#vamosmudarbrasilia
REINALDO AZEVEDO.
Um
leitor me mandou o vídeo abaixo. Confesso que não consegui saber que
estrada é essa — se alguém souber, peço que me informe. Assistam. Volto
em seguida.
E aí? Bacana, né? Já sei… A estrada deve
cortar alguma reserva ou passar perto de uma… Vejam ali o gorducho de
camisa polo e cara pintada para a guerra — armado, naturalmente, de
flecha… O negócio dele não é plantar arroz, feijão, mandioca, milho,
criar gado, essas coisas. Nada disso. Sabe mal, ou finge saber mal, o
português. Mas entende perfeitamente bem a língua dos cem reais…
Esses
poéticos silvícolas ocupam 13,5% do território brasileiro — 800 mil se
autodeclaram índios, e vive nas reservas algo em torno de 600 mil —
para, depois, extorquir os “estrangeiros”, que somos nós. E notem que
pedágio caro o do rapaz: R$ 100 na ida e R$ 100 na volta.
A
Funai, que “cuida” das reservas, é subordinada ao ministro da Justiça,
José Eduardo Cardozo. O responsável pela interlocução com os nativos da
floresta de camisa polo e cara pintada é Gilberto Carvalho, e a chefe
dos dois é Dilma Rousseff.
Ocorre
que garantir o lugar de e vir não é com essa turma. Eles gostam mesmo é
de apoiar o que chamam o “direito à livre manifestação”, que é quando
um índio acerta uma flechada na perna de um policial em plena Praça dos
Três Poderes.
Como é mesmo a musiquinha que aprendi no primeiro ano primário, cantada sempre no 19 de abril? Lembrei:
Na tribo eles vivem comendo raiz
Caçando e pescando, guerreando feliz
A oca é a morada, cacique é o guerreiro
A taba é a aldeia; pajé, o feiticeiro
Deus é Tupã, a lua é Jaci
A língua que eles falam é tupi-guarani!
A língua que eles falam é tupi-guarani!
Mas custa R$ 100 para ir. E mais R$ 100 para voltar.
Ô pedagiozinho caro do Anhangá!!!
Por Reinaldo AzevedoFONTE - RECEBI VIA EMAIL




0 comments:
Postar um comentário