por Luis Milman.
Esta posição já provocou repercussão internacional grave Em 1975, depois da vitória de Israel na Guerrado Yom Kipur, em 1973, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 3379, proposta pelos países árabes, que afirmava que o sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial. O Brasil, então sob regime militar, apoiou a resolução. Somente em 1991, a Assembleia Geral da ONU, com a resolução 4686, revogou a decisão. Na época, estava sendo organizada a Conferência de Paz de Madrid, logo após a primeira guerra do Iraque, e Israel havia exigido a revogação da resolução 3379 como condição para que participasse das negociações.
Em 2001, no entanto, as discussões realizadas na Conferência da ONU sobre Racismo, em Durban, África do Sul, voltaram a assumir um tom marcadamente anti-israelense, o que fez com as delegações dos EUA e de Israel abandonassem o encontro. Devido aos esforços da diplomacia norte-americana e israelense, no entanto, o texto final da Declaração de Durban não apresentou ataques a Israel.
As correntes políticas de esquerda fartam-se em utilizar o exemplo destes fóruns como demonstração de que Israel patrocina um sistema de apartheid contra os palestinos. Trata-se de uma fantasia. No Brasil, partidos como o PT, o PSOL, o PC do B, o PSTU, o PCO, o Pátria Livre (ex-MR8) e grupelhos comunistas e anarquistas disseminados pelos campi universitários, sucessivamente repetem acusações viciosas contra o Estado Judeu, satanizando sua existência e patrocinado um festival delirante de antissemitismo nacional, cuja matriz pode ser rastreada na propaganda da extinta União Soviética dos anos 50 em diante, dos países árabes e dos palestinos. Estas correntes ideológicas assumem abertamente suas posições antissemitas, propondo revisões históricas insanas e descarregadas na forma de um antissionismo, que é a designação aceitável atualmente para a propagação do ódio aos judeus. O episódio da última semana da UNESCO é apenas mais um desta campanha, para a qual as forças políticas liberais e conservadoras devem estar sempre atentas.
extraídadepuggina.org





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