Jornalista Andrade Junior

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Pula cerca on-line

Brasileiros são segundo maior faturamento de site americano que promove relacionamentos extraconjugais na internet

Enquanto você se diverte com vídeos de humor na internet, sua esposa pode estar te traindo on-line sem que você sonhe. Segundo o site americano Ashley Madison, que promove relacionamentos extraconjugais, em um ano a filial brasileira do negócio já se tornou o segundo maior faturamento da empresa, que contabilizou US$ 120 milhões em 2012. O negócio tem sua URL divulgada em 25 países.

Então você está pensando, isso significa que o brasileiro tem mesmo vocação para botar o chifre no parceiro? Sim! Aqui já somam mais de 1 milhão de usuários ativos cadastrados que pagam o mínimo de R$ 49 mensais para manter contato com possíveis interessados em interagir com discrição na rede para pular a cerca.

A surpresa está na mulher carioca, tida pelo fundador do site, o canadense Noel Biderman, como a mulher mais infiel do mundo. O Rio de Janeiro é o Estado que apresenta a maior taxa de mulheres em comparação ao número de homens que assinam o serviço.

O Brasil só perde no mercado da traição on-line para os EUA, vira o segundo maior mercado para site de traição, até porque o número de internautas lá é bem maior que aqui, cerca de 250 milhões de internautas americanos contra 90 milhões de brasileiros.

Alvo de polêmicas no mundo todo, o site americano já teve até campanhas publicitárias recusadas por canais de TV, como no caso da FOX e NBC, que se recusaram a veicular os comerciais do Ashley Madison nos intervalos do Superbowl, no caso a chancela de oferecimento mais cara da televisão mundial.
 
 
 
 

 

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