Jornalista Andrade Junior

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

As marcas do ano que inicia



Caros amigos
PCHAGAS
Cinquenta anos depois outro ano deverá entrar para nossa história em consequência da ação predatória da esquerda tupiniquim, retrógrada e sem imaginação ou criatividade.
2014 marca o jubileu de ouro do movimento civil e militar que se contrapôs, por antecipação e repúdio, ao assalto comunista ao poder da República, evitando a deflagração de uma sangrenta guerra civil e dando início às operações de guerra irregular, terrorista, para a qual, há muito, se preparavam os fanáticos da utopia totalitária.

O ano de 2014 traz consigo também outras marcas que caracterizam ou caracterizarão mais uma tentativa de tomada do poder, a quarta, pela exploração da ignorância e das desigualdades sociais, mazelas eternizadas como bandeiras de direitos que nunca e em lugar algum os comunistas foram capazes ou tiveram a intenção de eliminar.
A insegurança pública, a violência, a compensação do crime, a impunidade e, principalmente, a omissão do governo marcam a conquista da cifra anual de 50 a 60 mil vítimas fatais.

A incompetência administrativa, a corrupção endêmica, os investimentos sem retorno em países aliados do Foro de São Paulo e a sustentação, entre outras mazelas, da demagogia governamental, tudo às custas de impostos escorchantes, marcam o caos irremediável da economia brasileira.

A irresponsabilidade e o superfaturamento marcam a Copa do Mundo do atraso e da vergonha nacional, a ser realizada sob a ameaça do repúdio popular, da desordem, da insegurança e do vandalismo.

A desmoralização da família, o escracho às normas da moral cristã e o desrespeito à lei, à ordem e à convivência social marcam a exacerbação das manifestações predatórias de anarquistas, vândalos com e sem bandeiras.
A suspeição de fraude cibernética em urnas eletrônicas, a ameaça de baderneiros, de criminosos, comuns e organizados, e a ação de movimentos guerrilheiros, rurais e urbanos, ditos sociais, serão as marcas das eleições presidenciais.

A covardia, a conivência e a deslealdade do governo marcam o desgaste e o desprestígio das Forças Policiais, Militares e Civis, podendo, a qualquer momento, ser motivo ou estopim de paralisação geral em qualquer dos eventos previstos para o ano.

Há mais, muito mais marcas a se juntar ao fatídico repertório de fatos e ameaças que pairam sobre a agenda do ano que inicia e que, certamente, entrará para a história como um dos mais agitados e, quem sabe, sangrentos dos 514 anos de Pindorama!

Nesta sequência e em meio ao caos generalizado, todos sabem, particularmente o governo, principal responsável por todo este descalabro, que somente as Forças Armadas serão capazes de minimizar os danos e pôr alguma ordem na casa, a custa, logicamente, de desgaste e de efeitos colaterais cuja responsabilidade, em qualquer caso, lhes serão atribuídas pela deslealdade e pela covardia dos dirigentes políticos.

Por formação profissional, quero crer que o acompanhamento desta conjuntura e a projeção de cenários catastróficos estejam a orientar e a motivar o planejamento e o preparo para as difíceis e desgastantes operações que o futuro quase imediato lhes reserva.

Mais do que nunca as lideranças militares e as atitudes de liderança e de coragem física e moral serão exigidas ao máximo porque delas dependerá, exponencialmente, o sucesso de mais este desafio que se impõe a Forças que trazem em seus invejáveis currículos nada menos do que a marca exclusiva da vitória!

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