Jornalista Andrade Junior

domingo, 5 de maio de 2019

Se o brasileiro acreditasse na imprensa, o presidente da República hoje seria um representante da organização criminosa do Lula

JOSÉ TOMAZ
   FOTO ANDRADE JUNIOR - PONTE JK
Um desavisado que desembarque no Brasil hoje e passe os olhos nas manchetes de jornais, revistas ou nos telejornais da Globo e da Globonews terá a impressão de que o Brasil segue desgovernado.

E olha que a gestão Bolsonaro começou há pouco mais de quatro meses.

Pode-se afirmar que nesse curto espaço de tempo a roubalheira que consagrou as gestões Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff foi varrida da máquina pública, apesar de boa parte da máquina pública continuar aparelhada por corruptos do PT e de seus puxadinhos.

'Servidores públicos' concursados, e intocáveis, seguem atropelando qualquer possibilidade de o Brasil avançar. Haja vista a sabotagem que praticam às reformas. E aí está a reforma da Previdência como exemplo de campanha contra os interesses do Brasil. Os tais 'servidores públicos' estariam contratando o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, para tentar barrar a reforma.

Não é difícil entender porque 'parasitas' contratariam Ayres Britto. Difícil é entender porque Ayres Britto se disporia a melar o futuro do Brasil.

A velha imprensa analisa o desempenho do novo governo sob o olhar ideológico.

O desempenho de Sergio Moro (Justiça), de Paulo Guedes (Economia), de Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), Tereza Cristina (Agricultura), Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Osmar Terra (Cidadania), dos generais que ocupam pastas importantes e das estatais passam ao largo das análises de jornais.

Exceto, quando a velha mídia, saudosa do toma-lá-dá-cá que prevaleu sob Sarney, Collor e que foi à exaustão sob FHC e completou a degeneração nas gestões Lula-Dilma, despeja críticas a certos nomes escalados por Bolsonaro, porque interromperam as falcatruas que deram origem ao Mensalão e ao Petrolão, que, não fora o grito do povo nas ruas, continuariam existindo.

Lembrar que o escândalo do Mensalão foi às manchetes graças ao conflito entre as gangues de Lula e Dirceu contra a gangue de Roberto Jefferson.

E o Petrolão foi concebido nos porões do Palácio do Planalto e da Petrobras. Sempre Lula à frente.

E a velha imprensa...

O corte de assinaturas de jornais e revistas e a queda na audiência de TVs mostram que o cidadão dá cada vez menos atenção à mídia tradicional.

De resto, se o brasileiro ainda acreditasse na imprensa, o presidente da República seria um representante da organização criminosa do Lula.





























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