Jornalista Andrade Junior

segunda-feira, 18 de março de 2013

Uma data convenientemente esquecida

Uma data convenientemente esquecida
Osmar José de Barros Ribeiro- E-mail: ojbarrosr@gmail.com
Dentro de poucos dias transcorrerá mais uma data que a esquerda quer que esqueçamos: 31 de Março de 1964.
Há 49 anos, éramos um País a ponto de se tornar uma enorme Cuba. Naquele dia, um verdadeiro ponto de inflexão na nossa História, tal desastre foi evitado.  
Hoje, apenas aqueles com mais de 60 anos guardam a lembrança da sucessão de greves e tumultos que perturbavam os dias de uma população sacrificada pela insânia política; das palavras de governantes que se compraziam em incentivar a baderna; da ação daqueles esquerdistas, de todos os matizes que, a todo custo, desejavam implantar entre nós a cizânia.
A luta dos governos militares para sanear a economia, moralizar a atividade política e trazer de volta o desenvolvimento com justiça social, há muito caiu no esquecimento, substituída que foi pela mais desbragada demagogia.
Os vitoriosos de ontem, por acreditarem na democracia sem adjetivos, tornaram-se os derrotados de hoje. E, para satisfazer a sede de vingança da esquerda por eles vencida, seus nomes e a lembrança dos seus feitos, são esquecidos. Os sobreviventes, aqueles que lutaram o bom combate contra as forças do mal, são execrados, perseguidos, apontados como feras insanas que se divertiam com o sofrimento alheio.
Hoje, a História é reescrita e, nas escolas de todos os níveis, estudada sob a ótica marxista.
Mas a verdade, cedo ou tarde, triunfará sobre a mentira.
Que tal triunfo não nos custe sangue, suor e lágrimas.

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