Qualquer semelhança do processo descrito no texto abaixo,
com o que vem sendo, ardilosamente, executado pelos governantes
esquerdistas, não é mera coincidência. É exatamente o que é por poucos
percebido, mas faz parte do “show” de transformação de qualquer nação, num país
sob o regime político comunista (Modelo Chinês). È o processo que está em curso
no Brasil, com idas e vindas, recuos táticos, progressão lenta, mas segura, há
muito tempo (Passo atrás, para dar dois para frente, num momento mais oportuno)
. Digamos, no final da década dos anos cinquenta, quando praticamente
iniciou-se a subversão gramsciana, interrompida em 1964 e retomada logo
após o emprego da Teoria “da Panela de Pressão”, formulada por Golbery do
Couto e Silva no governo Geisel. Culminando na manifestação das Diretas já! E
daí por diante, com o povão que “tá nem, aí”, numa macabra simbiose de Lenine
com Gramsci,...................... ...................chegamos aonde estamos
Carlos I. S.
Azambuja
Derrubado o regime burguês, o
Partido Comunista (PC), de imediato, caminhará em direção à ditadura do
proletariado, pois se não o fizesse não seria um Partido Comunista.
Para
lograr seu objetivo passará por algumas etapas intermediárias, as mínimas
absolutamente necessárias, com a finalidade de adormecer a resistência cívica e
evitar qualquer intento eficaz de contra-revolução ou retrocesso.
Durante
essas etapas intermediárias o novo governo envolverá seus atos em todas as
aparências de legalidade democrática, visando a não desafiar o tradicional
respeito das Forças Armadas ao regime constitucional, e também não entrar em
conflito, antes do tempo, com o Poder Judiciário, ainda burguês. Cada um dos
atos do novo governo, porém, sob o aspecto da legalidade, conterá uma dinâmica
interna poderosa em direção ao objetivo visado.
O novo regime mostrar-se-á,
no início, muito respeitoso para com a Igreja. Exibirá um espírito aberto e
conciliador, a fim de manter um clima pacífico. Entretanto, já terá iniciado,
sem perda de tempo, a meticulosa tarefa de desmontar sistematicamente a máquina
de democracia burguesa, de ir minando a liberdade econômica e
debilitando a resistência da empresa privada.
A transformação irá sendo
realizada por um método comparável a de uma transfusão de sangue. Os vasos sanguíneos
do país continuarão sendo os mesmos, porém o fluído vital que anima todo o
corpo irá sendo transformado progressivamente.
Assim,
o país, ao despertar em cada manhã, ao olhar-se no
espelho, verificará que nada mudou em sua fisionomia. Sou o mesmo de ontem e
de sempre, pensará despreocupadamente. Entretanto, isso não é verdade, pois
sob a pele, no interior de sua superestrutura formal, já se estará operando uma
profunda metamorfose em sua vontade e em sua psicologia de corpo social.
Uma
nova substância, habilmente preparada, estará lavando e irrigando, a cada
instante, o cérebro nacional. Pouco a pouco suas reações irão passando por uma
transformação. Hoje em um aspecto, amanhã em outro. Primeiro nas questões mais
simples e inocentes, depois em assuntos mais importantes. Sempre, no entanto,
ganhando espaços e conquistando posições.
Modos de pensar e de reagir,
tradicionalmente arraigados, que sempre foram considerados sãos e corretos por
toda a coletividade, irão se debilitando. O mecanismo dos valores morais
experimentará mudanças estranhas e irá transformando as hierarquias éticas e
estéticas. Também serão produzidas alterações na lista de prioridades e das
ações individuais e coletivas, até então aceitas por consenso. No delicado e
sutil mecanismo do cérebro pessoal e do pensar comum, o novo sangue
ocasionará sucessivas tomadas de consciência com relação às realidades
objetivas. Enfoques distintos dos que até então eram considerados imutáveis, a
princípio com pequenas alterações e diferenças de matiz, porém progressivamente
divorciados da consciência burguesa, não causarão estupor à classe
média, historicamente despreocupada, despolitizada e distante.
É assim que as coisas irão
sucedendo nas esferas do governo e da administração pública. As novas medidas
democráticas parecerão aceitáveis e sempre os analistas nelas encontrarão
pontos de vista defensáveis, ângulos razoáveis, circunstâncias atenuantes e
aspectos positivos.
Aqueles que insistirem na
aplicação das antigas leis, ainda vigentes, a antiga consciência,
serão tachados de fascistas, reacionários e infensos à democracia.
Terão cada vez maior
envergadura as coisas inauditas que o organismo coletivo passará a aceitar. Até
que um dia, a juízo da junta de psiquiatras do marxismo, o paciente nacional será
dado como pronto para a intervenção. Seu cérebro estará completamente lavado e
abatidas suas resistências. Chega, então, a despeito da resistência de um
pequeno núcleo, que poderá ser vencido mas não convencido, no qual se encontra
o autor deste artigo, o momento da ditadura do proletariado, a hora da mudança
revolucionária das estruturas, da eliminação das demais classes, da
expropriação das propriedades, da construção do socialismo.
Algumas pessoas ficarão
assustadas, mas a maioria julgará esta narrativa apenas uma especulativa obra
de ficção política.
Aqueles que assim julgarem
deverão recordar a mutação sofrida pela revolução cubana, o que aconteceu na
Nicarágua nos anos 70, e analisar com frieza os instrumentos que nosso país
oferece aos terroristas dos anos 60 e 70, muitos hoje no Poder, tendo presente
que o conceito de uma correlação de forças favorável aos comunistas, para eles
é sinônimo de maioria, pois o que lhes importa é a maioria ativa,
conceito que consideram mais rico e complexo.
Esta matéria sugere aos
não-comunistas uma reflexão.
PARECE TUDO MUITO CLARO, MAS A MASSA TUPINIQUIM “NUM TÁ NEM AÍ”...





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