Enquanto você se diverte com vídeos de humor
na internet, sua esposa pode estar te traindo on-line sem que você
sonhe. Segundo o site americano Ashley Madison, que promove
relacionamentos extraconjugais, em um ano a filial brasileira do negócio
já se tornou o segundo maior faturamento da empresa, que contabilizou
US$ 120 milhões em 2012. O negócio tem sua URL divulgada em 25 países.
Então
você está pensando, isso significa que o brasileiro tem mesmo vocação
para botar o chifre no parceiro? Sim! Aqui já somam mais de 1 milhão de
usuários ativos cadastrados que pagam o mínimo de R$ 49 mensais para
manter contato com possíveis interessados em interagir com discrição na
rede para pular a cerca.
A surpresa está na
mulher carioca, tida pelo fundador do site, o canadense Noel Biderman,
como a mulher mais infiel do mundo. O Rio de Janeiro é o Estado que
apresenta a maior taxa de mulheres em comparação ao número de homens que
assinam o serviço.
O Brasil só perde no
mercado da traição on-line para os EUA, vira o segundo maior mercado
para site de traição, até porque o número de internautas lá é bem maior
que aqui, cerca de 250 milhões de internautas americanos contra 90
milhões de brasileiros.
Alvo de polêmicas no
mundo todo, o site americano já teve até campanhas publicitárias
recusadas por canais de TV, como no caso da FOX e NBC, que se recusaram a
veicular os comerciais do Ashley Madison nos intervalos do Superbowl,
no caso a chancela de oferecimento mais cara da televisão mundial.
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