Diogo Mainardi e Mário Sabino - O Antagonista
O TSE é assombrosamente omisso.
Depois dos casos da VTPB (a empresa fantasma de Beckembauer Rivelino),
da Focal (a empresa fantasma de Carlos Cortegoso, ou Carlão) e da
editora Brasil (a empresa fantasma de Benedito Rodrigues de Oliveira
Neto, o Bené), O Antagonista esquadrinhou as contas da campanha de Dilma
Rousseff e descobriu outros negócios muito suspeitos.
Se você não tiver nada melhor para fazer no feriado, investigue.
1 - A DCO, de Uberlândia, recebeu de Dilma Rousseff exatamente 4.800.000
de reais, em pagamentos consecutivos realizados nos dias 21/10, 23/10,
24/10 e 25/10. A empresa, CNPJ
07.004.711/0001-83, é praticamente inexistente no Google e está sediada nesta casa, na rua Arca 311:

Repetindo: a DCO embolsou 4,8 milhões de reais para fornecer computadores para a campanha petista.
2 - A Door2door, CNPJ 07.128.391/0001-73, ganhou de Dilma Rousseff
4.271.000 reais. O pagamento foi realizado no mesmo dia que o da DCO,
25/10/2014, um sábado.
A empresa está registrada em Belo Horizonte, na rua Rio Grande do Sul
1040, loja 10, e as únicas referências a ela são um corretor de imóveis,
Peterson Rosa Querino, e um certo Daniel Pinheiro Furtado.
3 - A terceira empresa que merece uma varredura é a Criar, que levou 2,4
milhões de reais de Dilma Rousseff. Até recentemente, a empresa se
chamava Camisa 7 Negócios Desportivos, CNPJ 08.267.901/0001-56, mas
depois que se registrou com o novo nome tornou-se milionária.
extraídaderota2014





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