Seus dias de fanfarronice podem estar com os
dias contados! Um estudo publicado pelo Journal of Neuroscience
descobriu uma propriedade supreendente da ocitocina: ao inalar o
hormônio, homens comprometidos acabam se afastando de mulheres atraentes
que acabaram de conhecer.
Já nos solteiros, o
efeito não foi o mesmo -- eles se posicionaram a quase 60 centímetros de
distância da graciosa desconhecida que topou servir de cobaia. Enquanto
isso, os que se declararam presentes numa relação monogâmica estável
ficaram, em média, mais de 15 centímetros mais longe dela do que os
primeiros. Ao usar um placebo, os pesquisadores não observaram qualquer
diferença nas distâncias.
A substância mostrou ser
capaz de combater com sucesso a típica safazeda masculina. Mesmo quando
expostos apenas a fotografias de mulheres gostosas, os monôgamos que
inalaram ocitocina acabaram se afastando até das imagens.
Essas
descobertas sugerem que a ocitocina, que inunda o corpo em resposta ao
orgasmo, no início de um romance e quando a mulher amamenta uma criança,
pode agir mais sutilmente em humanos do que jamais soubemos.
Pesquisas
recentes com ratazanas afirmam que “a droga do amor” desempenha um
papel essencial na formação de casais. Segundo elas, em pessoas que
convivem com jogos de risco e poder, a ocitocina aumentou a empatia e
confiança tanto em homens quanto nas mulheres.
Injetado no fluido cérebro-espinhal de ratos machos, a ocitocina provoca ereções espontâneas.
Estudos
diversos já apontam que a ação da ocitocina no cérebro promove os
sentimentos de confiança e afetividade indiscriminadamente.
E aí, tá afim de experimentar? Bem, então terá que
esperar: a substância é encontrada facilmente nas farmácias, porém sua
venda é controlada. Isso porque ainda não se conhecem os efeitos
colaterais da ocitocina no organismo masculino.
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