Jornal da Cidade
"Estou sendo preso de forma ilegal, imoral e inconstitucional", disse ele, visivelmente abatido.
Eustáquio cumpria prisão domiciliar, mas, segundo monitoramento da tornozeleira eletrônica, ele esteve no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A Vara de Execuções Penais da Justiça do DF afirmou ao STF que não houve nenhuma autorização para que o Eustáquio deixasse o local de domicílio.
O jornalista é investigado desde junho no inquérito que apura o financiamento e a organização de supostos atos antidemocráticos.
Segundo Moraes, a prisão preventiva é necessária porque as medidas alternativas não estão sendo cumpridas pelo investigado.
“Após sucessivas oportunidades concedidas ao investigado, ele continuou a insistir na prática dos mesmos atos que lhe foram anteriormente vedados por expressa determinação da Justiça, situação que revela a inutilidade das medidas cautelares impostas, bem como a própria ineficácia da prisão domiciliar, haja vista que Oswaldo Eustáquio Fillho, ao invés de permanecer no interior da sua residência cumprindo o que lhe fora determinado, continuou circulando livremente além do limite permitido”. Justificou o ministro, “impõe-se, portanto, a decretação da prisão preventiva, haja vista que as medidas impostas não alcançaram o efeito disciplinar e pedagógico que eram esperados”.
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