Antonio Carlos Fallavena
- O impeachment é contra o deputado Cunha?
- É a falta de seriedade e de caráter dele que está derrubando o governo petista?
- Se o presidente da Câmara fosse alguém honesto, o pedido de impeachment seria correto?
- As mentiras de Cunha são maiores do que as da presidente Dilma?
Mas a verdade é que nem mesmo os ministros que o PT escolheu e indicou ao Supremo assinarão embaixo das mentiras e dos artifícios que a presidente vem usando.
ARGUMENTOS PÍFIOS
A falta de preparo dos “juristas” do Planalto é impressionante. Vivem a destacar, repetidamente, a alegação de não se pode responsabilizar a presidente Dilma por crimes fiscais ocorridos no último ano do mandato que se encerrou em 2014. Gostaria, então, de ter um esclarecimento, considerando que Dilma assumiu o segundo mandato (continuou no poder) em 01.01.2015. Suas contas (balanço geral) encerraram-se em 31.12.2014. Portanto, não houve tempo hábil para disponibilizar ao Tribunal de Contas da União a “prestação de contas” do governo que se encerrou no dia da posse. Diante desta realidade, pergunto:
- Como o TCU poderia manifestar-se em 2014 sobre contas/documentação encerradas em 31.12.2014, cuja responsável teve mandato encerrado na mesma data?
- Se não existe condições de fiscalização e punição em tempo hábil, os governantes então podem “fazer o diabo” no último ano de seus mandatos, porque ficará tudo por isso mesmo?
- Se os mandatos são independentes e a presidente não pode ser denunciada pelo que fez na gestão que se encerrou em 31.12.2014, quem se responsabilizará pelos crimes, malfeitos etc.?
EXTRAÍDADETRIBUNADAINTERNET





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