Jornalista Andrade Junior

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Greenwald, um americano no STF

JOSÉ NÊUMANNE PINTO

Com uma carteirada de Gilmar, anuência de Toffoli e Moraes e silente covardia dos outros oito membros do STF, o americano Glenn Greenwald, que saiu devendo impostos e explicações sobre suas atividades no submundo da pornografia em Nova York e sob acusação de traição à pátria por ter sido cúmplice de Edward Snowden no furto de mensagens do Departamento de Estado com segredos militares da maior potência mundial. Mas goza no Brasil status de imunidade absoluta, semelhante ao usufruído por quem lha deu. Na prática, se tornou o 12.º membro da grei, pois, mesmo não participando das decisões, goza da prerrogativa de não ser processado, mesmo acusado de ter receptado, como um marginal comum, produtos do furto por arararraquers de segredos no aplicativo russo Telegram usado por mais de mil autoridades brasileiras.

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