a propriedade e arrasou as estufas com milhares de mudas de uma espécie transgênica de eucalipto, que está enriquece a Austrália, o Canadá e a Finlândia. As sementes arruinadas aumentariam em mais de 20% a sua produtividade e diminuiriam o tempo da colheita.
Nota-se que diante disso a chamada “grande imprensa” e a saltitante intelectualidade abrigada pelo PT-governo, silenciam se acumpliciando pela omissão diante deste crime contra a ciência e, porque não dizer, contra o futuro.
A grande imprensa e os chapas-branca fazem um alarde medonho com a derrubada de estátuas da antiga cultura budista e islamita, pelos bandidos do talibã e do Estado Islâmico, mas se calam diante do terror bárbaro dos sem-terra no Brasil.
Este amparo sigiloso (como os empréstimos do BNDES) atravessa os governos do PT desde Lula da Silva, que no seu primeiro mandato, facilitou as mesmas porras loucas da Via Campesina a ocupar pela força uma fazenda da Aracruz e destroçar seus laboratórios.
Não se sabe a serviço de quem o lumpemproletariado venal recrutado do “exército de Stédile” realiza terrorismo com a cobertura material do PT-governo e apoio ideológico dos partidos satélites.
Dilma, que pelas contumazes mentiras é comparada ao Pinóquio do livro imortal do escritor italiano Carlo Collodi, infelizmente não tem um grilo falante como aquele que aconselhava o boneco de Gepeto até transformá-lo num menino de carne e osso.
Um conselheiro ou assessor amigos e independentes poderiam informar a Presidente o que realmente ocorre nas ações dos sem-terras, abrindo seus olhos…  Alguém deveria dizer-lhe que o campo experimental da FuturaGene é de uma empresa nacional, a Suzano Papel e Celulose, festejada nos círculos científicos, e acrescentando à economia nacional mais de quatro bilhões anuais e mantém sete mil empregos diretos.
A semente do mal plantada pelo PT-governo e o Partido do Trambique nos leva à Parábola do Joio e o Trigo, de Jesus Cristo, contada no evangelho de Mateus (13:24-30) e na versão abreviada do gnóstico Evangelho de Tomé.
Esta alegoria bíblica projeta o Juízo Final com os anjos vindo para separar os “filhos do maligno” (o “joio”, ou ervas daninhas) dos “filhos do reino” (o trigo). E, antecedendo, tem o complemento educativo da Parábola do Semeador.
Atualíssimo como lição de vida, a Parábola do Semeador está presente nos três evangelhos sinópticos e no apócrifo Evangelho de Tomé. Ensina-nos como devemos esclarecer os patriotas sobre as maldades que recaem sobre nós pela semeadura incompetente e corrupta da dupla Dilma-Lula.
O Evangelho de Mateus (13:1-9) fala do semeador que deixou cair uma semente entre espinhos num terreno rochoso, e ela se perdeu; mas quando semeou em boa terra, o grão germinou e cresceu, multiplicando a colheita por cem vezes.
Daí, os brasileiros esclarecidos vêem que nos cabe plantar a boa semente em solo fértil, para colher um futuro radioso para nossos filhos e netos, desprezando e rejeitando a semente do mal do lulo-petismo apodrecida nas rochas escarpadas do peleguismo, onde definham a ética, a honestidade e a moral.
EXTRAÍDADATRIBUNADAIMPRENSAONLINE

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