Louanna Adrielle Castro da Silva (foto: reprodução/Facebook)
Mais uma jovem é
vítima da própria vaidade e da falta de uma fiscalização objetiva quanto
aos procedimentos médicos e condições técnicas dos hospitais nas
cirurgias para implantes de silicone. A modelo Louanna Adrielle Castro da Silva, de 24 anos, que recentemente fora eleita Miss Jataí Turismo, sua cidade natal, morreu após iniciar o procedimento cirúrgico para colocar prótese de silicone nos seios, no Hospital Buriti, no Parque Amazônia, em Goiânia, no último sábado (01/12).
Um parente de Louanna
disse hoje (03/12) em uma entrevista, que a modelo já tinha feito o
implante na mama direita, e sofreu sofreu uma parada cardíaca ao receber
a prótese na mama esquerda. Sem uma Unidade de Terapia Intensiva - UTI
no hospital, detalhe que deveria ser visto com maior cuidado pelos
órgãos de fiscalização e conselhos de medicina, a jovem teve de ser
encaminhada para outra unidade, mas não resistiu.
- O médico nos disse que a cirurgia era simples e que, se acontecesse alguma coisa, tinha uma UTI bem pertinho. Nos sentimos seguros - disse o parente da moça.
Estranhamente, ainda segundo a família, os exames feitos por Louanna
antes da cirurgia mostraram que ela era portadora de uma arritmia
cardíaca, problema que só foi descoberto depois, já que o médico, que
tem uma clínica em Jataí e outra em Goiânia, mas costuma operar no Hospital Buriti, na capital, não informou esse detalhe a ninguém.
Se isso não bastasse, o laudo sobre a causa-mortis de Louanna atesta que ela era usuária de drogas, o que teria ocasionado as paradas cardíacas, dado que a família contesta com veemência.
- Ela não bebia nem cerveja, somente água mineral - afirmou o parente de Louanna.
O corpo da jovem
modelo foi enterrado na noite de ontem (02/12), no Cemitério São Miguel,
em Jataí. O caso foi registrado no 5º Distrito Policial de Goiânia.
Reiterando, se as
fiscalizações dos Estados e Conselhos Regionais de Medicina fossem mais
atuantes e objetivas, a cirurgia não teria sido feita no Hospital Buriti, em Goiânia, simplesmente porque a moça sofria de arritmia cardíaca e a unidade não tem uma UTI, detalhes onde poderiam estar, ao menos para Louanna,
a diferença entre viver e morrer. Agora, e como sempre acontece, virão
as frases do tipo "iremos investigar", "vamos punir" e coisas do gênero.
Mas a jovem Louanna está morta, e isso não pode ser mudado. Você concorda? Não? Tudo bem! De qualquer forma, deixe o seu comentário.
G1
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