No Twitter, o presidente da República disse que a volta do PT ao Palácio do Planalto seria um retrocesso Edilson Salgueiro
“O futuro do Brasil está em jogo”, escreveu o presidente Jair Bolsonaro (PL), no Twitter, ao agradecer o apoio de governadores de Estado à sua reeleição. A publicação, feita na terça-feira 4, alerta para o perigo da volta do Partido dos Trabalhadores (PT) ao Palácio do Planalto.
“Diferenças sempre existirão, mas o que está em jogo neste momento é algo muito maior: o futuro do nosso Brasil”, disse Bolsonaro. “É hora de unirmos forças para proteger a liberdade e a dignidade do povo brasileiro e evitar que a quadrilha que assaltou e quase destruiu o país volte ao poder.”
A publicação foi feita depois de os governadores de Minas Gerais (Romeu Zema), Rio de Janeiro (Cláudio Castro) e São Paulo (Rodrigo Garcia) declararem apoio à sua reeleição. “Tenham a certeza de que esse apoio se estende a todo brasileiro honesto, que segue as leis, ama a sua família e deseja viver num país cada vez mais seguro para seus filhos e netos”, salientou Bolsonaro. “Um país livre das drogas, da criminalidade, da inversão de valores e dos ataques à fé de cada um.”
Outros políticos declararam apoio ao atual presidente no segundo turno das eleições. Deltan Dallagnol (Podemos), ex-procurador da República e ex-coordenador da Operação Lava Jato, foi o primeiro a manifestar preferência por Bolsonaro. “É preciso unir o centro e a direita”, advertiu. “Sou independente, conservador, cristão evangélico. Tenho ressalvas ao governo atual, mas, apesar das ressalvas, no segundo turno, meu voto será em Bolsonaro.”
Símbolo da Lava Jato, Moro também declarou apoio ao atual presidente. “Lula não é uma opção eleitoral, com seu governo marcado pela corrupção da democracia”, escreveu o ex-ministro, no Twitter. “Contra o projeto de poder do PT, declaro, no segundo turno, meu apoio a Bolsonaro.”
O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) também declarou apoio à reeleição de Bolsonaro. “Não temos convergência nenhuma com o projeto de poder do PT”, afirmou. “Quando Lula foi presidente, houve o Mensalão e o Petrolão. Tivemos apoio a uma série de ditaduras mundo afora e uma posição ideológica que contraria nossos princípios liberais e conservadores.” A partir desse cenário, o parlamentar decidiu apoiar a candidatura de Bolsonaro à reeleição. “É para evitar a volta de Lula ao poder, que, na verdade, deveria estar cumprindo pena na cadeia, não concorrendo à Presidência”, concluiu.
Paulo Ganime (Novo), candidato ao governo do Rio de Janeiro, seguiu o mesmo caminho. “Acompanhei de perto o governo do presidente Jair Bolsonaro, que teve erros e acertos”, observou. “Nenhum erro se compara ao que seria o retorno do PT e do Lula ao governo. Lula não deveria ser candidato. É candidato apenas porque houve uma manobra do Supremo Tribunal Federal (STF) para descondená-lo. Lula deveria estar preso.”
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