Quem matou Edson Luis
CNV não quer apurar a morte de Edson Luís
Escrito por Félix Maier
Escrito por Félix Maier
Os comissários bolcheniquins não
têm interesse em elucidar esse fato da História recente do Brasil,
porque estão comprometidos apenas com a defesa dos terroristas.
No dia 11/01/2013 08:58, a respeito de um texto postado pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) em seu site, eu enviei o seguinte comentário aos bolcheniquins fantasiados de comissários do povo ( comunicacao@cnv.presidencia.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ):
No dia 11/01/2013 08:58, a respeito de um texto postado pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) em seu site, eu enviei o seguinte comentário aos bolcheniquins fantasiados de comissários do povo ( comunicacao@cnv.presidencia.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ):
"Faltou o essencial ser publicado no texto acima, postado no site
chapa-branca dos comissários do povo: quais os crimes cometidos pelo
jornalista em questão. Tenho certeza que nenhum anjinho foi torturado, a
maioria dos ditos "torturados" tinham ligações com grupos terroristas
sanguinários, como a própria presidente Dilma Rousseff e sua querida
VAR-Palmares. Convém ressaltar que muitos terroristas e "militantes"
políticos mentiam sobre a tortura quando eram presos - assim como fazem
os meliantes da atualidade, orientados por advogados - para tentar se
defender perante os grupos terroristas de que confessaram sob tortura e
por isso delataram companheiros, e para tentar obter pena mais suave na
Justiça Militar.
Seria interessante a Comissão Nacional da Verdade publicar em seu
site o verdadeiro autor da morte de Edson Luís, ocorrido em 1968 no
restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. Eu já informei aos comissários
do povo o nome do assassino e até agora obtive apenas um retumbante
silêncio.
O historiador Carlos Ilich Santos Azambuja, no texto A parcialidade
escancarada, assim escreve a respeito da reticência de Elio Gaspari
sobre o assunto: “Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome
desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é
um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido
processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo
prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que
ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP”. No dia 22/11/2012, por
meio de e-mail, Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu
escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na
época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”. - Cfr. em A Voz
do Ouvidor da Comissão Nacional da Verdade.
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