Cristyan Costa, Revista Oeste
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou, na quarta-feira 2, que mais de mil pesquisadores chineses que esconderam relações com o Partido Comunista fugiram dos EUA durante o verão no país.
O caso veio à tona depois de investigação feita pelo Federal Bureau of Investigation, o FBI. De acordo com técnicos do órgão, esses profissionais estavam a serviço da espionagem da ditadura de Xi Jinping.
O “êxodo” ocorreu na esteira das prisões de seis cientistas chineses, em julho deste ano, acusados de mentir em seus pedidos de visto sobre os laços que possuíam com o Exército de Libertação Popular chinês — equivalente às Forças Armadas do Brasil.
Esse grupo menor foi acusado de roubar propriedade intelectual norte-americana e aguarda julgamento.
À época, um deles tentou refugiar-se no consulado da China em São Francisco, mas foi detido em seguida.
Tão logo soube do ocorrido, o governo chinês determinou a seus diplomatas que alertassem os demais pesquisadores nos EUA sobre a investigação do FBI.
Conforme noticiou o jornal The Washington Post, as orientações do Partido Comunista incluíram limpar dispositivos eletrônicos, excluir bate-papos em redes sociais e deixar o país.
Atualmente, o FBI suspeita que a escala da atividade chinesa em território norte-americano é bem maior do que se pensava inicialmente.
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