Por Cesar Maia
A DESELEGÂNCIA DA GOVERNANTA E A DISTINÇÃO DE SUA SANTIDADE
DILMA ATROPELOU O PROTOCOLO, CANSOU O PAPA E CHOCOU OS QUE VIRAM O DISCURSO PELA TV!
1. Dilma, desde o a avião, era dirigida pelo publicitário. Tinha que manter um riso forçado. Quando se distraía, recebia um sinal e abria o sorriso outra vez. Durante a cerimônia dos hinos e discursos, foi flagrante e forçado demais.
2. O Papa - cansado depois de duas horas e meia de percurso cumprimentando, depois em pé - estava naturalmente cansado. Afinal, seus 77 anos deveriam ser respeitados.
3. Dilma atropelou o protocolo. Em vez de saudar o Papa, fez um longo discurso para a transmissão direta da TV Globo. Um discurso político, como se estivesse numa rede presidencial de TV. Procurou dar aulas de justiça social e desigualdade para uma claque que a aplaudia por qualquer coisa que falasse. Quase um comício em rede nacional.
4. Criticou a política econômica da austeridade. Foi deselegante com os governos anteriores, pois só nos últimos 10 anos - disse - há políticas sociais no Brasil. Usou e abusou dos clichês. E ainda explicou as manifestações de rua como produto dos avanços nestes dez anos. Falou mais de meia hora. Usou o Papa para tentar recuperar-se do desgaste em rede nacional de TV.
5. As feições do Papa permitiram ver o desconforto com tanta demagogia. Seu discurso - o do Papa - cumpriu o protocolo e o respeito: pouco mais de 5 minutos. Falou como líder católico, focalizado no evento para o qual veio, sublinhando sua confiança de que os jovens - tendo lastro em educação, saúde... - entrarão por essas janelas de futuro.
6. O Papa e a diplomacia presentes certamente se chocaram com tamanho desrespeito. Os milhões que viram pela TV a manipulação do evento para Dilma tentar se explicar aos telespectadores se chocaram. O desrespeito só a fez naufragar ainda mais. Se fosse feita uma pesquisa após os discursos, confirmaria o que as redes comentaram ao vivo e depois.
DILMA ATROPELOU O PROTOCOLO, CANSOU O PAPA E CHOCOU OS QUE VIRAM O DISCURSO PELA TV!
1. Dilma, desde o a avião, era dirigida pelo publicitário. Tinha que manter um riso forçado. Quando se distraía, recebia um sinal e abria o sorriso outra vez. Durante a cerimônia dos hinos e discursos, foi flagrante e forçado demais.
2. O Papa - cansado depois de duas horas e meia de percurso cumprimentando, depois em pé - estava naturalmente cansado. Afinal, seus 77 anos deveriam ser respeitados.
3. Dilma atropelou o protocolo. Em vez de saudar o Papa, fez um longo discurso para a transmissão direta da TV Globo. Um discurso político, como se estivesse numa rede presidencial de TV. Procurou dar aulas de justiça social e desigualdade para uma claque que a aplaudia por qualquer coisa que falasse. Quase um comício em rede nacional.
4. Criticou a política econômica da austeridade. Foi deselegante com os governos anteriores, pois só nos últimos 10 anos - disse - há políticas sociais no Brasil. Usou e abusou dos clichês. E ainda explicou as manifestações de rua como produto dos avanços nestes dez anos. Falou mais de meia hora. Usou o Papa para tentar recuperar-se do desgaste em rede nacional de TV.
5. As feições do Papa permitiram ver o desconforto com tanta demagogia. Seu discurso - o do Papa - cumpriu o protocolo e o respeito: pouco mais de 5 minutos. Falou como líder católico, focalizado no evento para o qual veio, sublinhando sua confiança de que os jovens - tendo lastro em educação, saúde... - entrarão por essas janelas de futuro.
6. O Papa e a diplomacia presentes certamente se chocaram com tamanho desrespeito. Os milhões que viram pela TV a manipulação do evento para Dilma tentar se explicar aos telespectadores se chocaram. O desrespeito só a fez naufragar ainda mais. Se fosse feita uma pesquisa após os discursos, confirmaria o que as redes comentaram ao vivo e depois.





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