JOSE NÊUMANNE PINTO
FOTO ANDRADE JUNIOR
O fim de semana trouxe duas intromissões indevidas de Renan Calheiros, sobrevivente da guerra contra a velha política e pretendente a presidente do Senado: a chantagem contra Flávio Bolsonaro, senador eleito, cujo ex-assessor, Fabrício Queiroz, teve transação financeira econômica atípica flagrada pelo Coaf, e a cobrança de que as denúncias contra o médium João de Deus passem por trânsito em julgado antes de ele ser proibido de "dar assistência espiritual". O Brasil não precisa de conselhos do chantagista de Murici. Fique restrito aos limites de Alagoas, sujeito. 




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