por Rodrigo Constantino
Burgueses filhinhos de papai, que jamais arrumaram o próprio quarto,
querem “salvar o mundo”. E como exatamente? Gritando “Fora Temer” nas
ruas, para defender o PT, enquanto jogam pedras na polícia e depredam
tudo em volta. Esses vagabundos criminosos que a imprensa insiste em
chamar de “manifestantes” perderam qualquer elo com a realidade, pensam
lutar em nome do povo trabalhador, mas esse está do outro lado, levando
pedradas.
Vinicius Mota foi direto ao ponto em coluna hoje na
Folha, o mesmo jornal que dá destaque, em sua capa, aos “manifestantes”
que seriam pacíficos, mas cujas “manifestações” terminam sempre em
pancadaria, talvez por culpa da polícia. Diz Mota:
A elite vermelha pretende falar em nome da maioria da população, mas está distante dela. Policiais, desafiados nas ruas a cada manifestação, estão mais próximos da rotina das classes trabalhadoras.
Ninguém se iluda com críticas furiosas da esquerda ao menor sinal de excesso na repressão. A preocupação com a integridade das pessoas —somente das que se chocam com a polícia, nunca das que são vítimas da brutalidade militante— é mero pretexto de uma disputa de poder.
Tudo nessa esquerda jurássica é hipocrisia, cinismo, inversão. São canalhas, que encontram na política sua religião e estão dispostos a aderir a uma “violência redentora”. Se os comunistas justificam a morte de cem milhões de inocentes em busca da utopia, os petistas nada sentem diante de 12 milhões de desempregados na busca pela “justiça social”. Mota conclui:
O comitê central circula os alvos: empresários, imprensa, parlamentares, procuradores e juízes são atingidos dia e noite pela acusação de “golpistas”. As tropas de assalto nas ruas entendem o recado e partem para a ação. Dilma Rousseff pronuncia a fatwa e vai morar em Ipanema.
O professor Denis Rosenfield, em coluna no GLOBO, celebra o fim da era petista e destaca a insensibilidade dessa gente, a falta de noção, nas palavras da senadora Kátia Abreu, pedindo impunidade a Dilma alegando que ela não teria como viver apenas com R$ 5 mil da aposentadoria, sem trabalho. Aqui revela que trabalho, pela ótica dessa turma, é só cargo público, e mostra distanciamento em relação ao povo. Quantos policiais ganham mais do que R$ 5 mil mensais? Diz Rosenfield:
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