Jornalista Andrade Junior

sábado, 20 de janeiro de 2024

A falácia do “racismo ambiental”

 Liberalismo Brazuca 


Nos últimos dias, viralizou nas redes sociais e sites de notícias, uma expressão inusitada: racismo ambiental.

Aparentemente se trata de uma nova forma de racismo envolvendo o meio ambiente. A responsável pela expressão faz parte do governo Lula, e uma das suas maiores qualificações foi ser irmã de uma vítima de violência política, a ministra Anielle Franco.

Pois bem, o Rio de Janeiro tem um problema crônico há décadas, envolvendo enchentes e derrubada de encostas. De fato, dada a negligência das autoridades em minimizar os efeitos das tragédias, isso acaba afetando majoritariamente as populações mais pobres, que são em grande maioria negras. Que esse problema envolve classes sociais e renda, não há nenhuma novidade até aqui.

A novidade está na origem da culpa atribuída pela ministra ao problema do racismo, implicando que, de alguma forma, a natureza, durante seus eventos cíclicos oprime as populações humanas, e escolhe a cor de suas vítimas a serem afetadas e por isso se trataria de “racismo ambiental”. Ora, isso não poderia ser mais demagógico e ignorante.

Em 2023 vimos o Rio Grande do Sul e Santa Catarina serem afetados por eventos similares de chuvas e enchentes, mas como todos nós sabemos, ambos os estados detêm uma população majoritariamente branca, e da qual, os pobres acabaram igualmente afetados pela tragédia. Como a ministra explica?

Não explica, afinal o governo Lula fez questão de fazer pouco caso desta tragédia, pois ela não serviria para os propósitos demagógicos do “racismo ambiental”, que não passa de uma extensão falaciosa de um progressismo maluco que acredita que pode moldar o mundo a sua própria visão, onde tudo que acontece está cumprindo suas agendas políticas.












PUBLICADAEMhttps://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/a-falacia-do-racismo-ambiental/


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