A lei da oferta e da procura é implacável. Se há quem aceite
comprar um produto por um preço absurdo e fora da realidade, sempre
haverá quem venda nessas condições. Por isso as importadoras de veículos
vendem aqui um Grand Cherokee por 89.500 dólares, enquanto nos Estados
Unidos o mesmo veículo, com mais equipamentos, sai por 28 mil dólares.
“Vocês estão sendo roubados”, avisa aos brasileiros o jornalista Keneth
Rapoza, da revista Forbes.
Segundo ele, um
Dodge Durango SUV, que nos Estados Unidos também pode ser comprado por
28 mil dólares, aqui vai custar 95 mil dólares. Os preços elevados no
Brasil se justificam, em parte, devido aos altos impostos de importação –
que se justificam plenamente, principalmente para produtos de luxo. Mas
há também o elemento mercado: há quem compre, mesmo sabendo que está
sendo roubado.
Digamos que há um
imposto cobrado pelo governo e outro que incide sobre a vaidade de ter
um carro importado e a burrice de pagar o que ele não vale. Mas, a bem
da verdade, os carros nacionais também não valem o que pagamos por eles. De acordo com vários amigos estrangeiros pagamos muito caro por produtos de péssima qualidade.
Pior é que não se aplica a apenas e tão somente ao mercado do luxo, como a vaidade de ter um carro importado. Estende-se por tudo, basta ver em um site do exterior o preço de uma camiseta lá e o comparar aqui. Roupas, calçados acessórios, máquinas e equipamentos, tudo a preço bem mais acessível no esterior. Aliás vendemos a gasolina para os países vizinhos a um preço bem menor que o mercado interno. Com uma diferença fundamental, a gasolina que exportamos é bem melhor que a que consumimos.
Pior é que não se aplica a apenas e tão somente ao mercado do luxo, como a vaidade de ter um carro importado. Estende-se por tudo, basta ver em um site do exterior o preço de uma camiseta lá e o comparar aqui. Roupas, calçados acessórios, máquinas e equipamentos, tudo a preço bem mais acessível no esterior. Aliás vendemos a gasolina para os países vizinhos a um preço bem menor que o mercado interno. Com uma diferença fundamental, a gasolina que exportamos é bem melhor que a que consumimos.





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