Rumo
à Tirania Institucionalizada
Às
vezes, a peçonha esquerdista age intempestivamente. Uns dizem por afoiteza,
outros por canhestra tentativa de convencimento.
Portanto,
há controvérsias. Mas todos concordam que no frigir dos ovos, os resultados são
favoráveis à institucionalização da tirania.
Lembrai
- vos do PNDH3.
De
fato, as insinuantes tentativas para a implantação de uma tirania, prosseguem à
solta. Uma proposta aqui e um projeto acolá aos poucos se tornam medidas politicamente
corretas que somam ao seu desatino, o aval de um bando de inocentes úteis.
Portanto,
o fato de diversas barbaridades não colarem inicialmente, um grupelho de bem
intencionados as aceitam como um benefício para a sociedade. Logo, um objetivo
foi atingido, pois com intensa propaganda, a boçalidade vai ganhando adeptos
até ser consagrada definitivamente.
O
Gramsci sabia e ensinou isso.
Basta
verificar que nos últimos dias varias proposituras lapidares foram engendradas
através de homiziados do petismo no Congresso, para comprovar que aquelas
estultices podem ser incutidas na cabeça da população.
Os mais
nítidos e recentes exemplos foram as propostas de cerceamento do Poder
Judiciário e da capacidade investigativa do Ministério Publico (é a PEC da
impunidade). Certamente, outras foram, estão sendo ou serão intentadas.
Utilizando
instrumentos legais, como as PEC, as propostas geram terríveis confrontos entre
os poderes que se desgastam e se enfraquecem e aumentam o poder do Executivo.
Assim,
pela cooptação de asquerosos parlamentares, da base aliada do governo são
propostas e conduzidas por aqueles mal intencionados, as mais cretinas medidas
que inclusive ferem a Carta nem tão Magna, nem tão pétrea.
Eles
sabem que aquelas tentativas estão fadadas ao fracasso, mas isto não interessa,
pois através de debates fajutos e apoteóticas exposições na mídia cooptada, os
seus impulsores apresentam argumentos que soam para os imbecis como verdades.
Deste
modo, foi implantada na mente dos desavisados e desinteressados mais uma
besteira politicamente correta, que em geral pavimenta a tirania consentida e
avalizada pela plebe ignara.
Assim,
aos poucos são subvertidas no velho estilo (“uma mentira repetida...”),
tradições e procedimentos milenares, que destorcem padrões de conduta e valores
morais que eram os sustentáculos de uma nação soberana.
Em
todos os campos os abusos são freqüentes, alguns não prosperam pelo alerta de
atentos cidadãos ou por pessoas atingidas em especial no bolso, e que por isso,
denunciam.
Contudo, muitas passam despercebidas e ocorrem no
âmbito dos Ministérios e das Autarquias que extrapolam as suas atribuições, e
um dos exemplos mais explícitos refere - se à FUNAI que continua inventando
áreas pretensamente indígenas, apesar das restrições estabelecidas pelo STF, quando do julgamento da demarcação da Reserva
Indígena Raposa Serra do
Sol.
Em questão de poucos dias, uma instrução
normativa da Receita Federal e uma resolução do COAF - Conselho de Controle de
Atividade Financeira – confirmam a tendência autoritária do governo federal.
A incapacidade dos Tribunais de Contas de fiscalizarem
os “custos” das obras da “Copa” é uma soberba demonstração de que
eles podem tudo.
Na Área Militar, as investidas são constantes:
abertamente se insinuam nos currículos dos Estabelecimentos Militares, se
empenham em desacreditar a Escola Superior de Guerra (ESG), e ainda tem a petulância
de proibir que sejam comemorados episódios de nossa História Militar e
Política, como a traiçoeira e covarde Intentona
Comunista de 1935 e a Contrarrevolução de 31 de Março de 1964.
Sequiosos de implantar a sua tirania em curto prazo,
explicitamente, advogam a necessidade de controlar a liberdade da imprensa e de
inibir os partidos de oposição.
A grita popular sobre a necessidade da diminuição da
maioridade penal, medida que não é do agrado do desgoverno, morre no
nascedouro, pois os menores, declaradamente capazes de assassinar, de roubar,
de estuprar, e de votar, certamente, em reconhecimento, votarão nos seus
beneméritos defensores.
Hoje, diante de nossa leniência, não se limitam a
cercar os “porcos selvagens” e, descaradamente, estão metamorfoseando -
os em dóceis cordeiros, incapazes de qualquer reação.





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