Por Marco Antonio dos Santos
Em
15 de março, o povo nas ruas instalou uma Comissão da Verdade para
Dilma Vana Roussef e para vários integrantes de seu governo e membros do
PT.
Sim.
Uma comissão da verdade contra a presidente foi instaurada nas
principais cidades brasileiras, mesmo naquelas nas qual Dilma foi
reeleita em 2014.
Segmento
significativo da sociedade nacional, composto por negros e brancos,
mulheres e homens, índios e não índios, por pessoas optantes de gênero,
de ricos, de classe média e pobres (ouvi de uma pessoa de poucos
recursos que mais familiares seus não puderam comparecer porque a
passagem de R$ 5,20 mais o retorno, não permitiria isso), esteve reunido
nas praças, avenidas, ruas e parques, quem compareceu viu, ou mesmo
fazendo “panelaço” em suas casas no momento em que, patética e
maldosamente, dois ministros da coligação petista tergiversavam diante
de câmeras de televisão, tentando explicar o inexplicável.
Tentaram,
em vão, renovar as surradas cantilenas da campanha de 2014, vetustos
chavões de luta de classes e mal disfarçadas estórias de revolta de
perdedores que tentam um terceiro turno. Simplesmente um discurso
ridículo que mereceu o panelaço concomitante.
O
povo foi à rua porque não suporta mais mentiras, fraudes, enganação,
corrupção e lero lero – formas variadas de mentira com menor ou maior
incidência em crimes - a respeito de fatores que não justificam, nem
mesmo explicam, o estado de penúria econômica, moral e politica em que
se encontra o país.
As
cores predominantes, em larga escala, eram o verde, o amarelo, o azul e
o branco. Vermelho só nos cartazes de repulsa e indignação contra o
conjunto de falsidades com que todo cidadão é atingido pela política e
propaganda dessa ditadura mal disfarçada que (des)governa o Brasil.
É
factível afirmar que em 15 de março de 2015, pouco mais de dois meses
após ter tomado posse em seu segundo mandato, o povo em parcela
significativa, de forma ordeira, democrática e bastante explícita,
instaurou uma comissão da verdade para Dilma e seu governo.
Desta
vez, não há comissão parcial, chapa branca, ideológica, direcionada e
eivada de toscas tentativas de reescrever fatos, pelo menos cinco
décadas passadas, e responsabilizar pessoas que cumpriam seu dever sem o
necessário contraditório e ampla defesa.
Desta
vez não há o que impeça os verdadeiros mandantes do país – o povo – de
exarar sua decisão a respeito da verdade histórica dos fatos, bem
recentes e cujos efeitos são presentemente sentidos, iniciados em
janeiro de 2003, quando o PT e seus acólitos tomaram posse do que
pensavam transformar em reino socialista.
Nem
mesmo a mídia comprada ou temorosa de ser calada pelas ameaças de
mordaças legais, ou falsos códigos de conduta ética, poderá negar que
existe uma verdadeira e universal comissão para chegar às verdades de
que o PT e seus aliados e intentam impor uma república socialista
bolivariana no Brasil, à semelhança da Venezuela.
Agora
a verdadeira história será contada e os relatórios deverão conter
denúncias em vez de aleivosias. Denúncias que poderão gerar sentenças
que podem levar à cadeia terroristas que não deveriam ter saído delas.
O
povo, com apoio de uma plêiade de heróis do MPF, das Polícias Federal e
outras que honram as fardas que vestem e os distintivos que portam, vão
trazer á luz mais casos de corrupção, de desvio de verbas do BNDES para
tiranos latinos
americanos e africanos, de dinheiro que salvaria pessoas às portas de
hospitais mas que acaba parando em invasores de propriedades e
movimentos que nem como pessoas jurídicas estão constituídas.
Agora,
é bom que os integrantes dessa nefasta coligação que só denegriu a
imagem deste país tenham em mente que a bandeira do Brasil jamais será
vermelha e que a democracia é o regime coerente com os valores e
princípios de nossa sociedade.
A genuína Comissão da Verdade está instalada.
Preparem aqueles que julgam que o gigante dorme em berço explêndido.
(*) Marco Antonio dos Santos
Cel Res EB, professor universitário e pequeno empresário pagador de elevados impostos.





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