#vamosmudarbrasilia
Em contato com a Pública, o BNDES, entretanto, se recusou a comentar
quais projetos de hidrelétricas peruanas estariam sendo avaliados pelo
banco. “O BNDES não faz comentários sobre se um projeto está ou não
sendo analisado pela instituição. Podemos dizer apenas que nenhum
daqueles projetos foi até o momento aprovado ou contratado pelo BNDES”,
informou a assessoria, depois de uma evasiva troca de 27 e-mails com a
Pública. (Fonte: A Pública)
**A um custo de 7,3 bilhões de dólares (16 bilhões de reais), o Gasoduto
do Sul terá 1.000 quilômetros de extensão e servirá para o
abastecimento domiciliar de gás para uma população de 600.000 pessoas
nos Andes e na costa meridional do país, além de alimentar duas centrais
termoelétricas em construção, cedidas em concessão para empresas
estrangeiras.
Licitação polêmica
O resultado da licitação aconteceu em meio a queixas do consórcio
concorrente, formado por GDF Suez, Sempra, Tech Petrol (da Argentina) e
TGI (da Colômbia), que foi desclassificado. O órgão estatal ProInversión
havia estabelecido o dia 20 de junho como data limite para que fossem
informadas mudanças nos percentuais acionários das empresas, mas,
vencido o prazo, a GDF Suez reduziu sua participação de 25% para 2%. Na
sexta-feira passada, a ProInversión deu até a segunda-feira, dia 30,
para que as mudanças fossem confirmadas, mas, uma hora antes do prazo, o
organismo informou que, após consulta a advogados, decidiu excluir a
oferta desse consórcio. O valor da obra proposto pelo consórcio
eliminado era menor: 7,2 bilhões de dólares. O Estado havia estabelecido
um valor máximo para a obra de 7,8 bilhões de dólares.
A brasileira Odebrecht já atua há 33 anos no Peru, com obras como a
construção de hidrelétricas e de estradas. Também tem atuação em países
como Argentina, Equador, Colômbia e México.(Fonte: El País)
fonte: folhacentrosul
http://folhacentrosul





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