Que bom te ver por aqui, seja bem vindo. Neste espaço busco repassar a informação séria, sem censura. Publico artigos e notícias que estão na internet e que acredito serem de interesse geral. Também publico textos, vídeos e fotos de minha autoria. Nos textos há sempre uma foto ou um gif, sempre ilustrativa, muitas vezes, nada tem a ver com o texto em questão. Para entrar em contato comigo pode ser em comentários nos artigos ou, então, pelo e mail andradejrjor@gmail.com.
TOQUEI MUITO NA DECADA DE SETENTA. ERA, SEM DÚVIDA EXTREMAMENTE PEDIDA PELOS OUVINTES. FALO DA dupla brasileiraDom & Ravel que surgiu na década de 1960. Em 1970, por ocasião da Copa do Mundo realizada no México, conquistou o país com Eu te amo meu Brasil, que estourou nas paradas de sucesso. O sucesso foi absoluto nos anos seguintes. Dom & Ravel se apresentaram por todo o país e nos principais programas de rádio e de televisão, ganhando vários prêmios.
Segundo a Wikipédia Os irmãos Farias nasceram em Itaiçaba, no Ceará,
Eustáquio em 1944 e Eduardo em 1947. Mudaram-se para São Paulo ainda
crianças, nos anos 1950. Eduardo obteve o apelido de Ravel, dado por um
professor de música, por causa de sua aptidão para a arte. Por volta dos
anos 1960, a dupla, então já conhecida como Dom & Ravel, lançou seu
primeiro LP
em 1969, "Terra boa", que trazia entre outras a canção "Você também é
responsável", transformada, em 1971, pelo ex-ministro da Educação, Jarbas Passarinho, no hino do Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral).
Nos anos 1970 a dupla atingiu grande sucesso, com a canção "Eu te amo meu Brasil", gravada pelo conjunto Os Incríveis. Outros sucessos da dupla foram: "Animais irracionais", "Só o amor constrói" e "Obrigado ao homem do campo". EU TE AMO MEU BRASIL,
Dois comentários que figuravam na página do youtube no video da música marcas do que se foi e que eu não poderia privar meus amigos leitores do blog de ler
primeiro comentário (está abaixo do video no youtube) Bons tempos aqueles! Ótimas músicas, liberdade, segurança, respeito,
durante o excelente governo militar, que os terroristas e ignorantes de
agora ficam a desmerecer e reescrever ao contrário. Quem tem menos de 40
anos não sabe o que perdeu. Menos tecnologia, porém havia arte de
qualidade incomparavelmente superior em todas as áreas. E qualidade de
vida! - ocharmain
segundo comentário -
É que tínhamos boa educação em casa e na escola. Logo cedo
aprendíamos que os nossos direitos terminavam onde começavam os
direitos de nosso vizinho. Tínhamos respeito pelos nossos pais, mestres,
avós e aos mais velhos.
MegaMariamarcia comentário meu - não tinhamos escandalos atrás de escandalos, corrupção da forma que acontece, mas hoje temos que ver, ouvir e conviver. Pior, ver também que acham que somos um bando de patetas, afinal, para eles, nada aconteceu. Encheram os bolsos, alguns ficaram bilionários e nada aconteceu..
Tudo virou história e serviu para aprendermos ou desaprendermos. Nada é absolutamente certo ou absolutamente errado. Até o relógio parado marca hora certa, duas vezes ao dia.
No período militar vivemos uma época, um período em que a informação era controlada, a vida era controlada, hoje temos a internet e ela já está sendo controlada. Neste mesmo período a liberdade era vigiada, controlada e reprimida, mas os criminosos eram medrosos e respeitavam a justiça e a polícia porque eram burros, hoje fazem faculdade e conhecem muito bem seus direitos.
A família era um refúgio insubstituível e um alicerce para qualquer construção de vida, pois era nossa única opção, hoje ela está quase que desintegrada, pois casa-se e descasa-se com enorme facilidade e com aval do poder público.
Naquela época tínhamos sonhos e vivíamos esperando por dias melhores cheios de esperança, hoje, apesar da tecnologia e dos "avanços", vemos crimes brutais, o crescente abuso de crianças, a banalização da vida, do dinheiro público, da saúde e a institucionalização das coisas erradas, muito semelhante ao passado, só que naquela época poucos se davam conta ou tinham acesso, hoje assistimos todos os dias pela TV e nada nos afeta mais, por isso temos o sentimento de normalidade e só nos damos conta quando acontece com a gente.
Ao meu ver não mudou nada. Vivemos os mesmos medos que vivamos naquele período. Vivemos as mesmas negligencias públicas, sofremos as mesmas injustiças, medo da policia e dos bandidos por motivos diferentes, medo de cair doente sem um bom plano de saúde, medo de ser envenenado por alguma substancia enlatada, medo de respirar alguma partícula que nos brindará com um câncer, medo de ser usurpado por um mal intencionado e medo do mundo e da recessão dos países ricos e que ainda de certa forma nos coloniza. Vivemos na realidade, as mesmas frustrações e os mesmos medos, pois a história sempre se repete, mudam apenas os protagonistas.
Seremos substituídos por nossos filhos que sempre acharão que os acontecimentos serão novos. Não são não.
O que sentimos depois de uma certa idade é apenas nostalgia das coisas boas e ruins. Vivíamos momentos com pessoas que de alguma forma já se foram, nossos pais, irmãos e amigos e vivíamos o que hoje não vivemos mais. É pura saudade, é pura melancolia de velhas histórias novas que a nossa juventude se encarrega de eternizar.
A nossa maior burrice e conhecer a história e repetir sempre os mesmos erros.
Como profissional, trabalhei como apresentador, repórter, redator, produtor, diretor de jornalismo em várias emissoras de rádio - Rádio Difusora de Pirassununga, Rádio Cultura de Santos e São Vicente, Rádio Capital de Brasília, Rádio Alvorada de Brasília, Sistema Globo de Rádio/DF, Rádio Manchete FM/DF, Rádio Planalto de Brasília e 105 FM DF e Rádio Cultura de Brasília. Fui Professor de Radiojornalismo no CEUB. Funcionário concursado da Secretaria de Saúde do Distrito Federal requisitado pelo TCDF até me aposentar em fevereiro ultimo. Também trabalhei, nos anos 70 no jornal O Movimento de Pirassununga.